The Voice – Playoffs, Partes 2 e 3

Data/Hora 23/04/2014, 11:00. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Acabou que no texto da semana passada eu nem tive a oportunidade de explicar, na minha humilde opinião, a importância dos playoffs. Depois de duas rodadas cantando o que os técnicos queriam e tendo que dividir o palco com outros candidatos, algumas vezes mais fortes e outras não, nessa etapa do programa voltamos às origens e eles retomam as rédeas das apresentações. Isso é muito importante, pois é possível ver quem evoluiu, comparando à blind, e principalmente se soube aproveitar as dicas dos técnicos.

Uma grande surpresa, muito grata, foi o time da Shakira, pois não tinha noção do quanto ele era bom. Isso é um indicativo que a técnica não fez um bom trabalho e que provavelmente muita gente boa foi eliminada, não por ser ruim, mas por culpa única e exclusivamente dela. Mas os poucos que sobraram mandaram muito bem, sem exceção, elevando o time da cantora e se tornando uma ameaça para os outros times. Vai depender de como ela os guiará pelos live shows.

O time do Adam também é muito bom, mas não se compara ao da temporada passada, que nessa etapa tinha a grande vencedora Tessanne Chin, Will Champlin, o terceiro colocado e James Wolpert, que acabou em quinto. E Usher provou que o uso correto do steal  pode o levar para a final.

Team Shakira

Team Shakira

Essa semana teve como abertura a apresentação de Kristen Merlin ao som de Two Black Cadillacs, da Carrie Underwood. Uma música muito difícil e que Merlin cantou excepcionalmente bem. Sabíamos que ela era muito boa, mas infelizmente não vimos a sua evolução, já que suas duas batalhas não foram passadas na íntegra. Uma falha gravíssima da produção e que pode prejudicar Kristen. Mas acredito que seu talento vai passar por cima disso tudo.

Na sequência Deja Hall cantou Battlefield, da Jordin Sparks. Um adendo: as duas primeiras apresentações foram ao som de duas vencedoras do American Idol. Apesar de ter visto uma evolução na Deja, ela escolheu muito mal a música. Talvez com uma música mais atual, tipo Let It Go, tema do filme Frozen, ela teria mais chances. Os vocais foram impecáveis, mas esquecíveis. Muito fraca perto dos outros candidatos.

Assim como todo mundo, não tinha parado para prestar atenção em Tess, a não ser pelo fato dela ter sido a única candidata a passar por três técnicos diferentes. Também ela sempre “batalhou” com pesos pesados dos outros times – Bria Kelly (Team Usher) e Jake Worthington (Team Blake) – e foi muito esperta ao escolher a Shakira (já que todos quiseram roubá-la depois de sua última batalha), provavelmente sabendo que ela possuía um dos times mais fracos e que teria mais chances.

Ela cantou Human, da Christina Perri. Confesso que não gosto da versão original da música, mas Tess fez uma versão muito melhor, transformando a música em sua! Sem contar que estava afinadíssima e prendeu a atenção da plateia, dos técnicos e provavelmente de quem estava em casa.

O penúltimo candidato do time da Shakira foi o único homem: Patrick Thomson, que cantou Trouble, de Ray LaMontagne. Realmente ele tem um timbre bem diferente, mas estava de paraquedas nesse time, onde as mulheres imperam. E pra completar não fez uma apresentação excelente, o que só contribuiu para não lembrarmos muito dele.

E pra fechar Dani Moz chegou dando uma voadora, cantando uma versão acústica de The Edge of Glory, da Lady Gaga. Pra completar ela ainda tocou piano. Pronto, me ganhou! Achei a apresentação verdadeira, com algumas falhas – principalmente de ritmo, já que o nervosismo deve ter falado mais alto em algumas horas -, mas deixei tudo isso de lado e embarquei na apresentação. Dani chegou devagar na competição e a cada apresentação vem mostrando seu talento, além de ser lindíssima!

Apesar de todo o teatro, Shakira não teve muita dificuldade de montar seu time: Dani Moz, Kristen Merlin e Tess Boyer.

top12-team-shakira

Team Adam

Team Adam

Abrindo os trabalhos para o time do vocalista do Maroon 5, o escolhido foi Delvin Choice que cantou, EXCELENTEMENTE, Let’s Stay Together, do Al Green. Delvin é um dos candidatos mais sólidos do programa e se tenho alguma crítica é em relação ao seu visual. Produção, arrumar esse cabelo. E que figurino foi aquele? Sem contar que ele precisa cantar umas músicas mais atuais, pra conquistar o público jovem.

Depois foi a vez do superestimado Jake Barker, que escolheu She Will Be Loved, da banda do seu técnico. Essa é uma das músicas mais marcantes do Maroon 5 e foi eternizada na voz do Adam. Só perdoaria essa escolha se ele mandasse muito bem, o que obviamente não aconteceu. O tempo de Jake no programa já acabou faz tempo.

Kat Perkins resolveu homenagear seu pai cantando Open Arms, do Journey, e acabou emocionando a todos. Uma apresentação impecável, inesquecível e muito honesta. Assim como o Delvin, Kat tem que melhorar sua apresentação pessoal, pois já tem certa idade e não pode mais bancar a roqueira rebelde. Uma observação: o que foram aquelas orelhinhas durante os ensaios? Desnecessário!

Outro perdido na competição e muito mal roubado pelo Adam, Morgan Wallen resolveu bancar o country e cantar Stay, do Florida Georgia Line. Nem sei o que falar. Próximo!

E pra fechar a segunda noite de playoffs Christina Grimmie cantou I Won’t Give Up ,do Jason Mraz. Muito bonita a apresentação, ela é muito nova e arrebenta, mas tenho problemas em distinguir ela da Bria Kelly. Se isso acontece comigo, acredito que muita gente também tenha esse problema.

Assim como Shakira, Adam não teve muitos problemas para montar seu time, que ficou com Christina Grimmie, Kat Perkins e Delvin Choice.

Team-Adam-Final

Team Usher

E para fechar os playoffs dessa temporada temos o time do Usher. Começando os trabalhos tivemos T.J. Wilkins cantando o clássico de Rufus e Chaka Khan, Tell Me Something Good. Achei muito interessante a abordagem do técnico ao fazer T.J imitar um instrumento com a sua voz. Uma música pra cima, animada e que agitou a plateia.

Na sequência Melissa M.J Jiménez optou por se arriscar e cantou uma versão acústica de Halo, da Beyoncé. Assim como Jake, se ela tivesse acertado teria sido perfeito, porém isso não aconteceu. Faltou fôlego e, principalmente, afinação. Uma pena, pois gostava de M.J e ainda tenho a batalha dela contra a Brittnee cantando a maravilhosa Give It to Me Right. Mas valeu a intenção e principalmente a audácia.

Toda vez que o time do Usher vai se apresentar fico esperando ansiosamente por Stevie Jo, não pela sua apresentação, mas para ver sua mãe! The Thrill Is Gone, do B.B King foi à escolha de Jo. Assim como Jake e M.J, essa apresentação deixou, muito, a desejar. Não sei se foi o nervosismo, mas não consegui entender nada que ele cantou, já que ficou priorizando fazer firulas com a voz do que propriamente cantar. E para piorar, sua mãe pouco apareceu.

Bria Kelly ousou na escolha de Wild Horses, do The Rolling Stones. Como já disse antes, tenho problemas em distinguir ela e Christina Grimme. Não consegui entender porque ela resolveu levar a guitarra, já que não conseguiu tocá-la. Teve um momento que achei que ela ia cair com o microfone na mão. Enfim, vocalmente ela é uma das melhores, mesmo eu achando que ela grita muito, mas essas outras coisas tiram a minha atenção e não consegui apreciar muito a apresentação.

E o melhor fica sempre para o final. Josh Kaufman, que Usher roubou sabiamente do time do Adam, cantou ESPETACULARMENTE It Will Rain, do Bruno Mars. Não tenho muito que dizer dessa apresentação, pois foi simplesmente perfeita. Afinação, presença de palco e principalmente a emoção. Foi um dos pontos altos dessa rodada. Aquele tipo de apresentação épica que pra sempre vai ser lembrada.

Com isso, Usher monta seu time: T.J. Wilkins, Bria Kelly e Josh Kaufman.

top12-team-usher

Semana que vem começam os live shows, que pra gente aqui infelizmente não serão ao vivo. Aproveito pra dizer que 5 dos 12 candidatos que foram para essa última etapa do programa eu comentei lá no meu primeiro texto, no especial que fiz sobre os Blind Auditions (Jake Worthington, Sisaundra Lewis, Delvin Choice, Kat Perkins e T.J. Wilkins).

E vocês, estão torcendo pra quem? Deixem nos comentários.

Ps: Coisa mais fofa as filhas do Josh!

Castle – That ’70 Show

Data/Hora 23/04/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

thumb image

You can dance, you can jive, having the time of your life

   See that girl, watch that scene, digging the dancing queen

Parem pra refletir e me digam: tinha outra maneira de eu iniciar essa review se não fosse cantando um refrão de umas das músicas mais badaladas dos anos 70? Nessa semana, Castle juntou duas das coisas que eu mais gosto nessa vida. O episódio excêntrico calhou de vestir a roupa de um ano lindo, charmoso, dançante. Se eu não pude viver a época da Disco, essa série maravilhosa que eu chamo de minha trouxe para a tela do meu computador um pedacinho dela. Pra você que não assiste Castle, ainda há tempo. Anda, corre, faz uma maratona e vem se deliciar comigo. Pra você que é fã assíduo, resta-me dizer: IT’S THE SEVENTIES, SWEETIES!

Em um apanhado de cenas engraçadas e constrangedoras, em That ’70 Show a primeira delas não demorou para aparecer e estava apenas esperando Castle e Beckett saírem do quarto onde estavam fazendo sei lá o quê (sim, esse mesmo sei lá o quê que não vemos há bastante tempo). Martha, achando que tinha conseguido captar a essência dos dois para transformar o casamento em algo perfeito, mostrou aos pombinhos um altar cercado de flores rosas, que nem eu que me considero “mulherzinha” teria coragem de aceitar. É claro que eu entendo o lado da Martha, afinal, quem a culpa de estar tão empolgada com o casamento? Mas se tratando de seu gosto meio “duvidoso”, é difícil para Castle e Beckett deixarem em sua mão uma tarefa acreditando que ela não irá transformá-la em um completo carnaval. A solução para mantê-la ocupada logo surgiria, mas isso é papo pra daqui a pouco.

castle - that '70 show 01

Quando a vítima da semana foi encontrada, por um momento achei que estava assistindo a um caso em Bones. Mas o estado em que a vítima se encontrava tinha uma explicação: o corpo estava lá há mais de três décadas! Vinci Bianchi, um famoso gângster em seu tempo, desapareceu em 1978 misteriosamente e calhou da NYPD achá-lo, sim, achá-lo, porque reconhecê-lo logo de cara (ou de ossos) logicamente só poderia vir da mente brilhante de Mr. Castle. E eu não preciso dizer que o nosso escritor quase deu pulinhos de alegria com esse caso e com o rumo que ele tomou, né? Principalmente quando a investigação os levou até Harold Leone, uma espécie de conselheiro para Vinci.

E é na casa de Harold que a história começou a caminhar por uma estrada interessante: o amigo de Vinci não conseguiu superar a sua morte e vive, desde então, como se ainda estivesse em 1978. Então ele, a decoração da sua casa, a sua assistente, tudo parecia respirar os ares da época da discoteca. Castle e Beckett precisavam dele e do que tinha para contar, então por que não fingir que eles também estavam vivendo os anos 70? Harold simpatizou com Castle e, claro, que ele aproveitou da situação para aumentar o seu ego e fazer o que gosta: fingir que é realmente um policial. Até um “pelos poderes concedidos a mim” rolou. E eu estava amando ver o seu ego inchando enquanto Beckett bufava. hahaha, por favor.

Porém, a mentirinha contada pelo casal para Harold começou a tomar dimensões maiores, até que o departamento inteiro teria que entrar na dança. E é como dizem… quando o gato sai, os ratos fazem a festa. E, nesse caso, a gata da vez foi a nossa Sir.

castle - that '70 show 02

Mesmo sem Gates “em casa”, Beckett relutou quando Castle disse que a única chance que eles tinham para tirarem algo de Harold era transformar o departamento em um dos anos 70, para que ele não desconfiasse. Claro que, sem saída, Kate teve que atender – mais uma vez – às loucuras e ideias insanas de Castle, que estava pensando além do apenas “vamos tirar a informação dele”. Nessa hora, o túnel de rosas assombrava a cabeça dele e, para que Martha não ficasse totalmente triste e sentisse que Castle confia em seus gostos e decisões, ele destinou a ela o papel de transformar o local e as pessoas em algo condizente com a época. Tirando alguns exageros, o que eu poderia dizer? Ah, sim, AMEI.

Amei principalmente porque o episódio ali se transformou num poço de gargalhadas. Se eu já tinha morrido com Lanie vestida de vermelho ao lado de um corpo e “flertando” com Harold, ver Espo e Ryan interpretando dois policiais famosos dos anos 70, Snookie Watts e Ray Price, numa mistura de Starsky e Hutch com sei lá mais o quê me fez ir às nuvens. Aliás, acho que o bigode e o cabelo grande caíram bem no Ryan. Ou não.

Porém, assim como a tecnologia consome nossos dias, ela também resolveu atrapalhar a conversa entre Harold e os dois machões, digo, Ryan e Espo. A menos que em 1978 o iPhone já fosse tão comum, Harold não teria problema em desconfiar, mas o telefone o fez retroceder com seu depoimento. É claro que os detetives, junto com Beckett e Castle, dariam um jeito de resolver esse impasse, mesmo com a volta surpresa de Gates e a bronca que eles tomaram. “Captain Castle”? É, isso não ajudou muito. Mas quando Harold, em uma Disco com Ryan e Espo, tenta matar Frank Russo, a história começa a sair debaixo do tapete. A gente descobre, então, que Harold e Vinci se amavam, mas que para disfarçar e fazer a união de duas famílias, Vinci iria pedir em casamento uma mulher. No entanto, Vinci desiste, talvez por não querer perder Harold, talvez por não querer passar a vida em uma mentira, e não a pede em casamento, acabando, dessa forma, sendo morto por vingança.

castle - that '70 show 03

Com o caso finalizado, restava a Harold encarar a nova vida e, pela primeira vez, consciente de qual século estava, mas sem nunca tirar Vinci da memória – e do coração. E para comemorar, e quem sabe honrar o nome de Vinci, todos, incluindo Gates, foram dançar o ritmo que embalou a vida dos jovens, homens e mulheres, que saborearam os anos 70. Beckett, linda, charmosa, maravilhosa, com um vestido e penteado de matar, não só seduziu Castle ao dizer que ela tinha muitos talentos, mas também me fez repetir a cena e babar nela váaaarias vezes. Não preciso dizer que fugir um pouco das preocupações do casamento me agradou, assim como o hiato nem doeu tanto depois de ver uma produção como essa. Em tempos que uma season finale é esperada, com uma possível volta de um dos três vilões da série, é bom sentar, rir e acompanhar o desenrolar de uma história sem que as unhas sejam todas roídas e o coração batendo a 120 por minuto.

Já não era surpresa que That ’70 Show agradaria, até porque Castle tem uma produção muito boa, que sabe onde catucar quando quer um episódio fora do normal. Eu nem acredito que estamos a três episódios de nos despedir de mais um ano e acho que nenhum hiato do mundo vai conseguir me preparar para isso. Agora vai ser assim: vamos direto, sem pausas, para um final que promete abalar o nosso mundinho. Espero vocês aqui, na semana que vem. Até lá!

PS1: A cara de desejo do Espo ao ver Lanie vestida de vermelho no departamento e também os olhares trocados na discoteca foram as únicas manifestações Esplanie que conseguimos desde Under Fire. Assim não dá, gente.

PS2: A Gates dançando foi muito engraçado. A vibe dela tava ótima!

PS3: Na cena em que nossa detetive provoca Castle enquanto dança, só há uma coisa a dizer: Beckett, your Stana is showing!

PS4: O que foi a Beckett tentando atuar o que estava no script? hahaha aquele soco na mesa foi tudo.

PS4: A música citada é Dancing Queen, do ABBA.

Destaques na TV – quarta, 23/04

Data/Hora 23/04/2014, 04:01. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Confira o que tem na programação da TV.

Cheia de mistérios, intrigas e escândalos, a quarta temporada de Pretty Little Liars chega ao Glitz. O drama de Aria, Emily, Hanna e Spencer ganha suspense, reviravoltas e emoções, após o final chocante da terceira temporada. Nesta safra inédita, as amigas tentarão descobrir quem está por baixo do famoso casaco vermelho (Red Coat) e unirão forças para acabar com o A Team. Novos personagens invadem a trama, como o Detetive Holbrook (Sean Faris, The Vampire Diaries) e o Tenente Tanner (Roma Maffia, Nip/Tuck), que irão investigar a fundo o possível envolvimento das meninas na morte de Wilden. A atriz Rumer Willis (90210), filha de Bruce Willis e Demi Moore, faz uma participação especial na série.

Emily aproveita seu recém-adquirido status de solteira para desvendar um mistério do passado, enquanto Pascal tenta recuperar o tempo perdido com Victoria. O episódio de Revenge tem ainda uma participação especial de Morgan Fairchild (Friends) .

Em Believe, Tate volta a sua cidade natal em busca da verdade sobre seu passado, participação especial de John Finn (X-Files).

Confira os demais destaques.

GLITZ
Lying Games – 18h47 (ep 2×06)
Pretty Little Liars – 20h21 (ep 4×01) – Leia a review / 21h08 (ep 4×02) – Leia a review – ESTREIA 

MAX*e
Run – 22h – minissérie

GNT
Questão de Família – 22h30
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30 Reprise

MULTISHOW
Só Garotas – 21h30

NATIONAL GEOGRAPHIC
Vikings – 20h (ep 2×04)

COMEDY CENTRAL
The Goldbergs – 20h30 (ep 1×05)

SPACE
Justified – 21h10 (ep 5×11)

WARNER
Believe – 20h (ep 1×06)

SONY
Grey’s Anatomy – 21h (ep 10×15) – Leia a review
Revenge – 22h (ep 3×17)
Scandal – 23h (ep 3×06) – Leia a review

TBS
The Millers – 21h (ep 1×09)

AXN
Covert Affairs – 22h (ep 3×11) – Leia a review

RECORD
Milagres de Jesus – 21h45 – minissérie
Breaking Bad – 23h45 (ep 5×05)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30 – Não terá exibição hoje

SBT
Chaves – 19h20
Person of Interest – 3h

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

Orphan Black – Nature Under Constraint and Vexed

Data/Hora 22/04/2014, 17:22. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Confesso que eu demorei a vida pra ver Orphan Black, apesar de todo o burburinho nas redes sociais. Mas quando vi, por influência (e insistência) de uma amiga, foi BEM rapidinho. E foi bom não ter assistido na época que a primeira temporada foi ao ar. Depois do final da primeira temporada, COMO VOCÊS CONSEGUIRAM SOBREVIVER À TANTA ESPERA? Mas o importante é que O Clube das Clones está de volta. E em graaaaaaaaaaaaaande estilo.

Durante os meses desse interminável hiato, muitas questões mantiveram nossas mentes fervilhando. Ficamos nos perguntando se Rachel Duncan é uma vilã ou outra clone que acabaremos, inevitavelmente, amando. Também ficamos nos questionando se seria a Mrs. S a raptora de Kira. Isso sem falar das indagações sobre a ligação dela com a pesquisa que originou os clones – seria ela a cientista da foto apresentada pela mãe biológica de Helena e Sarah? E Sarah, teria um monitor? Cosima estaria fadada a seguir o triste destino de Katja? E, por fim, onde estaria Kira – e quem teria levado ela?

Muitas perguntas, várias teorias, muito tempo para teorizar. Mas respostas, mesmo, não tivemos nenhuma. Pelo contrário: os vários vídeos promocionais apenas nos fizeram surtar mais e mais, nos dando novas coisas para teorizar. E o episódio de retorno de Orphan Black seguiu essa mesma linha. Foram poucas as respostas que tivemos. Mas foi ótimo rever nossas clones queridas, rir e chorar com elas, e acrescentar novas perguntas à nossa já considerável lista. Então, vamos aos reencontros.

Orphan Black - Orphan Black - Nature Under Constraint and Vexed 2

Sarah passou o episódio inteiro sendo… Sarah. Exceto quando ela foi Cosima. Mas ainda assim ela foi Sarah, se é que vocês me entendem. Da correria do início do episódio, passando pela captura dela por Art e pela Deangelis e pelo embate épico com Rachel, e chegando à visitinha dela à Art, foram poucos os momentos nos quais não ficamos roendo as unhas, com os olhos arregalados em direção à tela. Não é à toa que ela é a clone favorita de muita gente por aí: ela é uma diva badass. Ponto.

Cosima, além de ajudar Sarah, também passou o episódio às voltas com aquele que deve ser o seu plot condutor da temporada: a tentativa de descobrir mais sobre sua genética (“minha genética, minha decisão” foi a cara de Cos, <3) e evitar, assim, sua morte prematura. E é claro que a outra metade do ship, Delphine, está ajudando ela. E achei que sua decisão de entregar o sangue de Cos à Leekie, embora controversa, foi correta. Afinal de contas, Cosima precisa de ajuda para se salvar, e ninguém melhor do que a Dyad, a agência “criadora”, para dar essa mão.

Alison está tentando reestruturar sua família. Mas nem por isso deixou de ajudar Sarah a conseguir uma arma. Me faz infeliz saber que ela acha que está livre de “sua monitora” Aynsley (e que ainda não consegue lidar direito com o fato de ter “matado” sua bff [e ainda “roubar seu papel no teatro]), enquanto que o verdadeiro monitor Donnye está por ali. ME DEPRIME. Sorte que, apesar de ter limpado a casa de armas, sua pistola de cola quente está por ali. E ela não hesitará em utilizá-la.

Rachel, que mal vimos na temporada passada, teve um tempo maior de tela. Ela é chique e poderosa, e sabe muito bem o que quer: Sarah ao seu lado (muito provavelmente por saber que ela é uma espécie de “líder” do trio de clones, e acabaria trazendo todas para a sua causa cooptando Sarah). E talvez ela não seja a vilã que todos acreditávamos (ainda assim, WELL DONE, SARAH! A surra que ela deu em Rachel foi merecida, pela empáfia da clone executiva).

Rachel, provavelmente, não quer o mal para suas “irmãs”. Os métodos da Dyad são errados, claro, mas acho que a questão toda de monitorar as clones visava preservar a vida delas. E, claro, avaliar as “melhorias” genéticas, visando mercantilizar a clonagem humana, muito provavelmente. Por isso acho que a Cos acabará se juntando à organização: ela não é tão ruim quanto aparenta, e acaba sendo quem melhor conhece a genética das clones. Aguardemos as cenas dos próximos episódios.

Orphan Black - Nature Under Constraint and Vexed 3

E já que falamos sobre vilões, eles são, sem sombra de dúvida, os fanáticos religiosos. Os caras “do peixe”, responsáveis pelo primeiro susto do episódio já na cena inicial do bar. E pela frustração do final do episódio. Afinal de contas, Helena ESTÁ VIVA (e segue sendo educada: excuse me, my sistrree shot me. COMO NÃO AMAR?), mas os caras do peixe sabem onde ela está. E muito provavelmente, além de Helena, eles também tem Kira nas mãos. PERIGO!

Preferia que a garotinha estivesse com Rachel, que aparentemente só quer reunir todas as clones (e tirar vantagem financeira disso), do que na mão dos bandidos fanáticos. Tá certo que não ficou claro que eles estão com Kira, mas aposto nisso. Espero que eles não façam com ela (aberração que é, na visão deles, em razão de ser filha de clone) o que fizeram com Heleninha.

E, claro, que a Sarah descubra onde a mais descabelada das clones está e evite sua (re)captura. Porque uma garota pode sonhar em ouvir as lines mais adoráveis da Helena pra Sarah novamente.

Dito tudo isso, é possível afirmar que Orphan Black voltou com tudo. Continua apostando na dubiedade do caráter de alguns personagens (Paul consegue me fazer odiá-lo e amá-lo como ninguém, e ainda não tenho certeza da lealdade dele à Sarah, especialmente com Rachel tão perto. Também tenho dúvidas quanto à confiar cegamente no Art), na interação de Fee com as clones (especialmente com Alison, com quem ele funciona divinamente bem), em um ship adorável (Cophine <3) e em bundinhas aparecendo, ocasionalmente (a do Felix já é personagem).

No próximo episódio, as coisas devem ficar ainda mais intensas, já que a maluca da Helena está de volta, e que devemos descobrir mais sobre a Mrs. S e sobre os fanáticos religiosos (e se eles tem, afinal de contas, alguma ligação). E ainda tem uma pá de novos personagens pra aparecer. JÁ É SÁBADO?

P.S.1: Sarah sendo Cosima foi impagável. O lance de não enxergar por causa do grau dos óculos, o beijo em Delphine, a tentativa de ser uma nerd sexy, tudo foi bem bacana. Mas por mais que eu diga pra mim mesma que era Sarah sendo Cosima, o lance do machucado na boca ter desaparecido e depois reaparecido (na cena em que ela procura o Art) de forma tão evidente me faz pensar que talvez não era Sarah ali. Apesar de todo o badass way of life.

Orphan Black - Nature Under Constraint and Vexed 4

P.S.2: que Alison é uma grande psycho ninguém duvida. Mas ela é uma psicopata amável demais. As cenas dela comprando a arma no estacionamento do supermercado, dançando e cantando no teatro e se defendendo do ataque dos capangas de Rachel foram DEMAIS! Só por elas a espera já teria valido à pena.

P.S.3: Nature Under Constraint and Vexed, o nome do episódio, é na verdade uma quote da obra de Francis Bacon, The Plan of The Work. Parece que todos os episódios da segunda temporada terão como título quotes do autor. Bem apropriado quotar o “criador” do empirismo, não? Talvez uma dica de que o que vale são as experiências sensoriais e socioambientais, e não tanto a genética, já que temos clones completamente iguais e … diferentes. Enfim, apenas uma teoria.

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA!

New Girl – Big News

Data/Hora 22/04/2014, 16:33. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Bem-vindos de volta à temporada mais longa da história da Fox. Não em números de episódios, mas em até que ponto uma história que já se esvaziou pode ser esticada sem estourar a paciência dos fãs. Isso e os sucessivos intervalos entre um inédito e outro, tornam o terceiro ano da série uma prova de resistência.

Contudo, para não sermos completamente rabugentos, precisamos admitir que New Girl ainda tem seus momentos, pequenos lampejos da comédia cativante e despretensiosa que foi um dia. Por isso, vamos tentar manter o bom humor e ver o lado bom deste trem desgovern… desta série tão querida.

O gancho do último episódio foi o término do namoro entre Nick e Jess e a proximidade forçada de ambos, que dividem o mesmo quarto de um superpopulado loft. Com a falta de espaço, é inevitável que haja constrangimento, especialmente na hora de trocar de roupa. Jess tem uma solução heroica para tal saia justa.

New Girl - T3E21- Big News - Closet - TSEstou trocando de roupa no armário, igual ao Super-Homem. Ainda podemos nos ver pelados?

Após confirmarem e disfarçarem muito mal que estão tranquilos apesar da separação, chega a hora de dar a grande notícia para os demais amigos e companheiros de apartamento. O plano logo vai por água abaixo porque, finalmente, o centro das atenções será a vida de Winston, que passou no teste para a Academia de Polícia.

Sendo assim, resolvem deixar o anúncio para outro momento e se voltam para suas fontes de conforto: Nick procura o Sr. Tran, aquele do parque, com quem conversa telepaticamente e tem incríveis revelações. O velhinho, com a serenidade de um sábio, não diz uma palavra sequer e consegue dar ao personagem de Jake Johnson a reflexão da qual ele precisa para resolver suas questões. Jess, por sua vez, liga para a mãe, que não ajuda muito, pois tem um ataque histérico prevendo que nunca terá netos.

A solução de Nick para demonstrar que está tudo em paz é, então,  concentrar-se na festa de comemoração de Winston. Ele pergunta ao amigo como gostaria de celebrar e, claro, o dono do gato Ferguson tem uma ideia mirabolante, chamada de “fritada de mel”.

Parênteses para um esclarecimento.

Nos Estados Unidos, a fritada (em inglês, roast) é uma modalidade de comédia já consagrada e por aqui começa a dar seus primeiros passos. Consiste em colocar um convidado, geralmente uma celebridade, em uma espécie de trono para que humoristas a ridicularizem da maneira mais constrangedora que conseguirem. O melhor é ver como o alvo da brincadeira reage aos comentários sobre suas fraquezas, escândalos, entre outros assuntos delicados. Ao final, o “fritado” toma a palavra, podendo se vingar devolvendo a piada sobre aqueles que não pouparam seu ego.

Voltando à ideia que só poderia ser de Winston, a fritada de mel teria o mesmo formato, porém em vez de coisas ruins os amigos falariam sobre o que torna Winston uma pessoa tão adorável.

Ao saber que Nick terminou com Jess, Coach o convence de que esconder seus verdadeiros sentimentos é o melhor para todos. Aliás, ligar para ex de dentro da banheira contando o quão infeliz você está longe dela (e) não vai ajudar em nada sua causa, viu? Fica a dica.

New Girl - T3E21- Big News - Coach - TS

Em resumo: Cece e Coach ficam sabendo da separação e Schmidt também. Jess e Nick tentam conversar justamente quando o comprimido para ansiedade dado por Coach começa a fazer efeito em Miller. Consequentemente, quando Jess pergunta (de novo!) como ele está se sentindo, é claro que responde que está tudo bem. Melhor que bem, se sente incrível.

Mesmo com toda comoção, todos repetem com certa ironia que a noite deveria ser de Winston. Aliás, brincar com a irrelevância do personagem não caiu bem para os fãs do futuro policial. É verdade, todos querem saber como o casal lidará com o fim coabitando o mesmo espaço. Sobre isso: Jess, chega de DR e se joga em Dirty Dancing para curar sua ressaca emocional. Funcionou antes, não funcionou?

Alheio ao drama, Winston capricha no visual para ser fritado com mel. Todos prontos para o que Nick tem a dizer sobre a fofura do amigo?

Winston é tão fofo que ursinhos de pelúcia o compram para seus filhos.

Com um Nick dopado que não consegue parar de sorrir admitindo para Jess a dificuldade de se terminar um relacionamento entre duas pessoas que moram juntas, e com o choro compulsivo da professora completamente bêbada, o episódio termina com a melhor cura que a Senhorita Day conhece: Patrick Swayze.

Embora tivesse seus momentos, Big News falhou grandemente em dar esperanças de que as coisas ainda têm jeito para a série.

Ah, e Schmidt está ajudando, sem interesse algum, Cece a terminar os estudos tirando muito sarro da cara dela, que agora está namorando aquele moço australiano criador da pior piada sobre cangurus de todos os tempos. Como a Rachel de Friends diria para o Joey, “sorte sua ser bonito”.

E você, fã guerreiro da série? O que tem achado de New Girl?

Nesta terça-feira (22) será reapresentado o episódio Menus, então até a próxima!

Person of Interest – Death Benefit

Data/Hora 22/04/2014, 11:10. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Foi somente um teste? Ou, pela primeira vez, a Máquina pedia o sacrifício de alguém? A morte de Roger McCourt era necessária? Ou o CPF indicado deveria dizer mais sobre Finch, Reese e Shaw do que sobre o próprio Senador? Ou, de uma forma que somente ela pode entender, Finch seria a vítima, como se provou no desenrolar da história, e era a ele que ela queria proteger?

De qualquer forma, pela primeira vez a equipe toda se arriscou por nada. O ponto a que se chegou foi o ponto de partida.  Se McCourt era protegido pela Decima Technologies, ao final, continuou a ser seu aliado e o caminho para a ativação do Samaritano está aberto. A caçada vai começar. E talvez o mundo venha abaixo, não entre escombros produzidos por um arsenal bélico. Mas pelo embate entre duas mentes brilhantes que serão contrapostas nos próximos lances da partida. De um lado Greer e o seu Samaritano. De outro Finch, sua equipe e a Máquina.

E, ainda que soe maniqueísta ao extremo, talvez o que se aproxime no horizonte seja o embate entre o bem e o mal enquanto princípios de ação, e o poder de decisão sobre uma única vida, seja o que definirá o futuro do mundo.

O mal, enquanto conceito, carrega diversas possibilidades. Uma morte premeditada, uma única vida. O holocausto, milhões de pessoas. A morte velada, que se insinua de manhã à noite no fazer diário da vida, nas carências e afetividades negadas. A morte explícita que atinge diariamente rostos abandonados que desejam apenas um copo de água ou uma fatia de pão. O mundo está repleto de situações que, na banalidade das definições, podemos citar como exemplo. Mas que, na concretude das situações vividas, rasgam a pele e, quiçá, a alma de quem as sentem.

E talvez o teste fosse esse. O que se está disposto a perder? O que se está disposto a arriscar? O que se está disposto a sentir e enxergar?  Princípios inalienáveis são as amarras de Finch. Se, para ele, a vida é essencial de per si, o antônimo do mal, nascido de sua concepção de mundo, chama-se esperança. Talvez seja isso que ele vê em cada pessoa que salvou, uma vida de cada vez, semana após semana, com os CPFs indicados pela Máquina. Talvez nem ele se dê conta disso. Talvez para ele tudo o que faz seja apenas obrigação nascida da responsabilidade de ter criado um sistema que lhe diz que vidas podem ser salvas e ele não queira mais um Nathan em sua vida.

Talvez…

Mas, talvez, Finch mesmo não saiba o que sua criação já entendeu, que, como diria o Talmude, “quem salva uma vida, salva o mundo inteiro”.

Ou, (quem sabe?) não seja esperança, seja ingenuidade e Reese e Shaw estivessem certos. Pois na ética de Greer não há lugar para complacência. E Finch pode ser o CPF da vez, pois Greer já percebeu que ele é o único adversário à sua altura. E os olhos do Samaritano irão persegui-lo até encontrá-lo.

Finch se foi. E a pergunta é: até quando? Pois, sob diversos aspectos,  a guerra pode ter se tornado um embate pessoal, mas as consequências não serão tão restritas assim.

E embora a letra de Medicine (música do episódio) seja um desejo, não será uma saída.

Destaques na TV – terça, 22/04

Data/Hora 22/04/2014, 05:00. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Confira o que tem na programação da TV.

Os colegas de trabalho e companheiros de casa Adam (Adam DeVine), Blake (Blake Anderson) e Anders (Anders Holm), estão de volta aos seus cubículos e prontos para criar mais confusão no escritório na terceira temporada de Workaholics, que estreia hoje no Comedy Central. Nesta temporada, o trio volta a todo o vapor para novas aventuras que incluem coisas como: ir viajar a trabalho sob efeito de alucinógenos; ser infiel a Karl (Kyle Newacheck), seu fornecedor de drogas; e tentar fazer a melhor festa de verão já feita. Participação de Kiersten Warren (Desperate Housewives).

A HBO estreia a segunda temporada da série de documentários Vice. Protagonizada por Shane Smith, um dos fundadores do inovador grupo multimídia Vice, a atração continuará contando histórias impressionantes sobre os lugares mais perigosos do planeta. As notícias abrangem temas como os veteranos de guerra norte-americanos que voltaram do Iraque e do Afeganistão e são recrutados pelo Ku Klux Klan; uma catástrofe do Ártico na Groenlândia com as temperaturas mais altas da história em 2013 – o que leva muitos cientistas a acreditarem que o mundo mergulhará em um caos em uma questão de décadas – entre outras histórias.

A série Strike Back chega ao Cinemax. Já exibida pelo MaxPrime, a atração chega ao canal básico do grupo HBO e tem 4 temporadas, com 35 episódios produzidos. Adaptada da obra de Chris Ryan, a série iniciou sua produção no formato minissérie apresentando a vida de John Porter (Richard Armitage), um soldado britânico que trabalha na seção 20 do MI6, enfrentando terroristas.

The Big Bang Theory volta com inédito e com a participação especial de Will Wheaton (Star Trek: The Next Generation).

Confira os demais destaques de hoje.

COMEDY CENTRAL
Workaholics – 20h (ep 3×01) ESTREIA

HBO
Vice – 21h30 (ep 2×01) ESTREIA

GNT
Motive – 22h30 (ep 1×03)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h35 – Reprise

DISCOVERY
Klondike – 23h10 (ep 1×05)

GLOBO
Tapas & Beijos – 22h20 – 4ª temporada
Pé na Cova – 23h05 – 3ª temporada

FOX
Sleepy Hollow – 22h40 (ep 1×12) – Leia a review

SONY
The Blacklist – 21h Reprise

RECORD
Grimm – 23h15 (ep 1×05)
Engana-me se Puder – 0h15 (ep 2×13)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22h Reprise
Law & Order: SVU – 23h Reprise

WARNER
The Big Bang Theory – 20h (ep 7×19)
Mom – 20h30 (ep 1×21)

AXN
NCIS – 22 h (ep 11×19)

CINEMAX
Strike Back – 20h (ep 1×01) ESTREIA
Revolution – 21h Reprise

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

Chicago Fire – Until Your Feet Leave the Ground e A Heavy Weight

Data/Hora 21/04/2014, 22:01. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Clima pesado define esses dois episódios. Não lembro de ter visto o batalhão numa torta de climão por tanto tempo como aconteceu em Until Your Feet Leave the Ground e A Heavy Weight. Jones foi a protagonista disso tudo e deixou muitos por aí se corroendo de remorso pelo acontecido – eu confesso que sou uma dessas pessoas.

Jones veio pra ser aquela que amamos odiar e, por fim, acabamos gostando muito mais que o previsto. Afinal, ela era um personagem cativante e que aos poucos se mostrava muito mais interessante do que poderíamos imaginar. Mas os roteiristas fizeram questão de, mais uma vez, sambar na nossa cara porque nós não temos coração e já tínhamos criado diversas teorias sobre como ela atrapalharia muita gente por ali. Em um episódio com clima morno, Jones roubou a cena com seu comportamento suspeito e descobrimos que o pior aconteceu: ela se suicidou.

Fomos pegos de surpresa porque, para nós, ela não passava de uma garota mimada com vontade de enfrentar o pai. Mas, na verdade, ela se mostrou até mais forte do que poderíamos imaginar. Mas, infelizmente, nós só conseguimos descobrir sua coragem e determinação através da morte. Seu fardo já estava muito pesado e ela resolveu dar um basta da pior maneira possível. O suicídio foi a única – e nesse caso, melhor – saída que a personagem encontrou para dar um basta em todos esses fantasmas que a acompanhavam.

O suicídio de Jones foi o pivô do desentendimento entre Herrmann e Mills e, também, pelo clima extremamente pesado que rondou o batalhão. A morte de Darden, no início da primeira temporada, não foi tão sentida por todos como a morte de Jones. As situações eram diferentes e, talvez por isso, a preocupação dos produtores tenham sido exatamente isso: mostrar o quão difícil é perder um amigo nessas circunstâncias. Chega a ser tão assustador que Chief Boden pede para que todos ali se apoiem para que isso não se repita e, de fato, é a coisa mais sensata a se fazer. Com isso, sentimos mais uma vez que o Batalhão 51 é uma verdadeira família.

Tão família que vemos sempre a preocupação que um tem pelo o outro. Dawson foi bombardeada pela famosa pergunta “você está bem?” depois que recebeu um bilhete deixado por Jones. Não é pra menos. Depois que vimos o quão chocante foi para Shay lidar com um suicídio, a preocupação do batalhão não seria menos. O que pensamos ser um bilhete suicida era, na verdade, uma frase motivadora que pode deixar Dawson ainda com mais vontade de ser bombeira, apesar de todas as circunstâncias que a rodeia. Seu envolvimento com Casey a impede de tomar o lugar de Jones no batalhão e a paramédica logo terá de escolher entre Casey e sua carreira.

Outro fato importante que mostra o batalhão sendo super família é quando eles se unem para fazer o bem a um desconhecido ou a uma pessoa aleatória nessa vida. O felizardo da vez foi Bloom, que conseguiu tirar das costas o peso do remorso graças à Severide e sua equipe.

Os resgates trouxeram emoção, mas foram ofuscados pelos dramas apresentados. Afinal, quem lembrará de um resgate quando se tem a notícia de que Clarke é, agora, um tenente e o Chief Boden será papai? Quando se trata de surpresas e dramas, os resgates viram detalhes em Chicago Fire.

 

Final da terceira temporada de Scandal (audiência na TV americana 13 a 18 de abril)

Data/Hora 21/04/2014, 20:20. Autor
Categorias Audiência

thumb image

Na semana examinada tivemos o encerramento de algumas séries e a volta de Celebrity Wife Swaps. E, como já disse alguém no país do Tio Sam, “eu começo a me lembrar que a Summer Season está chegando!”.

Estreia:

A terceira temporada de Celebrity Wife Swaps estreou na última terça-feira. Com 1 ponto na demo 18-49 anos e 3,22 milhões de telespectadores totais, o reality show da ABC amargou uma queda de 53% na audiência junto ao público qualificado e 55% em relação ao público total, se comparada à estréia da temporada passada.  A ABC não tem sido feliz com os programas escalados para o horário das 22:00 horas das terças-feiras. Lucky 7 e Mind Games já foram cancelados e o destino de Killer Women não deverá ser diferente. O que é certo é que a ABC está com dificuldades para encontrar um programa que consiga competir com Person of Interest e Chicago Fire, exibidos pela CBS e NBC, respectivamente, neste mesmo horário.

Season Finales

Scandal

Foi ao ar nesta última quinta-feira a season finale de Scandal. Em sua terceira temporada, o drama da aclamada Shonda Rhimes, conseguiu a façanha de aumentar a audiência junto ao público de forma geral, em relação às temporadas passadas. Com uma marca de 3.4 pontos junto ao público alvo e 10,5 milhões de telespectadores totais, em seu último episódio Olivia Pope e companhia mantiveram uma média de audiência de 3 pontos de audiência na demo 18-49 anos e 9,12 milhões de telespectadores totais. Esses números são 20% maiores que os alcançados pela série em sua segunda temporada e 44% maior junto ao público alvo em relação à primeira temporada.

Parenthood

A quinta temporada de Parenthood terminou com uma média de audiência de 1.27 pontos na demo 18-49 anos e 3,98 milhões de telespectadores totais. Em relação à temporada passada, significa uma queda de 30% em relação ao público alvo e 18% junto aos telespectadores totais. Mas a série não ficou tão aquém da média obtida pela rede. A NBC, até o momento, mantém uma média de 1.5 pontos junto ao público alvo, o que torna a renovação/cancelamento de Parenthood uma incógnita.

Community

Community também encerrou sua terceira temporada na semana que passou. Com uma média de audiência de 1.08 junto ao público alvo e 3 milhões de telespectadores totais, a comédia da NBC não apresentou grande perda de público em relação à temporada passada. Fato é que a dobradinha Community/Parks and Recreation divide o mesmo horário de exibição com The Big Bang Theory e os realities shows da FOX, adversários poderosos. A NBC já renovou Parks and Recreation, resta saber o destino de Community.

Mom

A CBS já renovou a comédia estrelada por Anna Faris. Com uma audiência de 1.9 pontos na demo 18-49 anos e 6,86 milhões de telespectadores totais em sua season finale, Mom terminou sua primeira temporada com uma média de audiência de 2.1 pontos junto ao público alvo e 7,57 milhões de telespectadores totais.

Melhores desempenhos junto à audiência, na semana de 13 a 18 de abril.

Como não aparecem na tabela, registramos o desempenho da segunda noite de exibição tanto do American Idol quanto do The Voice.

O reality da FOX registrou 1.9 pontos na demo 18-49 anos e 7,97 milhões de telespectadores totais, na noite de quinta-feira. Já o The Voice, da NBC, ficou com 3 pontos junto ao público alvo e 11,81 milhões junto ao público total na terça-feira.

Audiência na demo 18-49 anos

week 30 demoAs séries abaixo obtiveram uma média de audiência próxima à nota de corte da tabela: 2 pontos, na demo 18-49 anos:

  • 1.9 pontos: Mom (final, American Idol.
  • 1.8 pontos: Person of Interest, The Amazing Race, Friends With Betters Lives, About a Boy, 20/20
  • 1.7 pontos: The Simpsons, Chicago Fire, Hell´s Kitchen

 Audiência em milhões de telespectadores

week 30 total

Audiência das séries da rede CW

week 30 cw

Desempenho das redes junto à audiência (média semanal)

week 30 grafico

As redes de televisão praticamente empataram na média de audiência junto ao público qualificado e a CW, com a volta dos episódios inéditos de suas séries, quase que dobrou a audiência em relação à semana anterior.

Obs.:

1) Os dados do gráfico expressam valores aproximados.

2) Os dados da sextas-feiras, utilizados nesta coluna, são relativos aos números preliminares de audiência (L+SD).

Fonte dos dados: tvbythenumbers e tvseriesfinale.

Game of Thrones – Breaker of Chains

Data/Hora 21/04/2014, 19:08. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Atrás das lágrimas de uma mãe ao ver seu filho morrer em seus braços, se esconde a ira em busca de vingança. Sob e sobre a muralha, selvagens se organizam para destruir o Castelo Negro, e em Meereen a Filha da Tormenta traz esperança a mais uma cidade de escravos. Breaker of Chains dissipou o foco, antes totalmente em Porto Real, mas se fez necessário já que o futuro de Tyrion se decidirá ao mesmo tempo que os conflitos na Muralha e além do Mar Estreito ocorrerão.

Em certa ocasião ouvimos a frase “Quando você joga o jogo dos tronos, ou você vence ou morre”. Se esse realmente é o segredo para sentar-se definitivamente no Trono de Ferro eu não sei, mas lhes digo uma coisa: ninguém nos sete reinos está jogando tão bem como Mindinho. Depois de trair Ned Stark, mantendo-se sob as sombras, conseguiu agora raptar a herdeira de direito do Norte e partir para longe dos olhos de Tywin ou qualquer outro que pretendesse usar a filha de Ned Stark para reclamar suas terras. Traiçoeiro, ele certamente ainda vai incomodar muito em Westeros.

Os Lannisters

E é em frente ao corpo de seu filho que o Lannister – que pensávamos ser agora do lado bom da força – fez uma das coisas mais sem sentido desde que a HBO decidiu não por alguém com barba azul para interpretar Daario Naharis. Ele praticamente obrigou sua irmã a fazer sexo em frente ao corpo de seu filho. É uma pena que tenha acontecido esse regresso com o personagem do Jaime, ele parecia estar a cada dia se redimindo mais depois de perder a mão. Se ele ajudar o irmão a sair do julgamento vivo, já é motivo para se comemorar algo vindo dele.

Enquanto alguns envergonham o nome que possuem, outros mostram porque são tão respeitados. Tywin Lannister foi implacável no episódio. Ele não chora a morte do neto, mas vai atrás daquele que considera culpado. Ele não lamenta a perda do rei, mas coloca as mãos sobre o inocente Tommen, e desde já tenta ser o exemplo a ser seguido para que o pequeno seja uma marionete mais fácil de manipular do que Joffrey foi. A verdade é que sem ele Porto Real já teria caído em desgraça ainda com Joffrey em vida.

Uns envergonham, outros se preocupam em manter o nome. E enquanto isso o pobre Tyrion é o único que acaba pagando os pecados. Sozinho à espera de seu julgamento, ele que já perdeu Shae agora perde seu escudeiro Podrick. Para quem estava meio distraído enquanto os dois conversavam, o “Isto é um adeus” mostrou a importância do diálogo. Mesmo enjaulado, e quase sem esperanças, Tyrion não esquece de quem lhe foi leal todo esse tempo. E é isso que faz Tyrion o verdadeiro filho de ouro de Tywin, e é por isso que todo mundo ama o anão.

Game of Thrones - Breaker of Chains

A CGI fala por si só, Meereen é linda. E como eu queria ver uns dragões voando por cima da pirâmide viu, HBO? Menos mal que Daenerys não decepcionou. Trouxe o que faltava ao episódio com a ação do duelo de Daario e principalmente um discurso tão marcante quanto o “Dracarys” eternizado na terceira temporada. Eu que não sou o maior fã da empreitada da libertadora de escravos me rendi às correntes quebradas lançadas à cidade tanto quanto os escravos vão se render à sua futura rainha.

E por fim, temos no limite da Muralha o Castelo Negro. A Patrulha da Noite encurralada pelos selvagens sabe que uma guerra está vindo, e sabe que sua derrota será certa se não surpreender o inimigo. A demora de Mance em atacar é a única chance de Jon Snow e seus irmãos conseguirem sobreviver a este conflito inevitável. Lhes resta tomar a decisão ou não de sair do Castelo Negro ou esperar pela morte vinda do Norte.

Um episódio de transição como esse é sempre necessário, porém o tempo de tela para Sam e seu romance com Gilly incomodou um pouco, assim como o trabalho honesto fajuto do Cão junto com a Aria. Tempo esse que poderia explicar onde está Mance e seu exército, e quando ele pretende atacar o Castelo Negro. No fim nos resta esperar, porque os conflitos iniciados neste episódio parecem pretender dar o tom para o resto da temporada.

HBO renova as comédias ‘Veep’ e ‘Silicon Valley’

Data/Hora 21/04/2014, 18:23. Autor
Categorias Notícias

thumb image

A HBO anunciou nesta segunda-feira a renovação antecipada das séries Veep e Silicon Valley para novas temporadas.

Silicon Valley, que mostra os bastidores das empresas de tecnologia do Vale do Silício, estreou no último dia 6 de abril nos Estados Unidos (e dia 7 no Brasil). Apesar de ter apenas três episódios exibidos, a série assinada por Mike Judge (O Rei do Pedaço) agradou os executivos do canal, em especial com seu desempenho na estreia – foram 2 milhões de telespectadores, o melhor desempenho pra uma série do gênero na HBO desde a premiere de Hung, em 2009, que teve 2,8 milhões.

PREVIEW | As primeiras impressões de Silicon Valley

Veep, a comédia em que Julia Louis-Dreyfus interpreta a vice-presidente dos Estados Unidos, terá uma quarta temporada. A estreia do terceiro ano da série, também no último dia 6 de abril, teve 1 milhão de telespectadores – igualando a audiência do último episódio exibido no ano passado. Além de manter bons índices, o seriado é um dos favoritos da crítica – no ano passado garantiu o Emmy de Melhor Atriz em Comédia pra Julia e do Melhor Ator Coadjuvante em Comédia para Tony Hale.

Com informações do The Hollywood Reporter.

Destaques na TV – segunda, 21/04

Data/Hora 21/04/2014, 04:30. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Começo de semana com muitas reprises entre inéditos e uma estreia.

Uma das surpresas do Globo de Ouro 2014, a série Brooklyn Nine-Nine chega ao Brasil pelo canal TBS. Protagonizada por Andy Samberg (Saturday Night Live), ela acompanha a rotina de um grupo de detetives do 99º distrito do Brooklyn, que tem de mudar de postura com a chegada de um novo capitão. O elenco se completa com nomes como Stephanie Beatriz, Terry Crews (Everybody Hates Chris), Melissa Fumero (Gossip Girl), Chelsea Peretti, Andre Braugher (Last Resort, Men of a Certain Age) e Joe Lo Truglio, entre outros.

No episódio inédito de Grimm, um aliado inesperado – que todos sabem que é a mãe do Nick (Mary Elizabeth Mastrantonio, de Hostages) – chega para se certificar de que Adalind (Claire Coffee) e o bebê saíram da Europa com segurança.

O The Tonight Show com Jimmy Fallon é reprise – do primeiro programa, com Will Smith e U2.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

TBS
Tratamento de Choque – 20h10
Brooklyn Nine-Nine – 21 h (ep 1×01) ESTREIA Leia a preview

HBO
Mad Men – 21h (ep 7×02)
Veep – 22h (ep 3×03)
Silicon Valley – 22h30 (ep 1×03)

GNT
As Canalhas – 22h30 – 2ª temporada
Surtadas na Yoga – 23h – 2ª temporada
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30 – Reprise

FX
Spartacus: A Guerra dos Condenados – 23h15

BBC HD
Luther – 21h (ep 3×03)
Ripper Street – 22h (ep 1×03)

WARNER
Surviving Jack – 20h (ep 1×03)
Two And Half Man – 20h30 (ep 11×18)
Supernatural – 22h30 (ep 9×12)

MAX PRIME
Hell on Wheels: Inferno sobre Rodas – 21h (ep 3×03)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
The Vampire Diaries – 21h Reprise
The Originals – 21h45 Reprise

AXN
Criminal Minds – 22h Reprise
Hannibal – 23h Reprise

SONY
CSI – 21h – Reprise
Grey’s Anatomy – 22h – Reprise
The Voice – 23h

TCM
Elas – 21h

UNIVERSAL
Beauty and the Beast – 22h Reprise
Grimm – 23h (ep 3×17) – Leia a review

BAND
How I Met Your Mother – Como conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20
Pretty Little Liars : As Malvadas – 2h45 (na madrugada de 2a. para 3a. feira)

RECORD
Era Uma Vez – 22h15 (ep 2×22) SEASON FINALE
Heróis Contra o Fogo – 23h15 (ep 1×05)

VIVA
Malhação – 13h
A Próxima Vítima – 14h30
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Encontro vocês amanhã !

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »