CSI:NY foi uma das séries que cortei da minha lista algumas temporadas atrás – na época achava que era a mais sem personalidade da franquia CSI (na época, sei que isto provavelmente mudou). Mas a sinopse do episódio desta noite, chamado Death House, me deixou curioso. Parece coisa de Scooby Doo – Mac Taylor e cia. dentro de uma casa cheia de enigmas, armadilhas e, claro, um corpo. É o especial de Halloween da temporada.

Ontem eu falei das séries veteranas que surpreenderam nesta temporada. Agora, pra contrabalançar, preciso falar de uma que está me desapontando: Supernatural. E é arriscado falar mal de Supernatural, ainda mais perto deste povo que descobriu a série ano passado pelo SBT. Aliás, já tive minha quota de problemas subestimando os fãs da série no passado.
Mas não tenho como não criticar. O quinto ano de Supernatural, que parecia promissor, está denso demais, pesado demais, triste demais e um pouco devagar. Outro problema é que o arco da temporada é tão marcante que quando a série decide dar um tempo na história principal, o que geralmente gera episódios divertidos, acaba me deixando irritado – porque esta não é hora de fillers, mesmo que tenham uma Paris Hilton serial killer, uma versão idosa do Dean Winchester ou façam sátiras a Grey’s Anatomy e CSI:Miami. Um problema clássico dos seriados de sci fi é justamente o que Supernatural enfrenta – criar ameaças tão complexas que, em primeiro lugar, tornam todas as outras medíocres e, em segundo, que podem levar a um final frustrante e apressado, já que o inimigo é imbatível.
Bom, o episódio desta noite (na Warner, às 22h), chamado Dead Men Don’t Wear Plaid, tem zumbis e, segundo o meu colega Thiago Sampaio (nesta resenha para o Lá Fora), foi o mais fraco da temporada. Espero que a série se recupere na reta final e que no próximo ano o clima não seja tão denso e o inimigo tão imbatível. Clique aqui para continuar a leitura »