Dominic Cooper voltará a viver Howard Stark em ‘Agent Carter’

Data/Hora 30/09/2014, 22:08. Autor
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A Marvel anunciou oficialmente que Dominic Cooper estará no elenco de Agent Carter. O ator deu vida a Howard Stark em Capitão América: O Primeiro Vingador e dará continuidade ao papel na vindoura série.

A série é estrelada por Hayley Atwell, que viveu Peggy Carter nos dois longas do Capitão América, e seguirá sua vida após o fim da guerra, em 1946. Ela terá de lidar com missões secretas junto a Stark e com seu papel de agente da SSR (Reserva Científica e Estratégica, em tradução livre), a antecessora do que hoje conhecemos como S.H.I.E.L.D.

Além de Atwell e Cooper, Chad Michael Murray (One Tree Hill), Enver Gjokaj (Os Vingadores), James D’Arcy (Hitchcock) e Shea Whigham (Boardwalk Empire) integram o elenco de Agent Carter. A produção executiva fica por conta de Tara Butters e Michele Fazekas; os roteiristas da série são Christopher Markus e Stephen McFeely, responsáveis por Capitão América 1 e 2, e pelo vindouro 3.

A premiere de Agent Carter irá ao ar no primeiro trimestre de 2015, no canal ABC.

Com informações da Entertainment Weekly

David Fincher vai dirigir primeira temporada de ‘Utopia’, nova série da HBO

Data/Hora 30/09/2014, 21:18. Autor
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Responsável por dirigir o icônico Clube da Luta, o cineasta David Fincher estará à frente da primeira temporada da nova série da HBO, Utopia. Ele e a escritora Gillian Flynn comandarão a série. Fincher adaptou Garota Exemplar, de Flynn, para o cinema.

A série seguirá um grupo de fãs de uma cultuada HQ (The Utopia Experiments) que, por acaso, descobre uma continuação que foi escrita em segredo pelo autor. Após a descoberta, eles partem em uma busca pela obra, enquanto o verdadeiro significado da mesma será revelado.

A série original é de autoria de Dennis Kelly e é exibida pelo canal britânico Channel 4 — a 2ª temporada estreou em julho. ”Eu gosto dos personagens”, disse Fincher, ”Eu gosto da honestidade e da afinidade de Kelly pelos nerds”, completou. O roteirista inglês acompanhará o trabalho do remake assumindo o cargo de produtor.

Com informações do Indiewire 

 

The Good Wife – The Line

Data/Hora 30/09/2014, 13:02. Autor
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Série: The Good Wife
Episódio: The Line
Número do Episódio: 6×01
Exibição nos EUA: 21/09/2014

Dizer que a quinta temporada de The Good Wife foi espetacular se tornou um lugar-comum e uma bela redundância durante toda a última Fall Season. Em seus 22 episódios, a série soube se reinventar como poucas, saindo de sua tão criticada zona de conforto enquanto transformava os seus rumos de forma drástica e definitiva. Foram tantos plot twists que, a certa altura, nada mais era capaz de nos surpreender (será?). Robert e Michelle King, criadores da série, foram pegos de surpresa ao final da quarta temporada com o pedido de demissão do ator Josh Charles – intérprete de Will Gardner, e portanto, um dos pilares da série – e sabiam que tinham apenas 15 episódios para preparar o palco para a sua saída e dar um final digno à um personagem ao mesmo tempo tão essencial para a série quanto querido pelo seu público cativo. Mas o fizeram com tamanha maestria, que é justo dizer que a série apenas ganhou com o duro golpe da saída de Josh. Mais do que uma decisão corajosa e ousada, a controversa morte de Will se mostrou uma decisão acertada (e como é dolorido perceber isso!). Depois de ver Alicia trocar a Lockhart & Gardner – e, com ela, a confiança, amizade e lealdade de Will – pela incerteza representada pela Florrick & Agos, no brilhante Hitting the Fan (5×05), foi difícil testemunhar o ressentimento de Will em The Decision Tree (5×10), e a busca de Alicia por respostas após a sua morte. A ideia de que Will possa ter morrido magoado e decepcionado com ela era muito mais do que Alicia poderia suportar. The Last Call (5×16) foi a hora mais cruel, triste, e ao mesmo tempo bela de toda a série. E esse “ano estranho” terminou com Eli – sempre ele! – questionando Alicia: “o que você acha da ideia de concorrer à Promotoria?”.

E agora, Alicia?

Fim da digressão.

Alicia

Como não poderia deixar de ser, trago comigo enormes expectativas em relação ao sexto ano da série. E a season premiere não decepcionou.

Duvido que o desdém de Alicia pela proposta insólita de Eli dure por muito mais tempo, até porque é uma ideia genial. A constatação é óbvia: Peter não é ninguém sem Alicia. Desde o escândalo em que esteve envolvido no já longínquo episódio piloto, ficou claro que o todo-poderoso governador de Illinois e suas ambições políticas não iriam a lugar algum sem o apoio incondicional de sua “boa esposa”. Eli sabe bem disso, e vê-lo manipulando Peter com suas “pesquisas de intenção de voto” não só foi impagável, como também me lembrou um pouquinho de Frank Underwood (sdd, House of Cards). Alicia tem um bom desempenho tanto com eleitores liberais quanto com os conservadores, numa combinação tão única quanto poderosa em qualquer cenário político, o que acaba por transformá-la em um instrumento de manobra no governo Florrick. Mas… Será que “Santa Alicia” toparia o desafio e mergulharia de cabeça numa carreira política? E o que isso significaria para a Florrick & Agos?

DianeAlicia

E nesta equação, entra Diane. A season finale da quinta temporada nos trouxe Mrs. Lockhart, enfraquecida dentro de seu próprio escritório após a morte de Will e encurralada por David Lee e Louis Canning, oferecendo seus serviços – e sua clientela de 38 milhões de dólares – à Florrick & Agos. Não pensem que a ironia desta situação passou despercebida aos olhos de Alicia, que, em uma cena impecável, chega a mencionar a “familiaridade” que tem com a situação agora vivida por Diane. Como não amar, minha gente? É, o mundo dá voltas… E agora é a vez de Diane virar a mesa e sair da LG sem olhar para trás. O que foi uma traição imperdoável por parte de Alicia, agora parece ser a única saída para ela. Hipocrisia? Talvez. Mas o instinto de sobrevivência de ambas fala mais alto. O luto pela morte de Will, aliás, teve esse efeito (in)desejado: reaproximar Alicia e Diane, que se viram obrigadas a deixar de lado as diferenças e a rivalidade entre seus escritórios para lidar com a bagunça inesperada e inoportuna deixada por ele em suas vidas.

Mas, ao que parece, nada disso importa muito por enquanto. Cary foi preso por envolvimento com tráfico de heroína (!) e, enfim, sofre as consequências de ter um cliente como Lemond Bishop e uma sócia que, por acaso, também é a primeira-dama do Estado. Por ora, todas as atenções e esforços estão voltadas para ele (e David Lee sabe disso, claro, contra-atacando Diane ao destruir a reputação já fragilizada do rapaz).
Castro e Polmar já deixaram claro: assim como a “ajuda” de Bishop, não irão facilitar a vida dele. Agos corre um grande risco, e isso só ficou realmente claro para mim quando ele precisou cortar a própria mão para provar sua lealdade. Como diabos Cary vai sair dessa quando a única linha de investigação que poderia provar a sua inocência é justamente aquela que eles não podem seguir (sob pena de irritar Bishop)?

Os inesgotáveis poderes investigativos de Kalinda, aliados à sua falta de escrúpulos e de um compasso moral, serão suficientes para salvar Cary desta manobra política? Aliás, chantagear e ameaçar a pessoa que minutos antes a protegeu parece um pouquinho demais, até para ela. É incrível como Kalinda consegue me encantar, irritar e assustar, tudo-ao-mesmo-tempo-e-agora. Mas se Kalinda quer, Kalinda consegue… O resto é só dano colateral, certo Cary? Será que desta vez ela terá uma carta na manga para salvá-lo de si mesmo?

The Good Wife será capaz de nos presentear com mais uma temporada impecável? Ainda é cedo para dizer. As expectativas são grandes, e a season premiere foi promissora. Os King disseram, em entrevista recente, que esperam encerrar a série em uma eventual sétima temporada. Até lá, muito ainda vai rolar. Fato é que, com ou sem Will Gardner, TGW provou que sabe se reinventar e sair da sua zona de conforto como poucas antes dela conseguiram. Eu estou ansiosa por embarcar nesta jornada, e fico feliz de anunciar que, a partir de agora, serei responsável pelas reviews semanais da série por aqui. Vem, gente!

Marissa

PS: Menção honrosa para a Marissa, filha de Eli. Alguém PELAMORDEDEUS contrata ela como personagem regular? PRE-CI-SO. Melhor personagem DA VIDA (junto com Elsbeth Tascione, claro)! Despachada, me fez gargalhar com TODOS os diálogos dela no episódio, em especial na cena memorável da estagiária sem calcinha. Marissa pra Presidente, por favor! Nem é pedir muito, vai?

PS2: Com um pai como o do Cary, quem precisa de inimigos? U$8 mil? Sério?

PS3: Julianna Margulies RAINHA ganhando o Emmy (que, aliás, Josh também deveria ter ganhado). Mais que merecido! Aliás, não existe justificativa plausível para a ausência de TGW entre as melhores séries dramáticas do ano…

PS4: Saudade, Josh Charles. #RIPWill

Once Upon A Time – A Tale of Two Sisters

Data/Hora 30/09/2014, 10:35. Autor
Categorias Reviews

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Série: Once Upon A Time
Episódio: A Tale of Two Sisters
Número do Episódio: 4×01
Exibição nos EUA: 28/09/2014

Muito buzz se criou em cima dessa estreia da nova temporada de Once Upon A Time. Acho que nunca antes se esperou tanto por uma temporada da série como foi por essa. Era óbvio que muitas expectativas seriam postas depois da season finale passada e, infelizmente, quando se tem muitas expectativas é muito difícil que elas sejam correspondidas. Foi assim com esse episódio.

OUAT S041

A trama começou prometendo bastante ao mostrar o momento da morte dos pais de Anna e Elsa. E foi muito bem pensado criar novas histórias a partir de possibilidades deixadas no filme Frozen. Ao saber que os reis guardavam um segredo nessa viagem, senti que essa seria, com certeza, a melhor temporada de OUAT.

As cenas do flashback de Frozen foram cenas muito introdutórias, não conseguiram prender a atenção para este episódio. Contudo, participação dos personagens do filme, é interessante os ver em live-action. E quem merece o destaque é a Anna, que ficou muito parecida com a do filme, não só na caracterização como nos trejeitos também.

Enquanto a parte de Frozen era apenas introdução, a dos nossos velhos conhecidos não podia ser da mesma forma. No fim da temporada passada tivemos um vislumbre de que Regina iria voltar a ser a Evil Queen de sempre, afinal de contas, mais uma vez sua vida amorosa tinha sido destruída pela linhagem de Snow. Porém retornar para a Regina do mal seria um erro, pois a personagem já amadureceu tanto. Seria como dar um passo para trás. Aqui, o episódio acertou em cheio. Regina nunca vai poder ser uma pessoa 100% boa, então ao trabalhar em cima disso é como um refresco para a trama. Vai ser interessante ver a Regina tentando reescrever o livro dos contos de fadas para que os vilões ganhem seu final feliz. Só não consegui compreender uma coisa: se no livro os vilões não podem ter o final feliz… Por que o Rumple, de certa forma, conseguiu o seu ao se casar com Belle? Ele também é um vilão. Ainda na torcida para que o casal Regina e Hood desenrole. Regina merece um final feliz.

OUAT S04

Falando em Rumple, a novela da adaga foi resolvida, ainda bem. Não ia aguentar mais uma temporada de sofrimento Rumbelle. Roteiristas, deixem os dois serem felizes por pelo menos meia temporada. E como falar de Rumbelle sem citar aquela cena incrível dos dois dançando como no filme de A Bela e a Fera? Foi tão sutil e tão belo (perdão pelo trocadilho). Parabéns aos responsáveis. Agora o plot de Rumple vai girar em torno daquele chapéu de feiticeiro que ele encontrou (É o chapéu do Mickey que ele usa em Fantasia!!) e no recomeço que ele quer dar na sua vida. E ao assistir o episódio, fiquei com a impressão de que a história dele vai se enrolar com a de Frozen. Além do fato de Elsa ter ficado presa no cofre dele, há também a possibilidade de Anna também ter sido feita prisioneira pelo Dark One. Vamos aguardar para saber como isso vai se desenrolar, pois de OUAT podemos esperar muitas reviravoltas e surpresas.

O episódio não foi tão bom como os da temporada passada, mas também não foi ruim. Senti um clima muito introdutório e de pouco desenvolvimento, então o jeito é esperar os próximos  e torcer para que apenas esse tenha sido assim. Ainda tenho expectativas altas quanto a essa temporada, mas vou tentar controlar para não me decepcionar. O que esse episódio deixou foi uma promessa: Frozen vai encontrar a floresta encantada. E esse encontro vai ser muito legal de se assistir.

P.S.: Só eu encontrei várias referências a filmes da Disney nesse episódio? Além do chapéu do Mickey e da cena de Belle com Rumple?

P.S.2: Como a esposa de Hood mudou rápido de ideia sobre Regina. Tudo bem, ela salvou a vida dela, mas ainda assim achei muito apressado.

P.S.3: Marshmallow, o homem de neve, apareceu!

P.S.4: Beijo Captain Swan. Sem mais.

Destaques na TV – terça, 30/09

Data/Hora 30/09/2014, 02:49. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira o que tem na programação de séries na TV hoje.

O canal Warner estreia Forever, série criada por Matthew Miller (Chuck) que segue a linha das séries Maldição Eterna (Forever Knight) e de New Amsterdam. A história acompanha a vida do Dr. Henry Morgan (Ioan Gruffudd, Ringer), um homem que já amou muitas mulheres e passou por diversas guerras, além de testemunhar os efeitos de muitas doenças, como a catapora e a malária. Agora, este homem de 200 anos trabalha no necrotério de Nova York, onde tenta descobrir uma forma de acabar com sua imortalidade. Para ajudá-lo, ele conta com o apoio da detetive Jo Martinez (Alana de la Garza, Law & Order), uma ex-alcoólatra, e de seu melhor amigo Abe (Judd Hirsch, Numb3rs). No elenco também estão Joel David Moore (Bones), como Lucas um dos técnicos que trabalham no necrotério. Ele é um tipo hipster que fica tímido quando está cercado por mulheres bonitas; Barbara Eve Harris (Prison Break), como a Tenente Roark, chefe de Jo; e Donnie Keshawarz (Damages), como o detetive Hanson, que trabalha ao lado de Jo.

Com 12 capítulos a minissérie Plano Alto, da Record, é uma das promessas da emissora. Com direção de Ivan Zettel e roteiro de Marcílio Moraes, a trama terá como tema principal a política brasileira desde a década de 60 até os dias atuais, com as recentes manifestações pelo país. Assim, os guerrilheiros da década de 60 e 70, os caras-pintadas, que tiraram o ex-presidente Fernando Collor de Melo do poder, e os black blocks dão ritmo à obra. Por meio das histórias dessas três gerações de contestadores é que se desenvolve a minissérie. Com muitos escândalos, orgias, prostituição, traições e um assassinato, Plano Alto traz uma reflexão sobre o que é política no Brasil, mas sem citar casos e políticos da vida real. O elenco reúne artista conhecidos como Gracindo Jr., Milhem Cortaz, Bernardo Falcone, Jussara Freire, Daniela Galli, Ester Góes, Mariah Rocha, Carla Diaz, Juan Alba, Paulo Gorgulho, Floriano Peixoto, Giuseppe Oristânio, André Mattos, Vitor Fasano, Flávia Monteiro e Henrique Pignocelli, entre outros.

Alphas, série já exibida pelo canal Syfy, começa a ser exibida agora pela Record diariamente.

Na Band, a versão brasileira do reality MasterChef recebe seu primeiro convidado especial: o premiado chef Alex Atala.

O canal Sony rebobinou e agora (desde ontem) exibe How I Met Your Mother desde o princípio, mas desta vez dublada.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são os atores Jesse Tyler Ferguson (Modern Family) e Wendi McLendon-Covey (The Goldbergs) e a banda 30 Seconds to Mars. Já no The Tonight Show desta noite, as atrações são a atriz Kerry Washington (Scandal), o apresentador Carson Daly e a banda Julian Casablancas + The Voids.

Confira os demais destaques para hoje.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

GLITZ
Hart of Dixie – 20h30 (ep 3×09) / 21h20 (ep 3×10)

WARNER
Nikita – 13h12 (ep 2×20)
Ground Floor – O Andar Debaixo – 20h25 (ep 1×10) FINAL DE TEMPORADA
Forever – 22h30 (ep 1×01) ESTREIA Leia a review

SONY
Baby Daddy – 14h (ep 2×07) – exibição diária
How I Met Your Mother – 17h30 – 2 episódios seguidos de segunda à sexta
The X Factor UK – 22h30 – 11ª temporada

TBS
Tratamento de Choque – 21h45

A&E
NCIS: Los Angeles – 21h (ep 5×12)

LIFETIME
Necessary Roughness – 23h30 (ep 2×05)

HBO PLUS
Jonah From Tonga – 22h35 (ep 1×06)
Ja’mie : Private School Girl – 23h40 (ep 1×06)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 6ª temporada)

BAND
MasterChef – 22h45

SBT
Chaves – 18h

RECORD
Plano Alto – 23h30 – minissérie – ESTREIA
Alphas – 0h30 – (ep 1×01) ESTREIA

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
A Diarista – 22h
A Justiceira – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Podem comentar.

6ª temporada ‘Nursie Jack’ estreia no Studio Universal

Data/Hora 29/09/2014, 19:03. Autor
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Nursie Jack já tem data pra terminar, já que a Showtime confirmou recentemente que a sétima temporada será a última do seriado. E a o Canal Studio Universal dará aos fãs a chance de se preparar para a temporada final da comédia de humor negro – ainda que em um horário pra lá de estranho: a sexta temporada da série chega ao Studio Universal no dia 13 de outubro, na madrugada de domingo para segunda-feira, à 1h da manhã.

Edie Falco, premiada três vezes pelo Emmy, protagoniza a comédia que conta a história da enfermeira Jackie. Viciada em drogas, ela se esforça para encontrar um equilíbrio entre seu trabalho frenético, suas duas filhas e seus dramas pessoais.

Cada dia é uma questão de vida ou morte no agitado hospital de Nova York em que Jackie trabalha, mas para ela esta é a parte mais fácil. Entre um problema crônico nas costas e uma vida pessoal constantemente próxima ao colapso, ela gira em torno de mentiras, regras dribladas, e muitas estratégias secretas para aliviar a dor, o que a deixa a um passo do desastre total.

Novos episódios da série serão exibidos sempre nas madrugadas de domingo para segunda-feira.

Com informações repassadas pela assessoria de imprensa do canal.

5ª temporada de ‘Boardwalk Empire’ estreia em outubro na HBO Brasil

Data/Hora 29/09/2014, 15:00. Autor
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A série dramática Boardwalk Empire volta ao Brasil para sua quinta e última temporada no dia 5 de outubro, às 23h. Criada por Terence Winter (ganhador do Emmypelo roteiro de Família Soprano) e com direção de Martin Scorsese (ganhador do Oscar), a série mostra a vida em Atlantic City durante a Lei Seca, época em que a cidade era governada com rigidez por Enoch “Nucky” Thompson, interpretado por Steve Buscemi.

As quatro primeiras temporadas se passaram na década de 1920, mas a quinta dá um salto de sete anos no tempo e mergulha no universo da Grande Depressão em 1931, quando Nucky volta às suas raízes em Atlantic City e planeja o futuro depois da Lei Seca.

Os Estados Unidos se esforçam para lidar com a grave crise econômica e, com o fim da Lei Seca à vista, Nucky tenta legitimar seu poder por meio de alianças com produtores de bebidas alcoólicas. Enquanto isso, os rivais dele, Lucky Luciano e Meyer Lansky, também tentam se consolidar e eliminar os adversários a qualquer preço, após a morte de Arnold Rothstein.

Além de Buscemi, o elenco de Boardwalk Empire – cuja temporada de despedida terá oito episódios – é formado por Kelly Macdonald, que interpreta Margaret, ex-mulher de Nucky; Michael Shannon como o ex-policial federal Nelson Van Alden, envolvido em um conflito de gangues; Shea Whigham como Eli, irmão de Nucky, que passou para a clandestinidade depois de matar um policial federal; Stephen Graham como o gângster Al Capone; Vincent Piazza como o gângster Lucky Luciano; Paul Sparks como o gângster Mickey Doyle; Michael Kenneth Williams como Chalky White, ex-aliado de Nucky; Gretchen Mol como Gillian, que agora enfrenta seus demônios; e Jeffrey Wright como Valentin Narcisse, inimigo de Chalky.

Nesta temporada o elenco também conta com Anatol Yusef como o gângster Meyer Lansky; Ben Rosenfield como o filho de Eli, Willie Thompson, agora um jovem promotor em ascensão; Patricia Arquette como Sally Wheet, aliada de Nucky, agora instalada em Cuba; e Michael Zegen como o gângster Benjamin “Bugsy” Siegel.

Entre os novos integrantes também estão Jim True-Frost como o inimigo do crime Eliot Ness; Matt Letscher como o empresário rico e com muitas conexões políticas Joseph Kennedy; Giampiero Judica como Salvatore Maranzano, o “chefe de todos os chefes”; e Louis Cancelmi como Mike D’Angelo, o executor de Capone.

Inspirada no livro de não ficção Boardwalk Empire: The Birth, High Times and Corruption of Atlantic City, de Nelson Johnson, Boardwalk Empire foi criada por Terence Winter e tem produção executiva de Winter, Martin Scorsese, Mark Wahlberg, Stephen Levinson, Tim Van Patten, Howard Korder e Eugene Kelly. A produção é realizada por Joseph E. Iberti, Rick Yorn e Allen Coulter.

Com informações repassadas pela assessoria de imprensa da HBO.

Netflix divulga trailer de ‘Uganda be Kidding Me’, Stand-Up de Chelsea Handler

Data/Hora 29/09/2014, 14:56. Autor
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A Netflix liberou hoje o trailer de Uganda Be Kidding Me Live, a apresentação final da popularíssima turnê internacional da versão stand-up do quarto livro de Chelsea Handler a emplacar o primeiro lugar da lista do New York Times Best-seller. A partir de fotos pessoais, Handler conta as mais absurdas histórias sobre suas viagens pelo mundo e os personagens ridículos que entram em sua vida, tudo acompanhado de opiniões descaradas que vão desde suas expectativas de parceiros sexuais à recente onda de estupros de golfinhos.

A empresa também liberou, recentemente, o pôster do especial:

unnamedUganda be Kidding Me Live estreia na Netflix em 10 de outubro.

Com informações repassadas pela assessoria do serviço de TV por internet.

Bones – The Conspiracy in the Corpse

Data/Hora 29/09/2014, 10:18. Autor
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Série: Bones
Episódio: The Conspiracy in the Corpse
Número do Episódio: 10×01
Exibição nos EUA: 25/09/2014

Uma década. Isso é tempo bastante para se formar uma geração, para a Terra dar dez voltas completas ao redor do sol, e cerca de 3650 voltas em torno de si mesma. É tempo bastante para uma vida começar a acabar, para o amor acontecer, para nascerem revoluções, modas, infinitas listas de melhores e piores do ano. 2005, 2006, 2014… É muito tempo mesmo. São dez anos de muita coisa, e o que se sente quando olhamos para trás é um tipo de nostalgia hipócrita, de achar que tudo o que é passado é melhor do que agora.

O passado começou para mim na verdade bem mais cedo do que para a maioria de vocês. Começou em 2010, quando resolvi retomar meu amor pelo ator David Boreanaz (aquele mesmo, o vampiro de Angel que fez muita gente suspirar nos anos de 1990). Eu estava numa de não me apaixonar por mais nenhuma história que tivesse a fórmula secreta para fazer os fãs sofrerem que quase desisti da duplinha do Hart Hanson: mocinho ama mocinha, ou vice-versa e só ficarão juntos depois de muitos anos de sofrimento? Não, queria mesmo distancia. Mas de nada adiantou, e apesar das promessas de que “só veria mais um episódio”, acabei vendo cinco temporadas inteiras em um único mês e estava ali pronta para entrar no sexto ano, e já escrevendo resenhas para o TeleSéries.

Talvez tenha sido isso, a saudade da paixão… Paixão, esse é o melhor sentimento para descrever o meu estado quando o tecno pesadinho do Crystal Method ensaiava os primeiros acordes há algum tempo. Coração acelerado, suor nas mãos, vontade urgente de estar perto, acompanhar minuto a minuto cada um dos cinquenta e tantos que têm os episódios.

Isso já não acontece mais. Ando numa de achar que nunca mais vai acontecer mesmo, e que só vejo Bones, porque… oras! porque é Bones. Daí, a saudade hipócrita. De achar que antes é melhor do que agora. E foi justamente com esse sentimento incoerente que o final de setembro começou para mim. Senti saudade do passado no momento em que Bones retornou. Dez anos depois, e é tudo o que consigo dizer.

The Conspirancy In the Corpse

É a primeira vez que escrevo uma resenha sem rever o episódio mais do que umas cinco vezes, como de costume. Na verdade, vi apenas uma vez. Foi o bastante para entender que a ansiedade não faria mais parte da minha rotina com a série. Um episódio de estreia de temporada, um episódio que marca o décimo ano de Bones, não deveria ter sido assim tão…

Assim como? Ora, assim tão mal escrito, cheio de buracos, e ideias fracas. Esperava que tivessem vontade de se redimirem pelos buracos deixados no nono ano. Mas da primeira cena, até a última, foram poucos os momentos que senti Bones na história.

A série mais parecia um crossover de CSI com algum filme de sessão da tarde, daquele bem baratos e sem pé nem cabeça. Pareceria também que eles queriam acabar logo com aquilo tudo. Uma pressa que me deixou angustiada. Como aceitar que depois daquela season finale, as coisas aconteçam daquele jeito? Booth saiu tão rápido da prisão e a morte do Sweets, então…  tudo tão raso! Se você chegou até aqui e não assistiu ao episódio, deixe-me fazer um pequeno resumo:

Brennan suborna alguém importante, tira Booth da cadeia. Booth está com raiva do sistema, e o sistema está querendo se vingar do Booth. A turma toda aparece para ajudar. Daisy está grávida (porque a atriz está gravida, e é assim que a gravidez acontece em Bones) e Sweets morre.

Fim.

Nada realmente parece fazer sentido algum. Não é que não apenas não faz sentido, porque há sentido na coisa toda, o que não faz sentido é fazer um episódio tão apressado, deixando escapar temas que poderia ser bem explorados, como a separação momentânea de B&B, do reencontro entre Daisy e Sweets, a própria vida do Booth na cadeia, e da luta da Brennan para tirá-lo de lá. Aproveitar também para aprofundar a história do vilão – que em Bones parece mais boba a cada temporada. Ainda não engoli todo aquele auê sobre o Broadski, Pelant e esse último, qual era mesmo? Cada vez mais desinteressantes, vejo cada vez menos sentido em perder tempo com um vilão da vez.

Era bem melhor quando a série era sobre a Brennan. Tive saudades do passado. (Desabafo).

Bones - Episode 10.01 - The Conspiracy in the Corpse - Promotional Photo

Complexo Shonda

Mas se houve algo para deixar todos sem palavras foi a morte do Sweets. Não que eu gostasse do personagem, na verdade desejei eu mesma matá-lo várias vezes, mas estou simplesmente cansada das coisas acontecerem por acontecer em Bones. Será igual ao Vincent? Quando mataram o “squint” preferido de todos por nada! E não venham de dizer que Christine nasceu naquele dia porque eu mesma não acredito nisso.

Só sei que não compro essa história de que “se eu quiser apimentar as coisas basta matar alguém”. Isso é apelar demais, e não sou fã de desespero. A história costumava ser boa por si só, sem precisar de artifícios tão mequetrefes.

Para falar bem a verdade, não gostei da cena da morte do Sweets. Talvez o Stephen e o Hart se achem gênios ao inventarem essa técnica (ou ao menos amarem ela) de “fica por conta da imaginação de vocês”, e não mostrar a cena quando coisas grandes acontecem… começo a sonhar com uma temporada inteira de flashbacks, porque digo, renderia ao menos duas inteiras.

Tive saudades de como grandes momentos eram escritos em Bones. Foram tantos.

O Bom no Ruim

Quando o episódio acabou, demorou alguns segundos para eu entender como eu estava sendo hipócrita. E como eu não precisava ter saudades do que já passou. Porque quando anunciaram as cenas do próximo episódio, eu entendi que dez anos era realmente tempo o bastante para Bones começar novamente. E a saudade se foi.

Desde o final da leitura de O Lado Bom da Vida, do Mathew Quick, procuro ver as coisas de modo menos fantasioso. E pensar de que há sempre algo bom para acontecer. É o que chamam de esperança, acho. Então, no momento em que The Conspirancy in the Corpse acabou, me restou apenas a esperança de que (e plots) melhores estão para acontecer! Quem sabe?

Vi também algo que até então não tinha me tocado: nem sempre quando algo acaba é o fim. Pode ser um recomeço. Então vi coisas boas.

O que eu vi de bom nisso tudo foi a possibilidade de explorarem o lado mais cínico do Booth. De tirar dele toda aquela aura de santo e cavaleiro da armadura cintilante. Também seria bom mudar a dinâmica das coisas: Jeffersonian + FBI = amor. Fórmula batida.

Seria ainda melhor que a história voltasse um pouco para a Brennan novamente. Mas não a tratasse de forma imbecil. Gostei de vê-la sacando o Booth de maneira mais rápida, mais confiante. Do tipo, “conheço bem como ele funciona, e só o conheço bem porque estou ao lado dele há uns quinze anos, quase”. Mas há sempre coisas novas para aprender: não que aprender a ajudá-lo seja novidade, mas estar ao lado do parceiro enquanto ele se descobre novamente será bacana de acompanhar. “Não vou te machucar”, disse a Brennan. SIM, NÓS SABEMOS! <3

Há também uma boa possibilidade de que com a partida do Sweets a série comece  focar um pouco mais. Eu sei, bem egoísta o pensamento, mas não suportava aqueles episódios focado em alguém menos importante do que B&B. (Sim, mea culpa novamente, mas relevem, estou com um leve mau humor).

Mas a melhor de tudo é que ao final das coisas a saudade não cabia mais. Porque não se pode ter saudade do novo, podem até chamar de esperança, mas o mais legal sobre a volta de Bones é que nada mais será como antes. Até que os roteiros ruins sejam abandonados, estamos de olho.

Sobre o Sweets

Me sinto mal por não gostar dele. Ele foi importante para a história, importante para B&B, e espero que, sinceramente, tenha um propósito nisso tudo.

Destaques na TV – segunda, 29/09

Data/Hora 29/09/2014, 02:36. Autor
Categorias TV Brasil

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Comece a semana bem conferindo o que tem na programação da TV hoje.

Gotham estreia sem intervalo comercial pela Warner. Assinada por Bruno Heller (The Mentalist, Roma), a série adapta para TV os personagens das história em quadrinhos de Batman. A história acompanha a vida e os trabalhos do jovem idealista James Gordon (Ben McKenzie, The O.C.. Southland), um ex-jogador de futebol e herói de guerra que se torna um detetive do departamento da homicídios de Gotham City. Ele trabalha ao lado do detetive Harvey Bullock (Donal Logue, Sons of Anarchy, Terriers), um homem que, apesar de adotar uma postura bruta e fazer vista grossa para a corrupção policial, consegue obter bons resultados tornando-se um mentor para Gordon. A intenção dos produtores é a de  narrar a vida de Gordon e a adolescência de Bruce Wayne encerrando a série no momento em que Wayne veste o uniforme do herói Batman. Já no primeiro episódio, a série introduz diversos conhecidos vilões do universo do Homem-Morcego.

A Warner estreia a 8ª temporada de The Big Bang Theory exibindo dois episódios seguidos. No primeiro episódio, Amy (Mayim Bialik) e Leonard (Johnny Galecki) fazem uma viagem até o Arizona para tirar Sheldon (Jim Parsons) de uma encrenca. No segundo episódio Peeny (Kaley Cuoco) e Bernadette (Melissa Rauch) se desentendem, dando oportunidade a Amy (Mayim Bialik) se transformar na melhor amiga delas. A novidade da season premiere fica por conta do novo corte de cabelo de Kaley Cuoco.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são os atores Lauren Graham (Parenthood) e Ben McKenzie (Gotham).

No The Tonight Show desta noite, o ator e comediante Jimmy Fallon recebe as atrizes Sofia Vergara (Modern Family) e Megan Boone (The Blacklist) e a banda The Black Keys.

Confira as demais destaques dos canais de TV para esta noite.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
3 Teresas – 22h30 (ep 2×02)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

BBC HD
O Segredo de Crickley Hall – 21h (ep 1×03) SERIES FINALE

WARNER
Nikita – 13h06 (ep 2×19)
The Big Bang Theory – 20h (ep 8×01) / 20h24 (ep 8×02) ESTREIA
Gotham – 22h25 (ep 1×01) ESTREIA Leia a review

SONY
Baby Daddy – 12h30 (ep 2×06) – exibição diária
How I Met Your Mother – 19h30 – 2 episódios seguidos de segunda à sexta – 3ª temporada

FX
Politicamente Incorreto – 20h30
The Bridge – 23h10 (ep 2×12)

HISTORY / A&E
Houdini – minissérie – 22h – FINAL

AXN
Lost Girl – 8h15 (ep 2×20)

TBS
Chaves – 22h10 – exibição diária

TNT
Under the Dome – 22h30 (ep 2×11)
The Last Ship – 23h20 (ep 1×09)

CINEMAX
Reckless – 23h25 (ep 1×09)
Real Humans – 0h35 (ep 1×08)

MTV
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 6ª temporada)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
Amor em Quatro Atos – 23h10 – minissérie
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Encontro vocês amanhã!

Primeiras Impressões – Black-ish

Data/Hora 28/09/2014, 23:00. Autor
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Antes de escrever sobre o episódio de estreia de Black-ish, é importante uma pequena contextualização sobre a série. Ela surge como a proposta da ABC de ser “a nova Modern Family”. O que isso quer dizer? Uma nova série familiar tradicional. Mas Modern Family não é tradicional, dirão alguns. É sim. Ela foge do tradicional do passado, mas é tradicional e por isso é tão bem aceita. E ABC sabe que mais cedo ou mais tarde a sua principal série de comédia vai perder o fôlego e/ou sair da grade de programação. Além disso, Black-ish também aparece como resposta às críticas a falta de uma família negra na TV aberta americana. Bom lembrar que My Wife and Kids, sucesso na própria ABC, terminou em 2005, quase 10 anos atrás.

Black-ish apresenta os Johnson, um casal de classe média alta, pais de 4 filhos. E ainda tem Laurence Fishburne como o pai do patriarca. Isso mesmo: Morpheus avô. Muita dificuldade de lidar (se você é novo demais para entender a referência, a dica é Matrix). O grande problema do protagonista é o medo da família está se tornando “menos negra”. Esse assunto é uma questão bem atual, principalmente nos EUA. Todo episódio vem desse conflito. A cena que abre o episódio foi muito boa.

Andre, o pai, recebe uma promoção mas fica insatisfeito por achar que a escolha deve-se ao fato dele ser negro. A esposa, que é médica, o questiona dizendo que se ele não fosse escolhido estaria reclamando que perdeu a vaga por SER negro. A discussão é pertinente porque o argumento de ambos tem validade. E parece que o caminho a ser seguido pelos roteiristas será esse: como uma família negra que chega a posição antes negada a eles consegue seguir seu caminho sem deixar de lado suas raízes. E como lidar com os filhos que não conhecem um mundo sem privilégios.

Não quero contar aqui muito sobre o episódio. Para quem gosta de série familiar tradicional, acredito que Black-ish deve agradar em cheio. O elenco é bom, o texto correto. Algumas piadas podem exigir certo conhecimento de cultura pop e da cultura afro-americana, mas nada que deixe ninguém perdido. Ainda é cedo para dizer se a série terá o mesmo sucesso que Modern Family. E, claro, My Wife and Kids e The Cosby Show, séries que com certeza devem ter sido referência para Kenya Barris, sua criadora, mesmo que de maneira inconsciente. Recomendo a série, mesmo que seja para ver o Morpheus sendo avô.

Não, não superei. Laurence rouba as cenas em que aparece, mesmo o papel sendo pequeninho. Outra informação: Tracee Ellis Ross, que faz Rainbow (por sinal o nome do marido da criadora da série), a mãe, é filha de Diana Ross. E se você não sabe quem é Diana Ross, por favor, vai para o Youtube agora.

Black-ish, que estreou nos EUA no dia 24/09, ainda não tem data de estreia no Brasil.

As primeiras impressões de ‘Lili, a Ex’, a nova comédia do GNT

Data/Hora 28/09/2014, 22:00. Autor
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Em 1990, a Fox consolidou sua imagem de canal jovem da TV americana com a estreia da série Parker Lewis Can’t Lose. A comédia teen se sustentou por três anos no ar com uma audiência pequena, mas que agradava a Fox justamente por ter bons índices de audiência entre um público de 18 a 34 anos.

Parker Lewis tinha como mérito dialogar muito bem com os jovens americanos – parecia uma versão televisiva de Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off) mas ia ainda além, mostrando as aventuras grupo de garotos na escola com muita criatividade. Parker Lewis abusava dos efeitos sonoros, das trucagens de câmeras, de enquadramentos inesperados, da edição de videoclipe e da metalinguagem pra atrair a atenção e também fazer rir. Nos EUA, ganhou status cult e virou influência estética para muitos shows – como Ally Mcbeal e Scrubs.

Lili, a Ex, nova série do canal GNT, esteticamente tem muito em comum com Parker Lewis Can’t Lose. Ela vai ainda além – fazendo uso de câmeras modernas portáteis, Lili enche os olhos do telespectador com movimentos de câmera perfeitos. A comédia da O2 Filmes, com direção geral de Luis Pinheiro, é até aqui o mais sofisticado piloto já exibido pelo GNT e também o mais jovem e moderno.

Esta boa qualidade de imagens acaba caindo como uma luva no texto baseado nas histórias em quadrinhos do Caco Galhardo. Tirinhas de jornal são difíceis de adaptar para TV. O humor é o da gag: um ou dois diálogos, uma conclusão. Às vezes nem graça tem, a tirinha apenas te faz esboçar um sorriso. Adaptar para o audiovisual não é mole: a Globo tentou sem sucesso há alguns anos emplacar uma versão televisiva de Aline, da Adão Iturrusgarai; no Rio Grande do Sul, a RBS TV também não se deu lá muito bem com As Aventuras da Família Brasil, de Luis Fernando Verissimo; o problema vem la do início dos anos 90, quando a TV Pirata arriscou uma versão do Casal Neuras, de Glauco Mattoso.

Lili, a Ex supera este problemas com um texto que se apropria das gags dos quadrinhos, mas se esforça para ir além delas. E pra fazer isto não se prende às câmeras e recursos de edição. Ainda há mais um trunfo: a atuação incrível de Maria Casadevall, linda e louca na medida certa no papel da protagonista da série, uma garota obcecada pelo ex-marido – a ponto de se mudar para o apartamento ao lado do dele.

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O único problema de Lili, a Ex é que a série, como todas as produções nacionais do GNT, parece imaginada para um horizonte curto. Falta nos projetos do canal aquela malícia da TV norte-americana de construir personagens e storylines que gostaríamos de acompanhar por toda a vida. Lili é bacana o suficiente para decidirmos acompanhá-la atormentando Reginaldo pelas 13 semanas da primeira temporada. Com sorte, até seguiremos ela em uma eventual segunda temporada. Mas, e depois? Esta proposta renderá muitas histórias mais?

Lili, a Ex é a melhor comédia já produzida pelo GNT. Mas ainda não será por esta pela qual você irá se apaixonar.

* * *

Lili, a Ex estreou no Brasil no dia 24 de setembro, no GNT. Os episódios inéditos vão ao ar nas noites de quarta-feira, às 22h30. Para assinantes dos canais Globosat, o primeiro episódio pode ser assistido no site Globosat Play.

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