TeleSéries
The Vampire Diaries – Our Town
17/01/2012, 10:27.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Our Town
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×11
Data de Exibição nos EUA: 12/01/2012
Já estamos no segundo episódio pós-hiatus de The Vampire Diaries, e depois dessa pausa que a série deu, ela voltou meio fraquinha. Está certo que teve o tal (e tão esperado) beijo Delena, mas além de ele nem ter sido lá essas coisas, só o fora que a Elena deu no Damon já anula toda a felicidade da coisa. Mas enfim, vamos por partes.
Pelo menos o episódio começou com todos fazendo coisas úteis: Damon (todo feliz e se achando o ser mais irresistível do mundo por ter beijado a fulaninha) e Stefan se preparando para irem até a casa mal-assombrada das bruxas, Elena malhando para ficar mais forte e ser menos donzela em perigo e Bonnie tentando abrir o caixão misterioso que ninguém consegue abrir nem com bomba atômica. E detalhe: todo mundo fazendo isso mega cedo. Em que mundo os adolescentes acordam horas antes do necessário, isso eu não sei.
Enfim, depois de uma manhã produtiva, foi todo mundo para o colégio, o que é um milagre, já que com tantos problemas e dramas na série, o fato de que os personagens jovens precisam estudar foi praticamente deixado de lado. Então Elena conta para Bonnie que vai mandar o irmão para longe, Bonnie procura Jeremy mesmo tendo chutado o garoto e Tyler (ainda em cima do muro) resolve procurar a Caroline para desejar feliz aniversário na maior cara de pau. Resumindo: a parte jovem do seriado tira uns minutos para cuidarem dos próprios dramas ao invés de salvar o mundo.
E mesmo no meio dessa tensão toda, nada melhor do que uma festinha para entreter a cidade (como sempre), tendo como tema algo ligado aos fundadores, pra variar. Mas nessa festa o tédio tomaria conta do ambiente se não fosse Meredith dar as caras por lá, e mesmo a tal ainda não tendo nenhum propósito claro ali, já revelou que sabe sobre a vampirada e ficou bem amiguinha do Alaric. Ou seja, enquanto o professor aproveitava a companhia da nova moradora da cidade, Damon teve que lidar sozinho com Klaus, que agora está amiguinho até do Conselho caça-vampiros da cidade.
Como é aniversário da Caroline e a festa que está rolando na cidade não promete grandes coisas, Bonnie, Elena e Matt (que milagrosamente dá as caras no seriado, mesmo ele não tendo nenhuma função verdadeiramente útil) resolvem fazer algo para a vampira. Já que a loirinha está tecnicamente morta, eles têm a idéia brilhante de todos irem para o cemitério da cidade e fazerem a festança lá mesmo, com direito até a bolo confeitado, tudo na maior “alegria”. Tudo continuaria indo estranhamente bem e chato (porque as coisas ficam chatas quando não tem uma confusão, é claro), se não fosse Tyler entrar de penetra na festinha e Caroline aceitar acompanhá-lo até a floresta. Agora eu não sei o que foi pior: se foi a Caroline ir ter uma conversinha particular com o Tyler mesmo sabendo que ele é perigoso ou se foi Elena e Matt irem sozinhos procurar pela vampira, já que ela estava demorando para voltar. O fato é que tudo acabou dando errado: Tyler mordeu a ex-namoradinha e Stefan também deu as caras na festança somente para seqüestrar a Elena.
Sinceramente, estou começando a me surpreender com a maldade do Stefânio, e não sei até que ponto ela irá antes de ele se tocar e parar com tudo isso. Sim, eu ainda acho que ele vai se tocar, afinal ele e a Elena eram o casalzinho principal da coisa, né… Então é pouco provável que destruam o casal principal de vez. O problema é que enquanto ele não se toca vai continuar fazendo barbaridades como essa, de tentar transformar a Elena em vampira só para persuadir o Klaus a tirar o povo híbrido da cidade. De fato, dá certo. Mas como conseqüência tivemos mais uma daquelas cenas de 5 minutos da Elena chorando e lamentando todas as desgraças da vida dela.
Em meio à pequena confusão Stefan/Elena, Matt acha Caroline e a leva para casa. A pobre teria morrido se não fosse Klaus resolver fazer uma boa ação e ir até a casa da moça para salvá-la. Está certo de que dá para desconfiar de qualquer manifestação de bondade do Klaus, mas não podemos negar que foi lindo o momento de ele falando com a Caroline e tal. Subiu em meu conceito… Principalmente após ele dar aquela pulseira para a Carol, compensando a bijouteria barata que o Tyler deu. Mas será que vai rolar um clima, afinal? Seria estranho, mas interessante.
E para encerrar o episódio, não podia faltar o momento Delena. Os dois não se falaram o episódio todo, e no final, quando finalmente se encontraram e despertaram as expectativas de todo mundo (ou pelo menos de quem torce para que os dois fiquem juntos), a Elena dá um fora educado no Damon e fica por isso mesmo. Nenhum beijo a força, nenhum surto do Damon, nem nada. Tudo praticamente sem graça. Conhecem aquela frase “Bom demais pra ser verdade”? Pois é. Mais um motivo para eu ainda apostar minhas fichas em alguma “redenção” do Stefan.
P. S.: [1]: E que episódio bobo foi esse, não? Tsc, tsc…
P. S. [2]: O que foi esse clima de “funeral” no episódio? Sério, só gente louca fica feliz em falar o que estaria escrito na própria lápide e comemorar isso numa boa. Aff, Elena e Caroline!
P. S.: [3]: Pelo menos eu não estava toda errada sobre a Meredith. Acho que ela vai imitar o livro e realmente ficar com o Alaric. A questão é saber se ela não é mais uma encrenca na cidade.
P. S.: [4]: E não, eu não me esqueci de comentar aquela morte esquisita no final do episódio. Mas ela ficou tão sem sentido que ainda não dá pra dizer nada. Só espero que não tenham inventado mais alguma criatura esquisita por aí ou algo assim.
Retrospectiva 2011 – Os melhores do ano
15/01/2012, 10:19.
Redação TeleSéries
Especiais, Opinião
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2011 não foi lá um dos melhores anos para o mundo dos seriados. Entre novatas e veteranas parecia ser preciso um toque de mágica e inovação para salvar a programação do marasmo.
A Equipe do Teleséries escolheu o que teve de melhor no ano passado – salvando a TV de um ano desastroso.
Once Upon a Time

Espelho, espelho meu: existe série mais fofa na atualidade do que Once Upon a Time? Não, não existe. Once Upon a Time estreou no final de outubro nos EUA, toda direitinha e repleta de contradições: parece ao mesmo tempo o seriado mais original da TV desde Pushing Daisies; e ao mesmo tempo tem uma aura de clássico, como se já estivesse há muito tempo em nossas vidas. A ideia de transportar os contos de fadas pros dias atuais funciona tão bem que até seu formulismo (narrar um trecho de um conto por semana, meio com um flashback semanal de Lost) não incomoda. Adam Horowitz e Edward Kitsis, dois roteiristas de Lost, acertaram em cheio nas primeiras setes semanas da série e o elenco, ancorado numa trinca de boas atrizes, manda bem. Jennifer Morrison não tem uma personagem tão cheia de nuances como a Cameron de House, mas leva com competência seu primeiro papel como lead actress. Lana Parrilla, depois de meia dúzia de séries ruins, ganhou um papel complexo, que a permite desenvolver o potencial que mostrava nos anos 90 quando surgiu na cultuada Boomtown. E Ginnifer Goodwin tem a beleza e a sensibilidade que o papel de heroína romântica exige – sim, ela é a atriz mais linda da TV na atualidade, o que é uma grata surpresa pra quem se acostumou a vê-la em personagens tão distintos em séries como Ed e Big Love. (Paulo Serpa Antunes)
The Vampire Diaries
O que mais gosto em The Vampire Diaries é o roteiro amarradinho, sem falhas e com uma mitologia inteligente, bem atual, por mais irônico que isso seja, e ousada – um simples triângulo amoroso adolescente envolvendo bruxaria, vampiros, fantasmas, híbridos e todos os seres sobrenaturais possíveis. Se isso não bastasse, a série chega ao seu terceiro ano sem mostrar nenhum sinal de cansaço, muito ao contrário, surpreendendo cada vez mais. Pra mim a grande sacada da primeira parte exibida em 2011 é a inversão dos papeis de protagonista e antagonista da série, uma transformação, aliás, muito bem construída desde o início. Paul Wesley vivia um Stefan quase in-crível, sua ética, moral e amor incondicional por Elena era um ponto de conflito para os fãs, e agora ele interpreta um Stefan sem escrúpulos, com um sorriso debochado na cara e sem deixar o amor por Elena ser abafado. Ao passo que Damon passa de vilão para herói. Paralelo a isso, a maneira como o roteiro costura as tramas dos personagens secundários à trama principal é sensacional, quem diria que Tyler seria tão importante hoje, dois anos atrás não é? Trilha sonora impecável, atores bons (Joseph Morgan arrebentando como Klaus) e com um roteiro inteligente, por isso, The Vampire Diaries não fica devendo pra outras séries, tá sendo uma das poucas que vale a pena na TV. (Lara Lima)
Boardwalk Empire, 2ª temporada
Meu primeiro pensamento foi escrever sobre Chicago Code: a série que ninguém viu mas deveria ter visto. Também pensei em Homeland, Boss e Justified mas acabei optando por Boardwalk porque a série conseguiu manter a qualidade na sua segunda temporada mas ao mesmo tempo não teve nenhuma grande mudança na sua maneira de contar a história. E isso não é uma tarefa fácil. Apenas no último episódio da temporada é que temos um grande acontecimento daqueles que faz a audiência pensar: como vocês irão se virar agora? Para em seguida, ao repassarmos tudo que foi contado até aqui ver que a decisão foi extremamente coerente por mais dolorosa que pareça. A série também tem o mérito de saber lidar muito bem com a mistura entre personagens reais e ficcionais. Soma-se a a oportunidade do Steve Buscemi mostrar seu talento fazendo um papel diferente do qual estamos acostumados a ver. (Tati Leite)
American Horror Story
Desde o início eu sabia que assistiria American Horror Story porque ela tinha aquela cara de projeto diferente que geralmente chama a minha atenção, mas em nenhum momento coloquei fé em Ryan Murphy. É bem verdade que o produtor/roteirista teve grandes ideias ao longo de sua carreira (Popular, Nip/Tuck, Glee), mas ele é muito mais conhecido por destruir suas séries após inícios espetaculares do que pela qualidade que impingiu nos primórdios de tudo. E por isso fui para o tudo ou nada com AHS e fiquei surpresa e infinitamente grata por ter recebido uma temporada maravilhosa. A série é bizarra e explora com maestria inúmeros clichês do terror/suspense e, ao contrário da fama de Murphy, começou capengando e depois cresceu de tal forma que só pude me colocar de pé e aplaudir. Personagens carismáticos (e outros odiosos), atores competentes e um enredo que funcionou como ninguém imaginaria que fosse capaz. E o melhor de tudo? É uma série de temporadas fechadas, independentes umas das outras, o que impede que uma sequência ruim manche a qualidade estrondosa do que já foi visto até aqui. Uma grata surpresa esta entregue por Ryan Murphy, com certeza. (Mica)
Sons of Anarchy, 4ª temporada
A série retornou já com uma cena que fez acelerar o coração: os membros de SAMCRO saindo da penitenciária e retornando para Charming em formação. Era quase uma mensagem: OK, pagamos o preço pelo que o roteiro fez na temporada anterior, agora voltemos ao nosso lar, ao que fazemos melhor. Porém, assim como se diz que quem viaja nunca volta a mesma pessoa, também a cidade não é a mesma de quando o Clube saiu em cruzada no ano passado [ou catorze meses antes, de acordo com a cronologia da série].
Para lidar com as ameaças externas e internas, SoA precisou não apenas de um, mas de dois episódios duplos e mais um episódio extra: além de lidar com o velho inimigo Hale, agora prefeito de Charming, o Clube depara-se com o novo Xerife, que inclui o elemento racial na mesa de discussão; com o Assistente da Promotoria Federal interpretado por Ray McKinnon; com os aliados do cartel mexicano [Danny Trejo e Benito Alvarez, em participações saudadas pelos fãs]; e, principalmente, com o desabamento interno da estrutura do Clube. Sons of Anarchy entregou histórias que mantiveram o espectador na ponta da cadeira, ansioso pelo próximo episódio. Foi uma temporada em que eu chorei, gargalhei, tive vontade de pegar personagens no colo e de espancar outros. Kurt Sutter escancarou que a inspiração para a trajetória do personagem central é mesmo o trágico príncipe Hamlet, de William Shakespeare, e Jax Teller foi movido pelas ações de todas as pessoas importantes à sua volta, às vezes de anos atrás. Resta saber se na próxima temporada ele passará a agir também, em vez de reagir, e como isso afetará a dinâmica da série. Promete muito! (Lu Naomi)
Homeland
Uma trama dúbia, bem construída, que prende a atenção do início ao fim. Um elenco afinado, que interpretou brilhantemente os papéis (destaque absoluto para Clarie Danes). Surpresas, reviravoltas, descobertas, tensão. Tem muita série por aí sobre agências do governo e seus agentes. E Howard Gordon e Alex Gansa conseguiram trazer novos e deliciosos ares à Langley. E tudo isso explorando um tema meio gasto: a guerra ao terror e o medo que ela plantou nos corações e mentes americanos. E, contrariando aqueles que achavam que o plot se esgotaria quando o suspense mocinho/bandido terminasse, o seriado ganhou novo fôlego com uma finale de 90 minutos, que traçou os caminhos da 2ª temporada. Por todos esses motivos, e outros mais, desejamos, em coro: vida longa para Homeland, a melhor série de 2011. (Mariela Assmann)
The Good Wife
É tarefa árdua para mim explicar o que torna The Good Wife tão superior as demais séries, especialmente a segunda metade da segunda temporada, com a qual fomos agraciados no começo de 2011. É difícil explicar a sensação catártica que Great Firewall me proporcionou, por exemplo, enquanto ainda sendo o show racional que conhecemos, ou como esse mesmo episódio recorre a uma artimanha clichê, mas ainda assim não me senti enganada com a revelação final. Não sei elaborar o porque da briga entre Kalinda e Alicia ter me afetado tanto, ou o breve relacionamente da última com Will ter me deixado tão contente (apesar de eu ter sido abertamente #teamMr.Big na primeira temporada). O combo de diálogos excelentes, atores soberbos, situações envolventes, perfosnagens fasciantes, e um tom sóbrio, pé no chão, mas ainda assim com parcelas perfeitas de drama e comédia só podem ser devidamente apreciados assistindo ao show. Se você ainda não assistiu ainda, assista. Mas realmente invista seu tempo, pois as pessoas em TGW são complexas e reais, e demora um tempo para conhecê-las e amá-las, mas depois que isso acontece, é impossível não querer passar seu tempo com Alicia, Will, Diane, Kalinda, Eli e os demais. (Thais Afonso)
Grey’s Anatomy, 8ª temporada
Grey’s Anatomy se destacou como nunca nesta primeira parte da oitava temporada. Após exibir um fraco enredo durante a sexta (com exceção do tiroteio que encerrou a temporada) e sétima temporadas, a série de Shonda Rimes voltou com tudo este ano. Temos de volta o destaque para os protagonistas Meredith, Alex e Cristina, que estiveram apagados nos últimos dois anos. E com isso, o retorno dos tempos áureo da série. Em 2011, Grey’s apresentou casos médicos cativantes e muita emoção, o que, para mim, colocou a série novamente no patamar de melhores do ano. Shonda Rimes conseguiu mostrar que a série ainda tem muito fôlego. Prova disso foi a confirmação que o seriado está renovado para a nona temporada, com a permanência de quase todos os protagonistas. “Vida longa a Grey’s”. (Anderson Narciso)
Game of Thrones
Quando uma série nova estréia na HBO dois pensamentos vêm em minha mente: Superprodução e sexo. Parece que o alto grau de compromisso com a realidade faz com que séries como Game of Thrones encontrem na HBO um lar promissor. Não faltou riqueza nos detalhes com o figurino, cenários impressionantes e atores competentes, além de muita pele nua e cenas ousadas. A série é uma adaptação do livro de George R. R. Martin – uma adaptação impecável que agradou aos leitores e críticos – e levou a primeira história da saga para as telinhas. O que a série também levou foram diversos prêmios, garantindo a honra de ser aclamada e também renovada para a segunda temporada. (Maria Clara Lima)
CSI Las Vegas, 12ª temporada
Há anos atrás eu defendia neste mesmo Teleséries que CSI merecia uma indicação ao Emmy ou ao Globo de Ouro que nunca vinha – dificilmente um seriado procedural policial as recebe – como a melhor série de drama da época. O tempo passou e eu nunca imaginei o quanto CSI poderia afundar com um protagonista sem carisma e tramas sem charme e foi fácil ver o fim do seriado nas telas. E daí vem a surpresa de seu renascimento, de sua reinvenção: ninguém imaginava ser possível, ninguém conhece renascimento parecido. Mas foi: Ted Danson nos trouxe um novo supervisor de equipe em tudo diferente de Grissom e ao mesmo tempo tão parecido, por nos parecer tão natural sua liderança. Russel, personagem de Danson, parece não somente ter impressionado aos fãs, mas também aos roteiristas, que recuperaram aquele tanto de bizarro e único que as luzes da cidade de Las Vegas tinham pra nós nos primeiros anos. E eu voltei a aguardar ansiosa por aquela “sacada” antes dos créditos, como antigamente eu fazia. (Simone Miletic)
***
Veja também a nossa lista de Piores do Ano.
Astros de ‘Smallville’ de volta à The CW
14/01/2012, 15:48.
Maria Clara Lima
Notícias, Participações Especiais
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Está com saudades da Tess Mercer e do Oliver Queen de Smallville? A CW anunciou que a atriz Cassidy Freeman e o galã Justin Hartley estarão de volta em tramas da emissora. Cassidy foi escalada para participar de The Vampire Diaries, já Harley terá um papel na série Hart Of Dixie.
A atriz aparecerá no episódio 16 dessa temporada e fará o papel de Sage, descrita como alguém que tem um “sorriso diabólico”. Já Hartley entrará para Hart of Dixie – e possivelmente para o coração dos fãs e da Da. Zooey.
Enquanto a série da Rachel Bilson não retorna do hiato, o ex-Arqueiro Verde aparece na telinha no próximo dia 23 na série Castle da ABC.
Com informações do TVLine.
The Vampire Diaries – The New Deal
11/01/2012, 01:24.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: The New Deal
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×10
Data de Exibição nos EUA: 05/01/2012
Quem aí sentiu saudades de The Vampire Diaries? Pois é, a série voltou com um episódio que fez a alegria de todo o Team Delena. Mas falarei do casalzinho mais tarde, pois vamos seguir a ordem dos fatos, meu povo. Esse episódio foi bom, mas está longe de ser considerado um dos melhores já feitos no seriado, afinal não teve nenhuma grande surpresa: Elena continua sendo a donzela em perigo, Stefan continua desnaturado, Klaus continua ameaçando matar as pessoas e por aí vai. Nada de tão novo, como eu disse.
Depois que Stefan roubou a parentada do Klaus, a Bonnie passou a ter pesadelos com os caixões da família Original. E como pressentimento de bruxa (por mais chata que a bruxa seja) tem que ser levado a sério, ela vai até o tal lugar que aparece nos sonhos e se depara com o Stefânio e com os caixões da vampirada original toda… E para completar, ainda acaba ajudando o vampirão a esconder os defuntinhos.
Mesmo sendo melhor amiga da Elena e coisa e tal, Bonnie não conta nada do que aconteceu para garota quando vai tomar um cafezinho com ela no Mystic Grill, enquanto o Damon bebia umas lá mesmo e tentava convencer Alaric a beber também. Como esse grill é o único lugar que o povo da cidade tem para ir e todo mundo marca de se encontrar lá, Klaus já soube onde dar as caras e fazer o que sempre faz: ameaçar todo mundo.
Enquanto isso, Jeremy volta a ser o adolescente chato e problemático da primeira temporada. Já que duas das namoradas dele morreram e uma o chutou, ele começa a sair com o Tyler mesmo, por falta de opção. Como se isso já não bastasse, ele convida o novo amiguinho para entrar em casa (lembrando que agora Tyler é meio vampiro e tem que ser convidado) só para provocar Elena e Alaric, que já tinham chegado da tal reuniãozinha surpresa com o Klaus e deixaram que Damon aturasse vampirão sozinho. Não é novidade que essa amizade com Tyler iria causar problemas, e realmente causou. O lobinho obrigou Jeremy a ficar sem verbena para ser hipnotizado e tentar se matar quando Klaus telefonasse… E o pior é que dá certo, em partes. Alaric tenta salvar o rapaz e acaba morrendo, mas usando aquele anelzinho mágico, então ele não é uma preocupação… Por enquanto.
O fato é que essa quase morte do Jeremy deixa Elena e Damon surtando de novo. Bonnie, ao ver o pânico geral da nação, conta então que teve uma conversinha bem interessante com o Stefânio. Obviamente Elena vai correndo (com o Damon atrás) encontrar o amoreco dela, mesmo depois de levar incontáveis patadas.
Pois bem… Elena e Damon chegam ao local onde Stefan está junto com os caixões: aquela casa que tem os espíritos das bruxas e tal. Elena logo entra na casa toda ansiosa para ver o Stefan e leva um fora novamente, mas ao invés de ela sair chorando como vem fazendo há sei lá quantos episódios, resolve bater no namoradinho (que agora já deve ser ex, porque né…), manda ele pro inferno e tudo mais (uau!) e sai possessa de dentro da casa. Damon, que não agüenta ver a agonia da coitada, manda ela embora e então dá uns bons tapas no irmão, mas a briga nem esquenta e os dois estão amiguinhos de novo e fazendo planos (mais uma vez) pra matar o Klaus.
Enfim, Elena desiste de se estressar com o Stefânio e volta para casa, a fim de dar um jeito no irmão emo dela. Mas chegando, ela encontra Alaric mais para lá do que pra cá, já que o anel do coitado deu defeito (provavelmente por excesso de uso, porque o cara não pára de morrer) e ele voltou quase morrendo de novo. O jeito foi mandar o pobre homem pro hospital.
Alaric estava tão mal que teve que tomar sangue do Damon para sair vivo dessa. E enquanto fugia do hospital, eis que ele encontra alguém bem interessante, pelo menos para quem leu o livro. Esse tal encontro é uma das surpresas (que não foi tão grande, mas é surpresa mesmo assim) do episódio, o aparecimento de uma médica chamada Meredith. Quem leu o livro, sabe que Meredith é o nome de uma amiga da Elena, mas como a série tem nada a ver com o livro, veremos como será essa Meredith. No livro, a tal Meredith fica com o Alaric, então já que a Jenna morreu (fato inaceitável até hoje), quem sabe rola um clima na série também.
Bem… Após a alegria por Alaric não partir dessa para uma melhor, o drama volta com tudo, pois Elena fica se culpando (de novo) pela desgraça de todo mundo. Dessa vez é porque Jeremy teve que matar um híbrido que os impedia de levar Alaric para o hospital, alem do fato de ele estar regredindo para aquele estágio emo/revolts/esquisito da primeira temporada. Então lá vai o Damon fazer tudo o que a Elena quer e hipnotizar o coitado do garoto de novo, desta vez para que ele vá embora da cidade. Lembrando que antes ela tinha entregado o corpo da Rebekah ao Klaus pra que o vampirão sossegasse um pouco, mas como proteção nunca é demais…
E para encerrar o episódio (e consequentemente a review) com chave de ouro, tem o momento Delena (ou momento glicose, porque eita casal melado, viu). Então, torcida do casalzinho, podem comemorar a vontade porque terá um parágrafo inteiro para os dois bonitinhos. Pois é, foi bonitinho os dois juntos e tal, mas é sempre aquela história né… Eles só tem os minutinhos de love deles quando o drama chega a níveis exterminadores, e dessa vez Damon soube se aproveitar da situação, escolheu bem as palavras e voilá! Saiu o beijo, finalmente! Confesso que fiquei surpresa por meio segundo, já que há quase três temporadas os dois estão com essa paixonite enrustida que nunca dava em nada. Vamos combinar que nem foi aqueeeeeele beijo, mas pelo menos a Elena aceitou numa boa, ou no mínimo ficou mexida o bastante para não mandar o Damon pastar. Só nos resta agora saber se a Elena vai levar isso adiante ou fingir que nada aconteceu e essa paixão enrustida continuar.
P. S. [1]: Quem aí sentiu falta da Katherine e da Caroline? A Katherine provavelmente agora sumirá um pouco, mas a Caroline fez falta. Quem não apareceu também foi o Matt, mas esse anda cada vez mais sem utilidade na série, coitado.
P. S. [2]: E antes que me joguem zilhões de pedras por eu ter contado spoiler sobre a Meredith ficar com o Alaric no livro, lembrem-se que a série é totalmente diferente da literatura. Então pode ser que essa Meredith nem seja grande coisa… Se bem que isso é pouco provável, porque o sobrenome dela na série (diferentemente do livro) é Fell, o mesmo dos fundadores da cidade. Enfim, veremos.
P. S. [3]: Bem, pelo menos agora o Stefan melhorou a cara de mau. Não está mais com aquela expressão de dor de barriga que fazia antes… Agora ele está malvadinho mesmo. Estou gostando de ver.
P. S. [4]: O momento Delena foi lindo e coisa e tal, e tal e coisa… Mas alguém aí também está pensando no que vai dar isso tudo? E se o Stefan se toca e resolve se redimir com a Elena? O que acontece com o Damon? A não ser que a Katherine volte e fique com o Stefan, porque o que eu estou vendo de torcida pra esses dois ficarem juntos, viu.
O Amigo Nada Secreto das Séries
18/12/2011, 22:27.
Redação TeleSéries
Especiais
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Todo final do ano é sempre a mesma coisa. Seja em casa, no trabalho, na escola, sempre rola um Amigo Secreto (ou Oculto). No mundo das séries não seria diferente, então resolvemos preparar uma super troca de presentes entre personagens queridos pela nossa equipe.
Convidamos a Dra. Yang para comandar esse evento que trouxe das terras geladas o Robb Stark para animar – e proteger – a festa. Depois da meia-noite, os vampiros Bill Compton e Damon Salvatore apareceram, e quem já estava por lá era a professorinha Jess Day, o cientista Walter Bishop e seu xará Walter White. Para ajudar Cristina Yang, Barney Stinson e a boa esposa Alicia Florrick. Supervisionando toda a turma: a elegante e responsável Brooke Davis. A diversão estava garantida.
Depois de muita bebedeira e várias saias justas, veja como foi o Amigo Secreto da turma das séries, e tente adivinhar quem tirou quem.
Brooke Davis – O meu amigo secreto tem uma personalidade forte mas uma ponto fraco bem visível. Para acabar com esse problema e adicionar um pouco de estilo na vida do meu ‘bom’ amigo, darei um combo da Clothes Over Bro’s: um chapéu e um gorro preto para ele usar em todas as ocasiões e para cobrir com charme sua careca. Os adereços estão em alta e, além de tudo, servem para as noites frias desse inverno.
Jess Day – *Cantando* O seu nome saiu em um pedaço de papel, logo sou que esse seria o meu amigo secreto. O amigo secreto da Jess! Ah, escolher esse presente foi bem fácil, meu amigo secreto e eu somos muitos parecidos, em outra realidade poderíamos ser da mesma família. Assim como eu adoraria ganhar o que eu escolhi, meu ‘Bmigo’ – entenderam? entenderam? *risos* – vai ficar emocionado com o LP do Tears For Fears que eu comprei. Quando ele cansar do lado A, pode ser feliz ouvindo o lado B.
Robb Stark – Em meio à guerra, não tive tempo para pensar no presente ideal para minha excêntrica amiga secreta. Mas creio que ela irá ficar feliz com a armadura sob medida que mandei confeccionar. Ela poderá ser utilizada em peças de teatro, apresentações com sinos, servir como figurino para suas imitações ou até como decoração para sua casa. Tenho certeza que ela irá adorar o brasão dos Stark do escudo.
Cristina Yang – Meu amigo secreto tem alguns problemas para resolver. E como ele não pode usar as salas de operação como terapia, comprei livros que lhe serão muito úteis. Eles contêm dicas preciosas de como conquistar a humana amada, controlar seu gênio e adquirir hábitos “vegetarianos” saudáveis. Tenho certeza que ele será outro homem depois de ler a saga Twilight completa.
Walter Bishop – Somente pessoas muito obtusas são traídas tantas vezes. Aqui, acho que o caso seria para um transplante encefálico, mas como não achei um cérebro compatível, decidi desenvolver um protótipo que, acoplado ao corpo, irá emitir alertas sonoros, sempre que algum traidor se aproximar. Isso, por óbvio, se os implantes subcutâneos estranhos não amedrontarem a destinatária do presente. E, como acompanhamento, um milk shake de morango.
Bill Compton – Caros e caras, meu respeito por suas tradições vai além da política da boa vizinhança. Desde a minha época de humano, sou fã das festividades do fim do ano. Para comemorar comigo, estou presenteando a minha amiga secreta com um belo vestido vermelho e um vinho italiano conseguido por mim depois de muita luta – literalmente. Tenho certeza que ela ficará linda de vermelho e o vinho tornará tudo mais fácil, quer dizer, romântico.
Walter White – Meu amigo secreto cresceu muito em pouco tempo, se tornou um líder ainda jovém e deverá enfretar muitos inimigos pela frente. Deste modo, levei em consideração um presente que possa dar uma certa vantagem ao meu amigo sempre que for preciso oferecer banquete aos inimigos para selar um acordo. Com este presente ele não precisará se preocupar com acordos, apenas com a vitória. O presente é um frasco de Ricina, que mata sua vítima em alguns dias e é bastante difícil de ser identificada, ainda mais na época que meu amigo vive.
Alicia Florrick – Sou perita nesse assunto e por isso pensei em presentear meu amigo secreto com um livro sobre traição. Entretanto, os dramas pessoais dessa pessoa vão além de uma pulada de cerca ou punhaladas pelas costas. Aqui está amiga, uma coleção de capa dura com detalhes em fios de ouro de todas as peças do dramaturgo William Shakespeare. Tenho certeza que você irá adorar ler histórias sobre insegurança, traição, conspiração, amores perdidos… um prato cheio para quem vive por um fio!
Barney Stinson- Senhores, fiz questão de presentear meu amigo com uma versão exclusiva da minha própria coletânea “Fique Ligadão” – a coletânea que sobe o tempo inteiro. A música mais famosa desse cd “You Give Love a Bad Name” do Bon Jovi vai cair como uma luva para embalar as aventuras sexuais do meu amigo secreto. Com a música certo e o ambiente certo, meu amigo não vai deixar ninguém escapar!
Damon Salvatore – Quando descobri que meu amigo já se fantasiou de piloto Top Gun para o Halloween de 2005 não pensei duas vezes: humanos gostam de fazer cultos estranhos, então achei bacana encomendar um pôster daquele ator Tom Cruise. Meu amigo poderá pendurá-lo na parede e venerar o personagem que pode até servir de inspiração para uma de suas ilusões.
***
Confira quem tirou quem no nosso Amigo Secreto
Walter White tirou Robb que tirou Jess que tirou Walter Bishop que teve o nome da Alicia sorteado e ela tirou a Dra. Yang que tirou o Damon que tirou o Barney que sorteou o vampiro Bill que tirou a Brooke Davis que tirou o Walter White.
Textos de Anderson Narciso, Mariela Assmann, Maria Clara Lima e Túlio Bittar.
CW lança site para promover causas beneficentes
08/12/2011, 12:03.
Maria Clara Lima
Notícias
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Quer saber quais são as boas ações encabeçadas por atores de Nikita, The Vampire Diaries, The Secret Circle, Hart of Dixie? A rede de TV americana The CW anunciou hoje o lançamento do site “Causes to Care About” (Causas para se preocupar), onde reúne uma lista de causas encorajadas pelo jovem elenco do canal.
No topo do site da CW pode-se ler “Aprenda mais sobre o que os astros da CW se preocupam e sobre como você pode fazer a diferença”. Os fãs podem acessar à página para se informar sobre as causas defendidas por seus atores preferidos. Há também a possibilidade de visitar os sites das instituições de caridade e fazer doações.
Entre os atores que fazem parte da campanha, Ian Somerhalder merece destaque. O ator de The Vampire Diaries tem a sua própria instituição, a Ian Somerhalder Foundation, que se preocupa em procurar soluções para problemas ambientais, educacionais e para os maus tratos com os animais. A parceira de série do ator, Nina Dobrev, faz campanha para o Free the Children, projeto destinado à angariar fundos para promover a edução e saúde entre as crianças. Já o Paul Wesley defende o Global Roots, que reúne vários projetos humanitários ao redor do mundo.
Ação como essa não é novidade para a emissora. Em 2009, a CW promoveu a responsabilidade ambiental na campanha “Free 2 Be Green” (Livre para ser verde). Vídeos com dicas sobre sustentabilidade faziam parte dos intervalos da programação.
Confira um vídeo dessa campanha com os atores de Gossip Girl, Penn Badgley e Blake Lively. Os atores dão uma dica para economizar no aquecer e manter a temperatura do corpo elevada.
O lançamento do site da CW acontece dois dias depois do Dia do Voluntariado Global (5/12). Se você ficou com vontade de ajudar e abraçar alguma causa? Acesse o Portal do Voluntariado e descubra como fazer a diferença por aqui.
Com informações do SpoilerTV
The Vampire Diaries – Homecoming
14/11/2011, 10:00.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Homecoming
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×09
Data de Exibição nos EUA: 10/11/2011
Nostálgico. Essa é a melhor palavra para definir este episódio de The Vampire Diaries que, sem exagero nenhum, foi NO MÍNIMO um dos melhores da temporada… Ou até mesmo da série. E apesar de os acontecimentos terem sempre como plano de fundo alguma festa onde a cidade inteira esteja reunida, isso não conseguiu deixar o episódio clichê por nenhum momento. Até aquelas marmeladas irritantes que já estavam cansando de serem vistas, ficaram ausentes do episódio… Pois é, realmente acertaram desta vez. Clique aqui para continuar a leitura »
The Vampire Diaries – Ordinary People
06/11/2011, 14:23.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Ordinary People
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×08
Data de Exibição nos EUA: 03/11/2011
Eu disse que libertar o Mikael só iria complicar ainda mais as coisas que já estão complicadas, não disse? Pois é, e neste episódio todos os fatos provaram que eu estava certa, apesar de que também tiveram uns flashbacks bem interessantes sobre toda a parentada do Klaus. Os fantasminhas meio que sumiram, por ora, mas como o colar da Elena/Rebekah ainda está lá firme e forte, pode ser que os tais visitantes ilustres apareçam mais vezes. Entretanto, por enquanto tudo indica que os Originais continuarão em destaque, pelo menos por mais um tempo.
Uma dúvida que provavelmente pairava na cabeça de um monte de gente, é como os primeiros vampiros (ou seja, Klaus e Cia.) surgiram, já que para alguém se transformar em vampiro tem todo aquele esquema de beber sangue do dito cujo, morrer e se alimentar de sangue humano depois que acordar. Aí é que entram aquelas pinturas meio “rupestres” que estão na parede da caverna embaixo da propriedade dos Lockwood, a qual o professor Alaric provou sua competência traduzindo parte da historinha ali desenhada e os nomes de Rebekah, Elijah, Klaus e Mikael, o que causou a curiosidade geral da nação. Então, como Elena é a nova protegida do Klaus e não pode ser morta por ninguém, ela vai procurar Rebekah e não pára de atormentar enquanto a vampira não explica a história dos desenhos/nomes na caverna.
Por não agüentar mais a Elena atormentando-a (como a garota faz com o resto dos vampiros/lobisomens/bruxos/fantasmas da série), Rebekah é vencida pelo cansaço e começa a contar sua história, ou pelo menos a parte mais interessante dela. O fato é que tudo se dá porque uma bruxa se intrometeu em tudo (como sempre), e isso já não é mais novidade para ninguém, porque as bruxas reclamam mas sempre dão um jeito de bisbilhotarem. A surpresa foi que, não contente em ser “apenas” uma das vampiras Originais, Rebekah é também filha da Primeira Bruxa, e foi mamãe quem transformou os filhotes em vampiros, simplesmente porque eles eram humanos moradores de uma vila de lobisomens e precisavam ser mais fortes do que a vizinhança. E agora vocês me perguntam: Qual a relação de Mikael com esse povo, para ele estar presente na parede da caverna também? Pois é, foi Damon quem sacou isso antes de todo mundo: Mikael é nada menos que o “Papai Original”, que se revoltou com a própria raça e decidiu matar todo mundo, principalmente Klaus.
Para quem não lembra, Elijah já contou que Klaus é filho de uma pulada de cerca da mãe com um lobisomem. Bem, agora está explicado de onde vem o fato do cara ser híbrido, já que a Mamãe Original o transformou em vampiro quando ele já tinha os genes de lobisomem em si, e tentou esconder a “bastardice” do filho ao bloquear o lado lobisomem do rapaz. Só que a essa altura Mikael tinha se revoltado e matado a comunidade quase inteira para vingar a galhada que tinha nascido em sua cabecinha vampiresca.
Enfim, Elena arrancou o que pôde de informações de Rebekah e foi correndo falar tudo para o Alaric. Enquanto isso, Damon enjoou de ser babá do irmão em “rehab” e soltou o Stefan para que os dois pudessem farrear no bar, já que naquele dia não estava tendo festinhaem Mystic Falls. EnquantoStefânio tenta compensar os dias em que ficou sem sangue, Damônho mata a saudade que a mulherada tinha (não neguem, garotas) das dancinhas sensuais dele (se lembram de Enjoy The Silence, certo?). Mas como tudo que é bom dura pouco, Mikael apareceu e estragou a farra dos irmãos, e teria começado a matança se Stefan não tivesse prometido chamar o Klaus para se juntar à eles. E sinceramente, Mikael é claramente pior do que Damon no sentido de matar sem remorço, então é bom que Stefânio largue de graça e grite socorro para o Klaus logo.
E para encerrar a cota de descobertas do dia, Elena finalmente serviu para algo (além de ficar em perigo e atormentar todo mundo) e terminou de interpretar os desenhos da parede. Aí foi toda alegre e saltitante de volta para a casa dos Salvatore e terminou de estragar a noite da Rebekah, contando que quem matou Mamãe Original não foi o Mikael, e sim o próprio Klaus que, apesar de ter uma ficha de culpa quilométrica, ainda era considerado um santo e inocente para a Barbie-Klaus. E foi após descobrir isso que a pobre ficou em prantos, o que somente não foi digno de pena AINDA porque ela não demonstrou estar revoltada o suficiente para entrar no Team Quero-Matar-Klaus, ou pelo menos a ponto de ela libertar a parentada toda (ou o Elijah, no mínimo).
Pois é, apesar de tudo, a Rebekah está se saindo uma criaturinha bem “simpatizável” (mas ainda não compensa a ausência da VampBitch), e tenho que admitir que a vampirinha tinha razão ao dizer para não soltarem o Mikael. Bem, mas a besteira já está feita faz tempo… Agora quero só ver quem vai prender o dito cujo de novo.
P. S. [1]: Não se revoltem, Team Delena, não me esqueci de vocês. Continuo achando sim o Damon com a Elena uma melação um tanto forçada, mas admito que a cena dos dois na cama fez até com que eu ficasse cheia de mimimi, e admito também que queria estar no lugar da Elena, haha. Pois é, foi fofo, bonitinho, um bom encerramento para o episódio mas… Nem preciso dizer quem ainda é minha Doppelgänger Petrova preferida, certo?
The Vampire Diaries – Ghost World
02/11/2011, 09:54.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Ghost World
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×07
Datas de Exibição nos EUA: 27/10/2011
Apesar de The Vampire Diaries ser uma série sobre vampiros, parece que neste episódio os criadores se esqueceram totalmente disso. Ghost World (como o próprio nome já diz) foi um episódio dedicado aos mais novos seres sobrenaturais presentes na série: os fantasmas. Pois é, esqueceram de Klaus, Mikael, Katherine, Rebekah e de todos os vampiros que andam aprontando nessa temporada, até do meio-vampiro Tyler. Ao invés disso, várias figuras sobrenaturais voltaram dos mortos como assombrações 2.0, com direito a tocar nas pessoas e a fazerem estragos em tudo o que podem. Clique aqui para continuar a leitura »
The Vampire Diaries – Smells Like Teen Spirit
26/10/2011, 19:38.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Smells Like Teen Spirit
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×06
Datas de Exibição nos EUA: 20/10/2011
Eu disse que essa coisa de acordarem o Mikael logo sem pensarem duas vezes seria uma roubada, não disse? Agora resta a minha revolta pelo que aconteceu com a VampBitch mais amada de todas: a minha, a sua, a nossa Katherine. Não ficou muito claro se a mulher morreu ou não, mas a dúvida já é frustrante o bastante, e tenho dito. Enfim, revoltas à parte, esse episódio foi bom… Foi melhor até que o episódio passado (do qual falaram tão bem), e isso chega a ser meio chato, porque nem ter sobre o que criticar eu tenho direito. Hahaha.
A pegada da vez (e não estou falando ainda sobre as apalpações Delena) é a Elena tentar dar uma de Buffy para caçar o Stefânio e prendê-lo até ele cair na real de que não serve para ser vilão, e sim para aquela melação toda que vemos há três temporadas. E por falar em melação (calma, não se animem, comentarei sobre Delena mais pra frente), o Stefan está fraquejando de novo e quase se entregando a todo aquele mimimi com a Elena. Stefânio, meu filho, não adianta… Você é o herói! E Damon, volte a ser o vilão, por favor, porque essa coisa de você estar babaquinha pela Elena está te estragando, homem!
Babaquices à parte, as aulas recomeçam em Mystic Falls e todo mundo volta à escola, incluindo Stefan e Rebekah, mais conhecida agora como Barbie-Klaus e nova moradora da mansão Salvatore. E na única escola da cidade onde a única aula que os alunos têm é a de História (repararam nisso?), já rolam planos para uma festinha de volta às aulas (eu já estava começando a estranhar a ausência de festas nesses últimos episódios). E enquanto todo mundo finge que está tudo normal, Elena se lamenta e Tyler volta a ser o mala que era na primeira temporada (estou começando a perceber que este foi o episódio das babaquices), Kath continua tentando acordar o Mikael dorminhoco.
O fato é que Mikael não acordava nem com berro, sacudida, tampa de panela batendo, etc. Fora que ele recusou um banquete de sangue de rato, coelho, gato, humano e tudo quanto é coisa que VampBitch tentava arranjar pra ele. O vampirão só acordou mesmo ao tomar o sangue da própria Kath, que não teve nem como reagir e… Ela afinal morreu ou não? Mikael tem bom gosto pra sangue, isso é um fato… Mas matar (há controvérsias) a VampBith foi longe demais para quem está há cinco minutos na série. Já quis chegar causando, tsc. O fato é que ele faz o que faz e não dá mais as caras no episódio todo, sendo que o Klaus ainda está fugindo alegre e saltitante por aí.
Mas agora vamos falar de Damon e Elena (Team Delena, comemore, eu deixo) e de toda a turminha do bem. Após Damon ensinar Elena a caçar vampiros de uma maneira extremamente eficaz (querem mais eficácia do que uma mão boba?), a menina fica se achando o máximo e recruta todo mundo sobrenatural da série para ajudá-la como sempre, mas deixa a Bonnie de fora porque não quer que a bruxinha se meta e quase morra de novo. E embora essa atitude de Elena tenha sido um tanto imprudente, foi o que de fato a salvou (sintam o cheiro da marmelada), já que Matt (que quando aparece na série só serve pra fazer besteira) acredita no papo furado de fantasma drogada da irmã e traz ela de volta.
Mal foi ressussitada, Vicky já prova que além de não ser flor que se cheire como humana e vampira, também não presta como fantasma ou qualquer outro ser que tenha surgido na série, e já vai tentar matar a Elena (afinal, todo mundo quando quer matar alguém, já pensa logo na Elena, pra garantir a marmelada). Aí que a Bonnie entra em ação e manda a Vicky de volta pra onde quer que os vampiros vão parar quando morrem, mas para o azar dela, parece que o efeito desse chute na Vicky foi trazer a Anna de volta. Pois é, Jeremy namorou humana, vampira, bruxa, agora é fantasma e logo só falta uma lobisomem-fêmea para ele completar a coleção. Impressão minha ou ele está melhor até que o Damon no quesito variedade?
Enfim, após Elena estar a salvo novamente (e Stefan a salvo junto) e rolar aquele momento de extremo açúcar Delena e depois Stefena, tudo parece estar em paz por enquanto. Mas como em The Vampire Diaries acontecem coisas com cada vez menos sentido, mais uma pessoa já bem conhecida volta do Além dos seres sobrenaturais. Pois é meu povo, parece que Tyler não está mais sozinho, porque titio Mason voltou. É um absurdo, mas voltou. Ninguém sabe porque e nem como, mas o cara está vivinho da Silva e já veio tirar satisfação com o Damon (ele quem o matou né). Depois dessa, embora seja uma total falta de sentido, não é loucura eu dizer que Vampbith jamais morrerá… E que torço para que Rose e a Lexi voltem logo e ponham ordem nessa zona.
P. S. [1]: Quem aí leu os livros? Já repararam que eles estão colocando na série aquela coisa de voltar dos mortos e tal? Misturança… Tsc.
P. S. [2]: Vampbitch morreu ou não morreu, meu povo? Quais as apostas de vocês?
P. S. [3]: Teve um povo aqui falando sobre um possível clima entre Bonnie e Jeremy. Mas o que eu vi mesmo, foi mega clima entre o Matt sem-sal e Bonnie-Isqueiro. Discordam?
P. S. [4]: Falei na review passada que a Elena era uma bolsa de sangue gigante. Não deu outra… Neste episódio o Stefânio disse também. Eu disse…
The Vampire Diaries – The Reckoning
18/10/2011, 23:50.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: The Reckoning
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×05
Datas de Exibição nos EUA: 13/10/2011
Como em toda série, uma hora as marmeladas começam a surgir, e neste episódio eu quase fiquei diabética à beira de um coma por aturar tanta marmelada e melação. Isso é até bom para os que são fãs de romance (principalmente os do Team Delena), mas até no núcleo dos vilões, começaram a surgir umas coisas que, assim que aparecem, o primeiro pensamento que vem na cabeça é: “WTF?!”.
Como vimos no episódio passado, para a felicidade geral do Team Stefan, o vampirinho está de volta a Mystic Falls, e junto com ele veio toda a comitiva Klaus & Cia., com direito à irmã ressuscitada e um caminhão de mudanças macabro, com os caixões da parentada toda. Então mal a família dos Originais chegou (com Stefan como cãozinho), Klaus e Rebekah já trataram de destruir uma possível festa que haveria no colégio da cidade.
Sem enrolação alguma, foi a comitiva do mal para a escola, e Klaus já tratou de armar um plano bem diabólico para todo mundo ajudá-lo, e esse plano envolve a vida da Elena, é claro, mas com uma pequena participação do Tyler, já que o Klaus mordeu o lobinho. Ou seja, se ninguém achasse uma maneira melhor de criar híbridos para que Tyler não morresse, a Elena morreria e pelas mãos do Stefan, que agora está mais malvadinho graças à hipnose do Klaus.
E se é pra salvar a vida da Elena (mais uma vez), todo o povo sobrenatural do seriado sai correndo atrás de alguma solução maluca de última hora. Mas aí vocês me perguntam: “E o Damon? Cadê ele para salvar a donzela em perigo dele?”. Pois é, meu povo, isso foi até o que a Elena se perguntou, e aqui vai a resposta: Ele está fugindo com a Katherine e proporcionando um momento de felicidade àqueles que torcem para que os dois caiam na real que se merecem e fiquem juntos logo (nem preciso comentar daquele beijo no carro, certo?). E a Katherine que não é nem um pouco lerda, seqüestrou o Jeremy para descobrir onde diacho foi escondido o corpo do único caçador/vampiro que pode matar o Klaus. E não é que ela consegue? Mais um ponto para a VampBitch!
Mas voltando à escola… Já que Jeremy foi sequestrado e Bonnie é persona non grata para todas as outras bruxas mortas existentes, o desespero toma conta geral da nação. Mas então, Matt (pois é, lembram dele) percebe que não está tendo mais utilidade nenhuma na série e resolve tentar virar um serzinho sobrenatural também. É óbvio que ele não consegue se transformar em nada, mas pelo menos tem uma experiência de quase morte e consegue dar um recado de Vicky para Bonnie, enquanto Stefan está tentanto resistir à hipnose de Klaus para que Elena escape mais uma vez… E ele consegue resistir, mesmo sendo a maior marmelada do episódio, mas consegue. Claro que essa resistência deixa Klaus possesso e ele faz uma hipnose 2.0 no Stefânio, pra deixar o vampirinho mais malvado dessa vez.
Enfim… Elena está a salvo, e a farrinha de Katherine e Damon (com Jeremy no porta-malas) teria continuado se não fosse a Bonnie estraga-prazeres mandar uma mensagem avisando o Damon. É claro que ele esquece rapidinho a mágoa que ficou da Elena e se manda dali, deixando que Kath e Jeremy encontrem sozinhos o túmulo do Mikael (o tal caçador/vampiro).
Se quisessem ter matado a Elena, Damon não teria nem conseguido salvá-la, o fato é esse. Pois quando ele chegou, Klaus já havia descoberto que não é a morte da Elena que transforma híbridos, e sim o sangue dela. Ou seja, Tyler virou um híbrido e Elena se tornou a nova fornecedora de sangue do Klaus. Pelo menos matá-la, ninguém vai… Mas Damon ignora isso e rouba do hospital para levá-la até a casa dos Salvatore, onde os dois fazem as pazes de novo. Só que não se animem, Team Delena, pois Stefan voltou para casa também, e agora está com uma maldade 2.0. Stefan só voltou porque Klaus quer que alguém vigie a moça, ou seja, Stefânio está nem aí para a Elena e só a vê como uma bolsa de sangue gigante que pode sair correndo a qualquer momento. Alguma dúvida de que logo essa maldade fajuta do Stefan vai acabar? Pelo menos agora ele está com uma cara decente de mau.
Enfim, para encerrar o episódio com chave de ouro, Jeremy e VampBith acham o túmulo do tal de Mikael, “escondido” bem embaixo das fuças de todo mundo num cemitério comum. Sem nem pensar no fato de ele caçar vampiros (e não somente o Klaus), Kath acorda logo o sujeito. E algo me diz que isso não foi boa idéia…
P. S. [1]: Alguém mais acha que essa parceria de Stefan & Klaus está quase virando uma história de amor? Reparem em como Klaus fica possesso e com ciúmes toda vez que é “traído” por Stefan, além da clara obsessão que ele tem pelo Stefânio.
P. S. [2]: Vamos ver agora o que esse Mikael vai aprontar, né. Quais os palpites de vocês? Sinceramente, o meu palpite é que depois de ele matar o Klaus (SE ele conseguir), ele vai sair querendo matar todos os vampiros existentes e vai se tornar a nova dor de cabeça do pessoal. Mas desde que o Damon e minha VampBitch estejam a salvo, Mikael que faça a festa.
The Vampire Diaries – Disturbing Behavior
12/10/2011, 00:22.
Mônica Castilho
Reviews
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Série: The Vampire Diaries
Episódios: Disturbing Behavior
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×04
Datas de Exibição nos EUA: 6/10/2011
Não vou falar que esse episódio de The Vampire Diaries foi ótimo, porque a série já conseguiu voltar há um tempinho aos eixos que tinha na segunda temporada. Mas uma coisa que vem mudando (ou melhor, voltando ao normal) é o Damon… O vampiro estava meio bobão por causa do amor que sente pela Elena, mas parece que finalmente caiu na real e resolveu brigar com todo mundo no episódio, fazendo lembrar os bons e velhos tempos da primeira temporada, em que ele era o malvadinho da vez. Clique aqui para continuar a leitura »
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