Destaques na TV – sexta, 16/05

Data/Hora 16/05/2014, 04:59. Autor
Categorias TV Brasil

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Sexta-feira chegou! Veja a seguir os destaques do dia nos canais de TV.

A segunda temporada de Lost Girl começa na sequencia do bombardeio do QG dos Light Fae, com Ash (Clé Bennet) em coma e Dyson (Kris Holden-Ried) desaparecido. Com seu líder em coma os Light Fae estão vulneráveis a qualquer ataque, o que faz um grupo de nômades Fae vir para a cidade e tirar proveito do caos.

No The Tonight Show desta noite, Jimmy Fallon recebe James McAvoy, Amy Schumer e Tune-Yards.

Agora confira os demais destaques na TV.

GLOBO
O Caçador – 23h20 – depois de Globo Repórter

SONY
Teen Wolf – 21h (ep 2×08)
Twisted – 22h (ep 1×08)

WARNER
The Following – 22h25 (ep 2×14) – Leia review

AXN
Lost Girl – 0h (ep 2×01) ESTREIA

+GLOBOSAT
Os Melhores Contos de Grimm – Grimm’s Finest Fairy Tales – 21h (ep 1×17)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

RECORD
Bates Motel – 23h15 (ep 1×07) – Leia review
Engana-me se Puder – 00h15 (ep 2×20)

SBT
Chaves – 19h20

COMEDY CENTRAL
Como Viver com seus Pais – How To Live With Your Parents (for the Rest of Your Life) – 20h30

GNT
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MULTISHOW
Por Isso Sou Vingativa – 22h30 – FINAL

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Carga Pesada – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Bom final de semana!

Revenge – Balanço de temporada

Data/Hora 15/05/2014, 10:21. Autor
Categorias Notícias

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Revenge é uma série conhecida por seus twists, e talvez só podemos comparará-la nesse quesito com Scandal. Porém, da mesma forma como o destino dos personagens oscila com uma velocidade impressionante, oscila também a sua qualidade. Prova disso é a segunda temporada, que teve sua parte pré-hiato mais parecendo uma paródia de série de ação, pra depois voltar ao normal na segunda. A terceira temporada veio com uma promessa de renovação total, com a mudança de roteirista chefe e o abandono quase total dos plots da temporada anterior (prisão de Nolan durou menos do que de político brasileiro, a Iniciativa sumiu mais rápido que camisa básica da Forever 21), e conseguiu manter o ritmo acelerado dos acontecimentos, mesmo que isso signifique forçar a barra. E me aproveitando ao máximo do coloquialismo, algo que já nos acostumamos é que muitas vezes Revenge força a barra. Dissertarei sobre.

O twist é um ótimo recurso em séries televisivas, que por sua duração e periodicidade podem acabar sendo repetitivas se muito constantes. Por conta disso, dar uma mexida na trama e ir contra às expectativas sempre dá um ânimo novo para quem assiste. O problema é quando um recurso torna-se mais importante que o produto, como se a sobremesa fosse mais importante do que toda a refeição. É isso que acontece com Revenge: as surpresas são supervalorizadas e a trama parece se desenrolar simplesmente para gerar twists. E muito deles são desnecessários, como a descoberta nessa temporada de que a ex esposa de Conrad é mãe de Jack. A personagem gerou a revelação pra sumir dois episódios depois. Isso levou a história pra algum lugar?

Mesmo com toda a forçação e parentescos que nos fazem pensar que se trata de uma novela das oito em que todo mundo é relacionado e filho do Antônio Fagundes, a terceira temporada teve vários pontos altos. O primeiro deles é a volta da listinha de Emily, que não víamos regularmente desde a primeira temporada. Foi legal vê-la marcando mais uns X’s nas fotos, não foi? Outro ponto alto foram os questionamentos em torno do plano da vingança. Questões morais foram adicionadas a trama, com o plot do padre que fez Emily se arrepender e pensar em perdão, e toda a pressão que Jack fez para que a ex-namorada terminasse logo sua vendeta. Outro ponto positivo dessa temporada foram os novos personagens, e aqui incluímos, mesmo que não seja unanimidade entre quem assistie, a família LeMarchal. Ainda que Margaux seja uma chata na maioria das vezes com seu sotaque francês forçado e  lançando palavras em francês para afirmar sua nacionalidade o tempo todo, foi interessante ver como Daniel conseguiu manipulá-la para quase transformá-la em uma Grayson. Já Pascal movimentou a já tensa relação entre Conrad e Victoria, e protagonizou uma das mortes mais bizarras da TV.

E como falamos de Daniel lá em cima, se desejávamos sua morte por conta da apatia e da falta de talento de Josh Bowman, nessa temporada desejamos sua morte por motivos mais concretos. Na minha opinião Daniel está mais para vilão de Malhação, e também não me convenceu nessa sua virada pro lado do mal, mas é fato que ele gerou revolta entre os fãs depois de ter atirado em Emily em seu próprio casamento, e seguiu a humilhando ao colocar a amante (aleijada na primeira temporada, mas milagrosamente recuperada na terceira) para viver dentro de casa. A vilania de Daniel ao menos rendeu boas cenas , como a épica conversa entre ele, Emily e Victoria, em que eles decidem como será o casamento de aparências depois da loira ter recuperado a memória e poder mandar o marido pra cadeia.

Agora, não era óbvio que alguém iria perder a memória nessa série? Depois de gente caindo de escada, filhos bastardos, traições e tapas na cara, faltava alguém perdendo a memória, e a terceira temporada preencheu essa lacuna novelesca. Um bom gancho após hiato, também gerou cenas muito boas como a de Emily revelando pra estúpida Charlotte que seu pai se chamava David Clarke , e também a volta de Jack sendo o estopim para o retorno das lembranças.

O que não podemos negar é que Revenge sabe fazer seasons finales. Aliás, não somente finales, como pré-seasons finales, já que os últimos episódios da temporada contrariam a máxima da calmaria antes da tempestade, e se piscar o olho, perde um twist. E não foi diferente na terceira. Alegiance, Revolution, Impetus e o gran finale Execution foram episódios excelentes, com uma tensão crescente e muito bem encaixadinhos. É como se quando já estivéssemos chateados com a enrolação e a forçação de barra, nos dessem uma surra de enredo. Mas falemos então do final.

Todos sabíamos, por conta dos anúncios da ABC, que algum personagem fixo morreria. Porém, só pra fazer a gente de bobo, tivemos duas “mortes”: Aiden e Conrad. Explico as aspas, mas começo por Aiden. A cena da morte do aliado e amado de Emily foi uma das mais fortes, senão a mais, da série. Ali, a vingança foi pro outro lado, e Victoria vingou-se da morte de Pascal, que atribui a sua ex nora, pagando na mesma moeda. O asfixiamento de Aiden deixou claro a total falta de compaixão e moral de Victoria, da qual já tivemos uma amostra com a omissão de socorro ao pai de seu filho bastardo Patrick em um episódio anterior. Madeleine Stowe foi perfeita na atuação nos mostrando, enquanto pressionava a almofada sobre o rosto de Aiden, que junto com os últimos suspiros da vítima, se esvaía também o último fio de humanidade de sua personagem. Se Victoria deixou claro que não se importa em matar, tal qual Conrad, declarou com todas as letras guerra aberta a Emily ao enviar o corpo de Aiden para a rival. Em um momento de total fragilidade, vimos talvez pela primeira vez na série a Amanda Clarke que Emily disse alguns episódios atrás que não conhecia mais.

O interessante é que a morte de Aiden parece ter sido construída para não só impulsionar a vingança de Emily, como também para levá-la  para outro nível. Amanda Clarke conheceu a dor da perda, ainda criança, mas agora é Emily, já adulta que experencia a dor de perder o homem que mais ama. A isso ainda soma-se  uma fala posterior de Victoria, que diz que Emily não conhecia realmente David Clarke. E assim vamos pro segundo homicídio desse episódio,  que gerou não um twist, mas O TWIST da temporada. Isso porque Conrad é atacado por alguém quando escapa da prisão, e esse alguém é DAVID CLARKE. Eu confesso que voltei essa cena gritando que não, os roteiristas não iriam fazer isso com a gente, mas fizeram. O fato do personagem mais falado dessa série (já brincaram de tomar um shot toda vez que seu nome é mencionado?) estar vivo traz a tona várias questões. A vingança de Emily não faz mais sentido? David, no fim das contas, é culpado, e é por isso que só aparece depois que inocentado pela filha? Conrad realmente morreu? Bom, eu ainda não estou certo da morte do patriarca Grayson, o que explica a minha resistência com as aspas lá em cima. Só me toca que com tantas mortes explícitas como gente sendo cortada por asa de helicóptero e cadáveres sentados no sofá, achei o esfaqueamento um pouco leve (usei as palavras esfaqueamento e leve na mesma frase e fiquei achando que estou assistindo muito GoT ou muito noticiário do Rio). Respostas que ficam pra já confirmada quarta temporada

E se Emily apanhou quase toda a temporada, ao menos fechou o ano com uma Victória (trocadilho maroto): com um plano de bater palmas, conseguiu fazer a ex-sogra parecer uma louca obcecada por uma teoria da conspiração, isso tudo com a ajuda da terapeuta lá da primeira temporada (trazer personagens antigos de volta sempre dá a impressão de que o roteiro era amarradinho e super planejado, não é?). Victoria gritando “SHE’S AMANDA CLARKE, SHE’S AMANDA CLARKE” amarrada em uma cama de hospital, com um beijo de despedida e desejos de melhoras mais cínico da história foi não menos do que incrível. Mesmo eu não acreditando que ela ficará lá por muito tempo, temos todo um hiato para imaginar Vic louca e histérica.

Como todo bom season finale, Execution nos deixou plots e personagens novos para a próxima temporada. Tem novo LeMarchal, tem Jack preso, tem Daniel chantageado, e tem Charlotte virando um vegetal na cama (não tem, são somente desejos de quem vos escreve). Além disso, temos uma nova vingança a ser construída. Eu já imagino flashbacks de Aiden como o melhor homem do mundo pra justificar mais planos rocambolescos. A gente  resiste a isso só pra ver a guerra aberta entre Victoria e Emily?

The Crazy Ones – The Monster e The Lighthouse

Data/Hora 15/05/2014, 10:11. Autor
Categorias Reviews

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É chegada a hora de dizer adeus.

A notícia é triste, mas já esperada: no último fim de semana a CBS anunciou o cancelamento da nossa amada The Crazy Ones. E a hora derradeira do pessoal da Lewis, Roberts & Roberts não deixou a desejar. Muito pelo contrário: deixou um gostinho agridoce, de quero mais.

Os dois últimos episódios da série – The Monster e The Lighthouse – foram exibidos no dia 17 de abril. Antes, portanto, de sabermos qual seria o seu destino. Embora não tenham sido exatamente uma series finale, ambos cumpriram seu papel com louvor, ao surpreendentemente não focarem na comédia, por assim dizer.

Enquanto The Monster girou em torno de um trabalho pro bono de Simon para salvar uma biblioteca em perigo através de uma campanha de queima de livros (oi?), The Lighthouse nos presenteou com uma verdadeira dramédia familiar, trazendo à agência ninguém menos do que Paige, a famigerada mãe de Sydney.

O que ambos os episódios tiveram em comum? O arco da possível venda da Lewis, Roberts & Roberts para a Hamasaki – uma gigante corporação – e, com isso, o embate entre Simon – contra a venda e a “morte” de sua liberdade criativa, e Gordon – a favor da venda e principalmente dos US$ 47 milhões que ela representaria.

“Eles tem uma ótima ética corporativa.” – Gordon

“Isso é como dizer ‘republicano pró-escolha’ ou ‘circuncisão parcial’. Eles não existem!” – Simon

Tudo começa quando, em The Monster, Gordon se desespera com a perda de um grande cliente – a UPS, e suplica a toda a equipe da agência que consigam substituí-la com um cliente à altura, como a indústria do tabaco ou a farmacêutica, ou… a Coreia do Norte (!).

“Lauren, querida, ligue para Kim Jong-Un!” – Gordon

“Não ligue, Lauren. Vai acordar o Dennis Rodman!” – Simon

Simon, como de costume, completamente alheio às questões mais burocráticas e financeiras de seu trabalho, não só não dá a mínima importância para o desespero de Gordon, como pretende salvar a Biblioteca Pública de Naperville em uma grande campanha pro bono.

“Fechem aquele museu de livros estúpido! Quem se importa?” – Gordon

Bom, Simon se importa. Gordon retalia e se recusa a liberar qualquer verba para a realização da campanha. Ah Gordon, você deveria saber que isso não daria certo…

“Você é um vilão. Só falta a maçã envenenada e um espelho mágico!” – Simon

“Você ainda nem começou a ver a Rainha Má que eu posso ser.” – Gordon

E neste conto de fadas às avessas, o pobre Gordon levou a pior, claro. Numa campanha completamente maluca – rabiscada com caneta permanente em um monitor de 5 mil dólares (ouch!), Simon involuntariamente transformou seu sócio desengonçado em um verdadeiro monstro. Já que bibliotecas, aparentemente, são lugares com “internet ruim”, “garotas feias”, “cheiro de livro velho”, e onde os “sem-teto vão para se masturbar”, o jeito foi inventar uma campanha às avessas, que incentivasse o fechamento da biblioteca e ainda o comemorasse com uma grande queima de livros. Whaaat?

Explicando melhor (ou quase isso!): o povo de Naperville está revoltado com o aumento de seus impostos, portanto não se importam com a biblioteca. Sendo assim, o que mais despertaria a sua atenção para a causa do que uma queima de livros? Ah, Simon…

O que faltava para a campanha era um rosto que “as pessoas pudessem odiar”. E é aí que entra Gordon, com seus fotogênicos “traços mediterrâneos suados”…

“Se eu sou o vilão, é porque você precisa que eu seja um vilão. Serve à sua necessidade patológica de ser um herói… Sou só a Bruxa do Mar para a sua Pequena Sereia… Fale com o tentáculo!” – Gordon

Gordon garante que a campanha pro bono de Simon nada tem a ver com a biblioteca, mas como a necessidade que ele sente de ser amado. Mas… Quem se importa? É tarde demais. Gordon já é o grande “queimador de livros” de Naperville, Illinois, e sente na pele a retaliação de sua população – “Meu café tinha um dedo médio desenhado na espuma!”.

Gordon2

Com a promessa de ser transformado no grande herói no grande plot twist planejado por Simon, Gordon não vê outra saída a não ser concordar com toda aquela insanidade. Incêndios e tentativas de linchamento a parte, (quase) tudo sai como o planejado, e, mais uma vez, a Lewis, Roberts & Roberts salva o dia ao revelar que tudo não passava de uma campanha publicitária genial.

“Isso me lembra de alguma coisa!” – Sydney

“Crepúsculo?” – Lauren

“Jogos Vorazes?” – Zach

“Sério?” – Andrew

E tudo termina com “numerosas e excruciantes” feridas de tridentes (!!), e Gordon se transformando em um “vilão da nação, porém um herói da biblioteca.” Ufa!

“Você é a Fera da minha Bela. O Garfunkel do meu Simon.” – Simon

Mas essa declaração de amor (?) não foi suficiente para salvar a LR&R de sua iminente venda, e em The Lighthouse a queda de braços entre Simon e Gordon continuou, levando a decisão final sobre o assunto para a Diretoria da agência.

“Por que Simon tem tanto medo da Diretoria?” – Lauren

“Porque é composta por pessoas que só se preocupam com dinheiro.” – Andrew

“E a minha mãe.” – Sydney

E então somos apresentados à Paige, a mãe ausente e louquinha da nossa Syd:

PaigeSimon

“Não façam movimentos bruscos. Finjam-se de mortos até ela sair com metade de tudo o que vocês tem.” – Simon

“Minha terapeuta se refere a ela como um farol. Quando a luz brilha em você, é ótimo. E quando está longe, você foi apenas deixado no escuro para bater nas rochas das neuroses da sua infância.” – Sydney

Como nada é simples na LR&R, o voto de minerva da Diretoria fica a cargo de Paige. Mas a verdade é que nada disso foi assim tão importante para o desfecho deste episódio – e da série. The Lighthouse se esforçou em nos mostrar a dinâmica familiar entre Simon, Sydney e Paige, suas aventuras, desencontros, brigas e reconciliações, tornando esta series finale uma verdadeira dramédia familiar.

Volúvel ao extremo, Paige promete seu voto tanto para Gordon, quanto para Simon, aproveitando neste meio termo o que de melhor ambos tinham a lhe oferecer: uma noite de sexo, como nos velhos tempos (“lembra quando você queria que eu votasse em Clinton?”), ou uma maratona com os piores filmes já estrelados por grandes divas do cinema e da música (Mariah Carey, Cher e Christina Aguilera, estou olhando para vocês!).

Ao vermos que até hoje Sydney sofre com as promessas vazias de sua mãe, entendemos melhor porque ela venera tanto seu pai excêntrico e atrapalhado, que, by the way, NÃO a esqueceu sozinha num shopping quando ela tinha 5 anos.

Pelo menos Paige prestou para dar um bom – e inédito! – conselho à filha: nós só nos arrependemos por aquilo que não fizemos. Ao colocar este conselho em “uma linguagem que ela seria capaz de entender” – e depois de ler o seu diário no Dropbox (“12345678”, anyone?), Simon deu o seu aval para aquela que talvez tenha sido a atitude mais ousada da vida de Syd.

Pobre menina. Acho que crescer com pais que saltam de carros em movimento enquanto brigam te ensinou a usar cinto de segurança. Apesar de nossas culpas, queria que agora você tivesse um pouco da nossa imprudência.” – Simon 

Syndrew

Mas… E agora? Bom, agora a resposta de Andrew ficará a cargo das nossas imaginações férteis. Obrigada por isso, CBS! Quanta crueldade! O que nos diz o fato de Syd querer acompanhar a mãe pelo Marrocos mesmo depois de ela ter decidido ficar em Chicago? Teria Andrew dado um fora na nossa publicitária favorita? Prefiro acreditar que não. (Até porque, tivemos uma certa insinuação da parte dele de que as coisas não iam assim tão bem com Allie, não é mesmo?)

No fim das contas, Paige fez a coisa certa ao votar a favor de Simon: a Lewis, Roberts & Roberts está a salvo, e a liberdade criativa de Simon, intacta e pronta para atacar novamente!

Em nossas memórias, ficarão os ótimos momentos proporcionados pela equipe mais louca do mundo publicitário. Inclusive os ótimos plots secundários envolvendo o “bromance” de Zandrew. Ver um Zach tão ciumento com “Aandrew” (Andrew + Allie = Aandrew, sério? hahaha) só não foi mais impagável do que o seu quase romance com o vizinho de Syd, e a inversão de papéis com Megan, a amiga-gata-e-ex-ginasta de Allie, que usou e abusou do nosso bonitão justamente quando ele tentava, em conversas imaginárias com Andrew (ou seria Scrooge?), ser um “homem melhor”.

Zandrew

É… Eu já estou com saudades.

Foi um prazer acompanhar as aventuras de The Crazy Ones, e dividir minhas reviews com vocês.

Até logo, Simon!

CW libera sua grade de programação para a temporada 2014-2015

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A CW foi a última das grandes emissoras abertas dos EUA a divulgar sua grade de programação para a temporada 2014-2015.

Ao anunciar a programação, Mark Pedowitz, chefe de programação da CW, disse que Beauty and the Beast tem mais participação digital do que tinha The Tomorrow People, e que isso foi determinante na escolha de qual série cancelar. Pedowitz disse, ainda, que muito embora o spinoff de Supernatural não tenha sido aprovado, a CW segue com planos de lançar uma série derivada. Clique aqui para continuar a leitura »

Destaques na TV – quinta, 15/05

Data/Hora 15/05/2014, 03:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Seguem os destaques dos canais de TV nesta quinta-feira.

Chicago Fire volta com episódios inéditos em novo dia e horário. No episódio da noite, Severide (Taylor Kinney) oferece ajuda a Dave Bloom (W. Earl Brown), um ex-bombeiro que está enfrentando problemas com vícios. Jones (Daisy Betts) descobre que seu pai está pressionando o comandante Boden (Eamonn Walker). Mills (Charlie Barnett) ajuda Mouch (Christian Stolte) a melhorar seu perfil em uma rede social.

Na volta dos inéditos de Elementary, Holmes (Jonny Lee Miller) está treinando um novo sotaque para se encontrar com seu amigo Alistair (Roger Rees, Warehouse 13). Enquanto isso, Watson (Lucy Liu) vai até a delegacia e o capitão Gregson (Aidan Quinn) pede para que ela o ajude com um dos presos que se feriu. Quando chega à cela, a detetive descobre que o homem está morto e suspeita que tenha sido pela bactéria causadora do antraz, um agente biológico perigoso. Assim, pede para que o local seja colocado em quarentena.

Cobie Smulders (How I Met Your Mother) volta a fazer uma participação especial em Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. como a Agente Maria Hill, Coulson (Clark Gregg) e o que sobrou de sua equipe descobrem o que aconteceu na base enquanto estavam fora. Enquanto isso, Skye (Chloe Bennet) tenta ganhar tempo para que a H.I.D.R.A. não acesse as informações do hard drive. May (Ming-Na) descobre a verdade sobre T.A.H.I.T.I.

No The Tonight Show desta noite, Jimmy recebe Michael Fassbender e Zoe Saldana. Já Hugh Jackman, Michael Fassbender e James McAvoy, o trio do filme X-Men, são os convidados de The Graham Norton Show.

Confira os demais destaques para esta noite.

AXN
Resurrection – 22h (1×05)

NICKELODEON
The Thundermans – 20h30 (1×06)

GNT
Parenthood : Uma História de Família – 15h (ep 4×03)
Downton Abbey – 22h30 (ep 4×06) – Leia a review
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MULTISHOW
Por Isso Sou Vingativa – 22h30

GLOBO
A Grande Família – 22h35 – 14ª temporada
A Segunda Dama – 23h20 – ESTREIA

COMEDY CENTRAL
The Exes – 20h30 (ep 3×08)

SONY
Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 21h (ep 1×20) – Leia a review
Once Upon a Time – 22h (ep 3×08) – Leia a review

FOX
Bones – 22h30 (ep 9×09) – Leia a review

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22h (ep 2×18) – Leia a review
Elementary – 23h (ep 2×20) – Leia a review

GLOBOSAT
Senhor e Senhora Murder – Mr and Mrs Murder – 21h (ep 1×11)

NATIONAL GEOGRAPHIC
Cosmos – 22h30 (ep 1×10)

BAND
How I Met Your Mother – Como Conheci sua Mãe – 21h30

SBT
Chaves – 19h20

BBC HD
The Graham Norton Show – 23h

TBS
Elmiro Miranda Show – 23h05

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 3ª temporada)
Copa do Caos – 22h30

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
A Cura – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

[ADEUS À YANG] – Cristina Yang, o tubarão que aprendemos a amar

Data/Hora 14/05/2014, 20:39. Autor
Categorias Notícias

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Uma das personagens mais queridas da história recente da televisão se despede amanhã (15) das telinhas. E em definitivo, muito provavelmente. Cristina Yang, uma das médicas do quinteto original de Grey’s Anatomy, passou 10 anos conquistando – e ampliando o seu espaço – nossos corações. E sua partida deixará um espaço insubstituível.

Já falamos sobre a bela relação entre Yang e sua person Meredith aqui. Mas antes de acenarmos um último adeus, cabe relembramos sua bela trajetória “solo”.

E impossível começar esse texto falando de algo que não a competência extrema de Cristina. A marca de Yang sempre foi ser muito, muito boa no que faz. Não é à toa que ela fez as operações mais complicadas com a maior taxa de êxito.

Ela operou Derek enquanto sua melhor amiga entrava em colapso e seu namorado era baleado, resultando em uma das cenas mais devastadoras de Grey’s Anatomy. E o salvou.

 

Cristina Yang é tão boa no que faz, que foi indicada para o Harper Avery, o prêmio cobiçado por todos os médicos de Grey’s Anatomy que querem ser alguém na vida. E a cena da revelação do vencedor ilustra muito, muito bem quem é Cristina Yang: autoconfiante. Talvez até demais.

 

E Ela nunca fugiu de uma boa briga para estar no lugar que merecia estar: nas melhores cirurgias. Mesmo que para isso precisasse peitar o Chefe de Cirurgias. E mais meio mundo.

 

E tanta autoconfiança as vezes rendia cenas engraçadas, na qual uma Cristina bem bitch resolvia mostrar ao mundo que é badass e que sabe disso.

 

Mas houve um momento, em específico, no qual toda essa autoconfiança, toda essa crença em ser uma Deusa da Cardio, deu uma balançada forte. Nesse momento a perda de um paciente falou muito, muito alto. E o coração de gelo de Yang se quebrou. Foi quando ela descobriu que o paciente que não conseguiu salvar era o Henry, marido de Teddy. Ninguém menos do que sua mentora.

 

Certamente, um dos momentos mais delicados de Grey’s Anatomy para Cristina foi quando ela teve que dar a notícia para a Teddy.

 

Mas foi longe de Seattle que o processo de “humanização” dela foi potencializado, após Cristina tentar fugir das tragédias que rondam o hospital. Foi com a morte de seu mentor em Minessotta que Yang percebeu que apenas ser uma boa médica não resultaria no futuro que ela espera. Ser uma boa pessoa precisava fazer parte do pacote. E ela sofreu, bastante, para entender isso.

 

Foi então que Yang voltou à vida. Que resolveu encarar os problemas de frente, no lugar ao qual julgava pertencer. E junto à sua “pessoa”.

 

Mas Cristina também teve seus momentos de desespero.

Lá no começo da segunda temporada, após perder o bebê do Burke, ela colapsou. Chorou, chorou, chorou. Nem Meredith deu jeito na situação…

 

… mas tudo se resolveu quando o Burke conseguiu confortá-la.

 

E foi por causa do Burke – ou melhor, da mãe dele – que uma pequena grande tragédia se abateu sobre Cristina Yang. Afinal de contas, perder as sobrancelhas assim, prestes a subir ao altar, é um caso sério.

 

Mas nem só de gravidez extra-uterina e sobrancelhas depiladas foram feitas as tragédias de Yang. Ela também foi esganada. Quem lembra da emblemática cena do Owen quase matando a Cristina por causa de um ventilador de teto? E quem lembra de ter querido esganar a Cristina quando ela abriu a porta do banheiro?

 

Após o tiroteio no hospital, Yang sofreu por mais de meia temporada com um severo transtorno pós-traumático. Daqueles BEM sérios. Tão sério que ela inclusive decidiu deixar de ser uma cirurgiã para virar… uma bartender. Com direito à bebedeira e à lap dance.

 

E nós sabemos o quão importante para ela era operar, ser a melhor na sua área, contar com a melhor supervisão possível. Afinal de contas, quem aí esqueceu que ela inclusive ofereceu o Owen para a Teddy só para não perder a mentora?

 

O que importa é que Cristina foi resgatada do bar. E foi – quem diria – através de uma pescaria com seu “cunhado” que isso aconteceu.

 

Outra coisa que nós sabemos é que Yang não sabe lidar muito bem com os próprios traumas e problemas. Geralmente ela fica em choque, ou sob forte estresse. Daqueles que fazem com que sua maior preocupação, em um cenário quase que apocalíptico, seja a perda de um tênis.

 

Depois do acidente de avião, Cristina ficou por um bom período em choque. A vida acontecia ao seu redor, enquanto Meredith tentava trazê-la de volta e sua única reação era atirar vasos de flores nos curiosos.

 

Ela levou um bom tempo para voltar à vida. E quando o fez, graças aos cuidados de Owen, pudemos perceber o quão danificada ela estava.

 

Depois disso, Yang passou pelo temor da perda de Meredith, no final da 9ª temporada. A cena dela e do Derek tentando permanecer fortes e acreditar na sobrevivência de Meredith foi uma das mais lindas da série.

 

E para esses momentos de desespero, Yang sempre tinha uma solução. Quem olha para ela e vê apenas a médica “insensível” e badass, o tubarão, não consegue imaginar que ela tem seus momentos de descontração, que funcionam quase que como uma auto-ajuda. E que eventualmente ela coloca outras pessoas na roda. Como Burke…

 

… ou sua parceira de dança favorita: Meredith!

 

Até dançar sozinha estava valendo. O importante era dançar.

 

Aliás, ela também cantou para superar seus problemas. Quem canta, dizem, seus males espanta.

 

E quando nada disso funcionava, os tubos de ventilação do hospital estavam sempre prontos para soprar um vento quente e renovador diretamente sobre Yang.

 

Pelos vídeos acima dá pra perceber que quase toda vida de Yang aconteceu dentro do hospital. Afinal de contas, ela sempre priorizou à vida profissional à pessoal. Mas Yang também teve seus bons momentos “fora do hospital”. Afinal de contas, por Owen ela ensaiou ser uma pessoa diferente. E o casamento deles deu certo, pelo menos por um bom período de tempo.

 

E o casamento que deu errado resultou em um reencontro, 7 anos depois, que ficará na memória dos fãs. Como um momento de triunfo. De vitória. De realização de objetivos. De coroação de uma jornada que Yang quis para si.

 

E é essa a imagem que levaremos. De que Cristina é uma médica MUITO competente no que faz. Que não conhece limites. Que ama operar e que é imensamente feliz com isso. Uma médica – e uma mulher – plena e completa.

 

E se Yang estiver feliz… bem, nós também estaremos. Ainda que com lágrimas nos olhos e com o coração na mão, já sem nossa cardiologista favorita para cuidar dele.

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*Esse especial foi produzido com a ajuda de Ana Botelho.

Castle – For Better Or Worse

Data/Hora 14/05/2014, 19:14. Autor
Categorias Reviews

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Sabe, essa nota que eu preciso sempre atribuir aos episódios é uma faca de dois gumes: ela pode representar exatamente o que eu penso sobre o episódio, assim como pode ser totalmente injusta. No caso de For Better Or Worse, a nossa tão esperada season finale dessa temporada que eu considero a melhor, a nota será totalmente injusta. Infelizmente, não posso atribuir cinco, mas também não acho que eu tenho o direito de dar menos que quatro. E o maldito 4.3, que supostamente deveria ser uma média, ainda me soa injusto. O problema, no final das contas, é que eu sei o que essa season finale NÃO foi: não foi maravilhosa, não foi ruim, não foi condizente com o nível da temporada. Agora, dizer o que ela realmente foi é o que eu tentarei nas linhas a seguir.

Quando Watershed foi ao ar, eu sabia que o ano seguinte seria mágico e totalmente diferente. A sexta temporada chegou para a gente, já na sua estreia, com um peso gigante: iríamos descobrir ali, nos balanços, a resposta de Beckett. Com o “sim” que Kate deu ao Castle, iniciou o que eu chamo de a temporada da coragem. Coragem para assumir um compromisso maior, para vencer as amarras do passado – principalmente para Beckett e a história de sua mãe -, para deixar o medo de lado e lutar pelo o que quer até o fim. Com episódios românticos, assustadores, tristes, perfeitos, a sexta temporada se tornou a minha favorita e talvez uma das mais redondinhas que Castle já teve. Ela trouxe Bracken, Vulcan e 3xk de volta, ao mesmo tempo que trouxe a escolha da música perfeita para o casal, a data do casamento, o local, o vestido… é como se a dosagem entre o drama e o conto de fadas nunca tivesse sido tão boa. E por isso, só por isso, pela sexta temporada ter acertado 99,9% dos pontos que quis alcançar, que eu acho que For Better Or Worse não fez jus ao ano que nós tivemos. Contudo, eis aqui uma das artimanhas que Castle tem: mesmo o episódio não sendo tão bom, ele é bom e sempre, sempre mesmo, terá cenas que valerão todos os 42 minutos.

castle - for better or worse 01

Desde o início do episódio a gente percebeu que as coisas não caminhariam do jeito que foram planejadas em toda a temporada. Surpresas viriam, mas quem imaginou que seria assim, tão depressa? Quando Castle e Beckett vão ao cartório, o escritor entrega a papelada do divórcio que já teve e a balconista fica olhando para a cara da Beckett como se estivesse esperando algo. Assim como eu, Beckett não estava entendendo nada, mas a moça logo tratou de explicar: Beckett já foi casada e, pelo o que parecia, continuava sendo. Aí nessa hora eu soltei um “what the hell?” bem básico e agradeci não ter lido spoilers porque a surpresa foi maravilhosa. A verdade é que a nossa detetive mais badass e certinha tem, assim como todo mundo, um passado negro e ele diz respeito a um casamento em Vegas, há quinze anos atrás. Parece que tudo o que acontece em Vegas, não fica em Vegas, não é, Kitty Kat?

Mas claro que tinha um jeito de reverter essa história e subir ao altar para se casar com Castle em três dias. Ela só precisava achar Rogan – o querido maridinho -, explicar o que aconteceu e fazê-lo assinar os papéis do divórcio – porém, seria fácil se O’Leray Rogan não fosse um vigarista, bandido, metido em várias encrencas e, pior, chantagista. Para que ele assinasse, ela teria que fazer algo por ele e, obviamente, não seria um serviço limpo. Aliás, se Beckett estava preocupada com o que dizer em seus votos, acho que a prova de amor, ao se deixar ser chantageada, que ela fez por Castle e pela cerimônia que eles teriam em poucos dias com certeza ficaria bem bonita em palavras ditas na frente de todo mundo.

Enquanto Beckett tentava lidar com  seu marido Rogan, em um plot chatíssimo e longo demais pro meu gosto – tirando pela Stana que atua bem demais -, Castle tentava lidar com os problemas que surgiam e indicavam que o casamento ia por água abaixo. Uma ligação o avisa que o espaço alugado para a cerimônia estava inválido e ele, Alexis e Martha surtam. Nessa hora, eu sussurrava um nome, nome esse que eu disse em uma de minhas teorias que seria o local do casamento. Não demorou muito e Hamptons surgiu na conversa, me fazendo surtar um pouco (muito) no meu sofá. Era como se tudo estivesse dando errado para que, no final, tudo desse certo, do jeito que realmente deveria ser.

Em todo conto de fadas tem um príncipe; no deles, ele se chama Castle

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Histórias de contos de fadas, literatura, poesia, todas têm a mesma função: fazer com que a gente saia da realidade e vá para um mundo onde a gente pode ser o que quiser, quando quiser, com quem quiser. Porém, todo ato de fingir traz um pouco de realidade, e em Castle não é diferente. Castle e Beckett é o casal mais comum que já vi em série de TV – muitas vezes parece que são reais, como se fossem um daqueles muitos casais com quem esbarramos na rua andando de mãos dadas. E, assim como qualquer casal, têm seus problemas, suas brigas, seus obstáculos. E quando tudo estava dando errado, quando Rogan estava desaparecido e os dias corriam, quando o vestido dado por Matilda havia sido totalmente estragado, Beckett desabou. Desabou de uma maneira que cortou meu coração, porque não estamos acostumados com uma Beckett vulnerável, frágil, e a cena em que ela diz ao Castle, com os olhos marejados de lágrimas, que o casamento era pra ser perfeito e estava sendo arruinado, seja lá o que eu tenha achado dessa season finale, valeu todo o episódio.

E eu percebi que todos esses anos amando Beckett e estando com ela fizeram do Castle não um homem melhor, mas um homem totalmente diferente. O Castle de hoje não tem absolutamente nada do Castle de antes, tirando suas piadas estúpidas/engraçadas/únicas. Como um verdadeiro príncipe, ele mantém a calma e explica para Beckett que se eles querem um final feliz, terão que lutar por isso, e lutar significa vencer obstáculos e não deixar que eles te vençam. E eles que já passaram por TANTA coisa, por tantos momentos difíceis, tiros, gelo, bombas, sequestros, não se deixariam abalar.

“É um sinal de que a nossa história de amor é maravilhosa. O que é uma grande história de amor sem obstáculos a superar?”

Exatamente por isso, e com a ajuda do departamento e do Castle que já estava com ela nessa jornada em busca de Rogan, que os dois conseguem achá-lo. Embora tenham passado por momentos de tensão, quando um bandido, cujas fotos comprometedoras estavam em posse de Rogan, apontava uma arma para Beckett, Castle pensou rápido e armou para que as duas gangues que estavam atrás de Rogan ficassem uma contra a outra, livrando, assim, a pele dos três. Rogan FINALMENTE assinou aquela bosta de papel e Beckett estava oficialmente solteira. E aí eu pensei, pela primeira vez no episódio, que teríamos casamento. Yay, Castle, vá pegar sua noiva!

We’ll meet again, don’t know where, don’t know when, but I know we’ll meet again some sunny day…

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Tudo caminhava da maneira que eu queria, pelo menos em questão ao casamento: aquele vestido espalhafatoso que Matilda tinha dado estava fora de questão e Beckett usou o de Johanna <3 Na cena em que Beckett está se vestindo, Martha fez questão de somar mais um ponto para o episódio simplesmente sendo Martha. A sogra mais querida do mundo deu a ela um par de brincos simbólico em sua família, o que resultou em um abraço fofo e super sincero entre as duas. No entanto, a falta de Jim em todo o episódio – e nem sombra dele no espaço da cerimônia – me alertava que algo estava errado. Além disso, as questões com Bracken e Vulcan estavam resolvidas, mas com 3xk não. Algo ia acontecer, e aconteceu.

Castle, ao se despedir de Beckett no telefone dizendo que estava a caminho, percebeu que estava sendo seguido por um carro estranho, e logo a cena foi cortada. O sumiço de Castle começou a assustar a todos, até que Beckett recebeu uma ligação. Quando ela chega ao local indicado, dá de cara com o carro que Castle estava dirigindo despencado em um barranco, totalmente em chamas. Talvez o que eu vá dizer agora não agrade muito, mas preciso ser sincera com vocês. Eu não comprei esse final. Fiquei arrasada com a cara da Beckett, em como eles estavam felizes porque finalmente iam selar a união, em como Castle estava lindo e sorridente ao dizer que a amava e em como tudo isso tinha sido interrompido. Mas o carro pegando fogo? Não.

Definitivamente, isso é coisa do 3xk. É como se eu sentisse o cheiro de vingança no ar, sabe? Vou aguardar o hiatus curiosa para saber o que realmente aconteceu, se o pai dele o salvou ou se alguém o mantém em confinamento. A questão do cliffhanger usado me irritou porque havia mil outras formas de nos fazer surtar, roer as unhas, algo que se aproximasse mais do possível, mas não chegar e mostrar pra mim um carro pegando fogo QUE EU SEI que Castle não está lá. De todas as seasons finales, eu acho que essa talvez tenha sido uma das mais fracas em questão de plot. Mas como eu disse lá em cima, mesmo quando o episódio não é bom, ele é bom. E eu agradeço por isso.

Tô sofrida com o fim dessa temporada, e acho que assim que eu tiver um tempo livre, irei revê-la. O que eu tiro desse final é uma Beckett disposta a tudo para ter um final feliz com quem ama, um Castle mostrando que é um verdadeiro príncipe e, principalmente, a conclusão de que Marlowe tem, nas mãos, uma das histórias de amor mais completa e linda que já vi. Essa sexta temporada só reafirmou o que eu, você e todo mundo já sabia: nós temos o melhor shipper da história! Entre lágrimas e risos, me despeço de vocês. Queria agradecer do fundo do meu coração pela companhia e paciência com essas reviews gigantes. Castle foi renovada (amém!) para um sétimo ano e eu estarei aqui, em setembro, para surtar com vocês. Aguentem firme e… in Marlowe we trust!

PS: Eu pedia Esplanie, mas acho que dormi em algum episódio. Eles estão juntos e eu não sei? Como assim? De qualquer forma, eles dando as mãos me destruiu <3

PS2: Como a pessoa que ligou para Beckett sabia que ela era ela e como sabia que aquele era o Castle? E mais, como conseguiu o telefone dela se o carro estava em chamas? Armação ou falha, eis a questão.

PS3: Nunca irei superar o “Kitty Kat”, hahahaha

PS4: Castle falando “I thought you were one and done kind of girl” me matou. E eu ainda me surpreendo como nada nessa série é esquecido!

PS5: JÁ É SETEMBRO, GENTE???

The Blacklist – Berlin Conclusion

Data/Hora 14/05/2014, 17:14. Autor
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Na review sobre The Kingmaker e Berlin, eu disse que esperava que a finale de The Blacklist fosse a cereja no topo do bolo. E eu não me decepcionei. Pelo contrário: o encerramento da 1ª temporada da série superou minhas expectativas.

Red foi preso no final de Berlin. Mas ele não ficou muito tempo em custódia do FBI, já que Alan ocupa um cargo elevado no Governo e mexeu os pauzinhos para que Red fosse transferido possibilitando, assim, uma fuga. E tão logo Reddington conseguiu fugir, ele avisou para “sua” força-tarefa que as vidas deles estavam em risco.

E não demorou muito para nós termos certeza de que Berlin não estava, mesmo, para brincadeira: a agente Malik acabou morrendo no melhor estilo Catelyn Stark. Morreu sem ser bem aproveitada no seriado, uma pena. Mas pelo menos os roteiristas escolheram a “pessoa certa” para sacrificar.

E quando Cooper, na sequência, foi estrangulado no carro eu fiquei em choque. Achei que até o final do episódio só Lizzie ficaria viva (porque vamos combinar que ela nunca morreria…). Mas quiseram os deuses – ainda bem – que eu estivesse enganada. Aram, Elizabeth e Ressler acabam o episódio bem vivos, obrigada. E Cooper deu mostras de que pode sobreviver também, no final das contas.

E eu fico contente com isso. Especialmente porque a equipe começou a se encontrar melhor nos últimos episódios, deixando pra lá aquela impressão de que o FBI é sempre burro. E nessa season finale, mais uma vez, o FBI conseguiu fazer um bom trabalho, mesmo com sua equipe caindo os pedaços. Só a história do “guarda” com a mão cortada foi esquisita, já que embora a frase tenha sido dúbia, eu interpretei ela como “Berlin cortou sua própria mão” desde o princípio.

O legal de Berlin estar vivo e à solta é o fato do FBI ter conversado com ele, mesmo que sem saber. Ou seja: a história absolutamente sanguinária do cara é verdadeira, e foi contada pelo próprio. E ele é um vilão de gabarito, daqueles que sempre são bem vindos nos seriados. Além do mais, a presença dele na série nos leva a pensar em qual o papel de Red no meio disso tudo. Porque tamanha obsessão?

Pois bem, como Red olha para a mesma foto que Berlin (acho que era, não? A da filha do Berlin?), eu creio que Reddington é o cara pelo qual a filha de Berlin se apaixonou. Assim, o criminoso pode estar atrás do seu ex-genro em razão de tudo que a filha sofreu depois. Talvez ele culpe Red pelo acontecido. É a única explicação que eu vislumbro, agora.

The-Blacklist-Season-Finale

Outra coisa que a finale, competentemente, deixou no ar é o laço entre Red e Lizzie. Os diálogos entre os dois foram (mais uma vez) geniais, especialmente os ligados à morte do Sam. Red demonstrou o quanto sofreu por matar o amigo, mesmo que ele estivesse sofrendo. E não escondeu de Elizabeth que fez isso para impedir que a identidade do seu pai fosse revelada.

Não é de hoje (é do piloto, aliás) que sabemos que o Red é o pai da Lizzie. Quer dizer, nós sabemos MESMO? Porque essa season finale me deixou com a nítida impressão que ele não é. Reddington foi bem enfático em dizer que a vida de Lizzie estaria em grande perigo se ela descobrisse a identidade do pai. E nós sabemos que todos os “caras maus” já ligaram Elizabeth ao Reddington. Aliás, foi assim que o Berlin chegou nela. Então porque Red não revelaria para Elizabeth que é seu pai, já que o risco existe?

Além do mais, quando Red e Lizzie falam da noite do incêndio que, supostamente, vitimou o pai dela, Red fala que alguém a levou até o Sam. Obviamente, se o pai dela estiver mesmo morto, não teria sido ele próprio. Nesse caso, as cicatrizes de Red se justificam: ele seria a pessoa que tirou a pequena Elizabeth do incêndio e a levou até Sam. Mas quem seria Red, nesse cenário? Será que o pai de Lizzie era um grande amigo seu? Ou seria que Red seria o responsável pela morte do pai biológico da moça?

Confesso que não sei o que pensar. Embora cada vez me pareça mais óbvio que Red ama Lizzie como uma filha e os indícios sigam apontando para o parentesco entre eles, não consigo deixar de achar que Reddington está falando a verdade e o verdadeiro pai dela está morto. Infelizmente esperarei longos meses por mais elementos para minha teoria.

O caso todo da finale foi muito bem construído. Sempre que descobríamos algo, tínhamos nossas ideias preconcebidas destruídas. Quando achamos que Berlin estava morto, descobrimos que ele não era o Berlin. Quando achamos que Elizabeth destruiria com a cara do Tom, ela deixa ele vivo, para fugir. O que até que foi uma coisa legal, já que Berlin e Tom farão uma duplinha bem incomodativa na segunda temporada.

Temporada que deve ter, mais ou menos, a mesma dinâmica que a primeira. Mas dessa vez as coisas tem tudo para ser mais eletrizantes, já que o inimigo de Red está livre e terá mais recursos. E Ressler não joga mais pelas regras, o que significa que ele e Elizabeth farão uma dupla mais revoltadinha. Só vi vantagens.

Ah, e o “mais importante”: Ressler e Lizzie estão solteiros. UMA TEMPORADA TODINHA PRO MEU SHIP ZARPAR SE APROXIMA! Yay!

The Vampire Diaries – Promised Land

Data/Hora 14/05/2014, 16:08. Autor
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Depois de um episódio maçante, The Vampire Diaries compensou com um extremamente chocante que, entre milhões de emoções, me levantou a dúvida se é uma nova tática da série intercalar episódios bons com ruins e se começará a imitar essas outras séries que dão o que falar por matarem personagens importantes sem remorso simplesmente pela polêmica. O fato é que, nesta temporada não tão boa para a trama, tivemos que dizer adeus a Katherine, uma das melhores personagens do seriado, e agora também a Stefan.

Começando pelo final do episódio: a morte de Stefan definitivamente foi o ponto alto. Ele pode voltar? Claro, até porque Bonnie e Enzo estão querendo tramar alguma coisa para isso, e sinceramente quase tudo indica que o Salvatore irá de fato voltar. Entretanto, ele estando morto abre a margem para a chance de uma resposta negativa a esta dúvida, além do fato de que somente vê-lo morrer nos braços de Caroline foi algo desesperador.

Enzo

Não serei hipócrita em elogiar Stefan só porque ele está (pelo menos por enquanto) morto, pois temos que admitir que há tempos ele vinha apenas sofrendo pela Elena e nada mais fazia na série. Ponto. Somente de uns episódios para cá que o coitado finalmente começou a ter uma trama mais interessante para si e ameaçar uma química com Caroline, mas então morreu de uma maneira bem boba, ainda por cima, pelas mãos do viajante possuindo o corpo do ex da vampira loira (alguém mais sentiu a ironia?).

Agora sobre os Viajantes e o tal comprometimento que eles têm com a causa deles, em livrar Mystic Falls dos outros seres sobrenaturais e tal… Gente, qual o problema desse povo? Eles vivem dizimando grupos e mais grupos dos seus por uma causa da qual eles não participarão, já que além de estarem mortos o outro lado está desmoronando, e mesmo assim continuam sem perceber que enquanto isso o Markos está tranquilamente planejando em atacar a adega da mansão dos Salvatore quando se apropriar da mesma ao expulsar os vampiros dali. A causa da Liv e do tal irmão dela é a única que faz sentido, pois apesar de eles também estarem tentando matar os outros e se arriscando, no fundo (pelo menos por enquanto) eles apenas querem proteger o mundo para os Viajantes não atacarem.

Liv

O fato é que as maldades dos viajantes e principalmente de Markos estão dando de dez a zero na Katherine e até no próprio Klaus. E por falar na VampBitch alvo das maiores saudades, é inaceitável ver o bando de Viajantes se matando ou morrendo e indo para o outro lado após isso, enquanto a Katherine foi sabe-se lá para onde, acentuando a injustiça. Outro absurdo é Damon e Elena, os quais não largam esse joguinho de romper e reatar todo episódio e sequer estavam na pior hora do mesmo, quando Stefan é assassinado na frente de Caroline, a qual ficou sozinha pedindo ajuda inutilmente. E, bem, enquanto Bonnie não encontra uma solução para ajudar o “outro lado” onde Stefan está, provavelmente ficaremos tão desesperados quanto Caroline.

P. S. [1]: Talvez maior que a ansiedade para Bonnie trazer Stefan de volta é a espera pela reação de Elena e Damon ao descobrirem o que aconteceu. Entretanto, se a morte de Stefan teve um lado bom, foi motivar todos a ajudarem Bonnie a salvar o outro lado.

P. S. [2]: Com Stefan morto e o sangue das doppelganger não podendo mais ser utilizado, me pergunto se Liv finalmente poderá ajudar de verdade Elena & Cia. a vencerem o Markos e fazer o tal feitiço para trazer de volta alguns dos seres sobrenaturais mortos (ou seja: Stefan e Enzo).

P. S. [3]: Poderiam aproveitar e trazer o Alaric de volta também. E a Lexi. E a Jenna…

Grimm – The Inheritance

Data/Hora 14/05/2014, 11:01. Autor
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“’Não’, disse o Rei. ‘Prefiro morrer ao invés de te colocar em um perigo tão grande, como no qual você deve se encontrar nessa jornada’.”

Três. Eu disse três Grimms se encontraram em Portland em The Inheritance. Pena que o velhinho Rolek ficou por pouco tempo. No entanto, ele conseguiu atingir seu objetivo: entregar sua chave para outro Grimm. No caso, Nick. A chave era a herança da família de Rolek, o que dá referência do título do episódio: The Inheritance (A Herança). Aliás, quem diria, a fama de Nick já chegou até a Pensilvânia. Como Rolek ficou sabendo que existia um detetive em Portland que também era Grimm? Talvez por algum wesen que tenha encontrado pelo caminho. De qualquer forma, essa informação o velho Grimm levou com ele. Descanse em paz, Rolek Porter.

Mesmo assim, Portland ainda conta com outros dois Grimms, e dois Grimms de peso. Além de Nick, Trubel está se mostrando cada vez mais eficaz ao enfrentar wesens e, no caso desse episódio, os bandidos do Verrat. Além de Hank, Monroe, Rosalee e a própria Juliette, Nick conseguiu garantir uma ajuda ainda melhor para seus problemas do dia a dia de um Grimm: alguém como ele.

Grimm 3x21 Trubel e Nick

“Josh: – Que tipo de policial você é?

Nick: – Me perguntam muito isso.”

O lado doloroso é que cada vez mais Trubel nos envolve em sua história e, com isso, vem o medo de perder a personagem, seja com ela fugindo ou saindo de Portland, ou morta por algum wesen do mal. Em The Inheritance, Trubel conta para Nick, Juliette, Rosalee e Monroe os momentos de sua vida nos orfanatos, como foi quando encontrou pela primeira vez com um wesen e como se sentiu quando foi tratada como louca por anos e anos até chegar a Portland.

Grimm 3x21 Trubel

O apetite da Grimm tem o mesmo tamanho da simpatia que a personagem vem ganhando do público através dos episódios. Trubel também fica cada vez mais próxima de seus novos amigos, inclusive de Juliette. Segundo Nick, nessa altura do campeonato, qualquer outra mulher já teria terminado com ele. Cá entre nós, se tratando do Nick são necessários vários wesens do mal e Grimms problemáticos para uma mulher largá-lo de mão.

Mesmo assim, Juliette não é qualquer outra mulher e por esse motivo será novamente alvo de Adalind. Mesmo com Renard em seu encalço, a hexenbiest está organizando um plano horrível contra Nick e, para chegar ao Grimm, vai utilizar novamente de Juliette. As chamadas para a season finale da série dão conta que algo terrível vai acontecer. No entanto, ainda dou um voto de confiança de que Trubel novamente vai ser de grande ajuda nesse caso. Se não for para salvar Nick, será para ser seu braço direito contra mais uma investida de Adalind. A hexenbiest não se cansa de ser inconveniente, mesmo depois de ter recebido ajuda de Nick, Juliette, Rosalle, Monroe, Renard e Hank, ela novamente vai aprontar contra eles.

Grimm 3x21 Trubel e Rolek

Mas pensando além de Adalind, The Inheritance foi carregado de tensão, principalmente nas cenas que envolviam Trubel e a descoberta de outro Grimm em Portland. A cena da luta no estacionamento do hospital foi um dos momentos mais inspiradores, principalmente pela atuação de Trubel ajudando Nick e Hank a acabarem com os Verrat.

No próximo episódio, além de ser season finale, teremos o casamento de Monroe e Rosalee! “Nesse sábado?” Sim Nick, nesse sábado, ou melhor, sexta-feira, pela NBC dos Estados Unidos.

PS: E o chapéu “seletor” da Adalind? Lembrou muito Harry Potter. Achei certo que ela ia colocá-lo na cabeça.

CBS libera sua grade de programação para a temporada 2014-2015

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A CBS liberou hoje (14) sua grade de programação para a temporada.

Durante a temporada de Futebol Americano, The Big Bang Theory será realocado nas segundas-feiras, na faixa que depois será ocupada por 2 Broke Girls. A mudança deve durar 5 ou 6 semanas. Clique aqui para continuar a leitura »

The Voice – Live Show 3 e Resultados

Data/Hora 14/05/2014, 09:50. Autor
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Se eu já achei os episódios da semana passada emocionante, não podia imaginar o que o The Voice iria preparar para os telespectadores nessa semana. Sem muitas explicações, Carlson já começou o programa das apresentações jogando a bomba de que TRÊS participantes seriam eliminados no dia seguinte.

Fiquei me perguntando o porquê dessa violência toda e criei uma teoria na minha cabeça, só para tentar me acalmar. Pelo que entendi essa temporada foi reduzida em duas semanas, se comparada a anterior. Acredito que isso aconteceu muito provavelmente por causa da agenda dos técnicos, principalmente o Adam e o Blake, já que eles praticamente ficam disponíveis ao programa o ano todo.

Não podemos culpar a audiência por essa redução, já que The Voice continua sendo um dos programas mais vistos da televisão lá nos EUA. Então vou continuar com essa minha teoria, só para ficar mais fácil aceitar todas essas eliminações de uma só vez.

Muito bom ver os novos técnicos no palco. Pharrell cantou seu novo single, Come Get It Bae, muito bem acompanhado,  e depois voltou e fez companhia à Gwen Stefani que cantava Hollaback Girl, produzida por ele. Blake mostrou sua nova música de trabalho, My Eyes que tem a participação Gwen Sebastian, que esteve na segunda temporada do programa e fez companhia ao seu antigo técnico durante os ensaios dos candidatos dessa temporada. Adam levou ao palco seu companheiro de Maroon 5, James Valentine.

Pharrell

É muito comum que as emissoras enviem artistas de suas séries para fazer presença VIP nesse tipo de programa. Quem esteve no estúdio dessa vez foi J. K. Simmons, da série cancelada GrowingUp Fisher, e os protagonistas da renovada About a Boy, David Walton e Benjamin Stockham. Todos eles interagiram com Carlson. Só que meus olhos de águia reparam que tinha outra estrela das telinhas: Emily Mortimer, a MacKenzie Mc Hale de The Newsroom. Ela estava bem atrás da família do Delvin. Puxa NBC, a série que ela participa é da HBO, podia ter pelo menos sido citada né…

Emily

Apresentações

E a primeira a se apresentar foi a Sisuandra (Team Blake). Todo mundo que acompanha minhas reviews sabe a minha torcida por ela e confesso que fiquei um pouco decepcionado com a escolha da música. Ela pode cantar qualquer coisa que vai ficar muito bom, mas o que precisava era de um grande momento, que cativasse plateia e o público e isso não aconteceu com River Deep Mountain High da Tina Turner. Não que tenha sido ruim, muito pelo contrário, foi ótimo, mas esquecível… Duvido que isso tivesse acontecido se ela tivesse cantado I Have Nothing, da Whitney Houston, ou Song for, You do Ray Charles. Essa música da Whitney é um pré-requisito se você quiser ganhar um programa desse. Tessanne Chin, da temporada passada, Melanie Amaro, da primeira temporada do The X Factor são alguns exemplos de candidatas que tiveram o seu momento do programa ao cantarem essa música.

Sisuandra

Na sequencia quem subiu ao palco foi Josh Kaufman. Usher mais uma vez mostrando ser um excelente técnico, saiu da zona de conforto e levou seu candidato à um estúdio de gravação. Os olhos de Josh brilhavam igual criança quando chega na Disney. Ele cantou uma versão acústica de I Can’t Make You Love Me, da Bonnie Raitt, e foi muito bem. Emocionante e tocante na medida certa!

E a primeira surpresa da noite ficou a cargo de Kat Perkins (Team Adam). Quando li que ela ia cantar Get Lucky, do Daft Punk, confesso que fiquei intrigado. Só que ela não só colocou a sua marca na música como transformou completamente. Uma versão heavy metal brilhantemente executada, tanto vocal quanto melodicamente! Um salve especial pra banda do programa.

Kristen Merlin (Team Shakira) cantou I Drive Your Truck, do Lee Brice. Gosto muito da Kristen, mas não sou seu fã. Ela canta bem, foi emocionante como a música pedia, mas as vezes esqueço que ela participa do programa (o que não deve ser um bom sinal).

O inconstante Delvin Choic (Team Adam) escolheu I Believe I Can Fly, do R. Kelly. Pelo que a gente pode ver, essa música tem um significado muito importante pra ele, mas sinceramente achei tudo muito brega. Começando pela música, pelo cenário, enfim, tudo muito ruim. Apesar de ter se esforçado muito e cantado bem, achei uma apresentação sofrida de se ver. Uma pena, já que ele tinha tido ido muito bem na semana passada.

Delvin

E com uma dobradinha Team Blake, encerramos a noite para o técnico. Primeiro vimos Audra McLaughlin cantando Forgive, da Rebecca Lynn Howard. Ela estava muito linda, com um ar mais maduro e menos perdida, mas assim como a Kristen, não curto muito esse tipo de som. E a voz dela é sensacional, eu que realmente não gosto desse estilo.

Na sequência, fechando a noite do Blake, tivemos Jake Worthington. Com uma postura mais séria, dessa vez ele realmente resolveu cantar. A música escolhida foi Hillbilly Deluxe, do Brooks & Dunn. O mais engraçado é que não consigo entender o que ele fala, principalmente quando conversa com o técnico, mas impressionante com isso muda ao cantar. Ele deu uma desafinada legal no final da música, mas a apresentação como um todo foi a melhor que ele teve nessa fase do programa.

E pra fechar a noite, Christina Grimmie manteve a fórmula do sucesso da semana passada e fez mais uma nova roupagem para um sucesso do hip-hop: How to Love do Lil Wayne. Dessa vez a ideia foi do Adam. E mais uma vez foi SENSACIONAL. Realmente nunca pensei escutar ao Lil Wayne desse jeito. Acabei me esquecendo de comentar semana passada e isso foi mostrado agora, a tristeza da Christina com a eliminação de Tess e Bria. Elas tinha ficado muito próximas!

Chrstina

No geral as apresentações foram muito boas, em especial a Kat. Além da banda, que já comentei, os cenários estavam IRADOS. Em especial os das apresentações da Sisuandra, Audra, Jake e Christina.

Resultados

Tivemos duas apresentações em grupo.  Audra, Jake, Kristen e Kat cantaram Chainsaw. Kat não deixou pra trás e fez bonito nesse grupo essencialmente country. Já Sisuandra, Josh, Delvin e Christina cantaram Latch. E o mais legal dessa apresentação foi ver Sisuandra e Christina cantando de igual pra igual!

Como três iriam embora, logo quatro se apresentaram para tentar o instant save do Twitter. Só que antes, Josh e Christina foram salvos (por causa do bônus do iTunes) e surpreendentemente Jake, deixando Kat (pela segunda semana consecutiva), Audra, Sisuandra e Delvin na berinda.

(You Make Me Feel Like) A Natural Woman da Aretha Franklin foi a escolha de Sisuandra, impecável como sempre. Depois foi a vez da Audra com Done, da The Band Perry. Kat chegou chutando a porta com Barracuda, da Heart e pra fechar, Delvin cantou Young Girls, do Bruno Mars (amo essa música).

Resultado

E pela segunda semana consecutiva, Kat foi salva pelo público. Fiquei me perguntando o porque isso aconteceu com ela duas semanas consecutivas e sem merecer. Mais uma vez cheguei a uma teoria (a segunda desse texto). Assim como a Kristen, eu as vezes me esqueço da Kat e isso definitivamente não é bom. Acho que isso deve acontecer com as outras pessoas e quando lembram que ela ainda está no programa, a salvam.

Se Josh e Christina chegarem a final, saem na frente pois os bônus do iTunes que eles receberam ao longo da temporada vão contar para os votos da final, que já vai ser na semana que vem lá fora. A Sony costuma passar ao vivo, logo se for igual à temporada passada, teremos uma maratona de The Voice esses dias!

Confesso que fiquei um pouco decepcionado com essa versão express, pois saiu muita gente boa de uma só vez… O NBC, tem que ver isso aí! Pra que essa pressa?

Ps: Sempre esqueço de comentar o momento confessionário no programa de resultados! Muito bom!

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