House, um balanço da sétima temporada

Data/Hora 29/05/2011, 20:51. Autor
Categorias Opinião

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Nota do Editor: o texto contém spoilers para quem assiste a série pelo Universal Channel.

Depois de uma sexta temporada que mudou o rumo de House, o médico ranzinza viciado em narcóticos já não era tão ranzinza assim e havia largado o Vicodin. Logo, a terapia mudou House. Mudou? Pois é, foi o que os roteiristas tentaram fazer. O dilema em que a série se encontrava era: como transformar House sem prejudicar o que de fato torna esse show peculiar? Eis a pergunta que David Shore não conseguiu responder.

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Jeff Conaway morre aos 60 anos

Data/Hora 28/05/2011, 01:47. Autor
Categorias Notícias

O ator Jeff Conaway, mais conhecido pelo seu papel como Kenickie no filme Grease, Nos Tempos da Brilhantina, e por sua participação em Babylon 5 como Zack Allen, faleceu nesta sexta-feira após passar duas semanas em coma. O ator foi encontrado inconsciente em sua casa na California,  no último dia 19, e foi levado às pressas para um hospital de Los Angeles.

Jeff Conaway passou os últimos dois anos se tratando em uma clínica de reabilitação devido ao uso excessivo de drogas e de álcool. O médico que acompanhava o estado de saúde do ator atestou que a doença de Conaway foi agravada pelas drogas. “É o que acontece com as pessoas viciadas em derivados do ópio. Elas respiram tudo o que passa pela boca, e isso vai direto para os pulmões. Foi o que aconteceu com Jeff”.

O agente Phil Brock, da Studio Talent Group, postou uma nota no Twitter sobre o falecimento do cliente. “Nosso querido Jeff Conaway faleceu hoje, às 10h30 da manhã. Nós amávamos ele como pessoa, respeitávamos ele como artista e ele será sempre lembrado”.

Na televisão, ele atuou em Táxi, e participou de séries como Who’s the Boss, She Spies e Burke’s Law. O próximo trabalho de Conaway, o filme Dark Games, tem estreia prevista nos Estados Unidos para o dia primeiro de julho.

 

 

Bones – The Change in the Game

Data/Hora 27/05/2011, 11:27. Autor
Categorias Reviews

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Série: Bones
Episódio: The Change in the Game
Temporada:
Número do Episódio: 6×23
Data de Exibição nos EUA: 19/05/2011

Por um acaso o Hanson acho que eu nasci ontem? Por um acaso o Hanson acha que eu sou boba? Idiota? Ou ele acha que eu vou esquecer tudo por causa de uma gravidez? Que eu nem vi sendo consumada! Seria demais pedir por um beijo durante toda a temporada? Seria demais ver mais do que um simples gesto? Acho que não. Se eu quisesse ler nas entrelinhas eu compraria um livro, e não perderia horas da minha vida vendo Bones.

É um exagero dizer que essas horas são perdidas, mas ao contrário do que o Criador deve pensar, eu não gosto de sofrer, e essa temporada de Bones foi extremamente sofrida. Até que chega ao final, um final fraco e totalmente barato. Bom, mas vamos a review, antes que eu entregue todo o ouro.

Caso

Um homem foi assassinado em uma pista de boliche. É, isso mesmo. Você não assistiu, nem leu errado. Essa foi a premissa de The Change in the Game. Além de ser um trocadilho terrível, o caso teve pouco a ver com o esperado momento final.

Um homem foi assassinado, sem muito mistério. O básico para o time de squints e mais um bandido para o Agente Booth. A vítima, parceiro de boliche do Max, pai da Bones, não era muito popular em seu time. Deixando todos que frequêntavam o local para praticar o esporte na lista de suspeitos.

Aparentemente, quem pratica boliche não costuma falar com forasteiros – mesmo argumento com o povo do circo – então, porque não dar ao público um motivo para não odiar o episódio? Buck e Wanda, o casal que não era casal e agora talvez seja um casal de verdade. Ver Booth e Brennan disfarçados valeu a diversão.

Com ajuda do time do “lab”, descobriram que a arma do crime era um capacete de moto – porque uma bola de boliche seria muito óbvio- e logo chegaram ao autor do crime. Por alguns segundos, pensei que a assassina era a menina insuportável.

Caso resolvido, sim. Agora chegou a hora da mudança no jogo.

Casais

Entre a investigação e as cenas de Angela e Hodgins, eu prefiro um episódio inteiro com o casal. As cenas dos dois são hilárias, e o parto bastante divertido. Ter que ajudar na resolução de um crime e ainda se preocupar com um provável filho cego é algo que não acontece todos os dias. Apesar das risadas, a cena do nascimento foi o ponto alto da história. Quem não se arrepiou com a melodia de Make You Feel My Love, interpretada pela cantora britânica Adele?

Para mim o episódio se resumiu ao quadro final. Talvez por preguiça, ou por forças do destino – lê-se gravidez Deschanel-Hornsby – o final não tenha sido como o planejado. A mudança no jogo pode ser isso. Algo realmente inesperado.

A criança nasceu sadia, Michael Staccato Vincent Hodgins. A cara de bobo do Jack e o alívio da Angela me emocionou. Me senti um pouco mãe também, feliz e aliviada. Passamos a temporada inteira acompanhando essa gravidez. Foi uma longa jornada até o nascimento do bebê. Quero só ver como eles vão lidar com essa criança na sétima temporada. Talvez o papai Montenegro apareça como babá? Quem sabe?

Aliás, como é que vão lidar com tanta criança? Afinal, Bones está grávida. Só digo isso. E é do Booth. Acreditem!

Estagiário

Wendell, o squint bonito. O que você tem para nos oferecer além de sua testa franzida e seu olhar penetrante? Por que mataram o Vincent? Ah! Nem prestei atenção no squint essa semana. Para mim, não fez diferença alguma. Mas alguém tinha que tocar o laboratório, já que Angie e Jack estavam no hospital, Bones estava jogando boliche com o Booth, e a Cam… bom, a Cam tava enchendo linguíça com o Sweets.

The Change in The Game

O último episódio da sexta temporada foi uma barganha. Isso é o que chamo quando alguém tenta nos ganhar com algo que queremos muito, mas no fundo não vale muito a pena. Sempre imaginamos B&B juntos. Agora, com a gravidez da Bones e ao saber que o Booth e a parceira de fato dormiram juntos, tempos que aceitar o fato que os dois não vão se apaixonar aos poucos, se entregar ao amor aos poucos. Por que o Criador não quer assim. B&B já se amam, agora precisam aceitar o fato de que são um casal. É, isso mesmo, são um casal.

Viva! Alegria! Finalmente… não! Não foi assim que eu imaginei. Não como uma imposição barata. Agora eles precisam arrumar um jeito de seguir com as coisas. Precisam aceitar que estão esperando uma criança. Eu não gostaria que eles precisassem tanto, apenas fossem.

Isso me remete a cena que não vimos em The Hole in the Heart. Não me conforta nenhum um pouco saber que se um dia eu testemunhar a primeira noite do casal, isso vai ser em um flashback. Falta de criatividade, já que isso foi usado no primeiro beijo deles.

Mas o que mais me chateia é saber que até o momento da revelação, o momento em que tudo mudou, eles tinham tido “uma noite” e nada mais. Apesar da troca de olhares e o carinho – quase forçado por Max- nada estava acontecendo, como sempre.

Eu entendo que muita gente gostou, soltou fogos, gritou de alegria… no meu caso, chorei feito uma criancinha – e culpo a Adele por isso. Mas a finale de Bones, não foi nada do que eu realmente esperava, e temo pelo futuro. Mas agora é esperar pelas mudanças… ao menos a franja da Brennan já desapareceu.

Brincadeiras a parte, a primeira vez que escrevi uma review de Bones foi justamente o balanço de temporada do sexto ano. Naquela review, eu citei o episódio Fire in the Ice (4×13). Na cena final, Bones fala para o Booth que nada é a mesma coisa, por causa da entropia, tudo muda. Dessa vez, eu espero que sim.

Até a próxima temporada!

Melhores Frases

“Eu estou grávida. Você é o pai” – Brennan para Booth.

Melhor Cena

Close na Wanda, minha gente! Certo, brincadeirinha.

Buck dirigindo o trator! Certo, brincadeirinha. – Apesar de que essa cena foi hilária.

Mas a melhor, e mais “vendida” cena realmente foi:

Rei do Lab

Max! Porque ele descobriu que tinha algo entre a filha e o agente do FBI em apenas alguns segundos. Muito bem, Max!

Showtime cancela United States of Tara e renova Nurse Jackie e The Borgias

Data/Hora 24/05/2011, 15:48. Autor
Categorias Notícias

No começo da semana, o canal Showtime renovou a comédia de humor negro Nurse Jackie para a quarta temporada e The Borgias para a segunda temporada. Porém, United States of Tara teve seu cancelamento anunciado após três temporadas no ar.

Nurse Jackie rendeu à atriz Edie Falco um Emmy no ano passado e embora não seja um sucesso absoluto, consegue ter uma média de 762 mil telespectadores na segunda-feira à noite e 2.8 milhões de telespectadores por semana.

United States of Tara também rendeu um Emmy para Toni Collete no ano passado, porém existem especulações de que a série teve uma queda de audiência nos últimos meses e que por isso, esta terceira temporada é a sua última. Até o momento a série tem uma média de 326 mil telespectadores na segunda à noite e sua audiência semanal caiu de 2,7 para 1,9 milhões de telespectadores.

The Borgias superou a audiência de The Tudors, a mais assistida do canal, em vinte porcento com sua temporada de estréia. O último episódio da temporada de The Borgias teve 1,12 milhões de telespectadores.

Com informações do Deadline.com

Game of Thrones – A Golden Crown

Data/Hora 24/05/2011, 10:33. Autor
Categorias Reviews

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Série: Game of Thrones
Episódio: A Golden Crown
Temporada:
Número do Episódio: 1×06
Data de Exibição nos EUA: 22/05/2011

Que episódio foi esse? Mais uma vez, os diálogos foram perfeitos. É impressionante que mesmo quando o ritmo do episódio é mais lento (leia-se sem tantas batalhas) Game of Thrones prende completamente a atenção do espectador.

Em A Golden Crown tivemos um bom desenrolar das histórias iniciadas nos últimos episódios.

Na capital dos Sete Reinos, tem tensão para todos os lados. Os Starks e os Lannister estão frente a uma iminente guerra, após a captura de Tyrion por Lady Stark e a briga entre Jaime e Lord Stark. A rainha Cersei exige que o marido posicione-se a favor dos Lannisters, porém nada feito. Baratheon prefere reconduzir o amigo ao cargo de Mão do Rei, mas exige que Tyrion seja libertado e que Eddard ‘acerte os ponteiros’ com Jaime.

Contudo, a guerra entre os Lannister e os Starks fica ainda mais próxima, já que Eddard, ocupando o trono do rei (que hora para sair caçar e beber, eim, Robert?), determinou a morte de um dos cavaleiros ligados à Tywin, o patriarca dos Lannisters. Não contente, Eddard convocou Tywin à corte, para pagar pelos crimes de seus homens (que andaram saqueando e estuprando pelos Sete Reinos). Também não ajuda no ‘processo de paz’ que Lord Stark tenha descoberto (era meio evidente, ele é a cara do tio) que o carismático príncipe Joffrey (sim, isso foi a maior ironia dessa review) e seus cabelos dourados são filhos de Jaime Lannister. Ou seja: muita água ainda vai passar por debaixo desta ponte.

É evidente também o crescente desconforto de Renly Baratheon com a postura mais agressiva (e mulherenga) do irmão. Creio que ainda veremos muitos conflitos entre os irmãos, ainda mais depois que o Cavaleiro das Flores incitou Renly a tomar uma posição mais firme no sentido de ocupar o trono (no episódio passado).

Os conflitos também estão presentes em Winterfall. Theon Greyjoy está cada vez mais insatisfeito com seu status junto aos Starks (relembrando: Theon foi colocado aos cuidados da família Stark após a morte de seu pai e irmãos, na rebelião que esses comandaram contra o Rei Robert). Theon tenta incitar Robb, que está exercendo o cargo de Senhor de Winterfell, a dar seguimento na guerra contra os Lannister em Rochedo Casterly, local no qual Jaime procurou refugio após a briga com Lord Stark. Sugestão rechaçada por Robb.

Rápida pausa para um momento feliz (mas rápida meeeesmo): Bran cavalgando, após muito tempo acamado (lembrando que isso só foi possível graças ao duende Tyrion, que projetou a sela especial). Mas logo Bran encontra alguns selvagens, e escapa por pouco da morte (mais uma vez, essa criança está ligada no perigo). Nem mesmo o ato de Theon, que salvou Bran, foi capaz de acalmar os ânimos entre ele e Robb. Portanto, temos mais um conflito em vista, já que logo Theon deve tomar uma postura menos ‘passiva’ no relacionamento com os Starks.

Como se não bastasse todos os conflitos e as intrigas na capital e em Winterfell, a situação no Ninho da Águia também não é das melhores. Tyrion, o duende, está preso em uma cela nada convencional, prestes a cair no nada. Alardeando sua fortuna, consegue ficar perante Lady Arryn (está aberta a disputa para criança mais insuportável – Joffrey X Robin), e mostra mais uma vez todo seu senso de humor e sua sagacidade. Após um duelo entre o escolhido de Lady Arryn e a alma caridosa que aceitou lutar por Tyrion, o duende ganha liberdade, e se livra do cativeiro e de sua raptora – Lady Stark. Agora resta saber se o ocorrido fará Tyrion participar mais ativamente das tramóias dos irmãos ou não (confesso que acredito no bom coração do duende).

Mas, como tragédia pouca é bobagem, precisamos falar da situação amistosa em Vaes Dothrak. Daenerys, cada vez mais Khaleesi, come (ECA) o coração de um cavalo, inteiro e cru. Após ‘o lanche’, é saudada pelos Dothraks como uma verdadeira rainha, já que carrega no ventre um Khal ‘garanhão’, o que deixa o já perturbado Viserys ainda mais atormentado.

O ‘Dragão Platinado’ tenta sair de Vaes Dothrak com os ovos de dragão que Daenerys ganhou como presente de casamento, mas é impedido por Mormont. Contrariado, Viserys enche a cara e volta pra festa, e exige que lhe seja dado o que lhe foi prometido em troca da irmã: uma coroa de ouro. Cumpridor de sua palavra, Drogo dá uma coroa de ouro para o jovem Targeryan, ainda que não fosse a coroa que ele desejava. É o adeus do “Dragão Platinado”, que no final das contas não descendia dos dragões, como sabiamente anota nossa querida Khaleesi (sim, eu sinto um misto de pena e carinho por ela). E ainda ficou uma deixa para desenvolverem a história dos dragões, já que, aparentemente, Daenerys é imune ao fogo.

Por tudo isso (e mais um pouco), foi mais um maravilhoso episódio da belíssima Game of Thrones. Mal posso esperar para o que está por vir.

P.S. 1: Acho Arya uma fofa, ainda mais quando se preocupa com a família e faz piada com a cara da irmã, Sansa, que está mais pra sonsa: quem, em sã consciência, trocaria um bom rapaz (corajoso, gentil e forte) por aquele príncipe metido e medroso?

P.S. 2: não quero nem pensar no que vai acontecer quando o inverso chegar. Se a situação já está caótica, imagina só quando a escuridão e a neve tomarem conta de tudo. MEDO.

Acordo de Ashton Kutcher é de um ano em Two and a Half Men

Data/Hora 23/05/2011, 18:33. Autor
Categorias Notícias

A nova programação da CBS foi anunciada a semana passado trazendo como destaque a contratação de Ashton Kutcher para a comédia Two and a Half Men. A emissora americana, renovou a série por mais um ano, para que a Warner Bros. pudesse ter um contrato mais flexível com o ator. Kutcher vai receber $750,00 por episódio, mais de 1,2 milhão de reais, e pode ter o contrado renovado no final da nona temporada da série.

Peter Roth, Diretor-Executivo da Warner Bros. foi cauteloso ao dizer que os detalhes do contrato ainda estão sendo discutidos. “Esse é um processo muito dinâmico. Tenho certeza de que  Chuck Lorre [Produtor-Executivo da séri] terá muitas ideias para fortalecer o vínculo com o Ashton ao longo da temporada”.

Semana passada, a Presidente de Entretenimento da CBS, Nina Tassler, se desmanchou em elogios a Ashton Kutcher e indicou que a emissora estaria disposta a exibir a série por mais dois ou três anos.

Com informações do TvSquad.

Destaques da Semana – Brasil – 23/5 a 29/5

Data/Hora 23/05/2011, 10:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Já? A temporada passou voando e esta semana já tem algumas séries encerrando temporada. Mas até lá, tem muuita coisa pra assistir na TV paga. Programe-se!

Segunda, 23/5

Misfits - Episódio 2x01
O Multishow estreia às 17h a segunda temporada da série inglesa Desajustados (Misfits) – coladinha com o final do primeiro ano. Clique aqui para continuar a leitura »

Supernatural – Let it Bleed e The Man Who Knew Too Much

Data/Hora 23/05/2011, 10:26. Autor
Categorias Reviews

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Supernatural Let It Bleed

Série: Supernatural
Episódio: Let it Bleed e The Man Who Knew Too Much
Temporada:
Número do Episódio: 6×21 e 6×22
Data de Exibição nos EUA: 20/05/2011

Supernatural The Man Who Knew Too Much

A ‘season finale’ de Supernatural teve seus altos e baixos. No início de Let it Bleed pensei que surgiria uma história paralela de monstros e que o penúltimo episódio poderia ser um enorme desastre. Não foi nada disso que aconteceu, porém, colocar o escritor H.P. Lovecraft para fazer um gancho com a Dra. Visyak e a história do portão do purgatório foi algo um tanto quanto confuso.

Lovecraft escreveu histórias de terror e fantasia muito famosas por volta dos anos 30, confesso que não conhecia sequer de nome o tal escritor, muito menos alguma obra. E na realidade, sua morte não teve mistério algum, Lovecraft morreu de câncer. A trama poderia ter usado algum autor que fosse mais conhecido mundialmente ou que tivesse uma vida cercada de mistério e ocultismo de verdade.

Dra. Visyak foi algo mal explicado, já que em momento algum do episódio definiriam que espécie de “monstro” ela era, nem que poderes ela tinha, muito menos o que ela veio fazer na terra. Desde sua primeira aparição, ficou claro que ela teve um caso com o Bobby, mas com tantos anos de experiência com assuntos sobrenaturais, o Sr. Bobby Singer não ter nem desconfiado que ela não fosse humana? Foi um tanto estranho. São meio raras as aparições de monstros bonzinhos em Supernatural, mas Visyak vivia na terra apenas porque gostava daqui? Foi algo que ficou sem explicações suficientes.

Um ponto positivo do episódio foi Lisa e Ben terem conseguido sair da trama. Já estava ficando maçante o fato dos dois virarem refém de qualquer força do mal que estivesse contra Dean. Lisa e Ben sempre seriam usados para afetar Dean de alguma maneira e ele acabaria saindo correndo para resgatá-los e perderia o foco central do problema. Partiu meu coração ver  Dean pedir para Castiel apagar a mente dos dois para que eles pudessem viver uma vida normal.  Pelo menos, nenhum “inocente” vai se machucar por ter um vínculo com os Winchesters.

Estava com saudades de ouvir Carry on my wayward son do Kansas! Essa música já se tornou sinônimo de “momento decisivo” em Supernatural.  The Man Who Knew Too Much foi um episódio bem tenso, já que os telespectadores tinham duas preocupações: saber se o a porta do purgatório seria aberta e como Sam iria sobreviver dentro de sua própria mente depois que a sua barreira desmoronou.

A performance mais surpreendente deste episódio foi a de Castiel, é claro. O personagem mudou muito desde que surgiu na trama e está praticamente irreconhecível neste episódio final. Aquele Cas inocente, submisso e perdido deu lugar para um anjo determinado, rebelde e enérgico. Fiquei surpresa quando ele fez com que a barreira de Sam fosse abaixo mesmo depois de tanto esforço para que conseguissem colocar ela lá. Castiel mostrou que estava disposto a passar por cima de qualquer um para alcançar seu objetivo.

Crowley, sempre elegante e debochado, conseguiu ser passado para trás por quem ele menos desconfiava. Ninguém esperava que um anjo pudesse trair sua promessa e quebrar um pacto tão importante. Mas já era de se esperar que Crowley daria um jeito e se vingaria da pior maneira possível: se aliando com o inimigo, Rafael. A atriz que interpreta Rafael tem uma expressão de indiferença e superioridade que consegue fazer todo mundo pensar que ninguém é capaz de destruí-la, é algo impressionante.

Supernatural The Man Who Knew Too Much

Como não mostraram quando a porta do purgatório foi aberta? Como assim? Fiquei extremamente indignada quando Castiel falou que já tinha aberto e pegado as almas que ele precisava. Excluir o público desta cena foi algo imperdoável para o último episódio da temporada.

Finalmente o problema da próxima temporada foi descoberto: impedir Castiel com a sua vingança contra os aliados de Rafael. Estava claro que Cas tinha mudado e que o excesso de poder lhe subiria a cabeça e o deixaria irracional, mas nunca imaginei que ele conseguiria ocupar o posto de “novo Deus”.

O que podemos perceber é que os irmãos Winchester tiveram uma atuação de coadjuvante neste último episódio, principalmente Dean. Sam ocupou metade do episódio com a busca das partes de sua alma, porém não teve nenhuma ação decisiva na trama. Sam, Dean e Bobby não conseguiram impedir que a porta do purgatório fosse aberta, não mataram Crowley nem Rafael, apenas assistiram de camarote toda a ação acontecer sem poder fazer nada. Esta sexta temporada teve muitos deslizes e demorou um pouco para que a história focasse num problema “grande”. Eric Kripke conseguiu deixar um bom gancho para a sétima temporada, agora só nos resta aguardar.

Modern Family – See you Next Fall

Data/Hora 23/05/2011, 10:06. Autor
Categorias Reviews

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NÃO TEM SPOILER!

Série: Modern Family
Episódio: See you Next Fall
Temporada:
Número do Episódio: 02×23
Datas de Exibição nos EUA: 18/05/2011

Usando uma expressão em inglês diria que os roteiristas de Modern Family estão ‘on fire’. Esses últimos episódios têm sido tão perfeitos que com certeza entrarão para lista de favoritos. E devem render muitas indicações para a série em diferentes premiações.

Alex está se formando na ‘middle school’. O equivalente a terminar o ginásio para quem tem 30 e poucos como eu. Para os mais novinhos, o Ensino Fundamental. Por ter a melhor nota ela será a oradora da turma e toda a sua preocupação é em fazer um grande discurso.

Jay em mais uma crise de meia-idade se submete a uma aplicação de botox e acaba com o rosto todo deformado. Ele tenta esconder mas não tem muito sucesso devido a preocupação da família que acredita que eles ta tendo um derrame. Mais uma vez os roteiristas aproveitam para afirmar que Gloria está com Jay porque o ama acima de qualquer coisa. Muito engraçado ela deixando claro que se apaixonou por ele com rugas.

Phill tenta fazer com que Claire entre pânico, já que isso é inevitável, porque a filha do meio está crescendo para que ele não perca a viagem para Las Vegas com os amigos da faculdade. No final das contas fica tão emocionado quanto e decidi que não quer mais viajar para ficar com a família.

Paralelo ao principal assunto – a formatura de Alex – os autores aproveitam para mais uma vez fazer uma pequena crítica ao jeito de escrever comédia. Cameron leva um tombo e Mitchell tem uma crise de risos o deixando bem irritado. Já na casa Jay ele (Cameron) acaba batendo com a cara na porta de vidro e o marido mais uma vez rir descontroladamente e dessa vez é “acompanhado” por Jay e Claire. Perto do final do episódio quando Claire e Phill rolam o barranco na tentativa desesperada de chegar a tempo de assistir o discurso de Alex, é Cameron quem não consegue segurar o riso. Mitchell então o questiona e ele explica que aquela era uma situação engraçada devido todo o contexto e o absurdo da situação. E que rir do gordinho caindo não é correto. Algumas pessoas podem não ter percebido mas o que os autores chamam atenção é que na maioria das vezes as cenas “engraçadas” são sempre focadas nos personagens que fogem aos padrões e em situações ridículas. A eterna crítica que o gordinho tem que ser engraçado, a gostosona tem que ser burra, etc. Como se não houvesse outra maneira se apresentar esses “personagens”. Apesar de Modern Family sem uma série pra lá tradicional, afinal vai ao ar num canal bem tradicional, de vez em quando eles sempre tentam na usar esse tipo de recurso.

Sarah Hyland mais uma vez estava ótima e foi quem roubou a cena dessa vez. A conversa dela com a irmã mostrando a fragilidade da personagem foi muito bonita. Ver esse outro lado de Haley e suas inseguranças faz bem para a história. Interessante também foi de tudo que a irmã mais velha disse o que realmente tocou Alex foi o fato da irmã achá-la bonita. Deixando claro que mesmo a menina nerd que todos acham que só se importa com os livros também tem a necessidade de sentir bela. Por mais que tente dizer que não. Faz parte da insegurança do ser humano como Alex deixa claro em seu discurso. E que a edição procurou deixar ainda mais óbvio mostrando que tudo que ela dizia servia não só para os seus amigos de turma mas para os demais membros de sua família.

Agora é aguardamos pelo final de temporada. No 1º ano, por decisão da Fox, houve uma troca na ordem dos episódios que acabou quebrando um pouco o ritmo. Dessa vez não houve troca. Nos resta aguardar para saber se dessa vez o resultado será melhor.

Grey’s Anatomy – I Will Survive e Unaccompanied Minor

Data/Hora 22/05/2011, 21:45. Autor
Categorias Reviews

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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: I Will Survive e Unaccompanied Minor
Temporada:
Número do Episódio: 7×21 e 7×22
Data de Exibição nos EUA: 12/05/2011 e 19/05/2011

O melhor que está tendo é um bebê preso no intestino da paciente e uma árvore no pulmão. Grey’s Anatomy parece estar andando em círculos e, desde o massacre ano passado, o roteiro se esforça pra emocionar e entreter – e fracassa.

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Balanço da temporada de Game of Thrones

Data/Hora 22/05/2011, 21:17. Autor
Categorias Especiais

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Tem novidade no Teleséries! A revista eletrônica de quem é viciado em seriados de TV passa a contar, a partir dessa semana, com review de Game of Thrones. A elogiada série da HBO é baseada no best-seller de George R.R. Martin, As crônicas de Gelo e Fogo.

Antes de fazer o balanço dos cinco episódios já exibidos nos Estados Unidos, preciso confessar que não li a obra de Martin. Por esse motivo, este texto, bem como as reviews que estão por vir, não abordarão similaridades e diferenças entre série e livro. Mas prometo que, assim que der, darei uma conferida nos livros, para poder opinar sobre.

Game of Thrones é uma série que apresenta uma história central sólida, acompanhada de ótimas histórias paralelas. Em virtude disso, tem muitos personagens. Como seria impossível falar de todos que apareceram nesses cinco episódios que agora se apresenta de forma pormenorizada, optei por passar uma impressão mais geral. Na reviews, sobrará mais espaço para apresentar de forma mais minimalista cada trama.

Feitas tais ressalvas, vamos às impressões sobre Game of Thrones.

A história da série gira em torno dos Sete Reinos de Westeros, terra na qual as estações duram por anos, ou décadas (MEDO de quando o inverno chegar).

Westeros é comandada pelo Rei Robert Baratheon. No decorrer desses cinco primeiro episódios, descobrimos que Robert fora noivo de Lyanna Stark e que, após sua morte, casou por conveniência com Cersei, da casa dos Lannister. Robert assumiu o trono de Westeros após a rebelião movida pelos Stark contra Aerys Targaryen, conhecido como o Rei Louco, e que culminou no assassinato de Targaryen por Sor Jaime Lannister (o pai e o irmão de Lord Stark acabaram mortos, brutalmente, por Aerys). A rebelião foi motivada, pelo que se entende até aqui, pela morte de Lyanna, embora ainda não tenha ficado claro o motivo desta.

Jaime Lannister, o assassino do Rei Louco, é irmão, e também ‘affair’, de Cersei. Eles ainda outro irmão, Tyrion, o Duende, de caráter dúbio e senso de humor afinado. No decorrer da história, várias vezes ficamos em dúvida sobre os reais interesses de Tyrion, que parece não compactuar totalmente com as armações dos irmãos.

A história começa com a visita do Rei Robert e de sua família, bem como dos irmãos Lannisters, à Winterfell, no Reino do Norte. Em Winterfell vivem Lorde Eddard Stark e sua família: a esposa, Lady Catelyn Stark, e seus os seis filhos (destaque para Arya, mais ‘macho’ que seus irmãos; Bran, que acaba perdendo os movimentos das pernas depois de sofrer um acidente causado pelos Lannisters; e o ‘bastardo’ Jon Snow, que é claramente rejeitado por Lady Stark e acaba se afastando de Winterfell).

A visita é motivada pela morte de Jon Arryn (casado com a irmã de Catelyn, Lysa – e que descobrimos, posteriormente, ser um tanto quanto perturbada mentalmente), a Mão do Rei, em circunstâncias misteriosas. Posteriormente, descobre-se que um pouco antes de morrer Arryn teve contato com os filhos bastardos de Baratheon, e que foi envenenado pelos Lannisters.

Robert pede que Stark assuma o cargo de Mão de Rei. Lord Stark não consegue recusar o pedido de seu Rei e amigo, e parte com ele para a capital dos Sete Reinos, apesar do desgosto que sua partida causa para Lady Stark e sua família. Junto com ele seguem suas filhas Sansa (prometida para o príncipe Baratheon) e Arya.

A história se desenrola, a partir daí, em três diferentes cenários, basicamente.

Na capital, Lord Stark tenta assumir o controle do Reino, enquanto o Rei se diverte em torneios e com mulheres. Stark precisa se adaptar ao ambiente, e não sabe em quem pode confiar no Conselho do Rei, formado por Renli Baratheon, irmão de Robert e que cuida das questões legais; Mestre Pycelle, uma espécie de médico oficial do Reino; Petyr Baelish, o homem das finanças; e Varys, que seria o consultor religioso. Stark se aproxima aos poucos dos Conselheiros, especialmente de Pycelle e Baelish (que nutre uma paixão platônica pela Lady Stark), e acaba obtendo informações sobre as investigações que Arryn fez antes de sua morte.

Apesar de dever submissão ao Rei, Stark não concorda com muitas das atitudes de Baratheon, o que acaba culminando na sua renúncia (nada amigável) do cargo de Mão do Rei. No final do 5° episódio, após renunciar ao cargo, e antes de retornar à Winterfell, Lord Stark é confrontado por Jaime Lannister, e acaba ferido.

Enquanto isso, no Reino do Norte, Lady Stark sai em peregrinação por vingança contra os Lannisters, já que Bran ficou paralítico após o ‘acidente’ causado por Jaime. Após capturar o duende Tyrion, ela o conduz, como prisioneiro, até o Ninho da Águia, governado por sua excêntrica irmã. No final do último episódio exibido, vemos uma Catelyn arrependida e assustada, e um Tyrion aprisionado nas alturas.

Nos arredores de Winterfell, vemos a organização da Patrulha da Noite, na Muralha do Norte, cuja principal tarefa é proteger Westeros dos Outros, habitantes as terras além do Reino, e que, como vemos nas magníficas e assustadoras cenas que dão início ao episódio de estréia, podem ser perturbantes e perigosos. A Muralha é formada, principalmente, por criminosos e rejeitados. Benjen Stark, imão de Lord Stark, é um dos responsáveis pela patrulha, e Jon Snow, filho bastardo do Senhor de Winterfell, acaba se juntando ao tio na defesa do Reino, e precisa lutar para ‘sobreviver’ na Muralha.

Já no Leste se desenrola a trama dos Targaryen, filhos do deposto Rei Louco, Aerys Targaryen, e que, segundo as lendas, são descendentes de dragões. Viserys Targaryen, o filho obsessivo de Aerys, força o casamento da irmã Daenerys com Khal Drogo, líder dos bravos Dothraki. Viserys pretende utilizar o exército Dothraki para invadir Westeros e retomar o trono dos Sete Reinos de Westeros, que acredita seu de direito. Só que Daenerys acaba se identificando com seu novo modo de vida, e se apaixonando por Khal, o que faz com que deixe de ser submissa à vontade do irmão. Com isso, cada vez mais, os planos de Viserys são postos à prova. Resta saber se os Dothraki vão, enfim, conduzir os cavalos sobre a água, e atravessar o mar em busca de uma sangrenta batalha.

Game of Thrones tem todos os elementos de um sucesso. Além disso, a série conta com o ‘selo HBO de qualidade’, o que significa que os cenários e o figurino são esplendidos, e os diálogos são muito bem construídos.

Enfim, por todos os motivos expostos aqui, e por mais um milhão que não couberam no texto, ou que não me recordo agora, Game of Thrones é um seriado que merece ser visto, ou melhor, apreciado. Então, aproveita que tuas séries favoritas só voltam em setembro, corre atrás dos cinco episódios (são cinco horinhas só, prometo que não cansa) já exibidos e aparece aqui no Teleséries pra dividir com a gente tua opinião sobre a série!

Até a review do próximo episódio!

Chuck – Chuck Versus the Cliffhanger

Data/Hora 20/05/2011, 19:52. Autor
Categorias Reviews

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Série: Chuck
Episódio: Chuck Versus the Cliffhanger
Temporada:
Número do Episódio: 4×24
Data de exibição nos EUA: 16/05/2011

Eu não queria estar na pele do Chris Fedak ou de qualquer um dos responsáveis por escrever e dirigir o final de Chuck. Contando por alto acho que a série em quatro temporadas teve pelo menos uns seis finais por conta da indecisão da NBC. E o final dessa temporada, que mais uma vez era para ser o final da série, foi tão bom que realmente eu não sei o que farão para superar e conseguir dar um final digno para um público tão fiel.

A única opção para salvar Sarah é contar com ajuda de Alexi Volkoff que teria o antídoto para o veneno. O grande problema é que o tempo para salvar a agente Walker é muito pouco para a burocracia necessária para visitar Volkoff. Sem contar que seria necessário revelar para a CIA que eles conhecem a verdadeira identidade do “vilão”. Chuck e Casey então decidem invadir a prisão para conseguir o antídoto no tempo necessário. Ao chegarem descobrem que Volkoff foi transferido e são recebidos, via telão, por Clyde Decker, o agente que segundo Casey será o responsável por matá-los para manter o segredo.

A CIA está decidida a não ajudar a salvar a vida de Sarah. E Chuck decidi impedir a transferência de Volkoff. Temos uma das cenas de ação mais legais até aqui. Bartowski pilotando uma super moto.

Além da ação tivemos comédia com Mary com medo do filho pilotando uma moto. Chuck até consegue impedir que Alexi seja transferido mas não a tempo de impedir que Decker o “transforme” em Hartley novamente.

Timothy Dalton deu um show. Se lembrarmos da primeira aparição dele se fingindo de bonzinho podemos perceber que os criadores da série tinha uma boa idéia de onde a história nos levaria. Muito engraçado todo mundo evitando revelar que durante o tempo que ele acreditou ser o russo Alexi ele praticou as maiores barbaridades.

Como o antídoto que ele criou não serviu por completo restou a Chuck partir em busca de Vivian. E mais uma vez temos uma virada na história. Chuck pouco antes de partir é preso por Decker que tira o Intersect dele. Mesmo assim ele decidi ir atrás de Vivian (na Rússia) e Alexi vai junto com ele. Lindo o Casey falando com todas as letras que Chuck foi o segundo melhor agente com quem ele trabalhou e que isso não tem nada a ver com o Intersect.

Chuck: Meu nome é Chuck Bartowski e estou aqui para ver Vivian Volkoff.
Recepcionista: E qual seria o assunto?
Chuck: Ela quer me matar.

Volkoff segundos antes de prosseguir com o plano fica com medo de encarar a filha e deixa Chuck sozinho. Bartowski não se desespera e decidi seguir em frente apenas mudando de tática. Foi interessante ver uma atuação um pouco mais séria de Zachary Levi.

Chuck implora a Vivian pela vida de Sarah. Ela, claro, se recusa e faz todo aquele discurso de vilão. Volkoff/Hartley entra e tenta convencer a filha. Bartowski entrega a Vivian as identidades secretas que ele usaria para fugir com Sarah e assim a convence a recomeçar a vida ao lado do pai.

Chuck: Morgan o que aconteceu com o motorista?
Morgan: Nada. Eu sempre fui o motorista. Eu estou com problema em deixar vocês partir.

Se eu for esmiuçar cada detalhe desse episódio levaria dias e dias. Portanto farei um resumo para pular logo pra parte que interessa. Chuck salva Sarah, eles se casam e Morgan é quem realiza a cerimônia. Sr. Warker e a Sra. Bartowsky ganham de presente de Hartley/Volkoff 877 milhões de doláres. E o que eles fazem? Compram a Buy More.

Casey, Sarah, Chuk e Morgan agora são ex-agentes. Foram devidamente demitidos da CIA. Quando estão reunidos no que sobrou do “castle” Decker aparece no telão e diz a Bartowski que tudo que aconteceu teve um motivo e que a CIA não os juntou por acaso. Chuck tenta saber exatamente sobre o que ele está falando mas Decker apenas sorrir e desliga.
Chuck e Sarah decidem que devem investigar sobre o que Decker falava e resolvem montar uma firma de espionagem independente com o dinheiro e o patrimônio que ganharam de presente. Casey e Morgan aceitam o convite de se juntar ao casal. A ideia de acompanhá-los trabalhando de maneira independente, e como bem frisa Morgan, sem receber ordens já seria interessante mas Chris Fedak tinha mais uma surpresinha.

Ao fuxicar a caixa com os pertences de Chuck, Morgan, empolgado com o novo trabalho, pega um óculos escuro e coloca. A câmera mostra que havia um bilhete da General Beckman para Bartowski e vemos Morgan cair no chão, abrir os olhos e dizer: ‘Eu sei Kung-Fu. Se terminasse nisso para mim já estava ótimo. Felizmente temos mais 13 episódios e só nos resta aguardar para saber como será Morgan de Intersect. Eu realmente espero que não desistam de explorar isso.

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