TeleSéries
Glee – I Am Unicorn
30/09/2011, 00:30.
Thais Afonso
Reviews
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Série: Glee
Episódio: I Am Unicorn
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3 x 02
Data de Exibição nos EUA: 27/09/2011
Eu provavelmente devo dizer em primeiro lugar que considerando que o retorno da Idina Menzel ao show foi a única razão pela qual eu decidi voltar a assistir Glee, eu sou bastante tendenciosa a respeito do retorno de Shelby Corcoran a Lima. Eu tentarei ser razoável no meu julgamento, mas de antemão quero deixar claro que eu estava tão ocupada me deliciando com o retorno de Idina que o plot imbecil e forçado para trazê-la de volta passou direto por mim. Quem liga para a falta de uma mão sã nas storylines de Glee nesses momentos e olha, ela ainda vai cantar, então eu vou ter outras coisas dela para ouvir em loop além das inúmeras versões de Defying Gravity e a trilha sonora de Chess (que é ótima e todo mundo deveria ouvir).
Eu entendo, porém, como pode parecer um pouco despropositado que uma pessoa que sempre parece tão serena e sensata quanto Shelby (apesar de eu estar convencida que ela é assim por causa da composição de personagem de Idina, não do roteiro) fosse aceitar um emprego em uma escola onde ela teria de lidar em extrema proximidade com a filha biológica de quem ela continuava afastada e os pais biológicos do seu bebê. Eu sempre quis uma resolução mais consistente para o relacionamento de Rachel e Shelby, e eu realmente não me importo de ela querer dar a Quinn e Puck a chance que ela nunca teve de saber quem é a filha deles e como ela está sendo criada e tratada, e para ela saber quem eles são também. Como uma personagem que foi estabelecida como sendo uma mulher consumida com arrependimento e tristeza por ter seguido com seu contrato de barriga de aluguel e entregado a filha, apesar de ainda achar que fez o justo e o melhor para Rachel, eu não tenho problemas acreditando nas motivações dela para fazer algo com potencial tão desastroso quanto tentar criar uma espécie de família com os pais biológicos da Beth, que não são os dois adolescentes mais moderados e responsáveis do planeta para começar. Mas como alguém que parece de fato ter algum bom senso, eu não acredito que ela fosse aceitar um emprego que a colocasse em posição de confronto tão gigante e que pode muito bem acabar em mais dor para todo mundo. A sensação é de uma armadilha; ela não pode escapar das crianças e eles não podem escapar dela (e malditos sejam os escritores por tentarem fazer do Will a voz condescendente da razão de novo). Eu acho que as coisas seguirão, em grande parte, para uma boa conclusão, porque esse é um show de TV, mas esse é o tipo de maquinação que faz todo mundo torcer o nariz um pouco, porque realmente, na vida real, é o tipo de coisa que provavelmente terminaria muito mal.
Eu apreciei como eles ainda não determinaram uma direção sólida para o relacionamento Rachel/Shelby. Elas ainda estão se adaptando a ideia de Shelby estar de volta, e, considerando que Idina tem um contrato para meia temporada e deve talvez aparecer em episódios intercalados como a Beiste no ano anterior, ficando possivelmente até o finalzinho da temporada, eles devem desenvolver a relação das duas devagar e eu espero, com algum tato, o que era tudo o que eu queria da primeira vez. Eu estou, contudo, um pouco cansada da atitude da Rachel, primeiro em Journey e agora nesse episódio. Conhecer sua mãe biológica é provavelmente emocionalmente confuso e exaustivo, mas não tem razão para ela ser tão temperamental a respeito da decisão da Shelby de manter uma certa distância. Shelby tem razão quando ela tenta explicar que ela foi apenas uma incubadora humana, e que por mais que ela ame a Rachel, ela não a criou e ela não é sua mãe de verdade, e em uma série em que metade dos personagens principais é órfã de um pai (ou foi, de fato, abandonado e rejeitado por ele), e onde Rachel é sem dúvida a adolescente mais mimada, apoiada e amada, essa atitude de vítima não me desce.
Uma atitude que eu amei? Puck. Aliás, amei cada segundo de Mark Salling, de que em realmente tenho sentido falta, nesse episódio. Mesmo durante o arco com Lauren no ano passado ele ficou terrivelmente apagado. Aqui, o personagem dele tem novamente algumas questões complexas para explorar e ele nos agracia com sua melhor atuação em muito tempo. A cena dele com Beth e Shelby é adorável, mas triste ao mesmo tempo. Puck sempre quis manter a filha, nós sabemos, e não é surpreendente que ele já estivesse de conluio com Shelby antes de Quinn sequer descobrir que ela estava na cidade, e eu adoro o retorno do Puck doce e que tenta ser melhor e se comportar, mas ainda é o Puck (e não resiste a uma cerveja). E eu acho que é sem dúvidas a melhor cena de Idina no episódio também, desde como Shelby parece tentar conter sua divertimento com o fato de Puck não conseguir ficar totalmente careta, a maneira como ela tenta ser gentil e acolhedora, ao mesmo tempo que parece um pouco assustada por ele já estar basicamente a perseguindo e a maneira como ela segura aquele bebê faz parecer que Shelby de fato espera que ela seja arrancada dela a qualquer momento. E uau para aquele por aquele momento muito preciso em que a bebê se recusa a ir com Puck e se agarra a Shelby. Essa é uma atriz nata, igual à Harmony.
O pequeno momento é talvez um dos poucos indicativos na narrativa de que Shelby é a única mãe (ou pai) que esse bebê conhece, e não vai ser bater na porta dela e passar alguns minutos com a criança que vai permitir que Quinn e Puck magicamente sejam pais por direito de Beth, o que me leva decisão de Quinn no fim de episódio. Eu espero que ao longo da temporada ela perceba que depois de 18 meses, ela não pode querer ainda ser a mãe do bebê que entregou para adoção. Se o show sequer insinuar que essa menina poderia ameaçar a custódia de Beth, eu não vou ficar feliz. Eu entendo que o novo desenvolvimento de personagem no qual eles vão apostar para Quinn é dizer que todo este tempo a personagem foi incoerente e não sabia quem ela era porque ela estava em crise desde o nascimento da filha, e eu até acho o arco interessante e com potencial, mas eu espero que os roteiristas consigam explorar essa trama sem questionar se Beth precisa mesmo dos pais biológicos, o que eu acho simplesmente um absurdo. Uma coisa são eles precisarem ter essa conexão, e outra é insinuar (e eles fazem o mesmo com Rachel) que é a criança que precisa dessa presença, como se ter um pai adotivo não fosse o suficiente.
Quanto a estória com a Sugar Motta, eu não sei para que direção isto está se encaminhando, mas até agora a participação da garota na série parece sem razão de ser alguma. Todavia, é sempre bom ver um professor de música de fato tentando ensinar música, ao contrário da versão do Will de didática, que é simplesmente entregar partituras a seus estudantes, que é claro cantam tudo imediatamente e com perfeição corrigida pelo auto-tune, e eu realmente amei que Shelby insista que ela vai conseguir fazer a garota irritante cantar, não importa o quanto de trabalho ela tenha em mãos. Eu sempre tenho problemas acreditando que New Directions consiga montar números para competição bem no último minuto, e depois ainda devemos ficar desapontados porque eles não venceram, então uma das coisas que eu mais gosto a respeito de Shelby é quando vemos seu lado profissional, porque ela é exatamente isso, uma ótima profissional, que faz seus alunos darem duro até que eles fiquem excepcionais. Então quando ela diz que aparentemente ela é a melhor treinadora de Show Choir que o dinheiro pode comprar, eu acredito sem pestanejar, apesar da ideia de um segundo Glee Club ser totalmente absurda (e eu ri com a cara que Idina faz na cena do escritório de Figgins, como se a própria Shelby mal conseguisse suportar o nível de loucura e ridículo, mas se o cara está disposto a pagar uma fortuna para ela trabalhar poucas horas por dia, e então ficar em casa e cuidar da filha, por que não?).
Eu não ficaria surpresa se ela de fato transformar Sugar em uma cantora e dançarina decente, e ela venha a fazer parte do New Directions, que ainda está sem membros suficientes, a tempo do Nationals. Também é provável que Sugar esteja apenas começando o ensino médio, e que, portanto, seja a primeira adição da nova geração de Gleeks, a tomar parte do elenco regular quando todo mundo se formar. Além disso, já que Will expulsou Santana, não seria ótimo se ela entrasse para o Glee Club da Shelby? Sério, vamos parar e imaginar o prazer que seria acompanhar Shelby, Sugar e Santana interagindo. Santana tendo um de seus momentos ‘Lima Adjacent’ com Sugar! Façam um spin-off e eu assisto!!!!
Por outro lado, eu tiro meu chapéu para o Will também. Pela primeira vez em muito tempo (um ano inteiro, aliás, porque eu passei a segunda temporada inteira com nojinho do Will e tentando apagar a dancinha sexy dele com as alunas em Toxic do meu cérebro), que eu consigo gostar dele. E foi em grande parte pela maneira como ele lidou com Quinn, mas além disso, foi pelo fato de que ele também está se comportando como um professor para variar. Ele está tentando melhorar as habilidades dos seus alunos, ele está fazendo mais que escrever temas vagos no quadro e sentar e assistir Rachel e mais dois apresentarem números que, apesar de sólidos, nunca entram no repertório do clube. Semana passada eu reclamei como o personagem é um dos principais elementos que não funciona no show, mas essa semana, eu mordi a minha língua. Se a série NUNCA mais abordar a vida sexual dele, e ele continuar esse professor racional e dedicado (apesar de ainda ser condescendente para caramba), então eu estou disposta a suportá-lo.
Se eles apenas conseguissem melhorar a storyline da Sue um pouquinho, tudo ficaria mais suportável e divertido. Nem tudo o que Sue tenta argumentar é loucura. Em uma crise econômica como a americana, onde a discussão sobre de onde cortar o dinheiro tem sido um tópico de discussão por meses, a plataforma dela poderia atrair sim os votantes mais conservadores. E realmente não é como se artistas e a maioria das pessoas comuns, dos subúrbios, mais tradicionais e simples conseguissem se entender. Mas daí a fazer um vídeo ridículo sobre uma garota que engravidou (antes de entrar para o clube) do melhor amigo do namorado, foi abandonada por ambos os pais e a própria Sue, e que assim que conseguiu tudo de volta se viu sem a potencial bolsa de estudos atlética novamente justamente porque Sue queria matar uma de suas melhores amigas a atirando de um canhão, dizendo que a desgraça da vida dela é por causa das artes, foi preguiçoso, bobo e forçado. O que me irrita, é que Sue já está atacando o Glee Club indiretamente através de sua campanha, ela não precisa continuar indo atrás deles no particular.
A outra parte do episódio focou nas audições para a versão de West Side Story que eles querem montar, e em grande parte em um conflito que eu já até antecipava, entre Blaine e Kurt. Desde o primeiro momento em que Rachel anunciou a peça, eu já sabia que um dos dois não iria conseguir um dos papéis principais e que provavelmente seria Kurt, justamente por Tony ser o tipo de personagem no qual eu acho que Kurt nunca se encaixaria. Aliás, Tony é praticamente um Puck, e eu iria amar ver o Mark Salling fazendo o papel, mas eu já sabia que ia ficar com o Darren.
Ano passado houve uma polêmica na imprensa americana a respeito de atores gays convencerem em papéis de homens héteros e apesar de eu achar que isso nem deveria ser uma questão (e nunca me impediu de suspirar por Jon Groff), eu não acreditei nem por um momento que Kurt seria capaz de moderar sua personalidade para o papel. Como Brittany bem tenta explicar, e Burt o faz de maneira muito melhor, Kurt tem uma personalidade extravagante e agora cabe a ele decidir se tenta se misturar melhor, como Blaine, para conseguir ser o ator que ele quer ser, ou se segue o conselho de seu pai, abraça o que lhe torna único e especial, e tenta abrir caminho para si mesmo. Por um momento pareceu que Kurt ficaria satisfeito em ser um unicórnio, mas com aquele gancho, pode apostar que vem mais drama por aí.
Também preciso dizer que apesar de ter sentido falta de um pouquinho mais de Kurt e Rachel, Kurt e Brittany formam um ótimo duo e eu me diverti horrores com as artes dos dois para os pôsteres (apesar de, na minha opinião, os de Kurt serem muito mais gay que os de Brittany). E eu achei a ideia de Brittany concorrer a presidente de classe ótima. Já estava mais do que na hora de os escritores traçarem uma linha entre a burrice e inocência da Brit e retardamento total (apesar da cena inicial com ela dizendo que a capital de Ohio é ‘O’ não ajudar muito nesse sentido), e eu acho que essa campanha para Presidente pode render bons momentos para a loura. Eu espero também que Santana a continue ajudando (e que, entre tantas coisas que gostaria de ver Santana fazendo, ela interprete Anita em WSS e Brit tenha pelo menos uma coreografia no musical também).
No geral, eu achei que foi um ótimo episódio. Novamente, eu não posso dizer que sou imparcial, mas eu achei que as estórias continuam se desenvolvendo de maneira linear e coerente, apesar de termos apenas dois episódios, e isso é meio novo para Glee, que gosta de pular plots e depois trazê-los de volta mais na frente. Essa nova Glee ainda não é perfeita, ainda não é a série brilhante que às vezes ela consegue ser. Eu ainda tenho a sensação de que ela está começando a temporada aos poucos, criando situações que podem ser desenvolvidas ao longo do ano. E espero que seja o caso, e que todas essas tramas, que tem tanto potencial, sejam desenvolvidas bem. Mas I Am Unicorn foi uma hora de televisão excelente e que me fez considerar que talvez não abandonar Glee tenha sido uma boa ideia.
Somewhere – Antes de eu sequer saber o que era West Side Story, eu já era viciada em um gravação da música feita pela Charlotte Church. Essa versão sempre será minha gravação ideal dessa música, e mesmo com todo o meu amor por Idina, achei que esse cover de Glee não conseguiu chegar lá. O auto-tune não ajudou. Idina e Lea são cantoras poderosas, com alcances vocais sensacionais, e eu até ouvi uma nota ou outra que adorei, mas achei a música no total chapada, produzida demais. Havia momentos em que não conseguia distinguir as duas vozes. Para piorar, as expressões da Lea voltaram a me incomodar; ela está exagerando no drama e fazendo caras e bocas de novo.
I’m the Greatest Star – Apesar de ser pungente, por ser justamente a música em que Fanny Brice tentar convencer um diretor de casting a lhe dar um papel de estrela embora ela não tivesse o tipo físico, fica claro que é uma música totalmente inapropriada para uma audição para um papel tão masculino quanto Tony, que pode até ser um poeta, como Emma diz, mas ainda é o líder de uma gangue. Eu gostei dos vocais, mas não achei que a versão fosse tão memorável que vá ser um daqueles covers que tocam no meu MP4 toda hora. Mas pelo menos a coreografia nos andaimes e com as adagas foi fantástica.
Something’s Coming – Será que eu fui a única pessoa entediada por esse número? Não consegui achar nenhuma coisinha sequer de impressionante com o vocal, e achei que a coisa toda longa demais. Mas sem dúvidas que pelo menos foi uma audição apropriada, e eu entendo o Blaine ser escolhido para interpretar Tony baseado nela.
SPOILER: Chris Colfer fala sobe o futuro do casal Kurt e Blaine em ‘Glee’
29/09/2011, 16:34.
Júlia Berringer
Notícias, Spoilers
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Já no segundo episódio da nova temporada de Glee, percebe-se que um dos casais mais queridos dos Gleeks pode acabar seu namoro logo. Quando os integrantes do coral fazem o teste para o “West Side Story”, dirigido por Emma (Jayma Mays), Beiste (Dot-Marie Jones), e Artie (Kevin McHale), tornou-se claro que Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) vão passar por alguns problemas, porque apesar de Blaine ser um novato, ele ainda sim é o favorito para ganhar o papel principal no musical da escola. O que seria ótimo se o papel principal como Tony, não fosse o sonho de Kurt. Se Blaine aceitar o papel, o que vai ser do casal ?
No entanto, o musical não precisa ser o que fará o casal terminar. O ator iniciante na TV Grant Gustin foi escalado para interpretar Sebastian, um aluno da Dalton Academy Warbler, assumidamente gay e totalmente o oposto de Kurt. que acontece de ser gay. Blaine acabou de entrar para o New Directions e ainda está em fase de se adaptar, será que um interesse amoroso em sua antiga escola faria ele se afastar de Kurt ?
Colfer disse para a EW que Blaine e Kurt iriam durar, porque, segundo ele, os dois não tinham “muitas opções”. Poderia essa outra “opção” balançar as estruturas do namoro Klaine ? O que nos resta é esperar para o que vai vir a seguir nessa nova temporada.
Glee vai ao ar pela FOX americana todas as terças, as 8 pm.
Glee – The Purple Piano Project
23/09/2011, 18:52.
Thais Afonso
Reviews
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Série: Glee
Episódio: The Purple Piano Project
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3 x 01
Datas de Exibição nos EUA: 20/09/2011
Esse primeiro episódio da terceira temporada de Glee, assim como a ‘premiere’ do ano anterior, desperta em mim aquela mesma sensação que eu costumava ter na primeira semana de escola. Aquele clima de que, apesar de tecnicamente o ano ter começado, você não está de fato engajado ainda pela situação, não tem nenhuma intenção ainda de se comprometer seriamente, e que tudo o que lhe é mostrado é apenas uma apresentação. Tudo muito leve, vagamente superficial, como se não fosse para valer ainda.
É claro que, tirando a ocasião de o primeiro episódio da temporada ser um piloto, é muito raro que ele de fato seja uma ótima mostra do que uma série tem de melhor. E, sendo justa, The Purple Piano Project não foi um episódio ruim. E passou longe de ser um dos momentos mais frustrantes da série (como o Britney/Brittany que marcou a segunda exibição da temporada passada). Mas foram quarenta e cinco minutos que chegaram bem perto de serem medíocres. E particularmente, para uma pessoa como eu, para quem a inabilidade de Glee de reter um mínimo de coesão foi de uma distração para um fator totalmente insuportável e que levou a total desistência, teria sido bom se o episódio fosse um pouquinho mais memorável.
Houveram, contudo, é claro, elementos que me agradaram, e o principal desses elementos é provavelmente a razão pela qual eu não classifiquei essa ‘premiere’ como mediana e totalmente esquecível. Na temporada passada, se tem um arco que eu constantemente elogiei foi a crescente cumplicidade entre Kurt e Rachel. E aqui, os dois tornam o episódio inteiro mais especial apenas com sua amizade, seu companheirismo, e seus divertidíssimos diálogos.
Eu não me importaria nenhum pouco em ver um ‘spin-off’ da dupla em Nova York, mas quem estava informado dos rumores durante o hiato sabe que a ideia foi considerada, anunciada e logo depois engavetada, assim que o anúncio da saída dos dois e Cory Monteith começou a causar revolta entre os fãs, e o resultado foi uma bagunça de relações públicas que eu duvido que tenha tranquilizado muita gente.
Mas eu concordo com a avalanche de “Vamos pensar nisso quando chegarmos lá” que se seguiu da boca de toda e qualquer pessoa envolvida com Glee subsequentemente. O importante é que, por agora, mesmo tendo que dividir o show com tantas outras storylines, o plot da luta de Kurt e Rachel para chegarem juntos a Nova York e ao sucesso no showbiz é certamente a parte mais cativante da série.
Lea e Chris tem ótima química, e dos momentos mais cômicos aos mais sérios, eles conseguem extrair ótimas performances um do outro. A maneira como os dois enfrentam juntos o choque de realidade na reunião de futuros candidatos à faculdade de sua escolha, NYADA, foi para mim um daqueles momentos que realçam o melhor de Glee.
Por mais que a série seja sobre aceitação e sobre como todo mundo é especial a sua maneira, eu adoro os momentos em que Glee assume que há, de fato, um mundo muito grande fora da bolha usual do show e que às vezes, ser o seu melhor nem sempre é de fato, ser o melhor. Eu achei o efeito visual dos ‘clones’ de Rachel e Kurt muito bons, mas o principal ali era que, sim, os dois personagens sempre superestimaram o quão únicos e especiais eles são. Há muita gente com o talento e a técnica, e muitos dos Glee Clubbers terão destinos como o que Quinn previu para si mesma na temporada passada: acabar em Lima, com um emprego aceitável e uma família, e uma vida mediana que, dependendo do quanto as pessoas se prenderem aos sonhos não realizados, pode acabar não sendo feliz.
Mas isso não importa, pois como os roteiristas martelam nas nossas cabeças desde o começo da série, Glee é sobre a jornada. E é sempre adorável ver duas pessoas que amam estar em um palco e não querem desistir dessa felicidade e se conformar. Talvez esses sonhos não se realizem, mas a jornada? O apoio mútuo no carro, a performance descompromissada e divertida dos dois, os pequenos momentos de amizade? Eu assistiria mil horas disso.
Além do arco de Kurt e Rachel, não houve muita coisa acontecendo com os demais personagens jovens, apesar da montagem expositiva do começo quase ter dado uma impressão diferente. Os roteiristas se certificaram de, como prometido, deixar bem claro quem deve se formar ao final do ano e quem ainda não, justificaram a saída de alguns atores e atualizaram alguns detalhes. Mercedes agora tem outro namorado, porque Chord Overstreet se recusou a renovar seu contrato e aparentemente os produtores estão realmente obcecados com a ideia de Mercedes não ficar solteira. Mike e Tina terão que se separar no fim do ano. Finn não sabe o que fazer e Brittany, mesmo se for do último ano, provavelmente não irá se formar.
Dos Glee Clubbers remanescentes, o retorno de Quinn foi provavelmente o que tinha mais para ser apresentado, apesar de estar contando os dedos para essa fase de rebeldia acabar. Dianna é uma ótima atriz, e acho que ela fez bem a sua parte; dá para ver que Quinn está perdida, e passando por uma crise de identidade, e que ainda não está pronta para retomar seus velhos papéis apesar de claramente sentir saudades do clube, mas eu estou prevendo que esse será um daqueles plots que duram cinco minutos, especialmente com o retorno de Shelby, e por consequência, Beth, semana que vem.
Santana também não teve nada de muito interessante acontecendo até o ponto em que foi suspensa do clube por Will, mas ela continua uma das minhas personagens favoritas. Santana sendo menos bitch não teria graça nenhuma, e apesar de Naya Rivera interpretar muito bem o quão dividida ela está, eu espero que antes de voltar para o glee ela pelo menos possa aprontar bastante.
E por fim tivemos a mudança de lado de Blaine, que saiu do colégio particular e foi para uma escola supostamente bem pobrinha de uma maneira que não dá para acreditar que os pais dele permitiriam, especialmente porque ele foi para Dalton por causa de bullying e não é como se McKinley fosse a escola mais segura e agradável do planeta nesse departamento, Mas o casal que ele e Kurt formam é uma fofura e agora é torcer para que essa realocação signifique que o Darren Chris não vai mais cantar cinco solos por episódio.
Porém, como nem tudo são flores, o episódio mostra claramente que a série continua a não saber o que fazer com Will, Emma e Sue, a última sendo particularmente criminoso, porque Jane Lynch é tão talentosa e carismática que por muito tempo ela conseguiu elevar o texto. Mas não mais. Eu genuinamente acho (em parte por causa de spoilers) que essa trama da eleição pode acabar chegando a lugares interessantes, e certamente eu apreciei a maneira como a decisão de usar sua implicância com as artes (e, em especial, com o Glee Club e Will) como uma plataforma foi um oportunismo brilhante, e não uma ação lunática por princípio.
Eu tenho ótima memória, contudo, e lembro muito bem que a decisão de Sue de concorrer tinha a ver com a maneira como o governo cortou os benefícios da irmã dela, algo que ela queria corrigir. É claro que agora a plataforma pró-deficientes parece totalmente esquecida, e o fato de que ela tinha decidido se tornar uma pessoa mais madura e concentrar seu desdém e raiva em coisas mais merecedoras que um bando de crianças também.
O discurso de Sue na TV foi ótimo, e me dá esperanças de que a série ainda possa fazer coisas interessantes com a personagem, mas a maneira como ela continua a ser aquela caricatura patética de vilã o resto do tempo me irrita, e francamente, prejudica muito a qualidade do show. Seria melhor não ter a Sue, do que ter esta versão dela, por mais que Lynch seja sensacional.
Para completar, temos um ‘update’ no relacionamento de Will e Emma que não podia ser mais vergonhoso. Ou sou só eu que acha esse arco dos problemas sexuais dos dois nauseante?
A essa altura, eu ficaria bem feliz se a Coach Beiste, a Shelby e o Burt Hummel fossem os únicos adultos presentes nessa série, porque os três principais foram reduzidos a essas criaturas incômodas e de quem eu não consigo mais gostar nem nos seus melhores momentos (Will suspendendo Santana sendo um deles). Se há algo que eu espero desesperadamente que mude ao longo da temporada, é o desenvolvimento desses três.
De resto, apesar do episódio ter me deixado com a impressão que descrevi no primeiro parágrafo, pelo menos ele não criou uma bagunça ou me deixou pronta para abandonar o barco de novo. E isso talvez já seja meio caminho andado.
Os Números Musicais:
- We Got the Beat – Honestamente, uma das coisas que sempre me faz rir em Glee são essas ideias que Will tem de que essas performances “espontâneas” são legais. Se eu estivesse na escola e um grupo de alunos começasse a cantar, dançar e subir nas mesas, eu os acharia tão idiotas quanto todo mundo, e certamente não sairia correndo para me inscrever no Glee Club. Uma briga de comidas daquela provavelmente estaria fora de cogitação (eu estudava com pessoas minimamente educadas), mas uma dose tão forte de vergonha alheia provavelmente resultaria num nível razoável de ridicularização, não importando o grau de afinação das pessoas. A música é divertida, e é sempre bom ver Naya e Heather tendo solos, mas não é nada que eu vá ficar ouvindo incessantemente.
- Ding-Dong! The Witch Is Dead – Já falei um pouco do número. Achei que ele teve a dose de descompromisso perfeita: só dois amigos se divertindo juntos, felizes com seus planos para o futuro e confiantes nos seus talentos. A interpretação dos dois foi ótima, e eu adoro o momento no final quando eles sentam no palco um do lado do outro. Fez a dupla parecer realmente como os jovens que eles devem ser.
- It’s Not Unusual – O episódio não poderia passar sem Darren ter seu solo, né? Foi uma performance boa. Darren tem uma ótima voz e muito carisma, e ele não erra mas, comparativamente, foi o número musical mais fraco do episódio.
- Anything Goes/Anything You Can Do – Meu número favorito! Eu adorei como o papel que eles escolheram para a vice vencedora do The Glee Project, Lindsay, e acho que apesar de ser uma aparição mínima, ela foi excelente. Harmony era tão passivo-agressiva, que até cantando e sorrindo você conseguia senti-la intimidando Rachel e Kurt. E bom, eu adoro sapateado, adoro Anything Goes, e achei que Anything You Can Do foi uma ótima música para o mash-up justamente por ser extremamente passivo-agressiva. Eu acho que esse tipo de antagonismo serviria Glee muito melhor que as ofensivas ridículas da Sue, até porque esse tipo de competição é algo que é muito mais real. E que eles consigam criar um momento tão rico para o arco dos dois protagonistas, e ainda terem vocais perfeitos e uma coreografia sensacional? Nesses momentos é que eu lembro porque eu ainda insisto com Glee!
- You Can’t Stop the Beat – Eu li que algumas pessoas não gostaram do começo alterado da música, mas eu adorei. Essa é minha música favorita da trilha de Hairspray, mas eu achei que a mudança ficou incrível, graças a um vocal inspirado da Lea Michele. Fiquei querendo que a coreografia fosse um pouco mais empolgante, porque na peça é quase uma explosão de energia, mas foi o segundo melhor número da noite e pelo menos empolgou um pouco (Curiosidade: Matthew Morrison fez parte do elenco original da produção de Hairspray na Broadway. Ele originou Link, o papel que viria a ser do Zac Efron no filme).
Tributo ao R.E.M.: a banda e os seriados de TV
23/09/2011, 12:55.
Paulo Serpa Antunes
Especiais, Opinião
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Uma das bandas mais importantes mais importantes do Estados Unidos, o R.E.M., partiu o coração de milhares de fãs esta semana ao anunciar a sua separação. “A todos que alguma vez se sentiram tocados por nossa música, nós agradecemos profundamente por ter nos escutado”, dizia a nota assinada pelo trio Michael Stipe, Peter Buck e Mike Mills.
De fato, o grupo e seus hits foram a trilha sonora de gerações de fãs – em três décadas na estrada. Música estas que, volta e meia, serviram como trilha para série de TV, embalando momentos de drama ou humor. Confira abaixo alguns vídeos selecionados que ilustram a importância banda na nossa cultura pop – tanto musical, como televisiva.
Boston Public, episódio Chapter Seventy-Six
Talvez muita gente não lembre, mas o produtor especializado em séries de tribunal David E. Kelley emplacou entre 2000 e 2004 a série Boston Public, que mostrava o dia-a-dia de um grupo de professores de uma escola pública fictícia da cidade de Boston – mesclando momentos cômicos e outros muito dramáticos. No episódio 76, da última temporada, Kelley conseguiu chamar o R.E.M. pra dar uma canja no episódio, tocando uma versão acústica de Losing My Religion. A cena, divertida, abre com a professora Marla Hendricks (Loretta Devine, que atualmente é coadjuvante em Grey’s Anatomy) apresentando o grupo no bar, sem saber que eles são “o” R.E.M”. Clique aqui para continuar a leitura »
Os vencedores dos Emmys 2011 – Edição Comentada
19/09/2011, 17:18.
Redação TeleSéries
Notícias
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A cerimônia de entrega do 63ª edição do Emmy Awards teve um ar de aconchego. Com a atriz Jane Lynch no comando, a premiação voltou a ser como nos velhos tempos quando ainda era divertido assistir o “Emmy”, “Oscar”, Golden Globe… Sem exageros e na medida certa, a TV pode celebrar com seus astros o dia da escolha dos melhores em suas categorias.
Exatamente às 17h (horário local), o Nokia Theater foi palco da consagração da comédia da ABC Modern Family, da escolha inusitada de Melissa McCarthy como melhor atriz de comédia, do reconhecimento de Julianna Margulies, do adeus em alto estilo de Friday Night Lights, e de Charlie Sheen! Clique aqui para continuar a leitura »
Novidades no elenco de ‘Glee’
07/09/2011, 16:29.
Júlia Berringer
Notícias, Spoilers
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O criador de Glee, Ryan Murphy, está se mantendo fiel à sua promessa de oferecer mais histórias sobre os personagens secundários. A novidade da vez é que estamos prestes a conhecer os pais de Mike Chang (Harry Shum Jr). Tamlyn Tomita (The Joy Luck Club) e Keong Sim (The Last Airbender) vão interpretar a mãe e o pai de Mike. A dupla irá aparecer no terceiro episódio da temporada.
No mês passado, Murphy disse que ele quer colocar os holofotes sobre os outros membros do elenco nesta temporada. “Eu acho que uma das coisas que estamos fazendo para a terceira temporada é dando mais às crianças”, disse Murphy. “Eu não acho que tenha sido o suficiente para Amber (Riley). Eu não acho que aqui tem sido bastante para Jenna (Ushkowitz) ou Harry … É difícil para mim porque eu amo todos os atores, e eles são tão talentosos, eu sinto a obrigação de mostrar seus talentos, e este ano eu acho que nós vamos fazer isso um pouco melhor. ”
O episódio com participação especial dos pais de Mike Chang, vai ao no dia 4 de outubro pela Fox, e a série retorna no dia 20 de setembro.
Fonte: InsideTV
Confira a nova promo da terceira temporada de ‘Glee’
02/09/2011, 23:05.
Júlia Berringer
Notícias
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A Fox liberou mais uma promo excluisa da 3ª temporada de Glee.
No antigo vídeo promocional, nós viamos os Gleeks jogando “queimada”, na nova promo, além da queimada, pode-se observar o novo visual de Quinn Fabray (Dianna Agron), e aparentemente Brittany (Heather Morris) está planejando um projeto secreto.
O romance de Will e Emma parece estar indo muito bem. Outra coisa que volta com força total na terceira temporada são as Cheerios. Além disso, parece que Sue que no final da segunda temporada teria se tornado uma boa alma, voltou má como sempre, usando o bordão “wet yourself with excitement”, ou seja “molhando-se com entusiasmo”.
A promo você assiste no player abaixo:
Ansiosos? Glee volta pela FOX, no dia 20 de setembro.
Confira o vídeo promocional da terceira temporada de ‘Glee’
25/08/2011, 11:42.
Juliana Baptista
Notícias, Programação EUA
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Foi divulgada a promo oficial da terceira temporada de Glee e parece que a bola da vez é dodgeball, ou melhor, “queimada”. A série retorna terça-feira, dia 20 de setembro pela Fox nos Estados Unidos.
Confira os vencedores do Teen Choice Awards 2011
08/08/2011, 14:45.
Juliana Baptista
Notícias
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Aconteceu ontem a cerimônia de premiação do Teen Choice Awards em Los Angeles, na Califórnia, e foi exibido pelo canal FOX. O público jovem pôde votar nos melhores destaques da TV, música, cinema, moda e esportes.
O evento produzido por Bob Bain e Michael Burg não conseguiu trazer muita audiência para o canal. Reprises de Two and a Half Men e Law & Order: CI e Dating in the Dark conseguiram mais telespectadores do que o Teen Choice que ficou com a 4ª posição no ranking da audiência da noite de domingo.
Apesar de pouco público, a premiação conseguiu surpreender com os vencedores de algumas categorias, já que muita gente estava esperando que Robert Pattinson e Kristen Stewart levassem a maioria dos prêmios. O casal perdeu várias categorias para Harry Potter e As Relíquias da Morte, Selena Gomez e Justin Bieber. A série The Vampire Diaries foi vencedora em cinco das oito categorias em que concorria, e assumiu o posto de maior destaque do evento.
Foram dois meses de votação e abaixo você confere os vencedores da categoria TV:
Melhor série de drama
Gossip Girl
Melhor ator de drama
Chace Crawford de Gossip Girl
Melhor atriz de drama
Blake Lively de Gossip Girl
Melhor série de Fantasia/Ficção Científica
The Vampire Diaries
Melhor ator de Fantasia/Ficção Científica
Ian Somerhalder de The Vampire Diaries
Melhor atriz de Fantasia/Ficção Científica
Nina Dobrev de The Vampire Diaries
Melhor série de ação
NCIS: Los Angeles
Melhor ator de ação
Shane West de Nikita
Melhor atriz de ação
Linda Hunt de NCIS: Los Angeles
Melhor série de comédia
Glee
Melhor ator de comédia
Cory Monteith de Glee
Melhor atriz de comédia
Selena Gomez de Wizards of Waverly Place
Melhor série de animação
The Simpsons
Personalidade da TV
Jennifer Lopez de American Idol
Melhor Reality Show de Competição
American Idol
Melhor Reality Show
Jersey Shore
Estrela masculina de reality shows ou variedades
Paul “Pauly D” Del Vecchio de Jersey Shore
Estrela feminina de reality show ou variedades
The Kardashians de Keeping Up with the Kardashians
Melhor vilão
Justin Bieber em CSI
“Roubo de cena” feminino
Katerina Graham em The Vampire Diaries
“Roubo de cena” masculino
Michael Trevino em The Vampire Diaries
Melhor série do verão
Pretty Little Liars
Melhor atrz
Lucy Hale de Pretty Little Liars
Melhor ator
Ian Harding de Pretty Little Liars
Melhor Breakout Show
The Voice
Estrela Breakout
Darren Criss de Glee
E você, gostou da lista?
Especial Semana da Amizade – Feliz Séries de Amigos!
20/07/2011, 19:58.
Redação TeleSéries
Especiais
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Há séries sobre médicos, detetives, legistas, agentes especiais, advogados… Séries que exploram um universo particular e dividem aqui e ali, nas entrelinhas, histórias de amor, amizade, aprendizado. Há séries que são assim, e há aquelas nas quais a amizade é o tema principal, e todo o resto é como um pitada de tempero, necessário para dar aos episódios um gostinho melhor.
Quando você ouve Joe Cocker cantando With a Little Help From My Friends na abertura da série Anos Incríveis, instintivamente, você pensa em Kevin Arnold e seus amigos. O mesmo acontece com os temas de Dawson’s Creek, Melrose, The O.C., entre outros mais. Já a abertura de Veronica Mars, dá para cantarolar enquanto você supera a perda de alguém, aliás, essa série é um ícone de superação de amizades perdidas.
E como já falamos de Friends, e demos exemplos de melhores amigos do mundo dos seriados, para comemorar esse dia especial, fizemos uma lista de séries que celebram a amizade como tema principal de suas histórias!

Glee – Amizade além dos esteriótipos
Ontem mesmo começava uma história de uma asiática gaga, um cadeirante nerd, um homossexual, uma negra acima do peso e uma aspirante a diva com o nariz grande. Ontem mesmo os perdedores do New Directions tinham uma paixão que apenas os unia: cantar! Eis que três amigas líderes de torcida entram para dar um tempero no coral, junto com quatro jogadores de futebol. Um engravida a namorada do melhor amigo, outro começa a namorar uma amiga, duas amigas mantém um relacionamento lésbico aberto, uma se apaixona pelo amigo gay e no meio dessa bagunça, Rachel, Finn, Kurt, Quinn, Mercedes, Santana, Artie, Brittany, Tina, Mike, Sam e Lauren tornam-se mais que amigos. Dentro e fora do Glee Club, eles se tornaram uma família, e como diz a “sábia” Brittany: “Família é um lugar onde todo mundo ama você, não importa como, e eles aceitam você do seu jeito.” Se hoje Will Schuester é um pai de verdade, mesmo depois do golpe da barriga de Terri, é porque eles têm muito mais que a música os mantendo juntos. Algo muito além da amizade. (Arthur Ferreira)

Roswell – Amigos de outro mundo
Poucos devem lembrar de Roswell. A série adolescente sobre extraterrestres durou 3 temporadas e foi ao ar na extinta Warner americana. Mas o que há de tão especial sobre Roswell? Ah, quem viu lembra, pois a série dá uma verdadeira lição de amizade – interplanetária! Max, Isabel e Mike são do planeta Antar, e antes de se darem conta de seus legados, eles tentam viver normamente na Terra, e com a ajuda de seus amigos Liz, Maria, Alex e Kyle, eles aprendem o valor da amizade – e do amor. O mais engraçado de tudo é que essa série me deu amigos que eu carrego no coração até hoje, 10 anos depois de ter sido cancelada, ainda lembramos com carinho das aventuras do Quarteto Real – não esqueci da Tess- e sua turma. Claro que esse tipo de relação não ia ser muito fácil, afinal não é todos os dias que achamos um ‘alien’ no quintal. Depois de muita confusão, a confiança superou o medo, e todos eles passaram a ser grandes aliados contra os inimigos do nosso planeta e do deles. A história teve uma trajetória curta, mas uma coisa não restou dúvidas, Roswell me ensinou que “lar” é aonde o nosso coração está. (Maria Clara Lima)

That’s 70 show – Uma amizade atráves dos tempos
Quando alguém fala sobre amizade em séries de TV, vêm à cabeça de muitas pessoas Friends. Porém a primeira série que penso é That’s 70 Show. Um grupo de amigos que passa a juventude dos anos 70 brigando, namorando e jogando conversa fora no porão de Eric Forman. A série conseguia equilibrar o perfil de cada personagem com um toque de humor e inteligência, seja com o azar de Eric, atitude de Donna, rebeldia de Hyde, inocência de Fez, superficialidade de Jackie ou falta de inteligência de Kelso. Mesmo com todas as diferenças dos personagens, a amizade sempre teve um peso maior: Donna ouvia Jackie, Hyde defendia Eric, Kelso sempre fazia as pazes com todo mundo depois de algum desentendimento e todos aconselhavam Fez para que ele conseguisse conquistar um amor. Os cinco jovens ouviam os sermões de Red e abusavam da bondade de Kitty e durante pelo menos uma década conseguiram representar muito bem o que é amizade. (Juliana Baptista)

How I Met Your Mother – E como eu conheci meus amigos
A série mostra uma narrativa em ‘flashback’, onde Ted Mosby narra para seus filhos, no ano de 2030, toda a sucessão de eventos que o levariam a conhecer a mãe deles. No entanto, o que realmente vimos até o momento foi a importância que os amigos de Ted tinham em sua vida e como foram parte integrante de sua jornada. Foi o casamento iminente de seu casal de amigos, Marshall e Lily, que motivou Ted a buscar o seu grande amor, o que colocou Robin em sua vida, que tornou-se namorada por um tempo, mas acima disso, entrou para a turma de amigos. E como grandes amigos que são, esse quinteto está junto nas alegrias e tristezas, como no momento em que Marshall perde seu pai, no declínio profissional de Robin, durante a tentativa de engravidar de Lily e quando Ted é abandonado no altar, todos sempre se apoiando e ajudando, sem nunca perder o humor. Mas espere, eu disse quinteto? Ah sim, temos Barney, o amigo ‘awesome’ que quase todo turma tem, mas que não se limita apenas ao estilo, já que ele também dá apoio, como fez ao tentar reconciliar Marshall e Lily quando o casal rompeu, e recebe igualmente, principalmente quando reencontra com seu pai. Uma pessoa em busca do amor poderia ser solitária, mas a série mostra que uma pessoa com amigos nunca estará sozinha. (Eddie Tertuliano)

Sex and the City – Tudo pode acontecer entre quatro amigas
Em Sex and the City, durante seis temporadas, foi celebrada umas das mais duradouras e divertidas amizades dos seriados. Carrie, Miranda, Charlotte e Samantha nos provaram, durante todo esse tempo, que a verdadeira amizade resiste ao ritmo frenético de uma cidade grande, às diferenças de personalidade, às tensões do trabalho e, principalmente, aos muitos relacionamentos amorosos. As garotas de Sex and the City nos ensinaram que, não importa qual seja o rumo que tomarmos na nossa vida, sempre haverá espaço para os verdadeiros amigos – e para suas loucuras, instabilidade e inseguranças – nem que seja entre um ‘Manolo Blahnik’ e um ‘Cosmopolitan’. (Mariela Assmann)

Beverly Hills 90210 – O lugar certo para amigos (e inimigos)
Durante 10 temporadas, nós acompanhamos os dramas e confusões dos amigos de Beverly Hills 90210. O seriado retratou de forma inovadora, e até mesmo um pouco rebelde, a vida de jovens americanos de classe média alta, que se envolvem em todo tipo de problema relacionados com sua idade e condição social. Como esses problemas eram comuns à amigos de vários códigos postais, a série marcou a vida de adolescentes e jovens adultos dos anos 90. E, além de abordar assuntos polêmicos e relevantes, Beverly Hills 90210 deixou como legado a certeza de que amizades verdadeiras sobrevivem a qualquer confusão ou desentendimento – desde que não exista interesses românticos no meio. Enfim, a série retratou de forma bastante fiel os dramas e situações enfrentadas pela juventude de sua época, provando que a amizade pode até não impedir que os problemas aconteçam, mas certamente ajuda a superá-los. (Mariela Assmann)

Cheers – Onde todo mundo lembra do seus amigos
Se um dia você for a Boston, Massachussets, não deixe de ir ao ‘Cheers’ e celebrar. O lugar onde “todo mundo sabe o seu nome” ainda existe, e continua igualzinho ao cenário dos 11 anos da série (de 1982 a 1993) que tornou a comédia de situação uns dos gêneros nos Estados Unidos. A palavra “cheers” é usada para brindar em alguns países de língua inglesa, e não poderia haver nome melhor para o bar, onde muitos amigos comemoraram, choraram, brigaram, se reconciliaram e beberam muito. A série durou 11 temporadas, revelou astros como Kirstie Alley, Woody Harrelson, Ted Danson e gerou o aclamado ‘spin off’, Frasier. As histórias do bar eram tão reais que fazia com que o público se sentisse lá, com eles, compartilhando cada umas das situações, tomando uma jarra de cerveja, ou até mesmo um copo de água, e fazendo parte daquele grupo que mais parecia um grupo de terapia. É um clássico sobre a amizade, e a prova disse que todos que viveram aquela época nunca esquecerão os nomes dos personagens. (Maria Clara Lima)

Dawsons Creek – Crescendo com seus amigos
Você pode até não gostar muito do Dawson, e não simpatizar muito com a série, mas não há como negar que Dawson’s Creek revolucionou a geração dos anos de 1990, com histórias de todos os tipos onde o foco principal era o grupo de amigos que tentavam sobreviver a adolescencia em uma pequena cidade do interior americano. Bom, na verdade, poderia ser em qualquer lugar do mundo, já que os problemas e sonhos eram bem parecidos com a maioria dos que enfrentamos nessa fase da vida. A série que mostrava meninos e meninas em torno dos seus 15 anos, tentando lidar com o primeiro beijo, separação dos pais, drogas, sexo, não é muito diferente do que vemos hoje em dia, tirando o fato de que vimos lá primeiro. Além de tornar os ‘teens’ protagonistas de um seriado, Dawson’s Creek mostrou que pessoas dessa faixa etária não são apenas rebeldes ‘sem-causa’, mas pessoas tentando lidar com situações reais e, ainda, com o amadurecimento dessa fase. E como fazer para sobreviver a isso tudo? Ter amigos. Dawson, Pacey, Joey, Jen, e companhia podem te dar a certeza de que mesmo sendo difícil, não é impossível manter a amizade para sempre. (Maria Clara Lima)

Buffy, A Caça-Vampiros – Amigos na vida e na morte
Para que muitos outros seriados sobre adolescentes pudessem ser criados, primeiro foi necessário existir Buffy. Graças a Joss Whedon, ter um grupo de amigos nunca foi tão perigosamente divertido. Lealdade era o tema principal da ‘Scooby Gang’, que durante anos teve que superar incontáveis “fins do mundo” e lutas difíceis contra demônios, bruxas, seres medonhos, além dos vampiros. Antes da turma de Dawson’s Creek indagar sobre o verdadeiro sentido da vida, ou da turma de Veronica Mars se juntar para investigar mistérios, antes mesmo do lance de ‘amigos com benefícios’ de One Tree Hill e da luta contra os esteriótipos de Glee, existiu uma turma em Sunnydale, que valorizava a amizade acima de qualquer outra coisa. Afinal, uma líder de torcida, uma garota popular, uma nerd e um esquisito podem sim ser amigos leais, e se envolverem em bastantes confusões. (Luciana Sawyer)

Confissões de Adolescente – Nada melhor do que amigos para contar o seus segredos
Os 40 episódios de Confissões de Adolescente foram o guia espiritual, sexual e psicológico de muita gente aqui no Brasil. As histórias das irmãs – e amigas – Diana, Bárbara, Natália e a ‘pequena’ Carol. A série de Maria Mariana contemplou todas as fases da vida e da amizade também, recheando a série de situações interessantes. O jeito diferente de cada uma das meninas rendia muito ‘pano para manga’, já que elas estavam sempre enroladas em problemas distintos, porém bem familiares do público. O legal de Confissões de Adolescentes é que mostra que família também faz parte do nosso ciclo de amizade, não é? Dizem que amigo é alguém que escolhemos para fazer parte da nossa família, nesse caso, é possível também aplicar o conceito às avessas, já que mesmo vivendo debaixo do mesmo teto, elas precisaram escolher ser amigas e fugir do caos completo. (Sarah Lima)
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Comemore o Dia do Amigo acompanhando na nossa série de postagens na Semana Especial da Amizade. Aproveite e indique o TeleSéries para um amigo no Twitter e no Facebook. Deixe também uma mensagem para o seu melhor amigo no Twitter, usando a ‘hashtag’ #amigoteleseries. As mensagens mais criativas aparecerão em um ‘post’ especial no final da semana.
Teen Choice Awards divulga segunda rodada de indicações
20/07/2011, 14:01.
Juliana Baptista
Notícias
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Pretty Little Liars e Switched at Birth se destacaram na segunda onda de indicações para o Teen Choice Awards que será transmitido dia 7 de agosto pela FOX. ‘Little Liars’ e ‘Switched’ conseguiram cinco indicações cada uma, e Teen Wolf conseguiu apenas quatro. Enquanto Glee, que junto com The Vampire Diaries, dominou a primeira rodada de nomeações, e acrescentou mais um candidato de seu time, Darren Criss para concorrer na categoria ‘Breakout Star’ (Estrela Revelação).
Veja a lista completa da segunda rodada de indicações
Choice Summer TV Show
Keeping Up with the Kardashians, E!
Pretty Little Liars, ABC Family
So You Think You Can Dance, Fox
Switched at Birth, ABC Family
Teen Wolf, MTV
Choice Summer TV Star | Female
Troian Bellisario, Pretty Little Liars
Lucy Hale, Pretty Little Liars
Vanessa Marano, Switched at Birth
Crystal Reed, Teen Wolf
Raven-Symoné, State of Georgia
Choice Summer TV Star | Male
Keegan Allen, Pretty Little Liars
Lucas Grabeel, Switched at Birth
Ian Harding, Pretty Little Liars
Tyler Posey, Teen Wolf
Noah Wyle, Falling Skies
Choice TV | Breakout Show
The Hard Times of RJ Berger, MTV
The Nine Lives of Chloe King, ABC Family
Raising Hope, Fox
The Voice, NBC
The Walking Dead, AMC
Choice TV | Breakout Star
Sean Berdy, Switched at Birth
Darren Criss, Glee
Katie Leclerc, Switched at Birth
Tyler Posey, Teen Wolf
Skyler Samuels, The Nine Lives of Chloe King
Fonte: TVLine
Destaques da Semana – Brasil – 11/7 a 17/7
11/07/2011, 12:37.
Paulo Serpa Antunes
TV Brasil
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Confira a seguir as atrações para a semana, entre os dias 11 e 17 de julho. Lembrando que coluna vai sendo atualizada ao longo da semana – é pra voltar! E comentar!
Segunda, 11/7
Os canais de TV por assinatura acham que somos todos desocupados, né? Só pode. O Universal decidiu estrear a quarta temporada de Greek no meio da tarde, com exibição de segunda a sexta, que ideia trouxa! Hoje, às 15h30, vai ao ar o episódio 4×01. O Multishow não fica atrás, com seus seriados na faixa das 17h. Esta tarde estreia a fracassada mas admirada Kings, aposta da NBC na temporada 2009/2010.
E a noite da segunda está bem movimentada, olha só: Clique aqui para continuar a leitura »
Nuvem de Séries
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