Novas atrizes farão participação em ‘New Girl’

Uma das séries mais promissoras adicionadas ao calendário fall season da Fox é New Girl, estrelado por Zooey Deschanel (500 Dias Com Ela). Para reforçar o time, essa semana a Fox anunciou a participação de Lake Bell (Surface) e Natasha Lyonne (American Pie).

Bell vai aparecer no terceiro episódio, como um interesse amoroso em potencial para Nick (Jake Johnson), já Natasha aparecerá em um episódio como  convidada de um casamento em que Schmidt (Max Greenfield) está, porém, não desejando estar. Tudo vai acabar em uma noite de sexo para os dois. Clique aqui para continuar a leitura »

‘Roast of Charlie Sheen’ é o mais assistido

Data/Hora 20/09/2011, 20:27. Autor
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Claro que não estamos falando de 28 milhões de telespectadores – feito conseguido pela estréia da nona temporada de Two and a Half Men, mas o ator Charlie Sheen foi o centro das atenções do especial de comédia que tira sarro das celebridades mais polêmicas do momento.

O programa especial Roast of Charlie Sheen, exibindo nesta segunda-feira (19) pelo canal Comedy Central, atingiu a marca de 6.4 milhões de telespectadores, batendo todos os números anteriores da franquia. Contando com as reprises, o programa atingiu 10 milhões de telespectadores durante toda a noite. Clique aqui para continuar a leitura »

Castle – Rise

Data/Hora 20/09/2011, 20:03. Autor
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Série: Castle
Episódio: Rise
Temporada:
Número do Episódio: 4 x 01
Datas de Exibição nos EUA: 19/09/2011

No dia 16/05, fomos todos “nocauteados” por Knockout, a ‘season finale’ da ótima 3ª temporada de Castle (perdão pelo trocadilho, não pude evitar!). Foram mais de 4 meses de espera. Meses nos quais os fãs procuraram lidar com a falta de novidades da melhor maneira possível: revendo seus episódios favoritos e conversando com outros fãs nas redes sociais. O dia 19/09 foi se aproximando, e surgiram alguns vídeos promocionais que deixaram todos ainda mais ansiosos por Rise. Clique aqui para continuar a leitura »

True Blood – And When I Die

Data/Hora 20/09/2011, 17:41. Autor
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Série: True Blood
Episódio: And When I Die
Temporada:
Número do Episódio: 4 x 12 (Season Finale)
Datas de Exibição nos EUA: 11/09/2011

A temporada de True Blood finalmente chegou ao fim. E eu me atrasei mais uma vez e por isso peço desculpas. Inclusive, se não me desculpei ao longo das semanas por toda a minha demora, peço agora. Desta vez só fui assistir ao episódio inúmeros dias depois e, por conseqüência, a resenha demorou ainda mais do que o normal. Mas aqui estou eu, compartilhando com vocês a minha visão do final esdrúxulo que True Blood trouxe para todos nós nesta quarta temporada.

Por incrível que pareça, eu gostei do episódio. Ele foi completamente dispensável e até ridículo em algumas partes, mas mesmo assim agradável de assistir, leve e descomprometido. Se você esquecesse a temporada inteira (e o fato dele ser o ‘season finale’) dava até para se divertir. E, para ser bem sincera, acho que foi o primeiro em muito tempo que não passei xingando todo mundo o tempo inteiro e nem sequer quis matar meia dúzia. Mas tudo bem, porque o episódio tratou de eliminar as pessoas por mim, sem que eu precisasse ter um ataque apoplético como acontecia geralmente.

Creio que And When I Die funcionou justamente por ser tão desconectado com toda a temporada. Ele parecia estar vagando sozinho no mundo, tentando mostrar que fazia parte da série, mas sem se ligar a ela de verdade. Ou será que fui só eu que tive esta sensação?

Seja como for, algumas coisas não tem mais volta. Jesus está morto (e eu senti de verdade a sua morte), Nan se foi (é legal ver Bill agindo como vampiro e rei, mas achei desnecessário matar Nan) e Tara não está mais entre nós. Eu nunca gostei de Tara, mas fui obrigada a sentir compaixão pela garota que deu a vida para salvar a amiga.

O que não gostei nadinha foi de terem usado Debbie para isso. Eu sei que no livro ela vai até a casa de Sookie e tenta matar a telepata e por isso acaba morta, mas é como eu disse lá atrás: nos livros Debbie é insuportável, elegante e sem caráter, mas na série ela estava muito longe de ser essa pessoa. Não gostei mesmo do fim que deram para ela. Pior ainda foi ver Alcide dando uma de bom moço com Sookie no Merlotte’s. Santa hipocrisia, Batman!

Por outro lado, fiquei felicíssima de vermos Sam trabalhando de novo e acertando as coisas com Sookie (embora me incomode esta falta de confiança que os dois tem um no outro na série. Eles estão tão distantes que nem parecem mais os grandes amigos de outrora).  E por incrível que pareça, também gostei do funeral de Tommy e da aparição da Sra. Fortenberry. Por mim teria dado cabo da outra ‘shifter’ e sua filha, mas não posso ter tudo o que quero, não é?

O pior mesmo ficou por conta da história tola de Marnie, Antonia e os espíritos ancestrais. Creio que todo mundo se perguntou o motivo de Holly não ter feito nada antes, se tinha essa carta na manga.

Desculpem os que gostaram, mas não achei de bom tom revermos a vó de Sookie (que parecia completamente maluca – coisa que ela não era – com aquele cabelo esvoaçante e camisolas) e tampouco acrescentou qualquer coisa à história essa ladainha de Marnie. Se serviu de alguma coisa foi apenas para Nelsan Ellis brilhar (porque ele é muito bom) e para me entristecer pela morte de Jesus.

Arlene esteve magnífica, como sempre. Atualmente é uma das minhas personagens preferidas. E só eu fiquei feliz de rever Renè? O cara não prestava, mas eu gostava dele. Que vergonha!

O caso é que ele me deixou com a pulga atrás da orelha com Terry. Não estou muito confiante de que desta história sairá alguma coisa interessante (e não gostaria que vilanizassem Terry), mas tenho que admitir que sou completamente apaixonada por Scott Foley, e mesmo que sua história seja terrível, nada que tenha o ator na tela pode ser assim tão ruim que eu não possa aproveitar a sua presença.

E contra toda a minha expectativa, gostei muitíssimo da interação de Jessica e Jason neste episódio. Cá entre nós, os dois no sofá foram muito mais interessantes de ver do que todas as cenas de Sookie e Eric juntos. E linda a fantasia da ‘baby vamp’ (aliás, quase todas as fantasias que apareceram no episódio estavam muito legais).

Mas o que eu gostei mesmo foi dela ter aberto o jogo com Jason. Jessica não está pronta para um relacionamento estável e tão humano neste momento de sua nova vida. Acho que o seu tempo com Hoyt foi necessário para ela se adaptar à sua condição, mas agora que já sabe exatamente o que (e quem) é, precisa abrir suas asas e voar. Essa conversa entre os dois colocou um pouco de coerência nessa loucura toda que foi o súbito interesse de Jessica por Jason durante a temporada.

Também me sinto feliz por Andy. O Xerife chegou ao fundo do poço com esta história do V e acho que até os produtores perceberam, pois fizeram Andy se desintoxicar rapidinho. Espero que no futuro o usem com mais sabedoria e parem de tentar criar histórias paralelas que não trazem benefício algum para a série.

E antes de finalizar preciso externar minha solidariedade à Pam. Muito justa a indignação da vampira e perfeita a sua cena (mas qual não é!?).

A temporada terminou deixando duas informações importantes:

1) Sookie deu um basta na sua relação com Eric e Bill, a despeito do que sente pelos dois. Minha esperança é a de que ela se mantenha firme em sua decisão, pois ficou claro que ambos os vampiros são muito mais interessantes como personagens quando a loirinha não está envolvida em suas cenas e motivações. E, diga-se de passagem, a própria Sookie brilha muito mais quando os dois não estão por perto. Só me pergunto quanto tempo isso vai durar.


2) Rei Russell escapou. Imagino que a fuga tenha deixado uma horda de fãs satisfeitos, mas não eu. Nunca suportei o rei e por mim deveria ter morrido e não sido aprisionado. Mas o que não se pode remediar, remediado está. Resta torcer para que dêem cabo dele logo na próxima temporada.

A propósito, qual será o foco daqui para frente? Nenhuma das opções que apresentaram até agora parece muito empolgante, mas sempre é possível inventarem algo novo e instigante. Fico na expectativa para coisas grandiosas, porque sou assim, tenho esse pequenino defeito que é sempre acreditar que pode melhorar.

Novas Séries – Conheça ‘Suburgatory’

SINOPSE
George é um pai solteiro que só quer o melhor para a sua filha adolescente, Tessa. Quando ele encontra uma caixa de camisinhas no criado mudo da filha, ele decide mudar do apartamento no coração Nova York para os subúrbios. Porém, tudo que Tessa enxerga é a falsidade e futilidade das pessoas do subúrbio.

PERSONAGENS
Tessa Altman
Adolescente que se vê obrigada pelo pai a se mudar de Nova Iorque para uma área dos subúrbios, considerada por ela como um verdadeiro inferno.

George Altman
Pai solteiro de Tessa. Quando chegam ao “Suburgatory”, as mulheres da vizinhança caem matando sobre a boa aparência dele.

FICHA TÉCNICA
PRODUÇÃO
Warner Bros. Television
American Broadcasting Company (ABC)

CRIADORA/ROTERISTA
Emily Kapnek

PRODUTORES EXECUTIVOS
Emily Kapnek
Michael Fresco

DIRETOR
Michael Fresco

ELENCO
Jeremy Sisto como George Altman
Jane Levy como Tessa Altman
Cheryl Hines como Dallas Royce
Carly Chaikin como Dalia Royce

Estreia: 28 de setembro
Emissora: ABC
Gênero: Comédia
Duração: 22 minutos
Dia: Quartas
Hora: 20:30
Facebook Oficial: SuburgatoryABC

TeleSéries irá exibir seriados virtuais

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Enquanto a Fall Season começa cheia novidades, mais três séries esperam a data de entrar no ar. Já ouviram falar em Destination Anywhere, no drama sci-fi Outsiders e na série policial She/He? Provavelmente não. Tratam-se de séries virtuais, escritas por roteiristas aspirantes e apaixonados por seriados. O TeleSéries vai exibí-las a partir do dia 01 de outubro, mas antes de escolher qual série você vai “ler”, que tal conferir uma a uma?

Sem grandes campanhas publicitárias ou entrevistas em programas de auditórios, os criadores das séries virtuais aguardam ansiosos para a estreia, e no caso de duas delas, para a re-estreia.

Destination Anywhere é um drama adolescente que gira em torno da amizade de Anna e Matt, interrompida bruscamente durante a infância dos dois. A história se passa em Tulsa – Oklahoma, e mostra cenários reais, como a Escola Secundária Will Rogers.

A série foi escrita em 2004/2005 pelas irmãs Maria Clara Lima e Sarah Lima. “Meu foco era desfazer os esteriótipos adolescentes dos dramas americanos e mostrar que há realmente um ser humano por trás de cada tipo”, diz Maria Clara. A primeira temporada gira em torno do reencontro de Anna e Matt e as consequências disso em suas vidas. A série tem tramas pessoais que se desenvolvem ao longo da temporada e um mistério central, que acaba servindo como pano de fundo para as histórias.

O elenco (sim, o elenco) foi escolhido imaginando-se o que seria viável financeiramente e quais atores aceitariam trabalhar em uma série real com uma emissora e uma produtora de porte médio. Mesmo assim, a série traz um elenco de primeira com Natalie Portman, Joseph Gordon-Lewitt, Lindsay Lohan e Mena Suvari. “Isso jamais aconteceria na realidade”, confessa.

Quando perguntada sobre suas expectativas em relação à exibição no TeleSéries, Maria Clara diz: “É um teste. Quero saber se a história que foi escrita há tanto tempo atrás ainda funciona. Acredito que hoje as pessoas conheçam mais as séries e assistam mais também, e pode gerar um ótimo debate”. Ela acredita que se fosse reescrever “D.A.” faria tudo bem diferente, mas não era a hora de rescrever a história, e espera que as pessoas façam críticas construtivas. Do que ela mais sente falta, Maria Clara afirma categoricamente: “a trilha sonora era perfeita e já começa com a música da abertura”.

Já a turma de Outsiders não ver a hora de testar o seriado mais uma vez. O drama sci-fi escrito por Luciana Santos, Samir Zoqh e Marcos Damata também foi exibido pela primeira vez em meados de 2005, e conta a história de um grupo de adolescentes com habilidades especiais. Eles vivem na cidade fictícia de Naranda, onde tentam conciliar suas vidas cotidianas com a busca por respostas sobre suas origens. A primeira temporada fala sobre o treinamento e domínio de habilidades pelos quais os personagens principais passam, aliados aos conflitos de suas vidas pessoais.

“A escolha de elenco foi um processo lento e bem colaborativo. Tivemos envolvimento direto de vários amigos próximos, como a Clara, a quem devemos a escolha de Keira Knightley para a protagonista Cathleen.”, diz Luciana Santos, uma das criadoras de Outsiders. Ela também diz que o critério para a escolha do elenco era pegar atores que não eram tão rodados (Keira foi escolhida antes de Piratas do Caribe). Completando o elenco, temos Neve Campbell no papel de Sarah, Paul Wesley (quando ainda era Paul Wasilevski) no papel de Zack, J Mack Slaugther fazendo Ehlios, Riley Smith interpretando Joey, Alona Tal no papel de Kennedy, e, fechando, Bonnie Somerville fazendo Julia.

Em relação ao fato de Outsiders ser uma reprise, Luciana tem uma resposta diferente da criadora de Destination Anywhere. “O piloto está intacto e na íntegra, como foi ao ar seis anos atrás. Pretendo tentar repaginar alguns episódios, tirar um pouco a voz pueril da série, mas sem que ela perca o tom leve que a primeira temporada deve ter, afinal, eles são jovens.” Ela também diz que tem centenas (sim, centenas) de páginas de rascunhos e mitologias criadas na época, episódios que nunca foram ao ar, personagens que nunca foram apresentados e ideias que ainda não foram para o papel. “Vamos ver para onde o vento sopra”.

Luciana revela  que espera somente se divertir relendo os antigos ‘devaneios’ – dela e dos outros criadores. ‘Outsiders é fruto da colaboração com pessoas que conheci na época [ 2005] e que hoje são parte integral da minha vida. Então devo à série muitas risadas e amizades feitas. Também quero matar a saudade desses personagens que são tão paupáveis para mim e que me trouxeram tanta diversão e escape criativo durante minha adolescência”, completa.

As duas séries reprisadas serão exibidas com a abertura original feita em 2005. Destination era embalada pela música Promise da banda canadense Lillix, já Outsiders começava com a música Late Great Planet Earth do Plumb.

A novidade das séries virtuais fica por conta do drama policial She/He, que será exibido pela primeira vez e foi especialmente criado para o TeleSéries. A história conta as aventuras da jornalista Kimberly Lewis e do seu amigo policial Gregory McQuaid, enquanto tentam ascender em suas carreiras e solucionar alguns casos na cidade de Boston, nos Estados Unidos.

Thales Brandi, roteirista do projeto e administrador do site Guia de Seriados, explica que a trama principal gira em torno do fato de três fatos principais: Gregory tentando conciliar seu noivado com a carreira policial, a busca de Kimberly por reconhecimento em sua profissão e na conveniência encontrada pelos dois em trabalhar juntos – e morar juntos.

Em She/He, a escolha do elenco ainda não foi finalizada, já que a série será exibida a partir de dezembro. Thales Brandi adiantou alguns nomes como a escolha de Emily VanCamp para o papel principal. “Eu adoro o trabalho da atriz. E para interpretar o policial McQuaid, eu sugeri o Lee Pace de Pushing Daisies, que é um excelente ator e acredito que pode fazer uma boa dupla com a Emily”.

Thales também diz que o momento de escrever é crítico, e que no agora conta com a ajuda da amiga e co-roteirista Maria Clara Lima. “Escrever à quatro mãos é o maior desafio, ainda estamos nos encontrando. A melhor parte pra mim está sendo montar os casos, e a parte emocional da série”.

Em relação às exibições das séries no site, Thales diz que isso vai ser muito bom para todo o mundo das Séries Virtuais. “Acho que é uma oportunidade única a que o TeleSéries está dando para os escritores, porque será uma ótima forma de divulgação”. Ele também diz que será uma honra ter a sua série exibida ao lado de Destination Anywhere e Outsiders, pois foram as primeiras séries virtuais que ele leu e foram também as que o inspiraram a escrever She/He. “A história é legal e os atores são ótimos. Acredito e espero que os leitores se apaixonem pela série como nós estamos apaixonados”.

Confira o trailer promocional produzido por Marcelo Nor.

Haven – Who, What, Where, Wendigo?

Data/Hora 20/09/2011, 12:29. Autor
Categorias Reviews

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Série: Haven
Episódio: Who, What, Where, Wendigo?
Temporada:
Número do Episódio: 2 x 10
Datas de Exibição nos EUA: 16/09/2011

E mais uma vez aqui estou eu, com o coração dividido, tentando escrever a ‘review’ de Haven. Tenho gostado dos episódios exibidos nas últimas semanas. De alguns, até gostei bastante. Mas não dá para ignorar o fato de que Haven não atende ao propósito de desvendar os enigmas criados pelos próprios roteiristas – baseados minimamente na obra de Stephen King. E uma hora toda essa enrolação, ou melhor, toda essa ausência de um ‘plot’ definido, cansa. E eu cansei.

O que amei: o retorno dos irmãos Teagues. Vocês sabem que sou fã dos velhinhos simpáticos. E acho que tudo fica mais bem explicado quando eles estão presentes, inclusive velhas histórias indígenas de espíritos comedores de gente. Mesmo quando o papel deles é quase que figurativo, acho importante a presença deles.

Who, What, Where, Wendigo? foi um bom episódio? Sim. Mas teve apenas uma frase relacionada ao “caso Duke”. Quanto à história de Lucy, apenas mais do mesmo: aquela velha indagação de Audrey “quem sou, de onde venho e para onde vou”.

Nessa semana Audrey e Nathan resolver seguir, sozinhos, atrás de um “serial killer”. Como Audrey afirmou, depois do caso na delegacia, eles podem confiar apenas em algumas poucas pessoas. A expedição deles incluiu apenas o pai do garoto perseguido pelo assassino, Dwight (que estava expondo sua vida em razão do sofrimento causado pela morte da filha) e os Teagues. Duke foi chamado, mas, traindo seus amigos, apareceu na floresta com o reverendo do mal e seus capangas.

Achei interessantes as cenas na floresta. Talvez por que cenas desse tipo sempre surtem em mim um efeito de “suspense”. Fiquei com a impressão constante que o tal Wendigo surgiria a qualquer momento para devorar algum dos “expedicionários”.

Quando a noite caiu, as coisas ficaram ainda mais tensas. Duke, em uma conversa mais dura com Audrey, garantiu que nunca passaria de verdade para o lado de Driscoll, e afirmou que estava apenas tentando descobrir que mistério o envolvia, e o porquê dele ser tão importante para os planos do reverendo. Até levei fé no papo dele, mas no final do episódio tive a certeza de que a lealdade dele não está bem definida.

A expedição noturna apenas reafirmou o que já sabíamos: Driscoll quer exterminar os problemáticos. E Audrey temeu que ele tivesse começado por Nathan. Mas Wuornos estava a salvo, e havia encontrado duas garotas Wendigo. Elas estavam se alimentando apenas de animais, então não eram as causadoras das mortes e dos ataques. O problema era a irmã do meio, que estava descontrolada, e contava com a ajuda do namorado – o garoto ‘perseguido” pelo ‘serial killer’ – para atrair as vítimas para a floresta.

Dwight, preso em uma armadilha para ursos, sugeriu que a Wendigo caçula o matasse para saciar sua fome. Mas a menina depositou toda sua fé no “viking” loiro e apenas adormeceu. Dwight conseguiu se livrar da armadilha e salvar as garota. Momento piegas que não pode faltar em Haven.

E, após revelar para Duke que sua missão é proteger a cidade – missão na qual seu pai havia falhado -, Driscoll foi capturado pelo garoto apaixonado. A problemática Wendigo não conseguiu matar o reverendo e o libertou. Então ele partiu para cima da menina. Para proteger a garota, Audrey atira no reverendo. Não na perna, como manda o protocolo. Nem no ombro, como desejava Nathan. No meio do peito. Para matar.

Foi o fim do líder do grupo de perseguidores dos problemáticos (a não ser que Haven incorpore elementos de The Walking Dead). Mas eu acho que, pela mágoa e raiva de Duke contra Audrey, ele é um ótimo candidato a assumir o posto.

No final das contas, Audrey e Nathan acabaram mais sozinhos do que começaram. O que é péssimo, já que o pior ainda está por vir.

Para finalizar, resta comentar que a audiência ultrapassou dois milhões de espectadores, a melhor da temporada – e uma das melhores de todo o período de exibição do seriado. Portanto, ainda há esperança de renovação para Haven. Agora, quanto a esperança de vermos nossas respostas respondidas …. que ela descanse em paz.

P.S.1: e eu ainda consegui ficar pensando em mais uma pergunta: como Lizzie morreu. E como isso afeta Dwight?

P.S.2: as garotas Wendigo encontraram um novo lar. Um abatedouro de bois. Eca.

Rebecca Romijn em ‘Chuck’

A série policial-comédia Chuck acaba de ampliar sua população de lindas loiras agentes secretos. A atriz Rebecca Romijn (Mistica nos três primeiros X-Men) assinou com a NBC o contrato para uma participação especial como uma agente da CIA chamada Robyn Cunnings. A personagem é descrita como fria, calculista e que usa duras técnicas de interrogatório.

Robyn e um grupo de colegas agentes são também, aparentemente, não admiradores de  Chuck (Zachary Levi), Sarah (Yvonne Strahovski) e compania. Pois, eles colocaram sua operação de espionagem em setor privado. Robyn e seus colegas criam um plano para prender Chuck por um crime muito sério.

A nova temporada de Chuck estreia sua temporada final no dia 21 de outubro.

Fonte: Zap2it

Billy Ray Cyrus no elenco de ‘90210’

Data/Hora 19/09/2011, 19:56. Autor
Categorias Notícias

Uma participação inesperada no elenco de 90210: Billy Ray Cyrus (DOC) assinou um contrato para interpretar Judd Ridge, o pai do garoto rico sul Austin (Justin Deeley).

O papel não será um desafio muito grande para Cyrus, já que ele vai interpretar uma estrela country com um nome um tanto diferente. O filho de Judd, Austin, foi apresentado no episódio de estréia como um interesse de amor e ódio novo para Naomi (AnnaLynne McCord), após terem um encontro contraditório sobre uma casa que ela queria comprar.

O episódio com participação de Cyrus vai ao ar em novembro. A última vez que ele esteve em uma série de TV foi no início deste ano, quando terminou sua tragetória de cinco anos em Hannah Montana, junto com sua filha Miley Cyrus.

Fonte: InsideTV

Os vencedores dos Emmys 2011 – Edição Comentada

Data/Hora 19/09/2011, 17:18. Autor
Categorias Notícias

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A cerimônia de entrega do 63ª edição do Emmy Awards teve um ar de aconchego. Com a atriz Jane Lynch no comando, a premiação voltou a ser como nos velhos tempos quando ainda era divertido assistir o “Emmy”, “Oscar”, Golden Globe… Sem exageros e na medida certa, a TV pode celebrar com seus astros o dia da escolha dos melhores em suas categorias.

Exatamente às 17h (horário local), o Nokia Theater foi palco  da consagração da comédia da ABC Modern Family, da escolha inusitada de Melissa McCarthy como melhor atriz de comédia, do reconhecimento de Julianna Margulies, do adeus em alto estilo de Friday Night Lights, e de Charlie Sheen! Clique aqui para continuar a leitura »

Novas Séries – Conheça ‘A Gifted Man’

SINOPSE

A Gifted Man é um drama sobre um cirurgião de sucesso, Michael Holt, cuja vida muda para sempre quando a sua ex-mulher morta começa a ensinar ele os significados da vida no além. Sua ex-mulher é uma médica carismática e que convence Michael a abandonar pouco a pouco sua vida de luxúria, para ajudar uma clínica. A atitude de Michael de ajudar os pobres, fez ele começar a ver que existe espaço em sua vida para todos.

Confira o vídeo promocional legendado pelo @onetrueforum

PERSONAGENS

Michael Holt
Excepcional médico que vive uma vida materialista de luxúria graças a sua carreira obsessiva e aos seus pacientes poderosos.

Anna
Ex-mulher de Michael. Anna morre, e então volta a vida como fantasma para ajudar Michael a repensar sua vida materealista.

Christina
Irmã de Michael, mãe solteira, fica intrigada com o fato de Anna ter voltado, porque seu Michael era uma pessoa melhor ao seu lado.

Autumn
Uma voluntária que após Anna morrer, continua seus trabalhos com os desprivilegiados.

(http://www.youtube.com/watch?v=romQ_y3Yk7s)

 

FICHA TÉCNICA

PRODUÇÃO
CBS Television Studios
Timberman-Beverly Productions

CRIADORA/ROTERISTA
Susannah Grant

PRODUTORES EXECUTIVOS
Jonathan Demme
Susannah Grant
Sarah Timberman
Carl Beverly
Neal Baer

DIRETOR
Loucas George

ELENCO
Patrick Wilson como Michael Holt
Jennifer Ehle como Anna
Julie Benz como Christina
Liam Aiken como Milo
Rachelle Lefevre como Kate
Afton Williamson como Autumn

Estreia: 23 de setembro
Emissora: CBS
Gênero: Drama
Duração: 44 minutos
Dia: Sextas
Hora: 8pm
Facebook Oficial: AGiftedMan
Twitter Oficial: @AGiftedMan_CBS

Destaques da Semana – Brasil – 19/9 a 25/9

Data/Hora 19/09/2011, 02:00. Autor
Categorias TV Brasil

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Semana movimentada, com algumas novidades pintando na TV por assinatura. Confira na coluna e monte sua grade!

Segunda, 19/9

Arquivo X - Piloto
A verdade está no TCM. De segunda a sexta, à meia-noite, o clássico dos anos 90 Arquivo X (The X-Files) ganha reprises diárias na grade do canal.

Em agosto de 2009 eles se separaram. Felizmente, a despedida não foi definitiva. Nesta segunda-feira temos um reencontro (breve, mas reencontro) com a dupla de detetives Goren e Eames, que fez história em Law & Order: Criminal Intent. A décima e última de série estreia no AXN, às 21h, com a exibição do episódio Rispetto. Jay Mohr (Gary Unmarried, Ghost Whisperer) participa. Clique aqui para continuar a leitura »

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