Malcolm retorna este sábado na Band

Data/Hora 08/05/2010, 11:30. Autor
Categorias Notícias

Malcolm in the MiddleNeste sábado (8/5), a Band volta a exibir Malcolm (Malcolm in the Middle) na faixa das 13h. Como a emissora fica toda hora tirando e colocando suas séries no ar, não dá pra ter certeza de quanto tempo isso vai durar.

Malcolm já teve umas 3 ou 4 temporadas exibidas pela emissora de de segunda a sexta, mas a série infelizmente acabou saindo do ar.

Malcolm teve ao todo sete temporadas, com um total de 151 episódios, produzidos entre 2002 e 2006 e exibidos pela Fox americana. No Brasil, foi exibida na TV paga pela Fox.

A série foi aclamada pela crítica e ganhou um prêmio Peabody, nove Prêmios Emmy, um Grammy e foi nomeado para sete Globos de Ouro. Clique aqui para continuar a leitura »

Review: 24 Horas – Day 8: 11:00 A.M.-12:00 P.M.

Data/Hora 08/05/2010, 10:50. Autor
Categorias Reviews, Spoilers

24 Horas – Day 8: 11:00 A.M.-12:00 P.M.

Série: 24 Horas
Episódio: Day 8: 11:00 A.M.-12:00 P.M.
Temporada:
Número do Episódio: 188 (8×20)
Data de Exibição nos EUA: 3/5/2010

Esse episódio foi fantástico. Finalmente uma hora acompanhando uma boa seqüência de Jack, lembrando até mesmo a primeira temporada da série. Muito suspense, drama e uma parceria com Cole que decolou, mesmo com Bauer entregando uma arma sem balas antes do resgate de Dana.

Parece uma coisa pequena, mas são esses pequenos detalhes que sempre chamam a atenção na série. E apesar de ter uma trama esdrúxula no começo da temporada, neste episódio Katee Sackhoff se superou e finalmente sua personagem se destacou. Clique aqui para continuar a leitura »

Review: Heroes – The Fifth Stage

Data/Hora 08/05/2010, 03:30. Autor
Categorias Reviews

Heroes - The Fifth Stage

Série: Heroes
Episódio: The Fifth Stage
Temporada:
Número do episódio: 71 (4×12)
Data de exibição nos EUA: 30/11/2009
Data de exibição no Brasil: 6/4/2010
Emissora no Brasil: Universal

Alguns podem estar perguntando onde exatamente Heroes quer chegar depois de quatro temporadas. Outros podem estar se questionando o que a série vem fazendo, o que ela vem mostrando com tantas tramas que não conseguem tornar-se coesas o suficiente para fazer o seu espectador consumir este programa. A verdade é que não existem respostas para estas perguntas – pelo menos até o final da série, que não se sabe ainda quando vai ser.

Em Fifth Stage, foi a vez de Claire procurar conclusões sobre a maneira como as pessoas que possuem habilidades especiais devem viver. Seguindo a curiosidade de descobrir o que existia por trás da bússola, ela chegou até o Parque de Diversões de Samuel, que vê o seu plano dando certo com a chegada da líder de torcida. Clique aqui para continuar a leitura »

Moonlight ressuscita (em reprises) nos Estados Unidos

Alex O'Loughlin em MoonlightAproveitando a onda vampiresca, a rede norte-americana The CW resolveu que reprisar o seriado Moonlight juntamente com as reprises de The Vampire Diaries, a partir do dia 3 próximo mês.

A emissora pretende usar Moonlight, que originalmente foi ao ar na rede CBS, para preencher a lacuna causada pelo final de temporada de seus principais shows, criando um bloco de séries sobrenaturais na noites de quinta-feira.

Moonlight gira em torno de Mick St. John (Alex O’Loughlin), um vampiro que trabalha como detetive particular, e sua relação com a jornalista Beth (Sophia Myles). A mitologia da série mistura enredos que remetem a obra famosa de Anne Rice e de um jogo chamado “A Máscara”, e tem como diferencial a desconstrução de alguns mitos como os vampiros não poderem ficar ao sol ou morrerem com estacas.

Após seu cancelamento precoce em 2008, depois de apenas uma temporada, a série virou cult e a notícia inesperada de sua reexibição despertou esperança de que talvez a emissora possa dar continuidade ao seriado. Clique aqui para continuar a leitura »

Audiência nos EUA na quinta, 6 de maio

Joe McHale em CommunityA NBC renovou todo seu bloco de comédias das quintas. Porém, das quatro, só metade vai bem: The Office (vez ou outra campeã da demo 18-49) e 30 Rock (que além de aproveitar o lead de The Office, é queridinha da academia). Já a outra metade…

Community (que vejo e gosto muito) e Parks & Recreation (que ainda não vejo, mas pretendo) sempre tem dificuldades pra fazer mais de 2 pontos ou ficar acima dos 5 milhões. Pelos comentários, os poucos que assistem essa dupla as adoram, mas a aposta da NBC em renová-las (favorecendo a qualidade, e não a audiência) me parece muito estranha.

Além de não terem o reconhecimento de The Office30 Rock, ambas falham até em superar os números da saudosa My Name Is Earl, exibida pelo canal na mesmo hora. As vezes me passa pela cabeça que, nesse dia, Chuck faria muito melhor… Clique aqui para continuar a leitura »

Review: Private Practice – Another Second Chance

Data/Hora 07/05/2010, 11:45. Autor
Categorias Reviews

Private Practice - Another Second Chance

Série: Private Practice
Episódio: Another Second Chance
Temporada:
Número do Episódio: 42 (3×11)
Data de Exibição nos EUA: 14/1/2010
Data de Exibição no Brasil: 3/5/2010
Emissora no Brasil: Sony

Lá vamos nós, again, para mais um crossover. Depois não querem que a gente compare as duas séries.

Em Blink, décimo primeiro episódio de Grey’s Anatomy, Addison chega a Seattle porque evidentemente Sloan quer a melhor médica para fazer a cirurgia do seu neto. O bebê corre o risco de perder a perna direita sem a cirurgia que retire algumas faixas enroladas nela, no entanto a cirurgia com 22 semanas é muito arriscada.

O episódio foi muito gostoso de assistir, me lembrou bastante quando a própria Private Practice era leve, mas não rasa, era engraçada e também emocionante. É uma pena que os papéis se inverteram. Clique aqui para continuar a leitura »

Review – Smallville – Upgrade

Data/Hora 07/05/2010, 10:59. Autor
Categorias Reviews

Smallville - Upgrade

Série: Smallville
Episódio: Upgrade
Temporada:
Número do Episódio: 192 (9×18)
Data de Exibição nos EUA: 16/4/2010
Data de Exibição no Brasil: 4/5/2010
Emissora no Brasil: Warner

Não é preciso entender de estética para concordar que o rococó francês é muito século retrasado, e que a modernidade clama pelo mais simples, e quanto mais simples melhor. Smallville teve seus altos e baixos em sua história, começando com simples enredos, passando pelo rebuscado passado nativo-americano-medieval-kryptoniando até finalmente resgatar os seus princípios novamente. Já dizem por aí, que as melhores coisas da vida são de graça, então eu não vejo o porquê de complicá-las ao ponto de custar caro para série.

Digo isso pois acredito que nunca mais voltaremos a era de ouro da Warner quando um episódio de Smallville custava mais do que toda a nona temporada, e naquele tempo o simples era caro. Agora, a chave do sucesso da série está no preto e no branco, sem orçamentos espetaculares ou coisas do tipo, a chave para o sucesso está na criatividade dos produtores e roteristas. Então eu digo, para quê complicar quando se há boas histórias para serem contadas?

Nessa temporada temos os Kandorians, a Xeque-Mate, e algumas surpresinhas no caminho, como o famoso Toyman e Metallo. Dessa vez, quem volta é o homem do coração de kryptonita, só para não cair no chavão de dizer que ele tem o coração de ouro. Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir hoje na TV – sexta, 7/5/2010

Cena de Raising the Bar

O meu colega Bruno Carvalho, do Ligado em Série, é um polemista. Aprendi a curtir as polêmicas dele. Mas ele também me tira do sério. Especialmente no dia que foi anunciado o cancelamento de Raising the Bar. Escreveu no Twiter que a série já ia tarde. Sério, quando ele disse isto o sangue subiu.

Dei o desconto ao fato de que o Bruno pulou fora de Raising the Bar lá atrás, no início da primeira temporada. E a série mudou como da água para o vinho de lá para cá. O Bruno também é fã de Boston Legal. E é covardia esperar de qualquer outra série de tribunal o discurso liberal, a crítica política e o bom humor das séries do David E. Kelley.

O que o Bruno não sabe é que Raising the Bar foi aos pouquinhos se tornando uma bela série. Também faltou sensibilidade para ver que a proposta era outra (bem diferente do modelo Kelley e do modelo Law & Order) e o objetivo era revitalizar um gênero que está em crise (reparem, nunca tivemos tão poucas série de advogados na TV).

Raising the Bar veio para ser algo como uma ER da advocacia. Mostar como o sistema judiciário toma conta da vida daquelas pessoas, de forma que não sabemos mais o que é pessoal e o que é profissional. Descobrimos ainda como é difícil manter as relações de amizade (e amor) quando os amigos (e amantes) estão em lados opostos do tribunal.

A série cresceu muito na sua segunda temporada. O elenco se entrosou e a discussão jurídica passou a fluir com mais naturalidade na tela. Os casos se tornaram mais emocionantes e pelo menos dois arcos foram de tirar o fôlego (o fim trágico do casamento de Bobby e as aparições do policial corrupto Tim Porter). Os personagens foram ganhando tridimensionalidade – minha favorita é a juíza Kessler de Jane Kaczmarek, uma mulher poderosíssima, mas incapaz de encontrar um namorado. E, claro, quem não viu, perdeu: Jerry e Bobbi enfim juntos, na cena de sexo mais caliente da temporada.

(E a série, é preciso admitir, tenteu ainda dar uma aproximada de leve no estilo de David E. Kelley: o excêntrico juiz Farnsworth, novidade na temporada, é o típico personagem que cairia como uma luva em Ally McBeal).

Raising the Bar tem seu problemas, claro. Como todo drama do Steven Bochco pós-Nova York Contra o Crime, ela não soube se tornar relevante (e isto, para um seriado de TV por assinatura, é brutal – a série pode dar traço de audiência, mas se tiver prêmios ou o carinho da crítica, ela se mantém no ar). Apesar da proposta bacana de confrontar promotoria e defensoria, a série acabava caindo no maniqueísmo – a trama é conduzida de forma a nos fazemos gostar mais do Jerry do que do Marcus, mais da Bobbi do que da Michelle, mais da Whitman do que do Balco.

Apesar dos problemas, eu não creio que tenha sido por estes motivos acima que o show chegou ao fim. O problema foi Jerry Kellerman. Simples assim: infelizmente não há lugar na TV para um protagonista como ele. Um homem virtuoso, idealista, apaixonado.

Esta noite, às 22h, no AXN, vai ao ar o episódio Oh! Say Can You Pee?. Falta só uma semana para o episódio final. Meu colega disse que vai tarde. Eu digo: que pena. Clique aqui para continuar a leitura »

Reality show com Stan Lee mostrará os “X-Men” da vida real

Kaley Cuoco e Stan Lee em The Big Bang TheoryInfelizmente, os X-Men não existem de verdade. Mas a nova série de Stan Lee, que irá ao ar no canal de TV paga History (o antigo The History Channel), vai apresentar as pessoas que mais chegam perto de ser os mutantes das histórias em quadrinhos. Intitulado Stan Lee’s Superhumans, o reality show vai sair à caça de indivíduos com habilidades extraordinárias causadas por mutações genéticas.

O próprio Stan Lee será o apresentador da atração, junto com Daniel Browning Smith, considerado o homem mais flexível do mundo. A estreia de Stan Lee’s Superhumans deve acontecer entre julho e setembro deste ano.

O programa será mais um no extenso currículo de Lee na televisão. Ele já apresentou e produziu outro reality, Who Wants to Be a Superhero?. Stan também já escreveu e produziu séries animadas baseadas em quadrinhos criados por ele, como Homem-Aranha, Homem de Ferro, Quarteto Fantástico, além dos próprios X-Men. Não vamos esquecer das participações especiais em séries, como a que o gênio dos quadrinhos fez recentemente em The Big Bang Theory. Com tanta experiência, Lee, de 87 anos, deve tirar essa nova série de letra. Clique aqui para continuar a leitura »

Audiência nos EUA na quarta, 5 de maio

Joe Mantegna em Criminal MindsPor desconhecer Criminal Minds, acabo tratando-a como coadjuvante. Além disso, o foco nas quartas é quase sempre dividido entre American Idol, da Fox, ou Modern Family, da ABC. Porém, preciso tratar o pericial da CBS com mais atenção.

Mesmo com a concorrência citada, Criminal Minds vem marcando mais de 3 pontos na demo (o que CSI vem encarando como problema) e tendo mais audiência geral que CSI:NY e CSI:Miami. Apesar de conseguir “apenas” 26 milhões de telespectadores quando exibido após o Superbowl 2007, raras são as vezes que fica abaixo dos 13 milhões. Com o “declínio” recente da franquia CSI, CM vai ganhando espaço – e até uma provável spin-off com Forest Whitaker (veja aqui).

E nessa quarta (5)? Tirando o Idol, Modern Family foi a de maior demo 18-49 anos, mas a mais assistida foi Criminal MindsClique aqui para continuar a leitura »

Review: Lost – The Candidate

Data/Hora 06/05/2010, 12:01. Autor
Categorias Reviews, Spoilers

Lost - The Candidate

Série: Lost
Episódio: The Candidate
Temporada:
Número do Episódio: 117 (6×14)
Data de Exibição nos EUA: 4/5/2010 na ABC
Data Prevista de Exibição no Brasil: 11/5/2010 no AXN

É muito comum para um seriado, que possui mais de quatro ou cinco temporadas, uma pressão acima da média por parte dos telespectadores. Após tantos anos acompanhando uma série, fãs se apegam à história e personagens com tamanha propriedade que passam a criticar fortemente qualquer tipo de deslize, seja por não concordarem com os rumos da trama, seja por acreditarem que a “qualidade não é a mesma de antes”.

Nostalgia é algo perigoso para os seriados de longa data. Não se pode vencê-la, pois a maioria sempre afirma que “antes era melhor” e acaba abandonando o programa, seja porque se cansou, seja porque não aguenta mais (o que, vá lá, dá no mesmo). Podem conferir: com praticamente todo seriado longevo é assim. E com Lost, isso não vem sendo diferente.

Toda semana uma multidão diz, por exemplo, que os primeiros anos eram melhores, que a trama não chega a lugar nenhum ou se perdeu, que a série não possui mais a mesma audiência… Ora, bolas: mesmo sabendo que o gosto não é universal, preciso perguntar se esses que reclamam estão vendo a mesma temporada que eu. Reforçando: esses que estão reclamando, estão vendo a mesma temporada genial que estou vendo? Clique aqui para continuar a leitura »

O que vou assistir hoje na TV – quinta, 6/5/2010

Supernatural - Point of No Return

Em abril e maio só exibiremos episódios inéditos das suas séries do Super Prime.

Warner Channel, por favor, não faça promessas que você não pode (ou tem competência) para cumprir.

O que vimos na semana passada foram telespectadores surpreendidos com reprises de The Vampire Diaries e Supernatural, no domingo com Trauma e, já vacinados, com reprise de Two and a Half Men nesta terça-feira. E vocês sabem bem que, neste ponto da temporada, as reprises são desnecessárias. O que o canal faz é segurar os episódios das séries com temporadas mais curtas para encerrar todas as séries simultaneamente na primeira semana de junho (o que é uma bobagem, convenhamos).

Esta noite, às 21h, portanto, Vampire Diaries será inédito – Under Control, com participação de David “Sark” Anders. E às 22h, Supernatural, chega com Point of No Return, 100º episódio da série – na resenha para Lá Fora, o Thiago Sampaio elogiou o episódio (leia aqui), mas ouvi muitos comentários falando mal. Descobrirei qual a opinião mais afinada com a minha esta noite, se a Warner permitir. Clique aqui para continuar a leitura »

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