Será o fim de ‘Glee’? Ryan Murphy pode deixar a série

Data/Hora 10/04/2013, 14:56. Autor
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A série musical Glee está chegando ao  final da quarta temporada e há rumores de que o futuro da atração esteja ameaçado. De acordo com o E! News, o showrunner e criador da série Ryan Murphy e os produtores executivos Ian Brennan e Brad Falchuk podem abandonar o programa.

O boato ganhou forças quando a notícia da gravidez da atriz Heather Morris, que interpreta a personagem Britanny, veio à tona e como isso poderia afetar o rumo da série.

Além disso, as últimas notícias sobre renovações das séries não informaram o futuro da atração. Glee é uma das poucas séries do canal Fox que ainda não têm o futuro decidido. Ainda não se sabe o que está impedindo a emissora de fazer o anúncio. Dessa incerteza surgiu rumores sobre o cancelamento de The Glee Project que foram negados pela Oxygen, responsável pela transmissão do reality show responsável por descobrir talentos que farão parte do elenco de Glee.

Em fevereiro Ryan Murphy afirmou em entrevista que queria mudar o rumo da série na nova temporada mas não sabia se a Fox iria gostar de suas ideias. Ao que tudo indica, a emissora não gostou muito das ideias do showrruner e Murphy teria que ceder para que seu contrato seja renovado. Mas ele estaria disposto à isso?

Se não fosse por Ryan Murphy, Glee não seria o sucesso que se tornou. A série foi alvo de críticas, incluindo os fãs mais assíduos que sabem que Glee não tem sido perfeita. Mas alguns momentos brilhantes da série fizeram que com que ela sobrevivesse semana após semana. E isso é tudo por causa do showrunner – como é chamado o produtor executivo que comanda a sala de roteiristas, definindo os rumos das séries.

Talvez uma nova pessoa no comando poderia ajudar a revigorar Glee. Mas Murphy já provou que ele é capaz de mudar o formato da série (mesclando os cenários de Ohio e Nova York) sem perder qualidade ou criatividade. E se isso não é capaz de trazer de volta os espectadores que abandonaram a série em suas primeiras temporadas, então pode ser que uma nova pessoa também não seja capaz de tal feito. Portanto, a Fox pode optar por finalizar a série ainda nessa temporada ou anunciar a quinta temporada como a última.

O boato de sua saída pode ser apenas uma tática de negociação por parte de Murphy. Se Fox ver que ele está disposto a isso talvez eles percebam que é um erro deixá-lo sair. Mas, enquanto as vendas das músicas da série continuarem em alta, a Fox provavelmente vai continuar renovando a série mesmo sem seu criador. Mas será que os fãs da série perceberiam a mudança? Isso é algo que a emissora ainda precisa pensar.

Enquanto o futuro de Ryan Murphy está decidido, já que ele também é o responsável pelas séries American Horror Story e The New Normal e está trabalhando em um novo projeto sobre sexualidade e relacionamentos, o futuro de Glee continua incerto.

Com informações do Buddy TV e Perez Hilton.

Ator de ‘Glee’ é internado em clínica de reabilitação por vontade própria

Data/Hora 01/04/2013, 02:05. Autor
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O ator Cory Monteith, que interpreta Finn Hudson na série Glee, se internou numa clínica de reabilitação neste domingo para tratar sua dependência em substâncias químicas. “Ele pede respeito e privacidade dos fãs enquanto toma os passos necessários para a recuperação completa”, disse seu assessor.

Cory, hoje com 30 anos, já havia sido internado aos 19 por causa da dependência em drogas e falou sobre o problema anteriormente para a revista Parade. “Eu tive um problema sério e roubei uma quantia significativa de dinheiro de uma pessoa da minha família. Eu sabia que ia ser pego, mas fiz assim mesmo, estava desesperado. Aquilo foi a gota d’água e quando me confrontaram, eu admiti que tinha sido eu. Foi a primeira coisa honrada e verdadeira que saiu da minha boca em meses”.

Ryan Murphy, autor de Glee, ainda não se pronunciou sobre como a ausência de Cory vai afetar as gravações da série e o destino de Finn.

A namorada do ator e companheira de elenco de Glee, Lea Michele, falou para a revista People sobre a decisão de Cory. “Eu amo e apoio Cory e vou ficar ao lado dele durante esse processo. Estou grata e orgulhosa por sua decisão”.

Com informações da People e Perez Hilton.

Glee — Girls (and Boys) on Film e Feud

Data/Hora 17/03/2013, 18:36. Autor
Categorias Reviews


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Glee finalmente voltou de seu hiatus e nos entregou de bandeja um ótimo episódio logo de cara. “Girls (and Boys) on Film” foi um dos melhores episódios da quarta temporada. Nós mostrou o melhor dos dois elencos, porém, Lea Michele arrasou e para sempre vai se destacar. A cena em que Santana descobre a “gravidez” de Rachel foi impecável. Lea consegue fácil demonstrar os sentimentos da personagens só através do olhar. Fica aqui também o quanto admiro Jayma Mays. Sempre soube que ela era uma atriz fantástica, mas nos poucos minutos que apareceu nesse episódio, ela se superou. Me deu vontade de colocar ela no meu chaveirinho.

O dueto Kurt e Blaine foi de partir o coração, só não fez tanto estrago porque a cena de Will e Finn foi fundo. Acertou o meu ego e me fez chorar. Jake, Marley e Ryder continuam seu triângulo amoroso, e agora que Jake sabe que rolou algo entre Marley e Ryder, tudo fica muito mais intenso.

Agora, vamos ao episódio dessa semana, intitulado “Feud“. Primeiro de tudo: Ryan Troll Murphy nos deixou durante uma semana inteira acreditando que Rachel estava gravida, e 1 minuto e 56 segundos do episódio seguinte, nos conta de maneira natural que foi uma “pegadinha”. Apesar de uma pequena revolta de minha parte (porque eu já imaginava um mini Berry correndo pra lá e pra cá), o episódio foi muito gostoso de assistir. Não cansou e prendeu na maior do tempo.

Mas até aí, tudo bem se Rachel tivesse percebido que estava mais uma vez perdendo o foco e quase deixando de lado seus sonhos para cuidar de relacionamentos. Nada mais justo que nossa Santana entrar em cena e bater de frente com a protagonista e tentar, mais uma vez, abrir os olhos dela em relação ao “boneco de plástico”. Que ele tinha alguma coisa de errado, isso era fato. Tudo bem que ele não era nenhum traficante, mas ele que ele vendia o corpo era uma coisa previsível. Nunca gostei do personagem, mas me senti mal por ele. O guri só queria pagar a faculdade.

Mas isso não é coisa que uma Lopez perdoa, e Santana foi logo ameaçando Brody e dizendo para ele se mudar. Não foi o bastante, porque os olhos azuis dele fizeram Rachel e Kurt expulsarem Santana na casa deles. E isso Santana também não perdoa. Saiu de casa (levando o edredom de Rachel e o travesseiro de Kurt), mas tratou logo de colocar Brody contra a parede. E não sozinha, trouxe também Finn, que saiu de Ohio (mas isso é assunto pra outro paragráfo). Finn tratou de se impor e depois de dar uns socos básicos no “inimigo” soltou a frase que fez os fãs de Finchel pirarem:

Finn teve uma semana difícil. Depois que contou à Will que tinha beijado a noiva do moço, Mr. Shue não perdoou e usou o garoto de capacho. Foi quando os ND resolveram entrar em ação e trocar papéis, deram para os seus líderes a tarefa de fazer um dueto juntos. A missão foi cumprida, mas não deu muito certo. Will ainda guardou ressentimentos e Finn decidiu que era hora de partir. Perdido e dramático mais uma vez, a anjo da guarda da vez foi Marley, que abriu os olhos do rapaz e mostrou que o que ele deveria fazer era ir atrás de um diploma para ser professor. Antes disso, ele ainda deu uma passadinha em NY (como sabemos), será que vem plot dele em NY ?

O importante é que o duelo de Will e Finn rendeu outros duelos. Blaine e Sue entraram em conflito pois o rapaz “assinou” um contrato que dizia que ele deveria seguir as cheerios. Quando perdeu o duelo, teve que cumprir, mas suas intenções são as piores possíveis. Ele quer destruir Sue. E não vai conseguir. Porque ela é uma das melhores partes da série toda. Ryder e Unique brigaram pois Ryder não conseguia se referir a Unique como garota, mas no final (com a ajuda de uma estranha garota online), eles se resolveram. Mais tarde, Ryder pediu perdão a Jake, e os dois estão bem, mas não tão bem quanto Jake e Marley, que conversaram e trocaram juras de amor.

Sobre a garota online que Ryder conheceu, o que vocês acham ? Será que vem por aí um clichê plot de pedofilia, um garoto se passando por garota na internet ou algo como um amor à distância ?

PS: Sue Minaj. Sem mais a acrescentar.
PS2: Santana Abdul.

Estou um pouco assustada com a promo do próximo episódio e não sei o que comentar. Deixo com vocês. Comentem esses episódios e me digam o que esperam do da semana que vem. Eu espero que ele mantenha essa mesma qualidade. Sei que Glee sempre tem seus altos e baixos, praticamente uma montanha russa, mas eu ainda tenho fé que o carro pare lá em cima, e que demore um pouco para o Ryan Murphy destravar e o carro descer novamente (Desculpem a péssima metáfora).

Setlist do episódio:

How To Be A Heartbreaker (Brody e Rachel)
The Bitch Is Back / Dress You Up (Ryder e Unique)
Cold Hearted (Santana)
Bye Bye Bye / I Want It That Way (Will e Finn)
I Still Believe / Superbass (Blaine e Sue)
Closer (New Directions)

Como escrever uma série de colegial

Data/Hora 15/03/2013, 13:24. Autor
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Em setembro de 2012, aproveitando a chegada do Outono em Nova Iorque, nós, Gabriela e Maísa, decidimos pegar um avião rumo ao hemisfério norte e fugir do início da estação das flores no Brasil. O cenário, no Central Park, era típico do filme clássico da Sessão da Tarde estrelado por Winona Ryder e Richard Gere. As folhas secas e amarelas forravam o chão e quase não dava para ver a grama verde por debaixo daquele lençol natural. Talvez, por isso mesmo, a Maísa não tenha notado um livro esquecido ali – provavelmente por alguém que tenha feito um piquenique no parque recentemente. Maísa tropeçou em algo e quase bateu o nariz no gramado.

Nós duas abaixamos para olhar do que se tratava o caderno e passeando por algumas das páginas, percebemos que aquilo era, na verdade, um diário de uma “estudante colegial” (ou high school). Começamos a ler as histórias narradas ali em voz alta e notamos que conhecíamos aqueles personagens – e enredos clichês – de algum lugar. Seria apenas uma sensação causada por já termos vivido o Ensino Médio e todas as suas experiências piegas? Não sabemos. Vamos dividir com você alguns dos trechos que continham no livro – e tire suas próprias conclusões. Conhece esses clichês colegiais de algum lugar?

13 de Agosto de 2011

Querido diário,

o primeiro dia de aula sempre dá um friozinho na barriga! Fico feliz por poder rever as amigas e colocar a conversa em dia. Apesar de apenas um mês separadas, muitos acontecimentos agitaram nossas vidas nos últimos tempos e eu mal podia esperar para contar – e também ouvir – as novidades. No quesito “social”, entra ano, sai ano, as coisas não mudam. A menina mais linda do colégio, como de praxe, abriu alas para atravessar o corredor (ou desfilar por ele?), com suas respectivas “seguidoras” ao lado, enquanto os meninos suspiravam por ela – inclusive meu melhor amigo. Não bastasse ela ser alta, linda, magra e loira, ela simplesmente namora o menino mais gato do terceiro ano! Semana que vem, vou vê-lo jogar com o time de basquete da escola. De longe, claro.

Mas nem tudo eram flores por lá, não. O primeiro dia de aula também significava encarar as pessoas depois de acontecimentos ruins. A Carrie Bradshaw (The Carrie Diaries) perdeu a mãe e todo mundo ficou a encarando durante o intervalo – isso me fez lembrar da mesma dificuldade que passou a Elena Gilbert (The Vampire Diaries) uns anos atrás, quando ela perdeu a mãe e o pai naquele acidente de carro terrível. Enfim… Não sou de ficar espionando a vida alheia, mas vi a Carrie se isolar em um banco, na área externa do colégio, quando o Sebastian, o garoto novato (e lindo!), foi puxar conversa com ela. Eles formam um casal bonito… Será que o destino também me reserva um príncipe encantado esse ano? Ai ai… Vou dormir, que amanhã o dia começa bem cedo novamente. xo xo

21 de Setembro de 2011

Querido diário,

lembra que eu falei da Carrie e do Sebastian? Minha intuição estava certa. Hoje, quando voltei à piscina do colégio para pegar minha mochila, que havia esquecido por lá, pude ver os dois se beijando ainda na água (até tirei uma foto, que vou dividir com você, meu amigo). Parecia coisa de filme! Tenho certeza que foi o primeiro beijo da Carrie, porque na semana passada, enquanto almoçávamos juntas no refeitório, ela me confidenciou que nunca tinha beijado. Fico imaginando como será o meu. Também quero que seja algo bem romântico, como se eu estivesse sonhando acordada. Isso é de praxe! Podia ser em um barquinho no Central Park, enquanto as folhas amarelas do outono caíssem sobre a gente. Minha irmã vem aí. Depois dessas confissões, melhor eu te esconder, meu amigo! hahaha

17 de Outubro de 2011

Querido diário,

hoje o dia foi de altas emoções na escola! Na saída da aula, ainda na calçada do colégio, o Nate Archibald (Gossip Girl) deu um soco no rosto do Chuck Bass, o mauricinho mais insuportável de todos! Sei que a vontade de muita gente era fazer justamente aquilo, mas as motivações do Nate eram outras: ele descobriu que a Blair fingiu que era virgem na primeira noite deles. Ela perdeu a virgindade, na verdade, com Chuck, a bordo de uma limousine. A namorada e o melhor amigo fazendo sexo? No fundo, até tem algo justo aí, porque o Nate também traiu a Blair no ano passado e teve a primeira vez justamente com a melhor amiga dela, a Serena. Mesmo assim, acho que ninguém esperava isso da Blair. Por que as boas meninas sempre tem a primeira noite com os cafajestes? Tenho várias amigas que dividiram esse momento tão especial e idealizado com meninos que não davam a mínima para a importância desse acontecimento na vida delas. Espero que eu não caia no mesmo erro… Mas confesso que tenho aquela quedinha básica por caras maus ou mais velhos. Já contei que estou encantada com meu professor de inglês Ezra Fitz (Pretty Little Liars)?! Ele tem uma carinha de bebê, que dá vontade de cuidar! Owwn s2

5 de Novembro de 2011

Querido diário,

quem nunca teve uma paixão pelo professor que atire a primeira pedra. Mas a Aria não só atirou, como também acertou o professor Ezra Fitz! Tem o maior boato na escola de que os dois estão namorando sério (parece que eles já se conheciam antes!). Ninguém confirma nada, mas minha amiga disse que viu os dois trocando olhares suspeitos durante a aula. Quando ele chegou no colégio, circulava o maior burburinho de que ele havia se envolvido com uma aluna em outra escola e havia até sido expulso de lá. Professor e aluna é o maior clichê de todos – isso quando não tem uma gravidez indesejada no meio – mas, por um instante, desejei que esse clichê fosse comigo! Meu coração está partido. Preciso do ombro do meu melhor amigo, ele sempre me faz rir quando estou triste… Às vezes, acho que ele gosta de mim! 😡

23 de Dezembro de 2011

Querido diário,

se eu pudesse escolher uma pessoa com que o Ezra devesse ficar, essa pessoa seria a professora Sue Sylvester (Glee). Ela só pode ser mal amada, diário! Hoje, ela torturou todos os alunos, principalmente aqueles com veia artística, e obrigou que todos fizessem duzentas abdominais! Ainda bem que as férias de inverno estão chegando. Não aguento mais olhar para a cara dela. Por que sempre tem alguém tentando atrapalhar a nossa felicidade? Mas o bem sempre vence o mau, tenho certeza disso. Vou dormir, porque depois de tantas abdominais, nem consigo ficar sentada direito, minha barriga está doendo. Boa noite, amigo!

p.s.: chegou o winter break… Amanhã, vou para a casa de um tio que mora em Oklahoma e passarei as férias todas lá. Vou te deixar em casa, querido amigo, porque, durante as férias, não tenho histórias para contar. Até a volta! Aproveite esse hiato para descansar de mim.

7 de Janeiro de 2012

Querido diário,

Voltamos das férias de inverno, natal e ano novo… Estou me arrumando para ir ao colégio, as aulas voltam hoje. Estou ansiosa e feliz, como sempre. Deixa eu correr, que estou ouvindo o ônibus amarelo buzinar. Tenha um bom dia, diário!

28 de Fevereiro de 2012

Querido diário,

Como eu estava com saudade do colégio! Acho que quando essa fase da vida acabar, vou sentir saudade. Hoje, sentei no Gigabyte, a cantina da escola, e fiquei analisando como tudo funciona ali. A Dona Vilma (Malhação), sempre irreverente, veio me servir um milkshake, quando o Cabeção, um dos meninos mais engraçados da escola, gritou “Uma rodada de suco para a galera para comemorar a volta às aulas” e quase fez a Dona Vilma derrubar toda a bebida na minha mochila, tamanho o susto! Ela ficou tão brava…

A Serena, que, não por acaso, estava sentada na mesa central da cantina – onde, por estratégia, estavam todas as figuras mais populares da escola – logo deu um grito e propôs um brinde, que foi imediatamente aceito pelo Finn Hudson (Glee), o capitão do time de futebol. A Blair torceu o nariz, mas, como toda patricinha e rainha do lugar, no fundinho, eu sabia que ela estava feliz. O veterano Nathan Scott (One Tree Hill) também estava de passagem por ali e se juntou à comemoração. Confesso que já perdi alguns minutos em frente ao mural de ex-alunos do time de basquete e ele era meu preferido. De perto, ele é uma gracinha!

Na mesa do lado esquerdo dos populares estão os alunos excluídos ou melhor dizendo, os que não são notados por ninguém e passam praticamente desapercebidos pelos corredores, sala de aula, aulas de educação física. São os estranhos que aparecem em somente uma foto do anuário e aqueles dos quais só se têm uma vaga lembrança. Sue Heck (The Middle) é o típico exemplo desses “fantasmas” do ensino médio. Ainda bem que não sou um deles! A foto a seguir mostra como essa tal de Sue é esquisita…

Na mesa do lado direito dos populares estão os nerds. Pouco mais notados que os alunos citados anteriormente, os nerds são lembrados principalmente pelo fato de fazerem os deveres de casa dos populares. Além disso eles também são constantemente ameaçados pelos populares em épocas de provas e outros testes. Eles estão aí para manter o equilíbrio nos corredores do colégio, já que os populares têm muita coisa para fazer para perderem tempo com deveres e provas. Não sou tão popular assim, mas confesso que já consegui que um nerd fizesse meu dever por pura falta de interesse e preguiça em fazer. Afinal, de que servem os nerds se não pra fazer com que consigamos boas notas?

12 13 de Março de 2012

Querido diário,

partindo para as quadras e campos do colégio estão os esportistas. Ah, os esportistas… Os garotos mais desejados são também os mais bonitos e aqueles que fazem parte de alguma equipe principal do colégio e defendem com unhas e dentes a camisa que vestem. Geralmente são do time de futebol americano e desfilam com as jaquetas da equipe arrancando suspiros e mexendo com o imaginário das garotas por onde passam. Inclusive com o meu, é claro! Apesar de bonitos e com fama de pegadores são, em sua maioria, os maiores ogros e babacas de toda a escola. Fora do time são tão perdedores quanto o resto dos alunos. Um exemplo claro desses garotos são Puck e Finn (Glee) que, apesar de populares, entraram para o coral dos maiores perdedores do colégio. Pois é, até agora não acredito nesses dois cantando e dançando pelos corredores… Okay, no fundo eles até podem ser boas pessoas mas lembre-se que isso é uma exceção à regra, diário.

Como todo bom time tem uma boa torcida, nos arredores das quadras se encontram as líderes de torcida. As garotas mais bonitas e habilidosas do colégio formam a equipe responsável por animar o time e também as arquibancadas da escola. De saias curtas e corpos invejáveis elas são esnobes e, atrás das populares, as mais conhecidas do colégio. Geralmente são elas as responsáveis por dominarem os meninos do time principal e intercalam suas vidas entre estar pendurada nos pescoços dos meninos e horas árduas de treinos. Algumas têm super poderes, como Claire Bennet (Heroes) e outras tem o super-poder de serem o mais bitches que conseguirem como é o caso de Quinn, Santana e Britanny (Glee). Bitches ou não, o fato é que elas figuras principais em qualquer high school que se preze. Até agora não sei qual é esse super poder que essa tal de Claire tem, acho que isso é tudo mentira. E não me atrevo a lançar um olhar em direção à essas três últimas porque elas são capazes de me matar com um olhar. Confesso que sempre quis entrar para a equipe de líderes de torcida mas depois de um tempo me contentei em somente observar e torcer para que essas bitches torçam seus pés nas acrobacias…

Abril de 2012

Querido diário,

esqueci que dia é hoje mas sei que acabou o spring break com ele a paz na diretoria da escola… Ao contrário da vida de atletas e almejo pelas bolsas na faculdade, estão os alunos que têm sua vida rodeada de baladas regadas à muita bebida e drogas: a turma dos rebeldes e descolados. Ouvi dizer que os irmãos Tony e Effy (Skins) são os líderes de suas turmas e responsáveis muitas vezes por colocar todo mundo em problemas, inclusive eles mesmos. A maioria desses rebeldes que conheço tem uma família bastante desestruturada o que pode ser a causa de tamanha rebeldia desse pessoal que não mede as consequências quando o assunto é esse tipo de diversão. Até os classificados como os mais caretas vão na onda dos ditos descolados. E que aqui fique bem claro que nunca fui na onda deles mas também não sou careta! O problema é que essa diversão e consumo exagerados de drogas ilícitas nem sempre acabam bem e a confusão reina na vida desses jovens. Problemas envolvendo a polícia são comuns e a presença dos responsáveis na diretoria da escola é frequente. Felizmente meus pais nunca precisaram ir até a sala do diretor para terem uma conversinha…

22 de Maio de 2012

Querido diário,

se por um lado temos os famosos por frequentar a diretoria, por outro temos os famosos e talentosos de fato. Por aqui sempre rolam aqueles festivais de talentos… e alguns alunos são os verdadeiros artistas do colégio. Não existe lugar melhor que o colégio para se exibir para os perdedores de plantão e ser o assunto do momento nos corredores. Alguns jovens talentosos podem até esconder sua identidade para conseguirem manter uma vida normal de adolescente, mas ouvi alguém comentando outro dia no banheiro que Hannah Montana  e Miley Stuart são a mesma pessoa. É, acho que esse disfarce não vai durar por muito mais tempo…

Mais do que enfrentar problemas e esconder sua verdadeira identidade, alguns  adolescentes também se escondem nos armários do colégio. E as vezes até saem deles… Muitas vezes a confusão reina na cabeça desses jovens e muitos deles acabam se descobrindo e se aceitando nessa fase, onde tudo é tão simples e complicado ao mesmo tempo. Admiro Emily e Naomy (Skins), Santana (Glee) e Jack (Dawson’s Creek) que apesar do medo do preconceito, foram corajosos o suficiente para assumirem sua sexualidade perante a sociedade e continuarem de cabeça erguida apesar de todas as fofocas pelo corredores do colégio.

19 de Julho de 2012

Querido diário,

apesar das diferenças, no final todos são iguais e o momento mais esperado do ano finalmente chegou: o baile de formatura! Esperado por muitos e temido pelos excluídos, o baile é a oportunidade dos populares se tornarem o rei e rainha do baile e dos excluídos de finalmente saírem com alguém (isso se forem convidados, é claro). As garotas têm a oportunidade de desfilarem em vestidos deslumbrantes e os garotos têm a oportunidade de conquistar a garota de seus sonhos. E como num bom baile de formatura não pode faltar música, o elenco de Glee anima a festa com seu repertório diverso. O ponche também é um ingrediente indispensável pra festa continuar. E enquanto vemos alguns partirem para a faculdade podemos continuar observando esse loop infinito de acontecimentos na vida de uma jovem que ainda tem mais um ano de high school pela frente. Se eu não conseguir ser a rainha do baile esse ano, me aguardem ano que vem!

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Especial produzido por Gabriela Pagano e Maísa França.

As formaturas e as transformações das séries

Data/Hora 15/03/2013, 11:22. Autor
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Dizem que a escola surgiu no período clássico da história. Para quem faltou esta aula, esse período é conhecido pela hegemonia da Grécia e de Roma, pelos avanços filosófico, científico e educacional. 

Não se sabe ao certo quando e onde a primeira escola surgiu, nem o primeiro diretor, zelador, CDF ou atleta popular, mas de certo apenas que daquela época de romanos, troianos, gregos, bizantinos e muitos outros povos, herdamos muitas coisas como o ensino das artes, do esporte, as provas, e o desejo louco de transformação. A palavra escola, que vem do grego, quer dizer lazer. Naquela época, o espaço educativo servia para se divertir coletivamente. Já no império bizantino, escola era sinônimo de guerra, onde meninos eram treinados para o combate. O sistema de ensino romano mesclava um pouco de lazer e luta, um pouco como as escolas de hoje em dia, certo?

Divertido ou não, dia 15 de março comemora-se o Dia da Escola.Um cenário tão importante na vida das pessoas quanto nos seriados de TV. Centenas de séries tem o local como tema principal para seu enredo, mas todo ciclo tem seu fim, e os anos de escola se acabam e a transformação radical que é a formatura torna-se um grande desafio. 

Roteiristas, produtores e atores de séries com temática colegial sabem que há uma linha muito tênue para erros em um momento como este,  esta barreira natural de história desafia-os a buscar um novo rumo para que o seriado perdure. É preciso ter coragem para apostar em algo novo e, além disso, competência para modificar parte da identidade de um show e mantê-lo como algo plausível e de qualidade.

Percebendo o erro a tempo

Nessa linha pós formatura, inúmeras séries tentaram fazer com que os caminhos dos personagens seguissem e que mesmo em meio a novos cenários, personagens e histórias, conseguissem manter a mesma qualidade de sempre. Mas nós já sabemos, nem sempre essa fórmula da certo. Porém, séries como One Tree Hill e Smallville perceberam que os enredos seriam limitados com foco total nessa área.

Em oito anos de One Tree Hill, muitos assuntos foram abordados. Do ínicio da briga entre Lucas Scott e Nathan Scott no colégio e nas quadras de basquete, até o tema família. Apesar de tocar assuntos importantes que envolvem o cotidiano dos personagens, essa transição da adolescência para a maturidade se dá de maneira mais brusca. As quatro primeiras temporadas pontuaram temas como casamento na adolescência, rótulos, amigos-irmãos, morte, gravidez. Já na quinta temporada em diante, a série tomou outro rumo indo para tópicos como adoção, sucesso e fracasso profissional e redenção. Os adolescentes, que começaram com 16 anos, passam a ter outro estilo de vida e outra rotina: as roupas não são as mesmas, nem ao menos o trabalho e suas atitudes.

Quando Smallville começou, lá na finada WB, o plano era durar apenas uns quatro anos. Tempo necessário para o jovem Clark Kent se formar no colegial. Mas não foi bem assim. Os conflitos internos do pobre super garoto eram muitos bons para serem encerrados, e a série acabou durando dez longos anos. Quando a turma do Smallville High se formou, a faculdade parecia algo dado como certo, até que perceberam que a opção não seria muito boa, e logo resolveram dar um jeito na passagem dos personagens pela universidade. No final das contas, ninguém se formou de fato. O que daria uma dor de cabeça para o Ministério da Educação, funcionou muito bem para eles. No final das contas, tanto Clark como Lois acabaram arruando ótimos empregos no jornal Planeta Diário, e a transição para Metrópolis finalmente foi feita, deixando para trás anos e anos de muito aprendizado. Smalville High ficou apenas na lembrança, e foi palco do episódio 200 da série, mostrando o quanto foi importante os tempos de escola.

Quando as boas intenções não são o bastante

Assim como os fãs não sabem o que esperar de sua série preferida quando esta toma novos rumos, os roteiristas também se sentem inseguros ao tomar certas decisões que são irrevogáveis. Muitas vezes não sabem no que focar ou em que intensidade focar.

É o caso de Veronica Mars, que foi o thriller adolescente que nos encantou durante muito tempo. A história da estudante, filha de um policial, que concilia os estudos e seu trabalho como uma espiã junior rendeu três ótimas temporadas, mas não resistiu à ida da garota para a faculdade (a série só durou uma temporada depois que Veronica se formou e mergulhou de cabeça na vida universitária). As histórias investigativas manteram seu padrão de qualidade, porém, a mudança de personagens e os novos ares do show foram de maior destaque, e acabaram levando a série ao cancelamento, após 64 episódios exibidos.

Também no mesmo barco, talvez o modelo mais clássico de série teen não tenha deixado que The O.C. evoluisse para algo mais. Eles bem que tentaram, atiraram a história para todos os lados, mas o resultado foi tão bom que a série não resistiu a um ano universitário. E não, não foi somente a troca de personagens que definiu esse final um tanto trágico para a série. The O.C. foi a prova que uma série ganha muitos pontos com um bom cenário e uma trilha sonora de primeira linha, mas não consegue sobreviver sem um enredo sólido, para The O.C. a formatura foi um sepultamento.

Quando os ventos sopram à favor

Mas, em alguns casos, vemos um amadurecimento da série e sua transformação de algo teen para algo mais acaba ocorrendo gradativa e naturalmente, a mudança de horizontes não nos soam estranha e sim necessária e além do crescimento dos personagens temos um recomeço para a série.

Da linha tênue que separa amizade do amor, das incertezas de todo adolescente e sobre as abordagens mais fortes sobre tabus, assim como na realidade, Dawson’s Creek mostra como adolescentes se transformam em verdadeiros adultos. Depois da escola, até a faculdade, as pessoas podem amadurecer, mesmo não querendo, e podem manter suas esperanças e sua imaginação de estudante o tempo que quiser. Desde que tenham consciência de que as coisas podem não ser da mesma maneira que as pessoas sempre sonham.

A história de Gilmore Girls segue o ritmo de Rory: Comportada, bem organizada, do início ao fim é possível entender a rotina de uma personagem que estudava, tinha boas notas e que foi bem sucedida na sua escolha. Rory sempre estudou e teve a ajuda de seus avós, mas isso não seria completo se não fosse pelo apoio de sua Lorelai. Desde o início a mãe de Rory passava por um aperto para fazer com que sua família entrasse em uma boa escola, mas depois de passar por poucas e boas, como ter que se mudar para Hartford e pedir um empréstimo aos seus pais, é possível perceber que o cenário colegial de Rory se transforma ao mesmo tempo que a personagem tem uma transformação interna: Ela vai a universidade, muda seu estilo de vida e seu jeito de pensar. As roupas já não são as mesmas, nem ao menos o corte de cabelo. Do cabelo longo, ingênuo, às mechas curtas e a franja sérias que mostram seu posicionamento diante do trabalho e de suas responsabilidades. Ela aparece muito mais série do que antes e isso reflete cada vez mais em suas atitudes. Até mesmo o ambiente da faculdade, Yale, mostram que ela tem que lidar com pessoas que arrogantes, como seu pretendente, mas isso não deixa com que ela tenha influencia no seu próprio jeito de ser.

Atualmente…

Hoje alguns shows tentam superar as desconfianças que a transição do ensino médio ao superior causa. Os fãs temem que o fantasma das séries do passado que deram errado assombrem a trama de Glee. Já The Middle, tem a vantagem de a formatura não ser um ponto crítico na história, que tem um foco diferente, mas apesar disso é interessante o rumo que Sue e Axl estão tomando, com motivações próprias eles estão enfrentando esse momento de transição da vida.

Após fazer os telespectadores cantaram e se emocionarem com grandes sucessos durante todo o ensino médio com o coral da escola e estabelecer uma forte relação com eles, Glee apostou alto, e vem dividindo opiniões em sua atual temporada. A série dividiu-se em dois núcleos, o universitário e o colegial, e isto dividiu muito seus fãs que temem que a falta de dinâmica e inconstância que a historia pode tomar atrapalhe os rumos de seus personagens. Há quem diga que a mudança foi boa diante de uma fórmula que já se mostrava batida após alguns anos enquanto a parcela mais saudosista reclama que a essência da série está aos poucos se perdendo.

Em The Middle é possível notar a influência do ambiente escolar na vida de Sue, Brick e Axl. Nessa história, é como se o dia a dia com amigos, aulas chatas e professores malucos pudessem determinar o humor de cada um dos personagens. Sue convive com suas amigas/colegas no grupo de torcedoras, Brick tem dificuldade de falar com outras crianças e Axl passa a pensar na faculdade. Depois de um certo tempo do seriado, cada um cresce e, a medida que eles evoluem dentro e fora da escola, os comportamentos deles demonstram que a cada episódio mais um passo é dado em busca de um futuro. Em especial, Axl teve essa mudança de espaço, que está em continuidade na quarta temporada da série, quando ele e seus amigos entram para a Universidade. Parece que as coisas mudariam facilmente para cada um deles, os chamados veteranos da escola, mas depois de ver como as coisas passaram muito rápido no colegial, Axl tem consciência de que ele amadureceu, mesmo não sendo tão sério como as outras pessoas.

Texto produzido por João Freitas, Cinthia Quadrado e Júlia Berringer.

Os bibliotecários e as séries de TV

Data/Hora 12/03/2013, 17:50. Autor
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Organizar, tratar, analisar e permitir a recuperação da informação, independente do meio e do suporte. Num mundo repleto de contéudo, é deles o papel de colocar a ordem no meio de tanto conteúdo que nos rodeia: os bibliotecários.

Neste dia 12 de março, data que celebra o Dia do Bibliotecário, o TeleSéries faz uma retrospectiva de como estes profissionais costumam aparecer na televisão – seja nas séries que valorizam a imagem e a importância da profissão, seja nas séries que perpetuam alguns valores errados que a classe gostaria de deixar para trás. Confira abaixo a nossa homenagem a todos os bibliotecários:

O Bibliotecário como guardião do conhecimento

Giles em Buffy, A Caça-Vampiros

O personagem Rupert Giles, do drama de sci-fi Buffy, a Caça-Vampiros é certamente o mais popular bibliotecário da TV. Ao longo das três primeiras temporadas da série, o mentor da caça-vampiros Buffy, a treinou na biblioteca da escola Sunnydale High. Ser bibliotecário, poderíamos pensar, poderia ser apenas um disfarce. Mas os fãs de Buffy sabem que é mais do que isto: o local era o ponto de encontro da Scooby Gang, como ficou conhecido o grupo de amigos que a ajudavam a combater as forças do mal, e também era nos livros que o grupo encontrava as informações para combater vampiros e demômios – pra uma biblioteca escolar, eles tinham um senhor acervo de livros de magia!

Giles, num primeiro momento, nos remete aquele que o estereótipo de um bibliotecário – escondido atrás dos óculos, intelectual, tímido e contido, preocupado em impor regras para sua protegida e avesso à tecnologia. Com o passar das temporadas, outros lados da personalidade afloram e um passado misterioso se revela. Giles vai se tornando um personagem tridimensional, sofisticado, e especialmente querido dos fãs da série.

Os bibliotecários devem bastante a Joss Whedon, o produtor de Buffy, na divulgação da profissão. No spin-off Angel ele também colocaria em cena uma bibliotecária: a tímida Winifred Burkle, a Fred -introduzida na segunda temporada da série, no episódio Belonging. Desaparecida por cinco anos após ser sugada para outra dimensão por ler uma passagem de um livro demoníaco (cuidado!), Fred acaba se tornando uma importante aliada de Angel e sua equipe. Fred, infelizmente, acaba falecendo na quinta temporada – uma despedida que emocionou os fãs da série.

Entre 2004 e 2008, a TNT produziu três telefilmes com Noah Wyle, inaugurando a franquia The Librarian na televisão. Noah Wyle é Flynn Carsen, um estudante-gênio, com 22 graduações no currículo, que vai trabalhar na Metropolitan Public Library. Ali ele descobre que seu papel é mais importante do que imagina: proteger uma seção secreta da biblioteca, que guarda itens mágicos. Quando uma parte da Lança do Destino é roubada da biblioteca, ele parte para uma viagem pelo mundo em busca do artefato. É, aqui temos o bibliotecário mais atlético, praticamente um Indiana Jones!

Existe ainda uma comédia dedicada especialmente ao mundo das bibliotecas. É The Librarians, que teve três temporadas exibidas entre 2007 e 2010 pela rede de TV australiana ABC. O seriado nunca foi ao ar no Brasil.

De fato, os bibliotecários, e a importância de seu trabalho na sociedade, ocupam um espacinho pequeno na cultura televisiva, menor do que mereciam. Mas aqui e ali, numa série ou outra, as bibliotecas e seus responsáveis tem o seu valor mostrado. Na cena abaixo, da cômica série Batman, dos anos 60, uma cena com a Barbara Gordon, a Batgirl, aborda a importância de se manter bons acervos:

 
E bibliotecas costantemente são usadas como cenários de séries de TV. Seja nos dramas teen ou universitários, nas séries policiais (especialmente aquelas ambientadas em Nova York, que podem usar como cenário a imponente New York Public Library) e mesmo nas de ficção científica. Em Doctor Who, o episódio Silence in the Library é todo ambientado em um planeta que comporta a maior biblioteca do Universo, que reúne todos os livros já escritos.

Recentemente, em Once Upon a Time, a personagem Belle assume o comando da biblioteca pública de Storybrooke. Na versão da Disney do conto de fada A Bela e a Fera, a Fera tem uma biblioteca gigantesca, e a Bela é uma leitora voraz. Talvez por conta da releitura da Disney, os produtores acharam que seria interessante colocar Belle ao lado de livros. Mas é importante dizer: ser bom leitor não faz ninguém um bibliotecário – para exercer a profissão é necessário um diploma de curso superior.

O bibliotecário como disciplinador

Dawson's Creek - Detention

– Bem-vindos ao castigo de sábado. Castigo não é diversão, é penitência. (…) Vocês ficarão na biblioteca até às 17h (…) Como vocês sabem eu sou a bibliotecária. Tenho coisas importantes a fazer na sala de audiovisual. Se, por algum motivo, eu tiver que vir aqui discipliná-los, vocês passarão o resto do dia guardando livros e organizando cartões.

Os bibliotecários, no entanto, sofrem com uma imagem que acabou incrustrada no imaginário popular: a do disciplinador, que impõe medo. A educação infantil mudou – mas a imagem da bibliotecária carrancuda, que pune e exige silêncio dentro da biblioteca, parece que teima em continuar.

O diálogo acima, do episódio Detention, da primeira temporada de Dawson’s Creek, resume bem isto. Exibido em 1998 na TV americana, e claramente inspirado no filme adolescente O Clube dos Cinco (The Breakfeat Club), ele mostra que na escola da cidade de Capeside, os alunos que vão pra detenção precisam passar todo o sábado presos, na biblioteca, sob a supervisão da bibliotecária.

O trabalho do bibliotecário consiste em diversas e sofisticadas tarefas, que envolve a classificação, conservação e o gerenciamento de acervos. Mas o que infelizmente cola no imaginário são as questões que envolvem o relacionamento do profissional com o usuário, o que geralmente leva a conflitos: entre elas se destaca a manutenção do ambiente da biblioteca como um espaço de silêncio. A série terror infantil Clube do Terror (Are You Afraid of the Dark?) tem um episódio, chamado The Tale of the Quiet Librarian, que aborda justamente isto. Para crianças, o silêncio pode ser algo bem assustador!

Glee - Bad Reputation

Mas a imagem aos poucos vai mudando. Em Glee, no episódio Bad Reputation, Archie, Tina, Mercedes, Kurt e Brittany tentam posar de bad guys na escola e decidem fazer isto fazendo barulho na biblioteca (o que, no caso da série, implica em fazer um número musical). A biblioteca é zelada por uma senhora idosa, de óculos e cara de poucos amigos. Mas tudo o que eles conseguem, com uma performance de U Can’t Touch This, do MC Hammer, entre as mesas da sala de leitura é um elogio dela: “isto foi muito fofo”.

Além do silêncio, um bibliotecário pode aterrorizar um estudante com suas pesadas multas por livros não devolvidos.

Em um episódio hilário de Um Amor de Família (Married with… Children), Al Bundy tenta passar a perna na velha bibliotecária – que não só se se lembra do tempo em que ele estudou no colégio, como quer cobrar dele uma multa no valor de 2.163 dólares. Ele tenta passar a perna nela, a distraindo e recolocando o livro nunca devolvido direto na prateleira. Filmado por uma câmera de segurança, Al acaba aparecendo no noticiário na televisão e se tornando a vergonha da cidade. Antes de se finalmente aposentar, ela diz para Al:

– Senhor Bundy, você se tornou o Fredy Krueger do sistema de bibliotecas.

Jerry Seinfeld também tem um problema parecido. No episódio The Library, de Seinfeld, ele é procurado pelo “library cop”, Mr. Bookman, que quer cobrar dele uma multa por um livro não devolvido em 1971! (No mesmo episódio, Kramer também se encanta pela bibliotecária – que teima em ignorar Jerry enquanto carimba livros – mas isto é assunto para o próximo tópico).

Existe um episódio de Coragem, o Cão Covarde (Courage the Cowardly Dog), chamado Fúria da Bibliotecária que resume bem o pânico que uma biblioteca pode causar numa criança, digo, cachorro:

 
Os bibliotecários também aparecem com vilões em Parks and Recreation. Ou ao menos são os inimigos declarados do departamento de Parques da cidade de Pawnee na disputa pelas verbas públicas. No episódio Ron and Tammy, da segunda temporada, Leslie descreve o grupo da seguinte forma:

– O departamento da biblioteca é o mais diabólico e sem escrúpulos grupo de burocratas que já vi. São como uma gangue de motoqueiros. Mas em vez de espingardas e anfetaminas eles usam a política e nos mandam ficar em silêncio.

O fetiche pelas bibliotecárias

Bones - The Passenger in the Oven

Booth:

– Tudo que eu quero é que você tire seus óculos, solte seus cabelos e me diga: “senhor Booth, você sabe qual é a multa para um livro atrasado?”

Brennan:

– O quê?

Booth:

– Esquece.

No episódio The Passenger in the Oven, da série Bones, Booth vê a colega Brennan com os cabelos presos e de óculos e a imagina numa cena sensual, como bibliotecária. Não é o primeiro e não é o último. A imagem da bibliotecária como símbolo sexual é antiga e remonta aos desenhos das pin-ups, ilustrações e fotografias de mulheres sensuais que os soldados levavam consigo na II Guerra Mundial. Na época, as mulheres tinham muito menos espaço no mercado de trabalho, talvez por isto se tornou tão comum fantasiá-las em profissões como enfermeiras, professoras e bibliotecárias.

Em um episódio da comédia My Boys, PJ tenta seduzir Bobby, seu namorado, fantasiada como um bibliotecária sexy. A vestimenta remete a esta clássica imagem de uma pin-up – camisa branca, saia preta justa, meia calça presa por cinta-liga e, claro, os óculos de aro preto e os cabelos presos. PJ, no entanto, não tem sucesso: não consegue fazer Bobby largar o Playstation.

My Boys - The NTO

Quem não resiste aos encantos da bibliotecária é Kelso, de That ’70s Show. Ele acaba se envolvendo com Brooke, personagem introduzida na sexta temporada da série – e tem um filho com ela. Dick Solomon, o extra-terrestre de 3rd Rock from the Sun, é outro que acaba seduzido por uma bibliotecária.

Verdade seja dita, bibliotecárias parecem exercer uma atração nos jovens, mesmo não quando não são sexys. Na comédia The Middle, no episódio Thanksgiving II, o menino Brick fica excitado ao saber que uma bibliotecária vai jantar na sua casa. A bibliotecária em questão, a namorada de Bob, é bem esquisitinha. Mas Brick nem percebe, se veste especialmente para a ocasião, monopoliza a conversa com ela sobre livros e deixa Bob com ciúmes. A química entre os dois é tão boa que rola até uma piadinha interna sobre a classificação decimal de Dewey.

Brick:

– E então eu entreguei o livro para ele e ele arquivou em 592, mas era um livro de botânica!

Lisa:

– Meu Deus, todos sabem que botânica é 580-589!

Brick:

– Claro!

Community - Early 21st Century Romanticism

O fascínio por bibliotecárias pode ser bem explicado pelo anti-social Abed, da série Community – série esta que tem a maioria de suas cenas ambientadas na sala de estudos de uma biblioteca. No episódio Em Early 21st Century Romanticism, ele e Troy estão apaixonados pela bibliotecária da universidade:

Troy:

– Por que ser bibliotecária a faz ser mais gata?

Abed:

– São guardiãs da sabedoria. Guardam respostas de todas as perguntas. Tipo: “Casa comigo?” e “Por que ainda existem bibliotecas?”

Piadinhas a parte, sexys ou malvados, ou simplesmente profissionais, os bibliotecários são indispensáveis. Na ficção e especialmente na nossa sociedade.

 
Com a colaboração de Maísa França

O TeleSéries veste a camisa pelas causas das mulheres

Data/Hora 08/03/2013, 11:00. Autor
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Era 8 de março de 1857 quando funcionárias de uma fábrica têxtil, em Nova York, ocuparam o local e entraram em greve contra as péssimas condições de trabalho a que eram submetidas. A manifestação foi reprimida com violência e acabou com aproximadamente 130 mulheres mortas em um incêndio. Então, em 1910, em uma Conferência na Dinamarca, estipulou-se que na data seria comemorado o Dia Internacional da Mulher, em homenagem a elas. E desde 1975, quando a ONU oficializou a data, ela é celebrada ao redor do mundo.

Infelizmente, este não é um dia apenas para ser celebrado. O machismo – em suas mais variadas vertentes –, apesar dos inúmeros avanços obtidos nesses mais de cento e cinquenta anos, ainda assola o mundo e nos faz lembrar a todo instante que 8 de março não é dia de flores. É dia de luta.

E ainda há um longo caminho para trilhar. E encontramos nos seriados muitos exemplos de que, apesar dos problemas, a luta há de ser constante.

Quem não lembra da coragem de Peyton, de One Tree Hill, que no episódio Don’t Take Me for Granted orgulhosamente exibiu uma camiseta com os dizeres “sapatão” em frente a toda a escola? É o exemplo clássico de que é preciso vestir a camiseta de uma causa, ainda que ela não seja nossa. Que o problema do mundo está em não vestir a camiseta das causas dos outros. E é por isso que hoje o TeleSéries aproveita a data não apenas para homenagear as mulheres, mas para se juntar à luta por uma sociedade mais igualitária e justa.

“Descubra-se feminista”

O feminismo, ao contrário do que superficialmente se imagina, não busca a supremacia da mulher sobre o homem. O movimento tem como meta direitos iguais e uma convivência livre da opressão baseada em normas de gênero. Falando em feminismo, impossível não lembrar da Carrie Bradshaw, de Sex and The City. Ou vão dizer que nunca imaginaram a estilosa personagem defendendo o direito de acesso a métodos contraceptivos, a igualdade salarial entre os gêneros e o direito da mulher de decidir sobre o próprio corpo?

Sex and the City mostrou que as mulheres não são objetos que possuem funções, mas, assim como os homens, são humanos que possuem personalidade. Sem precisar pegar em cartazes ou organizar passeatas, Carrie deixa claro que é feminista cada vez que preza pela sua autonomia profissional, existencial e sexual, sem deixar de compartilhar suas dúvidas e angústias sobre relacionamentos e sobre a vida em geral. E sim, ser feminista é, também, defender que as mulheres tem o direito de fazer o que quiserem, inclusive torrar o dinheiro em sapatos Manolo Blahnik e correr atrás de homens.

“Isso não é sobre sexo, é sobre violência”

A violência contra as mulheres é plot recorrente em vários seriados. E, infelizmente, o plot é recorrente no “mundo real”, também. Segundo o Mapa da Violência 2012, do Ministério da Justiça, a cada três minutos uma mulher é agredida no Brasil. Os dados baseiam-se nos atendimentos por violência do SUS, que no período pesquisado foram de 107.572 atendimentos, sendo que destes, 70.285 (65,4%) foram contra mulheres. Mas os dados são ainda mais alarmantes, se levarmos em consideração que muitas mulheres são agredidas diariamente e por diversos fatores não procuram ajuda e acabam não entrando nas estatísticas.

Foi isso que vimos acontecer, recentemente, com a treinadora Beiste, de Glee. Ela demorou para abrir o jogo sobre o que estava acontecendo e pedir ajuda e, com problemas de auto-estima, acabava se sujeitando a violência por achar que, caso perdesse o marido, não conseguiria encontrar outra pessoa capaz de amá-la. Glee reproduziu muito bem o problema enfrentado por boa parte das mulheres que sofre violência doméstica, já que o marido prometia que iria parar, enquanto ela mentia para as pessoas que tinha saído de casa.

Na série, foi só com o apoio dos alunos e dos outros professores que ela conseguiu se separar. É assim também na vida real. Infelizmente muitas vezes a realidade é bem diferente e o final não é feliz. Entre os anos de 1980 e 2010, 92.100 mulheres foram assassinadas no país. O mais alarmante é que houve um crescimento, no período, de 230% no número de mortes. Na ficção, a violência contra a mulher também mata: na série Being Human, Annie é um fantasma que vaga pela sua antiga casa sem saber o motivo. É quando descobrimos que a sua morte foi provocada por uma agressão do noivo, numa crise de ciúmes.

“Ensine o homem a respeitar, não a mulher a temer. Meu vestido não é um convite para o seu estupro”

E se violência doméstica é plot recorrente nos seriados, o que falar sobre a violência sexual?

Há não muito tempo, a Charlotte, de Private Practice, foi estuprada em pleno local de trabalho. No Brasil, segundo dados do mesmo relatório citado anteriormente, em 2011 foram atendidas 13 mil mulheres vítimas de violência sexual. E ao contrário da série, a violência costuma acontecer nos lares das vítimas.

Mas muitas coisas retratadas em Private Practice refletem o cotidiano das mulheres sexualmente ofendidas. Charlotte sofreu com a vergonha de ter sido estuprada, e por isso não denunciou o agressor e tentou manter o estupro em segredo. Mas o apoio dos amigos e de Cooper, o marido fofo, foram decisivos e ela acabou superando o episódio e reconhecendo o estuprador.

Outro seriado que tratou muito sobre a temática foi Veronica Mars. E mostrou uma outra vertente, que é a da violência sexual no âmbito das universidades. A própria série inicia com a busca da protagonista por identificar quem a estuprou. Veronica consegue identificar, ao contrário de tantas mulheres, o agressor, e nesse ponto o seriado aborda outra questão. O criminoso havia sido vítima de violência sexual na infância, e acaba se suicidando. Uma prova dos graves danos que a violência sexual traz às vítimas, que muitas vezes não conseguem superar o ocorrido. Ou dedicam todas suas vidas à superá-lo.

Prova disso é a Detetive Olivia Benson, da Unidade de Vítimas Especiais da Polícia de Nova Iorque. Law & Order: Special Victims Unit aborda semanalmente esta temática, mas o caso mais icônico é o da própria deterive. Olivia é “filha de um estupro”. E por causa disso, durante muito ela acreditou que não era amada pela mãe, em razão das dificuldades que ela tinha em lidar com a violência. E foi esse padrão psicológico que acabou por definir a vida de Olivia e prejudicar todo e qualquer relacionamento amoroso que ela tenha tentado nestas 13 temporadas. Mas foi também em razão disso que ela resolve, em uma espécie de “vingança”, se dedicar a solucionar crimes envolvendo violência sexual. Um belo exemplo de superação e de perseverança.

Ah, e não podíamos falar de agressão sexual sem lembrar de Barrados no Baile (Beverly Hills, 90210), em que duas de suas protagonistas foram atormentadas pelo problema. Valeria Malone era estuprada em casa pelo próprio pai. Depois de um longo tempo sofrendo ela ameaça expor ele, que comete suicídio. E, como se não bastasse, a personagem volta a sofrer violência sexual na oitava temporada. Kelly Taylor também sofreu duas vezes violência, uma delas em sua primeira relação sexual e a outra na nona temporada, quando já era uma mulher independente. Ela passa a ter medo de andar sozinha na rua, de ficar sozinha em sua loja… E ao se reencontrar com o agressor acaba o matando. Mais um exemplo de que, infelizmente, muitas vezes a ficção imita a vida.

“O silêncio é cúmplice da violência. Denuncie”

Denunciar é importante. É vital. Há poucas semanas, em um episódio exibido nos EYa, Bones deu exemplo. Além de tratar sobre um assunto muito importante, que é o fato de as mulheres muitas vezes sentirem-se culpadas pela violência que sofrem – reflexo da nossa sociedade machista e patriarcal – a Fox ainda produziu chamadas com Emily Deschanel, a estrela do seriado, ressaltando a importância de denunciar estes casos.

Muitas mulheres tem medo de sofrer ainda mais violência ao denunciar. Mas é através das denúncias que os culpados punidos, e a violência acabará diminuindo, ainda que a longo prazo.

Por isso, se você, assim como as inúmeras personagens aqui citadas, sofre violência de qualquer tipo, procure a Delegacia da Mulher de sua cidade, ou, caso ela não exista, vá até a DP da Polícia Civil ou ligue para a Central de Atendimento a Mulher, que funciona 24 horas através do número 180. Seja a protagonista da sua vida!

“Somos tod@s vadi@s”

O TeleSéries vestiu, assim como Peyton, literalmente, a camisa da causa. Confira na nossa página no Facebook a galeria de fotos dos colaboradores do TeleSéries prestando sua homenagem e seu apoio a todas as mulheres.

‘Bones’, ‘Glee’ e mais: Fox anuncia seu calendário de final de temporada

Data/Hora 01/03/2013, 15:27. Autor
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Assim como fez o canal CW fez há poucos dias, a Fox também anunciou seu calendário de final de temporada da midseason 2013 – ou seja, a data dos capítulos finais de suas séries nesse primeiro semestre do ano.

Atrações famosas da emissora, como o musical Glee, a comédia New Girl, o drama Bones e a competição American Idol, todas têm seus episódios finais programados entre abril e maio. O que quer dizer que, a partir da data marcada, as produções entram em hiato e só retornam à TV no segundo semestre do ano, para a estreia de suas novas temporadas.

Por isso, prepare seu coração! Já que os episódios finais, apesar de trazerem muitas emoções e as aguardadas resoluções das tramas, anunciam também que teremos que tirar “férias forçadas” de alguns programas, um sentimento agridoce… Mas a Fox também aproveitou para anunciar a estreia de outras atrações. Confira!

*horários referentes ao fuso horário local dos Estados Unidos

Sexta-feira, 5 de abril
20h: Kitchen Nightmares 

Sexta-feira, 26 de abril
21h: Touch

Segunda-feira, 29 de abril
20h: Bones
21h: The Following 

Sábado, 4 de maio
20h: COPS

Segunda-feira, 6 de maio
21h: Hell’s Kitchen (novos episódios)

Terça-feira, 7 de maio
21h: New Girl 
21h30: The Mindy Project 

Quinta-feira, 9 de maio
21h: Glee

Domingo, 12 de maio
20h3:  Bob’s Burgers
21:30: American Dad! 

Terça-feira, 14 de maio
20h: So You Think You Can Dance Season 10 (estreia de 2 horas)

Quarta-feira, 15 de maio
20h: American Idol (Season finale Parte 1)
21h: Does Someone Have to Go?  (prévia)

Quinta-feira, 16 de maio
20h: American Idol (Season finale Parte 2)

Domingo, 19 de maio
19h: The Cleveland Show (episódio final duplo)
20h: The Simpsons (episódio final duplo)
21h: Family Guy (episódio final duplo)

Segunda-feira, 20 de maio
20h30: The Goodwin Games (estreia)

Quarta-feira, 22 de maio
20h: MasterChef  (estreia de duas horas)

Quinta-feira, 23 de maio
20h: Does Someone Have to Go? (estreia)
21h: Hell’s Kitchen (estreia)

Sábado, 27 de julho
23h: Animation Domination (estreia)

Com informações do SpoilerTV.

Jane Lynch, de ‘Glee’, será anfitriã de novo programa de games da NBC


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A consagrada atriz Jane Lynch, ganhadora de prêmios como Emmy e Globo de Ouro, conhecida atualmente pelo papel da tirana treinadora de lideres de torcida em Glee, concordou emser anfitriã da próxima atração da NBC Hollywood Game Night.

NOTÍCIAS| Hollywood Game Night’, de Sean Hayes, tem sinal verde para produção na NBC

A série baseada em um game show será produzida por Sean Haynes e Milliner Todd, com uma ordem de 8 episódios, ainda está sem data de estreia prevista. No game show, celebridades vão se misturar com pessoas anônimas – não celebridades – e competirão prêmios em dinheiro em uma atmosfera de festa (drinks, aperitivos e música ao vivo).

“Com Jane Lynch a bordo como nossa anfitriã, nós agora temos um componente chave em um lugar que  animará ainda mais a diversão de uma festa de Hollywood que incluirá pessoas comuns da vida real”, disse o presidente alternativo da NBC ,Paul Telegdy. “Sua exuberante inteligência  e habilidade de pensar rapidamente serão combinação perfeita para nosso show, que dará aos espectadores  uma nova visão na vida dos bastidores de suas celebridades favoritas – e permitir-lhes uma chance de ganhar dinheiro também”, concluiu.

NOTÍCIAS| Jane Lynch poderá fazer participação na série de Charlie Sheen ‘Anger Management’

Lynch adicionou, “O formato é a certeza de fornecer uma série de resultados inesperados que manterão todos fora de controle e entretidos.”

Com informações do site Inside TV.

Site elege os 25 maiores showrunners da atualidade

Data/Hora 21/02/2013, 18:00. Autor
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Já dizia o ditado que por trás de todo grande sucesso da TV tem um Showrunner. Como num filme, a série vai muito além dos atores e o showrunner é o todo poderoso de uma série, aquele que dá o apito final em todas as questões relacionadas à produção da atração. Abaixo você confere uma lista de dos 25 maiores showrunners, que você não vê, mas que são os responsáveis pelo sucesso de muitas séries da atualidade. A lista é do site especializado Complex Pop Culture.
25. Liz Meriwether – New Girl (2011-)

New Girl pode ser considerado o primeiro sucesso de Liz Meriwether como showrunner. A segunda temporada da série alcançou sucesso entre os críticos e, junto com Lena Dunham, Veena Sud, e Mindy Kaling, Meriwether está se tornando um ícone no crescente número de escritores e produtores do sexo feminino. New Girl ainda deve tomar um bom tempo de sua carreira mas a carreira promissora de Liz Meriwether promete grandes projetos.

24. Kurt Sutter – Sons of Anarchy (2008-) e Outlaw Empire  (2012)

O ponto de partida de Sutter foi The Shield, que alavancou sua carreira. O sucesso na série tornou possível a produção de Sons of Anarchy. Esta tem sido sucesso absoluto e prova disso são os números de sua audiência. Sutter também produziu recentemente um documentário intitulado Outlaw Empire que se trata de uma visão diferente do crime organizado. É amado e odiado no twitter, onde publicou uma crítica à saída forçada de Glenn Mazzara, de The Walking Dead.

23. Julian FellowesDownton Abbey (2010-) e Titanic (2012)

O homem por trás dos grande jantares em Downton Abbey. Fellowes começou sua carreira de escrito no cinema com obras como Gosford Park e The Young Victoria. Downton Abbey marca seu retorno para a narrativa televisiva, seguida de sua recente minissérie sobre o Titanic. Apesar de seus trabalhos anteriores terem sido feitos para a televisão britânica, Fellowes fechou contrato com a NBC para produzir The Gilded Age, parecida com Downton Abbey, que se passa no século XIX em Nova Iorque.

22. Lena Dunham and Jennie Konner – Girls (2012-)

Lena Dunham foi assunto durante todo o ano de 2012. Girls foi a grande revelação do ano e isso rendeu à série e a Dunham (que interpreta Hannah no show) algumas premiações. Além disso a série ainda abriu novas oportunidades para a atriz e diretora como a nova produção da HBO, All Dressed Up and Everywhere to Go. Jennie Konner continuará como sócia de Dunham no novo projeto, Antes de Girls, Konner já havia produzido algumas séries de curta duração.

21. Kevin Williamson – Dawon’s Creek (1998-2003), Wasteland (1999), Glory Days (2002), Hidden Palms (2007), The Vampire Diaries (2007-), The Secret Circle (2011-2012), The Following (2013-)

Várias gerações de adolescentes têm um dívida com Kevin Willianson. Isso porque ele é responsável pela criação de vários sucessos televisivos. Começou nas produções teen com seu primeiro roteiro no filme da franquia Pânico (Scream) e daí surgiu a oportunidade para Dawson’s Creek responsável por inserir James Van Der Beek em nossos corações e a música de Paula Cole em nossas cabeças, para sempre. Em seus projetos mais recentes, Williamson inclinou-se um pouco para o suspense e horror, de uma forma ou de outra como em The Vampire Diaries, The Secret Circle e The Following.

20. Vince GilliganBreaking Bad (2008-2013)

Gilligan foi co-produtor em The X-Files, série que alavancou sua carreira. Depois do fim de The X-Files ele se preparou para que Breaking Bad fosse feita. A série alcançou sucesso de crítica e circulou no topo de algumas listas de melhores séries. Agora que Breaking Bad está chegando ao fim, o que será que Gilligan irá fazer para nos surpreender?

19. Aaron Sorkin Sports Night (1998-2000), The West Wing (1999-2006), Studio 60 on the Sunset Strip (2006-2007), The Newsroom (2012-)

É uma das vozes mais influentes no show business atual. Está por trás de sucessos como o filme  The Social Network (A Rede Social) e The West Wing. Suas produções ou são sucesso ou são fracasso, não têm um meio termo, exemplo disso é Studio 60 on the Sunset Strip que é parodiado até hoje. Atualmente é o cara por trás do sucesso The Newsroom.

18. Terence WinterBoardwalk Empire (2010-)

Antes de Boardwalk Empire, Winter foi responsável por séries como The Sopranos, Xena, Warrior Princess, e Flipper. Apesar dos boatos de que Winter esteja envolvido em projetos com Martin Scorcese e Mick Jagger para contar a história do rock ’n’ roll, parece que atualmente suas energias estão todas voltadas para Boardwalk Empire.
17. David Simon – The Corner (2000), The Wire (2002-2008), Generation Kill (2008), Treme (2010-2013)

Às vezes, o sucesso vem por conta da crítica e não por causa da audiência. É o caso de David Simon, ao longo de sua carreira. Enquanto The Wire é considerada uma das melhores séries de todos os tempos, quase ninguém ouviu falar de Treme, série recém-cancelada. A carreira de Simon na TV começou com a transformação de seu livro Homicide: A Year on the Killing Streets na série Homicide: Life on the Street. Agora que Treme está chegando ao fim, em seu site há diversas séries com o status “em desenvolvimento” incluindo uma história narrativa da Times Square de Manhattan.

16. Josh Schwartz e Stephanie SavageThe OC (2003-2007), The Mountain (2004-2005) Gossip Girl (2006-2012), Chuck (2007-2012), Hart of Dixie (2011-) The Carrie Diaries (2011-), Cult (2012-)

Josh Schwartz se tornou showrunner depois de criar The OC, depois disse passou a ser considerado o rei dos dramas adolescentes com Gossip Girl. Sua parceira de longo tempo Stephanie Savage é PhD em Estudos Cinematográficos e a parceria dos dois tem sido bem sucedida e são responsáveis pela maioria das séries do canal CW.

15. Jason KatimsRelativity (1996), Roswell (1999-2002), DeMarco Affiairs (2004),  Boston Public (2000-2004), Fertile Ground (2005), Pepper Dennis (2006), Friday Night Lights (2006-2011), The Wedding Bells (2007), Parenthood (2010-)

Pode ser estranho para os fãs de Friday Night Lights, já que a série ameaçou ser cancelada em praticamente toda temporada. A aclamação da crítica é responsável por manter Parenthood no ar, já que a audiêncida da série não é muito alta. Katims está cotado como showrunner de About a Boy, nova produção da NBC.

14. Hart Hanson – Judging Amy (2000-2003), Joan of Arcadia (2003-2004), Bones (2005-), The Finder (2012)

Bones é a série  de maior sucesso de Hart Hanson, mas o veterano da TV tem um currículo extenso. Hanson tem 16 diferentes créditos de TV como escritor ou produtor embora atualmente ele tenha feito as duas coisas. Apesar dos rumores, a série Bones continua bem.

13. Mike Schur e Greg Daniels – The Office (2005-), Parks and Recreation (2009-)

Depois que a parceria entre Mike Schur e Greg Daniels se iniciou, os dois nunca mais se separaram. Daniels, veterano em The Simpsons e Schur em Saturday Night Live agora estão juntos em Parks and Recreation. Schur está trabalhando em uma comédia policial, e Daniels tem vários projetos em andamento, incluindo um estrelado por Craig Robinson (The Office) como um professor de música do ensino médio.

12. D.B. Weiss and David Benioff  – Game of Thrones (2010-)

Weiss foi contratado para reescrever o script de Halo em 2006 – o projeto morreu. Weiss e Benioff foram parceiros em uma adaptação de Ender’s Game – o script não foi utilizado. Weiss foi parte de um projeto cotado para ser um prequel de Eu Sou a Lenda, o filme nunca viu a luz do dia. Apesar da carreira dos dois terem começado mal, o novo projeto dos dois, Game of Thrones se tornou um grande sucesso para a HBO.

11. Tina Fey – Saturday Night Live (1999-2006), 30 Rock (2006-2013)

Tina Fey faz de tudo. É atriz, autora, showrunner e até mesmo rapper. Para quem ficou órfão de 30 Rock, não se preocupe pois a atriz já tem contrato assinado com a NBC para uma nova produção.

10. Shawn Ryan – Nash Bridges (1996-2001), Angel (1999-2004), The Shield (2002-2008), The Unit (2006-2009), The Oaks (2008), Lie to Me (2009-2011), Terriers (2010), The Chicago Code (2011), Last Resort (2012)

Pode parecer estranho um showrunner ter suas últimas três atrações canceladas em suas primeiras temporadas, mas quando se faz muitos projetos é um risco a se correr e com Ryan não foi diferente. Ele espera que alguns de seus novos pilotos tenham uma vida longa na TV e aposta em Beverly Hills Cop, em parceria com a CBS e em Badlands, com a HBO. Ele já trabalhou com a CBS, FX, ABC, TNT, HBO e Fox.

9. Matt Weiner – Mad Men (2007-)

Mad Men está longe de ser o maior espetáculo da TV, mas o impacto cultural da série é inegável. De escrito à produtor executivo de The Sopranos, Weiner estava finalmente em condições de colocar no ar seu roteiro de Mad Men. O show encontrou uma casa na AMC, marcando a primeira incursão em séries originais da emissora.

8. Alan Ball – Oh, Grow Up (1999), Six Feet Under (2001-2005), True Blood (2008-), Banshee (2013-)

É difícil imaginar que Six Feet Under e True Blood venham do mesmo criador. Alan Ball é a mente por trás dessas produções e seu fascínio com a morte é um tema comum em suas obras. Ball deixou o cargo de showrunner de True Blood no ano passado e registrou sua despedida para seus fãs. Sua mais recente produção é Banshee que vem acumulando boas críticas.

7. Steve Levitan – Frasier (1993-2004), Just Shoot Me (1997-2003), Greg the Bunny (2002), Stacked (2005-2006), Back to You (2007-2008), Modern Family (2009-)

Steve Levitan é o cara por trás do sucesso da premiada comédia Modern Family. Não é de se surpreender dado o pedigree de Levitan na TV, na década de 90 esteve por trás de The Larry Sanders Show e Frasier dois sucessos que lhe renderam boas críticas no mundo da comédia.

6. Ryan Murphy – Popular (1999-2001), Nip/Tuck (2003-2010), Glee (2009-), American Horror Story (20011-), The Glee Project (2011-), The New Normal (2012-)

Não importa se você é fã de Glee ou não, você tem que respeitar Ryan Murphy. Além de Glee, ele está por trás de dois sucessos marcantes como Nip/Tuck e American Horror Story. Além da TV, Murphy já se aventurou no cinema com Running With Scissors e Eat, Pray, Love.
5. Carol Mendelsohn e Pam Veasey – CSI: Crime Scene Investigation (2000-), CSI: Miami (2002-2012), CSI: NY (2004-)

Essas duas mulheres são a mente por trás do sucesso CSI. Embora a atração esteja em sua temporada de número 13 ainda é sucesso de audiência. As outras versões, como a que se passa em Nova Iorque, não fazem tanto sucesso como a versão passada em Las Vegas mas ainda assim tem boa audiência.

4. Shonda Rhimes  – Grey’s Anatomy (2005-), Private Practice (2007-2013), Scandal (2012-)

Grey’s Anatomy deve ser a responsável em inspirar futuros médicos por todo o mundo. Felizmente, para Shonda Rhimes, a série faz muito sucesso e seu spin-off, Private Practice, também. Agora, Scandal se prepara para se tornar um sucesso ainda maior em sua nova temporada.

3. Shane Brennan e Gary Glasberg – NCIS (2003-), NCIS: Los Angeles (2010-)

Shane Brennan e Gary Glasberg estão por trás dos sucessos NCIS e a boa audiência das séries tem proporcionado uma vida longa à elas. Ano passado, foi anuncida outra série de NCIS, mas a cidade em que ela será ambientada ainda não foi divulgada

2. Seth MacFarlane – Family Guy (1999-), American Dad (2005-), The Winner (2007) The Cleveland Show (2009-)

MacFarlane começou sua carreira trabalhando em desenhos do Cartoon Network como Johnny Bravo e O Laboratório de Dexter. Depois disso, criou Family Guy que é sucesso até hoje. A série se transformou em um franquia de 1 bilhão de dólares e Seth MacFarlane se tornou o mais jovem produtor executivo de TV, com apenas 24 anos.

1. Chuck Lorre – Grace Under Fire (1993-1998), Dharma & Greg (1997-2002), Two and a Half Men (2003-), The Big Bang Theory (2007-) e Mike and Molly (2010-)

As comédias de sucesso da CBS só existem por causa desse homem. Lorre tem tido um sucesso imenso e não mostra sinais de abrandamento, prova disso é que ele tem um novo piloto em mente. Ele talvez seja o número uma dessa lista pois foi capaz de manter Two and a Half Men em 2011, apesar da saída de Charlie Sheen. Poucos showrunners poderiam ter resistido perder alguém com o poder de Sheen, mas Lorre ajustou o curso do navio e seguiu em frente.

Com informações do Complex.

Qual o melhor técnico da TV?

Data/Hora 19/02/2013, 07:50. Autor
Categorias Votação


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Já dizia aquela velha máxima, por trás de todo grande jogador, há um grande técnico.

Bom, não é bem isso que diz, mas acho que vocês entenderam. Não há como negar que além de talento, uma boa dose de orientação ajuda bastante no alcance dos objetivos do jogo. Seja no futebol ou no xadrez, um bom ‘professor”, faz a diferença.

Nos seriados, a prática esportiva é um tema recorrente, e onde há um time, há uma dessas figurinhas emblemáticas, liderando o time para a vitória.

Para comemorar o Dia do Esporte, o TeleSéries quer saber:

*** VOTAÇÃO ENCERRADA ***

Você poderá votar até o próximo domingo, dia 24! Vamos lá!

Especial Dia do Esporte – Não fique fora desse time!

Data/Hora 19/02/2013, 07:21. Autor
Categorias Especiais


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O dia 19 de fevereiro está reservado no calendário para celebrar as práticas esportivas. Não é preciso ser atleta para ser adepto à uma vida saudável, cheia de aventuras e bons momentos. Assim é o esporte, além de divertido, está diretamente ligado à  busca pelos benefícios físicos, mentais e social. Afinal, não há nada melhor para combater o estresse do que umas boas tacadas ou chutes na bola.

O esporte também tem um grande caráter social. Aproxima as pessoas e mantém a cabeça de muita gente no lugar. Quem pratica algum esporte, seja ele coletivo ou individual, aprende a respeitar o oponente e buscar superar os seus próprios limites.

Não importando o local (de gramas à terrenos batidos), de diferentes modos (com raquetes, bicicletas ou somente com os braços e pernas) e por diferentes pessoas (de crianças à idosos), diversas modalidades esportivas aparecem em distintas séries de TV e nossos personagens encarnam o espírito de sobrevivência e se aventuram nesse mundo de redes, bolas, tacos e afins revelando muito mais da personalidade de cada um deles e nos proporcionando cenas memoráveis.

O TeleSéries montou uma lista dos esportes praticados por vários personagens, seja de forma amadora ou profissional, confira abaixo:

Maura Isles (Rizzoli & Isles) e Emma (The Lying Game) — Tênis

Popular na Inglaterra e França, era jogado inicialmente com as mãos e a partir do século XVI incorporou raquetes à sua prática. O primeiro torneio data de 1877 e foi chamada de Torneio de Wimbledon e atualmente é um dos mais importantes torneios do esporte. A primeira edição foi responsável pela padronização das regras do jogos mas as regras mais abrangentes vieram somente em 1924 com a Federação Internacional de Tênis. As partidas podem ser simples (um contra um) ou duplas (dois contra dois) e o jogo é dividido em games e sets. É jogado em quadras abertas de saibro, piso duro ou grama. Exige muita concentração e preparo físico do jogador e os torcedores ficam em silêncio durante a partida para que não haja influência de seus gritos e barulhos no desempenho dos jogadores. Combina perfeitamente com a Doutora Maura Isles, a legista chefe do Departamento de Polícia de Boston, por causa da concentração que também é exigida em seu trabalho de autópsias para determinar a causa mortis dos envolvidos em crimes na cidade de Boston. A personagem Emma, da série The Lying Game também é adepta do esporte.

Freddie (Skins) — Skate

Considerado um esporte radical, foi inventado na Califórnia, e consiste na pratica de deslizar sobre objetos com uma prancha chamada shape dotada de quatro rodas chamadas trucks. É dividido em algumas modalidades e a modalidade Street consiste em realizar manobras usando os recursos que as cidades proporcionam como bancos, guias, calçadas e escadas. É a modalidade mais popular no skate. Em Skins, vemos Freddie se aventurar pelas ruas com seu skate – e tomando alguns tombos – para se sentir livre e tentar esquecer dos problemas que o rodeiam. Seu skate é, praticamente, seu refúgio e campo de segurança.

Mike Ross (Suits) — Ciclismo

O ciclismo surgiu na década de 1890 e consiste basicamente em utilizar a bicicleta em uma corrida na qual o objetivo é cumprir determinado percurso no menor tempo possível. É dividido em diversas categorias que variam de acordo com o terreno no qual é praticada e com o modelo de bicicleta utilizado. Muito mais que um esporte, a bicicleta também é um meio de locomoção muito útil, não poluente e que traz enormes benefícios àqueles que optam por utilizá-la. Em Suits, Mike utiliza a bicicleta para se locomover e a segurança está sempre com ele, capacetes e luvas (além de joelheiras e cotoveleiras) são itens essenciais para o personagem e para qualquer pessoa que queira se aventurar em cima de uma bicicleta.

Victor (Parenthood) — Beisebol

De origem controversa, o beisebol é um esporte famoso da América do Norte e Central e em algumas regiões do Caribe. Consta de duas equipes de nove jogadores cada que se revesam nas posições de ataque e defesa. O objetivo do jogo é rebater a bola arremessada pelo time adversário e correr pelas quatro bases do campo para pontuar. O time com mais corridas no final vence o jogo. A bola rebatida além dos limites do campo (aquela que muitas vezes vai para a torcida) é chamada de Home Run e o jogador consegue completar as quatro bases em apenas uma tacada. O esporte requer muita concentração e, em Parenthood, Victor faz parte de uma equipe chamada Panthers. Pratica o esporte para não passar tanto tempo em frente ao vídeo-game e já ficou bem irritado em perder algumas tacadas.

Booth (Bones) — Hóquei

Hóquei é o esporte no qual duas equipes competem utilizando tacos para manobrar bolas ou discos afim de levá-los até à baliza da equipe adversária. Separado em diversas modalidades, o foco aqui será o Hóquei no Gelo, praticado pelo fã de esportes Booth, da série Bones. Essa modalidade é derivada do hóquei de campo e surgiu no Canadá e nela, são usados patins e o disco é de ferro. É considerado um dos esportes mais rápidos do mundo, tanto pelos movimento ágeis dos competidores quanto da velocidade na qual o disco pode ser disparada, podendo chegar a 150 km/h, e também um dos mais agressivos e violentos devido aos contatos que os competidores têm entre si. Pode ser praticado ao ar livre num dia frio ou durante o ano todo em quadras especializadas. Booth, além de praticar o esporte ainda faz dele parte da decoração de sua casa: tacos do esporte são vistos frequentemente por lá.

Bobby (Cougar Town) — Golfe

De origem escocesa, o principal objetivo do golfe é arremessar com a ajuda de um taco uma bola ao longo de um percurso para acertá-la em um buraco em um número mínimo de tacadas. É jogado em parques de relva geralmente com um percurso delimitado. Normalmente este percurso tem 18 buracos e ganha quem e o vencedor é quem termina todos os buracos com menos tacadas. Ao percurso que deve ser cumprido podem ser acrescentados, lagos, banco de areia, árvores e locais com relva mais alta. Pode ser jogado individualmente ou em grupos de dois ou quatro integrantes. Em Cougar Town, Bobby dedicou grande parte de seu casamento ao seu hobby. Seu meio de locomoção já foi um carrinho de golfe e ele chegou a dar algumas aulas do esporte para conseguir uma grana extra quando separou de sua mulher, Jules.

Oliver Queen (Arrow) — Arco e Flecha

O tiro com arco nasceu muito antes de esportes serem uma normalidade na vida das pessoas, ele era usado como forma de caça nas antigas civilizações humanas. Hoje, o esporte é uma das modalidades disputadas nas olimpíadas. A alta precisão que o esporte requer seleciona muito bem seus praticantes, normalmente pessoas que tem alto controle sobre si tendem a ir bem no tiro com arco. Oliver é sem dúvida nenhuma um mestre no esporte, se nas telonas Légolas é o idolatrado, nas telas da televisão o protagonista de Arrow também faz bonito com mira mais do que certeira.

Lex Luthor (Smallville) — Esgrima

Um esporte onde mente e corpo precisam estar mais do que sincronizados. A esgrima tem como objetivo tocar o adversário em pontos específicos para a vitória. Existem três modalidades: espada, florete e sabre, que nada mais são do que diferentes tipos de instrumentos para o duelo, onde regras permanecem as mesmas em todas as categorias somente alterando-se os pontos válidos de toque para a vitória. Lex é sem dúvida um grande estrategista, sabe controlar uma situação com maestria e a esgrima é o esporte que o melhor define. Seja no meio de um duelo ou planejando destruir alguém na vida, ele aguarda paciente um momento, uma brecha de seu oponente e o acerta em seu ponto crítico, derrubando-o.

Meredith e Cristina (Grey’s Anatomy) — Jogging

Na corrida os competidores devem cumprir um determinado percurso no menor tempo possível. A prática requer algumas capacidades físicas como agilidade, velocidade, resistência, força e equilíbrio. Uma das modalidades de corrida é o jogging. Nessa modalidade a velocidade é maior que na caminhada e menor que na corrida. Os benefícios para a saúde vão desde resistência física até a melhora na respiração de quem pratica. Pode ser praticado em qualquer terreno e é ideal para quem quer forçar um pouco a caminhada mas não quer chegar na corrida em si. As capacidades humanas necessárias para a corrida podem ser comparadas às utilizadas em Grey’s Anatomy por Meredith e Cristina já que para salvar os pacientes é preciso todas elas. Quanto mais rápido o atendimento, maior a chance de se salvar uma vida.

Clark (Smallville) e McKinley High (Glee) — Futebol Americano

Jogos com bola e contato físico são praticados pelas sociedades humanas há milênios, e o mais popular deles ainda é o futebol americano. O football como nós conhecemos nasceu em 1867 durante um jogo entre as universidades famosas e rivais Harvard e a Yale, nos Estados Unidos. O erro de algumas regras se tornou um padrão e 9 anos depois do acontecido, as universidades de Yale, Harvard, Princeton e Columbia formaram a Associação de Futebol Inter-universitária. A partir desse ponto o jogo se tornou uma mania entre os estudantes, que levavam a cultura do jogo para suas cidades natais. Até hoje, o futebol é uma mania nos Estados Unidos e tem ganhado espaço aqui no Brasil. Até o superhomem Clark Kent em Smallville tentou a vez, mas sendo muito honesto, decidiu que não era justo jogar com meros humanos, já que seus poderes o tornavam espetaculares nos jogos. O futebol também ganha espaço na série musical Glee, durante as primeiras temporadas, ser parte do time de futebol do McKinley High era sinônimo de ser garoto problema.

Ross (Friends) — Rúgbi

Além do futebol americano, a variação do esporte, o Rúgbi, é muito popular na Inglaterra. Os romanos, por exemplo, praticavam um esporte chamado Harpastum, muito semelhante ao rúgbi moderno, no qual os atletas jogavam em equipes, e buscavam levar uma bola à outra extremidade da quadra de jogo, empurrando os oponentes. Reza a lenda também, que o Rúgbi surgiu depois que no meio de um jogo, um aluno chamado William Webb Ellis, tomou a bola em suas mãos e, desrespeitando as regras do futebol vigentes na região (Rugby School Football Rules), que permitia que a bola fosse segurada com as mãos (mas somente se o jogador recuasse do ponto onde pegou a bola), avançou rumo ao campo adversário, enquanto os oponentes tentavam segurá-lo para impedir a sua progressão. Ross Geller, de Friends, tentou impressionar a namorada londrinha jogando rúgbi com algumas amigos da moça. O problema é que eles eram um pouco “grandes” demais, e todos nós sabemos que Ross é um pouco sensível. Como imaginávamos, a história não acabou muito bem, mas com certeza rendeu boas risadas para os fãs da série.

Emily (Pretty Little Liars) — Natação

A natação é considerada uma das melhores atividades físicas dentre todas pelo fato de ser indicada para todas as faixas etárias e exercitar todo o corpo, ela traz melhoras consideráveis na qualidade de vida de seu praticante. Apesar de chegar a participar de competições na piscina Emily não vê a atividade como uma corrida desenfreada para ganhar dos concorrentes, ela nada por prazer, sente-se bem na água e seus bons tempos na piscina ocorrem ao natural.

John Carter (ER) — Basquete

Inventado em 1891 nos Estados Unidos, duas equipes de 5 jogadores competem para acertar uma bola no cesto de seu adversário o maior número de vezes possível durante um período de 40 minutos (quatro quartos de dez minutos cada). A partida pode se estender pois o relógio é parado toda vez em que a bola sai da quadra. Pode ser praticado em quadras ou ao ar livre e é um esporte de precisão e agilidade e na série ER precisão é o que não falta já que esta deve ser uma das características dos médicos. O Doutor John Carter, além de ser preciso como médico era também frequentemente visto com seus amigos em momentos de lazer mostrando suas habilidades no esporte.

Seth (The O.C.) — Vela

Vela, ou iatismo como também é conhecida é uma modalidade muito peculiar. Há quem diga que a solidão do alto mar muda as pessoas, ela está presente nas olimpíadas desde o ano de 1900 e é um esporte onde Seth achou tudo o que precisava em sua vela: o prazer de não ter que agüentar seus colegas fúteis e a solidão que o ajudava a organizar seus pensamentos tão diferentes das pessoas do lugar onde vivia.

Derek (Grey’s Anatomy) — Pesca

A pesca pode ser encarada de diversas maneiras, algumas pessoas a praticam para alimentação, outras para venda, e outras simplesmente pelo lazer. Levar um filho ao pesqueiro, ensiná-lo como atirar a linha na água são atividades tão simples que sua importância passa despercebida aos olhos acostumados com a correria do dia-a-dia. Derek, sempre foi compreensivo e atencioso com seus pacientes, muito provavelmente a pesca tenha sido uma das válvulas de escape que ele tenha encontrado para fugir da rotina pesada do seu local de trabalho.

Scott, Stiles e Jackson (Teen Wolf) — Lacrosse

O Lacrosse é um jogo de grupo criado pelos indígenas norte-americanos, e é um esporte que cada vez mais ganha espaço nos Estados Unidos e em todo o mundo. Na série Teen Wolf, diferente da maioria dos colégios em seriados, o Lacrosse é destaque no colégio de Beacon Hills. Para jogar, é preciso uma bola de borracha pequena e sólida e um bastão de cabo longo chamado de crosse ou taco de lacrosse. O objetivo do jogo é marcar pontos, atirando a bola na baliza do “gol” adversário, utilizando o bastão de lacrosse para capturar, transportar, e passar a bola. Na Beacon Hills High School, o capitão do time era Jackson Whittemore até Scott McCall ser atacado e mordido por um lobo, e ganhado força e velocidade sobrenaturais, se tornando co-capitão ao lado de Whittemore. O melhor amigo de Scott, Stiles Stilinsk também faz parte do time, apesar de não ter tantas habilidades.

Tess Mercer (Smallville) — Muay Thai

O Muay Thai foi criado na Tailândia, e é conhecido também como Thai boxing (“boxe tailandês”). O esporte foi criado à mais de dois mil anos como forma defesa sobre possíveis invasões dos povos oriundos das planícies do curso inferior do Rio Chao Phraya. A luta é considerada um esporte de muita disciplina física e mental pois a cima de tudo inclui golpes de combate em pé e o uso combinado de punhos, cotovelos, joelhos, canelas e pés, se um atleta consegue combinar tudo isso em harmonia, ele é considerado um lutador completo. Tess Mercer, a filha bastarda de Lex Luthor, da série Smallville, dominava todas essas habilidades e um pouco mais, já que também era ótima com uma arma na mão. Mas infelizmente, nada disso à tornava uma pessoa carismática.

Sam Evans (Glee) — Nado Sincronizado

O nado sincronizado teve sua primeira competição na cidade de Berlim no ano de 1891, e no começo do século XX era conhecido como Ballet Aquático. O nome “nado sincronizado” apareceu somente em 1933, durante o primeiro mundial, que ocorreu em Chicago. No início, era um esporte praticado na maioria por homens. Porém, já na década de 1920 ele começou a se popularizar entre as mulheres, que atualmente, são a maioria na pratica do esporte por conta de seus movimentos leves e delicados. Conhecido também como natação sincronizado, o esporte mistura elementos da natação, dança e ginástica e consiste na execução, dentro de uma piscina, de uma rotina de movimentos ao ritmo da música. Atualmente, a modalidade é disputada individualmente, casal e em grupos. Sam Evans, da série Glee se juntou à equipe de nado sincronizado do colégio quando não conseguiu se juntar ao time de futebol, somente pelo fato de sentir que necessita de um casaco de esportista para ser “alguém” dentro do colégio. No final, ele gostou tanto, que até deu ideia para uma das cenas mais marcantes da série o pedido de casamento de Will para Emma, ao som de We Found Love, da cantora Rihanna.

Ficou inspirado, então responde para a gente:

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Gostou da lista? Está faltando algum esporte? Comente! Queremos saber qual a sua modalidade preferida! Aproveite e vote na enquete para escolher o melhor técnico da TV!

Texto produzido por João Paulo Freitas, Maísa França e Júlia Berringer.

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