Série: Rizolli & Isles Episódio: Rebel Without a Pause Temporada: 2ª Número do Episódio: 2 x 06 Datas de Exibição nos EUA: 15/08/2011
Gostei de Rebel Without a Pause. Mas apenas isso. Acho que é por que Rizzoli & Isles tem me deixado mal acostumada com toda a qualidade que essa temporada tem apresentado. De qualquer forma, o episódio teve seus méritos: foi um dos mais engraçados da temporada (mas soube abordar pontos dramáticos), tratou de importante questão histórica, e rendeu à TNT a maior audiência do seriado nessa temporada.
No episódio dessa semana, vimos bastante de história. Isso porque o assassinato a ser investigado por Rizzoli, Isles, Kozak e Frost se deu em meio à uma reencenação da Revolutionary War, a Guerra da Independência dos Estados Unidos. Aparentemente, um atirador havia matado um dos atores. Mas Maura, através da trajetória e da perícia da bala, consegue descobrir que o tiro na verdade ricocheteou em um canhão.
E, enquanto as investigações vão acontecendo, eis que a elegante mãe de Maura chega à Boston. As cenas da preparação da comida para a visitante e da insiedade de Maura foram realmente engraçadas. Mas o jantar não saiu como Isles esperava. Sua mãe decidiu ir para o hotel, apesar dela ter preparado a casa para sua chegada. E pudemos ver uma Maura magoada, ainda que ela não tenha dado braço a torcer, sempre justificando o comportamento da mãe. E foi bonitinho ver Jane tentando animar a amiga, dizendo que sempre sonhava com uma mãe glamurosa e elegante, e não sufocante como a dela. Mas, para Maura, o ideal seria uma mãe mais calorosa, tal qual Angela.
Uma segunda vítima é encontrada. O tiro, da mesma arma, acaba vitimando um homem. Apesar de não encontrarem conexão imediata entre as duas vítimas, Jane continua achando que o foco tem ligação com a reencenação das batalhas. E sua certeza se confirma quando tiros são disparados contra o bar no qual está sendo realizada uma homenagem aos “mortos na batalha”. Preciso comentar que ver Jane nas roupas de época foi bem engraçado. Ela ficou esquisita, ao contrário dos colegas – Maura, Frost e Korzak -, que ficaram elegantes. E ela correndo com o vestido também não ajudou a melhorar sua imagem.
Mas se Jane “pagou mico” usando o tal vestido do século 18, o mesmo não se pode dizer dela na exposição de arte. Ver ela defendendo Isles, e mostrando para a mãe da amiga o quando Maura estava sofrendo foi bastante fofo. E, no final, até que deu resultado.
Seguindo a pista de uma testemunha, os detetives chegam à suposta culpada. Uma ex-aluna do professor organizador das reencenações. Mas não foi de imediato que ela foi conectada aos crimes de forma definitiva. Apenas após saber que ela havia sido estuprada pelo ex-professor que os detetives conseguiram fechar o cerco contra ela, que acabou confessando. Mas as provas obtidas por Isles demonstravam que o assassino era um homem. É aí que temos a reviravolta do caso: o filho da suspeita era o criminoso, buscando vingança pelo crime cometido contra sua mãe.
No final das contas, tudo acabou bem: os detetives impediram que o rapaz matasse o pai. E ainda deu tempo para Angela e Jane comerem amendoins e hamburgueres com as Isles. Tudo à base de muito milk-shake de cerveja.
Enfim, um episódio bom, bastante agradável, que serviu como pausa nos casos mais carregados que vinham sendo apresentados. Agora, é esperar que o nível do próximo episódio seja excelente. Até a semana que vem!
P.S.1: Frankie terá uma árdua jornada até se tornar detetive. Dessa vez, ele serviu de “tele-entrega” e de telefonista, e ainda emprestou o quepe para ninho de periquito. Dureza!
P.S.2: as tramas envolvendo Korzak foram praticamente engraçadas nesse episódio. O cuidado dele com o periquito – que acabou “ressucitado” – e sua onda de alimentação saudável visando evitar um ataque cardíaco renderam boas risadas. E, no final, eram apenas gases causados pelo excesso de fibra.
P.S.3: a participação de Jacqueline Bisset foi boa, mas eu esperava mais. Agora, resta a certeza que a atriz voltará ao seriado em breve.
P.S.4: quer saber mais sobre o porquê dos festejos relacionados à Revolutionary War serem tão marcantes em Boston? Então, leia mais sobre a cidade.
Episódios assim marcam a história de um seriado. Seja pela qualidade ou pela falta dela, seja pelo impeto criativo ou pela paspalhice, seja pela possibilidade de explorar as habilidades dos atores ou expor a plena falta delas… são muitos os motivos para chamarem a atenção de quem os assistem, não se pode ficar indiferente, pois sempre quando anunciam que a sua série preferida (ou não) vai ultrapassar a barreira das quatro paredes do estúdio e ir mais além, as reações são bem diversificadas. Uns lamentam, outros comemoram. Mas de certo, a curiosidade sempre vence.
O gênero foi sendo incorporado aos poucos em séries como Pushing Daises e Glee, e já não soa tão estranho aos ouvidos menos avisados. Filmes como Moulin Rouge e Chicago trouxeram às graças do público o gênero que ficou popular nos primórdios do cinema. Flertar com os musicais, desses tipo os da Broadway, parece mais uma brincadeira e não deve ser levado tão a sério. É o caso do musical politicamente incorreto de It’s Always Sunny in Philadelphia e Scrubs.
Mas, que tal ver o elenco de shows mais “certinhos” balançar e mexer os dedinhos? Já pensou nos médicos de Grey’s Anatomy entoando músicas ’emos’ e baladas pop? E depois, emendar no ritmo desajeitado e fantasioso de Fringe? são muitos os bons – e ruins – episódios musicais que já passaram em nossa telinha, mas a equipe do TeleSéries separou alguns para você relembrar e cantar – ou em alguns casos, lamentar.
Série: Buffy, the Vampire Slayer Episódio: Once More, With Feeling (6×07) Datas de Exibição nos EUA: 6/11/2001
Once More, With Feeling é para mim um dos melhores episódios de Buffy, e causou um impacto tão grande, que mesmo após tantos anos é um dos que eu mais lembro em toda a série. Walk Through the Fire, por exemplo, é tão poderosa, que me faz estremecer até hoje. Esse não foi apenas um episódio musical, foi uma história contada através da música, utilizando vários estilos, cada um adaptando-se melhor à natureza do personagem e ao período que este está vivenciando. Embora as vozes dos atores não sejam grande coisa, com exceção da belíssima voz de Anthony Stewart Head, de Amber Benson (e não por acaso muitas vezes suas vozes foram mescladas nas músicas) e de Hinton Battle, que interpretou o demônio causador da verdade musical. Talvez Buffy seja uma das poucas séries onde pode fazer sentido todo mundo começar a dançar e a cantar do nada, pois há sempre a explicação demoníaca para a coisa. Mas é particularmente interessante porque os personagens estão cientes do que está acontecendo. Eles sabem que estão em um musical bizarro (e muitas vezes, enquanto conversam normalmente, vemos os figurantes dançado ou representando ao fundo), mas não conseguem impedir. Eles falam o que não querem, abrem o coração, despejam suas verdades, como se houvesse de fato um público assistindo. E esta é uma fase bastante complicada para Buffy, recém ressuscitada, sofrendo por ter sido retirada do paraíso (tanto que deixou os amigos acreditarem que estava em uma dimensão demoníaca) e desenvolvendo um relacionamento doentio com Spike. E as coisas com o restante da ‘Scooby Gang’ não estão melhores, já que Willow também está enrolada em seus problemas, viciada em magia a ponto de apagar a memória de Tara, enquanto Xander e Anya, prestes a casar, são incapazes de lidar com a bagagem que cada um traz e os medos que os assolam. Joss Whedon sonhava em contar sua história através da música, e sem dúvida alguma conseguiu fazer um dos melhores episódios musicais da história da TV. (Mica)
Série: Grey’s Anatomy Episódio: Song Beneath the Song (7×18) Datas de Exibição nos EUA: 31/03/2011
Grey’s Anatomy é conhecida pela sua ótima trilha sonora. Shonda Rhimes sempre soube, como poucos, escolher músicas muito marcantes para momentos chave na trama, músicas essas que os fãs do seriado lembram com carinho – e lágrimas nos olhos. E eis que chegou o dia de Shonda realizar um antigo sonho: executar um episódio musical em Grey’s Anatomy. As opiniões sobre Song Beneath the Song dividiram críticos e fãs. Mas, deixando a polêmica um pouco de lado, vamos ao que realmente interessa: a introdução das músicas no episódio. Após um acidente de carro, e com danos neurológicos, Callie começa a se enxergar cantando com os demais médicos do Seattle Grace. E logo no início do episódio tivemos uma rápida referência à Cosy in the Rocket, do Psapp, cantada a capela por Ramirez (Callie Torres). E a coisa continuou em alto nível, com Chasing Cars, do Snow Patrol, – que nos fez relembrar a marcante cena de Izzie e Denny – , cantada por Ramirez, Kevin MacKidd (Hunt) e Chandra Wilson (Bayle). Na sequência, mais uma música bem executada, dessa vez por Chyler Leigh (Lexie): Breathe, de Anna Nalick (do famoso episódio bomba da 2ª temporada). Mas aí a coisa começou a piorar drasticamente. O primeiro momento vergonha alheia foi com os atendentes cantando How We Operate, de Gomez. Wait, do Get Set Go, também não ficou lá essas coisas. E o que falar sobre Running in Sunshine, de Jesus Jackson? Universe & You (KT Tunstall) e Grace (Kate Havnevik) foram totalmente dispensáveis. Mas Shonda ainda conseguiu salvar o final do episódio, com a clássica How to save a life, do The Fray, cantada por praticamente todo o elenco; e encerrou com chave de ouro, através da bela execução de The Story, de Brandi Carlile, interpretada pela Sara Ramirez. Ou seja: o evento musical de Grey’s Anatomy serviu para relembrarmos momentos queridos do seriado, e para ficarmos de queixo caído com o talento musical de Ramirez. Foi o melhor episódio musical de todos os tempos? Longe disso. A história do drama Torres-Robbins-Sloan ficaria melhor sem toda aquela cantoria? Com certeza. Mas, convenhamos: se tratando de Shonda Rhimes, poderia ter sido bem pior. Então, saímos lucrando. (Mariela Assmann)
Série: House Episódio: Bombshells (7×15) Datas de Exibição nos EUA: 7/03/2011
Apesar de ter alguns momentos de distração com o musical e as paródias de House e Cuddy, este episódio é bem sério e decisivo. Cuddy descobre que tem uma massa no rim e precisa fazer uma cirurgia, só que House fica um tanto quanto apavorado e não consegue apoiar a namorada no momento em que ela mais precisa. House e Cuddy estão muito peocupados, então começam a ter sonhos esquisitos: House tem um pesadelo meio Walking Dead quando todos os outros médicos se transformaram em zumbis e estão tentando matar Cuddy. Já Cuddy sonha com House, Wilson e Rachel em uma versão de Two and a Half Men. Ou também interpretando uma perfeita família feliz dos anos 50 e até mesmo em uma versão de Butch Cassidy and the Sundance Kid. Quando Cuddy vai para cirurgia e inala a anestesia, sonha com um musical com House cantando Get Happy, música que ficou eternizada na voz de Judy Garland em Summer Stock, nos anos 50. A performance impecável com dançarinos de branco e vermelho, fazendo uma alusão aos glóbulos sanguíneos, foi ao mesmo tempo bizarra e perfeita. Já sabíamos que Hugh Laurie já tinha uma carreira como músico, mas Lisa Eldeinstein surpreendeu, nos mostrando um ótimo desempenho como cantora. Inicialmente não percebemos que esses sonhos têm um papel muito importante no episódio e se tratam de um aviso do subconsciente de Cuddy. (Juliana Baptista)
Série: Fringe
Episódio: Brown Betty (2×20) Datas de Exibição nos EUA: 29/04/2010
Walter está desolado, já que Peter descobriu toda a verdade sobre quem realmente é e fugiu. E, para suportar a dor, ele fuma ‘Brown Betty’, um híbrido de duas ervas. É claro que a mistura deixa nosso cientista mais fora de controle do que o habitual. E ao receber a visita de Ella no laboratório, Dr. Bishop decide contar uma história para a menina. A partir daí, desenrola-se uma trama policialesca em estilo ‘noir’, na qual Olivia é uma charmosa detetive em busca do desaparecido Peter, o ladrão de corações. E tudo isso permeado de muitas – e boas – músicas. John Noble (Walter) deu uma palhinha de Head Over Heels, do Tears For Fears, para as estupefatas Astrid e Ella. Na sequência, pudemos ver o excelente Lance Reddick (Broyles) ao piano, soltando a voz em Low Spark of High Heeled Boys, do Traffic (em uma clara referência a Casablanca). E enquanto o Walter do conto explica para a detetive Olivia como criou todas as coisas boas do mundo, cadáveres cantores cantam The candy Man, de Willy Wonka & the Chocolate Factory. Outra que soltou a voz foi Jasika Nicole (Astrid), que pleiteou um emprego entoando algumas frases (‘I Hope I Get It’). Para finalizar em grande estilo, Anna Torv (Olivia) cantou (ou melhor, quase declamou) For once in my life, de Stewie Wonder, em um momento fofo, no qual salvou a vida de Peter. E, além da qualidade das músicas executadas pelos atores, a produção teve uma atenção toda especial com a trilha sonora do episódio, que foi ótima. Enfim, Brown Betty foi um grande episódio musical. E, como diria Ella: ‘The End’. (Mariela Assmann)
Série: How I Met Your Mother Episódio: Girls Versus Suits (5×12) Datas de Exibição nos EUA: 11/01/2010
O 100º episódio da série tinha chegado e era preciso algo marcante para comemorar esse feito. A solução foi focar mais uma vez na misteriosa mãe, ao mesmo tempo em que Barney tinha um novo alvo em sua lista de conquistas. Quando vê a nova bartender do MacLaren, Barney decide conquistá-la, mas não contava que, por causa de relacionamentos anteriores, ela odiasse homens de terno. Poderia ele abandonar sua indumentária clássica? Bem, é o que tenta fazer durante o episódio, mas ficar tanto tempo sem usar terno não lhe faz bem, resultando em coisas como esfregar-se vergonhosamente no terno de Marshall. Falando nele, o advogado é o único que não acha grande coisa na nova bartender, para o desespero de Lily (que tenta fazê-lo mudar de idéia) e alegria de Robin (que estava enciumada por toda atenção recebida pela bartender). Enquanto isso, Ted está às voltas com Cindy, que é mais uma “mãe em potencial”, mas na verdade é colega de quarto da própria, mostrando mais detalhes do grande amor do arquiteto e deixando-nos ainda mais curiosos com a dona daquele pé que vemos de relance. Por fim, Barney recebe um ultimato da bartender: eu ou os ternos? Claro que nenhuma garota vale abandonar definitivamente os ternos e Barney faz sua escolha, mostrando em um musical toda a importância que os ternos precisam ter na sociedade. Apenas uma música, que é muito divertida e explora muito bem o talento vocal de Neil Patrick Harris, além de ter ótimas coreografias. Mas, pensando bem, a garota era muito gostosa e os ternos são abandonados…por uma noite. (Eddie Tertuliano)
E por aqui ficamos tentando imaginar, qual será a próxima série a encarar algumas notas musicais e coreografias.
Série: Torchwood: Miracle Day Episódio: The Middle Men Temporada: 4ª Número do Episódio: 4×06 Datas de Exibição nos EUA: 12/8/2011
Muita responsabilidade substituir a Mica. Comecei acompanhar Doctor Who e Torchwood esse ano e devorei os episódios em no máximo três meses. Acredito que minha visão seja um pouco diferente de quem vem acompanhando tudo desde o início mas tentarei escrever da melhor maneira possível. É só um episódio, acho que não dá para eu errar muito.
Miracle Day nem de longe é a Torchwood que estamos acostumados, mas vejo qualidades nessa nova série. A melhor coisa para mim é a Gwen. Acredito que a personagem dela (na verdade a atriz) foi quem ganhou mais com a mudança talvez porque, ao lado de Jack, tem a responsabilidade de dar a cara do seriado.
Dos novos personagens eu gosto do Rex (mesmo o odiando em vários momentos ele é o tipo de personagem que aprecio) e da Dra. Juarez. E desde o início acho a Esther a personagem mais descartável até aqui. Acho importante dizer isso porque é fundamental para deixar claro como eu encarei esse episódio e as mudanças até aqui.
Ainda não aceitei bem a morte da Dra. Juarez. A personagem era de longe a melhor dos “novatos” mas após xingar muito, acredito que a morte dela pode ser fundamental para que os novos membros do Torchwood ganhem um propósito (além de descobrir porque ninguém morre) e tenham uma maior proximidade.
Em parte escrevo isso porque a morte da Dra. Juarez quem sabe não fará com que a Esther fique mais espertinha? A coisa que mais me irrita na personagem é a dificuldade de somar 1+1. O fato dela não ter treinamento não é justificativa para não ter percebido que a Dra. Juarez no mínimo estava presa em algum lugar. Na hora que ela usa o nome da Vera eu gritei: ‘ai meu Deus você é muito burra!’.
Tenho esperanças que isso mude justamente porque ela se deu conta de tudo de errado que ela fez até aqui. E o Rex, por algum milagre, soube pela primeira vez ter a delicadeza de confortá-la. Outro ponto importante com relação a ele é que finalmente a ficha caiu e ele falou com todas as letras que é um membro do Torchwood e não mais uma agente da CIA.
Jack continua tentando descobrir a ligação da PhiCorp’s em relação ao que está acontecendo. Foi bom vê-lo investigando sozinho. Sentia falta do Jack sendo Jack. Ele descobre que a empresa farmacêutica é apenas uma ponta e que existe alguém com muito mais poder por trás do que está acontecendo.
Gwen, com a ajuda de Rhys, continua tentando libertar seu pai. Ela está cada vez mais ‘badass’. Salvou o pai, explodiu o prédio, fugiu de moto. Me divirto muito com esse lado mas é claro que não ficaria assim para sempre.
Após tudo que viu Gwen resolve que precisa voltar para os EUA para ajudar a descobrir quem criou o ‘Miracle Day’ e se despede de Rhys (como adoro o relacionamento dos dois). Ao chegar no aeroporto ela recebe uma ligação que a manda usar as lentes. Então descobre que seja quem for que está por trás do que está acontecendo está com sua família e exige que ela entregue Jack. A grande questão é como ela irá reagir. Lá no meio do episódio Gwen dá uma lição de moral numa das médicas e diz que “você sempre pode dizer não”. Resta saber se ela irá fazer isso sabendo que sua família está em risco.
E eis que a ABC resolveu continuar em sua fase de bondade com os fãs de suas séries, e liberou um vídeo promocional da 2ª temporada de Body of Proof.
O vídeo não é muito revelador, mas mostra algumas cenas do que vem por aí: drama, ação, e muitos cortes de bisturi. E ainda podemos conferir a Dra. Megan Hunt, interpretada pela atriz Dana Delany, mencionando que Ethan (Geoffrey Arend) não aguentaria uma dona de casa desesperada, em uma clara menção ao seriado Desperate Housewives, que volta em setembro para sua última temporada, e do qual Dana participou.
A série volta em 20/09, mas você pode matar a curiosidade assistindo ao vídeo a seguir, legendado pela equipe InSubs:
Série: White Collar Episódio: Countdown Temporada: 3ª Número do Episódio: 3 x 10 (Summer Finale) Datas de Exibição nos EUA: 09/08/2011
Excelente final de meia temporada. O episódio foi tenso na medida e deixou um ‘cliffhanger’ de tirar o fôlego.
Adorei como Mozzie ficou magoado e se recusou a falar com o Neal. Isso é bem a cara dele. Apesar de ele ter sido impulsivo ao colocar um preço na cabeça de Keller (mesmo que o ato de mandar matar alguém não seja nada legal), Mozzie mostrou mais uma vez como é fiel aos amigos. Neal, por outro lado, poderia ter dividido antes as dúvidas sobre deixar tudo para trás.
Não é só o Neal que está indeciso, mesmo torcendo para que Peter descubra o tesouro, não quero que o golpista se dê mal.
Seguindo as boas participações especiais, Beau Bridges fechou em grande estilo esta metade da terceira temporada. Foi ótimo vê-lo como mentor do Burke. Além de ajudar na busca pelo Degas, ele mostrou ao Peter como seu relacionamento com Neal é arriscado.
O plano para recuperar o quadro também foi muito bacana. É sempre bom ver as habilidades do Neal em ação. Senti uma ponta de Onze Homens e Um Segredo ali: Rusty, Neal fugindo de um cubículo, pulando de um prédio…
Foi péssimo ver a frustração do Peter ao descobrir que a pintura era falsa, principalmente porque nós sabemos a verdade, mas não foi ótima a cara dele ao perceber que o falsário era tão bom que só poderia ser o Caffrey?
Mozzie deu um ultimato ao Neal e isso não é nada bom porque ele é ótimo na série e não pode nos abandonar. Mozzie quer seguir em frente e viver desse último grande golpe, mas será que ele fará isso sem o melhor amigo?
Como já era previsto, Keller voltou. Além de ameaçar Mozzie, sequestrou Elizabeth. Que cara ousado, hein? Acho que a série precisa de alguém assim.
Por um momento, achei que os roteiristas haviam pisado na bola e matado Elizabeth (depois da bagunça na abertura, eu espero tudo), mas por sorte, eu estava errada. A melhor cena do episódio foi o mix de confusão, tristeza e desespero no rosto do Peter ao olhar pra Neal e dizer que Keller sequestrou a esposa.
A segunda parte da temporada, além de tratar do tesouro, deve focar o sequestro de Elizabeth e a caçada à Keller. Espero que Mozzie desista de fugir e resolva ajudar a Sra. Engravatada. Também acho que haverá conflito entre Peter e Neal, já que o sequestro de Elizabeth foi motivado pelo tesouro que Neal esconde. E agora? Como esperar até janeiro?
Review escrita por Neide Campos, originalmente publicada no Guia de Seriados.
Série: Leverage Episódios: The Grave Danger Job e The Boiler Room Job Temporada: 4ª Número do Episódio: 4×07 e 4×08 Datas de Exibição nos EUA: 14/8/2011
Dois episódios seguidos. O primeiro foi tão bom que acabou tornando o segundo inferior. Pelo menos acredito que é a sensação que fica para quem assistiu sem dar o devido espaço.
The Grave Danger Job foi um episódio bem mais tenso. Aldis Hodge e Beth Riesgraf mais uma vez tiveram espaço para mostrar o quanto estão afinados com seus personagens. E ficaram responsáveis pela parte mais dramática da trama.
A equipe precisa conseguir desmascarar – e conseguir o dinheiro de volta – de uma trambiqueira que usa uma funerária para aplicar seus golpes. Usando as palavras de Sophie, um dos golpes mais cruéis que nem ela mesma tem coragem de aplicar.
Acontece que o golpe quase nunca é tão simples quanto eles pensam. E cada vez precisam improvisar mais ao perceberem que se meteram em mais problemas que deveriam. A golpista usa a funerária não só para tirar dinheiro dos clientes mas também para roubar a identidade dos mortos e revender. Para piorar os compradores são traficantes. Eu não sei se sou eu quem anda muito sensível, mas Leverage me fez chorar de soluçar pela segunda vez essa temporada. Pode ser também culpa de Hodge e Riesgraf e suas atuações.
Durante o processo de tentarem conseguir o dinheiro de volta Hardison acaba nas mãos dos traficantes – enquanto a golpista e seus filhos fogem – e é enterrado vivo. Os traficantes querem novas identidades como resgate. A equipe precisa correr para descobrir em que lugar ele foi enterrado e salvá-lo. Toda a conversar entre Parker e Hardison pelo celular foi de matar de chorar. Pelo menos eu chorei baldes.
No final das contas eles salvam o amigo e ainda conseguem, é claro, fazer com que os traficantes sejam presos (ótima a dancinha do Hardison) e que a golpista e seus filhos também não tenham sucesso na fuga.
Em The Boiler Room Job o desafio da equipe é aplicar um golpe no maior golpista de todos. O próprio Nate reconhece que isso é impossível e que a solução será roubar o dinheiro. Porque um golpista não consegue aplicar golpe em outro golpista. Pelo menos não se o golpista for muito bom.
É um episódio com um pouco mais truque que o normal, mas nada muito espetacular, pelo menos não para mim. Mais uma vez Hardison vai para a linha de frente. O “diferente” é que para fazer o “roubo” dar certo ele precisa ser ele mesmo e usar sua “fama”.
A parte mais divertida fica por conta de Parker que está completamente ‘high’ de tanto chocolate que comeu. Outro momento engraçado é quando ela precisa permitir que a roubem para manter o disfarce e para se acalmar ela vai e rouba outra pessoa.
No final das contas eles tem sucesso contando com duas ajudas: as vítimas do golpista e o FBI. Para ser mais exata do Agente McSweeten que continua acreditando que Parker e Hardison são agentes infiltrados.
Nos minutos finais Nate fica frente a frente com o responsável por ter grampeado o apartamento: Jack Latimer. Ele tem ganhado dinheiro investindo contra as empresas “derrubadas” pela equipe e propõem a Nate que ele, em troca de manter seu segredo e continuar ajudando pessoas, o avise com antecedência de seus futuros golpes dando a ele 24h para conseguir lucrar com isso.
Em tempo: graças ao golpista a equipe descobre que Sophie e Nate estão dormindo juntos.
Série: Damages Episódio: We’ll Just Have to Find Another Way to Cut the Balls Off of This Thing Temporada: 4ª Número do Episódio: 4×05 Data de Exibição nos EUA: 10/8/2011
Foi um episódio cheio de truques. Daqueles que faz você ter certeza de tudo que vai acontecer e assistir todas as suas teorias caírem por terra. Tudo parecia estar favorável a Ellen e Patty. Elas tinham uma testemunha e estavam prontas para “derrubar” a High Star. Jerry parecia fora de combate.
Acontece que Damages teve seus dias de Leverage e escondeu pontos importantes da ação no desenrolar do episódio para surpreender a audiência. Todos os erros cometidos por Jerry na verdade eram parte de seu plano desde o início. Bem que eu achei estranho ele resolver explodir um ônibus só para matar a Ellen.
Na verdade Jerry armou a bomba apenas para ela ser encontrada e deixar provas que levasse a polícia até o Nassim. E com isso fazer com que ele fosse preso sendo impedido de testemunhar.
O curioso foi perceber que até mesmo Jerry tem alguma consciência. Ele sente alguma culpa por seus atos no final das contas e não é tão frio quanto parece. Por outro lado Erickson não é tão controlado quanto aparenta e sabe ser frio quando necessário e usar as armas que tem para conseguir o que precisa.
Patty precisou lidar com problemas mais sérios e pessoais. Existe a possibilidade de sua neta estar com leucemia e isso parece ter a afetado muito. Interessante toda a conversa dela com o psiquiatra e com a enfermeira sobre religiosidade. Hewes, como muitas pessoas, encara a fé como um sinal de fraqueza, uma fuga quando não se tem coragem para agir.
Acontece que fica cada vez mais claro que sua frieza não é tanta no que diz respeito a neta e até mesmo a procura por uma fé não seria totalmente descartada em nome da saúde da menina. Não estou dizendo que acredito que farão da personagem uma pessoa devota, e nem gostaria disso, apenas entendi a forma como toda a questão foi apresentada.
A coluna de Destaques da Semana retorna apresentando os destaques da TV paga entre os dias 15 e 21 de agosto. Acompanha ao longo da semana a programção e deixe seus comentários.
Segunda, 15/8
No Multishow, 17h, vai ao ar o episódio 1×06 de Kings e, às 22h, o décimo episódio da série brasileira Barata Flamejante. No Boomerang, 20h, tem Hellcats. Na HBO, 21h15, tem Curb Your Enthusiasm (8×02). Na Fox, à partir das 21h, serão exibido dois episódios de Modern Family (2×07 e 2×08). No SyFy, 23h, episódio 3×02 de Sanctuary.
No Space, 21h, tem Justified. No AXN, 22h, mais um inédito de Criminal Minds (episódio 6×23). No Sony Spin, 90210 (21h, 3×17).
E em CSI, bom, tudo sempre pode ficar pior…. Depois do Justin Bieber super convincente como criador de bombas e da fuga do serial killer mais previsível de todos os tempos, os produtores da série agora prometem um episódio com… zumbis. Turn On, Tune In, Drop Dead vai ao ar às 21h, na Sony. Se eu não amasse tanto estes personagens já tinha caído fora há muito tempo. Clique aqui para continuar a leitura »
Série: Haven Episódio: Roots Temporada: 2ª Número do Episódio: 2 x 05 Datas de Exibição nos EUA: 12/08/2011
Minha primeira reação ao término de Roots foi pensar: que episódio foi esse? E não, esse não era um pensamento feliz. Mas passados uns 15 minutos, os quais usei para refletir sobre a trama apresentada, cheguei a conclusão que o saldo final não foi totalmente negativo.
Minha primeira crítica ao episódio é que seu nome já contribuiu muito para estragar a surpresa do caso da semana. Na primeira cena de Roots já foi possível saber que as raízes eram as responsáveis pelos acontecimentos trágicos – e bizarros, como de costume – que viriam a seguir. E os efeitos visuais foram, na minha opinião, tão abaixo do nível costumeiramente apresentado em Haven, que não contribuiram muito para prender minha atenção. Mas, vamos ao caso, então.
Algum problemático habitante da cidadezinha de Haven estava fazendo as raízes atacarem outros cidadãos indefesos. E tudo isso às vésperas de um casamento. Audrey, vai até o local da celebração, para entregar a licença de casamento. E com ela Chris, seu novo ‘affair’.
Quem também estava no local da festa era o casal Crocker, a fim de descobrir com Beverly Keegan pistas sobre a caixa misteriosa que Duke achou na casa dos Rasmussem (agora me digam, quem venderia a única pista sobre o misterio que o cerca?). E tudo ia caminhando bem, até que o corpo do pai da noiva é descoberto e a confusão se instala. A filha da vítima acusa o noivo de ser o assassino. Farpas voam entre os presentes. E as raízes ganham vida, engolem uma serviçal e fazem com que todos os presentes se refugiem em um celeiro.
Enquanto isso, na delegacia de Haven, os irmãos Teagues interrogavam Nathan acerca dos seus sentimentos por Audrey (adorei esse momento ‘shipper’ dos simpáticos Teagues). Como não conseguem fazer Nathan assumir a queda pela loira, Vince e Dave rumam para as terras Keegan, para escrever uma nota sobre o enlace. Mas Nathan é obrigado a vir em seu auxílio quando eles ficam sem gasolina. E é nesse momento que as raízes assassinas entram em ação e atacam o carro ocupado pelos três (ainda estou tentando entender como as potentes raízes, que supostamente acabariam com um celeiro, deixaram o carro intacto).
No celeiro, Audrey usava de sua perspicácia para tentar diminuir a ira das raízes. E é aí que uma história digna de Romeu e Julieta vem à tona. As raízes na verdade se alimentavam do ódio dos Keegan e dos Novelli. E esse odio remontava à data na qual um apaixonado casal se separou. E, mesmo passados bilhões de anos, eles continuaram se amando, e conseguiram paralisar – com seu amor – as raízes do mal (sei que essa frase ficou piegas. Mas não mais do que a história toda). A lástima é que Jim Dunn (que escreveu esse episódio) não é o novo Shakespeare.
E antes que os encarcerados consigam abandonar o celeiro, Nathan aparece para salvar Audrey, após enfrentar as raízes com uma tocha improvisada. E se você está pensando que ela correu para os braços dele e agradeceu com um beijo apaixonado… bem, você errou. Audrey, que nesse momento personificou a ingratidão, simplesmente estendeu a mão para Chris, virou as costas, e deixou o celeiro. Tive uma pena sincera de Nathan (e até passei a simpatizar mais com o episódio a partir daí).
E antes do apagar das luzes, ainda tivemos tempo para confirmar que os objetivos de Evi em Haven são do mal (quem seria o homem misterioso ao telefone?). E para vermos Audrey cedendo aos encantos de Chris, e tendo momentos ‘calientes’ com o biólogo marinho. Tudo isso enquanto o rejeitado Nathan ligava pra ela. Mais pena ainda.
Contabilizando erros e acertos, esse foi um episódio mediano. Abaixo dos últimos apresentados, eu diria. Então, é torcer para que os próximos episódios superem nossas expectativas.
P.S.1: O Syfy tá fazendo uma campanha muito legal. Os perfis do Twitter dos irmãos Teagues realmente foram criados. E eles interagirão com um habitante misterioso, buscando explicação para o que acontece em Haven. Quer acompanhar? É só seguir @VinceHaven, @DaveHaven e @ColdInHaven. Vamos ver no que vai dar essa campanha (esperando que não seja em mais perguntas!).
P.S.2: preparem seus corações! Assisti um vídeo do próximo episódio e preciso dizer que um personagem muito querido corre risco de morte. E que isso pode mudar toda a dinâmica de Haven. Aguardarei ansiosa Audrey Parker’s Day Off.
Sex and The City, a franquia de sucesso que teria originalmente seis temporadas na HBO e dois longas-metragens, poderá retornar à televisão para mais uma temporada. De acordo com um jornal americana, Sarah Jessica Parker, que interpretou a protagonista Carrie Bradshaw, teria planos para um sétima temporada da série.
A decisão teria sido tomada após Sarah Jessica Parker ter demonstrado resistência em fazer o terceiro filme da série, por causa da recepção não-calorosa que o segundo filme recebeu dos críticos. Ela estaria disposta a produzir o retorno da série na HBO, mas tudo depende de Darren Star (criador da série),que terá a palavra final.
Atualmente, os produtores de Sex and The City cogitam a possibilidade de criar um filme estrelado por Blake Lively (Gossip Girl) e Emma Roberts (da série da Nickelodeon, Normal Demais), como as versões mais novas dos personagens, em um filme que contaria o início da amizade entre as quatro garotas de Nova York. Se os planos da nova temporada se confirmarem, o filme deverá ser engavetado.
Enquanto não sabemos se a HBO ou Darren Star aprovam a ideia de Sarah Jessica Parker se tornar produtora da série, você pode vê-la no filme New Year’s Eve, que irá estrear em dezembro.
Série: The Big C Episódio: Goldilocks and the Bears Temporada: 2ª Número do Episódio: 2×07 Datas de Exibição nos EUA: 08/8/2011
Dois pontos principais foram apresentados: Cathy começa a reagir ao tratamento e Andrea parece que terá problemas em seu relacionamento muito em breve. A segunda parte me deixa um pouco triste – no caso de se confirmar – porque gostei muito da química entre Boyd Holbrook e Gabourey Sidibe.
Adam está um tanto insuportável. E Sean mais uma vez precisa ser a voz da razão para mostrar ao sobrinho que tratar todo mundo mal não leva a nada. É tão engraçado ele dando conselho e depois perguntando se estava fazendo da maneira certa e sendo claro.
Eu acredito que essa fase dele, Adam, não vai demorar muito. Assim espero pois estou detestando a maneira como ele tem tratado todo mundo, principalmente a Andrea. Foi irritante a maneira como ele tentou fazer com que Myk acreditasse que Andrea tinha desistido do encontro. O legal disso tudo é o fato que ela não perde a pose, mas ao mesmo tempo deixa claro para Adam que vai ter volta.
Falando em Myk e Andrea tudo no encontro aconteceu com perfeição, tirando um pequeno detalhe: parece, eu disse parece, que Myk está se aproveitando da sua posição de vendedor para tirar alguma vantagem na loja.
Cathy está com dificuldades de relaxar e aceita a indicação de Lee de procurar sua acupunturista para ciúme e irritação de Sean que tinha sugerido a mesma coisa mas a irmã negou. Lee convida a amiga e Paul para ir com ele ao bar predileto dele. A empolgação de Paul ao perceber seu sucesso entre os ‘bears’ foi sensacional. Em nenhum momento durante toda a cena Paul e Cathy demonstraram quaisquer constragimentos por estarem em um lugar onde eles eram a minoria e se divertiram muito. Muito inteligente a maneira como os roteiristas trataram o assunto que ainda causa tanta celeuma.
Marleeeeeneeeee!!!! Essa foi minha reação assim que Phyllis Somerville apareceu na tela. Como eu sinto falta da personagem e fico muito feliz que minhas suspeitas se confirmaram e o fato da personagem ter morrido não quer dizer que não a veremos mais. Rolei de rir com a Cathy perguntando se ela, Marlene, não poderia aparecer quando ela estivesse comendo cereal.
Toda conversa das duas serviu como deixa para Cathy notar que sua unha havia caído o que era um sinal que seu organismo estava reagindo ao tratamento. Gosto desses momentos onde somos lembrados que algo muito ruim pode, em algum momento, ser algo que te deixe muito feliz. O abraço de felicidade de Paul e Cathy comemorando a unha que caiu foi emocionante.