Glee — Diva e I Do

Data/Hora 17/02/2013, 21:58. Autor
Categorias Reviews


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Primeiramente quero pedir desculpas para vocês, gleeks, porque não postei a última review. Época de carnaval é sempre um pouco corrida porque eu desfilo em três escolas de São Paulo e ainda vou até Salvador correr atrás de trio. Mentira. Foi corrido porque trabalhei durante o feriado e não consegui colocar meus sentimentos sobre o episódio anterior em ordem. Então agora, depois de uma semana e de um episódio ainda mais bombástico, darei à vocês um resumo rápido pelo meu ponto de vista sobre o que aconteceu no último episódio, intitulado Diva.

Kurt finalmente resolveu que tinha que fazer alguma em relação à Rachel e sua postura chata e egoísta e convocou a guria para um duelo, que ele, é claro, venceu, e explodiu o balãozinho do ego (que andava lá em cima) de Rachel. Tina se revoltou e finalmente teve seu momento spotlight depois que percebeu que seu “romance” com Blaine não ia muito bem. Santana foi para Ohio tentar reconquistar o coração da Brittany, que revelou ter sentimentos muito fortes por Sam. Mais tarde, descobrimos que a nossa musa Santana largou a faculdade, e agora vai atrás de seus sonhos em NY, se convidando para morar com Rachel e Kurt. (Ryan Murphy andou lendo minha última review ?) Emma estava tendo um ataque de nervos por causa do casamento, e Finn a beijou em um ato desesperado de acalmar sua antiga conselheira e agora colega de trabalho. And that’s what you missed on Glee!

Agora, vamos à I Do. Confesso que o episódio dessa semana foi um dos mais esperados por mim em toda a história da série. Os episódios de Valentine’s Day de Glee são sempre bons, não excepcionais, mas sempre bons. Quando descobri que nesse episódio especial “amorzinho” ia ter também o casamento de Emma e Will, eu logo me apavorei e durante algumas semanas me preparei para um rio de lágrimas. E eu o encontrei nesse episódio. Pode não ter sido o melhor episódio da série, mas mexeu muito com o meu lado emocional, e acredito que tenha mexido com o de vocês também. Mesmo que seja de um jeito ruim, do estilo “Ryan Murphy, por que tão tirano?”. Porque convenhamos, ele é um tirano. Incrível como ele nos dá um doce (leia-se episódio bom) e depois, na semana seguinte, nos tira esse doce. Não gostei do episódio da semana passada, e por incrível que pareça, gostei muito de I Do.

Lógico, o episódio teve suas falhas típicas de Glee, mas nada que uma cena Klaine não resolvesse. Primeiro de tudo, já quero tocar no ponto que mais me incomodou durante todo o episódio e chegou a me causar um certo desconforto e uma certa vergonha da série. Por que Artie tem que sair com uma garota que usa cadeira de rodas ? Ok. Eu sei que ele já saiu com a Brittany, com a Tina e até com a Sugar (os dois não estavam juntos?), mas ainda acho isso um clichê ridículo.

Outro ponto que me decepcionou (mais uma vez) foi um que mencionei acima. Do mesmo jeito que Sugar e Artie estavam juntos, Mike e Tina tinham combinado de conversar sobre a relação dos dois. Tinha perdoado a falta de interesse da série de não tocar no assunto dos dois e simplesmente fazer a Tina se apaixonar pelo Blaine, mas achei imperdoável colocarem o Mike naquela festa de casamento dançando com a Marley e não colocarem uma cena de ao menos 10 segundos do guri com a Tina. Por favor, Ryan Murphy! Você está lidando com gente que presta a atenção nos outros personagens também, não só na Rachel e no Finn, e gente que quer saber o que vai acontecer com esses outros personagens também.

E isso é uma das coisas que mais me deixam irritada com Glee: A facilidade que as histórias se tornam dispersas e perdidas. Logo depois, essas histórias não são finalizadas e nos colocam uma outra história por cima que provavelmente também não vai ser finalizada.

Mas como tudo na vida, nada é só ruim. I Do teve seu lado romântico e sensível, e convenhamos: não teve quem não se emocionou com a cena Finchel. Mesmo para quem não é fã do ship, o que Finn disse foi um tapa na cara e uma das coisas mais lindas que eu já vi em toda a história da série.

“Relacionamentos são muito parecidos com flores. Se você encontrar a semente certa, colocar em terra boa, dar água e luz, baam. Broto perfeito. E depois vem o inverno e a flor morre. Mas se você cuida daquele jardim, a primavera vai vir e essa flor irá florescer novamente. […] Você e eu sabemos como isso termina. Eu não sei como, nem quando, e eu não me importo de onde você está vivendo ou com quem você esteja saindo. Você é minha namorada. Nós somos o fim do jogo. Eu sei disso e você sabe disso.”

Também acho que Finchel é fim de jogo. Fui uma das primeiras pessoas a concordar que a Rachel precisava se focar e se envolver com um outro guri, que isso ia fazer a personagem crescer, mas isso não muda o fato que Finchel é Finchel, e que mesmo de um jeito inconsciente, Finchel é a semente perfeita.

Outro casal que tem uma semente perfeitamente imperfeita é Will e Emma. Apesar dos pesares, os dois são feitos para ser. Will finalmente voltou de DC e agora vai ficar ao lado de Finn comandando o Glee Club, e Emma, que já estava estressada com o casamento, acabou explodindo. No dia de seu casamento. Depois que Sue entrou vestida de noiva no quarto onde Emma se arrumava, a ruiva enlouqueceu e fugiu.

Eu não esperava outra reação que não essa. Conhecendo bem a Emma, fiquei surpresa somente por não ter sido pior. Will, claro, ficou arrasado. Assim como Finn, que achou que tudo aquilo era culpa dele (e em parte realmente é). Will tentou achar a quase-esposa pela cidade, enquanto todos curtiam a festa do não-casamento.

Vale a pena dizer que o maior bafo do episódio aconteceu antes de toda a cerimonia, com Klaine se agarrando no banco traseiro do carro e Mercedes aparecendo para segurar vela. Jurava que dessa vez ia acontecer uma cena do estilo Game of Thrones, mas me enganei.

PS: Já estava na hora da Tina desencanar do Blaine. Essa história dos dois não me desceu.

Lógico que o clima tenso não parou por ai. Finchel achou seu caminho até um quarto de hotel, e Klaine fez o mesmo. Artie e Betty-da-cadeira-de-rodas (não consigo aceitar isso) também se amaram, o que foi tão bom que até fez a guria ficar de bom humor. Agora o momento bombástico do episódio vem a seguir: Quintanna sex! Sou Brittanna até o fim, mas Ryan Murphy não colabora, então apoio esse mais novo casal! Aposto que a noite das duas foi bem melhor que a de todos ali presentes. E tenho certeza, que foi melhor que a de Jake e Marley.

Jake não tinha a menor ideia do que dar à Marley de dia dos namorados, e Ryder – o fofo-apaixonado – deu todas as dicas para o melhor amigo. Acho uma atitude muito digna. Porém, Jake é um Puckermann, e Puckermanns gostam é de muito amor, se é que vocês me entendem. Logo, ele também levou Marley para um quarto, mas nada aconteceu. Como previsto.

Marley que não é nada boba (quem diria…) percebeu que Jake não era o mentor de todas aquelas surpresas de dia dos namorados e foi agradecer Ryder, que acabou beijando a guria. Acho que eles dois e Jake deveriam casar. Marley deu uma de inocente e bobinha (achei que ela não era boba) e saiu correndo.

PS2: Sue salvou o casamento e o episódio com seu vestido de noiva e humor pelicular. Diva!

Depois de momentos com Finn, Rachel sentiu a consciência pesar e foi correndo para NY encontrar o “namorado”, mas tentou desconversar e não disse com todas as palavras o que aconteceu em Ohio. Mesmo assim, Brody entendeu o recado. Ele, por acaso, dormiu com alguém também. E ainda ganhou um dinheiro fácil por isso. Cassandra, é você?

Agora o momento mais importante do episódio que fica por conta dos últimos dois episódios: Rachel, tabelinha não dá certo! Será que vem bebê Berry por ai ? É, Rachel, anything could happen quando você não toma anti-concepcional…

Agora vocês, gleeks, me digam, o que vocês acham que vem por ai ? Eu não tenho a menor ideia. Sinceramente, não faço mais previsões sobre Glee. A série tem me surpreendido, nem sempre de jeitos bons, mas sempre surpreendendo. O fato é que a série só retorna dia 7 de março, e cabe à nós, ficarmos roendo as unhas de tanta ansiedade.

Setlist do episódio

We’ve Got Tonight (Rachel, Finn, Kurt, Blaine, Jake, Marley, Quinn, Santana, Artie e Betty)
Getting Married Today (Will e Emma)
Anything Could Happen (Marley, Tina, Brittany, Sam, Ryder, Blaine, Artie e Jake)
You’re All I Need To Get By (Marley e Jake)
Just Can’t Get Enough (Kurt e Blaine)

Como contar uma boa história de Dia dos Namorados

Data/Hora 14/02/2013, 12:18. Autor
Categorias Especiais


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Quando fui incumbida de fazer um texto sobre os episódios de Valentine’s Day nos seriados americanos, achei uma grande ironia do destino. Eu, que me orgulho de sair espalhando por aí que sou anti-romântica assumida, deveria analisar os romantismos das séries de TV. De início, achei divertido, mas fiquei preocupada. Afinal, tenho uma imagem de “durona” a manter.

Para quem não sabe, o Valentine’s Day, algo como o Dia dos Namorados, no Brasil, é comemorado no dia 14 de fevereiro em vários países do mundo, incluindo os Estados Unidos. A data marca o aniversário de morte de São Valentim, um bispo que viveu na Itália no século III. Na época, o Império Romano estava em guerra e o imperador Claudius II tinha dificuldade em recrutar soldados para os conflitos. Ele concluiu que as famílias impediam os cidadãos de Roma de partirem para guerra, pois os homens não queriam deixar esposa e filhos para trás. Ele, então, proibiu que casamentos fossem oficializados, mas, como São Valentim continuou a realizar as cerimônias, contrariando sua ordem, o bispo foi decapitado.

Depois de fazer uma pequena maratona de episódios em comemoração à data mais sentimental do ano, constatei: não existe “coração de pedra” que resista à uma boa história de Valentine’s Day! É como se o coração derretesse, de verdade, com tantas demonstrações de afeto. Mas, para ser uma boa história, o roteiro precisa, é claro, apresentar alguns clichês. Porque de muitos clichês vive um coração apaixonado.

E se 13 é considerado número do azar, 14, ao que parece, é o número do amor e 10 são os episódios de Dia dos Namorados recheados de acontecimentos idealizados.  Para ler esse texto, coloque a música Happy Ending, do cantor Mika, para entrar no clima.

1) One Tree Hill – Valentine’s Day Is Over (s8e15)

O episódio já começou com a música Rhythm of Love, da banda Plain White T’s, que é a coisa mais clichê do mundo. “Ritmo do amor” no Dia dos Namorados? Really?! Como não pensei nisso antes? Ah é. Eu não tenho uma série de TV. Mas tudo bem que a música é linda e contagia. Continuemos. Em uma das primeiras cenas, Brooke (Sophia Bush) está lavando louça e, de repente, a imagem da torneira jorrando água se transforma na água do chuveiro em que Quinn James (Shantel VanSanten) e Clayton (Robert Buckley) tomavam banho juntos. Quaaanta poesia e, além disso, todo aquele velho romantismo de dividir o boxe apertado do banheiro. Mas Quinn não se sentia muito confortável em ficar despida em frente ao amado – a antiga desculpa de “luzes apagadas, por favor”.

A grande emoção da história, no entanto, ficou por conta de Brooke e Julian (Austin Nichols), que resolveram colocar todas fantasias sexuais em prática no dia de São Valentim – que deve ter se revirado no túmulo, porque foram muitas. Teve bombeiro, empregada falando francês, babá das crianças versus pai solteiro com filhos (e o contrário também; mãe de família versus moço da faculdade) e até entregador de pizza, que deu errado, porque o Julian chamou o entregador de verdade e a Brooke atendeu a porta de lingerie, achando que era o marido. Um verdadeiro show de clichês no quesito fantasias sexuais. E uma diversão à parte!

Já Haley (Bethany Joy Lenz) e Nathan (James Lafferty) estavam fadados a cair na mesmice de um casamento com filhos – que, convenhamos, é um clichê que se aplica a muitos casos reais. Por isso, quando Nathan disse que não tinha comprado nada para a esposa, Haley saiu à procura do presente pela casa, porque todo mundo prefere se apegar ao clichê “Ele quer me fazer um supresa, que fofo!”. Na verdade, ela até encontrou o presente, uma joia – quando ainda é “namoro”, a pessoa quer fazer algo criativo, mas depois que casa, apenas joias são aceitas. Mas o “mimo” caro não era dela. Nathan estava guardando o presente que Clayton daria à Quinn.

O Clayton, aliás, preparou uma super surpresa para a namorada. Ele levou a moça ao bar Tric, que estava fechado só para os dois. O lugar tinha decoração vermelha, balões em formato de coração pendurados no teto e muitas “luzinhas”, como toda decoração de casal deve ser. Fora isso, a banda preferida da personagem, City and Colours, tocou só para ela. Fácil assim, é? Minha banda favorita é o Hanson, deixo a dica. Mas eu dispenso as luzes, dói a vista.

Quase todo mundo sabe que o Valentine’s Day, nos Estados Unidos, não é uma data que envolve apenas namorado e namorada. É um dia para todo mundo demonstrar o afeto que sente por pessoas especiais, não importa qual seja sua relação com elas. E One Tree Hill explorou a data nesse aspecto. O pequeno Chuck, que passou o dia com o barmanager Chase (Stephen Colletti), estava um pouco enojado com os casais melosos por causa da comemoração – como toda criança fica. Mas ele próprio fez um cartão para a mãe – porque, quando se é criança, você faz cartões, depois que cresce, compra feito, afinal, time is money, meus caros. A coisa mais fofa do universo. Sem falar na amizade para lá de especial que ele desenvolveu com Chase. Ai, ai…

2) Gossip Girl – Grazy, Cupid, Love (s5e15)

No universo glamouroso de Manhattan, até o “homem simples do Brooklyn”, Rufus (Matthew Settle), aderiu ao clichê das joias na hora de escolher o presente da Lily (Kelly Rutherford). Já o vilãozinho Chuck (Ed Westwick), assim como o xará de One Tree Hill, estava mal humorado com a proximidade do Dia dos Namorados. Mas ele estava bravo de verdade! Logo nos primeiros minutos, em um telefonema para (a solteira e de coração partido) Serena (Blake Lively), Chuck disparou “Não aguento ver todas essas pessoas felizes, sorrindo, de mãos dadas e se beijando”, e a amiga tentou consolá-lo. “A boa notícia é que a demonstração de afeto acaba amanhã”. Não resolveu, já que ao desligar o celular, Chuck fechou a cara, virou rapidamente e trombou em um cara, que lhe disse “Tenha um bom dia”, e recebeu um mal educado “Duvido” como resposta. No Dia dos Namorados, o mundo parece conspirar contra os solteiros. Típico!

A Blair (Leighton Meester) – que tinha um casamento forçado com um príncipe de verdade conto de fadas – resolveu encarnar a Queen of Hearts (um trocadilho, como é típico em Gossip Girl, com a Rainha de Copas; coração; nas cartas) e resolveu juntar o ex-casal Serena e Dan (Penn Badgley). Para isso, teve até o velho truque de combinar um encontro falso com ambos os envolvidos no mesmo restaurante. Isso deve realmente funcionar, porque a quantidade de personagens que já usou essa tática…. Quer dizer, vamos ser realistas, não funciona. Nem mesmo dentro da tela. Já que, nesse episódio, Dan agarrou a Blair, tascou um beijão nela e a Serena assistiu tudo. Pegar a melhor amiga beijando o amado? Primeiro item no manual das bitches, com certeza! Serena não foi a primeira e nem será a última. Preciso dizer mais?

Enquanto isso, o Nate (Chace Crawford) estava levando fora até no Dias dos Namorados. Algo bem característico do personagem mais aleatório do Upper East Side. Mas não vejo muito clichê nisso, o Chace é gatinho, não é a ordem natural do mundo. Eis que o Chuck – o mal humorado de plantão – ficou de coração partido ao notar que a garçonete não queria nada com o amigo e resolveu ajudá-lo. Porque, todo mundo sabe… O amor contagia, envolve todos os corações partidos em uma única ciranda do amor… Só que não.

Mas, agora, vem minha parte preferida do episódio. Lembram do Dan, que beijou a Blair? Pois é. A Blair deixou bem claro que não ficaria com ele, pois, além de estar casada com o príncipe, jamais magoaria a amiga, que morre de amores por ele. Dan, então, segue para a casa cabisbaixo, entrepassando por muitos casais apaixonados nas ruas. Aí que, de repente, ouve-se um “ploc”. Dan pisou em um desses pirulitos em formato de coração, que aparece despedaçado na cena. Ah, que linda metáfora com a condição real do coração do personagem. Essa poesia de São Valentim…

 3) New Girl – Valentine’s Day (s1e13)

A mal amada da vez é Jess (Zooey Deschanel), que chega na sala do apartamento, vê Nick (Jake Johnson) com a namorada e diz, enjoada “Oh, casais! Vaias, chacotas!”, com aquele sotaque fanho peculiar. Para colocar mais lenha na fogueira, Schimdt (Max Greenfield) completa, “Sempre que você faz sexo com a mesma pessoa, você morre.” No episódio, Jess teria seu primeiro Dia dos Namorados solteira em 6 anos e quer passar a noitada no bar, onde vai encontrar alguém para fazer sexo casual – o primeiro sintoma de qualquer pessoa com dor de cotovelo. Mas, segundo Schimdt, Jess não pode se apegar emocionalmente à vítima. Ex: ela encontra um cara de Oregon e fica empolgada com ele, pois ela também é de lá. Nem pensar. Partido descartado. Depois de muitas conversas furadas, ela finalmente encontra o homem perfeito e aparece com uma caixa inteira de camisinhas (exagero comum à toda pessoa que não faz sexo casual há muito tempo) – e deixa Schimdt, no mínimo, boquiaberto.

4) That 70’s Show – First Date (s1e16)

Como o título sugere, o episódio se tratava do primeiro encontro entre Eric (Topher Grace) e Donna (Laura Prepon). Algo clichê, se a gente parar para pensar que o episódio foi ao ar em 1998, na ingenuidade típica dos anos 90. Os pais dos personagens, aliás, estavam na maior empolgação com o novo romance e até fizeram um jantar – fondue (ahá!) – para comemorar. As matriarcas tiraram muitas fotos de suas “crias” antes de partirem para o encontro, no restaurante. Recordação é tudo, né, gente? Ainda mais nos anos 90. O pai de Eric deu alguns conselhos ao rapaz, como o clássico “puxe a cadeira do restaurante para ela se sentar”. E, assim como em Gossip Girl, o melhor amigo dele, Hyde (Danny Masterson), estava apaixonado pela moça. Mas digamos que Eric se deu melhor que Dan e Serena…

5) Dawson’s Creek – Valentine’s Day Massacre (s3e14)

O primeiro encontro também foi personagem principal em Dowson’s Creek. Na história, Jennifer (Michelle Williams) e Henry (Michael Pitt) também iriam a um restaurante juntos pela primeira vez. Enquanto Jen se aprontava para o encontro, em seu quarto, a avó Evelyn se mostrava empolgada com a novidade (como os pais de Eric, na série acima) e dizia que São Valentim deu a vida aos romanos para unir os casais cristãos. A menina, no entanto, queria se fazer de durona e argumentou que o Valentine’s Day é apenas uma data comercial, para “lucrar sobre as nossas emoções”. Já Henry, que queria levar a moça em um restaurante chique e ainda presenteá-la com algo especial, doou (quer dizer, vendeu) sangue mais que o aconselhável e foi ao encontro parecendo um vampiro anêmico. Porque, todo amor que se preze, passa por loucuras e sacrifícios. Nenhuma garota deve ceder aos encantos antes disso. Já os outros personagens da série entraram de penetra em uma festa de Valentine’s Day perto da floresta. Na ocasião, Dawson (James Van der Beek) queria deixar de ser tão certinho e planejava beijar Kate (Alexandra Breckenridge), que estava tentando superar a dor de cotovelo depois que o namorado a deixou por descobrir-se gay. Contaram quantos clichês foram ditos só nessa última frase?

Depois disso tudo, Pacey (Joshua Jackson) acabou admitindo para si mesmo que gostava da Joey (Katie Holmes), o que fazia dele o segunda na lista, já que Dawson, seu amigo, tinha uma história com ela. Dois amigos dividindo uma paixão, de novo. Tentando entender os mistérios do amor, Pacey foi conversar com o irmão Doug (Dylan Neal). “Ela tem aquele tipo de beleza que dá frio no estômago”, confidenciou ele ao irmão. Isso mesmo, até o engraçadinho da história diz coisas românticas sobre uma menina. O irmão mais velho, experiente, respondeu “A gente nunca perde o frio”. Ou seja, em todas as histórias que tentam ganhar a gente pelo sentimentalismo, por mostrar como é a vida de verdade,  o personagem experiente termina dizendo que o jovem tem, sim, razão. Pena que isso não se aplica ao mundo real e às mães de plantão.

6) Glee – Silly Love Songs (s2e12)

Na fila do café, Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) discutem se o Dia dos Namorados é ou não comercial – aparentemente, essa é a desculpa em que todo encalhado quer se apegar nesse dia de São Valentim. Em seguida, Blaine confidencia ao amigo: está apaixonado e planeja se declarar em breve. Kurt fica todo feliz, achando que ele próprio era a paixão secreta, e comete o maior crime, digo clichê, de todos: escreve seu nome junto ao de Blaine em um coração desenhado no caderno. Acontece que Blaine não estava apaixonado por Kurt, mas, sim, pelo gerente de uma loja no shopping. Decepção é uma coisa comum às histórias de amor – dentro e fora da tela.

Depois, o professor Will (Matthew Morrison) pede para que cada aluno do coral apresente uma música que expresse o amor para cada um deles. Que original! Ninguém esperava um tema desses [/ironia].  Enquanto isso, o bonitão Finn (Corey Monteith) monta uma barraca do beijo (sim, ainda fazem isso) para arrecadar fundos para o grupo musical. Depois de, a muito custo, conseguir beijar Quinn (Dianna Agron), fogos de artifício explodem na tela. Por que toda série relaciona beijo com foguete? Qual a relação disso? Sinceramente, qualquer pessoa com amor à vida, nesses casos, interromperia o beijo e iria se refugiar em um lugar coberto, por precaução. Ao final, Rachel (Lea Michell), que estava com o coração partido devido ao romance de seu amado Finn com Quinn – os dois combinam tanto que até rimam -, termina o episódio cantando justamente Firework (fogos de artificio, na tradução) da Katy Perry. Ou seja, basicamente o episódio disse que o amor, o beijo apaixonado, se resume a explosivos em forma de arco-íris. E ponto final.

7) Sabrina, a aprendiz de feiticeira – First Kiss (s1e17)

A carência dos solteiros também apareceu nessa série, mas de um jeito peculiar. O gato, Salém, estava suprindo a solidão no bate-papo da Internet. Já Sabrina (Melissa Joan Hart) tinha que lidar com os medos em torno do primeiro beijo, que planejava dar em Harvey (Nate Richert). O problema era que se a jovem feiticeira beijasse um mortal, ele viraria um sapo (o contrario do conto de fadas clássico; não é o beijo que transforma o sapo em príncipe;  só por isso vou considerá-lo mais ou menos clichê).

Com Harvey transformado em anfíbio, Sabrina deve provar ~o amor verdadeiro~ por ele, para que o rapaz volte à forma humana. Para isso, ela faz um teste pra descobrir se o sentimento era real (muito adolescente, tipo quiz de revista teen) durante um programa de perguntas e respostas com apresentador chato. A primeira prova consiste em descobrir quem é o Harvey de verdade, em três opções colocadas à menina, sem que ela possa ver (igual aos programas de cupido do SBT nos anos 90, que saudade!). O teste tem três fases – e perguntas bobas, do tipo “Se eu fosse uma princesa presa em uma torre, como você me salvaria?” – e, em cada uma delas, a menina devia passar por uma porta diferente, como se fosse um portal. Clássico da TV também, dos programas da Xuxa.

O teste 1 tem como tema “o amor verdadeiro não pode existir sem uma grande amizade”. A segunda fase é um teste da fidelidade “Como posso comer enquanto Harvey está com problemas?”. Já a terceira parte envolve fé. Sabrina tem que passar por uma ponte destruída para chegar ao amado. Nesse meio tempo, tia Hilda reencontrou um namorado antigo no lugar e também foi fazer o teste – o reencontro, o amor na idade avançada, lá do passado, super clichê. Tia Hilda reprova, mas Sabrina obtém sucesso e o namorado de volta. Moral da história? A tia da Sabrina explica. “Aos 16 anos, sempre é amor verdadeiro”. (Isso porque a série foi gravada mais de dez anos atrás, né, querida?) Depois, com Harvey de volta à forma humana, os dois puderam se beijar sem preocupação. E… De novo! Teve fogos de artifícios. Por que, mundo??! Por quê??

8) Buffy the Vampire Slayer – Bewitched, Bothered and Bewildered (s2e16)

Buffy (Sarah Michelle Gellar) também acredita que São Valentim não passa de uma farsa só para conseguir o dinheirinho suado dos apaixonados de plantão. Nas palavras da personagem, “um truque para vender cartões e chocolates”. Xander (Nicholas Brendon) faz parte do time dos encantados e compra algo especial para Cordélia (Charisma Carpenter), que rompe com ele em pleno Dia dos Namorados – como já deu para perceber, nas séries de TV, nenhum encontro é perfeito ou tem final feliz; lidem com isso. O rapaz, então, decide chantagear a bruxa Willow (Alysson Hannigan) para que ela faça um feitiço e Cordélia se apaixone por ele. O ritual tem todos os adereços que a situação pede: círculo desenhado com giz no chão, muitas velas e…. Um feitiço que dá errado. Ao invés de Cardélia, todas as meninas se apaixonam por Xander, menos seu alvo principal. Em uma das cenas, Buffy aparece sensual em uma lingerie e vai abrindo os botões de sua roupa, quando ela dispara ao amigo “NÃO VAI ABRIR SEU PRESENTE?” Morri de rir com isso. Mais ilustrativo, impossível. Não sei se foi clichê, mas com certeza foi bastante brega… Nesse mesmo episódio, aliás, Willow, que também estava encantada por Xander, transforma Buffy em rato (pelo menos, não foi sapo).

9) Arrested Development – Marta Complex (s1e12)

O episódio começa com uma festa de Valentine’s Day preparada por Michael Bluth (Jason Bateman), mas que, na verdade, era uma comemoração surpresa para as bodas de casamento da irmã dele, Lindsay (Portia De Rossi). O personagem disse, argumentando: “só quero fazer minha família feliz, não estou preocupado comigo”. Comovente e piegas. Nesse dia, Michael decidiu superar o amor não correspondido por Marta (Patricia Velasquez) e se importar mais com as outras pessoas, ignorar os próprios sentimentos – pelo menos, ele não estava reclamando que o Dia dos Namorados é uma data comercial… Acontece que GOB (Will Arnett) está crente de que a moça, a Marta, quem ele namorava, estava lhe traindo com um tal de “Hermano”, pois ele ouviu uma conversa da mulher, de origem hispânica, com a mãe no telefone. Michael começa a perseguir a personagem, para descobrir quem é esse misterioso “Hermano”. Como meio de locomoção, ele utiliza uma bicicleta (porque, se fosse em Gossip Girl, estaria em uma limousine). Ao final, ele descobre que “Hermano” é apenas a palavra espanhola para “irmão” e percebe que Marta, na verdade, estava apaixonada por ele. Uma confusão bem engraçada. Os americanos sempre se orgulham por saber dizer, no máximo, 4 palavras em espanhol (o que eles consideram inteligentíssimo da parte deles). E sempre achei que “Hermano” fosse uma delas – ao lado de “amigo”, “arriba” e “hola”.

10) Modern Family – My Funky Valentine  (s1e15)

O episódio já começa com Phil (Ty Burrel) e Claire (Julie Bowen) trocando cartões sentimentais. Quando a filha deles é surpreendida com um quadro do namorado, que os “pintou” bem juntinhos na cama, o casal veterano fica perplexo. Como o próprio Phil constata, cartão é coisa de velho, namorados jovens se presenteiam com quadros provocativos. Clássico! – quem não se lembra do escândalo da família real inglesa, quando Kate Middleton presenteou o príncipe William com um quadro, digamos, inapropriado para menores? Eu lembro!

Por falar em Phil e Claire, os dois querem dar uma agitada no casamento e, para isso, combinam de se encontrar em um hotel e encarnar personagens diferentes (será que eles assistiram One Tree Hill?). O problema é que, no meio da interpretação, eles começam a jogar umas “verdades” um na cara do outro e a noite quase termina mal. Vai falar que você nunca presenciou um casal tendo uma DR inesperada na sua frente? Típico! Depois, Claire ainda termina quase nua na escada rolante, já que ela não estava vestindo nada por baixo do casaco e o cinto do sobretudo ficou preso na escadaria. Bom, essa parte, espero que esse não seja um clichê… Muito menos da vida real. Foi tenso!

Já o pequeno Manny (Rico Rodiguez) está apaixonado e frustrado, pois um menino da escola roubou o poema que ele entregaria à amada e conseguiu sair com ela. Mesmo com a ajuda de um adulto, Cameron (Eric Stonestreet), ele não consegue reverter a situação e termina o episódio amargurado e frustrado. Como toda criança num Dia dos Namorados. Mas, aí, vem a moral da história: ela é apenas uma criança, vai sofrer por muitos amores ainda, até encontrar a mulher de verdade. Uhum. Pobre ser humano iludido.

Anexo do amor

Uma coisa que apareceu em várias séries foi uma espécie de balinha em forma de coração, com mensagens de motivação do tipo “me abrace”, “seja minha”, “me liga” e assim por diante. Essas guloseimas se chamam Sweetheart ou Conversation Heart e são fabricados pela empresa de doces britânicos Necco, sendo uma verdadeira sensação desde 1847, quando foram inventadas. Mais do que clichês, os Sweethearts são uma tradição!

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E você? Tem algum episódio de série que lembra um romance da sua vida? Ou alguma história da TV que você gostaria de experimentar na vida real? Conte seus clichês preferidos! E Happy Valentine’s Day aos usuários do site, que são especiais para toda a equipe TeleSéries! We s2 you!

Fox planeja episódio especial para comemorar a 500ª performance musical em ‘Glee’

Data/Hora 12/02/2013, 23:37. Autor
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Glee se preparam para comemorar a 500ª performance musical da série, em março, e por causa disso, o canal  Fox exibirá um número especial para comemorar a marca.

O episódio em questão, intitulado Girls (and Boys) on Film, trará uma homenagem às canções que ficaram famosas no cinema.  A música escolhida para a apresentação de número 500 foi Shout da banda estadunidense de R&B The Isley Brothers, música que integra a trilha sonora do filme Animal House (O Clube dos Cafajestes), comédia de 1978.

O último marco da série foi a apresentação de número 300, na qual os Troubletones interpretaram um mash-up de duas canções da cantora Adele, Rumor Has It e Someone Like You.

Girls (and Boys) on Film  está programado para ir ao ar no dia 7 de março, data também especial para American Idol, quando o reality apresenta a lista dos 10 finalistas do programa.

Glee é exibida, às 21h30, todas as quintas, pela Fox americana. Aqui no Brasil, a série vai ao ar todas as quartas, às 22h15.

Com informações do Buddy TV.

TeleSéries no rítmo do Carnaval

Data/Hora 11/02/2013, 19:24. Autor
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Não adianda dizer que Carnaval não é a sua praia, na hora da diversão, samba, frevo e o axé tomam conta da rua e das nossas lembranças. É impossível esquecer um hit do versão, e para provar que estamos certos, tomamos a liberdade de misturar o que mais gostamos – séries – com essas infames músicas que grudam em nosso repertório como um chiclete.

Desafiamos vocês a ler essa postagem sem cantarolar a canção.

Bom Carnaval!

Vai Rolar a Festa
Banda Glee

Hoje a festa é no McKinley
Pode vir, pode chegar
Misturando todo mundo
Vamos ver no que é que dá

Tem cheerio e jogador
E tem até cantor
Guitarras de rock n’ roll
E dancinha sem noção
Vai lá, pra ver

O Finn se balançar
A Sugar desafinar
E o Will a todos comandar
Avisou! Avisou! Avisou!

Que vai rolar a festa
Vai rolar!
O New Directions
Mandou avisar

Crença e Fé
Shonda Mercury

Eu vou matar todo mundo eu vou, vou ver o fandom pirar
Mas eu só saio daqui quando a ABC me cancelar (2x)

Todo episódio eu mato uns dois neguinho que nenhum médico curou
O que não se comenta, é sou eu quem os matou
Ao menos uma vez por ano em um “epi’ especial
Eu capricho na maldade e saio aí matando a geral

Eu vou matar todo mundo eu vou, vou ver o fandom pirar
Mas eu só saio daqui quando a ABC me cancelar (2x)

E diga yes, diga yes sou Shondão, e diga yes, diga yes, sou Shondão
E diga yes, diga yes sou Shondão, sim, sim, sim sim sim sim…

O elenco não desiste, só persiste em sobreviver
Pela sua história em sua memória o que lhe faz crescer
Mas eu não perdoo, mato, traumatizo, amputo pernas
E quem for reclamar, eu planejo uma doença, venha comemorar

Eu vou matar todo mundo eu vou, vou ver o fandom pirar
Mas eu só saio daqui quando a ABC me cancelar (2x)

E diga yes, diga yes sou Shondão, e diga yes, diga yes, sou Shondão
E diga yes, diga yes sou Shondão, sim, sim, sim sim sim sim…

Extravasa
Howard Leitte

Sim eu sou o tal
Viajei com a NASA
Não ser doutor é massa
O espaço sideral
Gravidade zerada
E a galera flutuava (2x)

Uh!
Não vi ET’s
Mas asteróides
E também o sol
E vão dizer
Que eu tinha medo
e que não era bom
Foi bem legal
Mas eu queria mesmo
Era voltar
Ah! Ah!

Fui pra NASA
Mas não via a hora de voltar
Só queria minha mãe de volta e mais nada
Fui pra NASA
Agora vocês vão ter que aguentar

Canibal
Max Sangalo

Cresci lá no Brooklyn por isso sou esperta
Esperta, alguém um dia falou
Sonhava ser rica
E mudar minha vida
Mas como garçonete não rolou (2x)

Com um pouco de farinha, chocolate, ovos e mais
Vendia meus cupcakes a cada dia mais e mais (2x)

Tenho um cavalo no quintal
e faço cupcakes pra ter o que eu sempre quis
o Oleg é um boçal
E Caroline e eu temos um negócio que é o tal

 

Texto produzido por Gabriela Assmann, Maísa França e Maria Clara Lima

Glee — Naked

Data/Hora 03/02/2013, 23:20. Autor
Categorias Reviews


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Terminei a review da semana passada desejando um episódio menos sem noção nessa semana. Logo depois li a sinopse de Naked, e já logo de cara torci o nariz. O assunto me parecia mais uma vez forçado e sem contexto. Comecei a ver o episódio e me surpreendi que já havia assistido mais de 16 minutos e não tinha ficado muito nervosa ou irritada com nada. O episódio dessa semana apresentou grande melhora, não há como negar. Mas também não há como negar que Glee já não é mais a mesma.

Li nos comentários da última review vocês dizendo que concordam comigo quando digo que a série está sem rumo. Li também que desde a terceira temporada a série tem apresentado um desempenho cada vez menor e pior. Concordo. Porém, acho que no episódio dessa semana uma coisa que me chamou muito a atenção foi o entrosamento do elenco. Não que esse elenco tenha a mesma química do que o antigo, mas percebi uma grande diferença.

Não sei se gostei do episódio porque Kitty pouco apareceu e porque Quinn e Santana marcaram presença com sua grande bitchness e carisma. E, ah, como senti falta dessas duas! A participação das duas só não foi melhor porque infelizmente não rolou uma performance da Unholy Trinity. E porque nenhuma delas bateu na cara da Rachel. Combinemos, ela mereceu. Odiei o jeito como ela tratou o Kurt, e odiei o fato de ela cogitar o fato de fazer uma cena nua. Nós sabemos que Rachel adora a fama e a atenção, mas até pra ela eu acho isso um pouco demais.

PS: Kurt fez uma participação mínima no episódio, mas disse tudo o que eu gostaria de ter dito para a Rachel.

Quinn e Santana conseguem finalmente tirar essa ideia da Rachel na cabeça. E no final dessa história de NY, percebemos que existe uma possibilidade da nossa querida Santana ir morar em na cidade, porque, segundo ela, ela tem mais seu “ritmo”. Por favor, Ryan Murphy, coloque Santana, Rachel e Quinn morando na mesma casa. Nunca vai acontecer, eu sei. Mas eu posso sonhar.

No Mckinley, depois de resolvido o mistério e a denúncia contra os Warbles, o ND está de volta na competição. Agora eles tem sua sala de volta, e Finn tem que recuperar o ritmo com eles e se esforçar para pensarem em um número. O problema é o dinheiro da viagem. Os garotos do Glee Club sempre tiveram ideias criativas para esse problema, e dessa vez não foi diferente. Tina teve a brilhante ideia de tirar a roupa dos garotos da ND e faze-los tirar foto para um calendário. Bless you, Tina.

Tudo bem até ai. Mas Sam, depois de sofrer um grande baque ao receber a notícia que teve a pior nota da escola e que suas chances de entrar na faculdade pareciam mínimas, resolveu se dedicar inteiramente ao seu corpo, ficando meio obcecado. Blaine entrou em ação e conversou com sua crush, que percebeu que tinha maiores chances do que pensava.

Artie não gostou muito da ideia de tirar a roupa, provando que essa ideia de vergonha e insegurança em relação ao próprio corpo não é coisa só de garota. Sam colocou em prática o espírito bonito que Glee tem, e mostrou pro amigo que se ele não quisesse tirar a roupa não tinha problema. Que juntos, eles iam fazer um calendário sexy, mas sem ninguém ficar envergonhado.

Ainda nos corredores do Mckinley, um drama fofo acontecia. Jake e Marley estão totalmente apaixonados um pelo outro. E eu estou apaixonada pelos dois. Não tem como não gostar da carinha deles, tem? Marley teve medo de dizer “aquilo” e Jake também. Mas nada para um casal apaixonado, e eles acharam um jeito criativo e bonito de dizer “aquilo” um para o outro. Jacob Artist me chamou muito a atenção desde o começo da quarta temporada, e nesse episódio ele realmente me surpreendeu. Sua performance de Let Me Love You realmente me arrepiou.

PS: Fondue for Two foi o máximo! Marley é uma fangirl!
PS2: Só eu senti um clima entre a Tina e o Ryder em This Is the New Year ?

Como disse, um episódio bom. Não o melhor de Glee, mas bom. Fico pasma com a capacidade de Ryan Murphy de fazer um episódio péssimo, e no seguinte, fazer um bom. Mas confesso que o episódio dessa semana me fez lembrar o porque assisto Glee. Eu assisto Glee por causa do Artie. Do Artie e de sua insegurança. Do Sam e sua força de vontade. Da Sue e seu jeito malvado de ser. De Emma e seus folhetos. Da Rachel e suas caras e bocas quando canta. Assisto Glee até por causa do Ryan Murphy, porque nunca se sabe o que esperar dele. Mas, por favor, Ryan, me surpreenda somente de jeitos bons.

Achei que a aparição da Old Rachel foi muito bem colocada e arranjada.

Setlist do episódio:

Torn (Rachel)
Centerfold/Hot In Herre (New Directions Boys)
A Thousand Years (Marley e Jake)
Let Me Love You (Until You Learn To Love Yourself) (Jake)
Love Song (Rachel, Santana e Quinn)
This Is the New Year (New Directions)

[SUPER BOWL] Salvem as líderes de torcida da TV

Data/Hora 03/02/2013, 19:26. Autor
Categorias Especiais


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O que é possível encontrar em um jogo de futebol americano? Você pode se lembrar da bola ovalada, do extenso campo com as duas traves invertidas e dos grandes jogadores com equipamentos tão imensos quanto eles. Mas, de fato, o que faz o jogo ser animado do jeito que ele é? Coloque um pouco de purpurina, saias curtas e pompons. Isso mesmo! As cheerleaders, mais conhecidas como líderes de torcida aqui no Brasil, são um dos principais elementos dos jogos.

Elas são magras, altas, dançam e fazem acrobacias para animar a torcida. As danças são organizadas com elementos de ginástica e músicas geralmente agitadas, fazendo com que jogadores e torcedores encontrem mais energia para seguir os jogos.

O super time  do TeleSéries fez uma lista bem especial para relembrar as histórias mais engraçadas de cada uma delas.

Lyla Garrity — Friday Night Lights

Lyla Garrity (Minka Kelly) era inteligente, bonita e totalmente apaixonada por seu noivo, Jason Street (Scott Porter), capitão do time local Phanthers. Típica garota do interior, Lyla era também muito devota a religião, mas isso não a impediu de se aventurar com o melhor amigo de seu noivo, depois que esse sofre uma acidente e perde o movimento das pernas. Minka Kelly deu vida a personagem, e para se preparar, a atriz treinou com um dos times mais populares do Texas, a equipe do Pflugerville High School. Lyla esteve na série até o final da terceira temporada, quando ele se forma.

Rachel Green — Friends

Passou despercebido por alguns, mas Rachel Green (Jennifer Aniston), uma das personagens mais queridas do mundo dos seriados, também foi uma Cheerleader. Em The One With The Fake Party – o décimo sexto episódio da quarta temporada – Rachel volta ao tempo de escola, época em que era uma popular líder de torcida. Para conquistar Joshua, ela veste-se novamente com o antigo uniforme e protagoniza uma performance que, se não é capaz de conquistar o coração do moço, pelo menos, nos proporciona muitas risadas. Pior pra Rachel, coitadinha, que em um momento desastrado da performance cai e acaba cortando a boca, sem contar nos momentos seguintes em que tenta tirar o sutiã e fica presa nele. Se como líder de torcida, Rachel não é um sucesso nem muito menos unanimidade dá pra dizer que essas cenas vão fácil pra lista dos momentos mais engraçados de Friends.

Claire Bennet — Heroes

Claire Bennet (Hayden Panettiere) tinha tudo pra ser uma perfeita líder de torcida: Era popular, bonita e morava na cidade de Odessa, no estado do Texas, feliz com sua família adotiva. A única coisa que diferenciava Claire das outras torcedoras (além de sua notável simpatia) era sua capacidade de rápida regeneração celular, o que a permite se recuperar de praticamente qualquer ferimento. A protagonista da série Heroes tentava viver sua vida do modo mais normal possível, tentando, na maioria das vezes em vão, ignorar suas habilidades mutantes. Porém, temos que concordar que sobreviver depois de cair e quebrar o pescoço em um ângulo de 180º é uma habilidade que todas as cheerleaders gostariam de ter. Além de tudo isso, Claire tinha um papel importante para o planeta, segundo constava, ela era a chave para a salvação dos humanos. Sem dúvida, uma líder de torcida nunca foi tão vital como essa loirinha.

Cheerios — Glee

Um dos grupos de maior sucesso no McKinley High School é o das líderes de torcida. As cheerios, comandadas pela implacável Sue Sylvester (Jane Lynch), são lindas, populares e acima de tudo, vitoriosas. Não é para qualquer um conquistar seis campeonatos regionais e nacionais consecutivamente e, como se não bastasse todo esse êxito, ainda ficar em terceiro lugar no Campeonato Internacional realizado na Coréia do Norte. Sem medir esforços para vencer, vale tomar laxante e fazer Brittany (Heather Morris) virar a bala humana de um foguete. Embora Sue seja sem escrúpulos, vale ressaltar que o uniforme de cheerio é quase como uma segunda pele para suas integrantes, o que fica claro em cenas emocionantes como a que Quinn (Dianna Agron) entrega seu uniforme. Esse grupo que reluz a ouro tem entre suas integrantes a Unholy Trinity de Glee – Quinn Fabray (capitã), Santana Lopez (co-capitã, interpretada por Naya Rivera) e Brittany S. Pierce. Com a formatura das veteranas Brittany acaba assumindo posição de liderança no clube, que recebe Kitty (Becca Tobin) para tentar fazer as vezes de Quinn (sem sucesso, cabe ressaltar). O que não resta dúvidas é que tanto esforço é recompensado: por onde passam causam a inveja e admiração das meninas e o suspiro dos meninos.

Lana Lang — Smallville

Mesmo que por pouco tempo, a queridinha Lana Lang (Kristen Kreuk) foi líder de torcida em seu primeiro ano no ensino médio. Lana, sempre popular, óbvio, namorava o quarterback do time de futebol americano da cidade de Smallville. Depois do fim da temporada de jogos, Lana decidiu sair do grupo das líderes de torcida e descobrir-se. Apesar de carregar os esteriótipo de uma torcedora, Lana derrubou os preconceitos e tornou-se uma exemplar empreendedora. Ela abriu o famoso Talon, café local, e administrou muito bem a herança de sua família. Dizem até que se tornou super-herói ao final da série, além de incentivar e muito a transformação de Clark Kent (Tom Welling) no conhecido Super-Homem. Isso sim que é uma cheerleader feita de aço. Go Crows!

Buffy Summers e Cordelia Chase — Buffy – The Vampire Slayers

Cordelia (Charisma Carpenter) era uma típica líder de torcida. Bonita, popular e tão apaixonada por si mesma que era capaz de compor músicas motivacionais para ações diárias onde ela seria a protagonista. Assim era a capitã das cheerleaders dos Razorblades, time de esportes da Escola Secundário de Sunnydale. Bem habilidosa com os pom-poms, Cordy tinha apenas um ponto fraco: Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar), a loirinha novata que chegou para “arruinar” a vida da morena. Elas eram tão diferentes que nem deveriam estar no mesmo time. Mas Buffy era boa nas acobracias, e com seu movimentos rápidos, porém desajeitados, conseguiu um espaço no time de torcedoras local. Claro que isso foi por pouco tempo, já que o foco da loira era mesmo caçar vampiros. Além disso, Buffy era a rainha da impopularidade, vivia na biblioteca e ainda tinha uma quedinha pelo bad boy vampiro-gato Angel (David Boreanaz). Quem diria que um dia as duas torceriam pelos mesmos jogadores, não é?

Jackie  Burkhart- That 70’s Show

Quase ninguém deve lembrar disso, mas Jackie (Mila Kunis) também foi uma líder de torcida. Certo que ela era bem mais conhecida como a namoradinha iritante de Kelso (Aston Kutcher), mas talvez por ser pequeninha e extremamente alardante, a personagem tinha como destino certo as mini-saias e pom-poms. Quem assistiu a série, sabe como Jackie era muito competitiva, sendo assim, nada mais justo do que ela ser uma capitã. O esteriótipo serviu certinho desta vez. Go Jackie!


Hellcats — Hellcats

Hellcats foi uma série produzida pela The CW e baseada em uma série de livros escritos por Kate Torkovnick. Na produção, Marti Perkins (Alyson Michalka) é uma humilde estudante de direito que perde sua bolsa de estudos, e para conseguir uma nova, se vê tendo que se juntar à equipe de líderes de torcida de sua faculdade, que Marti odeia. Além de todo esse drama, a série se foca também no tratamento e na pressão que os estudantes (tanto os do grupo de cheerleader quanto os do time de futebol) sofrem por estar em competições o tempo todo e ainda ter que se focar em seus respectivos cursos na faculdade. Além de Alyson Michalka, a série tinha no elenco também a atriz Ashley Tisdale. Hellcats foi o primeiro grande papel de destaque a atriz teve depois da série de filmes produzidas pela Disney, High School Musical. A série teve somente uma temporada e foi cancelada depois de 22 episódios e baixos índices de audiência.

Menção honrosa

Brooke, Peyton, Hayley e Rachel – One Tree Hill

Não haverá um grupo de líderes de torcida como este novamente. As meninas do Ravens, time da escola de Tree Hill, são tão expressivas que roubaram as cenas em muitos momentos da série. Peyton, a torcedora roqueira, meio depressiva, nada se parecia com as colegas. Brooke (Sophia Bush), a popular com um coração de ouro, Hayley (Bethany Joy Galeotti), a tímida tutora esposa de um dos principais jogadores de basquete do colégio e Rachel (Danneel Harris), a ex-gordinha e agora poderosa, má que só ela, amiga de ninguém. As meninas do Ravens entram neste especial com uma menção honrosa, já que o time que elas incentivavam era o de basquete, e não o de futebol. Mas isso é só um detalhe, pois não há como falar em líderes de torcida e não lembrar dessas garotas. Uma das melhores cenas da série envolveu justamente um campeonato destas esportistas, quando no final, desistindo da competição, elas optaram apenas por celebrar a amizade. Dando um dos maiores shows de companheirismo já vistos no seriado. Go Ravens!

Colaboração de Júlia Berringer, Cinthia Quadrado, Gabriela Assmann e Maria Clara Lima.

[SUPER BOWL] – Episódios inesquecíveis do pós-jogo

Data/Hora 03/02/2013, 18:19. Autor
Categorias Especiais


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Quando uma série ou um programa de TV é escolhido para ser transmitido após a final do campeonato de futebol americano, pode ter certeza de duas coisas:  o episódio será muito bom e a audiência será fantástica.

Isso porque o Super Bowl, como é conhecida a partida, atrai a atenção de boa parte dos telespectadores do país, sendo uma ótima oportunidade para as emissoras promoverem a sua programação.

A cada ano, um canal americano é escolhido para transmitir o jogo, e aí começam as apostas para ver qual será a escolha da vez. Esse ano, Elementary poderá cair nas graças dos americanos, e provar que a CBS estava certa sobre a série.

Fizemos uma lista com alguns dos episódios mais bacanas que foram ao ar nesse dia tão importante. Talvez você nem saiba disso, mas mesmo assim, eles são inesquecíveis.

Se você lembrar de mais algum, conta para a gente! Agora, prontos? Vamos, lá!

ESPECIAL | O Super Bowl como lead in: o efeito na audiência dos seriados 

Série: Friends
Episódio: The After The Super Bowl (I e II)
Data de Exibição: 28/01/1996
Audiência: 52.9 milhões

Não só atraiu uma das maiores audiências da TV americana, mas como é um dos mais memoráveis episódios de Friends. Aliás, The One After the Super Bowl  foi um episódio duplo, com direito a participação para lá de especial de astros como Brooke Shields, Chris Isaak, Julia Roberts, Jean-Claude Van Damme, Fred Willard e Dan Castellaneta. O enredo também contou com a aparição de Marcel, o macaco do Ross, mascote queridinho dos fãs da série. Na história, Ross (David Schwimmer) descobre que Marcel está em Nova York e que agora o bicho é estrela de cinema. Na tentativa de passar alguns momentos com o macado, o professor decide invadir o set de filmagem. Chegando lá, Marcel não era o único conhecido dos “amigos”. Julia Roberts interpretou o papel de uma antiga namoradinha rejeitada de Chandler, e Van Damme passou a ser cobiçado por Monica e Rachel. Mas sem dúvida, entre todos os conhecidos, ver o rostinho do Marcel fez valer todo o episódios. E em uma das cenas mais antagônicas da série, o elenco da comédia canta The Lion Sleeps Tonight para se despedir do bicho. Auiii aumbauê! (Maria Clara Lima)

Série: Arquivo X
Episódio: Leonard Betts
Data de Exibição: 26/01/1997
Audiência: 29.15 milhões

Leonard Betts (O Homem Câncer) é o episódio de maior audiência de Arquivo X e faz parte da quarta temporada da série, considerada a melhor do seriado. Na história Fox Mulder e Dana Scully investigam o caso de um homem que tem a habilidade de se regenerar se alimentando de pessoas com câncer e usando iodo no processo final. A grande sacada do episódio é quando Scully enfrenta Betts e ele diz que quer algo que ela tem. É nesse episódio a primeira indicação de que a agente deve ter um câncer, assim como a maioria das vítimas de abdução desenvolveu com o tempo. A partir desse episódio a trajetória de Scully muda bruscamente na série e a situação da sua saúde aproxima ainda mais ela de Mulder. Para caprichar mais ainda no episódio Leonard Morris Betts foi interpretado por Paul McCrane, o Dr. Robert Romano de E.R. (Plantão Médico). (Aline Ben)

Série: Grey’s Anatomy
Episódio: It’s the End of the World
Data de Exibição: 05/02/2006
Audiência:
 33.88 milhões

Em 2006 foi a última vez que a ABC exibiu o Super Bowl. E a escolhida para lead out foi Grey’s Anatomy, que estava na sua segunda temporada. Shonda, em uma sacada de mestre, escreveu ela própria It’s the End of the World, inaugurando uma tradição de “episódios-evento” até hoje presente no seriado. O episódio marcou quase quarenta milhões de espectadores, que assistiram a uma sucessão de eventos marcantes envolvendo nossos médicos favoritos. Bailey entrou em trabalho de parto, enquanto seu marido se acidentava e era operado por Derek, e Meredith colocava a mão dentro do peito de um paciente para segurar uma bomba. Um episódio marcante, que é um dos favoritos da maioria dos fãs e certamente viverá pra sempre em seus corações. (Mariela Assmann)

Série: House
Episódio: Frozen
Data de Exibição: 03/02/2008
Audiência: 
 29.04 milhões

No ano de 2008, os americanos acompanharam a série House (então na quarta temporada), da Fox, após a final do campeonato de futebol americano, uma vez que o prognóstico era certeiro: um sucesso. A história, intitulada Frozen, passou longe de ser congelante. House teve que tratar a Dra. Cate (participação de Mira Sorvino) via webcam, já que ela estava em uma base de pesquisa no Polo Sul. Além da metodologia, digamos, “moderna” para ajudar a paciente, Dr. House flertou com a moça, fazendo a alegria dos fãs do médico. Não bastasse isso, ele ainda estava investigando a vida amorosa do Dr. Wilson, pois ele desconfiava que o amigo tinha um encontro. Melhor do que a vida amorosa do House, só o House se metendo na vida amorosa do Wilson! Além disso, ele incumbiu toda a equipe de perseguir os passos de Cameron (Jennifer Morrison). Ele queria chantageá-la e usar a influencia dela para conseguir TV a cabo de graça no hospital. Precisar falar mais? (Gabriela Pagano)

Série: Glee
Episódio: 
The Sue Sylvester Shuffle
Data de Exibição: 06/02/2011
Audiência:  26.80 milhões

Em 2011, a Fox apostou em Glee para ser o seriado pós-Super Bowl. E os roteiristas prepararam um episódio especial, todo voltado para o futebol americano. Will e Beiste se uniram para provar para seus alunos que os jogadores de futebol americano e a turma do coral poderiam conviver pacificamente e mais, ser amigos. Durante a Final do Campeonato escolar, jogadores e cantores se unem e apresentam à torcida um mash-up de Thriller com Head Will Roll e de lambuja o McKinley High ganha, pela primeira vez, o campeonato escolar. Tudo isso enquanto o plano de Sue, de mandar suas líderes de torcida pelo ares, sai pelo avesso e ela acaba perdendo, pela primeira vez em anos, o campeonato nacional. Um típico episódio com os elementos favoritos dos americanos: garotas com pompons e uma bola ovalada. (Mariela Assmann)

Série: Elementary
Episódio: The Deductionist
Data de Exibição: 03/02/2013

Elementary foi escolhida pela CBS para ser a série exibida logo depois do Super Bowl em 2013. O seriado moderno sobre um Sherlock Holmes (Jonny Lee Miller) cidadão de Nova Iorque – metrópole em que divide o teto com “a” Watson (Lucy Liu) – foi uma das melhores estreias da temporada em números de audiência. No episódio de mais tarde, a CBS prometeu reservar uma boa surpresa para os espectadores – e péssima para Holmes. Ele deve enfrentar seu pior inimigo até hoje; Ennis, um ex-detento que escapou da prisão durante um procedimento médico, no qual doaria um dos rins para a irmã. Para ajudar na busca pelo foragido, uma nova agente do FBI chega à história, para o desagrado de Holmes. Até aí, nada demais, já que o detetive gosta de poucas pessoas mesmo. Mas a agente tem um livro publicado sobre Sherlock e até previu algumas falhas de caráter do personagem e a luta contra o vício – além de ter dormido com ele. Uma verdadeira pedra no sapato. O episódio vai ter participação especial de Terry Kinney, de Oz e The Mentalist, como o criminoso, e Kari Matchett (Covert Affairs) interpreta a agente do FBI. Resta esperar para saber se Elementary entrar para a lista de maiores audiências da história da TV. (Gabriela Pagano)

Lily Rabe retornará para a terceira temporada de ‘American Horror Story’

Data/Hora 02/02/2013, 13:52. Autor
Categorias Notícias


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Ryan Murphy, produtor da série de horror do canal FX,  revelou em sua conta no Twitter que Lily Rabe voltará à série para mais uma temporada:

Lily Rabe já apareceu duas vezes na série, em papéis diferentes. Na primeira temporada, como Nora Montgomery, e, na segunda, como a Irmã Mary Eunice.

American Horror Story, estreou no canal FX em 2011 e foi indicado a 17 Emmys em sua temporada de estreia. O segundo ano do programa, que começou em outubro de 2012, teve a season finale em janeiro, nos Estados Unidos.

Lily Rabe se junta a outros atores que já tiveram seus retornos confirmados na terceira temporada: Evan Peters e Sarah Paulson voltam à história a pedido de Jessica Lange, a atriz veterana e protagonista do show. Segundo os criadores da série, no próximo ano, American Horror Story deve ter mais romance em seu enredo, mas a localidade da nova história ainda não foi revelada. O primeiro ano da série se passava em uma mansão e, o segundo, aconteceu nos corredores de um macabro hospício.

NOTÍCIAS | Jessica Lange mandou: Evan Peters e Sarah Paulson estão no terceiro ano de ‘American Horror Story’

NOTÍCIAS | História de amor? Terceira temporada de ‘American Horror Story’ terá clima de ‘Romeu e Julieta’ 

Murphy é um dos produtores-executivos do reality show The Glee Project, que estreou em junho de 2011 e foi renovado para uma segunda temporada. Ao lado do co-produtor executivo de Glee, Ali Adler, ele também criou The New Normal, que estreou em 2012 e, segundo ele, foi inspirado em sua própria experiência de vida.

Com informações do SpoilerTV.

Glee — Sadie Hawkins

Data/Hora 27/01/2013, 22:57. Autor
Categorias Reviews


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Por que assisto e gosto de Glee ? Me fiz essa pergunta inúmeras vezes depois de ver o episódio da última quinta-feira. Revi o episódio duas vezes para fazer essa review e ainda não obtive uma resposta. Talvez eu até consiga responder essa pergunta se assistir um dos episódios da primeira temporada, ou até os primeiros da atual, mas depois de assistir Sadie Hawkins, eu simplesmente não consegui pensar em uma resposta. Hoje, vejo Glee sem rumo e sem história que prenda. Quarenta e quatro minutos com informações relevantes em apenas dez (ou menos). Ryan Murphy disse uma vez em entrevista que os fãs da série se desesperam a toa, e que ainda tem muita coisa pela frente. Mas aqui fica a pergunta que não quer calar: Será que o que vem pela frente é mais do mesmo e mais de Ryan Murphy estragando histórias e personagens ?

Talvez Glee ainda seja a mesma série, com quase os mesmos personagens, com o mesmo coral e o mesmo colégio, mas eu já não a reconheço. Para começar: O núcleo de NY. Rachel Berry sempre foi a garota esquisita, chata, que vestia colete xadrez e que era focada em seus sonhos. E agora ? Rachel Berry é praticamente Lea Michele, tirando o fato de ainda ser irritante. Mas não irritante do estilo que cola estrelas do lado do nome. Irritante do jeito que esquece do melhor amigo na primeira semana de aula pra sair com o namorado, e que se importa com status. Mais do que nunca, senti falta da garota que dizia que “fazer parte de algo especial te faz ser especial”.

Kurt finalmente conseguiu entrar na NYADA, e quando se viu sozinho e abandonado pela melhor amiga, resolve se juntar a um dos clubes com cede na faculdade. Logo se interessa pelo coral (e pelo líder do coral), e se joga de cabeça (tanto na ideia do coral, quando na ideia de um novo amor).

PS: Adoro o quão “Mr. Shue” Finn está se tornando. Agora só falta uma Emma pra ele. Se Rachel pode, Finn pode e deve arrumar uma nova namorada.

Todos os planos de Tina são arruinados quando ela descobre que Blaine na verdade está apaixonado por (pasmem): Sam. Sam e Brittany, Tina e Blaine, e agora Blaine e Sam. Sério, Ryan ? Deixando de lado um pouco desse meu amor pelo Ryan Murphy depois do episódio dessa semana, eu achei um pouco precipitado e fora de hora. Tudo bem que Blaine e Sam tem sido Blam! e Slaine! a algum tempo, e que juntos descobriram que os Warbles tem usado drogas (mas isso é assunto para o parágrafo que conta o que de realmente importante foi dito nesse episódio), porém, continua sendo precipitado.

Agora vamos ao Glee Horror Club. Tina e as outras meninas foraram um clube e tomaram a decisão de fazer do baile do colégio um baile Sadie Hawkins (o tipo de baile que as garotas convidam os garotos). O que foi legal, porque finalmente Tina conseguiu um pouco de atenção. Mas lógico que Ryan Murphy não poderia deixar passar, e transformou o momento da Tina em um momento muito estranho quando a garota se declara e convida Blaine para o baile na frente do Glee Club inteiro. Alguém ainda lembra que em algum dos episódios passados Tina e Mike tinham combinado de conversar e quem sabe reatar ? Acho que Ryan Murphy não, já que o assunto ‘Mike’ ficou totalmente fora de questão.

Depois de casais inusitados, vamos para uma das partes mais lindas do episódio: Ryder. Ryder que tem essa carinha neném e coração de ouro. Que foi trocado por Marley e sua carinha de meiga, que convidou Jake e sua cara de mocinho para o baile. Ryder foi deixado de lado, e acabou sendo convidado para o baile por uma cheerleader que aparece em todos os episódios sem dizer nenhuma palavra (não sei se vocês já repararam, mas ela está sempre lá, de pescoço quebrado e tudo). Kitty e sua maldade não perderam tempo e foram logo colocar caraminholas na cabeça de Jake, mas foi ai que o big brother do guri apareceu: Puck e Kitty foram juntos ao baile e terminaram a noite na traseira do carro dela. Preciso dizer que não gostei ? Não basta Kitty ter saído sem nenhuma consequência pelo o que fez com Marley, nem ao menos uma lição de moral, e agora ela sai com Noah Puckerman. Já disse e repito: Kitty nunca vai ser Quinn, desista, Ryan Murphy.

O bom do episódio, é que ele nos deu esperança para que os ND voltem para as competições. Sam pesquisou arduamente e descobriu que os Warbles usaram drogas para vencer a competição, o que é proibido pelas regras da competição. A história toda foi confirmado por um dos garotos Warbles amigo de Blaine.

Termino a review com sentimento de culpa por ter gostado tão pouco de um episódio de uma das minhas séries preferidas. Termino também com o sentimento de quem deseja um episódio mais Glee e menos sem sentido na semana que vem.

PS: Deu ou não deu saudade das performances de Artie, Sam e Puck nos bailes?

Setlist do episódio:

I Don’t Know How to Love Him (Tina)
Baby Got Back (Adam and The Apples)
Tell Him (Brittany, Marley e New Directions Girls)
No Scrubs (Artie, Blaine, Ryder, Sam e Joe)
Locked Out of Heaven (Marley, Wade e New Directions Girls)
I Only Have Eyes for You (Ryder, Joe e Wade)

Jane Lynch poderá fazer participação na série de Charlie Sheen ‘Anger Management’


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A atriz Jane Lynch (que atualmente participa de Glee, no papel de Sue Sylvester) tem grande probabilidade de se juntar a Charlie Sheen em um consultório novamente. Depois de ter se envolvido em inúmeras polêmicas, Charlie Sheen está levando sua série do modo mais sério possível, e dessa vez, interpretando o terapeuta Charlie Goodson, ele pode ter como convidada Lynch, que interpretou a médica de seu personagem na série Two and a Half Men.

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Vários sites afirmam que a participação da atriz é certa, mas nada oficial foi dito. A atriz não comentou o assunto, mas o showrunner da série, Bruce Helford, disse que todos envolvidos na produção adoram Jane, mas não há nada certo sobre a participação da atriz.  “Ainda estamos trabalhando nisso”, confessou.

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Além da possibilidade de Jane Lynch se juntar ao elenco, Anger Management tem confirmados nomes como o do guitarrista Slash e o do cantor Cee Lo Green.

No Brasil, a série será transmitida pelo canal pago TBS, porém ainda não há uma data de estreia confirmada. Já nos Estados Unidos, a nova temporada de Anger Management começa dia 17 de janeiro, e vai ao ar sempre às quintas, às 21h, pela FX.

Com informações do TV Guide.

Fox divulga pôsteres e fotos do novo episódio da série ‘Glee’

Data/Hora 10/01/2013, 13:48. Autor
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Glee retorna com novos episódios no dia 24 de janeiro, mas a FOX liberou os pôsteres que vão ser espalhados em forma de outdoor por toda a América do Norte.

Além dos cartazes, que mostram Chris Colfer (Kurt), Heather Morris (Brittany) e Matthew Morrison (Will), também foram liberadas fotos do próximo episódio da série, em que as garotas do colégio planejam o baile Sadie Hawkins no McKinley High – e no qual elas têm que convidar seus pares.

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Nas imagens, vemos Unique (Alex Newell) e os garotos do New Directions fazendo uma performance no baile e também Tina (Jenna Ushkowitz) convidando um dos garotos para a festa.

Confira as fotos na galeria abaixo:

Glee vai ao ar pela Fox Brasil, todas as quartas, às 22h15. Nos Estados Unidos, a série é exibida nas noites de quinta-feira.

Com informações do TVline.

Confira os indicados para o 19º prêmio anual do Screen Actors Guild Awards

Data/Hora 06/01/2013, 16:53. Autor
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O 19º Screen Actors Guild Awards (SAG), prêmio organizado pelo Sindicato dos Atores Americanos anuncia seus ganhadores em cerimônia a ser realizada no dia 27 de janeiro, um domingo. A TBS e a TNT vão transmitir ao vivo a premiação nos Estados Unidos, simultaneamente a partir das 20h direto do Los Angeles Shrine Exposition Center.

Os prêmios do SAG são separados em dois painéis, de cinema e televisão, cada um conta com 2.100 membros votantes que foram escolhidos aleatoriamente em todo os Estados Unidos. Dia 31 de dezembro os membros recebem as informações da votação via correio e todos os votos devem retornar ao meio-dia de 25 de janeiro.

Confira os concorrentes na área de televisão:

Melhor Ator em Filme para Televisão ou Minisérie:

KEVIN COSTNER como “Devil Anse” Hatfield em Hatfields & McCoys (History).

WOODY HARRELSON como Steve Schmidt em Game Change (HBO)

ED HARRIS como John McCain em Game Change (HBO)

CLIVE OWEN como Ernest Hemingway em Hemingway & Gellhorn (HBO)

BILL PAXTON como Randall McCoy em Hatfields & McCoys (History)

Melhor Atriz em Filme para Televisão ou Minisérie:

NICOLE KIDMAN como Martha Gellhorn em Hemingway & Gellhorn (HBO)

JULIANNE MOORE como Sarah Palin em Game Change (HBO)

CHARLOTTE RAMPLING como Eva Delectorskaya em Restless (Sundance Channel)

SIGOURNEY WEAVER como Elaine Barrish Hammond em Political Animals (USA)

ALFRE WOODARD como Ouiser em Steel Magnolias (Lifetime)

Melhor Ator em Série de Drama:

STEVE BUSCEMI como Enoch “Nucky” Thompson em Boardwalk Empire (HBO)

BRYAN CRANSTON como Walter White em Breaking Bad (AMC)

JEFF DANIELS como Will McAvoy em The Newsroom (HBO)

JON HAMM como Don Draper em Mad Men (AMC)

DAMIAN LEWIS como Nicholas Brody em Homeland (Showtime)

Melhor Atriz em Série de Drama:

CLAIRE DANES como Carrie Mathison em Homeland (Showtime)

MICHELLE DOCKERY como Lady Mary Crawley em Downton Abbey (PBS)

JESSICA LANGE como Sister Jude em American Horror Story: Asylum (FX)

JULIANNA MARGULIES como Alicia Florrick em The Good Wife (CBS)

MAGGIE SMITH como Violet, Dowager Countess of Grantham em Downton Abbey (PBS)

Melhor Ator em Série de Comédia:

ALEC BALDWIN como Jack Donaghy em 30 Rock (NBC)

TY BURRELL como Phil Dunphy em Modern Family (ABC)

LOUIS C.K. como Louie em Louie (FX)

JIM PARSONS como Sheldon Cooper em The Big Bang Theory (CBS)

ERIC STONESTREET como Cameron Tucker em Modern Family (ABC) 

Melhor Atriz em Série de Comédia:

EDIE FALCO como Jackie Peyton em Nurse Jackie (Showtime)

TINA FEY como Liz Lemon em 30 Rock (NBC)

AMY POEHLER como Leslie Knope em Parks and Recreation (NBC)

SOFIA VERGARA como Gloria Delgado-Pritchett em Modern Family (ABC)

BETTY WHITE como Elka Ostrovsky em Hot In Cleveland (TV Land)

Melhor Elenco em Série de Drama:

Boardwalk Empire (HBO)

Breaking Bad (AMC)

Downton Abbey (PBS)

Homeland (Showtime)

Mad Men (AMC)

Melhor Elenco em Série de Comédia:

30 Rock (NBC)

The Big Bang Theory (CBS)

Glee (FOX)

Modern Family (ABC)

Nurse Jackie (Showtime)

The Office (NBC)

Melhor Performance de Dublês:

Boardwalk Empire (HBO)

Breaking Bad (AMC)

Game of Thrones (HBO)

Sons of Anarchy (FX)

The Walking Dead (AMC)

Com informações de Deadline, aqui e aqui.

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