Castle – Veritas

Data/Hora 06/05/2014, 19:39. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Especial, simbólico, emocionante. Surpreendente, mágico, assustador. Completo, romântico, elétrico. A verdade é que eu poderia usar todos os adjetivos do mundo para qualificar o episódio dessa segunda e nenhum deles conseguiria expressar, fielmente, as sensações passadas por ele. Fiquei meia hora aqui pensando em como começar essa review e a única conclusão que cheguei foi a de que não há palavra desse nosso português, não há texto, tampouco review, que sejam suficientes para exprimir o que foi Veritas. Eu tenho mais 900 palavras pela frente e, com certeza, falharei nessa missão.

Vincit Omnia Veritas

Ir além das nossas expectativas: quando Castle NÃO fez isso? É claro que eu esperava bastante desse episódio, mas não esperava tudo o que vi. A sensação que eu tive assim que os 42 minutos terminaram foi a de que eu estava assistindo a uma season finale, ou até uma series finale. Se a série terminasse ali, naquele abraço de Castle e Beckett, ela faria todo o sentido, a história terminaria completíssima e o arco mais importante da série seria resolvido. Veritas foi simbólico do início ao fim, com todos os seus segundos carregados de uma emoção inexplicável, proveniente de uma das histórias de luta e força mais bonitas que já vi na televisão. O caráter de Beckett, e tudo o que ela é hoje, foi construído pela vontade de fazer justiça e colocar atrás das grades o assassino de sua mãe. Como eu disse, a série poderia terminar ali, mas não terminou. O ciclo da caçada pela justiça de Beckett se fechou e, talvez, somente agora outros ciclos conseguirão ser abertos na vida da detetive.

Castle - veritas 01

Quando o episódio se inicia, com uma série de flashbacks, a gente já sabia do que ele se tratava e que iríamos avançar ainda mais no caso de Johanna. Beckett estava atrás de Jason Marks, a última pessoa ainda viva que poderia ajudá-la a conectar Vulcan Simmons ao senador Bracken. Infelizmente, Marks aparece morto, o que me fez suspirar, afinal, Beckett estava agora sem rumo, sem pistas. E, pra piorar, sua dívida com o senador havia sido quitada em In the Belly of the Beast, onde ele “a salva” das garras de um capanga de Vulcan. Agora, Bracken estava livre para matar Beckett, assim como fez com Johanna.

Porém, a repulsa, o nojo e a raiva de ver o assassino de sua mãe solto e se candidatando à presidência dos EUA era maior que a falta de pistas e com certeza bem maior que o beco sem saída no qual se encontrava. Quando Espo e Ryan avisam que não havia formas de provar e conectar Vulcan à morte de Marks, Beckett opta por fazer o que sabe de melhor: não ficar esperando em casa até a resposta cair do céu. É claro que a maioria dos detetives das séries de TV tentam repassar a ideia de força, da ausência do medo, mas com Beckett a questão é diferente. O medo está ali, a fraqueza também, mas ela deixa tudo isso de lado quando se trata de justiça, mais ainda quando se trata da morte de sua mãe – e isso sim é a maior amostra de coragem.

Então, exatamente por ser corajosa – assim como Johanna era, e Beckett sabe disso -, ela vai até a garagem onde o carro que Vulcan dirigia na noite da morte de Marks estava. O que ela não esperava, nem eu, era que ele aparecesse lá. Eu tremi na base. Aquele homem me assusta, desde a primeira vez que ele apareceu, e o último encontro deles não havia sido nada amigável. Não sei porque ela ainda perguntou para quem ele trabalhava, se sabia que ele nunca diria nada. Mas ela não desiste, e diz que só sairá de lá com respostas. E até onde iria Beckett para conseguir as respostas que queria? Torturar e matar alguém? As perguntas me invadiam conforme o corpo torturado, morto, baleado de Vulcan era exibido na tela.

Sombras do passado

Não, eu não acho que Beckett cruzaria a linha que há entre justiça e tortura para conseguir o que quer. Mas a história ficou muito confusa, principalmente quando Lanie, ao telefone, avisa que o resultado da balística apontava que a arma do crime era a arma de Beckett. Nada restava a ela senão fugir, ou Bracken ficaria livre para sempre. Nesse momento, enquanto Beckett sumia misteriosamente do departamento, Castle ficava sabendo, através de Espo e Ryan, da primeira sombra do passado que retornava: Smith estava vivo.

E as cenas seguintes foram demais pro meu coração de fã. Castle escolhe os balanços para encontrar Beckett. Sim, aqueles mesmos balanços que podem, por si só, contar a trajetória dos dois. Foi nos balanços que Beckett disse a Castle que havia uma parede e que ela, um dia, cairia. Foi nos balanços que ela, em Always, sob uma chuva torrencial, tentava afastar a frustração de não concluir o caso da sua mãe, ao mesmo tempo que criava coragem para bater na porta de Castle e dizer que tudo o que ela queria era ele. Foi ali, também, que Castle a pediu em casamento, e teve um sim como resposta. E agora, era ali nos balanços que Castle e Beckett tentavam descobrir como chegar em Smith.

Achá-lo não foi difícil, porque parece que Smith sempre sabe quando estão o procurando. Quando se encontram com ele, a gente descobre algo revelador: há uma fita que incrimina Bracken por várias fraudes e também pela morte de Johanna, que ele diz ser gravada por um ex-associado, mas que a gente vê depois que foi gravada por Montgomery. O jogo tinha virado. Beckett ao mesmo tempo que corria atrás dessa fita, fugia de Bracken. Mas ele a acharia.

castle - veritas 02

O encontro dos dois foi algo épico. Bracken a acha no hotel e, covarde como é, a deixa sozinha com seus capangas para que eles façam o trabalho sujo. Nessa cena, a atuação da Stana foi o ‘que’ a mais, o fator principal. Ela fingiu estar dopada tão bem, mas tão bem, que eu só percebi que ela não estava quando surrou a cara de um dos bandidos. Fiquei tão tensa na hora que ela levou uma jarrada (?) na cabeça, que nem percebi o erro de continuação que as cenas seguintes tiveram. Mas isso não importa.

Castle a salva, como sempre, e eu me perguntei o que seria dela se o prefeito não tivesse obrigado a Montgomery a aceitá-lo no departamento. Aliás, se Beckett teve forças para seguir com o caso de sua mãe, que todos saibam, então, que Castle é o grande responsável por isso, estando ali sempre pra ela, como esteve quando a levou de volta para seu apartamento para investigar as coisas pessoais de Johanna que a detetive guardava. E na caixa com os pertences, eles descobrem que Johanna tinha “subliminado” uma mensagem, que dizia que ela sabia onde estava a fita. E quem imaginava que a resposta para tudo estava tão perto assim? Beckett ligou os fatos a tempo e achou, na família de elefantinhos que sua mãe tinha, a fita que, finalmente, incriminava Bracken e libertava Johanna para que ela ficasse em paz para sempre.

castle - veritas 03

O final foi simplesmente maravilhoso. Ver Beckett destruindo Bracken em rede nacional e o prendendo era o que eu esperava desde a primeira temporada. A descida das escadarias representou, para mim, a descida de alguém que subiu ao poder pisando nos outros. O orgulho não estava somente em mim, mas também nos olhos brilhantes de Castle, que a observava sabendo a importância que teve para que esse dia chegasse. Já perdi as contas de quantos abraços esses dois já deram, mas com certeza nenhum deles foi igual a esse último – nem nunca será. E eu ficava me perguntando como aquele tanto de história acumulada nesses 5 anos conseguia ser comprimida naquele pequeno espaço entre o abraço dos dois; amor, ódio, tristezas, cicatrizes, tudo era enlaçado pelos seus braços de uma maneira carinhosa e especial. Foi como se o mundo em volta tivesse parado para assistir ao encontro de duas pessoas que nasceram para ficar juntas e que agora, mais do que nunca, sabem disso.

Veritas foi muito mais que um episódio de conclusão de um caso. Pelo contrário: ele fechou um ciclo de dor e de luta que durou anos e anos e que nós, fielmente, acompanhamos cada passo, cada obstáculo, cada tapa que Beckett levou para conseguir fazer justiça ao nome de sua mãe. É claro que Beckett, mesmo envolvida nessa história, foi mudando, e mudando, e mudando sempre ao longo do tempo. Mas a sensação que fica é que só agora ela está realmente livre para seguir sua vida, talvez não em total paz, mas sem aquele sentimento de não conseguir cumprir o que tinha prometido quando sua mãe morreu.

Na minha mente, Castle ainda tem história pra mais mil temporadas. 3xk voltou nessa sexta temporada e depois desapareceu, o que me leva a crer que nos esbarraremos com ele num futuro não muito distante. Já vi as promos do episódio da semana que vem e já vou avisando: peguem lenços, bombas de oxigênio e tudo que ajudem vocês a conseguir sobreviver, porque não será fácil. A sétima ainda não foi confirmada, mas não vejo como não ser. É um show estilo procedural, mas que ultrapassa a qualidade de um procedural comum. Eu sei disso, você sabe disso, os escritores e atores sabem disso e a ABC também. Então aproveitem a season finale e voltem aqui para surtar comigo hahaha até lá 😉

PS1: O que aconteceu da metade pra baixo do cabelo do Esposito? Tirou pra lavar?

PS2: Eles poderiam ter trabalhado melhor a continuação da cena em que Beckett é agredida na cabeça. Sangrou, passou mal e depois nem doendo tava mais? Estranho.

PS3: Os ângulos das câmeras estavam melhores que nunca. A cena no parque foi filmada de vários lugares e eu agradeço muito por isso.

PS4: Eu disse que esse episódio foi o melhor de todos, e acho que foi mesmo. Meu top 1 agora fica entre Knockdown (3×13) e Veritas.

PS5: Só eu senti que aquela cafungada no cangote do Castle foi meio que… real? hahaha as Stanathans piram!

PS6: Pra finalizar, Castle está certíssimo: Johanna sentiria orgulho da filha que tem.

Damon Wayans Jr. é promovido ao elenco regular de ‘New Girl’

Data/Hora 06/05/2014, 19:30. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Um novo capítulo para a novela de Damon Wayans Jr. em New Girl.

Wayans Jr., que saiu de New Girl após o piloto em razão de ser uma das estrelas de Happy Endings, voltou para a comédia da Fox após o cancelamento da série da ABC. Seu retorno seria para participar de 4 episódios da 3ª temporada. Contudo, como a volta do personagem agradou ao público, Damon acabou sendo considerado um convidado especial do show e aparecendo em boa parte da temporada.

E agora a Fox anunciou que o ator foi novamente “promovido”. Na 4ª temporada da série, o Coach será regular.

O último episódio da 3ª temporada da comédia vai ao ar hoje (6) à noite, nos Estados Unidos.

Com informações do TVLine.

 

Grey’s Anatomy – We Are Never Ever Getting Back Together

Data/Hora 06/05/2014, 18:00. Autor
Categorias Reviews

thumb image

O que falar desse episódio? Que ele foi perfeito? Que eu fiquei surtando com todo o plot da Yang? Que eu sorri feito boba com as conversas telefônicas entre Mer e Yang? Que ele foi muito, muito triste? Sinceramente, eu não sei.

Yang disse que havia superado a perda do Harper Avery, e falou para os seus colegas – claramente furiosos e ensandecidos com o “boicote” pela parceira com a Avery Foundation – fazerem o mesmo. Mas Meredith – e nós também – sabia que Cristina ainda não havia superado o ocorrido. E foi apenas ao dar alta para a família dos 3 filhos com doenças cardíacas que Yang se deu conta de que ela também precisava se afastar para curar as feridas. Para seguir adiante.

E em foi em Zurich que ela reencontrou o seu passado. Talvez, a porção mais dolorosa dele: o abandono. E foi em Zurich que presenciamos o retorno triunfal de Preston Burke.

E tudo foi muito bem trabalhado. Nenhum diálogo de Yang e Burke foi em vão. Nenhuma expressão facial dos atores foi em vão. Todas as cenas passaram a tensão de dois amantes que se separaram de forma dolorosa. Passaram, também, a ponta de orgulho que um sente pelo outro, por tudo que o outro construiu. Mostraram a química ainda existente. Deram um rumo novo para a saída de Yang. E foi impossível não torcer para que ela aceitasse aquilo, mesmo que com os corações estraçalhados. Cristina Yang merece o que Burke ofereceu pra ela.

Foi interessante observar que mais uma vez Shonda fugiu do óbvio. Todos nós achamos que Yang ia ficar furiosa com o lance de não poder ganhar um Harper Avery e que isso motivaria sua partida. Mas não. Pelo menos não diretamente. Foi a proposta do Burke, aliada com a vontade de Yang de ser mais e melhor e de dar continuidade na sua pesquisa que foram os fatores determinantes. Ela não estava, pelo menos explicitamente, pensando em partir antes disso. Well done, Shonda.

Grey's Anatomy - We Are Never Ever Getting Back Together 2

Foi bacana também de vermos que não, Cristina não vai ficar com Burke. Ela sempre quis ser ele, conforme suas próprias palavras. E ela conseguiu, no final das contas. Enquanto que o Burke também conseguiu o que ele queria: uma família. Gostei de ver Burke admitindo que ele e Yang não podem trabalhar juntos, porque acabariam juntos. Ele tem a consciência que o Owen não tem: por mais inevitável que possa ser o amor dos dois, ele não basta, e é potencialmente destrutivo.

Cristina irá, dessa forma, para Zurich. Irá comandar um hospital cardiológico com 49 impressoras 3D e um fundo ilimitado. Yang será Yang, em sua plenitude. E Meredith soube disso apenas olhando para sua person. QUE DOR!

Poucas frases doeram tanto em mim quanto esse “you’re leaving”. Nós já sabemos o quão ligadas Meredith e Cristina são. Já sabemos o quão bem elas conhecem uma a outra. E esse episódio reforçou esse nosso conhecimento com as conversas “de caixa postal” entre as duas e com as observações pontuais de Burke (“mande um olá para Meredith”, “Meredith guarda rancor”). Meredith sabe. E ela está devastada com isso. E não estamos todos nós?

Em Seattle, o Chief continua furioso. E fez do Avery seu bode expiatório. Compreensíveis as atitudes dele, e bem oportunista a April, de usar a situação pra melhorar sua relação com o marido. Mas, no final das contas, a metáfora foi perfeita: o casamento do hospital com a fundação, embora precipitado e cheio de consequências ruins, vai ser preservado. Afinal de contas, sempre há uma forma de melhorar as coisas.

JAMES PICKENS JR., JERRIKA HINTON, SARA RAMIREZ, ELLEN POMPEO, CATERINA SCORSONE, PATRICK DEMPSEY

O que mais me agradou no SGMH foi a cirurgia conjunta de Amelia e Derek. Agora sim Amelia foi bem aproveitada. Foi legal ver a Amelia que aprendemos a amar ali: sendo divertida, fofa, se impondo e salvando o dia. E mais bacana ainda foi ver Derek sendo um irmão “babão mas consciente” e indicando Amy pra trabalhar com Callie. Parece que uma nova neurocirurgiã andará pelos corredores do hospital na próxima temporada. YAY!

E por falar em Callie, quão fofas foram ela e Arizona nesse episódio? Demais! Chegou a dar dó de April, já que o filho fictício das duas alegra bem mais do que o seu, bem real.

Finalizando, preciso comentar sobre os residentes. A cena final, do bar, foi bacaninha. E eu só não entendi muito bem o porquê de Jo ter ligado para o Alex (foi só pra ele ter função no episódio?): ela tava ferrada mesmo, mas não por incompetência. O que pesou ali foi o excesso de trabalho. De qualquer forma, é bom saber que alguém será demitido. Eles tentam, mas não conseguem cair nas nossas graças.

Só mais dois episódios. É o que ainda temos de Cristina Yang. Mas, especialmente, só mais dois episódios nos restam de uma das mais bonitas e duradouras amizades da televisão. Espero que eles sejam épicos. Assim como We Are Never Ever Getting Back Together foi.

P.S.: o que vai motivar o Alex a voltar para o Hospital? Não faço ideia! E por quanto tempo Miranda continuará impune? Mesmo que tenha dado certo a jogada dela, foi MUITO errada.

Atores de ‘NCIS’ renovam contratos para novas temporadas

Data/Hora 06/05/2014, 17:38. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Boas notícias para os fãs de NCIS! O elenco regular da série renovou seus contratos para novas temporadas. Pauley Perrette (Abby), David McCallum (Ducky), Sean Murray (Timothy) e Rocky Carroll (Leon) renovaram seus contratos por mais dois anos, ou seja, até uma possível 13ª temporada.

Segundo o TV Line, Michael Weatherly (Tony) também deve renovar seu contrato em breve. Mark Harmon (Gibbs), Brian Dietzen (Jimmy) e Emily Wickersham (Ellie) têm contratos assinados até a 12ª temporada.

O penúltimo episódio da 11ª temporada vai ao ar hoje nos Estados Unidos.

Com informações do TV Line.

CBS divulga primeiro trailer de ‘Extant’

Data/Hora 06/05/2014, 15:32. Autor
Categorias Notícias

thumb image

O primeiro trailer de Extant, novo drama sci-fi de Steven Spielberg para a CBS, traz uma prévia do que está por vir na jornada da astronauta Molly Woods (Halle Berry).

No vídeo acima, é possível notar que Woods encontrará algo estranho durante sua missão fora da Terra. Depois disso, com a sua volta, ela descobre que está grávida. Apesar de as coisas parecerem normais, a astronauta tem que lidar com as situações esquisitas que envolvem a si mesma, seu bebê e o resto de sua família.

A série é a nova produção da Amblin Television, produtora de Steven Spielberg, que também será produtor executivo ao lado de Greg Walker (Vegas), Brooklyn Weaver (Número 23), Justin Falvey (Lucky 7), Darryl Frank (Terra Nova) e Mickey Fisher (Summer Nuts), também responsável pelos roteiros.

O seriado estreia no dia 9 de julho pela CBS.

Com informações do EW.

‘Sleepy Hollow’ adiciona Timothy Busfield ao elenco recorrente

Data/Hora 06/05/2014, 14:57. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Sleepy Hollow está trazendo o “primeiro americano” para a tela. Tudo porque Ichabod Crane vai reunir-se com Benjamin Franklin na 2ª temporada do seriado da Fox. E o importante personagem será interpretado por Timothy Busfield, de West Wing.

Os fãs vão descobrir que Crane (Tom Mison) teve uma relação com Franklin antes de ele acordar nos tempos modernos. “Na última temporada criamos essa história entre Ichabod e George Washington, que falou sobre a guerra secreta que fez parte da Revolução Americana”, disse o produtor executivo Mark Goffman, através de comunicado. “Esta temporada vamos continuar fazendo isso, e expandindo-a com outros personagens. Benjamin Franklin é ótimo, porque todos nós estamos familiarizados com muitas das suas contribuições, e agora temos de puxar o véu para trás. Este homem fundou a imprensa e foi responsável por muitas inovações e agora descobrimos que ele está envolvido nessa guerra secreta e que Crane teve uma ligação com ele”.

Vale lembrar que John Noble e Lyndie Greenwood, que participaram esporadicamente da primeira temporada, agora são do elenco regular da série.

Com informações do SpoilerTV.

 

Conheça a New York de ‘Friends’

Data/Hora 06/05/2014, 14:00. Autor
Categorias Conexão

thumb image

Hoje uma das séries mais queridas de todos os tempos completa 10 anos de seu adeus. No dia 6 de maio de 2004 mais de 50 milhões de pessoas se despediram dos queridos amigos Chandler, Ross, Joey, Monica, Rachel e Phoebe. E para matar a saudades do sexteto, o TeleSéries te leva a uma viagem a New York. Apertem os cintos, chequem as falanges e boa viagem!

01. Apartamento de Rachel e Monica, 02. Central Park, 03. Apartamento do “Ugly Naked Guy”, 04. Museu Americano de História Natural, 05. Biblioteca da Universidade de New York, 06. Lucille Lortel Theatre, 07. Saks Fifth Avenue.

O ponto mais visitado – e a principal parada de uma viagem a New York – para um fã de Friends é o prédio onde em que ficam os famosos apartamentos de Joey e Chandler e de Monica e Rachel. A fachada do prédio de Friends fica na esquina das ruas Bedford e Grove, em Manhattan. O prédio possui um café no primeiro andar, o The Owl Cafe, então você pode aproveitar e entrar no prédio, se quiser. Apesar desse café não ser o Central Perk, que é fictício, muitos fãs de Friends frequentam o local, que costuma ficar lotado. O ideal é tentar reservar uma mesa antes aqui.

Bem próximo a esse apartamento, do outro lado da rua, no número 12 da Grove Street está o apartamento do famoso “Ugly Naked Guy”, que mais tarde seria o apartamento do Ross. Na série, um prédio está de frente para o outro, mas na verdade eles estão em diagonal, e até mesmo um pouco distantes. Não me parece possível alcançar a janela do outro prédio usando somente chopsticks…

Outro ponto muito procurado é a fonte usada na abertura da série. Existem muitos guias em New York especializados em filmes e séries, e a maioria diz que a fonte da abertura é a Cherry Hill Fountain, que fica no Central Park. Mas na verdade a fonte utilizada foi construída nos estúdios da Warner em Los Angeles. Mas como aparentemente ela foi, de fato, baseada na Cherry Hill Fountain, talvez você queira dar um passeio até lá. Você pode aproveitar e correr pelo Central Park livremente como Phoebe, ou jogar futebol americano e tentar ganhar a Geller Cup.

Um dos maiores mistérios de Friends sempre foi o trabalho de Chandler. Ninguém nunca sabia o que ele fazia exatamente, mas era algo relacionado com números, certo? Chandler ganhava bem, e dois indícios disso eram o fato de que ele tinha que sustentar Joey e a localização de sua empresa: no Solow Building, em 9 West 57th Street. Esse prédio causou muita controvérsia por ser acusado de arruinar a paisagem histórica dessa parte da cidade. É um dos grandes arranha-céus de New York, com 50 andares, e possui uma vista perfeita do Central Park.

Uma outra parada muito legal é o Museu Americano de História Natural. Além de ser um passeio muito interessante, foi aqui que por algumas temporadas Ross trabalhou e onde ele e Rachel tiveram alguns de seus momentos mais românticos. Mais tarde na série, Ross consegue um emprego como professor da universidade e descobre que alguém leu sua dissertação de doutorado, que está na biblioteca da NYU. Mas quem vai até a sessão de paleontologia da biblioteca? Bom, você pode descobrir dando uma passada na 70 Washington Square S…

Já Rachel trabalhou para grandes empresas da moda, e isso é o que não falta em New York. Além do Central Perk, claro, Rachel trabalhou na Bloomingdale’s (1000 3rd Ave) e na Ralph Lauren (979 3rd Ave). Ela também tentou uma entrevista para a Saks Fifth Avenue (611 5th Ave) na primeira temporada. Aproveite essa parte da tour para fazer suas compras e volte mais elegante para casa!

Além de fashion, New York é uma cidade que nunca para, e uma coisa que não falta nessa cidade é teatros. De todos os tipos, para todos os gostos. Mas se você quiser procurar por Joey Tribbiani, pode tentar o Lucille Lortel Theatre, teatro alternativo onde Joey participou da peça “Boxing Day”, na terceira temporada.

So, could New York BE any more loveable?

Vale a Pena Conferir!

Não há como visitar New York e não conhecer a Estátua da Liberdade, um dos maiores símbolos da cidade. A estátua, que foi um presente francês para o povo americano, fica na Ilha da Liberdade (oi, fãs de Fringe) em Manhattan e apesar de ser uma visita obrigatória você deve se preparar para filas e mais filas. É preciso pegar uma balsa até a ilha e mais algumas filas por lá, até finalmente chegar à coroa da estátua. Se você é daqueles que está sempre planejando e preparando a viagem com antecedência, é possível comprar ingressos que evitam as tais filas pelo site oficial.

New York possui diversos museus, além do Museu Americano de História Natural, onde Ross trabalhava. Um dos mais famosos é o Museu Metropolitano de Arte, ou Met (que os fãs de Gossip Girl com certeza conhecem), que fica próximo ao Central Park e possui uma vasta coleção de artigos egípcios, romanos e gregos, de pinturas e esculturas de diversas épocas, além de armas e instrumentos musicais. Apesar de várias placas recomendando que você pague 25 dólares para entrar no Met, fique atento e saiba que a entrada é gratuita. Você só deve pagar se quiser!

Outra marca registrada de New York é o Empire State Building. Com 103 andares, ele é o mais alto prédio da cidade desde os ataques em 11 de Setembro de 2001. O prédio foi construído em 1931 e é possível visitar seu deck por 29 dólares para ter uma visão mais que privilegiada de New York.

Se depois de todos esses passeios você ainda tiver fôlego a noite, uma ida à Times Square e à Broadway para assistir a um dos famosos musicais com certeza vale a pena. Há desde os clássicos como O Fantasma da Ópera e Os Miseráveis, até os mais recentes como Mamma Mia e Chicago (e quem sabe você esbarra na trupe de Glee por lá). E se a virada do ano estiver próxima e multidões não forem um problema para você, é aqui, na Times Square, que todo ano uma enorme bola de ferro cai, simbolizando a chegada no ano novo.

Informações

Cidade: New York
País: Estados Unidos
Língua: Inglês
Moeda: Dólar
Visto: É necessário um visto do tipo B2 (consulte o consulado americano para saber mais).
Outras séries: How I Met Your Mother, Seinfeld, Gossip Girl, Mad About You, Will & Grace, Glee.

Montagens: Cristina Mochetti

The Voice – Live Show 2 e Resultados

Data/Hora 06/05/2014, 10:15. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Emoção é a palavra que define o The Voice dessa semana. Apresentações épicas e um resultado um tanto quanto polêmico, deixando dois times com apenas um candidato cada. Infelizmente esse sistema de duas eliminações por semana é muito ruim, pois não deixa espaço para o candidato errar. Assim como acontece toda temporada, chegamos num ponto que todos são muito bons vocalmente e a diferença vai estar na apresentação e, principalmente, na escolha da música.

Shakira estava bem mais contida nos comentários e efetivamente cantou quando se apresentou com seu time no programa dos resultados. Não que isso vá mudar muita coisa, mas ela ganhou uns pontinhos comigo depois da lambança que fez durante a temporada e, principalmente, na semana passada.

Nessa semana os técnicos tiveram a ajuda de grandes produtores musicais na preparação de seus candidatos. Graham Nash, da legendária Crosby, Stills, & Nash, acompanhou Adam. O produtor musical Busbee foi a escolha de Shakira. O produtor de 55 músicas que chegaram ao topo das paradas country, Steve Hendricks, só poderia ser a companhia de Blake, e Usher levou Natural, seu produtor e diretor musical por quase 14 anos.

O programa começou de uma maneira um pouco diferente, com a apresentação pela primeira vez na televisão americana da banda britânica Rixton. Eles cantaram seu hit Me and My Broken Heart, mas vou confessar à vocês que achei a batida um tanto parecida, pra não dizer uma cópia, da música do Rob Thomas – o vocalista do Matchbox Twenty, que teve uma breve carreira solo – Lonely No More. Você pode ver o vídeo e ouvir a música clicando aqui e tirar suas próprias conclusões.

Apresentações

A primeira a se apresentar foi Kat Perkins (Team Adam) e a música escolhida foi Landslide, do Fleetwood Mac. Confesso que essa música tem um sentido muito especial pra mim, toda vez que escuto fico emocionado e a Kat não me decepcionou. Numa apresentação bem intimista, somente ela e um violão, fomos envolvido por sua bela voz e embarcamos na música. Com isso ela mostrou sua diversidade, pois estamos acostumados a vê-la em apresentações bem dinâmicas e foi bom ver e ouvir uma versão mais calma de Perkins.

Depois de quase ter sido eliminada na semana passada, Tess Boyer (Team Shakira) chegou cheia de gás para os ensaios de Ain’t It Fun, do Paramore. Porém ela não guardou o suficiente para a sua apresentação, pois no palco ela estava um tanto quanto perdida e um pouco sem graça. Acredito que ela devia estar preocupada em acertar as notas que esqueceu e levou a sério que as coisas não tem graça, como diz a música.

A primeira a subir ao palco do time do Blake foi Audra McLaughlin, que escolheu You Lie, da atriz e cantora Reba. Que ela canta muito, disso ninguém tem dúvida, mas é um tipo de música que eu particularmente não aprecio, porém lá fora eles gostam muito e acredito que ela tenha estabelecido uma boa base de fãs. Se redimiram com ela no figurino e ela estava muito linda e foi uma apresentação quase que angelical, mas que infelizmente não me envolveu.

Audra

Já comentei isso no texto anterior e vou repetir: tenho muito medo do que possa a vir a acontecer com Josh Kaufman (Team Usher), um dos meus candidatos favoritos. Depois de duas semanas com apresentações épicas, ele cantou o clássico de Kenny Loggins, This Is It. Não que a apresentação tenha sido ruim, muito pelo contrário, mas já não foi à altura das duas anteriores e isso vai decepcionando o público, que acaba optando por votar naquele que mais foi se desenvolvendo ao longo da temporada. Não vamos esquecer de Matthew Schuler e sua apresentação perfeita de Hallelujah. Três semanas depois ele foi eliminado…

Agora vamos falar da MELHOR apresentação da noite. Todo mundo que acompanha meus textos sabe que não ligava muito para Christina Grimme (Team Adam) e ousava dizer que ela não merecia estar aqui. Ainda bem que eu quebrei a cara, pois ela está arrebentando e é a de longe que mais evoluiu na competição. Quando vi que ela ia apresentar essa música, Hold On, We’re Going Home do rapper Drake, eu fiquei pensando o que ela ia fazer. Mas já dei um certo crédito, baseado na sua apresentação VMA style da semana passada. E ela não me decepcionou.

Christina

Além de estar afinadíssima Christina começou tocando piano e fez uma versão tão original da música que esquecemos a de Drake, e olha que eu sou um grande fã do rapper e essa música é uma das minhas favoritas dele. Só que ela conseguiu o impossível e ouso dizer que gosto mais da versão de Grimme! O mais interessante foi saber, através do Adam, que toda a apresentação foi conduzida e idealizada por Christina. Estamos olhando para uma potencial vencedora dessa temporada. Parabéns ao Adam pela humildade de reconhecer e dar o crédito a quem merece!

Após uma apresentação dessa fica meio difícil continuar o programa. Quem subiu ao palco na sequencia foi Jake Worthington (Team Blake), que cantou Run, do George Strait. Eu gosto muito do Jake mas acho que seu tempo no programa está acabando. Ele tem muito carisma mas está deixando a desejar nas apresentações. Sua sorte é que o seu bromance com o Blake faz com que os fãs do técnico votem muito por ele. Continuo achando ele muito engraçado e espirituoso, contudo o programa se chama The Voice.

A segunda e última integrante do time do Usher, Bria Kelly, escolheu I’m with You, da Avril Lavigne. Foi difícil assistir essa apresentação pois estamos tão acostumados a ver Bria sempre imponente no palco e cheia de si que foi estranho vê-la tão vulnerável como estava. Em alguns momentos achei a música gritada e isso me incomodou um pouco. Diferente da Kat, ela não conseguiu emocionar a plateia. Uma pena, pois é uma forte candidata e como falei no início do texto, esse escorregão poderia custar sua permanência no programa. E pela primeira vez na temporada ouvimos um outro técnico, nesse caso o Adam, “criticando” abertamente um candidato.

Fechando o time do Adam, Delvin Choice cantou Bright Lights, do Gary Clark, Jr. Só tenho uma coisa pra dizer: sambou na cara do Josh e mostrou para todos porque Adam o escolheu! Na semana passada ele não tinha ido muito bem (no meu ponto de vista) e com essa apresentação ele se redimiu por completo. E cereja do bolo foi o final, onde ele envolveu a plateia toda antes de cantar a parte final da música! GENIAL! Ponto positivo para o técnico, já que pelo que vimos nos ensaios, a ideia foi dele.

Delvin

E finalmente pudemos ver uma apresentação inteira e sem falhas da Kristen Merlin. A música escolhida foi o sucesso do Passenger, Let Her Go. Ela mandou muito bem, foi perfeita e fez uma versão bem bacana de uma música tão conhecida atualmente. Muito bacana ver também que ela estreitou os laços com seu pai por causa do programa. Acho isso um pouco oportunista da parte dele, mas imagino que ela tenha deixado tudo isso de lado pra curtir a presença dele.

E pra fechar o programa tivemos uma Sisaundra Lewis (Team Blake) versão rock’nroll! Ela nunca decepciona e Oh Sherrie, do Steve Perry, foi a música da vez. Semana após semana Lewis vem mostrando sua poderosa voz de uma forma diferente. Ela já cantou de diversos clássicos à Lady Gaga e nunca decepciona. Acho que por sua história de vida, idade e por saber que sem o título de vencedora do The Voice ela não teria muitas chances nesse meio tão competitivo, ela é a minha candidata ao título dessa temporada. Fico esperando ansiosamente cada semana pra saber o que ela e Blake vão aprontar pra gente!

Resultado

Assim como na semana passada, continuamos a ver os candidatos subindo e descendo, em fila indiana, para receber os resultados. As primeiras a serem chamadas, sem grandes surpresas, foram Christina (que recebeu o bônus do iTunes) e Sisaundra. Seguidas por Kristen, Josh, Audra, Delvin e por fim Jake, deixando Kat, Bria e Tess (pela segunda semana consecutiva) como as menos votadas.

Bria foi a primeira a se apresentar e cantou Crazy on You, do Heart. Viu como a escolha errada da música pode custar sua participação no programa? Se Bria tivesse cantado essa música no programa anterior, provavelmente não estaria nessa posição. Ou talvez sim, já que sua maior “rival” é Christina, que foi a melhor, sem sombra de dúvidas.

Na sequência Tess subiu ao palco e cantou Who Knew, da Pink. Mas diferente da semana passada, ela não estava com o mesmo gás e vontade de vencer. E pra fechar Kat cantou Paris (Ooh La La), da Grace Potter e The Nocturnals. Uma apresentação perfeita, como sempre. Ela definitivamente não merecia estar nessa posição, e sim o Jake. Por mais que goste muito dele, seu tempo no programa está acabando. Como disse o Blake, ele é muito carismático e já fez sua base de fãs, logo vai fazer sucesso ganhando ou não o programa.

Resultado

Ainda bem que o povo americano pode se redimir e salvou a Kat. Agora o Usher e Shakira só tem um artista cada. Usher, apesar de ser um excelente técnico, pecou demais na escolha das duas músicas de seus candidatos e isso se refletiu nos resultados. Engraçado que nem ele parecia estar gostando das apresentações de seus artistas, pois sempre que a câmera o focalizava, estava com uma cara fechada. Coincidências a parte, foram os técnicos que se apresentaram com seus times nesse programa. Shakira, que dessa vez cantou de verdade, aproveitou mais uma oportunidade de promover seu álbum e cantou a música The One Thing, com Tess e Kristen. Usher subiu ao palco cheio de moral com Josh e Bria, cantando Always on the Run, do Lenny Kravitz. Mais uma semana, essas apresentações iam ser duetos! Tum dum tuss!

Carlson aproveitou para confirmar Gwen Stefani, que vai substituir a gravidíssima Christina Aguilera na próxima temporada. Além de Pharrell Willians, que já tinha sido anunciado oficialmente anteriormente.

Um mês para a final e apenas quatro apresentações, quem vocês acham que serão os finalistas? Façam suas apostas! Até semana que vem.

Kat e as Orelinhas

Ps: Alguém avisa pra Kat que ela não tem mais idade pra usar isso na cabeça! Tá feio Kat!

Chicago Fire – A Dark Day

Data/Hora 06/05/2014, 10:00. Autor
Categorias Reviews

thumb image

#OneChicago.

Há semanas os produtores de Chicago Fire e Chicago PD vinham aguçando nossa curiosidade ao anunciarem que um grande acontecimento seria responsável pela união das duas séries. A história começou no episódio 2×20 de Chicago Fire e terminou no episódio 1×12 de Chicago PD mas, na review, darei ênfase ao episódio apresentado dentro da trama da série dos bombeiros. Se tiver curiosidade de saber como tudo terminou, corre pra ver o episódio da série dos policiais comandados por Voight.

A Dark Day entrou para o hall dos melhores episódios da série – com grandes chances de ser o melhor – até agora. Numa sequência de acontecimentos eletrizantes, o episódio teve um ritmo como nenhum outro até agora. Num molde parecido com o da season finale da primeira temporada, o episódio foi centrado em um único acontecimento. Desta vez, quando tudo convergia para um começo de episódio calmo, fomos surpreendidos por uma explosão. E aí o episódio realmente começou.

A partir daí, ficamos sem fôlego durante os 40 minutos restantes e tivemos os núcleos bem divididos e uma integração nunca antes vista na série. Casey e Dawson tiraram o dia de folga para ajudar na corrida beneficente realizada pelo Hospital Chicago Med e o que seria um dia tranquilo acabou com Dawson embaixo dos escombros da explosão e resgates e situações rodeados de tensão do início ao fim.

Herrmann teve sua primeira oportunidade de agir como tenente do batalhão e, apesar do medo e de ser pego de surpresa, se saiu melhor que o esperado. Casey se juntou ao batalhão logo depois do acidente mas Herrmann foi o responsável por grande parte da equipe de resgates. Enquanto isso, Mills e Cruz, comandados por Boden, se juntaram na busca de uma segunda bomba que poderia estar ativada nas redondezas da primeira explosão. Mills tem se saído muito bem no batalhão e mostrou mais uma vez sua coragem ao se arriscar desativando a bomba encontrada. Sem contar que ele mandando Boden calar a boca para poder se concentrar foi sensacional!

Com Dawson de folga, Rafferty foi chamada para integrar o resgate junto com o batalhão 51. Seu trabalho com Shay salvou várias vidas, inclusive a de duas garotinhas vítimas do acidente: a sobrinha de Kim Burgess (de Chicago PD) e a irmã de uma das médicas do Chicago Med (o que aconteceu com as duas, você vê em Chicago PD). Dessa vez, Shay se mostrou ainda mais corajosa ao arriscar a própria vida para salvar os outros. O ferimento na barriga da paramédica por pouco não a insere na lista de mortos do acidente.

Tratado como um atentado terrorista e com ações especiais entre bombeiros, policiais e agentes do FBI, após o resgate, o restante do episódio foi resumido em buscar o responsável por tal atrocidade. Exceto pela participação de Burgess desde o início do episódio, esse crossover épico se resumiu a concentrar as tramas em suas respectivas séries e pequenas interações entre os elencos. Apesar disso, o(s) episódio(s) foi(foram) sensacional(sensacionais)!

PS: será que vem Chicago Med por aí?

Agents of S.H.I.E.L.D. – Nothing Personal

Data/Hora 06/05/2014, 09:00. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Passado mais uma semana, agora faltando apenas dois episódios para o final, a série vem com mais uma episódio, entregando mais respostas. Eu achava que o T.A.H.I.T.I. só voltaria a ser discutido em uma nova temporada, se a série fosse renovada, mas Melinda May, em sua busca por respostas, após chegar em Maria Hill, resolve ir no túmulo de Coulson e encontra um vídeo que nos revela que quem liderava o projeto T.A.H.I.T.I. era ninguém menos que o próprio agente Coulson!

Passado o choque inicial, o próprio Coulson nos explica – em vídeo – que o projeto tinha o intuito de salvar algum vingador que eventualmente tivesse morrido. Mas Coulson não concorda com os rumos tomados, pedindo sua demissão pela problemática do projeto, pois o mesmo era um tremendo fracasso, com as pessoas ressuscitadas voltando com uma série de sequelas, incluindo degeneração mental e psicose completa e outros problemas que incapacitariam o agente Coulson.

A única saída que demonstrou ser razoavelmente eficaz – apesar de inconsistente – para burlar os efeitos colaterais foi reconstruir as memórias do ressuscitado. E foi exatamente o que fizeram com Coulson. E por certo que Nick Fury fez bem em colocar May para espionar o Coulson sabendo de tudo isso. Mas Coulson vai além, recomenda o encerramento do projeto e que por circunstâncias nenhuma as drogas ali produzidas deviam ser injetadas em alguém. Ocorre que agora foram injetadas em Coulson e Skye, além da HIDRA saber disso e com certeza tentará tirar proveito para injetar em outras pessoas para expandir seu projeto de super soldados! Realmente, a trama andou demais.

No outro espectro, a série também se movimentou muito. Seguindo os passos da HIDRA, a série jogou minha tese pro buraco. Rapidamente, Fitz-Simmons descobrem o assassinato do agente Koening e uma mensagem de Skye avisando que o assassino era Ward. Imaginei que aqui as desconfianças, tanto da mensagem quanto do assassinato, iam recair sobre May. Que ela havia bolado algo para prejudicar Skye e Ward, mas essa teoria que eu criei sequer foi cogitada e rapidamente se confirmou que Ward é da HIDRA.

Fitz foi o mais revoltado e inconformado. Após criar um vínculo mais próximo de Ward. E Coulson que prometeu que ia ter seu chilique depois.

Screen-4832166

Nesse momento em que eles planejavam tomar uma atitude contra Ward, a base secreta de Fury é invadida pelo Coronel Talbot. Passado o choque inicial, descobrimos que o Coronel chegou lá com a ajuda de Maria Hill, que foi informada da localização do time do Coulson pela agente May. Rapidamente a situação se inverte e Hill resolve ajudar o team Coulson a fugir do Coronel e ir atrás de Ward. Enquanto isso, Ward e Skye seguem a questão da desencriptação do HD com todos os segredos do team Coulson. Enquanto Ward é enrolado por Skye, que consegue ir para a lanchonete em que conheceu Mike Peterson, e consegue notificar a polícia de que Ward é foragido.

Skye apenas não contava com as habilidades de Ward e com um trunfo que a HIDRA tinha na manga. Mesmo despejando toda sua raiva no moço, que não se abalou, Skye não conseguiu fugir graças à aparição de Deathlock, que já seguia Ward à distância a mando de Garrett. E foi o Deathlock que conseguiu obter a senha do HD e obter os segredos de Skye. Aqui o ponto fraco do episódio, com Deathlock ameaçando Ward de morte para fazer Skye entregar a senha.

Honestamente, achei que Skye já estaria um pouco mais casca grossa para cair em um truque tão besta. Ainda que não fosse um blefe, melhor mais um agente da HIDRA morto, não? Mas os sentimentos da mocinha afetaram o seu julgamento e ela não só salvou a vida de Ward como ainda entregou todos os segredos do team Coulson.

img2

Apesar disso, Coulson consegue se infiltrar no Ônibus e resgatar Skye e ainda conseguiu pegar a Lola de volta, ainda que baleada. A sequência de ação foi de tirar o fôlego, apesar disso gostei ainda mais da sequência de início em que Maria Hill sai do departamento de justiça falando com Pepper Potts ao telefone. Ótima a integração com os ocorridos no filme com Hill indo trabalhar com Stark.

E o episódio chega ao fim com a calmaria antes da tempestade, com todos à beira da piscina em um hotel estudando os próximos passos, que ao que parece terão origem no presentinho que Skye deixou junto com o HD desencriptado. E ficou a promessa da sequência da Vendetta pessoal de Coulson e o resto do seu time, com Tripplet cada vez mais integrado e com May de volta, contra a HIDRA, Garret e Ward, não necessariamente nessa mesma ordem.

E o próximo episódio parece que será focado em Ward e no seu passado ao lado de Garrett! É esperar para ver.

Destaques na TV – terça, 6/05

Data/Hora 06/05/2014, 07:00. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Confira o que tem na programação da TV.

E Fox traz de volta Jack Bauer, um dos personagens mais populares da TV americana. 24 Horas: Viva um Novo Dia é a nova temporada de 24 Horas, série que teve 8 temporadas e foi encerrada em 2010. Desta vez em forma de minissérie, a produção terá 12 episódios e se passa inteiramente em Londres, aonde Jack vai se envolver com a tentativa de assassinato do presidente americano, em visita à capital inglesa, e tentará impedir uma guerra. No elenco, além de Kiefer Sutherland, retornam Mary Lynn Rajskub, Kim Raver e William Devane. Tate Donovan, Benjamin Bratt, Giles Matthey e Yvonne Strahovski também participam.
Há quatro anos, Jack (Kiefer) era um fugitivo da justiça. Agora em exílio, ele mais do que nunca está disposto a arriscar sua vida e liberdade para impedir outro desastre global. Jack é localizado em Londres, onde vive Chloe (Mary Lynn Rajskub), que após passar por diversos problemas pessoais, passa a trabalhar para um site que denuncia ações do governo. Na Inglaterra, Jack vai se envolver com a tentativa de assassinato do presidente americano, em visita à capital inglesa, e tentará impedir uma guerra mundial.
Trabalhando para localizar Jack estão: o chefe da CIA Steve Navarro (Benjamin Bratt, Private Practice, Law & Order); a agente da CIA Kate Morgan (Yvonne Strahovski, Chuck, Dexter), que é igualmente cheia de recursos e implacável; Jordan Reed (Giles Matthey, True Blood), um inteligente e sofisticado técnico em computação da CIA; e Erik Ritter (Gbenga Akinnagbe, Graceland, The Wire), um perspicaz, forte e arrogante agente de campo. Quem toma as decisões é James Heller (William Devane), agora presidente dos Estados Unidos. Heller tem ao seu lado o Chefe de Estado Mark Boudreau (Tate Donovan, Damages, The O.C), que é casado com a filha de Heller e ex-namorada de Jack, Audrey (Kim Raver, Revolution / Grey’s Anatomy).

The Carrie Diaries volta ao Glitz para um novo ano de conflitos, relacionamentos, desilusões amorosas e novas amizades. A série narra a adolescência de Carrie Bradshaw (AnnaSophia Robb) antes de se tornar um ícone fashion e a famosa jornalista da franquia Sex and the City.

No episódio inédito de The Blacklist, Red (James Spader) pensa que um estrategista chamado Kingmaker (Linus Roache, de Law & Order e Vikings) é o responsável quando um político em Praga é acusado de assassinato. Já Liz (Megan Boone) descobre um segredo que Red tem escondido.

Skins volta para sua sétima e última temporada no canal HBO Plus, são 6 episódios.

No The Tonight Show desta noite, os convidados são Diane Keaton, Dane Dehaan e David Byrne.

Confira os demais destaques de hoje.

FOX
24 Horas: Viva um Novo Dia – 22h30 (ep 9×01) ESTREIA
24 Horas: Viva um Novo Dia – 23h15 (ep 9×02) ESTREIA

GLITZ
The Carrie Diaries – 21h20 (ep 2×01) ESTREIA

HBO PLUS
Skins – 22h30 (ep 7×01) ESTREIA

COMEDY CENTRAL
Workaholics – 20h30 (ep 3×03)

HBO
Vice – 21h30 (ep 2×03)

GNT
Motive – 23h (ep 1×05)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

MULTISHOW
Por Isso Sou Vingativa – 22h30

GLOBO
Tapas & Beijos – 22h25 – 4ª temporada
Pé na Cova – 23h05 – 3ª temporada

SONY
The Blacklist – 21h (ep 1×20)

RECORD
Grimm – 23h15 (ep 1×07)
Engana-me se Puder – 0h15 (ep 2×17)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22h Reprise
Law & Order: SVU – 23h Reprise

WARNER
The Big Bang Theory – 20h Reprise

AXN
NCIS – 22h (ep 11×21)

CINEMAX
Strike Back – 20h (ep 1×03)
Revolution – 21h Reprise

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
A Diarista – 22h
Labirinto – 23h10 (de segunda a sexta)
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

‘Gotham’: série é oficializada pela Fox e ganha seu primeiro trailer

thumb image

Gotham, a nova série baseada nos quadrinhos da DC Comics, que abordará a vida do detetive James Gordon e a infância do jovem Bruce Wayne, foi finalmente oficializada pela Fox. Além disto, o primeiro trailer foi revelado hoje (5).

No piloto, veremos o primeiro caso que o detetive James Gordon assumirá: o assassinato dos pais de Bruce Wayne. Como já foi informado no TeleSéries, a série é um novo capítulo que jamais foi contado aos fãs, onde acompanharemos os altos e baixos da carreira de James Gordon e a forte amizade que é criada entre o detetive e o menino que se tornará um dos maiores heróis dos quadrinhos e das telas.

Com 13 episódios encomendados pela Fox, a série conta com Ben McKenzie, Donal Logue, Robin Lord Taylor, Cory Michael Smith, Sean Pertwee, Drew Powell, Zabryna Guevara, David Mazouz, Erin Richard e Jada Pinkett Smith. Destes, destacam-se Ben McKenzie como protagonista, interpretando James Gordon; Erin Richard, como Barbara Kean, noiva de Gordon; Donal Logue, como Harvey Bullock, detetive e parceiro de Gordon; David Mazouz, como o jovem Wayne e Oswald Cobblepot, como o Pinguim. A série é produzida por Bruno Heller (The Mentalist) e seu piloto é dirigido por Danny Cannon.

Assista ao vídeo:

 

Ainda não há data definida para Gotham estrear, mas a previsão é para a temporada de 2014/2015.

Com informações do TV Line.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »