ESPECIAL – Cenas marcantes de bebedeira

Data/Hora 23/02/2012, 20:17. Autor
Categorias Especiais


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O carnaval passou, e com certeza muitas são as histórias para contar. E muitas delas embaladas pelo álcool. O líquido que faz parte do elenco de quase todos os seriados – de forma fixa, recorrente ou como guest star. Esse personagem proporciona momentos vergonha alheia em larga escala – quem não lembra da Rachel ligando para “a secretária eletrônica” do Ross? Em algumas séries, ele protagoniza momentos divertidos. Em outras, trágicos. Muitas são as confissões feitas fora de hora, motivadas pelo membro do elenco – e que o diga o Doug, de ER. E muitos outros personagens, motivados pelo “colega de cena”, dizem exatamente o contrário do que sentem, tipo o Lucas, de One Tree Hill.

E a participação desse personagem é tanta, que nossa equipe separou algumas cenas inesquecíveis marcadas pela bebedeira. Curta, mas com moderação. Clique aqui para continuar a leitura »

Destaques da Semana – Brasil – 20/2 a 26/2

Data/Hora 20/02/2012, 09:34. Autor
Categorias TV Brasil


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Bum Bum Praticumdum Bugurundum… A semana abre no meio do feriado de Carnaval. E com isto os canais chegam com programação mista. Alguns canais ignoram a data (pra felicidade de quem não gosta de Carnaval) mas a maioria coloca no ar reprises para não desperdiçar episódios inéditos. Veja a coluna e programe-se.

Segunda, 20/2

O AXN não exibe esta noite NCIS. No lugar, uma maratona de quatro horas de Criminal Minds, que abre às 21h e vai até a meia-noite (episódios 7×07 a 7×09).

Na Warner, reprises Mike & Molly (20h) e Suburgatory (20h30) abrem o caminho para um maratona com os quatro primeiros episódios de Alcatraz – começa às 21h e vai até à 1h.

O Sony Spin também entrou no bloco das maratonas – vem com três horas de 90210, às partir das 21h.

Na Sony, foi programada a reprise dos dois primeiros episódios de American Idol – das 21h à meia-noite. CSI, Grey’s Anatomy e Private Practice tiram a noite de folga.

No Universal Channel, 21h, Grimm também reprisa (1×04).

Hell On Wheels - A New Birth of Freedom
Mas temos três séries com episódios inéditos. No SyFy, 21h, vai ao ar o episódio 4×03 de Sanctuary. No Studio Universal, 22h, tem inédito de Ringer (1×07). No MaxPrime, 22h, vai ao ar o terceiro episódio de Hell on Wheels.

Terça, 21/2

The Walking Dead - Triggerfinger
Na Fox, 22h, tem Carnaval zumbi. O episódio 2×09 de The Walking Dead. Vai mostrar Rick (Andrew Lincoln), Hershel (Scott Wilson) e Glenn (Steven Yeun) encrencados com humanos e walkers e como ficou Lori (Sarah Wayne Callies) depois do acidente.

Na Sony, serão duas horas de American Idol (às 21h é reprise e às 22h, um inédito). Às 23h, reprisa Revenge (1×06).

No Globosat HD, inéditos de Pigalle, La Nuit (21h, episódio 4), Nothing But The Truth (22h30, episódio 3) e The Guard (23h30, episódio 3). No A&E, 23h, inédito de Law & Order: Reino Unido.

Na Warner, reprisa The Big Bang Theory (20h, 5×05), 2 Broke Girls (20h30, 1×05), Person of Interest (21h, 1×06) e Fringe (22h, 4×07).

No Universal Channel, às 22h, reprisa Law & Order: Special Victims Unit (13×08). No canal Liv, às 22h, reprisa o episódio 1×05 Last Man Standing .

Maratonas: no AXN, reprisa os três primeiros episódios de Body of Proof em sequência. No Sony Spin, Melissa & Joey dá lugar a uma maratona de seis episódio do reality World of Jenks (das 21h à 0h).

Quarta, 21/2

The Glades - Breakout
A quarta-feira de cinzas chega trazendo o final da temporada de The Glades (23h). A série policial encerra seu segundo ano com o episódio Breakout. Nele, dois irmãos fazem reféns no hospital – e entre eles está Callie (Kiele Sanchez). Lembrando, se você gostaria de ver The Glades com o áudio original (aqui na minha Net, o áudio original e o em português saem misturados no segundo canal de som) e legendas em português, assine nossa petição #DubladoSemOpçãoNão – falta pouco para alcançarmos os 5 mil votos.

Un, Dos, Tres / Un pasito pa’delante María! O episódio desta noite de Glee (3×12), The Spanish Teacher, tem a presença de Ricky Martin e vem apenas com canções de inspiração latina. É bem bacana, recomendo. Na Fox, 22h.

Na Warner, reprises de Two and a Half Men (20h), The Secret Circle (21h) e Supernatural (22h). Mas, no meio disto tudo tem um inédito de Are You There, Chelsea? (20h30, 1×03).

No Globosat HD, 22h, terceiro episódio de Rake. Na Sony, tem inédito do American Idol às 22h.

No AXN, The Protector tira folga. No lugar, o canal reprisa os três primeiros episódios de Unforgettable, à partir das 21h.

E ainda tem reprises de The Closer (Space, 21h, 7×05) Hawaii Five-0 (Liv, 22h, 2×07) e Satisfaction (GNT, 0h15 da quinta-feira, 3×12).

Quinta, 23/2

Necessary Roughness – Goal Line
Mais um final de temporada no A&E. Nesta quinta-feira, 23h, chega ao fim o primeiro ano de Necessary Roughness – Terapeuta Boa de Bola. Goal Line mostrará T.K. (Mehcad Brooks) tendo um ataque de pânico às vésperas dos playoffs.

No Globosat HD, 21h, tem Less Than Kind (episódio 2×11). No TBS, 21h30, tem Hot in Cleveland (2×07).

No GNT, 20h, o The Ellen DeGeneres Show recebe a presença de Jim Parsons, astro de The Big Bang Theory.

No AXN, 21h, a semana de maratonas chega ao fim com três episódios de CSI:NY. Começa às 21h.

Na Warner, reprises de The Middle (20h, episódio 3×05) e de I Hate My Teenage Daughter (21h, episódio piloto). No Universal Channel, reprises de House (22h, 8×06) e de A Gifted Man (23h, 1×08).

Sexta, 24/2

No Globosat HD, 22h35, quarto episódio do drama australiano Crownies.

No GNT, 23h45, vai ao ar o episódio 7×05 de Weeds.

Sábado, 25/2

Não foi possível atualizar a coluna.

Domingo, 26/2

Domingo agitado! Pra começar é noite de Oscar, com direito a programação especial no canal E! e a exibição da premiação ao vivo na TNT – o pré-show abre às 20h30 e a premiação acontece às 22h.

Mas além disto temos duas estreias nos canais da família Fox. Na Fox, às 20h30, estreia a 23ª temporada de Os Simpsons. E o jeito é torcer para que a Fox tenha preparado a opção das legendas em português, porque daí dará para curtir o episódio The Falcon and the D’Ohman em sua plenitude: com o áudio original para ouvir o vozeirão do convidado Kiefer Sutherland (24 Horas) e a participação do jurado do Top Chef Tom Colicchio.

Dexter - Those Kinds of Things
Às 23h, no FX, chega a sexta temporada de Dexter. A nova temporada introduz na séries os atores Colin Hanks (The Good Guys) e Edward James Olmos (Battlestar Galactica), Aimee Garcia (Off The Map) e Brea Grant (Heroes). Pra saber o que rola no episódio, leia a review do Rafael Pires.

No GNT, tem reprises de Absolutely Fabulous (18h, 2×02) e Sophie (18h30, 1×08). Na Sony, 19h, tem Desperate Housewives (episódio 8×08).

Na HBO, 21h, quarto episódio de Luck, seguido pelo episódio 2×06 de The Big C.

E até amanhã.

Destaques da Semana – Brasil – 13/2 a 19/2

Data/Hora 13/02/2012, 09:00. Autor
Categorias TV Brasil


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Vai começar o Carnaval de séries. Confira as atrações que teremos esta semana nos canais de TV paga. E deixe seu comentário!

Segunda, 13/2

Na semana passada estreou no canal Cinemax a nova série Hell on Wheels – que eles anunciam com o título em português Inferno sobre Rodas. A produção, do incensado canal AMC, é um drama de época, sobre a construção da First Transcontinental Railroad, a linha de trem que ligou a California ao estado do Nebraska. O segundo episódio vai ao ar às 22h.

No AXN, 21h, episódio 9×03 de NCIS e, às 22h, episódio 7x09 de Criminal Minds.

Na Warner, tem Mike & Molly (20h, 2×12), Suburgatory (20h30, 1×12), The Mentalist (21h, 4×12) e Alcatraz (22h, episódio 1×04 – Eric Johnson, ex-Smallville e Flash Gordon, é o fugitivo da semana).

No Universal Channel, 21h, episódio 1×76 de Grimm. No Sony Spin, tem 90210 (21h, 4×08) e Switched at Birth (22h, 1×08).

Grey’s Anatomy – Suddenly
Na Sony, tem CSI (21h, 12×09), Grey’s Anatomy (22h, 8×10) e Private Practice (23h, 5×08). O episódio de Grey’s Anatomy, Suddenly, é um dos mais tensos e melhores dos últimos anos – com Meredith e Alex diante de um acidente com múltiplas vidas na estrada e Yang tendo que trabalhar ao lado de Teddy, que não sabe que seu marido está morto. Depois de assistir ao episódio, deixe seu comentário aqui. Clique aqui para continuar a leitura »

Glee — The Spanish Teacher

Data/Hora 11/02/2012, 09:45. Autor
Categorias Reviews


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Série: Glee
Episódio: The Spanish Teacher
Temporada:
Número do Episódio: 3×12
Data de Exibição nos EUA: 07/02/2012

Um episódio típico de Glee, uma história digna, e uma lição de moral que faz você repensar um pouco o que está fazendo da vida. O episódio 12 traz como convidado o Ricky Martin, um professor noturno de espanhol. Como ele aparece na história ? Bom, isso é triste de se dizer, mas descobrimos que Will é um péssimo professor, e que nem saber falar espanhol sabe.

Confesso que quando descobri isso, senti um pedaço do meu mundo desabando. Tá, isso é um pouco de exagero, mas fiquei decepcionada. O importante é que ele sabe dar conta do Glee Club, e como sabe! E isso que o episódio traz de especial para os Gleeks. Aquela velha história que você tem que fazer o que te faz feliz. E Will não é feliz sendo um professor de espanhol. E quando Figgins diz que existe uma vaga fixa como professor de História, matéria que o Will adora, e quer, para poder dar uma estabilidade para Emma. O único problema, é que para isso, ele precisa aprender espanhol. É aí que o personagem do Ricky entra. Will procura o professor noturno, David Martinez, para dar aulas à ele. E descobre que o cara tem todo um jeito latino, que daria uma ótima tarefa: Músicas em espanhol.

Lógico que Glee não poderia ter Ricky Martin como simples ator, e ele dá um show fazendo o que ele melhor sabe fazer: Cantar e rebolar.

Enquanto isso, Rachel fica desesperada e acaba deixando escapar para Kurt e Mercedes que Finn pediu ela em casamento. Kurt fica pasmo, e vai logo tirar satisfação com o irmão. O discurso que ele fez, conseguiu descrever tudo o que eu queria dizer para o Finn: Que ele é muito mais do que só o namorado da Rachel. E que ele precisa começar a agir como um ser, que tem seus próprios sonhos, e seus próprios talentos.

Outro casal que teve destaque no episódio foi Sam e Mercedes. Emma deu a ideia de os dois ficarem sem se falar por algum tempo, assim, poderiam pensar sobre o que realmente queriam. Tudo correu bem, a não ser pelo fato que Mercedes aparentemente não se decidiu, e ainda está com Shane. Posso matar ela, produção ? O Sam é todo fofo, canta pra ela, e até tentou colocar “Mercedes está cheirosa” nos TT’s Mundiais, e ela nem ai!

Outra coisa super importante e emocionante que rolou no episódio, foi que Sue resolveu engravidar. Foi super engraçado ela ficar tentando achar sêmen e querendo pegar o do Will. Mas o fato é, que ela fez isso porque acha muito bonito o quanto Will consegue ser bom, e sempre ser gentil. Então, ela queria ter um filho assim.

Sobre o emprego, quem conseguiu a vaga fixa foi Emma. Que não esteve em briga nenhuma, mas sempre se manteve sã, e trabalhadora. Criou vários folhetos, que educaram e ajudaram muita gente. Ridículo, foi o Will que, com toda a pressão, acabou jogando toda a raiva em Emma, mas depois deu jeito de se ajeitar com a amada.

Episódio sem muita história elaborada, mas digna de prender a atenção. Gostei de tudo, e adorei ver a Santana arrasando e dizendo ao Will que ele tem que seguir seus sonhos, pois foi isso que ele a ensinou.

Sobre os números musicais:

La Cucaracha foi hilário! O que foram os meninos com aquele chapéu ? Muito bom e ridículo! A Little Less Conversation foi estranho, mas bom. Na cena desse número, Santana diz que reclamou sobre ele para o Figgins, porque “sem paixão, você não alcançará o sucesso”.

Sexy and I Know It foi muito bom! Ricky Martin colocou todo mundo pra dançar, e o rebolado dele foi tudo!

La Isla Bonita foi o melhor número, sem dúvida nenhuma! A Naya me fez rever minha sexualidade, porque ela é linda demais!

Bamboleo/Hero foi super!  Não sei super o que, mas foi! Sam me deixou babando na frente da TV. Don’t Wanna Lose You foi lindo, a Amber tem uma voz tão linda quanto a da Lea, e devia sim, ter solos mais vezes.

ESPECIAL – Os personagens que jogam futebol americano

Data/Hora 05/02/2012, 19:31. Autor
Categorias Especiais


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O football, como o futebol americano é conhecido nos Estados Unidos, é o esporte mais popular por lá. Bate até mesmo o basebol, que até pouco tempo era a paixão nacional. E tanta popularidade não poderia ficar de fora das telinhas.

São inúmeros os seriados que tem personagens aficcionados pelo esporte, ou jogadores de futebol americano. Muitas vezes, são feitos episódios alusivos ao tema (quem não lembra do episódio de ação de graças de Friends e de toda rivalidade entre Monica e Ross?). E também há alguns seriados, como The Game, Friday Night Lights e Necessary Roughness, que tratam “especificamente” do mundo do football e dos seus bastidores.

Os jogadores de futebol americano costumam viver rodeados de líderes de torcida e seus pompons. E, muitas vezes, têm dificuldade de lidar com o excesso de testosterona. Mas, independentemente de qualquer coisa, são muito populares e queridos.

Escolhemos cinco jogadores de futebol dos seriados, e um treinador para eles. Confira quem tem lugar no time do TeleSéries.

 

Série: Friday Night Lights
Nome: Eric Taylor
Time: Dillon Panthers
Cargo: Técnico

 


Série: Smallville
Nome: Clark Kent
Time: Smallville Crows
Posição: Quarterback

 


Série: Necessary Roughness
Nome: Terrence “T.K.” King
Time: The New York Hawks
Posição: Quarterback

 


Série: Glee
Nome: Finn Hudson
Time:  William McKinley High School
Posição: Quarterback

 

Série: Friday Night Lights
Nome: Matt Saracen
Time:  Dillon Panthers
Posição: Quarterback

 

Série: The Vampire Diaries
Nome: Stefan Salvatore
Time: Timberwolves
Posição: Receiver

Como você pode ter percebido, ainda há algumas vagas no time. Então, apresente seu jogador favorito para as seletivas.

Saiba como o futebol americano influencia na audiência das séries de TV. 

Glee — Michael

Data/Hora 05/02/2012, 10:28. Autor
Categorias Reviews


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Série: Glee
Episódio: Michael
Temporada:
Número do Episódio: 3×11
Data de Exibição nos EUA: 31/01/2012

Não tão ótimo episódio, mas não tão péssimo. Glee conseguiu de novo, um meio termo favorável. Quando me dei conta percebi que já estava assistindo Glee há mais de 30 minutos. Os Gleeks estavam esperando ansiosos por um novo tributo, e a escolha do rei do pop para isso foi perfeita. Michael Jackson morreu há quase 3 anos (dá pra acreditar que é tudo isso?!), mas suas músicas continuam na cabeça de todos. Mas o melhor do episódio, é que mesmo tendo um repertório de nove números musicais, a série não deixou se perder a história.

O episódio começa com Santana e Mercedes discutindo a razão dos New Directions terem ganhado as Seletivas , mas deixando essa história de lado o que elas queriam realmente era fazer um número de Michael. Will ouve a conversa, e diz que seria uma ótima ideia um número de MJ para as Regionais.

O conflito começa quando os metidos dos Warbles (liderados pelo Sebastian) decidem que eles vão fazer Michael para as Regionais. Assim começa uma guerra para ver quem consegue Michael. Mas Sebastian não deixa a batalha musical limpa, e ao final de uma performance admirável de Bad, ele jogou uma raspadinha nada convencionou em Kurt, mas quem acabou levando na cara — literalmente —, foi Blaine, que acabou tendo que fazer uma cirurgia porque a raspadinha continha uma substância que arranhou sua córnea.

É lógico que Will tenta amenizar as coisas, mas Artie não aceita a situação muito bem. Enquanto isso, Rachel ainda não se decidiu sobre o que quer fazer no seu futuro, e depois de uma conversa com Quinn no banheiro (Produtores, por que toda conversa delas é no sanitário feminino?), ela quase desiste dessa ideia. Mas quando vê que Quinn vai para a faculdade e Kurt recebeu sua carta de NYADA dizendo que ele é um dos finalistas e ela não, Rachel se vê presa no mesmo lugar, e então resolve aceitar a proposta de Finn. No final do episódio, ela recebe sua carta, e fica dividida entre seu amor e seu sonho.

Voltando ao problema de Blaine, Santana também não acha justo deixar barato, então vai ao encontro de Sebastian e eles armam uma batalha musical, no final, sem saber que Santana tinha um gravador escondido, Sebastian diz que colocou sal gema na bebida, e como se não bastasse, ele ainda joga uma raspadinha em Santana, mas dessa vez sem nada de diferente dentro.

Mas Kurt não acha certo simplesmente entregar a gravação para a polícia, e no maior estilo Glee, eles decidem “não punir os Warbles, e sim ensiná-los uma lição”. Eles acabam com os Warbles em uma apresentação de Black or White perfeita, e colocam os meninos da Academia contra Sebastian.

O episódio ainda teve tempo de uma cena romântica onde Sam e Mercedes se beijam. Mas foi só. Todo o resto do episódio foi de grandes canções, e de números não tão majestosos assim. A melhor cena do episódio (sem contar os números musicais), na minha opinião, foi quando Kurt descobriu que era um dos finalistas para a NYADA, e seu pai disse que tinha muito orgulho de ser pai dele.

Espero que o próximo episódio seja mais recheado de trama. O episódio 3×12 vai ao ar na semana que vem, e os New Directions vão ter como tarefa músicas em espanhol. Lembrando que o episódio vai ter participação de ninguém mais, ninguém menos que Ricky Martin.

Os números musicais:

Wanna Be Startin’ Something foi, na minha opinião, médio. O pessoal do ND imitando passos de dança e as roupas de Michael foi muito bom, mas a música em si, não me agradou.

Bad, apesar de terminado mal, foi uma das melhores do episódio. Lógico que aqueles “pá pá pás” dos Warbles me tiraram do sério, mas foi bom. Outra performance boa do episódio foi Never Can Say Goodbye, senti muita falta dos solos da Quinn, e a voz doce e diferente da Dianna foi quase que perfeita para essa música.

Scream, foi no mínimo, estranho. A junção das vozes de Kevin (Artie) e do Harry (Mike), não combinou, e não me agradou. Ben foi duvidoso também, nem bom, nem ruim.

Smooth Criminal foi ótimo, e a participação dos violoncelistas caiu como uma luva. Black or White foi boa também, nada de coreografias ou roupas especiais, mas a parte onde à um efeito onde os personagens de transformam uns nos outros, foi muito legal de se ver.

As partes românticas do episódio foram monótomas e por conta de Finn e Rachel em Just Can’t Stop Loving You, e Sam e Mercedes em Human Nature.

Destaques da Semana – Brasil – 23/1 a 28/1

Data/Hora 23/01/2012, 09:08. Autor
Categorias TV Brasil


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Na semana passada acabei não atualizando a coluna no final de semana. Mas estou de volta, cobrindo uma semana eletrizante, já que Warner e Universal estão de volta na briga pela nossa audiência com novos episódios. Confira!

Segunda, 23/1

Breaking Bad - Face Off
Abrindo pela Warner, que finalmente volta das férias com inéditos de todos os seus shows. Às 20h tem Mike & Molly (2×09), às 20h30 tem Suburgatory (1×09) e às 21h tem The Mentalist (4×09). Às 22h, no lugar de Chuck estreia na grade do canal Alcatraz – na verdade a série estreou no domingo, mas o episódio piloto ganha nova exibição esta noite. Saudades de um bom drama serial? Esta é a promessa da temporada (ou pelo menos a promessa que restou da temporada). Leia aqui o preview.

No AXN é dia de despedidas. Às 22h, chega ao fim Friday Night Lights. E às 23h, a quarta temporada de Breaking Bad se despede com um episódio eletrizante. Veja o episódio e depois leia a review.

No Universal Channel, aleluia! Às 21h retornam os episódios inéditos Grimm (1×04).

Já a Sony segue enrolando, exibindo reprises de episódios antigos de CSI (21h – esta noite é Grave Danger, aquele de duas horas de duração que foi dirigido pelo Tarantino), Grey’s Anatomy (23h) e Private Practice (0h).

No Sony Spin, está prevista uma maratona de 90210 (21h à 0h, das 4×02 a 4×04). No Studio Universal, 22h, Ringer também é reprise (foi ao ar o episódio inédito 1×10).

Terça, 24/1

Law & Order: Special Victims Unit - Educated Guess
No Universal Channel, 22h, retorna com episódio inédito o drama Law & Order: Special Victims Unit. O episódio 13×08, Educated Guess, trará a atriz Natasha Lyonne no papel de uma paciente psiquiátrica, que pode ter sido vida de um estupro. E sabe aqueles papeis escritos sob medida pro ator convidado levar pra casa o Emmy Awards de guest star em drama? Este promete ser mais um deles. Carrie Preston (True Blood) também participa.

Na Warner, inéditos de The Big Bang Theory (20h, 5×10) e 2 Broke Girls (20h30, 1×10), Person of Interest (21h, 1×10) e reprise de Fringe (22h, 4×08).

No canal Liv, às 22h, vai ao ar o sexto episódio Last Man Standing . No A&E, é noite de Law & Order: Reino Unido (23h, 3×03). Na Fox, 23h, episódio 1×09 de American Horror Story.

No AXN, 21h, tem reprise de Criminal Minds (7×06). Na Sony, reprise de Revenge às 21h (episódio 1×04), Às 22h, inédito de Off the Map (1×11).

No canal Cinemax, 20h15, episódio 1×11 de XIII: The Series . No Globosat HD, reprises de Fear Itself (21h) e Oscar Freire 279 (22h), seguido por inédito de Bloodletting & Miraculous Cures (22h30, episódio 7).

No Sony Spin, das 21h às 23h, tem maratona de Melissa & Joey .

Quarta, 25/11

No Space, 21h, episódio 7×11 de The Closer.

Na Warner, Alan sai do hospício em Two and a Half Men (20h, episódio 9×09, review aqui), em episódio que tem a participação especial de Gary Busey. E às 21h, tem também inédito de The Secret Circle (1×08, leia a review aqui).

Glee - Hold On To Sixteen
Em Glee (Fox, 22h, episódio 3×08), temos um retorno. Depois de uma negociação confusa de contrato, Chord Overstreet finalmente retorna à série no papel do bocão Sam Evans. E o John Schneider (Os Gatões) faz uma ponta no papel do pai do garoto.

Na Sony, CSI:Miami reprisa às 21h. Às 22h, mais um inédito de Off the Map (episódio 1×12).

No A&E, além dos episódios dublados de Weeds (22h), tem episódio inédito de The Glades (23h, episódio 2×09).

Hawaii Five-0 (Liv, 22h, 2×03) e Satisfaction (GNT, 0h15 da quinta-feira, 3×08) reprisam.

E no Sony Spin, tem maratona de Switched at Birth a partir das 21h.

Quinta, 26/11

No Globosat HD, é noite de Less Than Kind (21h30, episódio 2×07). No TBS tem Hot in Cleveland (22h30). No A&E, 23h, episódio 1×09 de Necessary Roughness.

The Middle - The Play
Na Warner, 20h, voltam os episódios inéditos de The Middle. No episódio The Play (3×09), Sue e Frankie na disputa uma montagem da peça O Mágico de Oz. Norm Macdonald retorna.

No Universal Channel, 22h, House reprisa mais uma vez (8×06). E vai demorar ainda pra voltar: o Universal só retorna com novos eps de House no dia 9 de fevereiro. Mas A Gifted Man, às 23h, é inédito (1×08).

No AXN, CSI:NY ainda reprisa (21h, episódio 8×08).

Sexta, 27/1

Na FX, 11h e 16h30, chega ao fim a sétima temporada de The Office.

No Multishow, mais tarde, às 23h30, vai ao ar o 12º episódio de Mais X Favela.

Glee — Yes/No

Data/Hora 19/01/2012, 20:48. Autor
Categorias Reviews


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Série: Glee
Episódio: Yes/No
Temporada:
Número do Episódio: 3×10
Data de Exibição nos EUA: 17/01/2012

Glee voltou de hiatus, e me deu razões pra sorrir. Na altura do décimo episódio da 3ª temporada, eu realmente senti que Glee retornou para uma nova temporada. Os episódios que antecederam esses não me agradaram de maneira nenhuma, mas toda a dor e angústia (exagero), sumiu, depois desse episódio.

Vou tentar descrever o quanto amei esse episódio, e passar pelo menos um pouquinho da emoção que Yes/No foi. Mas eu sei que se a série continuar a ter uma temporada baseada nos diálogos e músicas desse novo episódio, vai voltar a ser sucesso, e voltar a ser uma das séries mais queridas e bem elogiadas por todos.

Mas deixando meus sentimentos de lado, vamos ao que realmente interessa: O que aconteceu no episódio. Logo na primeira cena, já temos um número musical que me agradou muito, ao som do maior sucesso do filme Grease, nós ficamos sabendo um pouquinho mais sobre o relacionamento entre Sam e Mercedes, que aconteceu no verão e foi interrompido quando ele teve que sair da cidade por causa da condição financeira dos pais dele.

Agora Mercedes está em um relacionamento com Shane, mas ao longo do episódio deu pra perceber que as faíscas do amor que ela sente por Sam ainda estão dentro dela, e são até maiores do que as faíscas do sentimento que ela sente por Shane. Bom, eu adoro os dois (Sam e Mercedes) juntos, e espero mesmo que eles voltem a ser um casal.

Becky teve importância no episódio também. Ela decidiu que Artie seria seu novo interesse amoroso, além disso sua voz da consciência (e que voz! Hellen Mirren!) acha que ele é gentil, sexy, e “eficiente”, como Becky. Os dois funcionam juntos até  um certo um ponto do episódio. Becky é um daqueles personagens que nos passa aquele sentimento de que por dentro, somos todos iguais, temos os mesmos medos e inseguranças. O relacionamento dela com a Sue também deve ser destacado.

Sue teve um episódio monótomo, e não chamou muito atenção, além do fato de parecer boa demais para ser Sue Sylvester.

Agora a parte mais importante do episódio, que acontece em torno do pedido de casamento que Will quer fazer a Emma. Will pediu ao pessoal do Glee Club para bolar um número musical onde ele poderia pedir Emma em casamento, enquanto isso, ele vai atrás dos pais da moça para pedir a benção. Mas sabendo como os pais dela são, vocês já devem imaginar que não foi bem isso o que aconteceu, e se eu pudesse, dava um tiro naquelas cabeças ruivas. Ufa. Passou. Voltando, tudo deu certo no final. E que final!

O pedido de Will ganhou o prêmio de melhor pedido de casamento, na minha opinião, tudo foi ideia de Sam, que queria tanto ganhar um casaco de atleta de novo que entrou para o clube de nado sincronizado. Com um discurso bonitinho e muito fofo, Will conseguiu o sim de Emma, mostrando assim, que o amor atura até as manias grotescas e as imperfeições.

Quem também teve grande importância no episódio foi o Finn, que colocou na cabeça a ideia de se alistar, mas logo desistiu, quando sua mãe contou a verdade sobre seu pai. O pai de Finn realmente foi para a guerra, mas se envolveu com drogas e morreu de overdose.

E qual a melhor coisa a fazer quando você não tem mais sonhos e tem uma grande decepção ? Para Finn, essa resposta está bem na cara: Pedir sua namorada em casamento! E foi isso o que ele fez, levou Rachel ao palco, onde aconteceu o primeiro beijo dos dois, e pediu ela em casamento.

Rachel, que lógico, não estava esperando, ficou com cara de boba, e então, acabou o episódio. Deixando todos desesperados e com um gostinho de quero mais. Como Glee sempre fazia em suas antigas temporadas.

Acho que esse casamento pode ser uma ótima forma de gancho para a permanência deles na 4ª temporada, o que já foi confirmado. Gostei do episódio, e confesso, ele me arrancou lágrimas.

Sobre os números musicais:

Summer Nights foi perfeito, Grease é um filme ótimo, e a atuação do Chord e da Amber foi praticamente perfeita comparada à cena do filme.

Wedding Bell Blues foi fofo demais, a voz da Jayma é linda, e deu um toque especial na música. E a participação da Sue e da Beiste (que casou com o Cooter!), foi hilária!

O mashup Moves Like Jagger / Jumpin’ Jack Flash foi criado com o intuito de ser um pedido de casamento, e lógico, foi criado pelos garotos do Glee Club. A música, apesar de não ter nada a ver com um pedido de casamento foi perfeita. Me fez ficar dançando e passando a cena repetidamente enquanto escrevia essa review. The First Time I Ever Saw Your Face, teve dedo das garotas por sua vez, a música lenta emocionou não só Will, mas principalmente Mercedes, que se deu conta de que ainda estava apaixonada por Sam.

Quando descobri que Without You estaria na trilha sonora do episódio me controlei pra não chorar de emoção. Essa música tem valor sentimental pra mim, e ficou perfeita na voz da Lea, que como sempre, arrasou. O esforço que eu fiz para não chorar quando descobri que a música faria parte do episódio foi em vão, quando vi a cena em que Rachel canta toda emocionada para Finn.

We Found Love foi a música escolhida para pedir Emma em casamento. E foi o número mais bem elaborado que eu me lembro de ter visto na série. Naya e Lea deram show em mais um dueto. Perfeito!

Oxygen garante mais uma temporada para ‘The Glee Project’

Data/Hora 18/01/2012, 12:45. Autor
Categorias Notícias


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A Oxygen conformou o anuncio de que o spinoff/reality de Glee estará de volta para mais uma temporada – e isso pode acontecer mais cedo do que todos esperavam. The Glee Project deve retornar para o seu segundo ano em meados de julho – no verão americano.

Ryan Murphy, criador de Glee, Dante di Loreto, produtor, Zach Woodlee, coreógrafo e o treinador de voz Nikki Anders estarão novamente compondo a bancada de juizes do programa.

Samuel Larsen e Damian McGinty, ganhadores do The Glee Project.

O site oficial já começou a receber inscrições e o processo seletivo deve também contar com uma turnê pelas cidades americanas no estilo de American Idol. Nessa temporada, serão 14 semanas de competição.

Quem vence o The Glee Project ganha um papel na série da Fox, Glee. Ano passado, Damian McGinty e Samuel Larsen levaram o prêmio desejado, e tiveram papéis especialmente desenvolvidos para eles na terceira temporada da série. Damian interpreta um estudante de intercâmbio vindo da Irlanda, já Samuel irá aparecer apenas na reta final dessa temporada.

Com informações do EOnline.

As primeiras impressões de ‘Smash’

Data/Hora 18/01/2012, 10:33. Autor
Categorias Opinião, Preview


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A primeira coisa que muita gente deve ter pensado ao ler sobre Smash, série que estreia em fevereiro na NBC, mas acabou vazando esta semana na Internet, foi: lá vem mais um Glee. Para muitos motivos de alegrias, para outros, motivo para sair correndo. De cara então gostaria de dizer que sim, Smash, muito provavelmente ganhou a chance de ir para o ar por conta do sucesso de Glee. Isso acontece desde sempre. E não há mal nenhum nisso, a questão  é deixar bem claro que essa não é uma série para adolescentes. E muito provavelmente não tem como foco o mercado fonográfico, como acabou acontecendo com Glee. Seria como comparar ER com Grey’s Anatomy que são duas séries que se passam no hospital mas com qualidades e público-alvo completamente diferentes.


O tema central é a montagem para Broadway de uma peça sobre a vida de Marilyn Monroe. No centro da história está Julia Houston (Debra Messing, Will & Grace), que decide escrever a peça em parceria com o amigo Tom Levitt (Christian Borle), que fica a cargo de compor as músicas. Os dois não são iniciantes na Broadway, isso fica claro desde o início. Julia inclusive estava decidida a dar um tempo na vida profissional e adotar uma criança mas decide que conseguirá fazer as duas coisas. Provavelmente esse será o conflito principal da personagem. A produtora do espetáculo será Eileen Rand (Anjelica Huston, acredito que dispense maiores apresentações) que está no meio de um processo de divórcio. Ela decide convidar Derek Wills (Jack Davenport, Coupling) para dirigir o espetáculo contrariando a vontade de Tom que o odeia.


No meio disso tudo temos as duas candidatas ao papel principal: Karen Cartwright (a finalista do American Idol Katharine McPhee) e Ivy Lynn (Megan Hilty). Uma das grandes sacadas é acompanharmos quem vai ser a escolhida. Durante todo piloto, me vi envolvida e sem conseguir decidir por quem torcer. O legal, pelo menos até aqui, é que nenhuma das personagens se mostrou odiosa. As duas têm talento e uma vida que gera a simpatia do público.

Karen é a menina doce, que ainda está bem no início da sua carreira, possui uma certa inocência mas não é burra e sabe onde está pisando (como fica claro na cena dela sozinha com Derek). Ivy é um pouco mais velha, tem experiência na Broadway mas nunca teve um papel de destaque, e conta com o apoio de Tom.

Nas cenas dos próximos episódios mostram um pouco do que teremos pela frente, fica claro que haverá bastante conflitos dentro e fora da produção e que a decisão por quem estrelará a peça não será tão simples. É interessante quando Tom diz que Ivy é perfeita para o papel porque além do talento, ela tem a semelhança física com a Marylin. Enquanto vemos cenas de outros personagens defendendo a escolha de Karen por ela “ser” uma estrela.

Não entendo muito de musical. Meu conhecimento da Broadway vem de produções como All Tha Jazz, Cabaret, enfim, vem de filmes. E algumas coisas que li sobre assunto. Mesmo assim o episódio prendeu minha atenção e despertou minha curiosidade. Acredito que vale a pena acompanhar.

Retrospectiva 2011 – Os piores do ano


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Como nem tudo são flores, a televisão em 2011 teve momentos nada agradáveis. Um episódio, uma série nova, um show em declínio, tudo isso contribuiu para a sensação de que o ano passado foi um ano para ser esquecido. A nossa Equipe separou alguns momentos para vocês!

CSI, 11ª temporada

CSI - Targets of Obsession
Quase, mas quase mesmo, abandonei CSI em 2011. Mas CSI é uma instituição da TV mundial, não pode ser deixada de lado assim. E fico feliz de ter continuado, já que a nova temporada, que estreou em setembro nos EUA, está muito boa. Mas foi por pouco, já que algumas das piores horas que passei diante da TV no ano que passou foi vendo episódios da série. Em 2010, já tivemos um punhado de maus episódios (e nos tiraram a Wendy, que crime!), mas foi na segunda metade da 11ª temporada, que a série atingiu o fundo do poço: em Targets of Obsession, Justin Bieber retornou com sua versão pentelha do Unabomber e o único alívio do episódio foi vê-lo sendo cravejado de balas, encerrando a pior participação especial da história da série; tivemos ainda o episódio-zumbi Turn On, Tune In, Drop Dead; e todo o arco envolvendo o conflito entre o serial killer Nate Haskell e o psyco-doutor Raymond Langston. A ideia do personagem de Laurence Fishburne ter um lado negro era boa, mas a execução deixou a desejar. Mas, enfim, ele partiu, e absolutamente ninguém sentiu saudades. (Paulo Serpa Antunes)

The Secret Circle

Especialmente pela decepção que foi assistir a primeira parte dessa temporada. Nada na série funciona, a começar pela escolha do elenco. Britt Robertson está insegura, definitivamente ela não tem condições pra protagonizar este show, e do restante só Shelley Hennig convence como Diana, mas isso porque personagem é o menos incoerente e irritante do grupo de bruxos. Thomas Dekker (Adam) é de dar vergonha alheia e a Phobe Tonkin (Faye) tá muito exagerada. Mas esquecendo por um segundo os personagens, o que falta à série mesmo é uma história. A mitologia é fraca e falha e um grupo de bruxos adolescentes que repetem frases feitas pra levitar água ou apagar fogo não é nem um pouco atraente. A emissora viu o sucesso de The Vampire Diaries e quis repetir o feito, mas a produção e os roteiristas não têm idéia do que estão fazendo, prova disso é a morte de Nick logo nos primeiros capítulos. Dizem que já era planejado, mas a saída narrativa de aparecer com um irmão também bruxo me deixa na dúvida. The Secret Circle foi uma decepção, simples assim. A idéia era ótima no papel e desandou na hora de produzir. (Lara Lima)

Charlie’s Angels

Já mencionei várias vezes a minha tolerância a séries ruins. Eu assisto de tudo e tento nunca esperar mais do que a série propõem a apresentar. Se começa a não me entreter eu paro de assistir e sigo minha vida. Também consigo ver qualidade mesmo naquilo que não me diverte. Dito isso posso afirmar que Charlie’s Angels foi uma das piores coisas que já assiste na vida (empate técnico com Off the Map). Nada na série funciona. A atuação de todo o elenco é horrorosa. O cenário faz vergonha as novelas do SBT. Parecia um piloto ruim da década de 1990. E olha que a primeira versão não era nenhuma obra de arte. Eu pensei em reassistir pra poder ser mais específica mas seria muito masoquismo da minha parte. (Tati Leite)

Torchwood, 4ª temporada

É até difícil escolher a pior série de 2011, porque, sinceramente, que aninho de bolas foras foi esse. Mas nenhuma me decepcionou tanto quanto Torchwood, o spin-off de Doctor Who. Eu era fã absoluta da série, gostava de todas as suas loucuras, defeitos especiais, absurdos, e situações que levavam os personagens aos extremos. Foram três temporadas de alegrias, lágrimas e emoções, e por isso mesmo é tão dolorido ver o que aconteceu com Torchwood nessa 4ª (e provavelmente última) temporada. Não dá nem para acreditar que eram os mesmos showrunners. História pífia, personagens sem carisma, situações sem sentido, vazias e, pior de tudo, destruição total e completa de um personagem que era um ícone: Capitão Jack Harkness. O que passava pela cabeça de Russell T. Davies enquanto escrevia e comandava Miracle Day? Essa união do canal inglês BBC com o americano Starz foi uma vergonha tão gigantesca que será difícil repetirem. E para mim, uma fã sincera e desiludida, só resta a tristeza de saber que um erro tão grosseiro pode ter matado uma de suas séries preferidas. (Mica)

Wonder Woman

Tem série que não é renovada para a temporada seguinte; tem série que é cancelada no meio da temporada; e tem série que nem chega a estrear, sendo cancelada antes mesmo do episódio piloto ir ao ar. Este foi o caso do remake de Wonder Woman [A Mulher-Maravilha, no Brasil], um projeto ancorado no sucesso recente das franquias do Batman e do Superman, as outras duas pontas da tríplice fundação da Liga da Justiça. A premissa parecia boa: debater a questão legal [jurídica] das ações dos super-herois. Se a série fosse bem-sucedida neste quesito eu gostaria muito. Outro viés sugerido foi a objetificação da figura da heroína e seus seios impossíveis, outro bom tema pra debate. Um terceiro mote a abordar seriam as implicações éticas da comercialização da figura pública da Mulher-Maravilha para financiar eu combate ao crime. O grande problema, a meu ver, foi justamente na construção da personagem principal, que atropelava todas essas questões sob a justificativa do Bem Maior. Criou-se uma personalidade cruel, arrogante, vingativa e anti-ética: impossível torcer por ela, simpatizar ou ter empatia com o seu anseio por uma vida normal. Perto disso, as críticas ao novo uniforme ficaram desnecessárias. (Lu Naomi)

Off the Map

Confesso que escolher o pior seriado do ano de 2011 não foi tarefa fácil. Foram várias as bombas apresentadas, inúmeras inclusive canceladas rapidamente. Então, por que lembrar da “inexpressiva” Off the Map? A resposta: Shonda Rhimes. A criadora de Grey’s Anatomy e Private Practice estava no time de produtores executivos da série, e isso foi muito alardeado por aí. Mas a riqueza de tramas passou longe de Off. O que se viu ali foi muito dramalhão, interpretações duvidosas, esteriótipos preconceituosos e muito, mas muito absurdo. Claramente, Jenna Bans, que se destacou como roteirista em Desperate Housewives e GA, não estava pronta para ter seu próprio seriado. O final da 1ª temporada teve um cliffhanger daqueles, nada foi resolvido. E não haverá 2ª temporada: você perdeu cerca de 9 horas do seu ano com a produção da ABC. O desastre só não foi completo pela “descoberta” Mamie Gummer e pelo carisma de Zach Gilford. Torço pra que eles não acabem fora do mapa…  (Mariela Assmann)

Glee

Lembro que uma das melhores coisas a respeito de Glee era a maneira como o show conseguia intercalar, não de maneira perfeita, mas mesmo assim, cativante, a característica de ser uma paródia dos melodramaticos shows adolescentes com os momentos mais sérios e tristes. Nesse ano, eu ainda consegui ver vislumbres dessa série, em episódios como Silly Love Songs, Born this Way ou The First Time, mas nem tentativa de criar storylines mais longas e coerentes impediu o show de afundar ora em demasiada sensação de auto-importância, que transformaram as partes mais verdadeiras e cruas da série em veículo para Ryan Murphy expressar suas mensagens de aceitação e tentar mudar o mundo, ora em tanto exagero na tentativa de fazer humor que prejudicavam qualquer plot, mesmo com a suspensão da descrença (aquele passe livre que agente dá a obras de ficção por serem, bem, ficção). Mas o pior foi justamente ver os roteiristas tentarem melhorar o show através de tramas mais estruturadas e piorando a situação de vez com resoluções lamentáveis, e honestamente, em algumas partes, ofensivas. E os números musicais que antes ocasionalmente salvavam o show, foram ficando cada vez mais irrelevantes e esquecíveis, detonando a série e tornando Glee, para mim, a pior experiencia televisiva do ano. (Thais Afonso)

Private Practice

O spin off de Grey’s Anatomy, Private Practice, já não anda tão bom. Apesar de ter ido muito bem, relativamente, na metade final de sua quarta temporada, em 2011 o show veio com uma promessa de apresentar a melhor temporada. E nisso sinceramente, Rhimes não cumpriu a promessa. Mesmo com a entrada de Benjamin Bratt para o elenco fixo, Addison Montgomery, interpretada pela cada vez mais bela Kate Walsh, parece um pouco perdida na história. Para mim, a série continuará ruim, enquanto a autora insistir no casal Addison e Sam. A verdade é que, na minha opinião, a personagem de Walsh seria bem mais aproveitada se voltasse para o time de Seattle. Quem sabe um dia, não vemos a Dra. Montgomery voltar a Grey’s Anatomy, porque do jeito que anda, Private Practice não vai muito longe. (Anderson Narciso)

New Girl

Quem é essa garota? É a Zooey Deschanel, que chegou sendo a maior promessa da FOX e acabou sendo a maior decepção. Não que New Girl seja uma série ruim, apenas não é metade do que ela pretendia ser. Com um enredo fraco, elenco menos do que razoável e piadas cretinas, a série agrada quem foi hipnotizado pela atriz protagonista. Porque para ver a série, só mesmo os encantos de Zooey, para justificar o ato. New Girl continua sendo um sucesso de público e a história da professorinha, que encontra em uma casa cheia de caras o seu novo lar, desponta para a segunda temporada.  Quem sabe até lá a série contrata bons roteiristas e não dependa do Justin Long para alavancar a audiência. (Maria Clara Lima)

Terra Nova

Eu sou uma sobrevivente! Sim, eu posso me considerar uma sobrevivente porque aguentei bravamente enquanto toda e qualquer chance de Terra Nova ser uma boa série – nem estou falando ótima – se desfazia em episódios cada vez mais dignos de crítica. Eu bem que tentei achar boas coisas: tentei enxergar o aproveitamento dos dinossauros que sobraram de Jurassic Park como reciclagem saudável; tentei não prestar atenção aos efeitos especiais de quinta; aceitei que o protagonista fosse de fugitivo a homem de confiança ainda no primeiro episódio; não liguei quando a trama de um filhote de dinossauro encontrando sua mãe foi a mais importante do episódio. Mas em momento algum eu me preocupei com os protagonistas, eu jamais achei que alguém realmente estivesse em perigo – tanta vergonha alheia naquela “briga” de Taylor com o dinossauro que eu nem sei -, não fiquei curiosa com o grande segredo dos desenhos nas pedras, não me importei com os Sextos, não me emocionei com nenhum diálogo. E, no final, é por essas coisas que a gente assiste a uma série toda a semana, não é? Porque se os envolvidos tem tempo para desperdiçar, eu não tenho. Ah, na dúvida se a coisa é tão ruim? Se o seu inglês é bom leia o que um Nykoraptor tem a dizer sobre o assunto: mesmo ele se sentiu bem entediado nesse tempo todo. (Simone Miletic)

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Veja também a nossa lista de Melhores do Ano.

É Natal! Liga a TV!

Data/Hora 24/12/2011, 15:45. Autor
Categorias Especiais


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Amanhã é Natal, e nada melhor do que um domingão para relembrar episódios especiais para essa época do ano. A equipe do TeleSéries separou alguns episódios de Natal – ou não – para você assistir juntinho de quem você mais gosta amanhã.

Grey’s Anatomy – Grandma Got Run Over By a Reindeer (2×12)

Não ser fã do natal é bem estranho para a maioria das pessoas e é difícil ser alheio a tantos enfeites e propagandas nesta época do ano, tem sempre uma Izzie, por exemplo, pra transformar a sala de estar em uma oficina do Papai Noel e pra pregar o espírito natalino. É por isso que adoro este episódio de Grey’s Anatomy, porque ninguém está no humor pra comemorar o feriado, mas não deixa de passar uma mensagem bonita sobre estar com as pessoas que você ama, sobre família e milagre. (Lara Lima)

Glee –  Extraordinary Merry Christmas (03×09)

Em Extraordinary Merry Christimas, o Glee Club da McKinley High fica dividido entre dois eventos: A gravação de um especial de Natal para uma emissora local ou cantar num evento beneficente para as crianças sem teto de Lima. A maioria aceita o especial e, Rory, lembrando do verdadeiro significado da época, muda o roteiro e os faz repensarem suas atitudes. Me fez pensar em o que realmente eu esperava do natal e, com certeza, mudou meu ponto de vista. (Ariel Borges)

Poirot – The Theft of the Royal Ruby (3×08)

O episódio The Theft of the Royal Ruby [o oitavo da terceira temporada de Agatha Christie’s Poirot, exibido originalmente na Inglaterra em 24/2/1991] é uma adaptação do conto A Aventura do Pudim de Natal. Poirot é convidado a resolver o caso do roubo de um valioso rubi que pertence à família real egípcia e precisa hospedar-se na casa de campo de uma família inglesa durante o Natal, onde integra-se aos costumes britânicos para as festividades: pantomimas, jogos de mímica e, é claro, o pudim de Natal. Este é um dos raros casos em que Poirot interage com crianças e isto, junto com a atmosfera geral de aconchego de um Natal em família, o humor típico inglês e um crime que não é assassinato, torna o episódio ideal para a época. (Luciana Naomi)

Roswell – A Roswell Christimas Caroll  (2×10)

Há duas razões para assistir esse episódio no dia 25 de dezembro: a mensagem de que devemos viver a vida de modo honesto e feliz e a Xmas Nazi – nada menos do que a Katherine Heigl em início de carreira. O episódio conta como o alien Max lida com a escolha de usar o seus poderes e relevar a sua identidade, ele acaba não salvando o homem e é aterrorizado pelo ‘fantasma’ da vítima. Esse episódio é uma releitura do clássico de Charles Dickens Um Conto de Natal, e mostra que mesmo que a vida não esteja boa, há motivos para comemorar. O ponto cômico do episódio é a alien Isabel e sua obsessão pelo Natal perfeito. No final, o espírito de caridade natalino prevalece sobre todos. (Maria Clara Lima)]

Doctor Who – Runaway Bride (2×14)

Esse ano pela primeira vez na noite de natal terei duas séries para assistir: Doctor Who e Downton Abbey. Pensando nisso escolhi para esse especial o meu episódio favorito de natal de Doctor Who: The Runaway Bride. O episódio nos apresenta pela primeira vez Donna Noble que é a companion favorita de muitos fãs da série (ela é a minha favorita empatada com a Martha Jones). Episódios de Natal são uma tradição em Doctor Who e esse episódio está entre os meus favoritos de toda a série. (Tati Leite)

The O.C. – The Chrismukkah That Almost Wasn’t (2×06)

Para o dia 25 indico um dos episódios natalinos mais bonitos de The O.C.: o sexto episódio da segunda temporada. Lindsay estava desiludida, com a briga que teve com Caleb sobre a sua paternidade estragando toda a cerimônia de natal na casa dos Cohen. Mas o espírito destas festas leva Summer a salvar o natal trazendo a cerimônia pra casa de Lindsay, que nunca teve oportunidade de comemorar com uma família. O momento em que ela chega à casa junto com Seth é de se emocionar. (Anderson Narciso)

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