TeleSéries
Modern Family – Someone to Watch Over Lily
03/05/2011, 15:06.
Tati Leite
Reviews
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Mitchell: Nós chegamos em uma hora ruim?
Claire: Voltem em 5 anos e 7 meses quando todos eles tiverem indo embora!
Foi só reclamar do último episódio para o seguinte ser excelente. Dessa vez a história principal é do casal Mitchell e Cameron. Os dois precisam decidir com quem a Lily ficará no caso de os dois morrerem. Um tema recorrente em séries e filmes. Ao que parece – já que não podemos confiar 100% na ficção como referência – esse tipo de cuidado é tratado da forma mais natural possível nos EUA. Outra coisa que parece ser comum é o pavor em furar orelha de criança. Eu como uso brinco desde muito pequena sempre acho estranho essas reações desesperadas porque o bebê teve as orelhas furadas.
Doctor Who – The Impossible Astronaut e Day of the Moon
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Série: Doctor Who
Episódios: The Impossible Astronaut (6×01) e Day of the Moon (6×02)
Temporada: 6ª
Número dos Episódios: 6×01 e 6×02
Exibição: 23/04/2011 e 30/04/2011
De alguns tempos para cá Doctor Who parece ter sido descoberto pela grande massa. Longe de ser uma coisa ruim, muito pelo contrário, já que agora temos muito mais notícias, discussões, informações e materiais disponíveis, não deixa de ser interessante observar como esta série que comecei a assistir quando ninguém sequer tinha idéia do que se tratava, se tornou um fenômeno. Porque a verdade é que é (quase) impossível alguém começar a vê-la e não se apaixonar completamente. Talvez você se identifique mais com um Doutor do que com outro, mas é (quase) inevitável que uma vez capturado, você não consiga mais largar.
E esta sexta temporada começou de forma bombástica. Com um episódio duplo, Steven Moffat deixou os fãs agoniados esperando uma longa semana pela conclusão da sua premiere exibida na Páscoa. Como prometido, foi introduzido um inimigo realmente assustador. Alguns hão de discordar e dizer que o Silêncio não é assim tão aterrorizante, mas para mim, uma raça capaz de me fazer esquecer da sua existência e, pior, fazer com que eu tome atitudes sem estar consciente delas, anulando desta forma meu livre arbítrio, é a coisa mais terrível que poderia acontecer. Como lutar com alguém que eu não sei que está ali?

O primeiro episódio, The Impossible Astronaut, iniciou com uma leveza característica, que prenunciava o desastre. Após a fatídica lua de mel que quase os matou no Natal, o casal Pond tirou merecidas férias em sua nova casa. Nesse meio tempo o Doutor ficou viajando sozinho por aí, deixando sua marca na história da humanidade. Foi só quando os Pond e River Song receberam um convite azul como a TARDIS, conduzindo-os para um determinado local nos Estados Unidos, é que a história de fato começou.
A premiere dupla nos trouxe a morte do Doutor (aqui com 1103 anos de idade) e a investigação que fazem River, Amy, Rory e a versão atual (909 anos) do Doutor sobre como e porque isso aconteceu.
O Silêncio, raça da qual ouvíamos menções desde The Eleventh Hour, parecia estar por trás de tudo, já que vinham dividindo o planeta com a humanidade desde o início da nossa história e mexendo os pauzinhos por trás dos panos (ou melhor, alterando a nossa memória e vontade). Mas foi só com o uso de uma garota encerrada em um estranho traje espacial é que o Doutor foi tragado para os acontecimentos.

The Impossible Astronaut não explicou muita coisa, teve um ritmo mais lento e serviu principalmente para vermos e sentirmos a dor pela morte do Doutor, assim como para conhecermos a face do Silêncio e a existência da garota no traje espacial. Também introduziu Canton Everett Dellaware III (o maravilhoso Mark Sheppard, velho conhecido dos fãs de ficção científica, já que o ator parece arroz de festa, sempre fazendo participações curtas, mas memoráveis), o qual, e acho que não falo apenas por mim aqui, deveria integrar o grupo dos acompanhantes do Doutor. Não precisa ser todo santo episódio, mas aqui e ali seria interessante podermos contar com a presença dele.
A trilha sonora desses episódios também me deixou impressionada. Eu sempre soube que o Murray Gold é um gênio, mas a forma como foi usada fez da música um personagem por si só.

Já Day of the Moon teve um ritmo bem mais frenético e mais assustador. Com Amy, Rory e River sendo perseguidos e capturados por Canton – bom, com exceção de River, que achou sua própria saída – e o Doutor preso na área 51, eu comecei o episódio com o coração batendo acelerado.
E por falar em Doutor preso e acompanhantes fugindo cheios de riscos pelo corpo todo (cada vez que eu os via riscados eu ficava assustada), como isso foi acontecer? E por quê? Alguém se preocupou em explicar? Bom, não reclamo porque é dessas coisas que servem só para apimentar a história e a falta de uma explicação não faz tanta diferença assim. No final das contas, melhor não sabermos por que o Doutor foi parar lá, ou por que eles fugiam, já que o importante é que avançamos três meses na vida do povo e assim todo o grupo já tem consciência da existência do Silêncio. Menos tempo gasto com trivialidades. Mas custava terem trocado a roupa de Amy e Rory? Os coitados ficaram três meses vagando pelo deserto americano sem nem uma mudinha de roupa?
Perceber que Canton estava trabalhando para o Doutor todo o tempo foi bem legal, assim como as aparições estranhas do Presidente Nixon, completamente perdido nos acontecimentos, mas depositando a sua fé no alienígena meio maluco que literalmente invadiu a Casa Branca.
E depois de tudo, o grupo saiu em busca da garota no traje espacial, enquanto o Doutor tentava colocar em prática o único plano que lhe veio à mente: incutir na mente humana a ordem de destruição do Silêncio. Não acredito que tenha sido a sua intenção extinguir uma raça, mas ele se viu sem alternativas, sem idéias mirabolantes, mesmo porque o inimigo tinha o irritante hábito de fazê-lo esquecer de sua existência muito rápido. A meu ver, ele apenas equilibrou a balança, dando à humanidade uma chance de se defender, mas sem tirar do Silêncio a oportunidade de sobreviver, desde que deixasse a Terra em paz.
As cenas no antigo orfanato foram as mais estranhas e assustadoras. Tudo era muito surreal. O médico, cuja memória foi tão alterada que ainda acreditava ser 1967 (como ele sobrevivia? De onde tirava dinheiro para comer e outras necessidades básicas?). Os avisos para fuga em todos os lugares, a mulher que apareceu no quarto, o Silêncio pendurado como morcego e, finalmente, as fotos da garota e dentre elas uma com Amy. E agora? O que significa tudo isso? Qual o papel da garota? Quem era ela? Por que o Silêncio a queria? Por que a mantinham no traje espacial? Por que raptaram Amy e a levaram para aquela TARDIS estranha?

As teorias acerca da identidade da garota e da gravidez da Amy são inúmeras. Seria a garota a filha de Amy e Rory, mas que teve seu DNA alterado por tantas viagens no tempo e espaço? Seria a filha de Amy e do Doutor (já que a garota aparentemente pode regenerar…embora para regenerar é preciso ser 100% Time Lord)? Seria a garota o Mestre? Seria River quando criança? (mas se fosse, por que River não se lembra deste acontecimento? Ou, se lembra, por que não menciona nenhuma vez? – ok, ok, spoilers….e mesmo assim, ela regenera no final, e River não..até onde se sabe). Seria River filha de Amy? Seria Jenny (lembram dela? A filha do Doutor que só não morreu porque o próprio Moffat pediu para Russell T. Davies não a matar?)? Seria uma criança gerada pelo Silêncio usando Amy? Talvez por isso a TARDIS não conseguia se decidir/lembrar da gravidez no momento que scaneava Amelia?
Tantas teorias…tão poucas respostas. Mas tudo bem, porque são essas perguntas que vão movimentando a temporada e não creio que Moffat vá deixar alguma questão realmente relevante sem uma resposta.
O que importa no momento é que o Silêncio parece ter sido derrotado (embora, como alguém comentou em algum lugar, Amy os vê em 2011 apesar de terem sido supostamente exterminados em 1969), o Doutor aparentemente morreu aos 1103 anos de idade sem alcançar a sua 12ª regeneração, Amy pode ou não estar grávida e Amy declarou seu amor eterno ao Rory. Se tem um casal que eu amo são esses dois. A cena em que Rory admite para o Doutor que lembra do seu período como Centurião, guardando Amy através dos séculos foi a coisa mais linda deste mundo. Amor como este não se vê em qualquer lugar, não mesmo.
E finalmente vimos River Song e o Doutor se beijarem. A reação dele foi impagável, sem saber o que fazer, querendo corresponder e não querendo ao mesmo tempo. Mas a dor que ela sentiu ao perceber que aquele era o primeiro beijo para ele e o último para ela…triste destino o de River. Fez-me lembrar de A Mulher do Viajante do Tempo. Uma história de amor dessincronizada. Não é a toa que ela dá sua vida em Forest of the Dead. Não é tanto para salvar a ele, mas é a dor de saber que nunca mais o teria. Não queria estar no lugar dela.
*****
Só alguns pensamentos:
– Lindo dedicarem o episódio inicial à Elisabeth Sladen, falecida recentemente. Sua Sarah Jane Smith, uma das melhores (se não a melhor) acompanhante do Doutor, fez história e marcou o coração de todos os fãs. Merecida a lembrança.
– Adorei a vida de casados dos Ponds. Tudo tão normal.
– Amy de calça depois da bronca do Doutor no Children in Need.
– A este ponto todo mundo já sabe, mas quem interpreta Canton Everett Dellaware III em 2011 é o pai do ator Mark Sheppard, que o interpreta em 1969. A idéia inicial era usar maquiagem para envelhecer o ator, mas ele sugeriu que usassem o pai dele. Caiu como uma luva no papel.
– Gostei da forma como trataram o Canton. O fato dele querer casar não apenas com um negro, mas com um homem negro. Doctor Who sempre trata com naturalidade todos os aspectos da vida humana, sem preconceitos ou alardes.
– Eu acredito que Amy está sim grávida, a despeito da confusão da TARDIS. Quando o Doutor (o de 1103 anos) a encontra no deserto ele fala “Pond 1 and Pond 2” enquanto abraça Amy. Eu tenho quase certeza que era uma menção à gravidez, já que depois fala ‘Rory, the Roman’.
– Estranho o Doutor viver por 200 anos e não regenerar. Quero dizer, acho que ele viveu bem mais antes da 1ª regeneração, mas desde então ele tem avançado bem rápido rumo ao fim. E eu sempre pensei que River tivesse encontrado pelo menos uns dois Doutores antes do Décimo.
– Interessante que os envelopes são numerados e, se para o Doutor de 1103 anos ele mesmo é o nº 1 (ou seja, em quem ele mais confia), para este mesmo Doutor a River Song é o nº 2 (ou seja, os dois já vivenciaram muita coisa neste ponto da história dele). E por que, depois de 200 anos, o Doutor chamou Amy e Rory? Porque ele já sabia que eles estariam envolvidos na história em 1969?
– Fico pensando nas passagens do Doutor ao longo da história que a Amy e o Rory leram e viram…como eles sabiam que era o Décimo Primeiro e não outro Doutor? E será que outros acompanhantes dele também não pensaram a mesma coisa: ‘é uma mensagem para mim’?
– Adorei a forma como o Doutor entra na sala Oval e depois como bate na TARDIS invisível. Inclusive, muito boa a interação dele com a River. Pode até não confiar nela, mas sabe que ela sempre fará a coisa que precisa ser feita na hora certa.
– Eu morro de vontade de saber como a River irá aprender a pilotar a TARDIS.
– Gosto do Doutor do Matt Smith. Acho incrível como ele pode ser o mais jovem e ainda assim ter aquele olhar antigo, de quem tem de fato mais de 900 anos.
Bones – The Finder
26/04/2011, 17:15.
Maria Clara Lima
Opinião, Reviews
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Série: Bones
Episódio: The Finder
Temporada: 6ª
Número do Episódio: 6×19
Data de Exibição nos EUA: 21/04/2011
Nunca ouvi falar de um spinoff originado por personagens que nunca apareceram na série original. Nunca ouvi falar de um crossover que fosse com uma série nunca ida ao ar. Nunca vi um piloto sendo sorrateiramente testado dentro de outra série. É por essas e outras que acho o Hart Hanson genial. Além de testar a paciência de todo mundo que (ainda) assiste Bones, ele ainda consegue testar sua nova série. Pelo o que vi, o senhor Hart conseguiu mais uma vez. The Finder foi simplesmente divertido, ao contrário de Bones.

Caso
Acredito que o Agente Booth não seja o único agente do FBI capaz de resolver um caso de homicídio, muito menos Brennan a única antropologista forense do país, mas chamar a dupla para resolver um caso na Flórida pode ser justificável por uma coisa: Viagem de campo! Pena que essas coisas ficam fora do roteiro.
Nurse Jackie – Play Me
19/04/2011, 17:01.
Tati Leite
Reviews
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Série: Nurse Jackie
Episódio: Play Me
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×03
Data de exibição nos EUA: 11/4/2011
Jackie (sobre Kevin): Ele é louco por você sabia?
Eddie: Isso é estranho!
Jackie: Muito, muito estranho!
Jackie e Eddie continuam tendo que lidar com nova situação. Ser amiga do ex-amante que por sua vez se tornou melhor amigo do marido dela não é uma coisa simples. Ainda mais com o perigo de a qualquer momento Kevin descobrir mais essa mentira. Não que eu ache que a Jackie se incomode tanto com isso.
Como se não bastasse mais um fantasma do passado de Jackie reaparece. O homem de quem ela roubou drogas enquanto o ajudava surge no hospital. Ele diz que está ali não para cobrar o que lhe foi roubado mas sim para ajudá-la a se livrar do vício. Não fica claro se realmente essa é a intenção dele ou se foi a maneira que ele encontrou para se reaproximar.
Zoey continua focada no seu relacionamento com Lenny e não sabe se aceita a chave do apartamento dele, transformando o relacionamento em algo mais sério, ou se ela quer “matá-lo”. Muito engraçado a maneira como o romance dos dois é apresentado. Principalmente porque a imagem da Zoey é de uma menina romântica e ingênua mas com o passar dos episódios somos apresentado a uma pessoa completamente diferente. Uma qualidade da série onde as personagens têm nuances. Ninguém é 100% nada ali.

Jackie (para Kevin): Nós não temos que consultar um ao outro sobre tudo. Incluindo coisas mínimas?
A irmã de Kevin apareceu de surpresa após uma briga com o namorado. Ele a convida para morar com a família por um tempo mas sem consultar Jackie que ao saber fica visivelmente incomodada. A cunhada ainda diz que Kevin está pensando em apresentá-la a Eddie. Eu não sei porém estou começando a desconfiar que o marido de Jackie sabe mais que aparenta e que está apenas dando corda para a esposa se enforcar.
Modern Family – The Musical Man
19/04/2011, 16:49.
Tati Leite
Reviews
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Série: Modern Family
Episódio: The Musical Man
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 2×20
Data de exibição nos EUA: 13/04/2011
Não foi um episódio dos mais divertidos. Foi um daqueles casos que você entende a idéia mas parece que muita gente deu palpite com medo de não ser politicamente correto e acabou comprometendo o resultado final.
Chuck – Chuck Versus the Family Volkoff
19/04/2011, 16:40.
Tati Leite
Reviews, Spoilers
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Série: Chuck
Episódio: Chuck Versus the Family Volkoff
Temporada: 4ª
Número do Episódio: 4×20
Data de exibição nos EUA: 11/04/2011
A bomba que explodiu o Castelo pertencia a organização Volkoff. Com isso Vivian Volkoff passar a ser alvo da CIA. Chuck se recusa acreditar que ela tenha tentado atingi-los porque ela seria incapaz de seguir os passos do pai.
Após um encontro organizado pela CIA Vivian entrega uma arma das indústrias que ela não sabe para que serve e jura que está tentando transformar a organização do pai em algo legítimo. Durante a entrega ela sofre um atentado e acusa Chuck de ter armado para ela. Na tentativa de descobrir como a arma funciona e desarmá-la o time Bartowski se vê obrigado a trabalhar com Volkoff que ganha o direito de deixar a prisão.
The Vampire Diaries – The Dinner Party e The House Guest
17/04/2011, 15:38.
Laísa Amaral Queiroz
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: The Dinner Party e The House Guest
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×15 e 2×16
Data de Exibição nos EUA: 17/2/2011 e 24/2/2011
Enquanto TVD não volta va do hiato, só nos restou discutir os últimos episódios e compartilhar nossas expectativas para o final da segunda temporada. E vamos pela ordem dos fatores.

Melhor que o jantar, só a sobremesa
Só quem assistiu ao episódio 15 (The Dinner Party) vai entender o porquê do título. Mas sem problemas. Começo com uma breve avaliação: o episódio não é fantástico, mas está entre os bons. Logo no começo, somos levados ao passado pelos diários de Johnatan Gilbert. E podemos ver, mais uma vez, que no início de tudo Stefan era o vilão de história, enquanto Damon tentava conter os impulsos do irmão. Eu gosto de ver essa inversão de papéis. Embora tenha ficado meio repetitivo, somos apresentados a um fato novo: Stefan tentou matar o antepassado de Elena (e só não conseguiu devido ao anel protetor).
E adorei o fato de que essas lembranças nos levaram a Lexi – pra quem não lembra, a melhor amiga de Stefan, que foi morta por Damon na primeira temporada. Uma pena ela não ter ficado mais na história. E só agora soubemos de sua real importância. Se não fosse por ela, Stefan nunca teria se tornado o mocinho. Outra coisa que eu pensei é que Stefan provavelmente gosta tanto de Caroline e se tornou amigo dela porque a garota tem um jeito muito parecido com o de Lexi (eu acho).
Enquanto Stefan e Elena conversam sobre os diários, Damon planeja a morte de Elijah. Agora que o vampiro original se aproximou de Jenna, bastou Andie, a nova namorada de Damon, sugerir a todos um jantar. Aliás, devo dizer que Andie me surpreendeu. Não combina tanto com Damon quanto Rose, mas eu me simpatizei com a moça. Enquanto Andie está feliz da vida porque Damon lhe conta tudo (e a hipnotiza para que ela não abra a boca depois), sua amiga Jenna está cada vez mais chateada porque Alaric não lhe conta nada. E o relacionamento dos dois vai caminhando para o fim.
Porém, antes disso, temos o jantar. Elena descobre, através dos diários, que só um humano pode matar um original. Se outro vampiro tentar, morre junto com a vítima. Então, Ric toma a adaga de Damon e mata Elijah pelas costas, para surpresa de todos. Não sem dar um sermão em Damon, dizendo algo como “eu sou o único amigo que você tem, não me esconda mais nada”. Mas não ia ser tão fácil assim. Ao matar um original, não se pode tirar a adaga do corpo dele, pois o vampiro volta à “vida” (é claro que ninguém sabia disso e só descobriram na última hora: tarde demais). E, assim, lá vai Elijah – ressuscitado – atrás de Elena.
E é aqui que eu digo: gosto cada vez mais de Elena. E quando as pessoas me falam que TVD é mais um Crepúsculo, eu tenho que elogiar a protagonista do seriado (nada a ver com a chata e medrosa Bella Swan). Nesse episódio, Elijah diz a Elena que o acordo entre os dois está desfeito. Ela diz que se estiver, ela se mata e se transforma em vampira com a ajuda de Stefan, acabando com o plano de Elijah. O homem duvida. E não é que ela arruma coragem pra enfiar uma faca no próprio estômago? É muito sangue frio! E isso não é tudo. Elijah diz para Elena beber o sangue dele para se recuperar. Ela finge que aceita e enfia a adaga em Elijah. Parabéns, Elena!
Para terminar, o lado bruxo entrou em conflito. Elijah, antes de morrer, foi atrás de Jonas (o Dr. Martin) para descobrir onde Elena estava. Este, juntou as peças do quebra-cabeça e foi até a casa de Bonnie – enquanto ela tinha um momento romântico com Jeremy – perguntar o que ela tinha feito com Luka. E já que não gostou da resposta, tirou todos os poderes da garota. Enquanto isso, Ric, muito contrariado, devolve o anel protetor a John, dizendo que agora ele vai precisar mais, já que tentou matar Damon (dando a ele a adaga, sem o manual de instrução). Elena faz Stefan e Damon prometerem que nunca mais esconderão nada dela. Em troca, ela diz que vai parar de tentar se sacrificar pelos outros. E antes tarde do que nunca, Katherine retorna. Agora que Elijah se foi, ela não tem mais que ficar na tumba. Então vai para a casa dos Salvatore. E mais uma vez nos perguntamos o que é que a megera tem em mente quando diz querer ajudar Damon.

Just a little help from Katherine
E não é que Katherine deu uma mãozinha mesmo? Mas antes de chegar nessa parte, muita coisa aconteceu. Começando por ela mesma tentando convencer os Salvatore e Elena a aceitarem sua ajuda e sua companhia – sim, afinal o nome do episódio 16, The House Guest, se refere ao fato de que Katherine pretende se hospedar com seus ex-amantes, para o desgosto de Elena. Seu argumento: ninguém além dela sabe como é a aparência de Klaus. E a vampira o quer morto, assim como todos eles.
Mas é claro que Katherine já chegou pisando no coração de Damon novamente, para não perder o hábito. Disse que sabia que se ele usasse a adaga, iria morrer. Mas que ela não se importava com quem morreria, desde que pudesse sair da tumba. E que tudo isso foi um plano. John lhe disse que se ela ficasse para ajudar a achar Klaus, ele pouparia a vida de um dos irmãos. E adivinha só quem foi que Katherine escolheu? Stefan. Ai! E é claro, também, que mesmo depois desse tapa na cara, ela apareceu no meio dos lençóis de Damon para relembrar os velhos tempos – o que não ocorreu como ela planejou.
O objetivo nesse episódio é encontrar o local onde centenas de bruxas foram massacradas em Mystic Falls. Elijah estava procurando por isso, pois acreditava que se uma bruxa pudesse canalizar a energia liberada séculos atrás no lugar, não precisariam de arma para matar Klaus. Então, Stefan e Bonnie vão até os bruxos Martin para oferecer ajuda. Mas Jonas não engole a história e diz a Luka que eles devem trabalhar sozinhos e não confiar em ninguém. O plano, é claro, dá errado. E como!
Dr. Martin, com seus poderes transporta a “alma” (ou algo do tipo) de Luka até a casa dos Salvatore. Lá, o menino vai até o corpo de Elijah para tirar a adaga. Katherine vê e coloca a adaga de volta. Mas Luka, ao pegar uma estaca para matá-la, acaba fazendo barulho. Damon chega, então, e bota fogo no local onde o bruxo está. E o corpo verdadeiro de Luka, em sua casa, pega fogo. Jonas tenta apagar, mas é tarde demais. O garoto se foi. E até pra mim, que nunca gostei do Luka, achei meio cruel essa morte. Ele era chato, mas quem merece morrer queimado? Agora, depois de perder o filho, e sentindo-se culpado, Dr. Martin quer vingança.
Enquanto isso, Elena, Bonnie e Caroline resolvem fazer uma noite das garotas para compartilhar seus problemas. Jenna chega e desabafa também. As quatro, então, resolvem que é hora de sair para dançar e se divertir e vão até o Grill (onde Matt trabalha). Lá, Bonnie finalmente conta a Elena que está saindo com Jeremy e a amiga não só aprova, como fica muito feliz. Jenna encontra Ric e o troca pelo “Señor Tequila”, nas palavras dela. Mas é Caroline quem chama a atenção.
Depois que Matt a colocou na parede, dizendo “decida-se ou me deixe em paz”, ela resolve subir no palco, pegar o microfone do cantor, hipnotizar a banda para tocarem sua música, enquanto ela se declarava cantando para Matt. E foi uma gracinha quando ela disse que não é porque ela fala demais que ela sempre sabe o que está falando. E melhor ainda quando começou a cantar. Eu não sabia que a Candice Accola cantava bem. Alguém sabia? E o final, é claro, foi um conto de fadas: Matt sobe no palco e beija Caroline ao som de aplausos. Exceto que esse não foi o fim.
Quando tudo parecia perfeito, Jonas vai até o Grill atrás de Elena e bota fogo no lugar todo. Para que Stefan tire Elena de lá, Caroline tenta distrair o bruxo. Mas ele usa seus poderes contra ela, e quando Matt vem ajudar, ele enfia um pedaço de vidro no pescoço do garoto, que fica à beira da morte. Caroline não tem outra escolha senão dar seu sangue para Matt beber, antes que seja tarde. Assim, ela acaba contando ao namorado que é uma vampira, mas que eles vão ficar bem apesar disso. Matt lembra de sua irmã, Vicky (que morreu na primeira temporada) dizendo que vampiros existiam, e pensa que foi Caroline quem a matou.
Dr. Martin vai até a casa de Elena para procurá-la, já que a perdeu de vista. Chegando lá, encontra Katherine, que se passa por Elena para depois matar o doutor com uma mordida. Mas só para dar um susto, ele acorda de repente, agarra a cabeça de Bonnie e “morre de novo”. Isso tudo para devolver à bruxa seus poderes. E não só! Jonas também disse à Bonnie que é ela quem deve matar Klaus e ainda disse como – embora a gente ainda não saiba. Por essa eu não esperava.
Com toda a confusão da noite, Ric vai levar Jenna em casa, mas nada muda entre eles. Ele diz que a ama e que Isobel está morta, mas que há coisas que ele não pode contar. E só porque ele acabou de dizer que a ex está morta, Isobel aparece na porta de Jenna minutos depois, dizendo “oi, eu sou a mãe de Elena”.

E agora?
Há um tempão que eu queria que Isobel voltasse. Em parte porque gosto da Mia Kirshner, mas principalmente porque pra mim, ela é a personagem mais misteriosa da série. Eu não tenho nem pistas de quais são as intenções dessa mulher. Nunca entendi nem ao menos porque ela resolveu virar vampira. Me pergunto se vai acontecer alguma coisa entre ela e John (devido ao seu passado) ou entre ela e Damon (que também já se conheceram muito tempo atrás) ou ainda se ela vai dar em cima de Alaric.
E Jenna? Agora ela não escapa. Vai ter que saber de tudo e não tem jeito. Imagino que ela vai ficar maluca por um tempo, se sentir enganada por todos, já que literalmente ela é a única que ainda vive no escuro. Me pergunto como vai ser a conversa entre ela e Isobel – e acho que podemos esperar boas cenas. E quanto tempo ela vai levar para perdoar Ric?
No episódio 16, parece que Damon e Stefan descobriram o local do massacre, mas estão escondendo o lugar de Katherine a qualquer custo. Juntando isso com o fato de que Bonnie sabe como matar Klaus, qual será o próximo passo?
E Caroline e Matt? Será que o garoto vai entender depois que ela conseguir se explicar? E mesmo que entenda, será que as coisas podem voltar a ser as mesmas entre eles? Algo me diz que Matt vai precisar de um tempo maior que Jenna para absorver a informação. Afinal, ele nem ao menos sabia que a irmã estava morta. Apenas que estava desaparecida. Acho que ele vai acabar indo atrás daquela mãe louca dele para dar as más notícias e sumir por alguns episódios. E quem ela não volta com o filho para Mystic Falls? Até porque não acho que a atriz Melinda Clarke apareceu na primeira temporada à toa. Acho até que ela vai virar vampira também.
Muitas perguntas. Mas o que eu sei é que quero que Tyler volte, e logo! Está na hora de os lobisomens voltarem à cena. Com certeza eles vão acabar, por algum motivo, tendo que se unir aos vampiros por uma causa maior. Ou nem teriam aparecido no seriado. Por isso, acho que quando for a hora de Tyler voltar, podemos esperar personagens novos em sua companhia. E apesar do que ele fez com Caroline antes de ir embora, ainda torço para que os dois fiquem juntos no final.
Detesto quando acaba uma temporada, pois temos que esperar uma eternidade até a próxima chegar. Mas confesso que estou louca para ver o fim dessa temporada de TVD, pois acredito que Klaus só vai aparecer no último episódio e eu não me agüento mais de curiosidade: tanto pra saber quem vai ser o ator, quanto pra saber como vai ser esse personagem. Embora saibamos algumas coisas sobre Klaus, quase nada foi revelado sobre sua personalidade; um enigma! Mas tenho mais um palpite sobre esse final (ou quem sabe fica para a próxima temporada?): Katherine vai dar um jeito de trair todo mundo e acabar ficando ao lado do todo-poderoso-Klaus. Ou não seria Katherine. O que vocês acham? A sorte é que não temos que esperar muito para descobrir. Dia sete está chegando, e com ele o novo episódio. Vamos ver quem acerta mais nas previsões?
Hawaii Five-0 – Ma Ke Kahakai
17/04/2011, 15:06.
Tati Leite
Reviews, Spoilers
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Série: Hawaii Five-O
Episódio: Ma Ke Kahakai
Temporada: 1ª
Número do Episódio: 1×20
Data de exibição nos EUA: 11/04/2011
Eu decidi assistir Hawaii Five-O por motivos nada nobres: os atores eram bonitos e a série seria gravada no Havaí. Por gostar tanto de Magnum na infância sempre me interesso por séries gravadas no Havaí. Acontece que esse show me surpreendeu e muito. O roteiro é muito mais amarradinho que eu pensava que seria e as cenas de ação são muito bem cuidadas. Eu não costumo ter muita paciência com filmes desse tipo, porque sempre me canso depois da segunda cena com mais de 10 minutos de luta. Em Five-O isso é resolvido. Toda (quase toda) semana tenho o melhor de um filme de ação, daqueles bem sessão da tarde, em apenas 42 minutos.
![Hawaii.Five-0.2010.S01E20.HDTV.XviD-LOL[(031367)00-52-01]](https://teleseries.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Hawaii.Five-0.2010.S01E20.HDTV_.XviD-LOL03136700-52-01.jpg)
Outra coisa bem interessante é a personalidade de cada personagem. A primeira vista era de se esperar que os personagens masculinos fossem os Don Juans enquanto a Kono estaria ali apenas para enfeitar mas, considerando que é uma série para puro entretenimento, os responsáveis pela nova versão foram além. Steve, Danno e Chin tem problemas muito mais sérios a serem resolvidos. E são todos pra lá de monogâmicos. Algo raro de se ver, enquanto Kono, é a novata mas é respeitada pelos seus companheiros. A série também tratou de deixar claro desde o primeiro episódio que eles são uma polícia com total liberdade para usar a força quando eles acharem necessário mas usam Danno como uma espécie de “grilo falante” deixando claro que não é correto a maneira como Steve age muitas vezes. O politicamente correto, quando bem dosado, é interessante de ser trabalhado.
Estamos chegando ao final da temporada e nesse episódio tivemos algumas respostas sobre assuntos apresentados ainda no início da temporada e novas questões a serem respondidas, provavelmente, no último episódio. E ainda houve tempo para o caso da semana.
Danno: Steve caiu. Ele está machucado.
Kono: Whoa-whoa espera, o quão machucado?
Danno: Eu não sei, Eu não sou médico. Eu acho que ele quebrou o braço.
![Hawaii.Five-0.2010.S01E20.HDTV.XviD-LOL[(059189)00-54-27]](https://teleseries.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Hawaii.Five-0.2010.S01E20.HDTV_.XviD-LOL05918900-54-27.jpg)
Steve e Danno estão praticando hiking quando encontram um corpo. Steve resolve descer para olhar a cena de perto e ao tentar retornar acaba se machucando. Danno precisa retornar para buscar ajuda. Enquanto espera McGarrett, usando fita crepe e galhos, consegue imobilizar o braço e ainda recolhe evidências. E para coroar esse início os roteiristas resolveram brincar com todo o ‘bromance’ e no momento que Steve agradece a Danno o amigo faz o gesto de ‘eu te amo’ com as mãos. Eu tive que parar o episódio para rir porque não acreditava no que estava acontecendo.
Kono: Você é um policial! Você deveria dizer a verdade!
Chin: Nem sempre as coisas são tão simples, Kono!

Os motivos que levaram Chin a ser expulsos da polícia vão além do que eu poderia supor. Eu sempre acreditei que ele foi incriminado por ser honesto e que isso teria inclusive alguma ligação, direta ou indiretamente, com o assassinato do pai do Steve. Para minha surpresa Chin o fez para proteger a família. O tio policial roubou o dinheiro para comprar lugar na fila de transplante para esposa e Chin ao descobrir não teve coragem de denunciá-lo. Kono o confronta e diz que ele deveria contar a verdade e agora que a tia morreu não há mais nenhum motivo que justifique ele continuar pagando por algo que não fez. O tio deles também estaria pressionando Chin a contar a verdade mas ele se recusa. Resta sabermos se esse segredo ficará realmente guardado por muito tempo. Eu tenho minhas dúvidas.
Nurse Jackie – Enough Rope
17/04/2011, 14:42.
Tati Leite
Reviews
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Série: Nurse Jackie
Episódio: Enough Rope
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×02
Data de Exibição nos EUA: 04/04/2011
O’Hara ser a melhor amiga de Jackie não é novidade principalmente depois que Mo-Mo foi embora. E como sinto falta do Mo-Mo. Nunca entendi porque Jackie não poderia ter dois melhores amigos. Mas parece que a enfermeira só se deu conta da importância de O’Hara em sua vida quando soube por Gloria que a médica estaria deixando o hospital. Mesmo assim sempre fica no ar a dúvida se é realmente o laço de amizade que a faz pedir para a amiga ficar ou se tem algo mais.

Digo isso porque Jackie não mudou em quase nada suas atitudes e continua mentindo compulsivamente. A mentira, no caso dela, parece ter se tornado uma patologia. Não temos como saber se fruto do vício em medicamentos ou se mentira já é algo que a acompanha desde sempre.
Gloria está empenhada em trazer Michelle Obama para conhecer o hospital e as cenas em que ela demonstra o quanto é fã da Primeira Dama dos EUA foram realmente divertida. Principalmente ela tentando pular corda.
Eddie volta a pressionar Jackie e avisa que ela precisa dar um jeito do marido saber que ele trabalha no mesmo hospital que ela porque os dois continuam amigos e ele não quer se esconder todas as vezes que ele aparecer no hospital de surpresa. Ela mais uma vez usa a facilidade que tem em mentir e pede apenas que o (ex?) amante diga que perdeu o emprego.

Jackie, na frente de Eddie, sem sequer suar, diz que tentará conseguir um emprego para ele atendo a um pedido de Kevin. Eddie fica visivelmente perplexo com a cena. Kevin não parece ter perdoado totalmente a esposa após a briga no episódio anterior e por algum motivo que eu realmente tenho dificuldades de compreender ela parece estar disposta a ter a vida “normal” dela de volta.
Castle – The Dead Pool
17/04/2011, 14:26.
Mariela Assmann
Reviews, Spoilers
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Série: Castle
Episódio: The Dead Pool
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×21
Data de Exibição nos EUA: 11/04/2011
Mais um ótimo episódio de Castle, pra manter a tradição. E coroado por um final pra lá de excelente, que matou os shippers do coração, tamanho o nível de fofura. Além disso, premiado com quase 13 milhões de espectadores, o que demonstra a força da série, que se consolida no time das grandes séries dos EUA.
Em The Dead Pool, os investigadores do 12th Precinct precisaram descobrir quem provocou a morte, por afogamento, de Zack Lindsey, uma promessa da natação. E, em meio às investigações, Castle teve que lidar com Alex Conrad, o pupilo que, aparentemente, tenta roubar sua musa inspiradora. Crime imperdoável.
Para desvendar o crime dessa semana, os investigadores tiveram que trabalhar, simultaneamente, com duas linhas de investigação diferentes.
A primeira delas se relacionava aos esteróides encontrados no apartamento da vítima, e que trouxe diversas teses. De boa gente, Lindsey passou para possível usuário e para provável traficante. Apenas após uma intromissão do abusado pupilo de Castle que a verdade foi descoberta: os esteróides eram de Brian Morris, o maior rival, nas piscinas, da vítima. Como um amigo do nadador assassinado utilizou essa descoberta para chantagear Morris, tudo apontava para ele ou seu pai como autores do crime.

A outra linha de investigação estava relacionada a outra atividade da vítima: o roubo de carros. Essa atividade também forneceu alguns suspeitos, como o amigo de longa data e parceiro da vítima, e o dono de uma ‘oficina’ – o tal suspeito com sotaque diferente. Aliás, a presença desse europeu com sotaque forte na lista de suspeitos rendeu boas teorias (e risadas), já que Castle passou boa parte do episódio imaginando como o estrangeiro (que a cada hora tinha uma nacionalidade diferente, mas no final era de Belarus mesmo) teria matado o nadador. Só que as investigações dos roubos de carros acabaram reforçando a tese do culpado ser da família Morris.
Mas não era nada disso. E o desfecho do caso foi bastante interessante. No final das contas, Rocket Rob, o mentor de Lindsey, acabou matando-o, para não correr o risco de perder seus recordes e ver seu nome jogado na lama, já que estava envolvido com esteróides. Creio que pra boa parte dos fãs, nesse episódio, a dúvida quanto à identidade do assassino permaneceu até o final. Confesso que não acertei o assassino, estava apostando alto no Morris-Pai. Ponto para Castle.

Não posso acabar sem antes falar dos momentos cômicos do episódio. O que foi a olhada da Beckett para o corpo (para não dizer para a sunga) do Rocket? E a hilária expressão do Capitão quando Castle disse que agressão contra policial de trânsito não valia como crime? E Esposito perguntando se ser muso de um escritor de mistério seria visto com maus olhos? Mas o melhor da noite foi o massacre no jogo de pôquer. Nossa, os veteranos acabaram com o novato. Como sempre, o episódio de Castle também divertiu.
E o que falar do final? Praticamente faltam palavras para descrever o hiper-mega-ultra-fofo momento Casckett. Beckett confrontou Castle, que admitiu o ciúme que sente de sua musa inspiradora e parceira. E Beckett se deliciou com a revelação do escritor, afirmando que dali em diante seria mulher de um escritor só. Socorro, essa cena provocou palpitações. Pena que o Conrad surge com seus novos musos, Esposito e Ryan, quebrando o clima (alguém explica o porquê de sempre aparecer alguém nessas horas). Enquanto isso, nós, os shippers, ficamos na torcida pelo dia que não ninguém aparecerá (ou telefonará), e que o clima entre Casckett progrida. E que venha To Love and Die in L.A.
ATENÇÃO! CONTÉM SPOILERS DA SEASON FINALE.
Faltando apenas 3 episódios para o final da atual temporada, explodiram diversos spoilers, nessa última semana, sobre o que vem por aí. Mais especificamente, os spoilers trataram de Knockout, o último episódio dessa season, que vai ao ar, provavelmente, no dia 16/05. As notícias informam que um personagem que participa de Castle desde o episódio piloto irá morrer. A maioria dos fãs aposta na morte de Martha. Mas os rumores mais fortes indicam um trágico final para o Capitão Montgomery. Ambos são personagens queridos, que farão falta na série. Se bem que, nesse ponto, todos os personagens principais contribuem para o sucesso de Castle, ou seja, qualquer que seja a partida, partirá nossos corações.
Mas também temos motivo para alegria. A season finale promete ser muiiiito boa. Segundo comentários do Seamus Dever, que interpreta Ryan, em seu Twitter (@seamusdever), o episódio final será repleto de ação, choque, e lágrimas. E o criador da série, Andrew Marlowe, falou que veremos mais do caso da mãe de Beckett, e avisou que a 3ª temporada acabará em um cliffhanger.
Criminal Minds – Compromising Positions
11/04/2011, 16:06.
Simone Miletic
Reviews
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Série: Criminal Minds
Episódio: Compromising Positions
Temporada: 6ª
Número dos Episódio: 6×04
Data de Exibição nos EUA: 13/10/2010
Essa foi uma das poucas vezes em que eu achei que a citação da noite pouco teve relação com a história que foi contada. E vocês? Quem sabe seja porque, simplesmente, ela tenha mais a ver com a sugestão de Penélope de ser a substituta de JJ. Eu adorei todo o esforço dela, apesar da certeza de que não ia acabar bem. Pelo menos serviu para que a gente percebesse a falta que a agente fazia – eu não tinha ideia de que ela fizesse tanta falta, confesso para vocês. Clique aqui para continuar a leitura »
Castle – Slice of Death
08/04/2011, 20:40.
Mariela Assmann
Reviews, Spoilers
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Série: Castle
Episódio: Slice of Death
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×20
Data de Exibição nos EUA: 04/04/2011
Slice of Death foi, sem dúvidas, o episódio mais apetitoso de Castle, ou, pelo menos, o que mais despertou o apetite.
Nessa semana, vimos mais um episódio pendendo para a comédia. Boa parte dos diálogos de Slice of Death foram hilários, e a própria situação referente à Guerra das Pizzas em NY, com muitos Nicks (Autênticos, Fantásticos, Autênticos Fantásticos, ou Fantásticos Autênticos), foi bastante engraçada. O climão italiano esteve presente, seja nas referências à pizza, à máfia ou ao Cavallo.
No episódio 20, Castle e os investigadores do 12th Precinct investigaram o assassinato de um ex-correspondente de Guerra, que viu sua vida ruir após a morte da filha. O corpo foi encontrado no forno de uma pizzaria envolvida na “Fantástica Autêntica Guerra das Pizzas de Nova York”, a pauta da matéria do jornalista.
As investigações, como já de costume, apresentaram diversos desdobramentos, partindo da briga entre ‘pizzaiolos’ vizinhos, passando por reportagens investigativas (com direito a vídeo do assassino), e chegando em uma organização criminosa envolvida com a venda de heroína. Mais uma vez (assim como em Ghosts, o 8º episódio da 1ª temporada), o assassino ”volta do mundo dos mortos” para cometer o crime. E, no final das investigações, além de prender o assassino, Castle e Beckett conseguem solucionar também o mistério que cerca o lendário e misterioso Cavallo, chefão da venda de heroína. De certa forma, o desfecho do caso pode ser expressado pela frase de Becket, “Nunca subestime o poder de uma mulher em uma missão”.

Os momentos mais “dramáticos” de Slice of Death ficaram ao encargo de Alexis, que brigou com a melhor amiga e foi humilhada publicamente. Tentando ajudar, Castle (auxiliado por Ryan) acirra ainda mais a briga, que acaba em socos e arranhões. É fato que nos últimos episódios Alexis vem mostrando um lado mais ‘dark’, até então desconhecido. Mas ela é tão fofa que até quando dá uma de “bad girl”, continua sendo adorável. E mais bonitinho ainda foi ver Castle, sempre meio inconseqüente quanto à sua vida pessoal, buscando nas palavras de Beckett o conselho apropriado para Alexis.
Apesar desse episódio ter apresentado mais “ação” que o anterior, estou sentido falta de mais correria, tiros e mocinhos correndo perigo. Ainda temos mais 4 episódios inéditos para ir ao ar, e devemos ter mais adrenalina correndo, já que o assassinato da mãe de Beckett deve voltar à pauta em algum deles. Então, minha sede por ação certamente será saciada. Queria, também, ver mais interação entre Esposito e Ryan, que sempre funcionam muito bem juntos, e aparições mais demoradas de Marta. E sim, eu sei que quero tanta coisa que um episódio de 40 minutos não daria conta de tudo. Mas, uma garota pode sonhar, certo?

Pra finalizar, se no episódio passado Josh não apareceu, nesse não foi nem citado, o que é uma alegria para os shippers (assim como eu). Enfim, Castle apresentou, nessa semana, um bom episódio, super divertido, e que, embora não tenha sido brilhante, serviu para manter o bom nível da excelente 3ª temporada.
P.S.: a menção dessa semana vai pra cena em que Beckett toma ”o seu café” das mãos de Ryan. É legal ver que no início da série ela era muito insegura e relutante em aceitar o café. Depois, sofreu quando Castle parou de trazer o café para ela, e ficou furiosa quando a “Nikki Heat” pegou o café destinado à ela. E agora, age como legitima dona do copo de café. Bem fofinho.
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