Destaques da Semana – Brasil – 18/7 a 24/7

Data/Hora 18/07/2011, 09:59. Autor
Categorias TV Brasil

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Estamos na segunda quinzena de julho e a semana abre com uma estreia e mais um final de temporada. Confira a seguir a coluna dos Destaques da TV por assinatura para os fãs de seriados e deixe sua mensagem!

Segunda, 18/7

A semana abre com a exibição no Universal Channel, às 15h, do episódio 4×06 de Greek. No Multishow, às 17h, tem o segundo episódio de Kings.

Harry's Law - Piloto
O destaque da noite é a estreia na Warner Channel do drama de tribunal Harry’s Law. No episódio piloto, que vai ao ar às 21h, conheceremos a advogada Harriet Korn (Kathy Bates) e como acaba sendo demitida e abrindo sua própria firma, dentro de uma sapataria. A série chega no Brasil num bom momento – na semana passada a série surpreendeu ao receber duas importantes indicações ao Emmy Awards – de melhor atriz em drama para Kathy Bates e de melhor ator convidado para Paul McCrane. Clique aqui para continuar a leitura »

Vídeo: ‘Dexter’ anuncia misteriosa temporada em trailer promocional

Data/Hora 17/07/2011, 22:29. Autor
Categorias Notícias

O Showtime divulgou um vídeo sobre a 6ª temporada de Dexter entitulada Thank God. A ‘promo’ revela um misterioso  tem como trilha sonora a música Hallelujah do Leonard Cohen, e mostra temas religiosos como foco principal da história.

Confira o vídeo a baixo:

Crédito: http://dexter.seriestv.com.br – Tradução: @Gabrielbarros42

Haven – A Tale of Two Audreys

Data/Hora 17/07/2011, 21:07. Autor
Categorias Reviews

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Série: Haven
Episódio: A Tale of Two Audreys
Temporada:
Número do Episódio: 2×01
Data de Exibição nos EUA: 15/07/2011

Bem vindos de volta à Haven, a terra dos acontecimentos mais bizarros – e inexplcáveis –  do mundo. Conforme pudemos acompanhar na 1ª temporada da série, a pequena cidade situada no Maine, Estados Unidos, é palco para fenômenos inexplicáveis, ocasionados pelos seus habitantes ‘amaldiçoados’.

E, após 9 meses de hiato, Haven retornou exatamente do ponto que havia parado: o embate entre Nathan e Audrey e a outra Audrey, a agente especial do FBI. Nathan e ‘a nossa’ Audrey conseguem render a outra, e estão prontos para conduzi-la para a delegacia, quando os eventos esquisitos do dia começam a acontecer.

Primeiro a água se torna sangue diante dos olhos de Duke e do Reverendo (do mal) Driscoll. Na sequência, as Audreys e Nathan presenciam uma chuva de rãs e a infestação de mosquitos – que acaba causando um acidente de transito.

Buscando descobrir o porquê das 7 pragas, aparentemente, estarem ocorrendo na cidade, Nathan e Audrey se dividem. Enquanto Wuornos vai falar com o nada amistoso Reverendo do Mal, Audrey vai até a delegacia em busca de maiores informação sobre a agente do FBI que diz ser ela. Mas a conversa com a forasteira serve apenas para deixar evidente que as duas raciocinam e agem da mesma forma, o que reforça o mistério por trás do aparecimento da agente.

Seguindo uma linha de investigação que conecta a ordem cronológica dos acontecimentos com a área geográfica na qual eles ocorrem, as Audreys conseguem descobrir que as pragas estão, na verdade, conectadas a uma pessoa: TJ, um dos motoristas envolvidos no acidente do início do episódio.

Enquanto isso, Duke recebe uma visita que não o deixa muito satisfeito. Evi, sua esposa, retorna após 3 anos, e lhe propõe algum tipo de negócio, escuso e lucrativo. Duke não aceita a proposta, e pede que a mulher vá embora.Mas fica evidente que Evi pretende permanecer em Haven, apesar de não ficar bem claro o motivo da chegada dela na cidade. Creio que a introdução do personagem pode render boas histórias.

Seguindo nas investigações, Nathan e as Audreys acabam chegando ao bar de Duke. Contudo, o suspeito consegue escapar, ao ocasionar uma forte chuva de granizo. Junto com a nova Audrey e Duke, Nathan e Audrey vão até a casa de TJ. Na frente da residência, Driscoll e um grupo de fiéis oram, visando acabar com a ira divina. Mas quem salva o dia, como de costume, é Audrey, que conversando com TJ, descobre que os fatos estão ocorrendo porque ele leu a Bíblia naquela manhã. Assim, ao descobrir que as coisas lidas por TJ se tornam reais, Audrey consegue contornar a situação, evitando a morte dos primogênitos que estavam no local.

No final do episódio, os irmãos Teagues (sempre adoro as participações dos dois) conseguem convencer Nathan a pensar na ideia de assumir o posto de Chefe de Polícia. Na sequência, Nathan enterra o que sobrou do pai adotivo (que explodiu em pedaços, no último episódio da 1ª temporada). Surpreendentemente, e apesar da relação turbulenta que tem com Wuornos, Duke auxilia o policial na triste tarefa. Enquanto isso, as Audreys confirmam que compartilham as mesmas memórias, e buscam uma resposta para isso.

A Tale of Two Audreys retomou as tramas da primeira temporada de Haven. Com a introdução da nova Audrey, provavelmente teremos o desenvolvimento da história da Audrey antiga ser na verdade aquela Lucy de 1983. E ficou bem evidente que o Reverendo Driscoll não medirá esforços para tomar o poder da cidade nas mãos, resta saber até onde ele irá para conseguir a limpeza de pecados que deseja.

Agora, é aguardar pelo 2° episódio, torcendo para que as tramas principais continuem sendo desenvolvidas, inclusive através dos esquisitos casos policiais.  

Covert Affairs – The Outsiders

Data/Hora 17/07/2011, 18:11. Autor
Categorias Reviews

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Assistir a mais um episódio de Covert Affairs significa presenciar mais paisagens exuberantes, algo que realmente eu adoro. Nessa temporada, eles estão conseguindo mostrar tramas que envolvem diversos países e isso realmente é um ponto positivo. Mas não foi somente isso que tornou esse episódio bacana de se assistir, como citado na ‘review’ passada, o meu desejo foi concedido: Reva voltou para mais um episódio.

Agora a missão era implantar uma tecnologia para provar que estava havendo um centro de movimentação comercial de armas ilegais. Mesmo a missão sendo simples, Reva e Annie foram capturadas pelo governo de outro país. A princípio essa foi uma ótima maneira de conhecer um pouco mais sobre Reva. Ela não é muito boa em missões de campo e segue o protocolo de forma rigorosa, enquanto Annie, além de ser excelente em missões de campo, procura resolver o problema de forma momentânea, sendo que muitas vezes não segue o protocolo.

Sinceramente, fiquei com muita pena ao ver Reva muitas vezes no episódio com a cabeça baixa com medo de algo ruim acontecer com ela, afinal de contas, ela está trabalhando com a sua vulnerabilidade e está sendo cuidada pela Annie. Deu para perceber que ela se sentiu inferior em situações que não necessitavam de tecnologia, mas como presenciado no episódio anterior, foi legal ver as duas juntas novamente. Acho que essa é uma amizade necessária para a série, já que Annie só possui amizades masculinas.

Foi perceptível outra questão também. Quando Annie conversou com o general, pude perceber que a série não retrata uma luta entre o bem e o mal, pois a história mostra países que procuram adquirir benefícios para crescer economicamente. Desse modo, tanto Annie quanto o general possuem suas metas que envolvem o governo e suas vidas, o que os levam a passar por situações bem perigosas.

Jai resolveu seguir o que achava ser certo profissionalmente. Ao perceber que não estava conseguindo nada na CIA, resolveu ir a uma entrevista em outra agência, achando que não passaria despercebido. É óbvio que Joan saberia disso (ela sabe de tudo), o que pode provocar alguns conflitos nos próximos episódios. Não posso dizer que esse é um conflito interessante para o personagem, mas como não havia nada para ele, pelo menos não ficará no tédio.

Também tivemos a presença de Danielle, que finalmente está começando a ter contato com a outra vida de Annie. Pensei que esse problema seria discutido bem antes, mas como todo o herói, seu disfarce deve ser desmascarado. É claro que ela nem desconfia do que pode estar acontecendo, mas o episódio mostrou que isso já pode ser um começo.

PRIMEIRA OBSERVAÇÃO: Ver Piper cantando foi realmente engraçado. Imagino um episódio com ela bêbada.

SEGUNDA OBSERVAÇÃO: Foi citada a possibilidade de Reva gostar de Auggie. Ambos combinam, será que daria certo?

Especial Semana da Amizade – Aquele com a série ‘Friends’

Data/Hora 17/07/2011, 17:43. Autor
Categorias Especiais

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Friends marcou uma geração. De 1994 à 2004, a série contou uma das mais memoráveis histórias sobre amizade da televisão. Uma geração inteira se acostumou a ouvir as reclamações do Ross Geller, as regras da Monica Geller, os comentários da Phoebe Buffay, as lamentações do Chandler Bing, os ‘choramingos’ da Rachel Green e as cantadas do Joey Tribbiani. Em 10 anos, esses amigos conviveram, cresceram, e com isso, nos ensinaram que a amizade é muito mais do que uma história para ser assistida, é sim, para ser vivida. E hoje, vamos celebrar o ‘Dia do Amigo’ fazendo uma homenagem a série que redefiniu o real sentido da amizade, Friends.

‘I’ll be there for you’

Ser amigo é… sem cair no senso comum, completar essa frase é bem difícil. Ser amigo é compreender a cima de tudo, é sempre perdoar, posso pedir emprestado as palavras de Mário Quintana e definir a amizade como “o amor que nunca morre”.

A verdade é que definir um relacionamento como esse não é fácil, assim como não é fácil vivê-lo. Ser amigo é, poder contar comigo para o que der e vier? Mesmo que a música de abertura de Friends, I’ll Be There For You – do grupo The Rembrandts – tentasse me convencer que ser amigo é ‘estar lá para o outro’, nunca totalmente me convenceram, principalmente porque a série me mostrava o contrário, ser amigo era sentir inveja, ser trapaceiro, egoísta, trair, fofocar, enganar, mentir… – poderia continuar essa grande lista de coisas não agradáveis, mas acho que nesse ponto você já deve ter percebido onde eu quero chegar. Amizade não é perfeição, não acaba quando o amor acaba, é confusa e cheia de reviravoltas. Talvez por isso, seja infinita, pois sempre se pode recomeçar, reinventar, e seguir com uma amizade.

Foi assim com os seis amigos de Nova York. Dois irmãos, uma melhor amiga de infância, um amigo da faculdade, uma agregada, e um amigo querido de todos. Com tanta amizade, não é a toa que a série sempre teve histórias para contar.

Amizade Antiga – Monica e Rachel

Monica e Rachel são amigas desde os tempos de escola. Assim como muitas amizades, o tempo se encarregou de afastá-las, e anos mais tarde, o mesmo tempo provou que a amizade verdadeira não acaba com o passar das primaveras. Em um dos episódios no qual Monica se lembrava do seu reencontro com a amiga, ela chegou a apostar que jamais veria Rachel novamente, mas sabe como é? A vida prega mesmo algumas peças.

Monica se tornou uma mulher segura, esperançosa e com um admirável dote culinário. Já Rachel, teve que aprender na ‘marra’ a ser menos individualista e mimada. Mas sem dúvida, as duas deram um jeito de segurar uma amizade pouco provável, que mostrou ser duradoura.

As duas, além de dividirem um apartamento, já compartilharam outras coisas como roupas, joias, paqueras… e apesar das brigas inevitáveis – e engraçadas, nunca puderam negar o amor que sentem uma pela outra.

Amizade Fraterna – Joey e Chandler

Dois amigos, um pato e uma galinha. Essa moderna família foi um dos pontos altos da série. Aparentemente diferentes, Joey e Chandler tinham muito em comum: paixão por jogos, cerveja e mulher – precisamente Yasmine Bleeth de S.O.S – Malibu.

O começo da amizade dos dois, assim como toda grande amizade, foi por acaso. Chandler precisa de um colega de quarto, e acabou encontrando Joey. Os dois se tornaram melhores amigos, e foi triste vê-los se separarem depois que Chandler foi morar com Monica. Outro momento triste foi quando Chandler se apaixonou pela namorada do melhor amigo. A situação clássica não poderia faltar em uma série que se propõe falar de amizade. Ainda bem, que os dois foram ‘adultos’ o suficiente para resolver a situação… mesmo quando o pedido de desculpas tenha sido formalizado dentro de uma caixa, no meio da sala.

Coisas que só Joey e Chandler conseguem, não é?

Amizade Inusitada – Ross e Phoebe

Quando falamos de amizade, quase nunca os opostos se atraem. É, quase nunca… porque Pheebs e Ross eram, com certeza, bons amigos. A garota mística e o homem cientista tiveram algumas divergências, principalmente sobre a possibilidade de pessoas reencarnarem em gatos, mas isso nunca atrapalhou – de verdade – o relacionamento deles.

Mas nem sempre de desentendimentos viviam os dois. Ross e Pheebs dividiam um gosto peculiar pela música, e poderiam ter até formando uma banda. Adoraria ver o paleontólogo cantando Smelly Cat.

Um exemplo de carinho foi quando Ross ensinou Pheebs a andar de bicicleta, – isso rende até hoje boas gargalhadas.  Uma outra coisa legal de lembrar sobre a amizade dos dois é o fato de que Pheebs fez de tudo para que Ross pudesse encontrar Rachel no episódio final. O levando em seu táxi até o aeroporto, para que o amigo tivesse em fim um ‘final feliz’ com a amiga.

Amizade Colorida – Ross e Rachel, Monica e Chander, Rachel, Joey, Phoebe e Ross…

Pode-se dizer que os amigos de Friends era bem próximos. Tirando Monica e Ross – pois são irmãos -, todos flertaram com todos, e sem muitos constrangimentos. O longo romance entre Rachel e Ross se tornou símbolo do amor/amizade/romance, em um separa e volta que durou muito mais que os dez anos da série. Além desse relacionamento, Rachel teve momentos de conforto com o amigo Joey Tribbiani. Apesar de rápido, o namoro dos dois foi bem divertido. Mas quem deixou Joey desconcertado foi a Monica. Por causa de um sonho, Joey chegou a pensar que estava apaixonado pela esposa de seu melhor amigo… bom, não passou de um sonho. Quem já não pode dormir assim tão tranquilo são Ross e Phoebe, os dois tiverem -realmente- um momento, revivido em uma episódio que mostrava os primeiros momentos da amizade do dois. Ainda bem que perceberam o quanto aquilo não ia dar certo. Minhas apostas sempre foram para Phoebe e Joey, apesar dos dois terem ‘combinado’ ser um do outro caso os dois ficassem solteiros, o romance nunca decolou. Sem dúvida, o momento romântico mais engraçado foi quando Pheebs e Chandler toparam o desafio de um – desmascarar o namoro entre Monica e Chandler – e o outro, de esconder o relacionamento. Nunca esquecerei a cena do sutiã.

É por isso que Friends é o ícone pop da amizade, para aquela geração de 90, e para todas as outras que podem conviver com esses amigos em reprises ou sessões nostálgicas de DVD.

Comemore o Dia do Amigo acompanhando na nossa série de postagens na Semana Especial da Amizade. Aproveite e indique o TeleSérie para um amigo no Twitter e no Facebook. Deixe também uma mensagem para o seu melhor amigo no Twitter, usando a ‘hashtag’ #amigoteleseries. As mensagens mais criativas aparecerão em um ‘post’ especial no final da semana.

Rookie Blue – Heart & Sparks

Data/Hora 17/07/2011, 00:54. Autor
Categorias Reviews

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Série: Rookie Blue
Episódio: Heart & Sparks
Temporada:
Número do Episódio: 2×04
Data de Exibição nos EUA: 14/07/2011

Como foi anunciado no TeleSéries durante a semana, Rookie Blue foi oficialmente renovada para a 3ª temporada. E, além de comemorar a renovação, os fãs puderam assistir a mais um bom episódio.

Logo no início de Heart & Sparks vimos que Callaghan está se recuperando bem dos tiros que levou. Pelo menos fisicamente. Fica evidente que, apesar dos esforços de Andy, Luke está descontente com a situação. E esse descontentamento pode complicar as coisas entre eles.

Mantendo a linha leve para os inícios de episódios, também vimos Diaz e Epstein perseguindo garotos que roubaram um fofo filhotinho. Essa cena serviu para mostrar o quão simpático – e vulnerável -, Chris é. E, na sequência, mais uma clássica cena da ótima dupla Dov e Gail, que, mais uma vez, interagiu bastante no episódio. E essa interação, como já está se tornando comum, rendeu cenas divertidíssimas, e outras mais ‘emocionais’.

O caso da semana foi bastante interessante, ainda que meio piegas: no final das contas, o dono da lavanderia, buscando dar uma vida melhor para a esposa, que conheceu num site de relacionamentos, pediu ao amigo para iniciar um incêndio em seu estabelecimento, a fim de receber o dinheiro do seguro. O que o amigo não imaginava é que o dono da lavanderia estaria lá dentro, propositalmente, para que sua amada recebesse, também, o dinheiro de deu seguro de vida.

A resolução do caso envolveu praticamente todo o time da 15ª. Shaw comandou os oficiais no local do crime. Já Traci foi a responsável pela captura da suposta criminosa – uma adolescente decidida a chamar a atenção do pai, um todo-poderoso advogado -, e também acabou conseguindo uma confissão da menina. Epstein, Gail e Chris ficaram responsáveis pela tomada de depoimentos, enquanto que MacNally deveria apenas vigiar a entrada do prédio e impedir a entrada de pessoas nele, já que a estrutura poderia desabar.

Gail e Diaz interrogaram um dos vizinhos da lavanderia, que, para desgosto de Chris, havia sido seu padrasto. A história mexeu bastante com Chris, e Gail acabou descobrindo que a infância do namorado não foi nada fácil, já que sua mãe era desestabilizada emocionalmente.

Enquanto isso MacNally, que não conseguiu impedir a entrada da esposa do dono da lavanderia no prédio, acabou, mais uma vez, correndo sérios riscos. Mas, apesar de todo perigo que a situação envolvia, do cadáver completamente carbonizado, e do completo descontrole da viúva, Andy seguiu as instruções de Swarek e Rosati, e ainda conseguiu manter sua companheira a salvo. Boa, MacNally!

Na delegacia, Barber e Tracy mostraram que estão, realmente, afinados. Foi bem divertida a cena do interrogatório, mas os dois mostraram a seriedade necessária na sequência.

Ah, e não posso deixar de falar do embate entre MacNally e Rosati, e da troca de gentilezas entre essa última e Swarek. Depois de Sam claramente se posicionar à favor da ideia de Andy, elogiando seus instintos, e da tese de MacNally se confirmar correta, a Detetive Rosati assume sua faceta mais ‘bandida’ e manda um recado direto pra Andy. E pudemos perceber que Jo, quando promete, cumpre. Com isso, acho que o fim do noivado forçado entre Andy e Luke está próximo. E tenho certeza que a coisa não acabará pacificamente. Isso abrirá brechas para a aproximação de Swarek, que deixa seu amor por Andy cada vez mais evidente, o que ficou claro no dialogo entre ele e Shaw (PS: fiquei muito curiosa pra saber quem são os n°s 1 e 2 na discagem rápida do Sam!).

Para o final do episódio, restaram cenas bem marcantes, que levantam histórias que vem por aí. Noelle voltou ao assunto da gravidez, e das conseqüências que isso pode trazer para sua carreira. Nash e Barber, que inclusive levou um soco do ex da amada, poderão assumir seu romance – resta saber se irão. Dov, dizendo para Gail, sem vrincar, que acha ela maravilhosa – e meio desconfortável ao presenciar o carinho de Peck com Diaz. E Jo e Luke estão cada vez mais próximos e afinados.

Enfim, nos resta elogiar a equipe de roteiristas de Rookie Blue, que está fazendo um bom trabalho nessa 2ª temporada. E torcer para o nível dos episódios continuar assim!

E se você, assim como eu, ficou irritado com o fim do episódio, não deixa de olhar a promo legendada do próximo episódio aqui. Garanto que essa irritação só vai aumentar!

Vídeo: Rookie Blue – 2×05 – Stung

Data/Hora 16/07/2011, 19:33. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

No próximo episódio de Rookie Blue Swarek prepara uma operação visando um flagrante, e seus comandados precisarão lidar com alguns ex-presidiários. E enquanto MacNally está em serviço, Luke mostra que já está completamente recuperado de seus ferimentos, ao engatar um caso com a detetive Jo.

O 5° episódio da 2ª temporada de Rookie Blue vai ao ar no dia 21 de julho. Stung, que será exibido nos EUA (ABC) e no Canadá (Global), foi escrito por Noelle Carbone e dirigido por Paul Fox.

Ficou curioso, ansioso, bravo? Então veja a promo legendada do episódio, e comente sobre o que espera dele:

Damages – There’s Only One Way to Try a Case

Data/Hora 16/07/2011, 14:22. Autor
Categorias Reviews

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Série: Damages
Episódio: There’s Only One Way to Try a Case
Temporada:
Número do Episódio: 4×01
Datas de Exibição nos EUA: 13/7/2011

Primeiro episódio com uma quantidade imensa de informações tornando difícil saber por onde começar. Damages mais uma vez não decepcionou e parece que mudança de emissora não irá atingir a qualidade da série. Tudo foi tão rápido – e isso não é uma crítica negativa – que sequer deu tempo de sentir saudades do Tom.

Três anos se passaram. Ellen continua no mesmo emprego e está investigando a possibilidade de uma empresa de segurança privada ter cometido ações ilegais no Afeganistão. Para quem não está familiarizado com o assunto é muito comum a presença de empresas particulares, na maioria das vezes, formada por ex-militares prestarem serviços em territórios em guerra e com a presença de militares norte-americanos. Tal assunto já foi mencionado em filmes e diversas série. Assunto bastante discutido nos EUA porque essas empresas são acusadaa entre outras coisas de fomentarem a guerra visando manter seus contratos milionários com o governo americano. Baseado nisso podemos adiantar que os roteiristas da série mais uma vez escolheram um tema espinhoso para tratar.

Mais uma vez vemos o “final” para voltarmos ao início e acompanharmos como a história chegou naquele ponto. Ellen tenta conseguir informações com um velho amigo que trabalhou para a empresa que está sendo investigada. Chris (Chris Messina) na primeira conversa nega qualquer problema com o seu antigo empregador mas fica nítido desde o início que ele esconde algo. A cena em que ele tenta se matar é muito forte.

John Goodman e Dylan Baker (mais uma vez assustador) roubaram a cena no minuto que apareceram. A cena em que o personagem de Goodman diz que não querer que nada aconteça com Chris, e sendo afrontado por Baker que diz que para defender seus interesses não medirá esforços, com certeza pode ter garantido pelo menos uma indicação ao Golden Globe para cada um.

Contudo a primeira cena de Patty no episódio foi sensacional pelo simples fato de parecer uma coisa e ser outra completamente diferente (e ouso dizer inesperada). Ela está entrevistando aparentemente uma candidata pata trabalhar em sua firma. Todo o texto leva a crer que ela está usando Ellen como referência para descobrirmos que a entrevista é para a vaga de babá de sua neta.

Cena de Damages. Foto reprodução.

A atriz mirim deve ter sido escolhida pela capacidade de ser tão assustadora como a Patty. Na cena em que ela encara a avó jantando sem dizer uma única palavra foi de arrepiar. Hewes está completamente perdida em como lidar com a menina.

A conversa dela com o ex-marido – que está casado e com um filho bebê – não deixa de ser interessante. Quando ele diz para ela que está feliz por passar todo o tempo com a criança e curtindo cada momento, ela responde que o homem da idade dele e com a vida dele é permitido se reinventar. Não tem como não achar que ela tem certa razão.

Ele a aconselha a procurar o filho porque a menina precisa da presença do pai. Ela discorda mas no final contrata o policial que investigou a morte de Tom – que já está aposentado – para encontrar o filho. Resta saber exatamente para que afinal Damages gosta de “truques”. Isso serve para o presente (futuro) de Rose. Tudo leva a crer que o homem que ela encontra morto é o Chris mas é muito cedo para afirmarmos algo.

Vídeo: Leverage – 4×04 – The Van Gogh Job

Data/Hora 16/07/2011, 13:22. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

Amanhã, dia 17, a TNT exibe, nos EUA, o 4° episódio da 4ª temporada de Leverage. O roteiro foi escrito por Chris Downey e dirigido por John Rogers.

Em The Van Gogh Job, Nate e equipe buscam um quadro do famoso pintor holandês, que está sumido. E para encontrá-lo, precisam revisitar uma história de amor que aconteceu em meio à Segunda Guerra Mundial, entre um soldado negro e a ‘herdeira’ branca que ele foi forçado a deixar.

Neste episódio, Leverage conta com a participação especial de Danny Glover.

Veja uma prévia do episódio, legendada em parceria com a equipe DarkSide, e não deixe de comentar sobre suas expectativas:

True Blood – If You Love Me, Why Am I Dyin’?

Data/Hora 16/07/2011, 13:18. Autor
Categorias Reviews

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Série: True Blood
Episódio: If You Love Me, Why Am I Dyin’?
Temporada:
Nº do Episódio: 4×03
Data de Exibição nos EUA: 10/07/2011

Com três episódios exibidos, já deu para perceber que esta temporada de True Blood será cheia de altos e baixos. Depois de um segundo episódio bem  mais interessante do que o de estreia, If You Love Me, Why am I Dyin’ veio para mostrar que não teremos uma consistência na qualidade. E o que é pior, esse foi o episódio escrito por Alan Ball. É de se preocupar.

Mas entre bruxas, panteras e vampiros desmemoriados, o episódio nos apresentou algumas histórias bem interessantes… e outras que deram vontade de enforcar alguém.

O que funcionou (pelo menos para mim):

Sookie. Eu nunca gostei da Sookie de True Blood. São vários motivos para eu não gostar dela, mas o principal é a sua atitude passiva e submissa que sempre me fizeram pensar que o Alan Ball deve ser misógino. Porém, a personagem está muito melhor nesta temporada. Não é a Sookie dos livros (infelizmente), mas pelo menos é uma personagem muito mais interessante e forte do que antes. Acho que todas as cenas com ela neste episódio eu gostei.

A forma como tem lidado com a situação do Eric condiz muito com a personagem. Até agora eles nunca foram exatamente amigos, mas ela não é o tipo de pessoa a deixar alguém precisando de ajuda desamparado, por isso nada mais normal do que acolhe-lo em sua casa (que, afinal, é dele mesmo). E em teoria ninguém pensaria em procurá-lo com Sookie, já que ninguém sabe do envolvimento da garota com o dono do Fangtasia. Bom, Tara e Sam sabem, mas qualquer um dos dois preferiria morrer à colocar a amiga em perigo.

Também consistente foi o pedido de ajuda que Sookie fez a Alcide. Para o lobisomem um ano e meio pode ter passado, mas para ela faz poucos dias que se despediram, então o vínculo ainda está bem forte e, diante do histórico de Alcide com Eric, faria sentido que ele acolhesse o vampiro. O que ela não esperava era reencontrar Debbie. E se pensarmos que para  Sookie tão pouco tempo passou, a reação da garota ao ver Debbie até que foi bem controlada.

Acho legal tentarem reabilitar Debbie. Toda a história da personagem difere bastante de sua história nos livros de Charlaine Harris, então eu realmente não tenho a menor ideia do que irá acontecer daqui para frente. Se dependesse de mim, a mudança seria real e ela e ficaria feliz e tranquila com Alcide. Mas como não depende de mim, tenho a leve sensação de que as coisas não serão tão felizes quanto eu gostaria.

Uma coisa fantástica no episódio foi Pam. Aliás, Pam tem brilhado em cada cena que aparece. Eu a adoro. Muito bom vê-la tentando defender Eric e apanhando por fazer o que ele em seu estado normal esperaria dela. O estranho foi ver Sookie cobrando para hospedar o vampiro. Não acho que faça o estilo dela. Nos livros ela recebe, mas é porque Jason negociou com os vampiros e não porque ela tenha pedido.

E já que estou falando dos vampiros (que por enquanto é o único núcleo que realmente me atrai na nova temporada), adorei a cena de Bill com Portia Bellefleur. A forma como ela comunica que quer levá-lo para a a cama foi hilária. As expressões faciais dele também me obrigaram a rir. Acho bom mostrarem-no com outras pessoas, tendo uma vida além de Sookie.

Eu gosto mais desse novo Bill. Não é que ele seja mal, ele apenas não é mais aquele vampiro deprimido e choroso das três primeiras temporadas, embora ainda guarde um pouco do ranço do velho Bill em algumas atitudes e diálogos (porque no fundo, no fundo, ele é mesmo aquele cara sem graça que conhecemos até agora).

Outra cena legal com ele foi quando Jessica foi procurá-lo. Acho que matar o coitado do vampiro por ter sido filmado em um embuste é um pouco demais, mas valeu por ver a preocupação de Bill com Jessie e o medo de que ela tivesse se deixado filmar mordendo o rapaz no Fangtasia.

O conselho que ele deu para sua cria também foi bom. Uma pena que Hoyt não tenha aceitado a explicação da namorada. Não quero comparar com o livro (mesmo porque Jessica não existe nos livros), mas há um paralelo que a cena me forçou a lembrar. Nos livros, Bill fala para Sookie que embora esteja com ela, ele continuaria a beber de outras pessoas, mas procuraria não beber de pessoas que ela possa conhecer ou encontrar. Ela não gosta muito, é claro, mas é como ele disse, não dá para sugar tanto da namorada, caso contrário ela enfraquecerá, e é injusto fazê-lo beber apenas sangue sintético, porque embora alimente, não transmite o prazer que a sua comida preferida o faz.

A situação de Jessica e Hoyt é basicamente a mesma. Acho que ela e Hoyt precisam conversar. Jessica não é humana e por mais que tentem viver a vida de um casal normal, o fato dela ser uma vampira sempre estará presente. Ela é uma predadora, isso é fato. Sangue é sua vida e ela pode até amar Hoyt, mas as pessoas enjoam até mesmo da sua comida predileta se nunca mudarem o cardápio. Essas pequenas discussões entre os dois me preocupam. Torço para que se ajustem logo à peculiaridade do relacionamento entre eles.

O que não funcionou no episódio:

Essas bruxas me cansam. Eu entendo a importância delas na trama, mas não consigo engolir a forma como as coisas estão se desenvolvendo. Às bruxas do coven falta carisma (e eu não falo aqui de serem bonitinhas e queridinhas, mas sim de empatia com o público, ou no meu caso específico, empatia comigo). Até mesmo Laffayette tem perdido o seu mojo neste núcleo bruxo. Foi tolice da parte dele ir sozinho ao Fangtasia, mas valeu a pena pela cena com a Pam. A atitude da vampira nunca decepciona.

Quanto à Marnie e o feitiço, não tenho plena certeza se entendi o que aconteceu. Não foi ela quem selou a memória de Eric, certo? Então quem foi? Parecia o espírito de alguém, provavelmente da moça morena de cabelos ondulados que apareceu no canto da tela. Mas quem é (ou foi) ela?

Um núcleo cansativo é o de Sam e o irmão.  Gostei muitíssimo das cenas de Sam com Sookie e Tara, mas é só ele começar a interagir com aquele irmão chato que tudo degringola. Não sei porque foram inventar esta família para o Merlotte. Tudo ia muito bem sem o guri aparecer para estragar a história de Sam. Só me pergunto o que irá sair desta interação de Tommy com Maxine Fortenberry.

Já de Andy nem me preocupo em falar. Pior destruição de personagem que eu já vi. Totalmente desnecessário (e injusto) esse vício em V.

Por fim, o que estão fazendo com Jason? Ele acabará por virar uma pantera? E se virar, como lidará com a situação? De quem obterá ajuda para se ambientar à nova natureza? Porque não posso crer que ele permaneça junto ao povo de Hotshot depois do que fizeram com ele. E sinceramente, que gente maluca! Esta história de ‘Ghost Father’ e ‘Ghost Mother’ e de acharem que transformando Jason as mulheres voltarão a ficar férteis e terem bebês-panteras saudáveis é muita insanidade.

Fico com pena de Jason ser jogado neste mundo sobrenatural justo agora que parecia ter encontrado um rumo na vida. Mas nem assim consigo gostar desse núcleo de Hotshot. Muito bizarro. Pergunto-me como Jason pode ter se apaixonado por Crystal algum dia…

E o episódio finalizou com uma cena de virar a cabeça de qualquer um. Eric sugando Claudine até a morte. Por essa eu não esperava. E a cara que ele faz quando olha para Sookie…impagável. E eu, que depositava tanta esperança na fada-madrinha da Sookie…

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Algumas observações:

O livro que Sookie está lendo na cozinha é de Charlaine Harris, autora da série de livros que deu origem à True Blood. Pelo que pude perceber do pouco que apareceu da capa, o livro é Grave Secret, o quarto e último da série Harper Connelly.

Inclusive, isso é algo que achei muito legal. Nos livros Sookie está sempre lendo ou comentando algum livro. Ela simplesmente adora ler. Acho legal lembrarem disso na série, e nada melhor do que homenagear a autora que criou Sookie Stackhouse, não?

Alguém me explica qual a lógica de fazer um abrigo dentro do armário, se ao abrir o bendito já dá para ver a escada de acesso? Deveriam pelo menos ter colocado uma porta no chão para dificultar a entrada de estranhos. Foi o próprio Eric quem mandou construir o abrigo, não faz sentido ele deixá-lo tão visível a qualquer um que abra o armário. Nos livros é um simples alçapão, mas toda manhã Sookie coloca coisas em cima para que aparente um simples armário caso alguém abra. Faz muito mais sentido.

Warehouse 13 – The New Guy

Data/Hora 15/07/2011, 19:55. Autor
Categorias Reviews

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Série: Warehouse 13
Episódios: The New Guy
Temporada:
Número dos Episódios: 3×01
Data de Exibição nos EUA: 11/07/2011

Ei, fãs de Warehouse 13! Mais uma temporada começando, finalmente! Quem sentiu saudades de Pete, Myka, Artie, Claudia e todos os outros personagens da série, com aqueles equipamentos e artefatos malucos? Eu senti, fato. Enfim, vamos ao que interessa.

A saída de Myka mudou bastante o andamento das coisas no Depósito 13. Pete não faz mais piadinhas e nem mesmo liga para as mulheres que dão em cima dele (ok, ele está mal mesmo), e Artie virou agente de campo juntamente com Claudia, para juntos continuarem salvando o mundo e etc e tal.

Como Myka está decidida a não voltar e a ficar trabalhando na livraria dos pais mesmo, além de Artie não estar muito satisfeito de ser agente de campo, ele decide que está na hora de encontrar um novo agente para trabalhar em conjunto com Pete. E é claro que um agente do Depósito 13 não pode ser uma pessoa comum, ela tem que ter algum diferencial. Por causa desse diferencial, o escolhido da vez foi Steve Jinks, que tem o dom de saber quando uma pessoa está mentindo (mas não consegue entender uma piadinha direito, haha).

Mesmo não muito satisfeito com a nova parceria, Pete embarca em uma missão com o novo colega. A encrenca da vez são pessoas que recebem uma carta e em seguida morrem cheias de estilo e poeticamente, como personagens de Shakespeare; e logo após a morte da vítima, a carta entra em combustão espontânea. Bem, e se o assunto é sobre livros, a ajuda de Myka seria útil, certo? Pois é, Pete também pensou assim e logo foi atrás de usa antiga parceira, que agora está bancando a bibliotecária nerd e jura ser somente uma expert em livros.

Já no Depósito, o pessoal tenta acalmar estátuas que ficam jogando raios umas nas outras, antes que elas destruam o lugar todo. Mas o que é isso perto de um livro que mata pessoas, certo? Ok, pelo menos as estátuas do Depósito ainda ficam paradas.

Enfim, Myka resolve ajudar Pete e Steve a recuperarem o artefato, o qual ela descobre ser “O Fólio Perdido” (fólio é tipo um livro). Quem recebe a página desse livro e a toca, morre da maneira que está desenhada na folha, a não ser que diga as últimas falas do personagem retratado.

Ok, artefato descoberto e capturado (e Steve quase sendo morto em sua primeira missão), Myka está decidida a continuar sua vidinha normal, até que recebe a visita de H. G. Wells (isso mesmo, aquela que tentou criar uma nova era do gelo) e da Sra. Frederic. Após uma conversa com H. G. (na verdade só com a projeção holográfica dela), Myka decide voltar ao trabalho, o que deixa todo mundo feliz e até faz Artie sorrir (ouço um aleluia?).

Como felicidade demais é de se estranhar, parece que há novos vilões por aí, e foram os tais que comandaram a confusão do dia, inclusive. Um deles é a agente Sally, do FBI, que até então não parecia ser coisa muito importante, só aparentando estar querendo fazer o seu trabalho durante o episódio; e outro homem não-identificado, que por enquanto está literalmente só nas sombras.

Bem, eu espero que esses novos vilões sejam melhores do que MacPherson ou H. G. Wells (tudo bem que eu simpatizo com ela né, mas enfim), pois estes foram realmente ótimos e o nível da série não pode cair. Até agora não ficou esclarecido o objetivo deles… Veremos nos próximos episódios.

P. S. [1]: Só para mim que está sendo esquisito imaginar um outro agente de campo além de Pete e Myka? Da H. G. Wells eu não reclamo… Eu gostava dela. Ainda tenho remotas esperanças que ela apareça mais na série.

P. S. [2]: Por falar em H. G, é impressão minha ou ela meio que tinha uma queda pela Myka?

P. S. [3]: O que acharam do novo visual “cabelo escorrido” da Myka? Eu gostei, mas ainda estou estranhando… Fato.

P. S. [4]: Eu tinha esperança de que aparecessem mais acessórios esquisitos nessa temporada, mas gostei dos que a Claudia inventou/consertou. Mas ainda prefiro quando ela faz besteiras e o Artie fica bravo.

White Collar – Veiled Threat e Scott Free

Data/Hora 15/07/2011, 19:45. Autor
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Série: White Collar
Episódio: Veiled Threat e Scott Free
Temporada:
Números dos Episódios: 3×05 e 3×06
Datas de Exibição nos EUA: 05/07/2011 e 12/07/2011

Agora sim a série começou a apresentar sinais de melhora e sair do marasmo dos primeiros episódios. Uma das grandes qualidades do texto é o humor e isso estava restrito apenas a Neal e Mozzie, refletindo na lentidão da trama. Em Veiled Threat pudemos ver o roteiro ágil e bem humorado que só White Collar apresenta. Um leilão de homens ricos? Melhor, um leilão de Neal, Jones e Peter? Melhor idéia impossível! Ri horrores com as aulas que Elisabeth deu a Peter e sem querer contribuindo pra que ele ganhasse; e amei (ao mesmo tempo em que me deu dó) ver Neal ficando sozinho no final depois do fracasso que foi seu plano.

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