Fox tira ‘I Wanna Marry Harry’ e ‘Riot’ da grade de programação

Data/Hora 12/06/2014, 18:58. Autor
Categorias Notícias

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A Fox resolveu, depois de algumas semanas de índices catastróficos de audiência, remover da programação a comédia Riot e o reality I Wanna Marry “Harry”.

A partir da próxima semana, reprises de Family Guy, Brooklyn Nine-Nine, New Girl The Mindy Project serão exibidos no lugar dos dois programas. Clique aqui para continuar a leitura »

Orphan Black – Variable and Full of Perturbation

Data/Hora 12/06/2014, 17:49. Autor
Categorias Reviews

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Demorei para escrever essa review porque, confesso, não sabia o que pensar sobre Variable and Full of Perturbation. E quanto mais eu pensava sobre o que escrever e sobre o episódio, mais bagunçadas minhas conclusões ficavam. Mas como o próximo sábado e Things Which Have Never Yet Been Done já estão logo aí, não posso mais protelar a review. Então, mãos à obra.

O maior problema de Variable foi Tony. Não que o plot não seja bacana, pois ele é. E tem um potencial enorme. E não que o personagem não seja carismático. Tony foi uma grata surpresa, e sua interação com Sarah e, especialmente, com Felix, foi interessante de se assistir. E vocês podem estar se perguntando “qual o problema do plot, então, Mariela?”. O problema é que agora não era o momento de inserir essa história na trama.

Tony apareceu com uma história completamente desconectada do enredo da temporada quando faltavam apenas 3 episódios para o fim dela. E depois dessa passadinha para dar um alô, pegou um ônibus e partiu rumo ao afastamento das suas “irmãs”. Poderia se dizer que sua história se justifica em razão da informação que ele trouxe, sobre Paul ser um “fantasma”. Mas eu tenho certeza que essa informação poderia ter sido incluída de outra forma, os roteiristas de Orphan Black são geniais o bastante para fazer isso sem “perder” tanto tempo de episódio.

Orphan Black - Variable and Full of Perturbation

Sendo assim, o transclone poderia ter aparecido, tranquilamente, na terceira temporada. Não enquanto Alison e Donnie lidam com a morte do Leekie, enquanto Helena está “sumida” e Cosima morrendo. Assim, a história dele seria melhor desenvolvida. De qualquer forma, há que se elogiar a audácia de Orphan Black de inserir um clone transgênero na série. Poucas séries – das que eu assisto/assisti, apenas Orange is the New Black e The L Word – tem personagens transgêneros em suas tramas, e eu realmente espero que possamos conhecer Tony melhor e, consequentemente, aprender mais sobre esse assunto que embora tão em voga, é tão desconhecido da sociedade. Mais um passo de Orphan Black rumo a conscientização da audiência e a diminuição do preconceito. Palmas lentas.

Enquanto Fee e Art se ocupavam com Tony, Alison e Donnie faziam uma espécie de terapia de casal. Depois de ser mais Alison do que nunca e enquadrar o marido que bebeu justo no dia que ela voltou da reabilitação, Ali resolveu por em prática os conselhos de Vic the Dick e compartilhou com Donnie a história da morte de Aynslee. O que ela não esperava é que ele tivesse algo do gênero para confessar em retorno.

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Mas como casal que comete crimes acidentais unido permanece unido, o mais grave a se encarar é um porta-malas sujo de sangue e uma arma registrada utilizada para um homicídio. Só eu achei a reação da Alison a cara dela?

Aparentemente essa história serviu para unir Donnie e Alison, que devem voltar a viver um período mais tranquilo, conjugalmente falando. Ou não, já que o corpo do Leekie ainda está na garagem. É esperar para descobrir.

Por falar em descobrir, Delphine teve um grande papel nesse episódio. Depois de descobrir sobre o ataque cardíaco que vitimou Aldous, a francesa passou a trabalhar sobre ordens diretas da clone vadia Rachel. E depois de um rápido arranjo, Ethan foi de bom grado trabalhar sua sequência sintética na Dyad, já que além de Kira, essa é a única esperança de que Cos sobreviva.

Há tempos a audiência pedia um episódio com mais destaque em Cosima. E bem, nós ganhamos um. Apenas não foi bem do jeito que esperávamos.

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Quão legal foi ver Cosima jogando RPG com os meninos e mostrando quem é que manda no laboratório? Quão desconfortável e chateante foi ver Cosima chutando Delphine para fora do seu espaço? Quão fofo foi ver Cosima contando para Scott que é um clone, e vê-lo responder que é uma honra trabalhar com ela? Quão animador foi vê-la recepcionando seu… Ethan? E quão devastador foi vê-la convulsionando? MUITO! Por favor, Cosima, não morra. Não é só a Sarah que precisa de sua Geek Monkey.

O episódio também foi bacana para os shippers Cophine. Elas esbanjaram fofura e alegria, e até mesmo quando Cosima respondeu o je t’aime de Delphine com um “tenho informações suficientes pra destruir sua carreira” foi possível soltar um aaaawwn. Informação adicional: o hélio parece ser bem mais divertido que o polônio.

Eu espero que a presença de Ethan – que é uma pessoinha excêntrica e esquisita, eim? – na Dyad sirva para mais coisas além de deixar Rachel louca da vida. Confesso que senti uma certa pena dela (novamente, seria um indício de amor?) quando o professor Duncan respondeu, friamente, que Sarah é um erro, que as clones foram projetadas para não procriarem mesmo. Toda a esperança dela de que a cura pudesse significar também fertilidade se foi e a quebradeira no escritório foi bem justificada.

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Aliás, a clone de cabelo chanel não tá numa fase boa, definitivamente. Seu segurança modelo, aka Paul, virou fantasma e sumiu. E olha que ela ainda nem tem certeza de que o Leekie, praticamente seu pai, está mesmo morto. Dias difíceis esperam Rachel Duncan. Acho melhor nos preparamos para amá-la e confortá-la. Pois como bem disse Cosima, é preciso amar todas elas.

E pra finalizar essa review, preciso falar sobre a interação entre Ethan e Kira, e sobre seu presente para a garotinha: A Ilha o Dr. Moreau. Acho que todos nós concordamos com mamãe Sarah de que o livro é inadequado para a criança, mesmo que ela seja um prodígio. Mas Kira não achou, e até acordou na calada da noite para dar uma conferida na trama de ficção científica. O fato é que o que captou o interessa da little monkey não foi a história em si, mas sim as anotações doidonas do Professor Duncan. Eu, eim? Será que Kira viu lógica naquilo tudo ou apenas ficou fascinada com a ciência por trás das anotações?

O fato é que embora as clones não sejam monstros, poderíamos comparar Ethan com o Dr. Moreau. E cada vez mais eu acho que o professor não é tão coitadinho quanto parece. MEDO!

Nunca quis tanto dois episódios como quero os próximos de Orphan Black. E nunca quis tanto que dois episódios demorassem para passar. É esse o efeito que a série tem sobre mim.

P.S.1: o mobile construído por Kira e Sarah denuncia que sim, elas precisam da Auntie Alison. Logo.

P.S.2: nós também esperamos que Helena esteja bem, Sarah. Nós também.

P.S. Eterno: Tatiana Maslany RAINHA.

Sarah Paulson, de ‘American Horror Story: Freak Show’, divulga imagem de suas personagens

Data/Hora 12/06/2014, 17:12. Autor
Categorias Notícias

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A atriz Sarah Paulson, veterana de American Horror Story, usou seu perfil no Twitter para dar aos fãs algumas informações sobre a próxima temporada da série, denominada Freak Show. Paulson informou que vai interpretar gêmeas siamesas chamadas Bette e Dot.

Mas a atriz foi além, e ofereceu aos fãs a primeira imagem das personagens:

 

No seu tweet, a atriz disse estar “tão excitada em interpretar Bette E Dot essa temporada. Duas cabeças são melhor do que uma”.

Freak Show vai ao ar na próxima Fall Season, pelo FX americano.

Com informações do TVLine.

Destaques na TV – quinta, 12/06

Data/Hora 12/06/2014, 02:03. Autor
Categorias TV Brasil

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Além da estreia da Copa do Mundo hoje tem finais de temporada no canal Universal, confira os destaques dos canais de TV para esta quinta-feira.

No episódio final de temporada de Chicago Fire, um incêndio em uma escola afeta Severide (Taylor Kinney), que fica se perguntando se poderia ter feito mais pelas crianças. Enquanto isso, Dawson (Monica Raymund) refaz o exame do corpo de bombeiros, enquanto Casey (Jesse Spenser) tenta algumas manobras políticas para ajudá-la. Antes, o Universal exibe uma maratona dos três últimos episódios exibidos começando às 17h.

Logo em seguida o relacionamento de Holmes (Jonny Lee Miller) e Watson (Lucy Liu) está em crise, mas eles precisam deixar de lado suas diferenças para ajudar Mycroft (Rhys Ifans), no final de temporada de Elementary.

No GNT, The Tonight Show retornou com inéditos, e tem os convidados Mike Myers, Neil Degrasse Tyson e Damon Albarn.

Tom Cruise, Emily Blunt, Charlize Theron e Seth McFarlane são os convidados de The Graham Norton Show.

Confira os demais destaques para esta noite.

GNT
Parenthood : Uma História de Família – 15h (ep 4×07)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

NICKELODEON
The Thundermans – 20h30

UNIVERSAL
Chicago Fire – 22 h (ep 2×22) – Leia a reviewSEASON FINALE
Elementary – 23 h (ep 2×24) – Leia a reviewSEASON FINALE

FOX
Bones – 22h30 (ep 9×13) – Leia a review

WARNER
The Mentalist – 22h25 (ep 6×04)

SONY
Parks and Recreation – 12h (6×07) – Reprise
The Neighbors – 12h30 (ep 2×07)
Once Upon a Time – 22h (ep 3×11) – Leia a review

BBC HD
The Graham Norton Show – 23h

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)
Copa do Caos – 21h30

GLOBO
A Grande Família – 22h40 – 14ª temporada
A Segunda Dama – 23h25

SBT
Chaves – 18h30

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
A Cura – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

Orange is the New Black – Balanço de Temporada

Data/Hora 11/06/2014, 22:55. Autor
Categorias Especiais

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A espera foi longa. Mas cada segundo valeu a pena quando o dia 6 de junho chegou. Os envolvidos na produção da série haviam nos prometido uma temporada mais pesada, mais reflexiva e até mesmo mais violenta. E nos entregaram isso.

Logo no primeiro episódio nós já percebemos que as coisas seriam diferentes. Como eu já havia comentado no texto que fiz falando sobre o que esperar da segunda temporada de Orange, foi um grande acerto da equipe de roteiristas nos deixar no escuro, fazendo com que experimentássemos, junto com Piper, toda a ansiedade que a situação proporcionava. E por alguns minutos tememos que a ousadia dos produtores fosse enorme e fizesse com que todas as presas que aprendemos a adorar na primeira temporada não aparecessem mais.

Piper e Nicky

Felizmente foi um blefe, e dos bons. E se o primeiro episódio da temporada focou em Piper (e não poderia ser diferente), o 2° deu mostras de que as coisas não seriam bem assim: em mais uma decisão bastante ousada da equipe criativa da série, Chapman não participou da trama. Nada convencional, eis que até então a loira era tida como A protagonista do seriado. A partir daí, a tendência de vermos menos de Piper se confirmou. E foi um dos maiores acertos dessa temporada.

E  muito embora eu tenha sentido falta de uma maior interação da Piper com as outras detentas (ela e a Nicky funcionam muito bem juntas, poderiam ser melhores aproveitadas como dupla), reconheço que o foco em Chapman, da qual sabemos muito mais em razão da primeira temporada, seria incoerente, uma vez que não haveria como aprofundarmos ou avançarmos muito na história dela (os dois flashbacks cumpriram bem esse papel e foram suficientes para isso). Isso sem contar que a diminuição do destaque de Piper pode se creditar, também, à ausência de Alex Vause.

E com a relativização do papel de Chapman na trama, relativizou-se também o papel da Pennsatucky, uma vez que boa parte das rixas da primeira temporada as tiveram como protagonistas. Com o papel de antagonista vago, surge a figura de Vee, que ocupou o lugar com maestria, trazendo tons mais pesados para a segunda temporada da série. Ficou com mais cara de prisão, se é que vocês me entendem.

Ou seja: a dinâmica do show foi outra, bem diferente – embora os elementos que nos fizeram amar OITNB continuassem ali. E quando digo “elementos que nos fizeram amar OITNB”, falo de um roteiro competente e profundo, personagens bem construídas, atrizes (e atores também) magníficas e afiadas e um humor diferente, que apesar de muitas vezes absurdo, sempre cabe no contexto. E as tiradas e referências dessa temporada não ficaram devendo nada à temporada de estreia da série.

E como falar de 13 episódios sem deixar algo importante de fora é difícil, eu dividi o texto em tópicos, na esperança de escrever algo que faça jus à maravilha que a série é.

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OS FLASHBACKS

Orange is the New Black é uma série de desconstrução de estereótipos. Já na primeira temporada nós aprendemos que nem tudo que aparenta é. E quanto mais fundo íamos na jornada de conhecimento das detentas, mais nos livrávamos de pré-conceitos e preconceitos.

Nessa segunda temporada não foi diferente.

Os flashbacks reafirmaram aquilo que já sabíamos: não devemos julgar pela aparência, e muito menos em razão de um conhecimento superficial. As coisas têm uma razão de ser, e geralmente ela não é aquela que esperamos.

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O flashback de Poussey é um grande exemplo disso. Vê-la na Alemanha, vivendo em uma vila militar e feliz ao lado da namorada foi uma grande surpresa. Eu nunca havia parado para pensar sobre o passado de Poussey e sobre as razões para que ela estivesse na prisão. Sua história fugiu do lugar comum, e abordou também o preconceito que as pessoas com uma opção sexual considerada “fora do normal” sofrem. Vibrei com a defesa do pai da Poussey, e quis encher de porradas a cara do oficial alemão. Mas acompanhar essa história foi especialmente interessante em razão da luta da Poussey para entender a natureza de seus sentimentos por Taystee e sua tentativa de equilibrar os seus princípios e o relacionamento com a melhor amiga. Foi uma trama bonita de se acompanhar.

Os flashbacks de Gloria e da Taystee mostraram, por outro lado, que por questões sociais, muitas vezes a criminalidade acaba sendo uma das poucas saídas para a sobrevivência. Gloria fraudou o sistema de vale alimentação para fazer uma poupança para os filhos e fugir de um companheiro abusivo, e Taystee acabou envolvida no tráfico de drogas para sentir-se amada e querida por uma “mãe”, para possuir uma família. Uma busca justa por um caminho equivocado, e a punição vem daquele que deveria ofertar tais coisas, mas falha nessa tarefa. Só não falha em penalizar – ou até nisso falha, já que o faz de forma equivocada.

Já os flashbacks da Morello (assim como havia ocorrido com o da Pennsatucky, na primeira temporada) e da Crazy Eyes trazem à baila a questão da pouca eficiência do sistema carcerário em atender sua população de forma adequada e individualizada, e falo disso mais adiante.

O fato é que se já adorávamos a Crazy Eyes e queríamos coloca-la em um potinho, através de seu flashback pudemos compreender melhor sua vida de “deslocamento” e o porquê de sua associação com a ardilosa Vee. E o flashback da Morello, um dos mais surpreendentes da temporada, só fez com que meu amor por ela – e a minha torcida para que ela conseguisse escapar sem ser vista da casa do Christopher – aumentasse muito. É fenomenal como Jenji e sua equipe brincam com os nossos conhecimentos sobre as personagens e, sutilmente, conseguem nos surpreender repetidas vezes.

Mas Orange is the New Black também não cai no erro de afirmar que todas as detentas estão ali porque queriam dar uma vida bacana e digna à família, se sentirem protegidas, amadas ou algo do tipo. E a história da Dona Rosa mostra isso. Ela assaltava bancos pela adrenalina, pela sede de dinheiro. Se havia algo “nobre” por trás disso, não nos foi apresentado. Mas ainda assim a série é cuidadosa ao nos alertar que assim como o bem não é absoluto, o mal também não o é. E o carisma da Rosa, especialmente, sua relação com a Morello e com o garoto da quimioterapia, fazem com que nos apaixonemos por ela e vibremos com o final da temporada. Em se tratando de Orange is the New Black, nada é unidimensional.

O flashback da Irmã Jane também mostrou que as vezes, por mais bonita que seja a causa, o que motiva o ser humano é o ego, a vontade de ser visto e reconhecido, de ser amado. A vaidade da freira acabou colocando-a na prisão, e apenas o idealismo de Soso – e o apoio de Red – começam a mudar isso. Uma prova de que a prisão pode, sim, devido ao seu material humano, melhorar uma pessoa.

Foi bacana também, através dessas espiadelas no passado, descobrir o porquê do relacionamento “8 ou 80” de Red e Vee. Ver como as coisas funcionaram no passado, como algumas relações (como a de Red e de Norma) começaram a se construir, como os esquemas de contrabando se formaram, fez com que entendêssemos muito melhor o papel de Red dentro da trama, bem como a personalidade de Vee (e aqui os flashbacks da própria e da Taystee também auxiliaram) e o seu conflito com a primeira.

Por isso, no meio de tantas histórias pesadas, é impossível não achar o drama de Piper um pouco “first world problems”. Não que isso diminua a importância de Chapman, ou mesmo torne sua trajetória pessoal descartável ou menos interessante. Pelo contrário: a luta dela é outra, como bem mostra o flashback do 1° episódio.

Piper passa, na prisão, por um processo de autoconhecimento. E a imagem que ela passa a ter de si mesma é diferente da que os outros, aqueles que estão fora dos domínios de Litchfield, tem dela. É um processo incômodo, potencializado por estar ocorrendo em um ambiente tão hostil. E Chapman encontra, de certa forma, eco em Soso, que também luta com a questão da falta de compreensão dos demais em relação à sua essência e ao seu novo eu, o pós-prisão. E talvez ser o eco de piper seja a principal função de Soso na trama.

O fato é que os flashbacks de Orange is the New Black são uma das melhores partes da série. E é impossível não querer mais e mais deles. Mal posso esperar pela 3ª temporada e seus insights, suas surpresas e histórias.

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AS NOVAS PERSONAGENS

Duas novas personagens se destacaram nessa temporada. E eu tiro meu chapéu para a construção de Yvonne “Vee” Parker.

Poucas vezes eu vi uma personagem tão bem construída. E falo sério. A trama dessa temporada não só passou por Vee. Dependeu dela. E seu poder de percepção, aliado ao de manipular as pessoas, fez inclusive com que outras personagens se modificassem. Red, Taystee (e, consequentemente, Poussey) e Crazy Eyes foram as mais afetadas pela onipresença de Vee. A ardilosa vilã trouxe um esquema de venda de cigarros para dentro da prisão para, logo na sequência, reinstaurar o tráfico de drogas em Litchfield. Com isso, Red, que achou uma forma de reativar seu “contrabando do bem”, se meteu na contenda e acabou reabilitando uma inimizade de muitos e muitos anos.

E Vee formou seu pequeno exército de negras, certa de que o domínio branco ou hispânico em Litchfield era um sinal do fim dos tempos. E, com isso, mexeu muito com duas das personagens mais legais da série.

Crazy Eyes, que era um pouco aterrorizante, mas muito divertida na primeira temporada, acabou sofrendo uma inversão. A construção que a magnífica Uzo Aduba fez para a segunda temporada consistiu em tons mais pesados, já que Crazy Eyes fez parte do esquadrão da supremacia de Vee. E foi sua mais fiel seguidora, já que Vee a manipulou muito bem, oferecendo o que Crazy sempre buscou: carinho e proteção. Em suma: um lugar para chamar de seu. Vê-la completamente devastada no episódio final da temporada, após quase ir para a segurança máxima para proteger sua “melhor amiga”, foi de cortar o coração.

Taystee foi outra que mudou consideravelmente com a presença de Vee. A esperta e inteligente detenta, que fez na primeira temporada uma dupla fenomenal com Poussey, acabou se afastando da melhor amiga por causa dos conselhos venenosos de Vee, e de sua “dívida de gratidão” com a “mãe”. Ou seja: também Taystee, sempre tão irreverente e alegre, se adequou ao “tom” da temporada, inserido por Vee: ficou mais sombria, mais perigosa.

E mesmo que Vee tenha tido um desfecho fenomenal e merecido, suas heranças permanecem em Litchfield, seja através da segregação racial que incentivou, da heroína em poder de Nicky e de Boo ou das cicatrizes no rosto de Red. E sua ousadia final – a fuga – deve deixar para as outras detentas também a herança da fiscalização mais rigorosa. Em resumo: não seria equivocado dizer que essa segunda temporada de Orange is the New Black foi de Vee, ainda que não exclusivamente.

Brook Soso, a outra personagem nova, nem de longe teve o poder de Vee. E acho que ela não caiu no gosto da audiência, seja por ser chatinha, reclamona ou monotemática demais. Contudo, como já falei anteriormente, o papel de Soso na trama se justifica. Em primeiro lugar, por servir como uma espécie de eco ou de voz da consciência para Piper. Apesar de muito diferente de Chapman, Soso se encontra em uma situação parecida com a que Piper passou na primeira temporada (a “filhinha de papai” bonita que vai passar férias na prisão). E essa proximidade de histórias rendeu alguns bons diálogos entre as duas, servindo para mostrar, principalmente, que Piper não é mais a mesma.

E Soso, assim como Vee, também funcionou como agente de modificação para as outras detentas (e embora em escala bem menor). Ela teve reflexo direto no núcleo religioso (agora não tão religioso, já que a nova líder Leanne não é, nem de longe, uma Pennsatucky da vida) e na Irmã Jane. Creio que na 3ª temporada, Brook deve funcionar melhor. Afinal de contas, como Piper bem disse, depois de um tempo você passa a “pertencer” ao lugar. E isso faz toda a diferença.

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O STAFF DA PRISÃO

Nessa temporada nós acompanhamos um pouco mais da vida dos guardas. O destaque, assim como na temporada de estreia, ficou com Healy, mas ficamos sabendo um pouco mais de Caputo e de Figueroa também, o que foi bem bacana.

Nenhum guarda teve flashback até agora (e acho que pela importância de Bennet na trama ele mereceria um, talvez), mas os roteiristas utilizaram o artifício de deixar que conhecêssemos eles fora dos muros da prisão para que pudéssemos compreendê-los melhor. Funcionou bem, especialmente com Healy e suas sessões de terapia, que acabaram tendo um reflexo direto dentro da história.

Foi bacana e bastante surpreendente a dobradinha entre Healy e Pennsatucky. O grupo de apoio “Lugar Seguro” que o guarda tentou criar dentro de Litchfield mostrou que ele está tentando ser uma pessoa melhor para as detentas. O apoio que ele deu para o jornal da prisão também. Tá certo que muito da mudança dele foi motivada pela vontade de voltar a ser amado pelas “suas garotas”, mas isso não altera o fato de que ele teve uma temporada de mais amor no coração. E isso refletiu em Pennsatucky, que deixou de ser a “vilã-líder” para ser mais uma excluída, e passou de personagem odiado para um personagem quase que querido.

Foi interessante, também, ver o quão frustrada Figueroa é. A todo-poderosa de Litchfield desviou verbas para que o marido se eleger Senador, e além de lidar com a falta de afetividade dele, ainda por cima descobriu que ele estava tendo um apaixonado caso com um assessor. E como quem sobe muito, quando cai despenca, assistimos a derrocada de Figueroa, com direito à desespero e prestação de serviços sexuais ao Caputo, na tentativa de não ser exposta para a direção do presídio. Não adiantou, e por melhor que ela tenha saído da situação, deu para perceber que ela foi embora devastada.

Caminho inverso fez o “garoto da banda” Joe Caputo. De pau-mandado de Figueroa, ele passou a encarregado por Litchfield no final da temporada. E se ele conseguir permanecer no cargo depois das duas fugas do episódio final, creio que a sistemática na prisão se modificará bastante na próxima temporada. Espero um sistema mais rígido, mas com menos injustiças. Caputo provou ser um homem mais preocupado com as detentas do que com dinheiro, o que deve tornar a vida das presas mais confortável e os guardas menos abusivos. Contudo, a rédea na condução da coisa toda deve ser mais curta, já que essa foi uma temporada de fugas e de violência. Só resta saber se ele será, como Figueroa alertou, mais um a ser corrompido pelo poder. Será uma jornada interessante de acompanhar.

George “Pornstache” Mendez voltou à série, ainda que brevemente, para ser o idiota que conhecemos lá na primeira temporada. E eu acho que apesar dele ter sido preso, essa não foi a última vez que veremos ele. Mendez parece apaixonado por Daya e disposto a assumir o filho “deles”, o que pode trazê-lo de volta na próxima temporada. Mas isso é apenas um palpite.

Por fim, só me resta lamentar a partida de Susan Fischer, que acabou dispensada por ser “boazinha” demais para Litchfield. Desde a primeira temporada a guarda mostrou qualidades que, aparentemente, não combinam com a prisão. E sua vontade de agir de acordo com as regras e tratar as detentas com dignidade acabou fazendo com que um Caputo (magoado romanticamente, diga-se de passagem) desproporcional à dispensasse.

Mas concordo com a Nicky. A demissão foi a melhor coisa que aconteceu à Fischer. Apesar disso, torço para que a vontade de Caputo de fazer o “bem” acabe trazendo a guarda de volta à Litchfield. A personagem é ótima e engraçada, e acrescenta muito à série.

De qualquer forma, em relação ao staff da prisão, acho que podemos esperar caras novas na 3ª temporada.

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A CRÍTICA SOCIAL

Orange is the New Black SEMPRE insere temas importantes nos episódios. Algumas vezes, de forma mais velada. Outras, de forma mais escrachada. As vezes, o humor é utilizado para fazer graça de certas lendas urbanas que existem por aí (como a dominação gay). E em outras oportunidades, o papo é sério.

Nessa segunda temporada, a questão do descaso do sistema carcerário com a sua população ganhou evidência. E se na primeira temporada a questão dos trangêneros ganhou destaque, dessa vez foram outros dois grupos os mais focados: a idosas e as detentas com problemas mentais.

A inserção da soltura por compaixão foi, dessa forma, feita com perfeição na trama, já que uniu esses dois pontos, e escancarou a impossibilidade de um sistema que costuma tratar a todos de forma “igual”, desconsiderando as particularidades humanas, em lidar com o diferente.

Outro tema que veio à tona, com força, foi sobre a corrupção existente no meio, que se manifesta através do desvio de verbas. Essa questão também está ligada com o descaso, uma vez que vários projetos que serviriam para melhorar a qualidade de vida das detentas acabam não saindo do papel em razão da má utilização de verbas.

É absurdo pensar em um banheiro no qual o banho não possa durar mais que alguns segundos, sob pena de dejetos saírem pelos ralos. É absurdo pensar em geradores sem motor, uma rede elétrica que não funciona, presas sem atendimento médico adequado (como a Dona Rosa, que ficou sem a cirurgia que tanto precisava). E é mais absurdo pensar em tudo isso acontecendo para que alguns agentes do sistema encham seus bolsos.

Por fim, é preciso falar do abuso dos guardas, que costumeiramente confundem rigidez com excessividade, e acabam compensando sua ineficiência com cobranças e atitudes absurdas. E a crítica passa também por mostrar que os guardas que tentam ser mais humanos acabam sendo massacrados pelo sistema. Um problema sério, e que possivelmente será novamente abordado na próxima temporada, através da luta de Caputo para transformar Litchfield em uma prisão melhor e não se deixar corromper absolutamente pelo sistema.

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OS SHIPS

Uma boa série precisa de bons casais para os quais possamos torcer, certo? E Orange is the New Black não foge dessa “regra”.

O casal Bennet e Daya é quase que uma unanimidade entre os fãs. O romance do guarda com a hispânica conquistou os telespectadores na estreia da série, e nessa temporada nós acompanhamos os desdobramentos do envolvimento sexual e afetivo de ambos: a gravidez da Daya.

Eu gostei bastante da forma como a trama deles se desenrolou. A situação passa longe de ser simples, em razão de todos os complicadores que a cercam. E talvez por isso tenha demorado tanto para que a gravidez da garota tenha sido revelada, o que cansou um pouquinho, assim como a personalidade “fraca” de Bennet. O guarda é extremamente inseguro. E não que a insegurança dele não seja justificada, afinal de contas não é fácil ele revelar que se envolveu com Daya e acabar preso, como ela sugere. Mas acho que a decisão dele de se abrir para o Caputo poderia ter sido antecipada.

De qualquer forma, foi interessante acompanhar os dois nessa temporada, e vai ser interessante ver como o novo diretor lidará com a questão no futuro, bem como qual será o destino de Bennet e de Daya, e, especialmente, do bebê que ela carrega, já que o apaixonado Pornstache deu mostras de querer ser um pai de família. É esperar um ano para ver.

Outro “casal” que tem alguma torcida (tem, né? Mesmo que seja tipo caviar e a gente só tenha ouvido falar) é Larry e Piper. Pois bem, ex-casal. Definitivamente. O navio afundou.

Achei que toda a trama de Larry e Polly gastou um tempo considerável da série que, sim, poderia ter sido utilizado com outras tramas. Mas não achei que o tempo foi mal gasto. Era necessário encerrar esse capítulo, e a Jenji foi nada menos do que genial ao unir o ex-noivo de Piper à ex-melhor amiga da loira. Foi um tanto quanto clichê, foi previsível (pela forma como a trama se conduziu). Mas nada mata um ship como isso, Blair, Serena e Nate mandaram avisar.

Não sei se Larry e Polly aparecerão na próxima temporada. Mas se aparecerem, creio que será bem brevemente. Sinto que um capítulo se encerrou em relação à eles, e se eles não voltarem mais, a história fechou satisfatoriamente. Ponto positivo, então.

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E chegamos, então, ao ship da série. Sim, eu sei que Vauseman não é unanimidade entre os fãs, mas mesmo que não shippa precisa reconhecer que Vanilla and Vanilla são o casal principal do show. E a agenda de Laura Prepon impediu que o casal tivesse um bom tempo de tela na segunda temporada.

Contudo, é inegável que o tempo escasso de Prepon foi bem utilizado pelos roteiristas. A saída da delação premiada, introduzida no primeiro episódio (e que seguiu com a saga de Piper e Alex de ferrar com a vida uma da outra, alternadamente) foi genial, e explicou a ausência de Vause por pelo menos 9 episódios. Mas nem por isso Alex deixou de ser mencionada ou de participar da trama de outra forma, seja pelas cartas, pelas lembranças de Piper ou pelas conversas entre Nicky e a loira. E o retorno de Alex, lá no 10° episódio, pelo desenvolvimento da trama, foi natural e bastante crível.

Tudo para nosso atormentado e querido casal seguir sua sina de “vou ferrar com a sua vida” mais uma vez na season finale, o que explica o possível retorno de Alex à prisão na 3ª temporada. E nunca uma decisão tão errada me fez tão feliz, confesso.

Apesar de ferrarem com a vida uma da outra repetidas vezes, é impossível não torcer para que as duas fiquem juntas. Porque há muito, muito amor ali. Há inevitabilidade. Química. E quando elas estão juntas, transparecem que nada mais importa. Por isso eu espero que Jenji faça com que Piper abra o jogo com a Alex sobre sua jogada para trazê-la de volta à prisão logo no início da 3ª temporada. Impossível que o coração de Alex não se derreta todo se Chapman confessar que fez isso porque queria ela perto e segura. Se a temporada iniciar assim, o navio navegará por águas calmas e deliciosas. E já que série consegue se sustentar bem sem o drama entre as duas, seria legal vê-las felizes – embora encarceradas -, para variar. Ainda que tenhamos, eventualmente, lidar com a questão do tempo de pena das duas ser muito diferentes. Mas como muita água ainda pode passar sob essa ponte, não vamos sofrer por antecipação. Afinal, a liberdade é uma coisa boa, certo?

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O QUE ESPERAR DA 3ª TEMPORADA

Um longo tempo nos separa da 3ª temporada de Orange is the New Black. E ainda não temos certeza sobre as atrizes e atores que retornarão para ela, fazendo com que qualquer previsão seja um exercício de futurologia. Mas vou me arriscar.

Pela forma que a 2ª temporada da série foi conduzida, creio que assistiremos, na sequência, a tentativa de Caputo de reerguer Litchfield. E esse processo deve passar pela ajuda do (regenerado) Healy e de Bennet.

Nicky, possivelmente, ganhará mais destaque na próxima temporada. E o motivo pode partir nossos corações: talvez a garota não resista ao apelo da heroína. Prato cheio para a “família Red” ganhar uma trama para chamar de sua. E Poussey, pelo destaque que obteve nessa temporada e pelo amor que gerou na audiência, também deve ganhar destaque. E talvez um amor. Quem sabe…

Vauseman (nossa, Mariela, como você é previsível) será o ship da temporada, já que Laura Prepon falou em entrevista que estará disponível para a 3ª temporada inteira. E talvez Jenji dê uma chance para as duas e a gente possa ver o relacionamento delas em tempo real, e não mais através de flashbacks. Acho que podemos aguardar cenas fofinhas nas camas do presídio para a próxima temporada.

Ah, e é claro, podemos esperar piadas engraçadas, tiradas inteligentes, bordões grudentos, histórias muito bem contadas, surpresas, novos e bons personagens. Resumindo: vou esperar que esse ano que nos separa da 3ª temporada de Orange is the New Black passe rápido. Muito rápido.

Penns-New-Smile

P.S.1: obrigada, Senhor, pelos novos dentes da Pennsatucky.

P.S.2: Nicky Nichols precisa de mais tempo de tela. De mais flashbacks. Natasha Lyonne dominou a cena, quando o roteiro lhe permitiu aparecer.

P.S.3: jamais na história da televisão existiu seriado com um elenco feminino tão forte e maravilhoso. E com personagens tão magnificamente construídas. Não há uma personagem sequer que não traga por trás de um manto de simplicidade uma complexidade que encanta.

P.S.4: Alex sendo libertada, Crazy Eyes revelada como a pessoa que quebrou a cara da Piper (e a impediu de matar Pennsatucky), Crazy Eyes (sempre ela) dando uma surra em Poussey,Taslitz matando “a Vee” errada e Dona Rosa atropelando Vee foram os momentos mais “OMG” da temporada.

P.S.5: alguém aí não está completamente apaixonado pela Poussey (e por seu alemão charmoso)?

P.S.6: Morello e a melhor descrição de um filme. Ever!

P.S.7: já é 2015?

2ª temporada de ‘Bates Motel’ estreia em 24 de julho no Universal

Data/Hora 11/06/2014, 16:22. Autor
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O Canal Universal estreia no dia 24 de julho, quinta-feira, às 22h, a segunda temporada de Bates Motel.

O novo ano de Bates Motel, que conta com dez episódios, tem confirmadas as participações de Michael Vartan (Nunca Fui Beijada) como George Heldens – novo interesse amoroso de Norma -; Rebecca Creskoff (Hung) que interpreta Christine Heldens – a primeira amiga de Norma -; Kenny Johnson (Sons of Anarchy) como Caleb Bates – irmão distante de Norma -; além de Kathleen Robertson (Boss) como Jodi Wilson – uma mulher de negócios e artista – e Michael O’Neill (Clube de Compras Dallas) que vive Nick Ford – um homem inteligente que procura vingança pela morte de sua filha, a professora Watson (Keegan Connor Tracy).

A estreia da segunda temporada nos Estados Unidos registrou 4,6 milhões de espectadores, com 2,6 milhões entre o público de 18 a 49 anos, somando DVR e outras plataformas.

Sobre a série

Um prefácio contemporâneo do gênero de suspense psicológico, a série promete apresentar um retrato íntimo de como a psique de Norman Bates se desenvolve ao longo de sua juventude. Os fãs poderão ver a fundo uma história obscura e a relação conturbada do jovem com sua mãe, Norma, que ajudou a dar origem ao mais famoso assassino do clássico de cinema Psicose, de Alfred Hitchcock.

Norman Bates (Freddie Highmore) e sua mãe, Norma (Vera Farmiga), mudam-se para uma nova cidade em busca de um recomeço. Porém, a mudança revela segredos sombrios sobre o local e desperta instintos cruéis em seus novos moradores.

Na primeira temporada, é enfatizada a relação entre mãe e filhos – Norma, Norman e Dylan (Max Thieriot). Emma (Olivia Cooke) se interessa por Norman, no entanto, o adolescente se apaixona por Bradley (Nicola Peltz). Enquanto isso, Norma se envolve com o delegado Shelby (Mike Vogel) e, por conta dos acontecimentos no decorrer da temporada, estabelece uma relação de cumplicidade com o xerife Romero (Nestor Carbonell), que descobre os crimes da família e os protege da justiça.

Bates Motel é produzida pela Universal Television para o canal A&E nos Estados Unidos. A produção executiva é assinada por são Carlton Cuse (Lost) e Kerry Ehrin (Friday Night Lights).

 

No Universal, a série conta com opção de áudio dublado em português e original com legendas.

Com informações repassadas pela assessoria do canal.

Laura Prepon volta ao elenco principal de ‘Orange is the New Black’; Samira Wiley é promovida a regular

Data/Hora 11/06/2014, 14:52. Autor
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Laura Prepon, que interpreta alex Vause em Orange is The New Black, confirmou ontem (10) para Savannah Guthrie, do Today Show, que participará de todos os episódios da 3ª temporada da série. “Sim, definitivamente, e eu estou realmente excitada porque eu senti muita saudade de todo mundo durante a 2ª temporada. Mas sim, nós começamos a filmar ontem (9) e isso é genial, então eu mal posso esperar para voltar ao trabalho”.

NOTÍCIA| Laura Prepon fala sobre a 2ª temporada de ‘Orange is the New Black’

E Samira Wiley, a intérprete de Poussey, foi promovida graças ao destaque que obteve na 2ª temporada. A atriz, que apareceu em praticamente todos os episódios da série, foi promovida ao elenco regular de OITNB e tem participação garantida na continuação da trama.

Com informações da US Magazine e do Deadline.

Netflix anuncia série original infantil baseada em ‘The Magic School Bus’

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A Netflix e a Scholastic Media anunciaram o lançamento de uma nova série original Netflix baseada na icônica série de TV The Magic School Bus.  Completamente repaginada e com produção digital, The Magic School Bus 360° é uma versão dinâmica do programa que revolucionou a TV infantil nos anos 90. Premiada com um Emmy, a equipe criativa da Scholastic Media trabalha na nova série infantil com a produtora executiva Deborah Forte. Os 26 episódios serão lançados na Netflix a partir de 2016.

The Magic School Bus revolucionou a programação infantil ao misturar entretenimento e ciência com personalidade e muita energia. Estamos orgulhosos dessa série: ela sobreviveu ao tempo e continua sendo apreciada por pais e filhos”, disse Deborah Forte, presidente da Scholastic Media. “A nova versão, The Magic School Bus 360°, continua atrativa para as crianças e adiciona uma opção ao panorama atual da programação infantil. Através da Netflix, a série deve alcançar ainda mais famílias no mundo inteiro, que agora poderão assistir à série onde e quando quiserem.”

“A Scholastic é uma criadora e produtora importante de programas de alta qualidade para crianças e famílias, e suas principais séries, como ‘Ônibus Mágico’, ‘Clifford, o gigante cão vermelho’ e ‘Goosebumps’, são grandes sucessos na Netflix em todos os territórios onde atuamos”, declarou Ted Sarandos, executivo-chefe de conteúdo da Netflix.  “Estamos felizes em expandir esta relação com a Scholastic e por sermos o primeiro veículo de exibição de The Magic School Bus 360°, apresentando a professora Frizzle e suas aventuras a uma nova geração.”

A nova iteração da franquia volta com a professora Frizzle, antes dublada por Lily Tomlin, com uma atitude mais moderna. Os alunos não ficam atrás, e muito menos o novo ônibus de alta tecnologia, que convida as crianças a embarcarem em grandes aventuras para conhecer o incrível mundo da Ciência.  Cada novo episódio promete descobertas emocionantes, explorações radicais e humor, incentivando a criança a pensar de forma crítica e criativa ao responder a questões e solucionar problemas. A série também apresenta as últimas novidades tecnológicas em campos como robótica, dispositivos vestíveis e câmeras, o que cativa a imaginação das crianças e incentiva seu interesse pelas ciências. Os novos episódios adotam novas técnicas de animação, ciência e tecnologia para encantar uma nova geração de jovens espectadores. Como ocorreu com seu predecessor, crianças do mundo todo poderão descobrir a magia e o valor da exploração e da inovação.

Acompanhando a ênfase global no sistema educacional STEM, The Magic School Bus 360° aborda todos os campos da ciência e adota a tecnologia como uma ferramenta criativa que serve de apoio ao aprendizado e está por todo lado. A série é uma oportunidade excepcional para a criança observar e aprender como a ciência funciona. Com a produção a criança explora e aprende a participar ativamente do processo científico através das aventuras extraordinárias e descobertas fantásticas apresentadas no programa.

Além de The Magic School Bus, Forte criou e produziu algumas das séries infantis mais bem-sucedidas do mundo, como a vencedora do Emmy Clifford, o gigante cão vermelho, WordGirlGoosebumps® e o futuro lançamento Astroblast. A talentosa equipe de produção de The Magic School Bus 360° conta com a presença do premiado diretor Chris Gilligan, que trabalhou em vários filmes de família como Robôs, A era do gelo 2, Horton e o mundo dos Quem!, James e o pêssego gigante e Frankenweenie.

No ar há 18 anos consecutivos e em mais de 39 países, The Magic School Bus é a série infantil científica mais duradoura da história da TV. O excelente programa recebeu mais de 100 prêmios conceituados, incluindo um Emmy, um Annenberg e um prêmio da Associação de Educação dos EUA. A série também recebeu elogios de pais e professores por transformar o aprendizado científico em algo divertido e agradável a todo tipo de público, com ênfase nos grupos que, historicamente, correm o risco de “pular a ciência”, como garotas e minorias. A série surgiu a partir dos best-sellers da Scholastic escritos por Joanna Cole e ilustrados por Bruce Degen, com mais de 85 milhões de cópias impressas no mundo todo, em nove línguas. Em 2011, The Magic School Bus celebrou seu 25º aniversário.

Para obter mais informações sobre a série, acesse www.scholastic.com/magicschoolbus ou Magic School Bus | Scholastic Media Room.

Com informações cedidas pela Netflix.

Destaques na TV – quarta, 11/06

Data/Hora 11/06/2014, 09:18. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira os destaques da programação de TV nessa quarta-feira.

Continuo sem entender o descaso do canal AXN em exibir a série Perception nestes horários infelizes e em não oferecer, como fez na primeira temporada, a opção dublada. No episódio dessa semana, Pierce (Eric McCormack) e Moretti (Rachael Leigh Cook) mergulham na realidade virtual para solucionar o assassinato de um homem que passava a maior parte do seu tempo jogando o MMO chamado Caleidoscope. Com a participação de DJ Qualls (Supernatural).

A Sony continua com a exibição de dois episódios seguidos de Grey’s Anatomy rumo ao final de temporada na próxima semana. E no primeiro episódio, que vai ao ar às 21h, teremos a volta do Dr. Burke (Isaiah Washington).

No GNT, The Tonight Show retornou com inéditos, e tem como convidados Tom Cruise, Kendall Jenner, Kylie Jenner e Chrissie Hynde.

Confira os demais destaques.

GNT
Questão de Família – 22h30
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 23h30

MULTISHOW
Só Garotas – 21h30

GLITZ
Pretty Little Liars – 18h50 (ep 4×15) / 19h40 (ep 4×16)
Rizzoli & Isles – 20h30 (ep 3×05) – Leia a review / 21h20 (ep 3×06) – Leia a review

WARNER
Believe – 20 h (ep 1×11)

SONY
Parks and Recreation – 12 h (6×06) – Reprise
The Neighbors – 12h30 (ep 2×06)
Grey’s Anatomy – 21 h (ep 10×22) – Leia a review / 22 h (ep 10×23) – Leia a review
Scandal – 23 h (ep 3×13)

AXN
Perception – 7h30 / 13 h e 3 h (ep 2×05)

TBS
Projeto Mindy – 20h15 (ep 1×04)
The Millers – 21 h (ep 1×16)

COMEDY CENTRAL
The Goldbergs – 20h30 (ep 1×12)

MTV
The Vampire Diaries – 15 h (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)
Smallville – 15h45 (exibição de segunda a sexta reprise 4ª temporada)

MAX*e
Real Humans – 22 h – (ep 2×02)

SBT
Chaves – 18h30

RECORD
Breaking Bad – 23h45 (ep 5×12)

VIVA
Malhação – 13 h (de segunda a sexta)
A Próxima Vítima – 14h30 (de segunda a sexta)
Mulher – 23h10
Dancin’ Days – 0 h (de segunda a sábado)

E então? Qual a sua programação para hoje?

Gravidez de Rachel Bilson seria o motivo do adiamento do retorno de ‘Hart of Dixie’

Data/Hora 11/06/2014, 09:00. Autor
Categorias Notícias

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Rachel Bilson – a eterna e simpática Summer Roberts, de The O.C. – está grávida do ator Hayden Christensen (Star Wars), conforme foi anunciado na impressa, que ela teria o seu primeiro filho com o seu companheiro de longa data.

NOTÍCIAS | ‘Beauty and the Beast’, ‘Hart of Dixie’ e ‘The 100’ são renovadas pela CW

As primeiras imagens da barriguinha da atriz – que está curtindo as férias de Hart of Dixie em Barbados – já caíram na rede, inclusive.

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A expectativa dos fãs da série da CW é saber se a gravidez de Bilson será introduzida na trama de Hart of Dixie, já que os produtores do seriado confirmaram que a morena participará da temporada inteira. Contudo, ainda não foi divulgado o número de episódios da próxima temporada, que estreia apenas em 2015 em razão da gravidez da protagonista.

Vale lembrar que não é a primeira gravidez que a equipe da série enfrenta. A atriz Jaime King, que interpreta Lemon Breeland, anunciou em maio, através da sua conta do twitter, sua gravidez. Por essa razão, a sua personagem teve a sua aparição reduzida na terceira temporada do seriado.

Com informações do Rachel Bilson Brasil (página do facebook) e do Us Weekley (aqui e aqui).

‘Doctor Who’: Steven Moffat, Peter Capaldi e Jenna Coleman farão turnê que terminará no Brasil

Data/Hora 10/06/2014, 23:10. Autor
Categorias Notícias

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Whovians, atenção!

A BBC anunciou nesta terça-feira (10) que Steven Moffat, Peter Capaldi e Jenna Coleman farão uma turnê mundial em nome de Doctor Who e que o Brasil está incluso na lista dos países a serem visitados. A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como destino brasileiro.

O showrunner e os atores embarcam nesta viagem para divulgar a 8ª temporada de Doctor Who. A turnê se iniciará no Reino Unido, em Cardiff e Londres; depois eles visitarão a Ásia, chegando à capital da Coréia do Sul, Seul; em seguida, rumam à Oceania, chegando a Sydney, na Austrália; sobem o globo até os Estados Unidos, em Nova Iorque; pousam, posteriormente, na Cidade do México, no México; e por fim, finalizam a turnê no Rio de Janeiro.

No site de Doctor Who, os fãs poderão conferir o itinerário e eventos. Em março, Mark Gatiss, um dos roteiristas da série, visitou  o Brasil para um evento de marketing. E foi justamente no Rio de Janeiro, no evento Rio Content Market, onde participou de uma coletiva de imprensa com jornalistas e convidados.

 

A 8ª temporada de Doctor Who estreia em agosto e marca a chegada de Peter Capaldi como o 12° Doutor.

Com informações do Doctor Who

‘Pretty Little Liars’ é renovada para mais duas temporadas

Data/Hora 10/06/2014, 22:57. Autor
Categorias Notícias

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Os fãs de Pretty Little Liars não esquecerão o dia 10 de junho. A data, além de marcar a estreia da quinta temporada da série, também foi a escolhida pela ABC Family para o anúncio da renovação da série por mais dois anos.

”Nós conhecemos o final do show, e não é na quinta temporada”, afirmou Marlene King, produtora executiva da série, em entrevista dada em março. Ela disse que ”o final da quinta temporada definitivamente nos leva para uma sexta temporada. Acho que quanto mais cedo eles nos digam [a data final], escreveremos para isso. Nós sabemos o final e estamos preparados para chegar lá, entretanto precisamos de um aviso prévio de doze episódios para fazer isso acontecer”.

A sexta temporada do drama irá ao ar na midseason de 2015. Já a sétima temporada só chegará às telinhas em 2016.

Com informações do TV Line.

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