TeleSéries
Nesse Dia dos Namorados, aprenda a declarar seu amor com os seriados
12/06/2013, 13:27.
Redação TeleSéries
Especiais
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De quantas maneiras podemos expressar nossos sentimentos? Com palavras, com gestos, com surpresas… O que faz nossos corações dispararem e nossas pernas ficarem bambas? As respostas para essa pergunta podem ser bem diferentes, de acordo com a personalidade de cada um. Pois, algumas pessoas gostam de demonstrar o que sentem o tempo todo, são desinibidas e criativas; outras já preferem não se exporem, guardam seus sentimentos até não aguentarem mais e então desabafam. Há aqueles que são românticos por essência e há também os desajeitados e tantos outros tipos.
Pensando nisso o TeleSéries preparou um especial para ajudar os corações apaixonados a se declarem nesse Dia dos Namorados.
Longe de dizermos qual a forma certa ou a melhor para demonstrar seu amor, selecionamos cenas lindas de diferentes estilos de declarações para você se inspirar nesse Dia dos Namorados e se declarar do seu jeito.
Declaração Romântica: Chandler e Monica – Friends
Monica e Chandler eram amigos e se tornam um casal, sem deixarem de serem amigos. Dois companheiros que se conhecem tão bem que sabem as qualidades e os defeitos do outro e que sabem que serão felizes juntos. O apartamento de sempre e a sinceridade que lhes é peculiar. Velas. De joelhos. De mãos dadas. Entre sorrisos e lágrimas uma declaração pura. Como não se emocionar com eles? (Mirele Ribeiro)
Declaração Comovente: Castle e Kate – Castle
Com olhos marejados, voz embargada, e coração quase na mão, Castle finalmente abriu o jogo – já conhecido por Kate -, mas dessa vez ele fez da forma mais emocionante que poderia existir. É difícil ver um homem se expor assim, ficar totalmente vulnerável, e talvez seja por isso que essa declaração seja tão especial. A vontade de trazer o Castle para casa e guardá-lo em um potinho foi enorme. Até porque, quem não quer um homem trazendo café todas as manhãs para nos fazer sorrir? (Ana Botelho)
Declaração Criativa: Derek e Meredith – Grey’s Anatomy
Dizem que quando se está apaixonado, você é capaz de fazer coisas que jamais faria em seu estado normal. Estaria a paixão ligada à criatividade? Para expressar seu amor por Derek, Meredith foi criativa, foi arquiteta. Com velas montou a planta da casa que queria construir e morar com seu amado. Ainda que desconfortável e embaraçada, ela foi até o fim e, mais uma vez, abriu seu coração para Derek. Lindo! (Mirele Ribeiro)
Declaração Tradicional: Nathan e Haley – One Tree Hill
Como escolher uma cena só desse casal lindo? Juro que foi difícil porque é uma declaração mais inspirada que a outra, desde a pulseira de brinde, das pedrinhas na janela, de um primeiro beijo roubado, até cenas na chuva, cenas de reconciliação… Mas essa é clássica. Um lugar lindo, palavras sinceras, aliança. Always and Forever! Que saudade. (Mirele Ribeiro)
Declaração Adorável: Wade e Zoe – Hart of Dixie
Que homem deixaria de ir a um compromisso importantíssimo de trabalho para declarar seu amor? Poucos. Entre esses poucos, temos o ‘senhorito’ Wade Kinsella, de Hart of Dixie, que abriu mão de um mega show em seu bar para não deixar a amada partir sem saber de seus reais sentimentos. Barmen, músico e malandro profissional, Wade não é alguém de que se esperasse tal tipo de coisa. E, convenhamos, aquela lindeza que é o Wade – mesmo em seus momentos babacas – abrir mão de algo grande pela Zoe foi de derreter o coração, não é verdade? Só o fato de ele ter feito isso tudo para se declarar já teria sido o suficiente para a declaração ser adorável, mas Wade não se contentou com isso, além de se declarar, ele diz que vai esperar por ela! Como ser mais adorável? (Carolina Cadinelli)
Declaração Engraçada: Dylan e Haley – Modern Family
Na família mais cômica e premiada dos últimos tempos, não poderia faltar uma declaração amorosa de chorar de rir. Na primeira temporada de Modern Family, Haley, a primogênita dos superprotetores Claire e Phil, apresentou seu primeiro namorado para a família. Tudo ia bem, até que Dylan (o pretendente) cantou o inesperado refrão da música “In The Moonlight” (À luz da Lua), escrita para Haley: “Porque baby, talvez, eu só queira te comer, te comer… Sobre a luz da lua, a luz da lua, hoje à noite”. A história ficou ainda mais engraçada, quando, no dia seguinte, ninguém da família conseguiu parar de cantar a música de Dylan. A divertida fórmula deu certo e o casal continuou junto nas temporadas seguintes. (Mariana Cervi Soares)
Declaração de Arrepiar: Kevin Arnold e Winnie – Anos Incríveis
O casal mais famoso dos anos 80 também passou por muitos momentos até poder finalmente ficar junto. Desde crianças juntos, os dois cresceram gostando um do outro, mas coube à Kevin a tarefa de se declarar para sua amiga Winnie. “Se você não sabe o quanto eu gosto de você, então você não sabe de nada”. Pensando bem, vou inaugurar o movimento “Um Kevin para chamar de meu”. Alguém aí também quer participar? (Camila Gil)
Declaração Família: Mike, Frankie e Brick – The Middle
Normalmente em The Middle não é comum ver Mike ou Frankie dizendo que se amam. Frankie é uma mãezona que cuida de todo mundo, ao mesmo tempo que ela tenta dar conta dos afazeres de casa e do trabalho. Enquanto Mike é um paizão engraçado que tenta ensinar seus filhos a viver do jeito que ele foi criado. No episódio, os pais de Sue, Brick e Axl brigam porque Frankie não conseguiu ter um Dia dos Namorados especial como aqueles de começo de relacionamento: com flores, beijinhos e carinhos. Ficou mais para comer frango e assistir televisão. Brick decide usar a briga dos pais como tema de sua redação da escola. Mas o que ninguém espera é que ele contaria essa história de um jeito especial. Ele mostra como os pequenos atos e os simples gestos de carinho fazem com que o amor de seus pais seja muito especial. O texto que Brick faz é bem curtinho, mas faz muitos corações se derreterem pela fofura. (Cinthia Quadrado)
Declaração Espontânea: Blaine e Kurt – Glee
Essa é uma daquelas declarações que comprova que para acontecer só precisa ser verdadeiro. Não é necessário um lugar especialmente decorado, atmosfera musical favorável, presentes caros ou um discurso ensaiado. Numa cena casual, singela mesmo, mas com verdade que Blaine se declarou para Kurt; demonstrando que para emocionar, às vezes, basta ser natural e dizer o que o coração pedir. (Mirele Ribeiro)
Declaração Fatal: Barney e Robin – How I Met Your Mother
Foram temporadas e mais temporadas, namoros que iam e vinham, brigas e romances; mas tudo isso valeu a pena quando Barney resolveu se declarar para a eterna Robin Sparkles. Orgulhosos demais para admitir, Barney resolveu falar tudo e mostrar todos seus sentimentos, mas sem fazê-lo diretamente. O resultado não poderia ser mais sincero e emocionante. Ele, o cara que namorou todas, falando pra ela que estava irremediavelmente apaixonado por ela. O que mais eu posso dizer senão: #BarneyCasaComigo? (Camila Gil)

Declaração Inesperada: Derek e Ivy – Smash
Derek chegou correndo, falou rapidamente e saiu correndo. Mas só as curtas palavras dele já foram o suficiente para chocar a todos – dedicou seu prêmio Tony e sua presença à Ivy, declarando seu amor para a atriz que subiria ao palco logo depois. O choque não foi só do público, mas também da moça, que parecia não acreditar no que acabara de ouvir. Em poucas palavras, Derek Wills – o diretor mais bravo, implicante, odiado e perfeccionista da Broadway – mostrou que não tinha mais medo do julgamento da imprensa e que, mesmo com algumas paixonites e encantamentos aqui e ali, sabe reconhecer o amor – ainda que seu jeito de demonstrar não seja tão carinhoso o tempo todo. Acredito que mesmo os fãs de Cartwills ficaram tocados pelo gesto do Derek. (Carolina Cadinelli)
Declaração Desabafo: Damon e Elena – The Vampire Diaries
Elena passou tanto tempo reprimindo seus sentimentos que quando resolveu se declarar foi um verdadeiro desabafo. A mocinha, por vezes, ficou indecisa sobre qual irmão escolher. Quando humana preferiu Stefan. Depois de vampira escolheu Damon. Aí, teve a tal “sire bond”. Desligar a humanidade. Quebrar “sire bond”. Religar humanidade. E então, Elena abriu seu coração para Damon. Sem palavras meigas ou elogios rasgados. Mas uma declaração intensa e cheia de paixão. Química total desses dois. (Mirele Ribeiro)
Declaração Corajosa
Summer e Seth eram qualquer coisa disfuncional. Ela popular, ele um nerd desajeitado. Ele confiante, e ela com um medo enorme de se expor. Uma contradição só. A declaração de amor que Seth fez para a moça não poderia deixar de ser, no mínimo, diferente. Como o casal, o discurso do adolescente chocou todo mundo da escola, e os telespectadores também. Sem dúvida alguma uma declaração corajosa, fofa e cheia de amor! Seth é um menino tímido, mas dessa vez, ele roubou a cena. Tem como não se apaixonar? Vai, Seth! (Maria Clara Lima)
Declaração Musical
Há dois momentos em Smallville para mim. Antes e depois de Lois e Clark. Não sou unanimidade, eu sei, mas para mim, o casal era a coisa mais divertida e apaixonante da televisão. Demorou cinco ano para que os dois ficassem juntos desde que a moça apareceu na história, lá pela oitava temporada. Mas como o casal era para ser (desde o início torci por isso), a série proporcionou dois momentos icônicos entre os dois. Na sexta temporada, Lois estava sob o efeito de uma porção do amor, e claro, caiu em cima de Clark Kent. Para provar seu amor, ela fez um mixed cd (objeto de tem efeito flecha de cupido no coração dos amantes da boa música) personalizado com canções do White Snake, banda preferida da jovem repórter. Ela ainda confessou: “Não há nada que eu mais goste do que dançar agarradinho com alguém de braços fortes me abraçando…” Claro que ele achou aquilo muito estranho, apesar de visivelmente “emocionado” com a cena, ele fez o que ele fazia de melhor…
…e vooooossshhhhhhhhhh…. fugiu.
Anos mais tarde, na décima temporada. Clark e Lois já tinham se apaixonado, se separado, e estavam ali, se amando secretamente. Quem foi o protagonista de uma das cenas mais “amor” da série foi o futuro Super-Homem, que em poucas ocasiões, foi homem de verdade, e declarou toda a sua paixão. Pegou a garota, e lembrando da cena desajeitada do passado, ele fez o que ela mais gostava: colocou uma música lenta, dançou abraçado com a senhorita Lane, e até voou (pela primeira vez). Ah! Se não houvesse música, não sei o que seria dessas declarações de amor que ficam para sempre. (Maria Clara Lima)
Se identificou com alguma dessas declarações? Ou lembrou de alguma outra cena especial? Compartilhe conosco. Afinal, não há um jeito único, e sim formas lindas e peculiares de demonstrar que ama. Da surpresa mirabolante ao singelo “eu te amo”. Seja como for, ame e declare-se.
O efeito ioiô nos casais de série – será que todo amor volta mesmo?
12/06/2013, 10:06.
Redação TeleSéries
Notícias
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Vinícius de Moraes já dizia, lá nos remotos tempos da Bossa Nova, “que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”, e mesmo sendo da década de 1960, o Soneto de Fidelidade ainda poderia ser atribuído aos mais diversos casais dos dias de hoje. Não diferente da vida real, os romances da telinha mostram que o infinito é mesmo aquilo que é construído nessas idas e vindas que só uma boa história de amor tem para contar.
Em ritmo do Dia dos Namorados, o TeleSéries separou para você uma lista de casais ioiô, que vão e voltam – ou só vão, nunca se sabe -, e que a cada despedida, ou a cada retorno, fazem de sua história um detalhe a mais para ser contado.
Mark e Lexie – Grey’s Anatomy
Os românticos de plantão acreditam que para toda panela há uma tampa, que para todo um chinelo (velho) há um pé (cansado). Carne e unha. Almas gêmeas. E Mark e Lexie são, definitivamente, a personificação desses conceitos. Foram 4 temporadas de idas e vindas. Encontros e desencontros. Outros pares insistiam em cruzar seu caminho. Mas eles eram destinados um para o outro, então sempre voltavam a se cruzar. Em grande estilo, com amor em abundância. Infelizmente, a casa, os filhos e dois velhinhos cercados pelos netos ficarão à cargo da nossa imaginação. Uma prova de que quando há amor VERDADEIRO, como o deles, detalhes devem ser postos de lado. Afinal, nunca se sabe se a vida nos dará uma segunda chance.
Por Mariela Assmann
Clark e Lana – Smallville
No começo, fez-se a Lana. O resto foi apenas a escuridão. Assim foi Smallville por longos anos, até Clark Kent finalmente livrar-se da antiga namorada. Não me levem a mal, mas o “lenga, lenga” com a tal mocinha era a coisa mais chata que a série tinha. Nas primeiras temporadas, a expectativa de que os dois ficassem juntos até rolava uma torcida por parte da audiência, mas logo que CLANA aconteceu, a série passou a sofrer da síndrome “me conta o seu segredo”, responsável por várias idas e vindas, com dinheiro a moça casando com outro e fugindo para uma galáxia longe dali. Exemplo de que nem tudo que vai, volta.
Por Maria Clara Lima
Barney e Robin – How I Met Your Mother
Aqueles que assistiram apenas a primeira temporada de How I Met Your Mother podem pensar que Robin Scherbatsky e Ted Mosby formariam um casal perfeito para sempre. Mas, se fosse tão fácil assim achar a mãe de seus filhos, Ted não estaria há quase nove anos contando causos e mais causos de sua desastrosa vida amorosa. Durante esse tempo, quem achou um belo cobertor de orelha foi Robin. Com seu jeito independente e libertário [e entre uma cervejinha e outra no MacLaren’s Pub], ganhou aos poucos o coração de um de seus melhores amigos – e, não por acaso, o maior pegador do pedaço –, o irreverente Barney Stinson. Sendo os dois solteirões de carteirinha, deram trabalho para os roteiristas os fazerem ficar juntos, até que, finalmente, chegou a hora de subir ao altar. Será que agora vai? Só assistindo à nona temporada para saber!
Por Mariana Cervi Soares
Mr. Big e Carrie – Sex and the City
Tudo começou com um esbarrão e depois outro, e assim, de encontros não marcados, que nasceu a história de amor de Carrie e Mr. Big. Acaso, coincidência, destino, amor à primeira vista… Seja qual for o nome que você preferir, o fato é que eles tinham que ficar juntos. Mas como eles eram teimosos! Carrie ficou deslumbrada com Big (quem não ficaria), lindo, rico, charmoso, inteligente. Perfeito! Mas eles não queriam a mesma coisa da vida, ou melhor, de compromissos. Então, Carrie termina com Big, engata um novo relacionamento, reencontra Big e percebe que ainda sente algo forte por ele. A partir daí é um vai e vem. Big se casa com uma ex-namorada. Carrie namora o bonzinho Aidan. Ainda assim, Carrie e Big não conseguem resistir um ao outro e traem seus pares. As amigas aconselham que Carrie fique longe de Big, mas ela volta pra ele. Porém, não por muito tempo. Carrie quase se casa com Aidan, mas acaba sozinha por um tempo, e quando ela se muda para Paris, Big vai buscá-la. Seria tudo perfeito agora? Para desalento de Carrie, Big não aparece no dia do casamento. Podia ser o fim, mas não para eles. É claro que eles voltaram – ou não seriam Carrie e Mr. Big.
Por Mirele Ribeiro
Ross e Rachel – Friends
E tem como falar de casal ioiô sem falar de Ross e Rachel? A história dos dois se iniciou bem cedo, quando Rachel ainda era a garota mais popular do colégio e Ross era somente o irmão mais velho nerd da melhor amiga dela, mas o ”rolo” começou de verdade alguns anos mais tarde. No final da primeira temporada, Chandler deixa escapar para Rachel que Ross é apaixonado por ela. Eles, que já tinham dado um beijo despercebido, não começam a namorar porque Ross arrumou uma namorada enquanto viajava para a China. Quando Ross decide ficar com Rachel, a garota descobre uma lista de prós e contras dela, e eles acabam se afastando até o dia em que a turma toda está reunida para ver alguns vídeos antigos, e Rachel descobre que Ross tem realmente sentimentos verdadeiros por ela. Tudo isso só pra começar. Cartas não lidas, casamento em Vegas, “breaks”, términos, mais casamento, gravidez, “traição”, e voltas rechearam a história dos dois durante as 10 temporadas da série. Apesar de complicado, é nítido que Ross e Rachel se amam de verdade. É por isso que depois de tanta confusão, no episódio final, o amor prevalece. Por quê? Porque ele é a “lobster” dela e sempre vai ser.
Por Júlia Berringer
Derek e Ivy – Smash
Desde a primeira vez que Derek e Ivy dormiram juntos, lá no início da primeira temporada, o casal vai e volta. Se separaram por vários motivos, todos concentrados em um único: Derek. Derek, nos momentos íntimos, é um príncipe, mas em público a história é outra. Ivy, magoada, acaba abandonando e voltando, por vezes, com o diretor, até que o relacionamento acaba virando casual. No início da segunda temporada, Derek abandona Bombshell por Karen. Após alguns episódios sem o casal, as esperanças retornam quando Derek e Ivy conversam na porta do prédio da moça. A partir daí os sentimentos de Ivy são reforçados para o público quando a mesma passa a ignorar o diretor após saber que ele a procurou devido a “rejeição” de Karen. É quando a ficha cai e ele percebe que seus sentimentos são mais fortes do que imaginava: o maior mulherengo da Broadway dorme no sofá de sua dita musa – obviamente, isso quer dizer algo. Após tantas idas e voltas, o último episódio da série foi favorabilíssimo ao casal: a gravidez de Ivy e a declaração de Derek no Tony Awards foram o fim perfeito para Divy, dando a entender que depois de tanta confusão no relacionamento, os dois finalmente foram “felizes para sempre”.
Por Carol Cadinelli
Leonard e Penny – The Big Bang Theory
Leonard e Penny é o casal nerd (?) e queridinho de The Big Bang Theory. Apesar das indas e vindas desse amor, Leonard sempre demonstrou sentir uma atração/sentimento forte por Penny desde a primeira temporada. Mesmo com a presença de outras personagens, como Leslie Winkle ou a irmã de Raj, o casal sempre teve uma química e sempre se mostrou em contato. Embora os dois estivessem em ritmos de trabalho diferentes (ela no Cheese Cake Factory e ele na Universidade), eles sempre fizeram comentários sobre os relacionamentos com uma pontinha de sarcasmo e/ou ciúme. Questões como o primeiro “Eu te amo”, o pedido de casamento que Leonard faz na cama, o sistema de levantamento dos erros, e o afastamento dos dois quando Leonard foi para a viagem no Pólo, são algumas amostras que podem provar que o amor do casal já superou poucas e boas. Penny não é nenhuma cientista PhD em Física Nuclear, nem Leonard é um fisiculturista, mas o relacionamento dos dois continua dando certo, porque as pequenas ações de cada um complementam o outro. Desde as brincadeiras e piadinhas, até o romantismo de Leonard, na terceira temporada, em que o cientista preserva um floco de neve do pólo Norte em uma solução química para que o pequeno gesto tivesse duração eterna.
Por Cinthia Quadrado
Finn e Rachel – Glee
Logo que Rachel Berry, de cabelo liso e tiara na cabeça, de cardigã e meia 3×4 viu Finn Hudson, com roupa de atleta e porte de quarterback, ela soube que tinha conhecido ali seu futuro esposo. O rapaz que ia posar ao lado dela em todas as fotos dos mais famosos tapetes vermelhos que existem. Lógico que nada na vida é fácil, e o relacionamento dos dois não nega. Apesar de serem feitos um para o outro, e segundo Finn serem o “endgame” um do outro, o ioiô que comanda o relacionamento dos dois é daqueles que até piscam enquanto vão e voltam. Só pra começar, os dois começaram a namorar em um episódio da primeira temporada, e pasmem, terminaram um episódio depois. Voltaram no meio de uma grande apresentação, e terminaram do mesmo jeito. NY também participa ativamente nessa confusão, já teve o poder de juntar e separar o casal em diferentes momentos da série. Até agora, os dois continuam separados. Mas até quando, eu já não posso te responder. É esperar pra ver se Finchel sobreviverá firme e forte assim como o relacionamento de seus interpretes, aqui na vida real.
Por Júlia Berringer
Luka e Abby – ER
Se é de casais memoráveis que uma série é feita, em ER um dos mais lembrados é formado pela enfermeira Abby e o Dr. Luka. Embora seja tão marcante, o casal não se forma nas primeiras temporadas. É somente na sétima temporada que o casal se une, durando até o início do oitavo ano. Na oitava temporada, Abby e Luka tentam seguir em frente, vivendo momentos tensos, mas conciliando o término com a amizade. Anos se passam, e, finalmente, na décima segunda temporada, o romance é retomado. Semanas depois de terem retornado, Abby descobre que está grávida, e Luka a pede em casamento. Os dois terminam a série felizes para sempre.
Por Fernanda Alvarenga
Chuck e Blair – Gossip Girl
Chuck e Blair quando juntos na mesma frase significava apenas uma coisa: armação. Blair namorava o melhor amigo de Chuck, Nate, e depois de uma desilusão amorosa, ela começou a se aproximar bastante de Chuck. Ao longo da primeira temporada, eles tiveram um relacionamento baseado em sexo, mas como quase todo relacionamento casual, os dois acabaram se apaixonando. Hesitantes em dizer que se amavam, Blair assume a frente ao se declarar, e resolve se afastar de Chuck até que ele dissesse o mesmo para ela. No final da segunda temporada, Chuck resolve dizer que a ama, e a tão sonhada temporada em que eles ficariam juntos chega, depois de idas e vindas um tanto quanto sexuais. Contudo, Chuck comete o pior erro de todos ao trocar Blair por seu hotel (sim, horrível!). Mais uma vez, separados, Chuck foge para a França, assume romance com outra mulher, e vive em paz, até que Blair descobre e ambos declaram guerra um ao outro, assim que a moça consegue destruir o relacionamento de Chuck com a nova namorada. Blair conhece o Príncipe e casa-se com ele, e Chair fica separado por toda quinta temporada, até que Chuck resolve correr atrás do que perdeu, tentando reconquistá-la. Na sexta temporada, eles jogam tudo para o alto e decidem, finalmente, guardar o ioiô na gaveta.
Por Ana Botelho
Veja Darren Criss cantando para Mindy Kaling em apresentação
01/06/2013, 21:02.
Carol Cadinelli
Notícias
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Passado mais de um mês do Verte Grades of Green’s Annual Fundraising Event, foi liberado o vídeo da performance de Darren Criss – astro de Glee – da música At Last, de Etta James. A performance foi dedicada e acompanhada por Mindy Kaling, atriz principal de The Mindy Project, que é fã de Criss.
O evento beneficente aconteceu na noite de 11 de abril e, apesar da demora na disponibilização do vídeo, o áudio está com a qualidade em baixa. De qualquer jeito, vale a pena assistir.
Com informações do Hypable
Lea Michele, da série ‘Glee’, anuncia livro para próximo ano
26/05/2013, 15:50.
Felipe Ameno
Notícias
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As mulheres estão com tudo essa semana em Hollywood. Depois da “mestre” Eva Longoria, agora é a vez da estrela de Glee, Lea Michele, adicionar a função de escritora na sua vasta lista de habilidades.
NOTÍCIAS | Eva Longoria não é apenas um rostinho bonito!
De acordo com o USA Today, Lea teria assinado com a Harmony Books para sua estreia no mundo literário.
O livro, que terá como título Ambition Brunette (Ambição Morena, em tradução livre) irá traçar a ascensão de Lea para a fama, desde uma garota normal no colegial em Bronx, passando pela sua experiência na Broadway, até conseguir o papel em Glee. Com um ponto de vista íntimo e pessoal de sua trajetória, o livro irá incluir informações de bastidores, fotos nunca antes vistas, dicas para fitness e conselhos carreira para aspirantes a atriz.
O objetivo de Lea não é fazer um simples guia de como se dar bem no show business e sim mostrar seu ponto de vista e orientar a ter tenacidade, paixão, entusiasmo e trabalho duro para fazer com que os sonhos se tornem realidade.
O livro tem previsão de lançamento para a primavera de 2014.
Não é novidade para ninguém que Lea sabe contar muito bem e interpretar, mas será que seu livro será um sucesso? Deixe seu comentário!
Com informações do Hypable.
Vanessa Lengies deixa ‘Glee’ e entra para o elenco de ‘Mixology’, nova série da ABC
22/05/2013, 11:20.
Ariel Cristina Borges
Notícias
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Má notícia para os gleeks de plantão: Vanessa Lengies, que interpreta Sugar Motta na comédia musical da Fox vai sair da série para fazer uma das novas comédias da ABC, Mixology. Ela, inclusive, pode ser vista no primeiro trailer da série que tem um bar como pano de fundo.
Em Mixology, ela vai ser uma garçonete animada e cheia de problemas amorosos que pode ou não estar tendo um affair com o bartender, interpretado por Adan Canto de The Following.
Em entrevista ao TV Guide, Vanessa disse que Sugar ainda vai conseguir se despedir do New Directions em Glee, já que Mixology só vai estrear na midseason, dando tempo à atriz de voltar para uma última aparição em sua série antiga. “Eu conheci algumas das pessoas mais fantásticas do mundo em Glee, mas eu era contratada por episódio. Amava poder estar lá e cantar e dançar, mas não tinha realmente chance de atuar.”
Sugar nunca foi uma personagem regular da série e a produção de Glee ainda não se pronunciou sobre os personagens recorrentes da próxima temporada. Ainda assim, Vanessa está satisfeita com seu passado em Glee e ansiosa quanto a seu futuro em Mixology.
Com informações do Zap2it
HBO produz série sobre amigos gays que mistura drama e comédia
15/05/2013, 07:14.
Júlia Berringer
Notícias, Novos Pilotos e Séries
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A HBO assinou contrato para produzir a série baseada no roteiro Lorimer de Michael Lannan (diretor assistente da série Nurse Jackie). David Marshall Grant (produtor de Brothers & Sisters) e Sarah Condon (Bored to Death) assinaram para trabalhar como produtores-executivos, junto com o próprio Lannan. Andrew Haigh (que participou da produção de vários filmes de destaque como Gladiador e O Sorriso de Mona Lisa) vai dirigir o piloto ainda sem título.
Lannan também criou um curta-metragem baseado no script, mas a HBO vai apostar somente na versão longa.
NOTÍCIAS | Co-criador de ‘How I Met Your Mother’ fala sobre a nova protagonista da série
NOTÍCIAS | Morena Baccarin, da série ‘Homeland’, está grávida
O projeto vai contar a história de três amigos homosexuais (Frankie J. Alvarez de Smash, Murray Bartlett da série The Guiding Light e Jonathan Groff de Glee) que moram na cidade de San Francisco, e vai mostrar como eles lidam com os problemas e opções que tem em sua vida moderna ao se verem todos com mais de 30 anos. A atração é descrita como uma dramédia.
A notícia vem acompanhando à de que a da HBO também vai produzir uma série intitulada People in New Jersey, do autor de Girls, Bruce Eric Kaplan.
Com informações do Deadline.
Glee — All or Nothing
11/05/2013, 12:18.
Júlia Berringer
Reviews
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Mais um ciclo se fecha para Glee. A quarta temporada, amada por uns, odiada por outros, acabou para a alegria de alguns e desespero de outros. Apesar de não ter simpatizado com essa temporada, confesso que aguardo ansiosa a quinta temporada que está por vir. Por mais que considerasse tentadora a ideia de ver a série ter um fechamento ainda nesse ano, confesso que depois desse episódio, sentiria falta eterna desses personagens tão queridos.
Queridos porque analisando essa última temporada e esse último episódio percebi que até a Kitty chatinha conquistou um pouco de carinho meu, e por que raios Brittany, Santana, Rachel, Kurt e todos os garotos que conhecemos de longa data não me fariam falta ?
Sei que um dia vamos todos ter que dar adeus à série, querendo ou não. Mas por me envolver demais, quero sempre que dure um pouco mais. Mesmo que em má fase e mesmo que diga em praticamente todas as minhas reviews que odeio o Ryan Murphy (porque realmente odeio), eu sei que sentirei uma falta imensa de cantar e de pausar o episódio revoltadamente porque “Que palhaçada é essa aqui ?”.
Deixando a sensibilidade à flor da pele de lado um pouco, vamos a All or Nothing.
Primeiro, vamos abordar a cena Berry do episódio. Foi pequena, mas foi o bastante para fazer nossos coraçõezinhos (pelo menos o meu) apertar. Não canso de dizer que a voz da Lea é maravilhosa, mas essa performance me arrepiou. Se ela não ganhar esse papel vou entrar em depressão profunda. Boba eu que realmente acreditei que Ryan Murphy fofinho ia dar uma resposta para o callback nesse episódio. Ryan Murphy diz: Julinha, fool yourself! ha ha ha
Em Ohio, tudo está uma loucura. Principalmente a cabecinha de Blaine. O guri não desistiu mesmo de pedir Kurt em casamento (se não temos Brittana, merecemos Klaine, ao menos). Ele foi então com ajuda de seus amiguinhos Tina e Sam Bobo (digo bobo porque não parece ser o mesmo Sam da segunda temporada), comprar um anel. Chegando lá, conheceu uma senhorinha simpática e lésbica, que inspirada, resolveu pedir a sua companheira de longa data em casamento. Kurt e Blaine estavam presentes para ver o primeiro momento casamento do episódio! Ryan Murphy diz: Julinha, loved it! ha ha ha
Eu sabia! Eu sabia que ela era um gênio! Como vocês podem ver nessa review feita no dia 30/09/2012, eu escrevi “(…)No fundo, bem no fundo, acredito que a Brit é super inteligente, e se faz de inocente para um dia dominar o mundo…” Ela ainda não dominou o mundo, meu caros Gleeks. Mas sinto que ela está bem perto disso. Ela ganhou licença para entrar na faculdade mais cedo pois é um prodígio. Lógico que essa história vai ser enrolada até a Morris ter seu filhinho, e provavelmente depois ela vai voltar e dizer que se enganaram e que ela não é tão esperta assim e que vai (de algum modo) voltar a estudar no McKinley. Ryan Murphy diz: Julinha, do you really think eu sou tão previsível ? (Sim, eu acho).
PS: Fondue for two em dose dupla foi lindo demais!
Voltando às Regionais, rolaram vários barracos básicos. Finalmente, descobrimos que Katie é na verdade Unique. Achei bonito o sentimento dela pelo Ryder e feio o jeito que ele a tratou. Lógico que entendo o lado dele, mas se fosse a Kitty, por exemplo, ele com certeza daria uma chance a ela. Veremos o que esse plot nos guarda. Brittany descobriu que era um gênio e pirou dando uma de diva, terminou com Sam por sms e queimou suas roupas de Cheerio. Sam Bobo desesperado ligou para Santanão que veio de NY só para tentar entender a amiga, o que deu certo.
Também deu certo cantar as músicas originais da Marley, o que rendeu aos ND fofos o primeiro lugar nas Regionais! Destaque pra sempre fofa Melissa Benoist que me faz ficar mais apaixonada a cada episódio.
PS³: Joe e Sugar saíram de que buraco ? Finn entrou em que buraco ?
PS²: Descobrir quem é o pai celebridade da filha da Sue, não tem preço! Michael Bolton, you go!
O segundo momento casamento do episódio foi muito lindo e me deixou um pouquinho emocionada. Só não chorei porque já tinha gastado meu estoque com o discurso da Brit. Wemma foi feito pra ser. Endgame.
Tudo acabou com um ótimo plot do Blaine segurando a caixinha da aliança nas costas. Acabou assim e eu surtei porque, ai Ryan Murphy, eu odeio tanto você… Mas eu te amo por ter criado uma série tão Glee quanto essa.
Agora vocês, me contem desejos, esperanças e necessidades para a próxima temporada. Vou sentir saudade de vocês, gleeks, por um tempo. Vai demorar e vamos querer invadir a casa do Ryan Murphy para saber o que vai acontecer, mas quando voltarmos a discutir tamanha musicalidade e dramaticidade, espero que seja com um ótimo episódio estreando a quinta temporada.
Glee – Lights Out e Wonder-ful
08/05/2013, 00:02.
Mariela Assmann
Reviews
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Oi pessoal. A Júlia não pode fazer a review dos últimos episódios de Glee, e cá estou eu, de metida, para dar uma mãozinha!
Então, vamos aos comentários sobre Lights Out e Wonder-ful.
Confesso que eu andava beeeem animada com Glee. Ao contrário de muita gente (da Júlia, inclusive), eu estou curtindo muito essa 4ª temporada, e é evidente que fiquei um tanto quanto chateada com Lights Out. Achei o episódio bem fraquinho.
E pra quem ficou com a impressão de que tudo ficou meio recortado e remontado, jogado e ajeitado, foi isso mesmo. Finn aparecia no episódio. Mas para não comprometer a evolução das histórias (nos episódios seguintes), já que Cory estava na rehab, cenas inteiras foram cortadas. Acabou que tudo ficou meio sem sentido, mesmo em se tratando de Glee e de seus furos gigantescos de roteiro.
Pra começar, nem em Nova York as coisas foram muito legais. E olha que o trio arrasa quarteirão que mora no Brooklyn sempre faz com que os episódios tenham um gostinho bem especial para mim.
Ok, ok. Foi legal explorarem a história de Santanão, afinal de contas ela anda por NY sem fazer praticamente nada além de infernizar (e ajudar, obviamente) os amigos e utilizar sua habilidade para a dança para ganhar uns trocados. Então, foi bacana Kurt e Rachel colocarem a garota contra a parede.
Achei que a participação da SJP não foi lá essas coisas, poderiam ter aproveitado bem mais a atriz. Também não curti muito a performance do quarteto em At The Ballet. Mas o desfecho da história, com Santana se reconectando com a bailarininha que existe dentro dela e indo fazer aulas de dança na NYADA foi bacana. Torço pra ver cada mais Naya Rivera no seriado, então praticamente todos os plots da Santana caem me agradam.
Em Lima, Ryder acabou abrindo seu coração para os membros do Glee Club, e contou que foi abusado pela babá. Tudo para Sam e Artie parabenizarem o garoto por ter sido alvo de uma menina mais velha! Rá, bem a cara de Ryan Murphy a “piada”. Isso acabou aproximando Ryder de Kitty, que cada vez mais está vestindo a carapuça de boa moça. Mas o plot foi bem mal aproveitado, especialmente porque Ryder continua na enrolação sobre Katie (que nem é tããão interessante assim) e o envolvimento dele com a líder de torcida, que viria a calhar, acabou sendo adiado. O ponto alto da história de Ryder foi Everybody Hurts, que ficou bem legal.
Sobre a participação de Sue no episódio eu nem vou comentar, porque achei bem despropositada. Ela caiu de paraquedas no meio da história. Acho que a questão do tiroteio precisa de continuidade, mas não assim. Vamos se situar, roteiristas!
E por causa de tudo isso eu não curti Lights Out. Bem longe disso.
Wonder-ful não foi um episódio muito bom. Foi apenas razoável. Mas foi tão melhor que Lights Out que já me deixou bem mais felizinha.
E vou começar comentando logo o que pode causar meu apedrejamento. Não curto, definitivamente, quando Mercedes e Mike Chang ficam retornando a Lima. Eles tem suas vidas, agora. Não cola dizer que Mercedes voltou para se reconectar à família. Mike eu nem sei porque voltou. A única presença justificável é a do Kurt, por causa da história do pai.
Ok, Mercedes voltou para ajudar a galerinha, especialmente Marley, na questão da autoconfiança. Mas não acho que colocar Marley pra “gritar” seja a saída. Ela faz muito mais a linha de Rachel, e não a da Mercedes. Ou seja, a “diva” só estava ali porque Finn teve que sumir. Mike Chang veio no pacote, pra desenvolver Jake (que realmente dança pra caramba). Nada mais. E vou parar de comentar isso agora, porque acho que vocês já entenderam meu ponto de vista.
Aliás, Kurt com TOC também foi bem estranho, mas compreensível. Afinal de contas, o pai é o sol da vida dele, e a preocupação em perdê-lo era grande. Mais estranho ainda foi Blaine querer casar só porque “tem o direito”. Burt mandou muito bem em tudo que falou pra ele, mas acho que o Rouxinol não desistiu de propor. Não ainda. E isso não me agrada. Nem sou shipper deles, mas aceito eles ficarem juntos novamente. Como namorados, obviamente. Chega de casamento juvenil, Glee.
O plot de Artie foi bacaninha. E deu mais destaque para Kitty, que vem crescendo na história e no coração dos fãs. Completamente compreensível que Artie sinta medo de sair de casa. E parei de tentar compreender a bipolaridade de Kitty, então as coisas ficam mais palatáveis. Contudo, achei que ficou meio sem sentido Artie cantar For Once in My Life tãão para a líder de torcida. Eles não tem toda essa conexão emocional. Gostei do número, vejam bem. Mas achei meio desproporcional.
E pronto. O Glee Club recuperou sua auto estima e segue rumo às Regionais equilibrado e bem treinado. E tem tudo para arrasar.
E em NY, vimos o desenrolar da história de Rachel, que vai para sua audição final em busca do papel de Fanny. Legal terem usado o sucesso dela como motivador pra tarefa da semana, depois da ligação fofa pro Will. Mas mais legal ainda foi ver que finalmente Miss July deu o braço a torcer e apoiou a pupila. Quero dizer, era meio óbvio que no fundo Cassandra queria desenvolver Rachel, fazer com que ela enfrentasse bem o meio árido da Broadway. Mas curti a história, e adorei o número musical. Kate Hudson mandou bem demais.
Dito tudo isso, confesso que minha animação pras Regionais está em alta, apesar de não ter gostado muito dos dois episódios. E estou mais animada ainda pra audição da Rachel. Espero que seja épico!
As músicas dos episódios:
Lights Out:
The Star-Spangled Banner – Frida
You’ve Lost that Lovin’ Feelin’ – Sam e Ryder
Everybody Hurts – Ryder
We Will Rock You – New Directions
Little Girls – Sue
At The Ballet – Isabelle, Rachel, Santana e Kurt
Longest Time – New Directions
Wonder-ful:
Signed, Sealed, Delivered I’m Yours – Kitty
Superstition – Blaine, Mercedes e Marley
I Wish – Jake
You Are the Sunshine of My Life – Kurt
Uptight (Everything’s Alright) – Cassandra July
Higher Ground – Mercedes
For Once in My Life – Artie
Glee — Sweet Dreams
21/04/2013, 17:30.
Júlia Berringer
Reviews
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Don’t stop believing! Eis uma música que Glee pode cantar mil vezes, e eu não vou cansar de ouvir. Talvez seja pela mensagem que a música passa, mas desconfio que o real motivo seja lembrar daquele primeiro episódio. Revi esse episódio ontem, e me dei conta do qual estranha a série era. Coisa bem clichê. Naquela época eu descreveria a série assim: Era uma vez uma garota certinha que colava estrelas perto do nome porque quer ser uma estrela de verdade. Um dia ela se apaixonou pelo capitão do time de futebol, esse garoto tinha uma namorada que era capitã das líderes de torcida, ela andava com mais duas meninas. Uma delas era super malvada e a outra super burra. Como em toda escola, na escola deles, existia um valentão que não cansava de fazer bullying com um garoto que usava uma cadeira de rodas (e andava com uma japonesa gótica gaga). O valentão também mexia sempre com um garoto homossexual que tem cara de insuportável. Também tem mais alguns personagens, e nada mais tão relevante.
Naquela época, isso caberia bem. Agora, praticamente quatro anos depois, nós sabemos que Glee é muito mais do que um coral da escola com gente esquisita. Glee é um clichê que evoluiu dentro de seus clichês e tornou-se um clichê único. E é quando esse clichê me mostra pela primeira vez que fazer parte de algo especial te torna especial, eu percebo que uma série que desafia os tabus, é o que eu gosto de assistir. E eu reclamo dos altos e baixos, falo mal do Ryan Tirano Murphy, digo que a história está perdida, mas no fundo eu sei que eu não sou capaz de abandonar uma série como essa.
A simplicidade e objetividade de Sweet Dreams foi o que mais me chamou a atenção. Depois de um episódio baphônico, uma calmaria. Mas só para quem assistia, porque tanto em NY quanto em Ohio, os nervos estavam a flor da pele.
Chegou a hora que Rachel tanto ansiava. Suas audições para Funny Girl. Em busca da música perfeita, Berry recebeu a ajuda da mãe sumida e perdida Shelby, que montou uma creche para pequenos talentos em NY. Shelby aproveitou para cantar com a filha e lhe deu alguns conselhos, sempre querendo que Rachel realizasse os sonhos que não ela mesma não conseguiu realizar. Ajudou, mas mesmo assim Rachel ligou para Finn para pedir conselhos. O garoto, apaixonado como sempre, deu o maior apoio e disse que qualquer música que ela cantasse ia ser perfeita. Rachel se inspirou e nos deu de presente uma performance de deixar os olhos cheio de lágrimas. Já disse: Flashback e meio flashbacks em Glee é muita maldade com nossos pobres corações. Mas deu certo, e ela conseguiu comer os cookies que o Kurt fez, com um sorriso no rosto depois de receber seu primeiro callback.
Em Ohio, depois que Sue foi embora, Roz, a treinadora louca, assumiu as Cheerios e tratou logo de chamar Becky e Blaine para juraram não fazer vodu com ela. O que até serviu de algo, porque Blaine percebeu que Becky sabe de mais coisa do que conta. Ou seja, não demora muito e teremos Sue arrasando novamente os corredores do McKinley High.
O clima anda tenso também na sala do coral, e o Will está soltando os bichos, mal humorado que só. Fez uma setlist para as Regionais (cujo tema é sonhos, mas eu, particularmente, preferia que fosse suéteres. Go Brittany!), e não aceitou objeções. O que deixou Boba (mas fofa) Marley chateada, já que ela queria mostrar suas músicas escondidas para o mundo.
Will teve uma conversinha com Beiste, e resolveu ir fazer as pazes com Finn. O que não deu muito certo, já que esse estava muito animadinho com as festas da faculdade. Estudar que é bom nada, mas quem sou eu para falar dele ? (Brincadeira. Eu estudo, sim.) E olha só Glee nos surpreendendo novamente: Lembram do valentão vida louca que comentei no começo da review ? Partiu dele o conselho que pode ter mudado toda a história de vida de Finn.
Puck (que não estava na faculdade para estudar, só para se divertir) teve uma bro talk com Finn, e abriu os olhos do amigo sobre o que ele estava fazendo de errado. Frank-Teen não perdeu tempo e voltou para o McKinley para fazer as pazes com Will, que agora, mais bem humorado porque tem seu fiel escudeiro à seu lado, abriu espaço para a opinião dos ND e até deixou Marley mostrar suas músicas.
Mas cá entre nós, as músicas da Marley não são tão boas quanto as da Rachel. Aliás, sabe aquela história de que quem nasceu pão com ovo nunca será big mac ? Agora eu digo “Quem nasceu para Marley nunca será Rachel” e “Quem nasceu para Kitty nunca será Quinn”. Falando em Kitty: A cada episódio, assim como suas piadinhas, ela se torna mais desnecessária.
Observações:
– Super engraçadinha essa história do Sam ter um irmão gêmeo. Mas quando foi que o Sam bateu a cabeça e ficou bobo ? Ele não era assim. Só porque começou a namorar a Brittany, fizeram dele um “palhaço”. Ainda não aceitei isso.
– Tina ainda perdida na história, mesmo depois de 4 anos.
– Unique tomando anti concepcional. Really ? Achei piada de mal gosto. Apoio somente se for algo que vai ser levado a sério daqui a pouco.
– Quanto ao plot do Finn: Achei que ele tinha ido para a faculdade porque o Cory foi para a reabilitação. Tudo bem que a temporada acaba em três semanas, mas o que farão em relação ao Finn agora é uma coisa que me deixa um tanto curiosa.
E pra terminar, Glee foi renovada por mais dois anos! Qual o sentimento de vocês em relação à isso ? Confesso que fico um pouco dividida.
Setlist do episódio:
Next to Me – Rachel e Shelby
Fight for Your Right (To Party) – Finn e Puck
You Have More Friends Than You Know – Marley, Unique, Blaine e Sam
Don’t Stop Believin’ – Rachel (com Finn, Mercedes, Kurt, Artie e Tina)
Outcast – New Directions
Fox renova ‘Glee’ para mais duas temporadas
19/04/2013, 16:55.
Mariela Assmann
Notícias
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Gleeks de todo o Brasil, comemorai! A Fox acabou de renovar Glee para mais duas temporadas (quinto e sexto ano).
O anúncio veio para acalmar os corações dos fãs, que estavam temerosos sobre o futuro do seriado, especialmente depois que Cory Montheith foi, voluntariamente, para uma clínica de reabilitação e que surgiram inúmeros boatos sobre a saída de Ryan Murphy e dos produtores executivos Ian Brennan e Brad Falchuk do comando do seriado. Além disso, Heather Morris, uma das estrelas do show, está esperando o primeiro filho.
Mas nem todas as incertezas que rondam o futuro da série foram capazes de desestimular a Fox. Segundo o presidente da emissora, Kevin Reilly, a renovação se deve ao fato de Glee “ter estreado como a primeira e única bem sucedida série de comédia musical na televisão, e mais de quatro anos depois, continua a desafiar os gêneros, abrir novos caminhos e ter um impacto significativo sobre a cultura popular”. O presidente ainda disse que “semana após semana, Ryan Murphy, Brad Falchuk, Ian Brennan, Dante DiLoreto e a equipe toda de Glee entregam uma série não apenas deliciosa e que surpreende os fãs, mas também os inspira a falar, compartilhar, debater e se envolver com o show – e eu estou absolutamente encantado por tê-los a bordo por mais duas temporadas.”
Finalizando o anúncio, Ryan Murphy agradeceu ao presidente da Fox e aos executivos da emissora, Dana Walden e Gary Newman, por seu apoio desde a estréia da atração. Murphy agradeceu ainda aos gleeks, “público fiel, cuja paixão e entusiasmo continuam a nos surpreender e inspirar”.
Glee se junta à The Following, New Girl, Raising Hope e The Mindy Project, já renovadas anteriormente pela Fox.
Com informações do Deadline e do TV By The Numbers.
Glee — Shooting Star
14/04/2013, 23:19.
Júlia Berringer
Reviews
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Antes de tudo, quero deixar aqui claro que minha relação de Glee é quase uma coisa de cinema. O amor e ódio andam lado a lado e o resultado de tudo isso é, na maioria das vezes, um acesso de raiva junto com um aperto enorme no coração. E é por isso que o episódio dessa semana mexeu tanto com o meu psicológico. Em Shooting Star não sobrou espaço pra raiva no meu coração. Um episódio forte com uma mensagem talvez mais forte ainda.
Muita gente criticou e disse que o tema abordado no episódio aconteceu no tempo errado, outras pessoas estão dizendo que só serviu pra encher a semana, sem roteiro. Mas pra mim, eu achei que o episódio foi absolutamente certeiro. O tema é forte sim, inegável, mas é importante abordar uma coisa desse tipo. Não é de gente bonita e histórias felizes que se vive uma série de tevê. Lógico que tudo isso ajuda, mas mostrar a verdade é uma coisa que sempre me chama muito a atenção. Sei que Glee é uma série extremamente teen, mas o que me faz continuar assistindo-a (além do fato que amo as músicas e esses personagens um tanto peculiares), são suas histórias com temas simplesmente complicados e sempre atuais.
Além de tudo, eu acredito muito nessa teoria de viver e dizer as coisas como se não houvesse o amanhã. Mesmo que muitas vezes eu não siga isso, é uma coisa que tento, no máximo possível fazer. Na maioria das vezes, não existe segunda chance. “Não tenha medo de continuar, não tenha medo de desistir. Seria melhor você saber que no final, é melhor falar demais do que nunca dizer o que você precisa dizer “.
E é exatamente daí que parte o episódio. Brittany “descobre” que um asteroide (leia-se meteoro) vai destruir a terra. E com essa notícia bombástica dada aos companheiros de Glee Club, Will resolve dar a tarefa de dizer o que você sente como se fosse o último dia de sua vida para seus “filhinhos” do ND. Mais tarde, descobrimos que o asteroide era uma joaninha morta no telescópio (leia-se luneta) da Brittany, mas a partir dai, lição dada por Mr. Shue é sempre missão cumprida.
Ryder está super apaixonada pela “Katie” e viu a “Katie” andando pelos corredores, não perdeu tempo, resolveu se declarar cantando de um jeito super fofo. O problema é que “Katie” era Marissa, e não “Katie”. Então Ryder pirou e achou que “Katie” criou “Katie” para tirar sarro dele. “Katie” disse que ia revelar seu verdadeiro eu para ele, mas não apareceu no horário combinado. Morri de dó do guri, mas se ele quiser, me disponho a ser a Katie dele, sem problemas.
Durante o massacre, a sala do coral teve o destaque, e não podia ser diferente. A veracidade e a tensão do momento nos revelou que o elenco novo é bom em atuar, sim, em sua grande maioria. Mas não tem como negar que tudo teria sido ainda mais emocional com a presença do elenco antigo. Eles sim, Finn, Rachel, Santana, Puck, Quinn, Mike, Kurt teriam nos causado piores danos emocionais.
Destaque para a Tina, que finalmente foi lembrado e teve seu momento sem precisar chilicar porque não ganhou um solo. Dentro da sala, o caos rolava solto. Sam surtava porque Brittany não estava ali (quem a achou foi o Mr. Shue e não podia ter sido diferente), Ryder queria ligar para Katie, e o celular “dela” tocou ali dentro, Artie gravava tudo e todos começaram a deixar mensagens para quem se importavam.
Beiste também não se conteve e entrando na onda do apocalipse revelou à Will que estava apaixonada por ele. Não deu certo, lógico, mas o best friend da treinadora criou uma página para ela em um site de relacionamentos. Primeiro contato ? Ken Tanaka! Alguém lembra dele ? Dei muitas risadas com essa “aparição”.
E tudo isso por causa da Sue. Sue que agora, mais do que nunca, é minha heroína. Becky estava surtando porque não queria se formar e porque não sabia o que faria depois disso, e então levou uma arma para a escola. Foi logo mostrar para Sue, mas acabou disparando duas vezes sem querer. Sue encobriu sua querida, e acabou sendo demitida. Por motivos estritamente nobres.
Agora, percebemos que Shooting Star não foi um episódio com temática delicada e forte. Foi um episódio com temátca filosófica. Me deixou pensando no que eu faria se soubesse que amanhã é meu último dia de vida. Que eu tenho o agora e o nunca mais pra dizer tudo o que eu quero e pra quem eu quero. Como já disse, no começo dessa review, a nossa vida é o agora, e a nossa chance é a provavelmente a nossa única chance. Sempre penso que quero fazer a diferença, mesmo que minima no mundo. Cito agora um dos meus livros preferidos, A Culpa é das Estrelas do escritor americano John Green: “Sim, eu tenho medo do esquecimento terreno. Mas, quer dizer, não quero parecer meu pai nem minha mãe falando, mas acredito que os seres humanos têm alma, e acredito na manutenção da alma. O medo do esquecimento é outra coisa, o medo de não ser capaz de dar a minha vida em troca de nada. Se você não vive uma vida a serviço de um bem maior, precisa pelo menos morrer uma morte a serviço de um bem maior, sabe? E eu tenho medo de não ter nem uma vida nem uma morte que signifique alguma coisa.” E é exatamente desse princípio que parto quando digo que precisamos ser um pouco mais destemidos na vida. Arriscar e quem sabe, perder, mas sempre arriscar.
Glee arriscou essa semana, e na minha humilde opinião, acertou. Passou a ideia que precisava passar. Mesmo que mal entendido por alguns, deixo aqui meus parabéns aos roteiristas que seguiram a lição de Mr. Shue e disseram o que quiseram dizer nesse episódio sem nem pensar duas vezes.
‘Glee’: proposta de casamento à vista no final da temporada
14/04/2013, 20:03.
Ana Botelho
Notícias
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Essa notícia contém spoilers.
Fim de temporada chegando e as reviravoltas e surpresas começam a aparecer. Em Glee, alguém de um dos casais favoritos da série está planejando um pedido de casamento. Mas será que é quem vocês estão pensando?
Depois de um ano de separação, algumas mentiras, trapaças e traição, o relacionamento de Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) nunca mais foi o mesmo. Contudo, segundo o TV Line, os bons ventos sopram para o lado dos fãs do casal e Blaine está decidido em pedir a mão de Kurt em casamento.
NOTÍCIAS | Ator de ‘Glee’ é internado em clínica de reabilitação por vontade própria.
Também no episódio final da quarta temporada, estarão presentes Meredith Baxter (Family Ties) e Patty Duke (The Patty Duke Show). As atrizes estarão na loja de jóias onde Blaine vai comprar um anel para a tal proposta. Baxter e Duke vão interpretar um casal de lésbicas e logo trocarão conversa com Blaine, dizendo que podem ajudar na hora do pedido. Vale ressaltar que as novas personagens já estão escaladas para serem recorrentes no quinto ano da série.
O gesto romântico de Blaine vai ao ar no episódio final, que tem como data de exibição dia 9 de maio. Será que Kurt vai aceitar? Ou Blaine vai desistir? Façam suas apostas!
Glee vai ao ar todas as quintas-feiras pela Fox, às 21h no horário americano. Aqui no Brasil, você pode acompanhar pela Fox Brasil, aos sábados.
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