Destaques na TV – sexta, 10/10

Data/Hora 10/10/2014, 01:45. Autor
Categorias TV Brasil

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É sexta-feira! confira os destaques de hoje e tente se divertir.

Com exibição dos dois últimos episódios, Mike & Molly chega ao final da quarta temporada. Molly (Melissa McCarthy) é aceita em um workshop de elite para escritores com duração de oito semanas, em Iowa. Mas ela enfrenta um dilema quando Mike (Billy Gardell) lhe pede para não ir.

A Sony oferece nas sextas-feiras a oportunidade de ver ou rever as séries Grey’s Anatomy, Revenge, The Blacklist e Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são a atriz Jane Lynch (Glee) e Kloons. Já no The Tonight Show desta noite, os convidados são a atriz Emma Thompson e o comediante Dane Cook.

Agora confira os demais destaques na TV.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
Nikita – 13h16 (ep 3×05)
Mike & Molly – 20h (ep 4×21) / 20h25 (ep 4×22) SEASON FINALE

SONY
How I Met Your Mother – 12h30 – exibição diária
Franklin & Bash – 13h – exibição diária
Baby Daddy – 14h (ep 2×15) – exibição diária

AXN
Helix – 22h (ep 1×10)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 no ID SD (canal 139 na NET) e às 13h54 no ID HD (canal 639 na NET) – reprise da 3ª temporada diariamente

HBO
Masters of Sex – 22h (2×10)

MAX*e
The Knick – 21h (ep 1×08)

MTV
Gilmore Girl – 11h (exibição de segunda a sexta 1ª temporada)
Smallville – 12h (ep 7×01 à 7×04)
The Vampire Diaries – 15h

GLOBO
Dupla Identidade – 23h25 (ep 1×04)

RECORD
Plano Alto – 23h30 – minissérie
Alphas – 0h30 – (ep 1×07)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
Carga Pesada – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Bom final de semana!

Jan Hooks, ex-comediante de Saturday Night Live, morre aos 57 anos

Data/Hora 09/10/2014, 20:42. Autor
Categorias Notícias

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A atriz e comediante Jan Hooks, que fez parte do elenco do programa humorístico Saturday Night Live morreu nesta quinta-feira, 9 de outubro, em Nova York. Hooks tinha 57 anos.

A informação foi confirmada por sua representante Lisa Lieberman, que não divulgou a causa da morte. O site TMZ, no entanto, especula que ela sofria de uma grave doença.

Jan Hooks atuou no SNL entre 1986 e 1991, fazendo parte daquela que foi considerada a geração de ouro do programa. Na temporada anterior, o SNL chegou a ser ameaçado de cancelamento, mas o produtor executivo Lorne Michaels conseguiu garantir uma nova temporada e renovou a atração com a troca de mais de metade do elenco – contratando Hooks, Dana Carvey, Phil Hartman, Victoria Jackson e Kevin Nealon.

Hooks tinha no currículo ainda a participação em séries como 30 Rock, Providence e 3rd Rock from the Sun, que lhe rendeu uma indicada ao prêmio Emmy de Melhor Atriz Convidada. Em Os Simpsons, participou de diversos episódios, fazendo a voz da personagem Manjula Nahasapeemapetilon, a esposa de Apu.

Com informações do site TMZ.com e da Folhapress.

Scandal – The State of the Union

Data/Hora 09/10/2014, 16:47. Autor
Categorias Reviews

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Série: Scandal
Episódio: The State of the Union
Número do Episódio: 4×02
Exibição nos EUA: 02/10/2014
Nota do Episódio: 9.3

Ao longo das temporadas, eles foram ganhando cada vez mais destaque, protagonizaram os plots mais interessantes e finalmente estão tendo a atenção que merecem. Cyrus, Mellie e Abby caminham para se tornarem o trio da quarta temporada de Scandal. Como a relação entre Olivia e Fitz cada vez se torna mais impossível, as histórias paralelas ganham mais destaque – o que normalmente não desperta o interesse do publico – só que nesse caso com muita qualidade.

The State of the Union teve como foco o discurso de Fitz sobre o Estado da União, onde ele iria falar da proposta sobre o controle de armas, mesmo boa parte do seu partido sendo contra. Diferentemente das temporadas anteriores, e muito provavelmente mais focado, já que Olivia não está para distraí-lo, Fitz tem feito seu trabalho de casa direitinho e se tornado o bom presidente que todos sabiam que ele seria.

Fique me perguntando onde ficou a imaginação dos roteiristas para colocar Olivia Pope no caso de James e Lisa Elliot. Sério, foi a parte mais chata do episódio e só serviu para dar uma “função” ao Huck e à Quinn. Não entendo essa necessidade de querer inserir histórias mesmo sabendo que não será interessante, poderiam ter focado mais na situação da Mellie e deixado para mostrar esses dois em outra oportunidade ou quando fosse realmente necessário.

Outro que está na mesma situação de Huck/Quinn é Jake. Só que pelo menos sua presença serviu para dar um contraponto, um tanto quanto cômico, para o episódio. Outro que também está tomando as rédeas e colocando Olivia no cabresto. A conversa deles sobre buddy call foi hilária e no final eles protagonizaram uma das cenas mais sexys de Scandal, com direito a vinho, sobretudo e bota!

Cyrus

Antes de qualquer coisa vamos falar da coisa mais importante: de onde saiu aquele cabelo todo? O verão fez muito bem ao Cyrus, ele está mais jovem e cabeludo. Brincadeiras à parte, ele estava realmente inspirado nesse episódio. Ele chantageou Olivia, teve um embate maravilhoso com a Mellie na varanda, mostrou como as coisas funcionavam na Casa Branca para a Abby e ainda conseguiu tirar o atraso.

Só eu que achei muito óbvio que aquele desconhecido que o abordou no bar tinha alguma coisa a ver com a Bear? Só que ainda tenho dúvidas se o próprio Cyrus não sabe disso. Quando eles estavam no quarto e ele hesitou, desconfiei que ele sacou o que estava acontecendo. Ele já fez de tudo para estar nessa posição, colocou o marido na pior posição possível e ainda o perdeu, não posso e não quero acreditar que ele vai cair nessa armadilha.

Mellie

Quando você para e pensa tudo que as pessoas já sofreram para que Fitz esteja na posição que ele está, é meio revoltante. Comentei isso na review anterior, e continuo chocado com o que as pessoas são capazes pelo poder. Só que Mellie aparentemente cansou. Depois de ter sido violentada pelo sogro, aguentar seu marido com outra e perder o filho, ela desmoronou. Compreensivo né?

Inicialmente eu estava achando esse sofrimento um pouco exagerado, já que ela não tinha demonstrado esse amor materno ao logo das temporadas, mas acho que ela finalmente fez um balanço de tudo e essa reação é um reflexo de tudo que comentei anteriormente. E ao ouvir seu marido falando aquelas palavras (mesmo que tenha um dedo de Pope nisso) ela finalmente se sentiu notada e vê-la efetivamente aceitando a dor da perda foi de cortar o coração. Bellamy Young fez um trabalho primoroso, e espero que as premiações reconheçam isso.

Abby

Quando ela resolveu falar com a primeira dama, eu achei por um momento que ela fosse basear seu argumento na seguinte frase: “Se você não se levantar e for para esse discurso, eles vão chamar a Olivia Pope”. Mas ela foi superior a isso, ainda bem.

Considerações finais:

– Todos os homens de Scandal deixaram de ser frouxos. E David não foi diferente! Sensacional ele chantageando o senador. Gladiador feelings!

– Por alguns minutos eu torci para que Olivia não pegasse aquele papel.

Lili, A Ex – Invasão de Privacidade

Data/Hora 09/10/2014, 13:33. Autor
Categorias Reviews

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Série: Lili, A Ex
Episódio: Invasão de Privacidade
Número do Episódio: 1×02
Exibição: 1°/10/2014
Nota do Episódio: 7

Dizem por aí – eu juro que ouvi, mesmo não lembrando aonde – que loucura que é loucura nunca anda sozinha. Seja porque precisamos de outro para classificar a loucura, seja alguém para nos acompanhar na “viagem”.

Algo me diz que, no caso que “discutimos” aqui, Reginaldo não somente é necessário por ser o objeto da loucura de Lili, mas porque ele embarca na loucura junto com ela.

Ou você vai me dizer que ele aceitar tão “pacificamente” que a moça não somente fosse morar no apartamento ao lado do seu, mas que ela entrasse em sua casa para verificar junto com ele suas amigas no Facebook.

Eu, na verdade, já estava bem convencida de que o Reginaldo quer é a ex-esposa de volta… Até que apareceu a tal professora de inglês cheia de elogios e com cara de quem é normal. Normal o bastante para ganhar o apelido de “Tipa”.

Mas anormal o bastante para achar a briga dos dois coisa da vida – tudo bem que ela não viu a briga no estilo faroeste que vimos, não é mesmo? Bom, na verdade de perto ninguém é normal, não é mesmo?

P.S. Isso que eu chamo de bad hair day, heim, Lili?

Doctor Who – The Caretaker e Kill the Moon

Data/Hora 09/10/2014, 09:28. Autor
Categorias Reviews

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Série: Doctor Who
Episódios: The Caretaker / Kill the Moon
Número dos Episódios: 8×06 / 8×07
Exibição no Reino Unido: 27/09 e 04/10/2014

Esta semana o texto é duplo porque a minha rotina mudou nas últimas duas semanas e o tempo para escrever sumiu. E, admito, nenhum dos dois episódios inspirou em mim aquele desejo insano de colocar no papel tudo o que senti enquanto assistia. Gostei dos episódios, porém algumas coisas em ambos me deixaram irritada e sem muita disposição para discussão, o que é fatal quando a pessoa precisa escrever um texto sobre série.

Com The Caretaker eu tive sentimentos conflitantes, entre o gostar muito e querer dar uma surra nos roteiristas. A cena antes dos créditos de abertura foi a parte mais interessante de todo o episódio. É incrível como poucos minutos fizeram mais por Clara como personagem do que uma temporada e meia. Vê-la ao lado do Doctor em aventuras que nós não presenciamos e como ela se empenhava para continuar se desdobrando entre suas duas vidas (embora eu ainda preferisse que ela fosse companion em tempo integral), deu mais realismo a pessoa que ela é. Ficou mais crível todo o seu envolvimento com o Doctor e como ela o conhece tão bem e ainda mostrou porque ele em geral anseia pela companhia da garota.

Eu gosto da forma como Clara sempre faz o que o Doctor manda. É instintivo e bem diferente de outras companions. E não é por falta de personalidade, e sim porque ela confia nele e no julgamento que ele faz das situações, mesmo quando não concorda muito. Eu sinceramente acredito que em uma situação como a que eles vivem, indo para lugares e tempos estranhos, dos quais ela nada conhece, o melhor negócio é confiar na pessoa mais experiente. Isso não quer dizer que Clara não tenha voz ativa ou que não imponha sua vontade quando preciso, mas ela sabe ouvir e obedecer nas horas certas e isso é uma característica que eu prezo muito. E particularmente gostei de ouvi-la dizendo que confiava no Doctor e que por isso ela não tinha medo e sempre agia com segurança. De certa forma, explica muito das atitudes da personagem.

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Por outro lado, fiquei desconfortável com a forma como Clara agiu ao descobrir que o Doctor se disfarçou de zelador. Ela vigiando-o a todo instante era irritante ao extremo e dava tanta bandeira que o conhecia e não o achava saudável para o ambiente escolar que eu me pergunto como ninguém a questionou sobre a integridade moral do zelador. Não que o Doctor tenha ajudado muito com suas esquisitices. Mas afinal, por que ele não a informou logo de início quais eram os seus planos? Por que trabalhar sozinho? Não fazia o menor sentido!

Todo o motivo do disfarce e a missão eram tão despropositados que fica difícil levar o episódio a sério. E para piorar tivemos que aguentar o preconceito absurdo do Doctor em relação a Danny. Não há qualquer desculpa para as atitudes do Doctor. Não há porque ele ter tanta ojeriza ao exército – nenhuma regeneração anterior tinha. Talvez um ou outro tenha demonstrado um descontentamento com os militares e suas atitudes, mas esta rejeição total? Esse desprezo tamanho que chegou a humilhar um ex-soldado sem qualquer motivo além de ter sido um soldado em um momento da vida? Alguém que cumpriu seu dever com a pátria, mas voltou a vida civil quando percebeu que estavam cobrando um preço alto demais, e que, mais importante de tudo, tenha decidido dedicar a vida a ensinar jovens a serem pessoas melhores e mais instruídas? Inaceitável. Se há alguma característica dessa regeneração que eu não consigo engolir (e até agora é a única mesmo) é este preconceito desmedido com os militares a ponto de humilhá-los ou menosprezá-los.

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Tudo bem que o Doctor precisou lutar na guerra do seu próprio planeta e, depois, enquanto agia como protetor de Trenzalore era basicamente um guerreiro, mas seja qual for o trauma que carregue ou mesmo o desprezo por suas próprias atitudes passadas, não justifica o preconceito descarado desta regeneração.

Em contrapartida, Danny caiu muitíssimo em meu conceito pela forma como reagiu ao Doctor. A cena em que ele fala com o Doctor pela primeira vez dentro da TARDIS e o provoca até que este resposta com o autoritarismo ao qual estava sendo forçado a externar, embora tenha sido forte e impactante de se ver, foi de um mau gosto sem tamanho. Tão preconceituoso quanto o próprio Doctor. O que Danny sabe de ser um alienígena? Um Senhor do Tempo? Até então ele nem ao menos acreditava direito em vida fora da Terra! O que ele sabe das coisas que o Doctor já enfrentou, ou mesmo o que Clara vivencia ao lado dele?  Ele julgou o Doctor por suas próprias experiências e, pior, semeou a dúvida no coração de Clara.

E por falar em Danny e Clara, este é sem dúvida alguma o casal mais sem sal de toda a história de Doctor Who. Eles não têm química! Chega a ser cansativo vê-los juntos. E o que ele tem na cabeça para perguntar o motivo de Clara viajar com o Doctor!? Quem, em sã consciência, deixaria a oportunidade de conhecer o universo passar em branco? Certa foi a aluna (Courtney) que deu um jeito de ser levada em uma voltinha na TARDIS. Reação mais normal impossível, inclusive o enjôo (acho que eu também ficaria mareada). Inclusive, mesmo que eu esteja me adiantando, a atitude de Courtney no episódio seguinte, Kill the Moon, também foi perfeita para uma adolescente diante de uma viagem para a Lua que está se desintegrando.

Enfim, esse foi um episódio atípico e, talvez, um pouco infantil, mas ainda assim divertido. Levantou pontos interessantes sobre a forma como Clara age quando está com o Doctor, o motivo pelo qual ela o segue e como Danny transfere para Clara a preocupação advinda de sua própria experiência no exército, mas para um episódio que se esforçou tanto em desenvolver os personagens e dar alguma vida à Clara, ele falhou miseravelmente quando precisou colocar em foco a interação entre o Doctor e Danny e o relacionamento Doctor x Clara x Danny.

Sem falar que o vilão foi mais uma vez um robô…

E quase esqueci! Tivemos uma nova aparição da Terra Prometida, com inclusive a adição de um novo personagem na administração do lugar. Eu sei que tem muita gente torcendo o nariz para este mistério, mas eu estou adorando. Tenho particular predileção por este tipo de ideia que vai se desenvolvendo aos pouquinhos, com apenas migalhas espalhadas aqui e ali. Instiga a minha curiosidade, mas sem me cansar.

dw 8x07_0256Kill the Moon conseguiu ser ainda mais estranho que The Caretaker. Já começou mal com Clara exigindo que o Doctor dissesse à Courtney que ela é especial. Ora, o Doctor sempre achou que toda vida – humana ou não – é especial e que mesmo os pequenos gestos valem a pena. Mas isso não significa que ele não acha os humanos inferiores de vez em quando. Nem sempre, mas as vezes ele acha sim. E mesmo que não fosse esse o caso com Courtney – eu tenho a sensação de que ele sabia quem Courtney seria e faria no futuro desde o princípio –passar a mão na cabeça de uma garota rebelde não faz o tipo do Doctor.

Ainda assim ele levou Courtney para mais uma viagem e, não creio que o ato fosse para fazer dela alguém especial – porque ninguém precisa de outra pessoa, mesmo que seja o Doctor, para ser especial – e sim uma forma de se livrar da reclamação de Clara.

A trama na Lua teve seus altos e baixos. Não aceitei muito bem a história da Lua ser um ovo e de todos aqueles germes por lá, e o fracasso das viagens espaciais em 2049, ainda mais que a população tomou conhecimento da existência de aliens e outros mundos ainda no início do século. Só se a humanidade fosse estúpida para abandonar todos os seus programas espaciais bem quando descobrem que há vida lá fora.

Mas às vezes é preciso lembrar que Doctor Who é um programa primariamente para um público infantil/infanto-juvenil, então algumas coisas terão que ser relevadas para o bom desenrolar da história.

dw 8x07_2577Eu gosto de Hermione Norris e ela estava muito bem no episódio. Achei super plausível os seus argumentos para destruir o ovo. Sim, ela estaria destruindo uma vida, mas o que era uma vida em troca de toda a humanidade? E interessante ela mencionar que Clara não tem filhos, caso contrário a garota não conseguiria suportar a ideia de seus filhos na Terra sendo ameaçados pela ruptura do ovo/lua.

Ainda assim, eles estavam prestes a destruir uma vida que esteve sendo chocada durante milhões de anos e que agora está plenamente desenvolvida para vir ao mundo e já deixando sua casca. Uma criatura que pode ser maligna ou benigna. Qual é a atitude correta a tomar?

Achei corretíssima a atitude do Doctor, embora a sua habitual falta de tato pegou Clara desprevenida. Ela – e a humanidade de forma geral – está acostumada a deixar que o Doctor solucione os problemas que não são dele, e sim de outros povos. Dessa vez não foi a intervenção do Doctor que principiou o caos, o que justificaria a sua intervenção, mas era apenas um acontecimento natural. É a nossa Lua. É a nossa Terra. É nossa escolha. O Doctor não é um déspota. Ele já caiu no erro de tomar para si a decisão sobre a vida e morte de quem não lhe pertencia em outra ocasião e não quer incorrer no mesmo erro de novo. Deixar para Clara, Lundvik e Courtney a oportunidade de escolha foi a maior forma de respeito à Terra e seus habitantes que ele poderia demonstrar. O problema é que Clara não viu dessa forma.

Clara não sabe sobre todo o passado do Doctor. Ela tem vagas lembranças de seus encontros anteriores, então não tem ideia do preço que o Décimo pagou por seus atos de intromissão. Para Clara, o que aconteceu foi que a pessoa que ela mais confiava no mundo a traiu. Deixou-a na mão no momento que ela mais precisava. Clara é apenas uma jovem, não tem como recair sobre ela a responsabilidade do destino da humanidade. Da vida da Terra ou da morte de uma criatura que pode muito bem ser a última do universo, sem falar na vida de sua aluna, que nem sequer deveria estar ali. E o Doctor foi embora sem maiores informações, simplesmente saiu e a deixou com o problema nas mãos justamente na hora que para ela mais importava, pois se tratava do destino do seu próprio planeta.

dw 8x07_3852É compreensível a explosão de Clara ao final, mas igualmente é a expressão de confusão do Doctor, que não entende o motivo da garota o acusar de traição justamente na hora em que ele mais se colocou vulnerável, lutando contra o próprio instinto de intromissão para dar a ela e aos humanos a honra de decidir o próprio futuro.

Foi de partir o coração.

Mas gostei da criatura ter nascido e eliminado seus detritos, permitindo que uma nova lua nascesse e, ainda melhor, que a humanidade olhasse novamente para o céu e passasse a explorar o universo.

Por algum motivo lembrei da voz do Capitão Jack Harkness na abertura de Torchwood: “O Século XXI é quando tudo muda”.

Destaques na TV – quinta, 9/10

Data/Hora 09/10/2014, 02:53. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram os destaques dos canais de TV para esta quinta-feira, que vem com mais três estreias e uma despedida.

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. está de volta com sua segunda temporada, onde Coulson (Clark Gregg) e sua equipe agora são fugitivos com recursos limitados – mas isso não os impede de manter o mundo a salvo de ameaças poderosas e invisíveis em todos os lugares do planeta. No entanto, com os novos membros que eles mal conhecem, será possível voltar a confiar na S.H.I.E.L.D.?

E o canal E! entra nos destaques trazendo duas novidades. A primeira é Kirstie  sitcom que gira em torno de Maddie Banks (Kirstie Alley), uma estrela da Broadway que encontra pela primeira vez o filho que ela entregou para adoção há 26 anos. O problema é que Arlo (Eric Petersen) é um nerd que nada tem a ver com o estilo de vida da mãe biológica. Assim, ela tenta “consertá-lo” para que ele se adapte à sua vida. A nova série da Kirstie Alley teve vida curta. O canal TV Land decidiu não renovar Kirstie para uma segunda temporada, que encerrou com um total de 12 episódios produzidos e já exibidos. A segunda estreia é Jennifer Falls, criada por Matthew Carlson (Malcolm, Anos Incriveis), série que acompanha a vida de Jennifer Doyle (Jaime Pressly,  I Hate My Teenager Daughter), uma mulher de negócios que tem um único problema: seu temperamento. Em função disso, ela perde o emprego que tinha em uma grande empresa. Agora, endividada e tendo perdido boa parte de suas posses, ela é obrigada a se mudar para a casa de sua mãe, Maggie (Jessica Walter, de Arrested Development), levando com ela sua filha adolescente, Gretchen (Dylan Gelula, de Chasing Life).O canal TV Land também não deu prosseguimento a série, que tem apenas uma temporada com 10 episódios produzidos.

E chega ao final a sexta temporada de The Mentalist, com exibição dos dois últimos episódios seguidos. Aqui, uma nova pista em um caso arquivado exige que Lisbon (Robin Tunney) adie seus planos de se mudar para D.C. e Jane (Simon Baker) agora terá tempo de confessar seus sentimentos por ela.

No The Ellen Degeneres Show, Elle recebe Mario Lopez, Ma’ake Kemoeatu e Chris Kemoeatu.  Já no The Tonight Show, Jimmy Fallon entrevista Derek Jeter e James Marsden. O número musical é de 5 Seconds Of Summer.

Confira os demais destaques para esta noite.

I-SAT
Californication – 0h (ep 7×10)

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
Parenthood : Uma História de Família – 15h (ep 5×09) – Leia a review
Os Homens são de Marte… e é pra lá que eu vou – 22h30 (ep 1×03)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

E!
Kirstie – 19h – ESTREIA
Jennifer Falls – 20h – ESTREIA

FOX Life
Chasing Life – Lutando Pela Vida – 22h45 (ep 1×02)

UNIVERSAL
The Good Wife – 22h (ep 5×03) / 23 h (ep 5×04)

WARNER
Nikita – 13h17 (ep 3×04)
The Middle – 20h (ep 5×20) / 20h25 (ep 5×04)
The Mentalist – 22h19 (ep 6×21) / 23h06 (ep 6×22) SEASON FINALE

SONY
How I Met Your Mother – 12h30 – exibição diária
Franklin & Bash – 13h – exibição diária
Baby Daddy – 14h (ep 2×13) – exibição diária
Marvel’s Agent of S.H.I.E.L.D. – 21h30 (ep 2×01) ESTREIA

AXN
Resurrection – 22h (ep 2×02)

TBS
Projeto Mindy – 21h30 (ep 1×21)

ID
Hawaii 5-O – 11h54 no ID SD (canal 139 na NET) e às 13h54 no ID HD (canal 639 na NET) – reprise da 3ª temporada diariamente

LIFETIME
Witches of East End – 22h30 (ep 1×06)
Drop Dead Diva – 23h30 (ep 6×06)

HBO SIGNATURE
Família Soprano – 22h (ep 1×04)

MTV
Gilmore Girl – 11h (exibição de segunda a sexta 1ª temporada)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 7ª temporada)

RECORD
Plano Alto – 23h30 – minissérie
Alphas – 0h30 – (ep 1×06)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
Família Dinossauros – 22h / 22h30 – dois episódios seguidos
SOS Emergência – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

Comentem e voltem, pois amanhã tem mais para ver.

Revenge – Disclosure

Data/Hora 08/10/2014, 22:32. Autor
Categorias Reviews

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Série: Revenge
Episódio: Disclosure
Número do Episódio: 4×02
Exibição nos EUA: 05/10/2014
Nota do Episódio: 6

Quando você acompanha uma série há muito tempo, você iminentemente acaba virando um roteirista colaborador imaginário. Eu até espero depósitos imaginários da ABC na minha conta, porque sou um escritor muito ativo na história de Revenge. Porém, nesse início de temporada há um conflito criativo muito grande entre mim e a equipe assalariada de verdade.

Já disse na semana passada que achei uma virada muito boa que o plano de vingança pertença a Victoria nesse quarto ano da série. Até pensei que seria legal também que as narrativas de início do episódio  fossem dela, mas escolheram simplesmente retirá-las. O problema é que depois do plano de fuga da season premiere, Victoria não fez nada além de bater na porta de Emily e ser sequestrada por David.

Já Emily preferiu apagar todos os registros da passagem de Victoria na clínica, por motivos que para mim não ficaram claros. Ela não havia internado a ex-sogra legalmente? E essa passagem pelo hospício não poderia ser uma ponta solta a ser desenvolvida em situações posteriores, como para desacreditar a palavra da megera publicamente em um eventual confronto?

Outro ponto que me incomodou bastante é o fato de seus filhos não procurarem saber sobre ela. Engolir cartões postais enviados sem questionar selos ou ao mesmo onde foi que a mãe conseguiu orçamento para viagens me parece ser muito desinteressado. O fato é que Revenge é uma série madura demais, no que toca seu tempo no ar, para deixar o roteiro tão solto assim. Uma série cujo maior triunfo são os twists, tem justamente que se preocupar em fazer um roteiro amarrado e extremamente pensado, a prova de questionamentos como esses. Senão, vira tudo canastrice com cenas em câmera lenta.

E voltando ao plano de Victoria, este parece ser colocar David contra Emily. O assassino de Conrad passou anos escondido e, contrariando o mais lógico, não endureceu. Volta para os braços de Victoria como um adolescente que passou um verão longe da namorada. Aceita tudo o que ela diz, sem questionar. Espero que esse David passivo seja somente mais um twist que veremos desenvolvido mais a frente. Mesmo porque todo esse plano de Vic seria derrubado por uma simples visita de David à pessoa que ele mais confia: Nolan.

O acontecimento mais interessante do episódio foi mesmo Emily expor sua verdadeira identidade para Charlotte. Depois de salvar a sua insuportável irmã de uma tentativa de suicídio que provavelmente só resultaria em uma perna quebrada, Emily conta a verdade para Charlotte, com direito até a caixa da vingança. É claro que Charlotte age como Charlotte nesse momento: faz o drama de “você me trocou pela vingança”, joga caixa no chão e sai batendo porta.

Daí resolveram transformar o vestiário da delegacia em cenário regular da série e ninguém está reclamando. Ben, o parceiro de Jack, continua a mandar indiretas pro amigo botar ele na fita de Ems, algo tão cafona quanto essa expressão que acabo de usar. Esquecendo-se que eles devem ter mais de trinta, Jack sente ciúmes e diz pro parceiro ficar longe de tolha de Emily, ou pro parceiro de toalha ficar longe de Emily, ou outra coisa qualquer nesse diálogo inútil de cena de vestiário gratuita.

Margeaux e seu cabelo continuam seu plot da temporada e armam para Gideon com a ajuda de Daniel. O plano é executado em três cenas e é tão ridículo que nem Charlotte cairia, ou somente Charlotte cairia. O fato é que os dois assumem o papel de casal Greyson da temporada.

E já que eu reclamo da falta de atividade e de tudo mais que envolve Charlotte, a garota resolve mostrar que o sequestro da última temporada realmente mexeu com a sua cabeça e simplesmente tenta matar sua recém descoberta irmã. Atrai Emily para o bar de Jack (que é uma área pública da cidade, acessível mesmo quando fechada, aparentemente), a desmaia com um golpe e bota fogo no lugar. Ah, e claro sai em câmera lenta. Ah, os cliffhangers de Revenge! Prontos para odiar Charlotte na semana que vem?

The Good Wife – Trust Issues

Data/Hora 08/10/2014, 16:18. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Good Wife
Episódio: Trust Issues
Número do Episódio: 6×02
Exibição nos EUA: 28/09/2014
Nota do Episódio: 9

O fim de uma era.

Olhos fixos no relógio. Contagem regressiva. Cinco horas. Diane levanta e sai de seu escritório pela última vez, levando consigo grande parte dos profissionais competentes (e insatisfeitos) que por tanto tempo ajudaram seu escritório a ser o que é – ou era, para uma nova jornada, um novo sonho. Um recomeço. E assim, a Lockhart & Gardner deixa de existir, pelo menos da forma como a conhecemos.

Nasce a Florrick, Agos & Lockhart.

A cena, já no finalzinho do episódio, fez meu coração bater mais forte, confesso. Foi difícil ver Diane dizer adeus ao escritório que construiu com Will. O ciclo se fecha, e sinto que esta foi a despedida definitiva do personagem de Josh Charles; nada mais restou. Novos tempos, novos desafios, vida nova.

Na review passada, comentei que a ironia da situação de Diane não havia passado despercebida para Alicia. Mas creio que há uma diferença pontual entre ambas: a saída de Alicia não foi apenas uma deslealdade profissional, mas também – e principalmente – pessoal. Alicia traiu a confiança e a amizade de Will quando foi justamente ele o único a estender-lhe a mão quando ela mais precisou. Todavia, tudo tem seu lado positivo: ver que Alicia não é exatamente perfeita e está longe de ser uma “santa” foi tão reconfortante quanto fundamental para o andamento da trama. Diane, por outro lado, foi traída, e, desprotegida após a morte de Will, se viu obrigada a abandonar seu próprio escritório com o golpe sujo de David Lee e Canning. Alicia, portanto, foi desleal, traiçoeira; Diane não.

Vê-la justificar a sua ida para a Florrick & Agos de forma tão convicta e apaixonada foi emocionante. Se eu fosse Dean (seja bem-vindo Taye Diggs!), não hesitaria em acompanhá-la nem por um minuto.

“Uma firma com uma missão, com uma verdadeira oportunidade para as minorias, com mulheres e diferentes etnias no poder. Você só está vendo os obstáculos. Veja uma oportunidade de construir o nosso futuro exatamente como queremos que ele seja.” – Diane

Mas este não foi o único drama do episódio. Cary continuava na cadeia e a campanha de Alicia para a promotoria continuava a pleno vapor, mesmo à sua revelia (Eli, estou olhando para você!). Estes dois grandes arcos da temporada, inclusive, se entremeiam de maneira bastante dinâmica e orgânica, mostrando o que TGW ainda sabe fazer de melhor, mesmo depois de seus seis anos no ar: aquele joguinho jurídico, composto por jogadores de moral flexível e muitas vezes duvidosa, onde ganha quem sabe melhor manipular a lei.

Lemond Bishop é um ótimo exemplo disso. A Florrick & Agos – e antes disso, a LG – sempre flertou com o perigo e caminhou sobre uma linha tênue ao representar apenas os seus “negócios legais”. Poderoso, o rei dos traficantes de Chicago está acima da lei e não hesita em fazer justiça com as próprias mãos. Pior para Trey. E para Cary, que, além do dinheiro da fiança, perde uma testemunha fundamental de sua defesa quando Bishop se vê na iminência de depor em juízo.

Enquanto Alicia joga duro com Peter ao tentar convencê-lo a assinar a segunda hipoteca de seu apartamento para pagar a fiança de Cary, Eli atira para todos os lados quando o assunto é a candidatura da “boa esposa” à Promotoria. Pouco importa que o casal há muito seja uma farsa, afinal, o mundo da política é sustentado pelas aparências, nada mais. Quem se importa com a realidade?

“Eu nunca votaria em alguém que gosta de política. Temos políticos demais. Precisamos de líderes que entendam o que significa ser um servidor público.” – Valerie Jarrett.

Ligações da Casa Branca (em uma participação especialíssima de Valerie Jarrett, conselheira do Presidente Obama), pesquisas eleitorais difamatórias, e um gigante do ramo imobiliário oferecendo o dinheiro da fiança de Cary por simplesmente “não gostar do atual Promotor” fizeram parte desta equação – este último sem qualquer interferência de Eli –, e acho que podemos dizer que, lá no fundo, Alicia já se sente um pouco balançada pela possibilidade de concorrer ao cargo. Será? Robin pode inadvertidamente ter matado a charada, enquanto Eli ficou genuinamente surpreso pela tal tentativa de suborno, já que isso aparentemente sugere que a candidatura de Alicia está sendo levada a sério também pelos “maus elementos”.

Ainda bem que a Chumhum – eterna pivô da maior disputa entre a LG e a Florrick & Agos – veio para salvar o dia, e o tempo de Cary na prisão chegou ao fim. No fim das contas, Trust Issues foi um episódio tão cheio de acontecimentos que o caso da semana foi quase completamente ofuscado, exceto pelo fato de Alicia ter reencontrado Lorraine Joy, advogada que a esnobou quando ela procurava um emprego lá nos primórdios da série; “nada pessoal”.

“Eu devia ter te contratado. Você é destruidora.” – Lorraine Joy
“Erro seu.” – Alicia 

CaryAliciaO reencontro entre Alicia e Cary foi emocionado e terno, mas acredito que a calmaria não será duradoura. Até agora, o roteiro não cansou de dar ênfase à insatisfação de Cary à possibilidade de Diane se juntar à Florrick & Agos. Talvez ele tema por seu próprio crescimento profissional, já que a advogada, única sobrevivente da LG (o que não é pouco!), é experiente e competente no que faz, e poderia facilmente deixá-lo em segundo plano. Ou talvez o receio de Cary seja de voltar aos mesmos hábitos e aos velhos erros que pareceram sustentar a Lockhart & Gardner por tanto tempo. Se este for o caso, é uma tremenda ingenuidade. Afinal, assim como a política, o exercício da advocacia muitas vezes consiste também em um jogo de aparências, manipulações e de morais flexíveis. Como esperar um resultado diferente? Contar com Diane é sensatez, bom senso.

A única dúvida que restou foi: e Kalinda? Presumo que ela tenha acompanhado Diane em sua mudança, até porque Mrs. Lockhart foi clara quando disse que a ida de Kalinda não estava aberta a negociações. Não sei se isso me agrada tanto, para ser honesta. A investigadora da LG já vem me irritando há algum tempo, enquanto Robin vem conquistando meu coração. Na minha opinião, inclusive, Robin não merece viver eternamente à sombra de Kalinda, e a chegada dela à Florrick & Agos me deixa um pouco receosa quanto à sua participação daqui para frente.

KalindaTrust Issues foi um episódio dinâmico, cheio de eventos importantes para o desenvolvimento da temporada, mas também um pouquinho tumultuado, confuso. Isso não é necessariamente um demérito do episódio; ainda é cedo para dizer a que a temporada veio. Mas…

O que será da LG agora, sem Lockhart e sem Gardner? David Lee e Louis Canning serão concorrentes de peso para Alicia, Cary e Diane? A decadência de uma necessariamente representará o renascimento da outra?

Bem-vindos à Florrick, Agos & Lockhart!

PS: Com cada vez mais frequência – e guardadas as devidas proporções, claro –, Eli me lembra Frank Underwood (House Of Cards, anyone?). A cena em que ele tira satisfações de Valerie Jarrett sobre o cargo que ela lhe prometeu na Casa Branca me fez rir alto. Precious.

PS2: Christine Baranski RAINHA! O episódio foi dela.

Parenthood – Happy Birthday, Zeek

Data/Hora 08/10/2014, 14:00. Autor
Categorias Reviews

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Série: Parenthood
Episódio: Happy Birthday, Zeek
Número do Episódio: 6×02
Exibição nos EUA: 02/10/2014
Nota do Episódio: 10

Feliz Aniversário, Zeek!

Que delícia de episódio! Happy Birthday, Zeek, o segundo desta Farewell Season, nos presenteou com aquilo que Parenthood tem de melhor. Tivemos um pouquinho de tudo: lágrimas, risos, conflitos familiares e até uma festa de aniversário fabulosa.

Como já esperávamos, o arco central do episódio girou mais uma vez em torno da saúde de Zeek e da cirurgia cardíaca de que ele tanto precisa se quiser continuar ao lado de sua família. Cabeça-dura, teimoso e orgulhoso, a sua resistência inicial à ideia não foi exatamente uma surpresa.

Genial, entretanto, foi a maneira como o roteiro tratou de amolecer o coração do vovô mais sensacional da televisão – e, com ele, os nossos. A comemoração de seu 72º aniversário, desta vez com toda a família presente (exceto Haddie), foi a ocasião perfeita para mostrar ao patriarca dos Braverman que “sim, nós te amamos e precisamos de você em nossas vidas”. E quer jeito melhor de se dar conta disso do que receber de presente uma gravação com os seus netinhos cantando uma canção em sua homenagem? (fica aqui um singelo agradecimento à Crosby e aos poderes milagrosos do auto tune.)

FamilyCrosby bem que tentou – ou não –, mas foi Adam que mais uma vez me arrancou lágrimas ao fazer aquele apelo emocionado ao pai.

“Se você não fizer a cirurgia, você pode morrer, pai. O que eu faria então?” – Adam

“Se eu morrer, espalhe as minhas cinzas no campo do Marine Park, e jogue uma partida de baseball em cima de mim. Porque eu vou morrer nos meus termos.” – Zeek

Zeek quer lidar com a situação de sua própria maneira, e isso é compreensível. Mas compreensível também é a preocupação e o amor de Camille, Adam, Sarah, Julia e Crosby. No fim das contas, foi Amber e seu bisneto ainda nem nascido que o fizeram tomar a decisão mais difícil de sua vida. Vimos Zeek mudar de ideia quase que de forma palpável, ao vislumbrar a possibilidade de não estar ali para ver seu bisneto nascer. Para ver Max, Nora, Sydney, Victor, Jabbar e Aida crescerem. É, ainda vale lutar pela sua vida, vovô.

AmberZeekE em um episódio recheado de cenas emocionantes, a minha preferida sem dúvidas foi aquela entre Amber e Zeek. Ela se sentia desprotegida e desesperada desde o momento em que soube de sua gravidez. A reação de Sarah, a princípio, não foi das melhores (mas quem pode culpá-la?). Ele, por outro lado, precisava de um belo incentivo para continuar vivendo. O encontro dos dois naquela varanda foi, talvez, a salvação de ambos. Como foi linda a emoção e a alegria de Zeek ao receber a notícia! Meio que sem saber, ele acabou dando à Amber o conforto e o amor de que ela tanto precisava naquele momento.

Sarah não demorou a se redimir. Passado o susto e o discurso frustrado, lá estava ela, pronta para apoiar sua filha.

“Eu percebi que esqueci de te contar sobre todas as coisas boas. Tudo vai ficar bem.” – Sarah

JuliaJoel

E o que dizer de Julia e Joel? Por mais que meu coração tenha se partido (mais uma vez) em um milhão de pedacinhos, foi um alento ver Julia finalmente reagir.

“Você nos destruiu! Destruiu a todos nós!” – Julia

Sim, Joel. Você destruiu a linda família que tinha ao adotar um comportamento que, a mim, pareceu bastante desproporcional, e por que não até mesmo aleatório. Sim, Julia também teve sua parcela de culpa quando se deixou envolver por Ed, mas não merecia ser tratada assim. Na temporada passada, vimos um Joel ressentido e magoado preferir a saída mais fácil e covarde ao se recusar a sequer conversar com Julia, que implorava por seu perdão. Saiu de casa, deixando dolorosamente claro que seu casamento havia acabado.

Não, Joel. Como Julia bem apontou, agora, só porque você se sente (um pouco) melhor e (muito) arrependido, você não tem o direito de fingir que nada aconteceu, que você não a destruiu. Por mais de um ano, Julia foi paciente, esperançosa. Mas o tempo (felizmente) passou, e a vida seguiu em frente.

“Eu estou quase bem.” – Julia

Sydney, por outro lado, está longe disso. A menina, que sempre foi mimada, e talvez tenha sido a parte mais afetada pela separação dos pais, agora resolve odiá-los e… fazer do bullying o seu esporte favorito. Fiquemos atentos às cenas dos próximos capítulos…

Happy Birthday, Zeek foi um daqueles episódios que só mesmo Parenthood poderia nos proporcionar. Maravilhoso e emocionante – o que, aliás, é uma marca registrada da série –, foi um verdadeiro presente para os seus fãs que, como eu, estão em completa negação sobre a despedida iminente.

Faltam 11 episódios para a series finale.

PS: Desta vez, achei que o plot “gluten free” da Chambers Academy ficou um pouquinho deslocado em meio a tantas fortes emoções. Espero, entretanto, que ele não seja esquecido nos próximos episódios e que nós tenhamos a chance de ver Adam literalmente colocando a “mão na massa”, se envolvendo de forma mais ativa com a escola e seus alunos.

How to Get Away with Murder – It’s All Her Fault

Data/Hora 08/10/2014, 11:20. Autor
Categorias Reviews

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Série: How to Get Away with Murder
Episódio: It’s All Her Fault
Número do Episódio: 1×02
Exibição nos EUA: 02/10/2014
Nota do Episódio: 8

Depois da tempestade a calmaria. Essa frase é a que melhor define o segundo episódio de HTGAWM. Perto do Piloto, It’s All Her Fault foi mediano. Fica difícil comparar, já que a estreia foi arrasadora, contudo já temos insumo suficiente para criarmos algumas teorias e conspirar sobre o futuro da série.

O que na realidade mais me incomodou foram às repetições de cenas. Caramba, só dois episódios foram ao ar e muitas cenas do primeiro se repetiram no segundo! Teve alguns momentos que eu parava a exibição para ver se estava no episódio certo.

O Connor acabou virando um michê de informação, ele usou a mesma tática para conseguir evidências em ambos os episódios. E olha que pra mim ele é um dos personagens que mais podem render. Outras duas mal aproveitadas são Bonnie e Michaela. A eterna Paris de Gilmore Girls já mostrou, no pouco que apareceu, que gosta do marido da chefe (arrisco a dizer que eles tiveram um caso) e a aprendiz de Olivia Pope foi uma mera coadjuvante. Contudo ainda há tempo de se redimir com eles, já que a temporada está só começando.

O caso da semana: O Excêntrico Max

Temos que reconhecer o esforço dos roteiristas para tentar nos impressionar, com reviravoltas à lá Risco Duplo e uma acusação para uma absolvição, mas infelizmente não fiquei tão empolgado com o caso da semana e matei a charada no minuto que Eloise apareceu.

It’s All Rebecca Fault?

Já não ia muito com a cara dessa tal de Rebecca, e agora sabendo que talvez seja ela a culpada por colocar todos naquela roubada, estou com mais raiva ainda. Outro que começou a me incomodar é o Wes, porém estou decidindo se é especificamente contra ele ou transferência imediata por causa de sua companheira.

Lila Stanguard

Ficou ainda mais evidente que Sam, o marido de Annalise, não só teve um caso com Lila como talvez seja seu assassino. Agora estou tentando encontrar o motivo que conecta Rebecca, Griffin e Sam. Tenho algumas teorias, umas bem mirabolantes, mas ainda são prematuras. Vamos esperar mais um pouco para debater sobre isso.

O melhor da semana

E pela segunda semana consecutiva, a melhor parte ficou reservada para Viola, quer dizer, Annalise. Que Davis é muito competente a gente já sabia, devido sua extensa carreira nos cinemas, mas agora ela vem roubando todas as cenas e dando um show de interpretação. Mas é claro que um bom texto ajuda.

Quando uma mulher fica com a pulga atrás da orelha, ela faz de tudo para saber a verdade. Quando essa mulher é a professora Keating, ela não só descobre a verdade como faz de tudo para te incriminar!

Agora essa relação também é muito complicada. Annie é casada com Sam, que pega a Lila e a Bonnie, mas gosta de Nate, que por sua vez também é casado. Ela desacredita o “namorado” no tribunal, que perde o emprego, tudo pelo cliente. Desconfia que o marido seja um assassino, corre para o amante e tenta incriminá-lo, mas volta pra casa e transa loucamente com ele. No final chora.

Depois dessa confusão toda, só nos resta esperar Smile, or Go to Jail. Eita ShondaLand, derrubando os forninhos e tirando nosso sono!

Nashville – That’s Me Without You e How Far Can I Go

Data/Hora 08/10/2014, 10:02. Autor
Categorias Reviews

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Série: Nashville
Episódios: That’s Me Without You e How Far Can I Go
Número dos Episódios: 3×01 e 3×02
Exibição nos EUA: 24/09 e 01/10/2014
Nota dos Episódios: 8

Oi gente! Pra tristeza de todos – inclusive minha – a Gabi Guimarães não pode mais seguir com as reviews de Nashville (vocês encontram ela nas reviews de Parenthood e The Good Wife), então eu assumo, retornando ao posto que foi meu em temporadas passadas. Gabi, farei o possível para manter o nível.

Falando nisso, Nashville retorna para a sua terceira temporada com o mesmo problema das anteriores: a série parece começar fraca, sempre em baixa, para engrenar alguns episódios depois e ficar incrível somente a partir da metade da temporada. Gostei muito da season 2 e esperava mais do retorno da 3, mas vamos por partes.

Tô cansada demais do Will. No começo cheguei a sentir pena dele, mas, pra mim, já deu. Ele não tinha o direito de usar a Layla daquele jeito, por mais insuportável que ela seja. Achei interessante, também, como do limão a garota está tentando fazer uma limonada. Se a situação é a pior possível, ao menos ela está tentando conseguir algum benefício em troca do segredo que tem documentado. Ou Will entra no jogo dela ou o mundo saberá que ele é gay. Pressinto que o segredo não vai durar muito tempo, visto que cada vez mais pessoas descobrem ou desconfiam dele.

Pra aumentar a minha birra com o Will ele ultrapassou a diva Rayna nas paradas de sucesso. Apesar disso, gosto da maneira como Nashville aborda as transformações do mercado fonográfico e a necessidade da reinvenção dos artistas. Mesmo muito relutante parece que Rayna finalmente vai se render à indústria. E quem não se rendeu ao ramo foi Tandy. Para alegria de todos a ‘irmã má’ de Rayna está se mudando para a Califórnia e resolveu sair da sombra da família.

Os roteiristas encontraram uma boa maneira de unir novamente Scarlett e Gunnar. Eu sou shipper do casal e fico feliz com isso. Achei os momentos da viagem divertidos e acho que ambos ficam muito melhores juntos. Aquela Zoey é uma chata e o boy magia do Gunnar merece coisa muito melhor. Scarlett andava chatinha ultimamente, mas no fundo é uma pessoa bem legal que parece estar se reencontrando. Estou ansiosa por cenas dos próximos capítulos.

nashville-season-3-episode-1-3~1Não gostei muito do encaminhamento que foi dado para a carreira de Juliette. Tudo indicava que os caminhos no country e na música pop estavam difíceis para ela, mas eu nem sequer havia cogitado a hipótese de ela fazer musicais. Pra mim, o mote central da série é a competição – e, bem no fundo, o carinho e cuidado – de Juliette e Rayna e isso acaba ficando um pouco de lado com este rumo que Juju escolheu seguir. Em compensação o grande momento destes dois primeiros episódios foi, pra mim, o momento em que a garota descobre que o pai da criança que ela está esperando é Avery e não Jeff. Espero que ela levante correndo daquela maca e que o bebê sirva como um recomeço para os dois. Amo eles juntos e acho que tudo que a Juliette precisa é de alguém como o Avery. Achei bapho também a cena dela cortando os cabelos.

Por fim, devo comentar que fui iludida mais uma vez. Eu cheguei a cogitar que Rayna fosse dar uma chance pro Deacon, mas a mágoa dela parece ser grande demais pra isso. Eu até entendo. Talvez no lugar dela eu fizesse a mesma coisa, mas acho que já passou da hora de superar e de dar mais uma – talvez a milésima – chance pro Deacon provar que ele de fato mudou. Até quando Rayna vai ficar com aquele mala do Luke? Ele é gentil e está sempre disposto a ajuda-la, mas por algum motivo não me passa confiança, eu não sei explicar ao certo por quê.

Estou ansiosa pelas cenas dos próximos capítulos e na torcida para que como nas duas primeiras temporadas Nashville engrene. E vocês?

Destaques na TV – quarta, 8/10

Data/Hora 08/10/2014, 02:55. Autor
Categorias TV Brasil

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Confiram a programação da TV e tenham uma boa noite.

Toneladas de seguidores online, mas nenhum amigo na vida real? O que fazer? De Emily Kapnek, de Suburgatory, e inspirada em My Fair Lady, Selfie é uma nova série de comédia com meia hora de duração que narra as desventuras de Eliza Dooley (Karen Gillan, de Doctor Who), uma narcisista viciada em redes sociais que, após perceber que sua vida é somente permeada por relacionamentos superficiais, pede ajuda ao especialista em marketing da sua empresa, Henry (John Cho, Go On), para repaginá-la. De início, Henry torce o nariz para Eliza, que é o exemplo máximo de tudo que ele considera errado no mundo viciado por aplicativos. Mas ele logo fica sensibilizado e, com algumas dicas de expert, consegue domá-la, ensinar-lhe alguns traquejos sociais e ajudá-la a dosar os relacionamentos virtuais e reais. Mas o que Henry não imaginava, no entanto, é o quanto iria aprender. Como um workaholic que raramente tem tempo para socializar, ele começa a perceber que seu pequeno “projeto” pode ter algo a lhe ensinar. Afinal, manter a vida até onde seu braço pode alcançar é ótimo para tirar uma selfie, mas não para manter a pessoa da foto ao seu lado.

O quarto ano de Revenge retoma os emocionantes lances vividos ao final da terceira temporada. Internada em uma instituição psiquiátrica, Victoria Grayson (Madeleine Stowe) irá mover suas peças para se vingar da protagonista Emily Thorne (Emily VanCamp). O passado de Amanda Clarke, morta durante a explosão do barco de Jack na segunda temporada, também será explorado com novos segredos vindo à tona e interferindo na trama atual.

Apesar da grade na programação do Comedy Central não indicar hoje teremos (ou não ?) o final de temporadas para The Goldberg e The Michael J. Fox Show. No final da primeira temporada de The Goldbergs, Murray (Jeff Garlin) descobre que seu recorde de arremesso livre de basquete no colégio foi quebrado, e ele é convidado a participar de uma celebração na instituição. Enquanto isso, Barry (Troy Gentile) decide dar uma festa em casa, e logo precisa da ajuda da amiga de Erica (Hayley Orrantia). Mudanças é o último episódio de The Michael J. Fox Show, enquanto Annie (Besty Brandt) e Eve (Juliette Goglia) discordam dos planos de Ian (Conor Romero) de se mudar, o pedido de casamento de Harris (Wendell Pierce) para Leigh (Katie Finneran) chega a um impasse.

Se não errei, hoje será também o final para Crossbones no canal Space.

E para quem perdeu os últimos episódios da temporada de Unforgettable o canal oferece hoje a exibição dos três últimos episódios do final da terceira temporada.

E temos outra mudança na grade, desta vez na BBC HD: Doctor Who agora será exibido aos domingos com reprises nas segundas-feiras.

No The Ellen Degeneres Show, os convidados são as a comediante Wanda Sykes, a atriz Alison Sweeney (Days of Our Lives) e o músico country Jason Aldean. Já no The Tonight Show desta noite, o ator e comediante Jimmy Fallon recebe a atriz Jennifer Garner (Alias), o comediante John Mulaney (Saturday Night Live) e a banda country Lady Antebellum.

Confira os demais destaques.

GNT
The Ellen Degeneres Show – 14h
Chegadas & Partidas – 21h – 6ª temporada
Lili, a Ex – 22h30 (ep 1×03)
Animal – 23h (ep 1×10)
The Tonight Show com Jimmy Fallon – 0h

+GLOBOSAT
Pablo Escobar – O Senhor do Tráfico – 21h

WARNER
Nikita – 13h12 (ep 3×03)
Selfie – 20h (ep 1×01) ESTREIA Leia a review
S.O.S. Pé na Bunda – 22h30
Bipolar – 22h59

SONY
How I Met Your Mother – 12h30 – exibição diária
Franklin & Bash – 13h – exibição diária
Baby Daddy – 14h (ep 2×13) – exibição diária
Revenge – 21h30 (ep 4×01) ESTREIA Leia a review
The X Factor UK – 22h30

AXN
Unforgettable – a partir das 22h (ep 3×11 / 3×12 / 3×13) SEASON FINALE

ID
Hawaii 5-O – 11h54 no ID SD (canal 139 na NET) e às 13h54 no ID HD (canal 639 na NET) – reprise da 3ª temporada diariamente

COMEDY CENTRAL
The Goldbergs – 20h30 (ep 1×23) SEASON FINALE
The Michael J. Fox Show – 21h (ep 1×22) SERIES FINALE

A&E
Orphan Black – 22h (ep 1×06)

SPACE
Crossbones – 20h56 (ep 1×09) SERIES FINALE

MAX*e
Borgia – 22h (ep 3×10)

MTV
Gilmore Girls – 11h (exibição de segunda a sexta)
The Vampire Diaries – 15h (exibição de segunda a sexta reprise 2ª temporada)
Smallville – 16h (exibição de segunda a sexta reprise 7ª temporada)

RECORD
Plano Alto – 23h30 – minissérie
Alphas – 0h30 – (ep 1×05)

VIVA
Malhação – 13h (de segunda a sexta)
Meu Amigo Encosto – 21h
Mulher – 23h10
Dancin’ Days – 0h (de segunda a sábado)

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