TeleSéries
Criminal Minds – Remembrance of Things Past
05/04/2011, 17:23.
Simone Miletic
Reviews
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Série: Criminal Minds
Episódio: Remembrance of Things Past
Temporada: 6ª
Número dos Episódio: 6×03
Data de Exibição nos EUA: 06/10/2010
Data de Exibição no Brasil: 28/3/2011
“Quando eu era jovem, eu podia lembrar de qualquer coisa, não importava se ela tinha acontecido realmente ou não.Mas minhas faculdades mentais estão decaindo agora, e logo eu acredito que não poderei lembrar de nada a não ser das coisas que nunca aconteceram. É triste partir em pedaços desta forma, mas todos teremos que fazê-lo.” Mark Twain
Remembrance Of Things Past é um episódio que me lembrou muito dos dois primeiros anos da série. Um caso mais cerebral que físico, mas bastante passional.
No caso, passional pra Rossi, que passou quase dez anos perseguindo o tal assassino The Butcher (O Açougueiro) sem conseguir pegá-lo. Um homem que matava mulheres após torturá-las e fazer com que elas deixassem mensagens de despedida para seus entes queridos. Mensagens em que elas falavam terem gostado de sua morte.
O detalhe dessas mensagens é, na verdade, a tortura mais pesada que era praticada e é também o que faz com que Rossi consiga identificar nos novos assassinatos que estão acontecendo na mesma cidade os sinais de que o mesmo assassino está de volta.
Não deixa de ser reviravolta descobrir ao mesmo tempo que Rossi estava certo e de que a equipe também estava: um novo assassino entra em cena, imitando os passos do assassino original só que com uma motivação ainda mais macabra: fazer com que o velho assassino revivesse o que fez, na esperança de que ele lembrasse de seu passado.
A medida em que o episódio avança, o clima vai ficando mais pesado porque podemos ver a relação doentia entre filho e pai, mas nada tinha me preparado para o fato de que o rapaz, aos 10 anos de idade, ajudou o pai a matar a própria mãe. A loucura é tanta que isso acaba sendo apagado da mente do rapaz.

Destaque para o trabalho dos dois convidados especiais: tanto Josh Braaten, que interpretou o filho e conseguiu mantê-lo com um ar de indefesa mesmo quando ele quase mata Anna, e de Daniel J. Travianti, que faz a transição de homem indefeso para assassino frio de forma admirável em sua conversa com Rossi.
Detalhes de fundo: achei estranho Rossi entrar de férias logo depois da saída de JJ, afinal é normal um tempo da adaptação após a perda de alguém em uma equipe. Talvez isso tenha sido apenas uma indicação de que o tempo
passou. No entanto, em sentindo contrário, vemos Garcia retirando a placa de JJ da porta e Morgan trocando mensagens de texto com Ellie (não tenho opinião formada quanto a isso), numa indicação de que não faz tanto tempo
assim. Não sei se essas indicações temporais contraditórias foram propositais ou não, mas me deixaram incomodada num episódio que foi praticamente perfeito.
Vale a citação: o diálogo de Morgan e Prentiss sobre crianças:
Morgan: Você sabe, pais deveriam proteger suas crianças.
Prentiss: Bom, algumas vezes eles não recebem o memorando.
Grey’s Anatomy – Song Beneath the Song
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Song Beneath the Song
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×18
Data de Exibição nos EUA: 31/03/2011
Como sou completamente alienada, nunca sei dos spoilers, das participações especiais que acontecerão na temporada, da renovação ou não dos contratos dos atores (já se discute por aí sobre a declaração da Ellen Pompeo de que só ficará pra mais duas temporadas e como será possível a continuação de Grey’s sem o personagem que dá nome a série. Alguns apostam que Chyler Leigh poderia muito bem substituí-la, e que os personagens secundários garantem a mesma qualidade, enfim, você já sentiu o drama.) e, portanto não fazia idéia de que o acidente de Callie e Arizona seria a desculpa para um episódio musical.
Mas como a Tati Leite bem disse no twitter “não é ficção científica, nem musical, porque raios o povo vai ficar cantando? Só pode ser na cabeça de alguém.” – o que torna o propósito do acidente completamente ridículo. Antes tivessem colocado os personagens num bar com karaokê e ia ser menos feio do que foi feito. Sim, porque se não fosse pela competência de Sara Ramirez esse episódio seria um completo fiasco.
Castle – Law & Murder
31/03/2011, 11:54.
Mariela Assmann
Reviews, Spoilers
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Série: Castle
Episódio: Law & Murder
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×19
Data de Exibição nos EUA: 28/03/2011
Nessa semana, Castle exibiu um episódio um pouco diferente do convencional. As investigações envolveram menos ação e mais “pensamento”. Mas isso não significa que o produto final não tenha sido aprovado pelo controle de qualidade dos fãs. Aliás, não me canso de elogiar a estabilidade de Castle, já que todos os episódios, especialmente dessa 3ª temporada, são bons. Claro, alguns foram fora de série, mas não foi exibido sequer um episódio que possa ser taxado como ruim. E os telespectadores norte-americanos têm reconhecido a excelência de Castle, tanto que Law & Murder teve audiência de 12,56 milhões de expectadores, a 3° maior da série, e a maior dessa temporada.
Em Law & Murder, Castle e os investigadores do 12th Precinct precisam desvendar um homicídio clássico, por envenenamento, o que já é o suficiente para mexer com a mente dos apaixonados por mistério. E o que, com certeza, mexeu com as ideias de Castle, que já inicia as investigações afiadíssimo (Cianeto? Isso é fantástico!), cogitando atribuir a autoria do crime à nazistas e ditadores do mal. Só que as circunstâncias que envolvem o assassinato não são tão clássicas assim, e o que era a investigação de um crime acaba se desdobrando na tentativa de desvendar um duplo homicídio.

No caso dessa semana estavam presentes todos os ingredientes necessários para a construção dos melhores suspenses policiais. Tivemos envenenamento, julgamento, intrigas familiares, um réu mal encarado com um braço direito ainda mais amedrontador, um promotor disposto a ir até as últimas consequências pela sua carreira política, uma morte para acobertar a outra, um homem da lei que não se corrompe, uma bela e inteligente detetive assessorada por uma afinada dupla de detetives e, óbvio, um escritor. E é claro que a combinação desses elementos, em Castle, não iria deixar a desejar.
Tá certo que o desfecho do caso não foi totalmente imprevisível. Mas o caminho percorrido até a conclusão foi, certamente, bem instigante e conseguiu prender a atenção dos fãs, apesar do ritmo mais lento. As investigações foram bem construídas, e é sempre interessante quando o Capitão Montgomery tem um envolvimento maior com o caso, ainda mais quando sua participação é decisiva. E preciso dizer que A-D-O-R-E-I ver um júri como pano de fundo de um homicídio, e como ‘link’ entre as vítimas?
Outro ponto positivo foi a maior interação entre Alexis e Castle, dupla que sempre funciona muito bem. Depois do hiato, e do episódio passado, no qual Alexis pouco apareceu, confesso que estava com saudade das cenas entre pai e filha. E foi bem divertido ficar imaginando qual o segredo que Alexis escondia no Brooklyn, para no final da história confirmarmos (um pouco orgulhosos, um pouco zangados), que ela é mesmo uma boa menina.

E, antes do ponto final, tenho que comentar o encerramento do episódio (cá entre nós, finais mega ‘cute’ viraram a marca registrada de Castle, não?) Mais uma vez, ao apagar das luzes, ficam evidentes as afinidades entre Casckett. Muiiito engraçada a cara de Castle quando Beckett menciona os planos para a noite. Confesso que já tinha até esquecido do bendito filme naquelas alturas. Foi hilário, e ao mesmo tempo tããão fofo, Castle fingindo nunca ter visto um filme que ele assiste há eras, e se fazendo de difícil para Beckett. Sério, a empolgação pelo filme (ou não seria só por ele?) foi tanta que se eu conhecesse algum cinema por perto que exiba filmes antigos eu teria saído correndo assistir O Planeta Proibido (aquele, sabem, com Leslie Nielsen, antes de virar astro cômico). Mas o mais engraçado foi Castle tentando ganhar terreno aos poucos, sugerindo doces, pipoca e hamburguer. Ah, e quase ia me esquecendo de mencionar o plantão do Josh. Graças à ele, o final do episódio foi ainda melhor do que de costume.
P.S.: merece menção a censura de Esposito à tentativa de Ryan de agir como Castle. Na cena, uma das poucas de ‘ação’, esteve presente a pitada ideal da comédia que cerca a dupla inseparável.
Nurse Jackie – Game On
30/03/2011, 13:56.
Tati Leite
Reviews
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Série: Nurse Jackie
Episódio: Game On
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×01
Data de Exibição nos EUA: 28/3/2011
Retorno excelente de Nurse Jackie. O episódio que abre a terceira temporada volta exatamente no ponto em que a série encerrou: Jackie trancada no banheiro após a intervenção feita pelo marido e a melhor amiga. Em mais um episódio dirigido por Steve Buscemi (sim, o protagonista de Boardwalk Empire e ator de vários – e execelentes – filmes) podemos perceber logo nos primeiros minutos que a qualidade foi mantida e a série continuará fazendo nos acreditar que irá seguir um rumo para puxar nosso tapete em minutos.
A primeira cena é daquelas que tiram o ar pela simplicidade. Jackie começa a catar medicamentos e outros objetos no banheiro enquanto ouvimos Don’t rain on my parade, interpretada por Patti Lupone (precisei fazer uma rápida pesquisa porque lembrava da música cantada por Barbra Streisand mas sabia que não era a voz dela e muito menos da Lea Michele). Ela então sai do banheiro e confronta o marido com mais um show de mentiras daqueles que só a Jackie é capaz e meio que inverte a situação. Joga na cara dele que ela tomou alguns remédios sim mas porque precisa cuidar de tudo porque ele sequer é capaz de manter as duas filhas na escola particular e se recusa a aceitar ajuda financeira.

Ao retornar para o hospital, em outra jogada sensacional, ela vai direto falar com a Gloria e assume que tomou alguns remédios e que a O’Hara, influenciada pelo marido dela, pode ter entendido isso como um problema. Sério, eu fiquei de queixo caído com a interpretação da Edie Falco mais uma vez.
Paralelo a isso temos os problemas do hospital e o caso da semana. E são justamente esses ‘casos’ que mostram o lado mais sensível da personagem. Ela é completamente equivocada nas escolhas da vida pessoal mas sabe ser uma grande enfermeira. A cena em que ela convence o cada vez mais incompetente Dr.Cooper a fazer uma radiografia no paciente só para que o menino possa ver seu próprio cérebro é um dos pontos que mostra o quanto ela se preocupa.

Após a briga, Kevin vai a escola da Grace e matricula a filha caçula. Depois disso parte para o hospital para contar a esposa o que fez e descobre que ninguém sabia que ela era casada. A cena da Zoey pedindo a identidade dele ficou hilária. Aliás, a enfermeira estava impagável querendo contar detalhes da sua vida sexual para os colegas de trabalho.
Mais uma vez Jackie mente e diz ao marido que Zoey não sabia que ela era casada porque tinha começado a trabalhar no hospital naquele dia. E deixa o marido plantado no impulso de impedir que uma criança se machuque.
O’Hara: Você partiu meu coração Jackie.
Simplicidade até mesmo no reencontro das amigas na capela. Jackie tenta puxar assunto e O’Hara simplesmente se levanta, diz uma frase, e deixa a amiga sozinha. E podemos ver ali o quanto ela está magoada. Afinal, ela compartilhava as mentiras da amiga mas nunca poderia imaginar que ela fosse ser vitima delas um dia.
A temporada só está começando. Jackie deu sinais no final do episódio que talvez esteja começando a questionar o rumo que seu vício a levou. No entanto esse não é o seu único problema. O fato de todos saberem que ela é casada pode dificultar ela manter em segredo o relacionamento que teve com Eddie que aparentemente continua amigo do marido dela.
Glee – Sexy e Original Song
29/03/2011, 22:59.
Thais Afonso
Reviews, Spoilers
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Série: Glee
Episódio: Sexy e Original Song
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×15 e 2×16
Data de Exibição nos EUA: 8 e 15/3/2011
Ano passado, à medida que nos aproximávamos da competição Regional, eu estava quase tão ansiosa quanto os personagens. A excitação era tão grande que eu cheguei a assistir a season finale ao vivo. Esse ano foi completamente diferente. Talvez a previsibilidade da vitória do New Directions tenha diminuído parcialmente a tensão, porém, no ano passado, a derrota deles estava mais que óbvia também e ainda assim eu mal podia me conter. Talvez o formato já tenha cansado, e apesar da introdução das músicas originais, não tivemos um quadro tão inovador que tenha me deixado roendo unhas.
Isso não quer dizer que não achei os dois últimos episódios antes do hiato bons, eu adorei os dois para falar a verdade, mas a competição me pareceu o elo fraco, enquanto ano passado os episódios Sectionals e Journey estiveram entre os melhores que a temporada produziu, e a responsabilidade foi toda do momento da disputa. Clique aqui para continuar a leitura »
Criminal Minds – JJ
28/03/2011, 18:47.
Simone Miletic
Reviews
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Série: Criminal Minds
Episódio: JJ
Temporada: 6ª
Número dos Episódio: 6×02
Data de Exibição nos EUA: 29/11/2010
Data de Exibição no Brasil: 21/3/2011
Uma tragédia não precisa de sangue e morte; é o bastante estar cheia de enorme tristeza pelo prazer da tragédia. – Jean Racine
Ao escrever sobre o episódio passado eu falei que colocar JJ ali, assumindo o risco de falar com o sequestrador e, com isso, assumindo o risco de colocar a perder a possibilidade de salvar Ellie, talvez se buscasse uma explicação para a sua já anunciada saída, talvez mostrar o quanto aquele trabalho estava afetando a personagem.

Mas não foi isso. Foi mais simples, mas eficaz e, vamos dizer assim assim, colocou os pingos nos is. Ao colocar a saída de JJ não como uma escolha pessoal, não como uma escolha do grupo, não como uma escolha de sua chefe, nem mesmo como uma decisão de Strauss, os roteiristas mostraram claramente que ninguém queria a saída da personagem da atriz, mas a decisão estava acima deles.
E, com tudo isso, eles conseguiram fazer um grande episódio, que não foi centrado na saída de JJ e, ao mesmo tempo, fazia com que só pensássemos nela ao longo do caminho, porque, no final das contas, o nosso sentimento de perda era refletido em cada um dos demais personagens.
Outra decisão acertada: um caso puramente psicológico, em que dois suspeitos de matar uma garota estão a ponto de serem soltos porque a polícia não conseguiu nada contra eles e não existe nem corpo. Toda a equipe fica focada em conseguir arrancar a verdade dos dois, trocando de papéis, fazendo perguntas, pesquisando o passado. Na verdade, fazia tempo que não tínhamos assim um episódio de equipe.
E ainda tivemos um final feliz, sim, meio inverossímil, mas um excelente final se considerarmos a despedida de JJ.
Resta saber como será agora, já que no passado aprendemos que o trabalho dela, mesmo pouco aparente, era fundamental.
Modern Family – Boys’ Night
26/03/2011, 17:30.
Tati Leite
Reviews
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Série: Modern Family
Episódio: Boy’s Night
Temporada: 2ª
Número dos Episódio: 2×18
Data de Exibição nos EUA: 23/3/2011
Phill e Claire mais uma vez tentam se divertir com os filhos. Mesmo que disfarçadamente eles estejam mais preocupados em vencer o “jogo”. Haley é a mais irritada de estar assistindo aos pais porque está de castigo. Claire acaba isolando a bola para o quintal do vizinho e descobrimos o medo que eles tem do senhor que mora ao lado.
Grey’s Anatomy – This Is How We Do It
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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: This Is How We Do It
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×17
Data de Exibição nos EUA: 24/03/2011
Normalmente esses hiatos só atrapalham, algumas séries demoram a pegar no tranco de novo. Não é o caso de Grey’s Anatomy que retorna essa semana melhor do que nunca. Aliás, seria muito cedo pra dizer que essa temporada está tão boa quanto a segunda? Hum, Burke, Addison, bomba, tiros no hospital, Izzie e Danny… Tá né? Então esquece. Vamos ficar com essa temporada, it rocks!
Castle – One Life to Lose
25/03/2011, 22:23.
Mariela Assmann
Reviews
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Série: Castle
Episódio: One Life to Lose
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×18
Data de Exibição nos EUA: 21/03/2011
Depois de quase um mês de espera os fãs de Castle puderam assistir a uma trama inédita. E foram brindados com um bom episódio, mais leve que os anteriores, mas ainda assim repleto de bons momentos.
Em One Life to Lose, os detetives do 12th Precinct – com o reforço sempre bem vindo do “agregado” Castle -, se confrontaram com o misterioso e emblemático assassinato da principal escritora da famosa novela Temptation Lane, cuja morte reprisa o final dado para uma de suas personagens – uma machadada.
Com as investigações ocorrendo no set de gravações, em meio a muito drama, briga de egos e atrizes super sensuais, a atenção dos detetives acaba se voltando para pontos paralelos. Enquanto Esposito estava claramente tendo problemas para manter sua atenção no bloquinho de notas, Beckett dá uma aula sobre ‘shippers’ para Castle. Sério, é impagável ver Beckett explanando sobre FoxCan para um estupefato Castle. Só esse momento já vale o episódio.
O cenário do assassinato também estimula um maior envolvimento de Martha no caso. Como está enfrentando um momento ‘boring’, a atriz resolve aparecer no set, sob pretexto de servir como fonte infiltrada. E, no final das contas, Martha saiu ganhando. Além disso, sua presença rendeu um dos melhores momentos da noite: o resgate de Martha (que não queria ser resgatada) através do “heróico” ato do filho. ‘So funny’.

Falando em momentos hilários, destaque também para o diálogo entre Esposito e Castle sobre o dramalhão ‘Chiquitas’. Como sempre, a interação entre Ryan, Esposito e Castle funcionou muito bem, embora nesse episódio Ryan tenha aparecido menos do que de costume.
Mas, como nem só de risadas vive o homem, o episódio também apresentou momentos de investigação. Como de costume, os detetives da NYPD se viram as voltas com inúmeras mentiras, falsas aparências, suspeitos psicóticos e teorias fantasiosas (FOCO, Castle. No CASO, Castle). Somente depois de várias idas e vindas, a culpada é encontrada. E, apesar do caso da semana estar longe de ser o melhor já apresentado, seu desfecho foi bastante satisfatório, e certamente peculiar. A assassina foi apresentada de forma bem ‘Castleriana’, com muito mistério e drama envolvidos. Sua revelação foi feita através de uma cena escrita sob medida pelo próprio Castle. Ou seja, a revelação – depois de uma investigação que foi uma verdadeira novela – fez parte da novela.

E, após tantos momentos engraçados, os momentos fofos ficaram para o final do episódio. O que foi Castle entregando à Beckett a foto autografada do elenco, só para extrair a verdade sobre seus conhecimentos televisivos?? Uma fofura só. E ela, mais uma vez, abrindo a guarda e revelando para Castle mais uma feliz lembrança de sua mãe. Cena clássica de cumplicidade – ele demonstrando a alegria de participar da vida de Beckett, enquanto ela demonstra toda sua confiança nele e o quanto gosta de tê-lo por perto -, interrompida pelo Sr. Inconveniente (sério, por que ele não sai por aí fazer um novo Diários de Motocicleta? Fica a dica).
Enfim, um episódio leve, divertido, que deu seqüência aos últimos acontecimentos de Castle, e que abre caminho para um final de temporada que promete.
P.S.: – Uma escritora? Por que matar um escritor?
– Tantas razões …
Chuck – Chuck Versus the Muuurder
24/03/2011, 00:43.
Tati Leite
Reviews, Spoilers
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Série: Chuck
Episódio: Chuck Versus the Muuurder
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×19
Data de Exibição nos EUA: 21/03/2011
Depois de três episódios sem reviews preciso parafrasear Chuck no início dos episódios e *dizer* algumas coisas que vocês precisam saber:
Chuck Versus the Masquerade: Volkoff tem uma filha chamada Vivian. A moça não sabia dos negócios do pai e acreditava que ele era um rico empresário. Casey é convidado para liderar seu próprio time. A princípio ele recusa pois não quer deixar Burbank mas ao saber que não será necessário, fica tentado a aceitar. Vivian após ser salva por Chuck esconde ter descoberto que o colar dado por seu pai poderia ser a *chave* que eles estavam procurando. Ela termina o episódio no antigo escritório de Volkoff acessando os seus arquivos. Uma curiosidade: foi a primeira vez que um episódio de Chuck com uma cena mais violenta.
Chuck Versus The First Bank of Evil: Vivian resolve contar a verdade para Chuck e entrega o acesso a conta bancária de seu pai. Com a ajuda dela o team Bartowsky forja um assalto ao banco para ter acesso aos documentos pertecentes a Volkoff. Ao abrir o cofre Vivian descobre que seu pai guardava tudo que dizia respeito a ela mostrando que acompanhou seu crescimento a distância. O advogado de seu pai a procura e ela, a princípio, o afasta. No entanto quando Chuck não consegue cumprir a promessa de deixá-la visitar o pai na cadeia ela vai embora com o advogado. Nós ficamos sabendo que foi o próprio Volkoff quem não queria a visita. Fazia parte do plano de conseguir a confiança na filha.
Chuck Versus The A-TEAM: Somos apresentados a equipe de Casey, que agora recebe ordens da diretora Bentley. Chuck e Sarah ficam extremamente irritados com o amigo pois se sentem traídos. Para piorar percebem que foram transformados no time B e isso acontece porque os comandados por Casey são Intersects. Casey resolve levar Sarah e Chuck em uma das suas missões. Bartowski salva o dia quando um dos Intersects acaba ativando acidentalmente uma bomba nuclear apenas com o seu conhecimento (ele usa uma caixinha de suco que contém sal).
Ellie está decidida a recuperar o computador deixado por seu pai porque ela tem certeza que era isso que ele desejava. Chuck e o cunhado se juntam para impedir que ela tenha sucesso mas no final do episódio a diretora Bentley, se passando por uma cliente da Buymore, entrega o supercomputador para a irmã do Chuck.
Ufa. Esse foi um pequeno resumo dos 3 últimos episódios. O suficiente para entender como chegamos a Chuck Versus de Muuurder.

Casey:
Meu Bom Deus, mais 4 Chucks.
Depois do fracasso na tentativa de colocar o Intersect em outros agentes a CIA decidi procurar por 4 agentes que sejam similiares a Bartowski e nomea Chuck o chefe da missão da semana. Missão essa que nada mais é do que decidir entre os 4 candidatos qual é o melhor para receber o Intersect. Além de chefiar Sarah, Casey e Morgan, ele também precisa comandar Bentley que não só fica extremamente irritada como torce pelo fracasso da missão.
Sarah:
Você roubou o emprego dela. Você é seu arquiinimigo.
Chuck:
Eu odeio ser um arquiinimigo. Talvez eu a convide para um café.
Não ser admirado por Bentley acaba se tornando um dos menores problemas para Chuck quando os candidatos começam a ser mortos. A equipe precisa descobrir quem invadiu a base e o responsável pelos assassinatos.
A idéia do episódio foi muito boa mas a execução não foi da melhores. A escolha do assassino foi um tanto óbvia, já que escolheram justo o candidato com o estereótipo de terrorista. Até mesmo a Bentley seria uma melhorar opção.
Ainda bem que nos minutos finais a história foi um pouco além. Os candidatos foram assassinados apenas por terem visto demais já que o alvo desde o início era apenas Bartowski. E o motivo não era o Intersect e sim vingança. Vivian, a filha de Volkoff, contratou o assassino para se vingar de Chuck por acreditar que ele é o responsável por seu pai estar na prisão. Deixando claro que o plano de Volkoff deu certo.

Para completar, a melhor parte do episódio. Enquanto Ellie dormia exausta de tanto estudar o computador do pai – escondido de Chuck que acredita que Awesome cumpriu o prometido e desativou a máquina – acaba tendo seu cérebro escaneado. Deixando assim para o próximo episódio as conseqüências que isso poderá vir a trazer para a vida dela.
Chuck continua no limbo, sem saber se terá mais uma temporada. Nos resta esperar pelo desfecho da história, e talvez da série.
The Good Wife – Real Deal
23/03/2011, 12:18.
Luiz Marcelo
Reviews
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Série: The Good Wife
Episódios: Real Deal
Temporada: 2ª
Número do Episódio: 2×13
Data de Exibição nos EUA: 8/2/2011
Data de Exibição no Brasil: 16/3/2011
Emissora no Brasil: Universal
Neste episódio temos o retorno de Michael J. Fox. E se no primeiro episódio ele foi o centro das atenções, desta vez a história mais interessante foi a união de Will e Diane para tentar se livrar de Bond. Com a descoberta de Will que Bond além de espião ainda está passando informações privilegiadas para advogados de outras empresas, sua saída acaba se tornando essencial para que o escritório possa sobreviver sem ser dependente do dinheiro dele. E claro, para que ele não possa controlar a firma. O relacionamento de Tammy e Will acaba ficando mais sério do que ambos planejavam. Clique aqui para continuar a leitura »
Bones – The Blackout in the Blizzard
20/03/2011, 20:56.
Maria Clara Lima
Reviews
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Série: Bones
Episódio: The Blackout in the Blizzard
Temporada: 6ª
Número do Episódio: 6×16
Data de Exibição nos EUA: 17/03/2011
Você acredita em mágica? Se sim, fica mais fácil realizar um desejo. Fechar os olhos, fazer um pedido e tudo é possível. Mas se você é cético e esse tipo de acontecimento não passa de um truque, o impossível se torna um mero acaso. Mas se é assim, apenas um combinação de números e estranhezas, eu aceito a teoria e falo sem ter medo: a mágica desse episódio esteve nas pequenas e assustadoras possibilidades.
The Blackout in the Blizzard foi um dos episódios mais esperados de Bones. E acho que valeu a pena a espera. Não vou dizer que o episódio foi maravilhosao nem ruim. Aliás, o episódio foi sim um bom episódio, tudo estava amarrado e a atuação de todos estava de tirar o fôlego. Fiquei impressionada com tamanha qualidade e quase senti ter recuperado a série de verdade, mas aí é que está… poderia sim ter sido um episódio inesquecível se não fosse aquela cena final. Ah! Hart Hanson. Quanta maldade. Mas era de se esperar, ao menos tivemos um episódio emocionantemente mágico.
Caso
Wow! Caramba! Esse caso foi um dos melhores da sexta temporada sem dúvida. Claro que o fato de não ter energia elétrica e o mistério envolvendo a vítima ter sido desvendado em alguma horas por causa da capacidade incrível dos squints fez desse episódio um dos mais legais, quando o assunto é ossos. Primeiro, vírus mortal. Segundo, vírus mortal. Se tem algo que me dá mais medo do que um franco-atirador louco é um vírus mortal. Eu teria entrado em pânico e quebrado cada um dos assentos na cabeça do Booth. Enfim, senti falta disso, do pânico de uma pandemia mundial.
Sei que o mais interessante aqui nem foi a história em si, mas o fato de mostrar que a tecnologia ajuda, mas não é tudo para esse time. Entre muitos outros problemas, um caso como esse não parece algo de outro mundo.

Casais
Casal 1- Hodgela. Wendell, Gibbons, Berimbau, não importa quantos empecilhos você crie, sempre haverá algo pior para atentar a felicidade! Quando eu soube que havia um problema na gravidez da Angela, confesso que pensei em coisas tolas como um gêmeo siamês ou um dedo a mais no pé. Mas cego? Sério? O bebê vai ser cego? Alguém pode fazer o favor de deixar esses dois em paz? Eles não precisam de drama na vida! Eles são o casal mais lindo e fofo do mundo e eles precisam estar imunes a qualquer drama.
Casal 2- B&B. Santo Sweets e Santa Tempestade! Finalmente Brennan e Booth conversaram sobre o-que-não-deveria-ser-mencionado! Adorei cada segundo que os dois passaram juntos nesse episódio, e como fã incondicional desses dois, confesso que dei alguns suspiros e quase fui intoxicada com tanta química entre o casal. Eles precisavam se confrontar, sem dúvidas, e acredito que a partir de agora tudo vai fluir de uma maneira bem melhor. Acho que estava faltando isso mesmo, os dois estarem na mesma página, andando lado a lado. Como disse uma vez, é preciso retroceder às vezes, para depois avançar sem medo. Café, elevador e o apartamento do Booth? Todos esses lugares serão sagrados para mim.
Estagiário
Sempre que o Wendell aparece, eu fico imaginando se ele tem alguma utilidade além de mostrar aquele rostinho bonito que eu tanto gosto. Dessa vez ele me surpreendeu e faturou com honra a faixa de comando do Jeffersonian. Sem dúvida alguma ele foi o ‘Rei do Lab’! Mas o mérito do loirinho não foi por ter construído aquela ‘batateria’ para o celular, mas pelo apoio dele em relação ao Hodgins e a Angela. Talvez seja esse o papel do loiro, servir como suporte ou pano de fundo para algo realmente importante. Um dos poucos squints que eu gostaria que continuasse na série. Nesse episódio ele ganhou muito mais do que o troféu de esperto, ele ganhou meu coração!
Missão Impossível
Eu daria essa missão se não fosse pela Michaela e pelo TJ. A missão impossível desse episódio foi não se debulhar em lágrimas ao ver Hodgela sofrendo com o provável diagnóstico do bêbe. Que vilania é essa, meu Pai? Como alguém pode fazer uma maldade dessas? Eu sei que a série é ‘real’, mas desgraça demais é muito.

The Backout in the Blizzard
Finalmente um ótimo episódio e uma nada sutil tapa na cara também. Eu teria amado, sonhado, venerado essa tempestade se não fosse as entrelinhas sacanas do Hart Hanson. Você venceu, senhor. Deu para perceber que você consegue aflorar novamente a tensão entre Bones e Booth. Deu para ver também que você é um gênio perspicaz quando o assunto é assassinato. Deu para saber o quanto você é poderoso e pode arruinar a felicidade de um casal inocente. E com toda a ironia do mundo eu te parabenizo por isso, sabe por quê? Eu entendi a piadinha, e no final não teve muita graça. Resumindo, B&B vão ficar juntos quando o Hart bem entender e bem quiser. Nessas hora eu apelo aos sinais – e fumaças- do universo… nesse caso, poderia até ser uma galinha preta em uma encruzilhada.
Mas aí, quantas vezes você assistiu essa pérola da maldade?
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