‘Warehouse 13’ é renovado para quarta temporada

O canal Syfy confirmou que Warehouse 13 foi renovado para mais uma temporada de 13 episódios em 2012. A renovação não é nenhuma surpresa, considerando que a audiência da série aumentou em 15% durante os episódios iniciais desta terceira temporada.  Os primeiros cinco episódios conseguiram 3.2 milhões de telespectadores.

“Sob a liderança do produtor executivo Jack Kenny, com uma grande equipe de escritores e elenco, a série continua a se revelando como algo que só melhora a cada episódio” disse o presidente da Syfy, Mark Stern. “Warehouse 13 é merecidamente a série mais popular da história do canal e estamos contentes em renová-la para uma quarta temporada”.

A terceira temporada de Warehouse 13 aborda a trama dos agentes do serviço secreto, Pete Lattimer e Myka Bering, em busca de artefatos com poderes sobrenaturais. A série é exibida nos Estados Unidos todas as segundas-feiras pelo canal Syfy.

Fonte: InsideTV

HBO confirma quinta temporada de ‘True Blood’

Data/Hora 11/08/2011, 23:17. Autor
Categorias Notícias

Depois do anúncio que Alan Ball tem contrato por mais um ano como produtor executivo de True Blood, a HBO confirmou hoje que a série será renovada por mais uma temporada. A emissora já encomendou 12 episódios e os roteiristas já começaram a trabalhar neles.  Os episódios novos começarão a ser filmados ainda este ano para estrear em junho de 2012.

“Eu estou muito satisfeito que a crítica e os espectadores de True Blood continuam a receber a série positivamente.” disse Michael Lombardo, presidente da HBO. “Alan Ball e sua equipe criaram a melhor série do gênero na TV.” Já Alan Ball diz: “Eu continuo surpreso com o entusiasmo de nossos telespectadores. Eu não poderia estar me divertindo mais do que isso.”

Além de produtor executivo, Allan Ball também é o criador da série que é baseada nos livros de Charleine Harris.

True Blood vai ao ar nos EUA aos domingos, às 22 horas e aqui no Brasil, também aos domingos, às 21 horas, ambos pela HBO.

Com informações do Zap2it e Deadline.

Warehouse 13 – 3… 2… 1…

Data/Hora 11/08/2011, 18:28. Autor
Categorias Reviews

thumb image

 

Série: Warehouse 13
Episódio: 3… 2… 1…
Temporada:
Número do Episódio: 3×05
Data de exibição nos EUA: 08/08/2011

Saudações, ‘Warehousers’! Já estou começando esta ‘review’ MEGA feliz, porque a H. G. Wells está de volta. Ok, ela esteve de volta somente nesse episódio, mas eu já me animei. Enfim, vamos ao que interessa.

O episódio foi muito bom, e até lembrou um pouco a primeira e a segunda temporadas da série, pois o foco desta vez foi somente na dupla principal de agentes. Coitado, o Steve é tão mosca morta que já usaram a desculpa de que ele está de licença para afastá-lo da série esta semana. E se Steve está fora do Depósito, Claudia volta para os computadores, onde é bem mais a cara dela. Para completar, tivemos vários ‘flashbacks’ de épocas bem diferentes, o que combina bastante com Warehouse 13. Resumindo: episódio perfeito.

Um artefato com formato de chifre, chamado “A Trombeta de Josué” e cujo poder é desintegrar qualquer coisa que está em sua mira quando acionado, vem sendo alvo de pesquisas por parte de agentes do Depósito em duas épocas diferentes, mas ninguém obteve sucesso. Tudo começa em Londres, 1893, na época do Depósito 12, quando H. G. Wells era agente. Logo depois, o artefato é visto em Ohio, no ano de 1962, e então permanece desaparecido, até que nos dias atuais as pessoas voltam a ser desintegradas da mesma maneira.

Como o pessoal do Depósito 13 ainda não sabia o que era o artefato, decidem libertar (temporariamente) a H. G. do limbo onde ela está, para tirarem informações da pobre mulher. Aliás, libertam somente uma projeção holográfica dela, que fica guardada dentro de uma esfera (sério, isso me lembrou muito Pokémon, quando eles abriram a bolinha e ela saiu de dentro… ok, parei). Mais eficiente do que pesquisar no Google, foi perguntar para a H. G., que já sabia exatamente do que se tratava e contou toda a história do tal chifre para Pete, Myka, Artie e Claudia.

Na história de H. G., ela conta que criou um foguete (temos uma grande vencedora da corrida espacial então?), mas que precisava de uma fonte de energia. Então o parceiro dela, sem ela saber, usou o tal artefato para dar energia ao foguete e o mandou pelos ares. O foguete cai em 1962 e o chifre desintegra um homem cujo filho era fanático por assuntos espaciais. Pete, Myka e Wells vão, à procura de pistas, até onde o chifre apareceu em 1962 e acham uma revista em quadrinhos, que os leva ao (hoje velho e totalmente pirado) filho do cara que morreu em 1962.

Daniel, o tal filho do cara, ao invés de enrolar papel alumínio na cabeça (??) e brincar de astronauta, construiu uma super antena parabólica que ao invés de pegar 842367486 canais de TV a cabo, tem a intenção de se sintonizar com os ETs (??²). Como fonte de energia e arma, ele usa o tal chifre, para que possa mandar um alô aos homenzinhos verdes e matá-los por supostamente terem abduzido seu papai. O problema é, que a antena está mirada para um estádio com um monte de gente. Então, graças à inteligência da Myka, ela liberta Wells da bolinha para que ela convença o Daniel a não matar ninguém. Acaba que o Daniel pensa que ela é uma ET (pelo menos é o que parece, haha) e não mata ninguém. Depois dessa confusão todas e de gerações, o chifre é levado para o Depósito. Aleluia!

 

Missão cumprida e de volta ao Depósito, é hora de dar tchau para a H. G, embora bem lá no fundo, todo mundo esteja com dó de guardar a moça na “pokébola” (ok, isso ficou estranho), porque ela provou que está toda arrependida e tal. Mas como regras são regras, ela vai para o tal limbo.

Sinceramente, eu acho que a H. G. ainda volta para mais algumas missões. A mulher é extremamente inteligente, vivenciou o passado, é uma enciclopédia sobre artefatos e agora se arrependeu. Além do mais, é bem mais interessante do que o Steve (que até agora não serviu de muita coisa na série). Acho que reclamei tanto dessa coisa da série se focar em duas duplas de agentes, que minhas preces foram atendidas nesse episódio, só pode. Hahaha.

P. S. [1]: Sério… Alguém aí sentiu alguma falta do Steve?

P. S. [2]: Só continuo sentindo falta dos vilões que foram mostrados no comecinho da temporada. Acho que esqueceram deles, tsc.

True Blood – Cold Grey Light of Dawn

Data/Hora 11/08/2011, 18:23. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Série: True Blood
Episódio: Cold Grey Light of Dawn
Temporada:
Nº do Episódio: 4×07
Data de Exibição nos EUA: 07/08/2011

Não sei o que dizer desse episódio de True Blood, sinceramente não sei. A situação não vai bem quando o que mais te mobiliza em um episódio é a interação de Alcide e Debbie Pelt (por quem passei a torcer e esperar que as coisas dêem certo, embora não veja a utilidade dos dois na aparente história da temporada).

Não, estou mentindo, outra coisa me mobilizou mais do que qualquer outra cena nesta temporada: Jessica indo ao encontro do sol. Meus pobres nervos ficaram em frangalhos, embora, não acredite que os produtores tenham coragem de matar a melhor personagem da série e a mais querida do público.

E por falar em ir ao encontro do sol, bem que poderia ter sido Bill e não Jessica, não? Quero dizer, foi muito mais impactante com a ‘baby vamp’ na guilhotina, mas se querem eliminar alguém, que eliminem Bill, pois ele voltou a desfiar os seus já famosos mimimi. Que cara chato! Até Jessica, recém transformada, já percebeu que não dá para fingir que se é humano quando se é um vampiro. Lá dentro, bem no fundinho, as coisas mudaram, a forma de ver a vida mudou e os instintos básicos também. Só o chorão do Bill não consegue aceitar isso.


Mesmo assim, as cenas entre criador e criatura foram muito legais. Jessica consegue fazer qualquer cena com qualquer personagem mais interessante.

De resto, nada de excepcional. Não foi um episódio ruim, mas não trouxe nada que me prendesse enquanto assistia. Sookie e Eric, por exemplo. Eu venho esperando pela união do casal há… bem, desde que a serie começou, e quando finalmente aconteceu não poderia ser mais sem graça. A cena de sexo dos dois no episódio passado foi bonita, mas a continuação nesse foi tão despropositada e cansativa que eu olhava e pensava “blah, blah, blah, próxima cena, por favor?”. Os dois conversando na cama depois foi muito mais empolgante do que vê-los nus marcando território. Há algo muito errado com isso.

Errado também é o súbito sentimento profundo de Sookie por Eric. Sim, eu sei que ele mudou – infelizmente, porque não gosto muito deste Eric – mas a paixão da garota por ele não foi muito repentina? Até meia semana atrás ela odiava o chão que ele pisava.

Estou sendo impertinente. Não é que eu não goste deste Eric, é que ele é muito mosca morta sem as suas memórias, e um Eric que não é o Eric de verdade, não me atrai. E, querendo ou não, tenho a mesma dúvida que ele: Sookie continuará se importando com o vampirão depois que voltar a ser ele mesmo?

Tara é outra que nem bem tinha se recuperado do fundo do poço (de “agradabilidade” por parte dos fãs) e já chafurdou na lama novamente. Desculpem, mas Tara não precisava ficar em Bon Temps, abandonar a namorada e muito menos vir com esta desculpinha furada de que todo mundo próximo a ela acaba morrendo e por isso não poderia continuar com a garota. Pam a ameaçou (com razão, diga-se de passagem)? Pois bem, saia de perto do radar da vampira pelo maior tempo que conseguir e seja feliz até o seu dia e dos seus chegar. Todo mundo vai morrer um dia, seja pelas mãos de um vampiro, de um humano normal ou de causas naturais. Cansei desta personagem.


E afinal, não era Lafayette o bruxo? Então por que Antonia recrutou Tara? Ou ela também tem poderes e eu não lembro (não duvido, minha memória não é das melhores)? E por que todas as outras bruxas atenderam ao conclame? Todos têm um ódio assim tão profundo pelos vampiros ou simplesmente estavam a fim de fazer algumas bruxariazinhas? Ou foi mais um caso de providência divina criada pelo roteirista? Porque o propósito aqui é exterminar uma raça inteira, não apenas colocar um feitiço em alguém.

A história da Antonia também está muito mal contada. Ou melhor, muito providencial. Pouco provável que o espírito da bruxa tenha ficado vagando por aí por mais de 400 anos e justo agora tenha aparecido em busca de vingança. E menos provável ainda é ela ser a única necromante que já existiu e que dominou vampiros. Toda esta história cheira muito mal. Mas tem o seu lado positivo que é estarmos livres de Marnie. A mulher era muito estranha. Sou muito mais a Antonia.

Mais uma vez não comentarei sobre Andy. Não sabem o que fazer com o personagem, deixem de usá-lo, mas não fiquem destruindo-o sem dó nem piedade. Eu poderia passar sem este vício do xerife por V. Mais inútil à trama, impossível.

E já que o assunto é inutilidade, se não era para transformar o Jason em pantera, então por que gastaram o nosso precioso tempo com a história medíocre dele com o povo de Hotshot? Se ainda o tornassem um ‘were-panther’ eu até engoliria, mas não vejo motivos além de tentarem estragar outro personagem que começava a achar o seu rumo dentro da série.

Agora decidiram uni-lo à ‘baby vamp’, o que me deixa morrendo de medo, porque não sou exatamente fã de Jason e esta atração desenfreada não em agradou nem um pouquinho. Quero ver Jessica em maior contato com o seu animal interior (embora eu a ame com Hoyt), mas preferiria que deixassem essa atração dela e de Jason para trás.

Outro que não empolga é Sam e sua história com Tommy. Eu continuo amando Sam, mas não me importaria nem um pouquinho se ele mandasse Tommy e seus amigos ‘shiffters’ para o outro lado dos Estados Unidos e passasse a interagir com algum núcleo mais interessante, como o da Arlene ou de Sookie e os vampiros.

E por falar em Arlene, qual será a do fantasma que aparece para o bebê? Será ela má ou na verdade protege a criança? Eis uma coisa que me deixa curiosa.

Bom, a temporada já ultrapassou a metade do número de episódios e descobrimos esta semana que a série está oficialmente renovada para uma quinta temporada. Então agora só nos resta esperar pelo fim e torcer para que as mentes criadoras coloquem os pés um pouquinho mais no chão e não estraguem personagens e histórias que aprendemos a gostar.

ESPECIAL – Os melhores episódios noir

thumb image

Mistério, intriga, final feliz, tudo isso combinado a um glamour jamais refeito desde os filmes das décadas de 1940 e 50. O Cinema ‘Noir’ marcou época, e até hoje é reproduzido com suas características típicas que vão do jogo de luzes (preto e branco) até o fígurino (homens elegantes e mulheres avassaladoras).

‘Noir’ significa negro em francês, e identificou uma série de livros baratos vendidos na França no início do século passado. Esses livros copiavam os romances policiais americanos e acabaram emprestando seu estilo para os filmes da época.

Entre os personagens, sempre há uma ‘femme fatale’, um bode expiatório, protagonistas alienados e outros espertos o suficiente para enganar até o público, além claro, dos corruptos e violentos. Essas pessoas transitam em ambientes urbanos, geralmente em casas noturnas ou lugares sombrios. Nos temas recorrentes, estão a vingança, a obsessão romântica, e a corrupção. As histórias são quase sempre narradas, e aderem ao ponto de vista criminal.

Nas séries, episódios ‘noir’ são recorrentes, dando a história uma explosão de criatividade e licença poética – além de dar aos atores a possibilidade de respirar novos ‘ares’. Alguns desses episódios são bons o bastante para entraram na categoria de memoráveis, e perderem um pouco a característica de ‘fillers’ – aqueles que pouco acrescentam ao seriado. Em Smallville, a série chegou a ganhar um vídeo promocional no melhor estilo noir.

O TeleSéries preparou uma lista com alguns com os melhores episódios ‘noir’, aproveitem!


Série: Fringe
Episódio: Brown Betty (2×20)
Data de exibição: 29/04/2010

Peter Bishop tinha descoberto a verdade sobre sua origem e partido, deixando para trás um desolado Walter que, em um misto de tristeza e preocupação, passava o tempo fumando ‘Brown Betty’ (uma espécie de “nova maconha” inventada pelo cientista). A rotina do laboratório muda um pouco quando Olivia Dunham precisa deixar sua sobrinha, a pequena Ella, aos cuidados de Astrid e de Walter, enquanto iria atrás de uma pista do paradeiro de Peter. Walter então começa a contar uma história para a menina, onde todos os personagens que conhecemos aparecem, mas em um clima ‘noir’ bem peculiar, misturando passado e presente (repare nos telefones modernos convivendo com antigos). A detetive Dunham é contratada pelo Dr. Walter Bishop, o cientista que criou tudo de bom que existe no mundo, para localizar o golpista Peter Bishop, que fugiu com um coração de vidro, único artefato capaz de manter o cientista vivo. Como Walter diz para Ella, nem tudo nessa história era o que parecia, pois o bondoso cientista tinha suas idéias roubando o sonho das crianças e o tal coração de vidro era na verdade de Peter, que iria doá-lo ao cientista, sacrificando-se, até descobrir todo o mal que ele causava. No final da história, Walter fica sozinho, diante da morte iminente, mas Ella acha esse final horrível e cria o seu próprio, onde Peter e Walter dividem o coração de vidro e todos ficam felizes para sempre. Interessante perceber os paralelos da história com o que ocorria na série naquele momento, dando um pouco da visão de Walter sobre tudo. O clima ‘noir’ estava muito bom, com os figurinos, formas de falar dos personagens e trilha sonora.  Só faltava ser em preto e branco. (Eddie Tertuliano)


Série: Monk
Episódio: Mr. Monk an the Leper (5×10)
Data de exibição: 22/12/2006

Quando este episódio foi exibido nos EUA, era o retorno da série após um hiato e existia um receio de que a audiência não continuasse acompanhando. Ledo engano: as manias de Monk continuariam nos deliciando por mais três anos.

Se o receio do canal serviu para algo foi para ativar a criatividade dos roteiristas, trazendo um caso ao contrário do que sempre acompanhamos: Monk é contratado por um estranho milionário para evitar que sua esposa sofra uma decepção. A estranha condição do cliente cria todo o clima ‘noir’: ele tem hanseníase e só conversa com Monk em um escuro bar em um canto escondido da cidade. Para aumentar o climão: lá fora o episódio foi exibido duas vezes, uma vez colorido e outra em preto e branco.

A história acaba por mostrar que o tal milionário era um impostor, que a esposa era uma embusteira – tudo graças a data de fundação da empresa do alarme da casa – e que, graças a Deus, ele nunca tocou na mão de alguém com hanseníase. Ah, Natalie também arrumou um médico bonitão como namorado… com hanseníase. Muitas horas lavando a mão e bebendo Listerine.

Um episódio delicioso – quando vi que era esse que o pessoal do site me pedia para reassistir eu não poderia ficar mais feliz – mas é impossível criar o clima totalmente ‘noir’ quando é Monk que está no centro do caso. (Simone Miletic)

Série: Charmed
Episódio: Charmed Noir (7×08)
Data de exibição: 14/11/2004

Charmed também resolveu ingressar no movimento ‘noir’ por meio de um episódio mais do que especial abordando, de modo indireto, o primeiro filme que iniciou o gênero: O Falcão Maltês. Basicamente, um gnomo é assassinado a tiro na Escola de Magia e Paige resolve investigar o ocorrido. Juntamente com o agente Brody, acaba sendo sugada para dentro de um livro, o qual havia sido criado por dois irmãos da escola para se divertirem. O livro era uma história criada em 1930, sobre a procura de um assassino chamado Falcão. Porém, o que parecia divertido, se tornou um jogo de cão e gato. Um dos irmãos é morto pelo vilão e os dois heróis tentam investigar o caso juntos com o detetive e o irmão sobrevivente. Com a ajuda de Piper, Phoebe e Leo, descobre-se que o bandido era o detetive que acaba sendo morto pelo irmão que sobreviveu. Gostei da forma com que eles introduziram o gênero, pois não ficou algo sem sentido. Era perceptível a mudança do livro para a realidade (principalmente quanto à trilha sonora, que ficou bem de época). Não sei por que, mas sempre achei que a atriz que interpreta Paige fosse sem sal e sem açúcar, mas ela conseguiu se tornar uma “mulher fatal” no episódio. E nada mais de época do que terminar o episódio com um beijo cinematográfico e um ‘The End’ em estilo Charmed Noir. (Mario Madureira)

Série: Moonlighting
Episódio: The Dream Sequence Always Rings Twice (2×04)
Data de exibição: 15/10/1985

“Pegue as crianças, o cachorro, a vovó… Tranque-os no quarto, recline-se e aprecie o show.” Assim Orson Welles introduziu esse episódio de Moonlighting em sua última aparição na tela, um trabalho que ele mesmo pediu aos produtores porque admirava a originalidade da série. Maddie e David são contratados por Mr. Bigelow para incriminar sua esposa para que ele possa divorciar-se e manter seus bens. Maddie já está furiosa por pegarem casos de infidelidade e isso atiça seus brios feministas quando conhece a história de uma ’cause célèbre’ ocorrida em 1946: uma famosa cantora e seu amante músico foram condenados à morte, acusados de assassinar o marido dela. Na sequência, Maddie e David sonham suas versões sobre o que teria acontecido então. O sonho de Maddie homenageia The Postman Always Rings Twice [O Destino Bate à Sua Porta, 1946] e seu subtexto moralista; nessa versão, a atriz Cybill Shepherd canta Blue Moon. O sonho de David homenageia Gilda [também de 1946] e seus personagens amorais; Shepherd imita a ‘femme fatale’ da protagonista Rita Hayworth [casada com Welles na época] e canta I Told Ya I Loved Ya, Now Get Out. Um episódio clássico que merece ser visto por todo amante de TV e cinema. (Lu Naomi)

Small Wonder - Book-It
Série: Small Wonder (Super Vicky)
Episódio: Book-It (em alguns guias na Internet aparece como Big “J,” Private Eye, 3×22)
Data de exibição: 7/5/1988

A última vez que assisti Super Vicky foi, como todo mundo, no final dos anos 80, na Sessão Comédia, bloco diário da grade da rede Globo onde ela alternava a exibição com As Super Gatas, Primo Cruzado, a ótima Caras e Caretas e O Poderoso Benson. (E percebo agora que sou tão velho que eu mesmo sou quase noir). Small Wonder, no original em inglês, era uma sitcom que narrava as aventuras de uma família que tinha uma filha que era um robô (Tiffany Brissette, e ela era ótima!). Achei que rever um episódio da série seria meio como rever Batman, Alf, ou Os Monstros – mais engraçado por ser trash e bizarro do que por ser engraçado. Mas vocês sabem que a série tem o seu charme e que o elenco de crianças é realmente divertido?

No episódio Book-It, o irmão da Vicky precisa fazer o relatório de um livro pra escola. Depois de muito enrolar o garoto acaba lendo um livro escrito pelo pai sobre um detetive dos anos 40 chamado Rick Savage (a propósito, a professora do garoto e da Vicki é a mãe deles, o que é bem excêntrico mas, sabe como é, eram os 80!). O garoto, Jamie, executa seu trabalho em um filme, em preto e branco, com direito aos garotos cuspindo na cara uns dos outros, o uso da quote “Play it again, Sam”, Vicky cantando, um assassinato e até um final aberto. Quer algo mais noir do que isto? (Paulo Serpa Antunes)

Série: Smallville
Episódio: Noir (6×20)
Data de exibição: 26/04/2007

Noir é daqueles episódios que causam vergonha aos fãs de Smallville por causa da trama ‘filler’ e do pouco desenvolvimento da história central da temporada. O roteiro é produzido para homenagear o estilo visual de filmes de suspense dos anos 40, em preto e branco e com trilha sonora tosca. Fica a dúvida se as cenas malfeitas evocam os poucos recursos do cinema de época ou se foram por causa dos poucos recursos da própria série, que nessa sexta temporada já perdia o controle de suas tramas mais concisas. Os aspectos positivos do episódio foram, sem dúvida, as diferentes versões de vida dos personagens na Smallville de 1940: Lois dançarina de cabaré e amante de Lex, Clark policial de Metropolis, Jimmy repórter, Chloe editora-chefe do Daily Planet, Lana uma ‘bitch’ assassina e Lionel barista.  Para os odiadores de Lana, a “morte” da personagem animou as coisas. Sem dúvida uma boa visão da série, mas que veio em uma hora inoportuna e sem sentido. Noir é daqueles episódios que causam vergonha… (Isaque Criscuolo)

Como tudo o que é bom deve ser copiado, há uma boa chance de vermos muitos episódios como esses ao longo das temporadas. Qual série seria perfeita para um episódio ‘noir’?

CBS tem planos de remake de ‘A Feiticeira’

Depois das novas versões de Wonder Woman, Dallas e As Panteras, chegou a vez de A Feiticeira. As redes americanas CBS e Sony estão desenvolvendo um roteiro para um trazer de volta a famosa comédia da década de 1960. O projeto ainda está em seu estágio inicial, mas vale a pena ficar de olho. O site InsideTv considera que a série possa ser uma espécie de “Harry Potter com Desperate Housewives”.

Bewitched, mais conhecido aqui no Brasil como A Feiticeira, foi um clássico da TV americana entre os anos de 1960 e 1970. A série mostrava a rotina do casal típico americano, mas tinha apenas um detalhe, Samantha podia fazer mágica com apenas uma torcidinha de nariz. A atriz Elizabeth Montgomery interpretou a protagonista Samantha e se tornou a queridinha do público americano durante décadas, já que a série se prolongou por oito temporadas.

A série teve até uma versão para o cinema em 2005 com Nicole Kidman e Will Ferrell interpretando o casal suburbano. Porém o filme não agradou muito os críticos e recebeu 5 indicações para o prêmio Framboesa de Ouro, ganhando na categoria “Pior Dupla”.

Fonte: InsideTV e EW.

Rizzoli & Isles – Don’t Hate the Player

Data/Hora 10/08/2011, 20:57. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Série: Rizzoli & Isles
Episódio: Don’t Hate the player
Temporada:
Número do episódio: 2×05
Data de exibição nos EUA: 08/08/2011

Semana passada, minhas suspeitas se confirmaram, e a TNT renovou Rizzoli & Isles para sua terceira temporada e ainda encomendou mais três episódios para a temporada atual, como noticiamos aqui. Mas essa não foi a única boa notícia da semana. A outra foi que o seriado manteve o ótimo nível dessa 2ª temporada, e os roteiristas nos presentearam com outro bom episódio.

Logo no início do episódio – mais uma vez super leve e divertido, um novo “jogador” foi adicionado à série: Tommy Rizzoli. O problemático irmão caçula de Jane e Frankie apareceu, para alegria de Angela e Maura, e um certo desgosto de Jane.

Em Don’t Hate the Player, Jane, Maura, Frankie e Kosak investigaram a morte de um ex-viciado em drogas contratado para auxiliar Manny Vegas – a estrela dos Boston Pilgrims, time de beisebol de Boston. E muitos eram os suspeitos, e suas jogadas para se manter incógnitos.

E quando o que parecia ser um homicídio se tornou um duplo assassinato, o empenho dos investigadores precisou redobrar para a captura do criminoso. Isso porque Manny Vega, aquele que teria mais motivos pra matar seu “instrutor da reabilitação”, morreu em um acidente de trânsito – mas não antes de ser sistematicamente envenenado. E como Vega morreu “limpo”, uma nova linha de investigação passou a ser seguida.

Achei as investigações, mais uma vez, bastante interessantes. E, novamente, Isles foi o destaque da área, na minha opinião. Todo o subsídio para as ações de Rizzoli e Kosak foi fornecido por Maura e sua técnica apuradíssima. Com base nas informações da autópsia, os suspeitos foram sendo descartados.E, no final das contas, Frankie e o lixo encontrado por ele acabaram sendo vitais para a solução dos crimes.

O criminoso não era Vega – o drogado em recuperação. Muito menos Philip ou Gina Young – o ex-casal que brigava pela gestão do clube. Nem mesmo o chefe de segurança que manipulou as provas e encobriu o crime. Nessa semana, o culpado foi o jogador simpático (e bonito) que convidou Jane para jantar – e que, assim, nos propiciou uma das cenas mais engraçadas do episódio: a troca de roupa entre Rizzoli e Isles.

Mais dois crimes solucionados, e mais um criminoso preso. Ah, e um possível criminoso inocentado. Sim, eu estou falando de Tommy, o temperamental – mas boa gente – caçula da família Rizzoli. Ele até gritou inexplicavelmente com o veterinário – que quase agrediu -, mas no final das contas não era o responsável pelo furto dos móveis de Maura. Quem sabe, depois desse desfecho, Jane não dá uma chance de regeneração ao irmão?  Afinal, não é fácil ser “a ovelha negra” da família do Oficial e da Detetive Rizzoli (e os cachorros, bons julgadores de caráter, gostam dele).

Nesse episódio, assim como em Sailor Man, os roteiristas conseguiram introduzir vários momentos divertidos na trama, o que deixou Don’t Hate the Player com um ritmo mais ágil. Assim, apesar dele não ter sido um episódio de ação, foi um ótimo episódio. Agora, é aguardar pelas emoções de Rebel Without a Pause, que contará com a participação especial da ótima Jacqueline Bisset como a mãe de Maura. Já estou ansiosa.

P.S.1: a produção da série tem escolhido muito bem os atores para as participações especiais. Colin Egglesfield  (All My Children e Melrose Place) fez um ótimo trabalho como Tommy Rizzoli. Espero que ele torne a participar da série.

P.S2: o ‘plot’ do assassinato de um jogador de beisebol foi excelente. Assim, os roteiristas puderam explorar muito bem as bizarrices, superstições e inimizades existentes em um vestiário. Adorei.

Confira o trailer da segunda temporada de ‘Boardwalk Empire’

Data/Hora 10/08/2011, 19:41. Autor
Categorias Notícias

Parece que as coisas não estão fáceis para Nucky Thompson na segunda temporada de Boardwalk Empire. Ou pelo menos é o que o vídeo promocional lançado essa semana pela HBO indica.  Apesar de não revelar muito sobre a nova temporada, é possível observar o belo cenário e um pouco dos sentimentos dos personagens em relação à Thompson.

O ‘teaser’ mostra o Sr. Thompson sendo cercado por todos os lados com pessoas lhe pedindo favores. Do lado de fora da multidão, pode-se ver os outros personagens lançando olhares desconfiados em sua direção.

Boardwalk Empire retorna dia 25 de setembro nos Estados Unidos pela HBO.

Fonte: Zap2it.com

Pôster da nova temporada de ‘Doctor Who’

Data/Hora 10/08/2011, 19:38. Autor
Categorias Notícias

Doctor Who irá retornar às telas da BBC America em poucos dias. O canal resolveu lançar um pôster para promover o retorno da próxima temporada.

A nova temporada promete tentar matar Hitler e como o pôster anuncia: passado, presente e futuro irão colidir.

Torchwood: Miracle Day – The Categories of Life

Data/Hora 09/08/2011, 23:29. Autor
Categorias Reviews

thumb image

 

Série: Torchwood
Episódio: The Categories of Life
Temporada:
Nº do Episódio: 4×05
Data de Exibição nos EUA: 05/08/2011

Com Categories of Life, Torchwood: Miracle Day chega à metade da sua temporada. E não disse ainda a quê veio.

Eu geralmente sou uma pessoa otimista. Posso reclamar bastante, criticar mais do que as pessoas normalmente gostariam, mas mesmo assim sou bastante otimista. Sempre acho que pode e vai melhorar, que miraculosamente a série alcançará o seu maior potencial, etc, etc, etc. Por isso que vejo tanta série ruim. Alguma coisa dentro de mim sempre acredita que há algo que faça o esforço valer a pena. E é mais ou menos o que eu venho sentindo com esta nova temporada de Torchwood. Não é que a série esteja no seu melhor desempenho, eu é que sou otimista e persistente. Ou talvez seja em memória aos velhos tempos, à época que eu amava tanto esta série que mesmo já tendo assistido a temporada inteira, ainda acordava todas as quartas-feiras às 3h da manhã para reassistir ao episódio (quando passava na extinta People & Arts) e escrever a resenha com tudo fresquinho na memória.

O caso é que Torchwood está indo ladeira abaixo sem obstáculos. Tenho medo de onde isso vai dar. A série nunca teve o pé muito firme na realidade (pelo menos na nossa realidade, o que era o seu charme), mas ela era consistente consigo mesma, com o seu universo e suas loucuras e isso se perdeu. Acho que Russell T. Davies despirocou. E Jane Espenson não ajudou muito com seu roteiro completamente impraticável.

O que sabemos da temporada até agora?

– Jack e Gwen eram fugitivos e foram capturados pela CIA e extraditados para os EUA;

– Rex e Esther eram agentes da CIA e foram incriminados por terem se aproximado da Torchwood;

– Esther tem uma irmã com problemas psicológicos e a denunciou por maus tratos aos filhos;

– Rex tem pai e não se dá com ele;

– O pai de Gwen está doente e ela voou para Gales na tentativa de resgatá-lo das mãos do Governo;

– Rex e a Dra. Juarez se envolveram sexualmente;

– Vera Juarez se tornou um membro interino da Torchwood (que, segundo Rex, não existe mais, é só um nome que eles usam para se referir ao seu pequeno grupo, o que, devo dizer, é a decadência da decadência);

 

– Jilly Kitzinger se aproximou de Oswald Danes e de Vera Juarez e os colocou no meio dos acontecimentos, mas, embora ela aparente ter alguma importância (tanto que foi abordada por um homem misterioso durante o episódio), até agora nada aconteceu que corrobore esta sensação;

– Oswald Danes sobreviveu à pena de morte, tornou-se popular, pediu perdão na cena mais sem credibilidade da história e, não sei por qual motivo, a Phicorp resolveu usá-lo como garoto propaganda do Dia do Milagre;

– Existe um inimigo misterioso, antiquíssimo, que conhece Jack Harkness, é responsável pelo milagre e se comunica com seus subordinados geralmente por um telefone onde aparece a imagem de um triângulo;

– Ninguém mais morre, exceto Jack Harkness, que sabe Deus o porquê virou mortal (quem terá esse tipo de poder, quando nem mesmo o Doutor tem a menor ideia de como reverter o ponto estático que é Jack?);

– A Phicorp, uma mera indústria farmacêutica, tinha conhecimento do milagre e vinha se preparando para o grande dia e agora está por trás das Categorias de Vida que foram instauradas ao redor do globo;

– Já que ninguém morre, os países do mundo decidiram por categorizar os vivos em três estágios: 1) os que deveriam estar mortos, 2) os que estão doentes ou machucados, mas tem solução, 3) os saudáveis.

– As pessoas classificadas como estágio 1 são encerradas em um contêiner e incineradas.

 

Não sei se sou apenas eu, mas tenho a sensação de que em cinco episódios foram desenvolvidas bem menos coisas do que antigamente se desenvolvia em um único. A história não anda, nada se esclarece e, embora eu entenda a necessidade de conhecermos melhor o novo terreno e a nova equipe, isso poderia muito bem acontecer ao mesmo tempo em que a história caminha. Não é preciso parar tudo só para vermos alguns relances das personalidades da nova Torchwood.

E Categories of Life extrapolou as raias do absurdo. Carece de bom senso aquele que acredita que o público vai comprar uma história tão pouco embasada como esta que querem nos vender. Não posso acreditar que uma mulher como Vera Juarez, aparentemente chefe do setor cirúrgico (ou pelo menos da Emergência), que tomou as rédeas para si no painel que freqüentou, não saberia em tempo real qual a decisão que o seu painel tomou. E mais inadmissível ainda é tentarem nos empurrar a ideia de que os governos do mundo todo instaurariam uma medida tão drástica como as Categorias da Vida assim, da noite para o dia.

Não estamos falando apenas em categorizar quem está vivo e quem supostamente está morto, mas sim em tirar pessoas dos hospitais (onde muitas eram bem tratadas) em tempo record e levarem-nas para acampamentos militares sem quaisquer estruturas. Não faz sentido!

Outra coisa sem sentido é vermos aquelas pessoas vivas, mas em estado vegetativo nos contêineres. Pelo que me lembro, uma das afirmações de Jack no episódio passado era a de que as pessoas estavam mais vivas do que o normal. Tivemos bons exemplos, como o homem que explodiu e teve a cabeça arrancada, mas continuou consciente, a mulher que foi esmagada e os olhinhos continuaram lá, piscando, muito vivos… por que então essas pessoas nos contêineres eram tratadas como mortas? Quero dizer, eu entendo a necessidade de incinerar os que não têm mais volta (queimados sem recuperação, membros – em especial a cabeça – arrancados, doenças terminais e tão contagiosas que a própria sobrevivência é um fardo para a pessoa), mas a maioria das situações tem volta dado o tempo necessário para a cura. Rex é a prova viva disso. Muitas vezes perdemos as pessoas não porque a doença ou o ferimento é incurável, e sim porque é tão agressiva a invasão que nosso corpo não tem tempo hábil de se curar. Agora temos todo o tempo do mundo. Incinerar indiscriminadamente é absurdo. Compreensível que alguns grupos defendam esta atitude, mas todos os países do mundo? E ainda colocarem a Phicorp por trás dos ‘acampamentos’ para onde os doentes foram transferidos? Não faz sentido! E, desculpem-me, mas eu não tolero ser tratada como idiota por produtor de tv que acha que está fazendo um roteiro sério.

E o que dizer da morte da Dra. Juarez? Tudo bem, admito, eu fiquei chocada. Era a nova personagem que eu mais gostava na série e pela importância que vinha demonstrando nos episódios eu me perguntava o porquê de não aparecer nos créditos de abertura. Agora entendi. Ela foi queimada viva. E pelo motivo mais besta que eu já vi. Como uma personagem inteligente como ela não foi perceber o desequilibro do homem com quem falava? Ficou cutucando onça com vara curta, é claro que saiu machucada. Ela tinha sim que denunciá-lo, mas confrontá-lo ali em um ambiente fechado, em um acampamento onde ele era a maior autoridade foi loucura total. E ela continuou insistindo, mesmo após ter recebido o primeiro tiro. Onde estava a roteirista com a cabeça quando escreveu esta cena? Aliás, este episódio inteiro? Nada foi coerente ali.

 

E já que estou falando de incoerência, posso muito bem mencionar Gwen e sua tentativa de resgatar o pai. Gwen tem sido a melhor personagem desta temporada, mas ela foi muito amadora em toda esta história. Primeiro sai dos EUA com passaporte falso (não sei quais contatos usou para conseguir um tão rápido) para salvar o pai, quando no episódio passado Esther levou uma bronca por ter contatado a família. Hipocrisia é pouca por aqui. Então chega lá e vai bater boca com atendente de fila, como se rodar a baiana funcionasse em algum lugar desta terra. Como obviamente não chegou a lugar algum, infiltrou-se na maior facilidade no acampamento (neste ponto eu perdôo, porque afinal, Torchwood sempre fez desses malabarismos absurdos mesmo, a diferença é que antes usavam de toda a autoridade da Torchwood) e estava tão avoada que sequer viu o pai ali deitado. Não faço ideia de como Rhys levou um caminhão até o lugar certo (acho que ele está fazendo o transporte dos contêineres, não?), mas a fuga foi tão atrapalhada que era óbvio que o pai acabaria tendo outro infarto. E agora o bom velhinho foi reclassificado como nº 1, ou seja, incinerador nele. Gwen nunca foi tão amadora na vida, nem mesmo quando era amadora.

O que nos leva de volta à velha história das categorias de vida. Como assim classificar o homem como 1 por ter sofrido um infarto? Se ele for operado e não tiver risco de morte, ele vai se recuperar tranquilamente…a menos que falte oxigênio no cérebro etc e tal. Não dá para levar a sério uma classificação dessas.

E por fim, mas não menos importante, Jack (o nosso herói recém promovido a coadjuvante de luxo) foi buscar ajuda de Oswald Dane para desmascarar a Phicorp. Até tu Brutus? E eu aqui, reclamando do amadorismo da Gwen, tadinha. É claro que Danes usou da informação de Jack em benefício próprio. O que mais Jack esperava?

 

E aqui estamos nós, cinco episódios depois e sem saber ainda absolutamente nada. Quem está por trás do milagre? Qual o seu envolvimento com Jack? Porque a Phicorp é com certeza apenas o laranja. E por que eles escolheram justamente Oswald Danes, um pedófilo assassino condenado para ser o seu porta voz?  Qual a função de Jilly Kitzinger nesta história toda? E principalmente, para que fazer do mundo imortal, se vocês vão colocar qualquer um no incinerador?

Preciso de um pouco de sentido na minha vida.

E para os fãs, peço desculpa por achincalhar o episódio, mas como fã eu mesma, dou-me ao direito de mostrar meu descontentamento e exigir ser tratada como um ser inteligente. Sempre amei Torchwood e seguirei firme e forte assistindo à série, mas se não fosse Torchwood e eu não tivesse uma relação de carinho e prazer com ela já de longa data, não sei se teria paciência para voltar semana após semana diante da falta de consistência que me tem sido apresentada.

Agora, é como eu disse, eu sou otimista e persistente, então vamos esperar por um pouco do brilhantismo que já vimos que RTD pode fazer quando realmente quer e não deixa seu ego ser maior do que o mundo.

Oitava temporada de ‘Desperate Housewives’ será a última

Data/Hora 08/08/2011, 23:43. Autor
Categorias Notícias

Marc Cherry, criador de Desperate Housewives e Paul Lee, presidente da ABC Entertainment Group confirmaram na manhã do último domingo os rumores sobre a última temporada da série numa coletiva de imprensa. “Eu quero ter certeza que esta série vai terminar no auge”, disse Paul Lee. “É uma série que marcou muito, estamos orgulhosos dela.”

Já Marc Cherry foi mais incisivo e afirmou que não resta dúvidas que a decisão foi tomada na hora certa.  Cherry também contou que o destino da série começou a ser discutido há um ano, desde quando Paul Lee assumiu o cargo. “A única coisa mais difícil que criar uma série de sucesso é saber quando terminá-la.”, disse Marc, que não vai continuar como produtor executivo da série esse ano.  Ele deixou o cargo em maio e vai permanecer como consultor para conseguir se focar no desenvolvimento de novas séries.

A notícia do cancelamento não era esperada pelos fãs e muito menos pelas protagonistas da série. Teri Hatcher, Felicity Huffman, Marcia Cross e Eva Longoria já haviam assinado contratos para permanecer na série por no mínimo, mais dois anos. Marc disse que as conversas com o elenco foram todas “agridoces e encantadoras”, todos estão muito satisfeitos com o resultado que tiveram até agora.

A oitava temporada estreia nos EUA na Fall Season da ABC, dia 25 de setembro e já teve o primeiro teaser lançado (ele já foi postado aqui)

Com informações do IMDB

Destaques da Semana – Brasil – 8/8 a 14/8

Data/Hora 08/08/2011, 15:45. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

A segunda semana de agosto vem cheia de estreias na TV. Confira na coluna de Destaques da Semanam – atualizada ao longo da semana pelo TeleSéries.

Segunda, 8/8

A semana abre com três estreias: Juventude à Flor da Pele ou, como todo mundo prefere, Skins, entra em sua quinta temporada às 21h na HBO Plus; na HBO, 21h25, Segura a Onda ou, como todo mundo prefere, Curb Your Enthusiasm, emplaca seu oitavo ano; e no SyFy, 23h, estreia a terceira temporada de Sanctuary.

No Multishow, 17h, vai ao ar o episódio 1×05 de Kings e, às 22h, o nono episódio da série brasileira Barata Flamejante. No Boomerang, 20h, tem Hellcats.

No AXN, 22h, mais um inédito de Criminal Minds (episódio 6×22). No Sony Spin, 90210 (21h, 3×16).

CSI - Targets of ObsessionsE na Sony, 21h, agora sim: Baby, Baby, Baby oh…. Justin Bieber volta para mais uma performance ruim em CSI. Se você perdeu ele na season premiere, a Sony promete reprisar o episódio às 20h. Clique aqui para continuar a leitura »

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »