JJ Abrams e criador de Supernatural vão trabalhar juntos em piloto da NBC

Data/Hora 26/09/2011, 14:00. Autor
Categorias Notícias

JJ Abrams é uma pessoa extremamente ocupada, produz ao mesmo tempo duas estréias – Person of Interest e Alcatraz – , uma série veterana – Fringe –  e uma sequencia para Star Trek. Mas parece que mesmo fazendo tudo isso, ele arrumou um tempinho para produzir (mias) uma série de drama com  o produtor de Supernatural, Eric Kripke.

A rede americana NBC encomendou o piloto do projeto, que provelmente se chamará Revolution. Pouco se sabe sobre a série, e as informações estão sendo consideradas sigilosas. Sabe-se apenas que se trata de um thriller de aventura épica.

A série será produzida pela Bad Robot e Warner Bros., e terá como produtor executivo, além de  Abrams e Kripke, Bryan Burke – que trabalha junto com Abrams em Fringe).

Fonte: Deadline

The Vampire Diaries – The Hybrid

Data/Hora 26/09/2011, 13:00. Autor
Categorias Reviews

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Série: The Vampire Diaries
Episódios: The Hybrid
Temporada:
Número do Episódio: 3×02
Datas de Exibição nos EUA: 22/09/2011

A estréia da terceira temporada de The Vampire Diaries foi um tanto fraca. Entretanto, The Hybrid teve tensão o suficiente para compensar todo o tédio do episódio anterior. Clique aqui para continuar a leitura »

Destaques da Semana – Brasil – 26/9 a 2/10

Data/Hora 26/09/2011, 12:18. Autor
Categorias TV Brasil

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Semana movimentada, com algumas novidades pintando na TV por assinatura. Confira na coluna e monte sua grade!

Segunda, 26/9

Who kill Rosie Larsen? Tem novo drama de mistério chegando ao Brasil. O canal A&E estreia o drama The Killing esta segunda, com a exibição de dois episódios em sequência, das 23h à 1h – que horário, hein? Pra saber mais sobre a série, clique aqui. A assessoria do A&E me prometeu que o show chega legendado. Tomara que eu não tome uma bola nas costas! Nota em 27/9: Mas é claro que tomei a bola nas costas!

CSI - In a Dark, Dark House
Enquanto uma chega, outra parte. Na Sony, 21h, termina a péssima, desculpem os fãs, mas vou repetir, péssima 11ª temporada de CSI. Dia de dar adeus ao serial killer Nate Haskell e ao doutor Raymond Langston – que não retorna para a próxima temporada. Clique aqui para continuar a leitura »

The Killing estreia hoje no Brasil

Data/Hora 26/09/2011, 10:47. Autor
Categorias Notícias

The Killing
Tem série nova estreando no Brasil. O canal A&E, distribuído no país pelas principais operadoras da TV por assinatura, como Sky, Net e TVA, estreia nesta segunda-feira, dia 26, às 23h, o drama The Killing.

Uma das séries mais elogiadas de 2011, The Killing gira em torno das investigações do assassinato da jovem Rosie Larsen (Katie Findlay). A série é ambientada na nublada Seattle e baseada no série dinamarquesa Forbrydelsen. Exibida pelo canal AMC, o mesmo que exibe nos EUA as premiadas Mad Men e Breaking Bad, o show foi muito bem recebido pela crítica norte-americana, sendo comparada com a clássica Twin Peaks. A primeira temporada teve 13 episódios e um segundo ano já está em produção. Clique aqui para continuar a leitura »

Warehouse 13 – Insatiable

Data/Hora 25/09/2011, 20:54. Autor
Categorias Reviews

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Série: Warehouse 13
Episódio: Insatiable
Temporada:
Número do Episódio: 3×10
Data de exibição nos EUA: 19/09/2011

Ei Warehousers! Quem gosta de zumbis e de The Walking Dead provavelmente adorou este último episódio. Confesso que achei totalmente sem noção essa coisa de um artefato transformar as pessoas em zumbis… Mas cá entre nós, esses episódios cheios de tensão são os melhores.

Pele meio azul/verde, fome exagerada, canibalismo, baixa temperatura, grunhidos e agressividade ainda continuam sendo os sintomas de sempre nos zumbis de Warehouse 13. A única diferença é que ao invés de as pessoas virarem mortas-vivas por serem mordidas, a transmissão acontece quando elas deixam gorjetas em um pote de vidro mágico. O dono do potinho é um cara que tem um carrinho de lanches e que está todo feliz porque estão deixando mais gorjetas, então nem reparou que seus clientes viraram zumbis da noite para o dia.

Paralelamente a isso, Claudia resolveu dar atenção para um artefato-profeta muito retardado que diz que todo mundo vai morrer. Então agora ela acha que também vai morrer. E, por estar acreditando nisso, acaba ficando totalmente estabanada e colocando a própria vida em perigo. Sorte que a Leena (a coitada está tão apagadinha nesta temporada, não acham?) alertou a Claudia a tempo de ela parar de maluquices e aceitar entrar para uma banda de rock e ter um affair com um dos integrantes.

Mas voltando ao que interessa, Artie e Pete se desesperam para achar a cura dos zumbis quando Myka (que deu gorjeta para o tal cara dos lanches) começa a virar uma zumbi louca também. E antes que a parceira devorasse alguém, Pete recorre ao método nada ortodoxo de quebrar o artefato assim que o encontra. O método é claro que funciona, mas foi um milagre o Artie não ter brigado… Se bem que o chefe ranzinza agora está todo calmo e feliz depois que adotou o totó Trailer (mal gosto pra nome, mas fazer o que).

Problema resolvido, mas nem todo mundo está feliz. Lembram do Steve Jinks? Pois é, eu disse que ele voltaria, não disse? Mas a questão é que ele não voltou para o lado certo. Após ser chutado do Depósito 13 pela Sra. Frederick e estar sem dinheiro, sem futuro e sem nada, o rapaz foi procurado pelo lado negro da força. E como ele ainda está meio irritado com o que houve, parece que resolveu dar ouvidos às propostas do grupo rival. Será mesmo que o Steve que era tão fofinho vai ficar malvado? É uma pena, mas admito que será interessante ver isso.

P. S. [1]: Será que agora a Claudia vai ter um namoro não-problemático? Coitada.

P. S. [2]: Os Regentes do nada deram uma sumida de novo, e os vilões continuaram aparecendo no final. O episódio foi muito interessante, mas essa enrolação está cansando um pouco, tsc. E detalhe que a temporada está no fim…

Fringe – Neither Here Nor There

Data/Hora 25/09/2011, 19:15. Autor
Categorias Reviews

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Série: Fringe
Episódio: Neither Here Nor There
Temporada:
Número do Episódio: 4×01
Data de Exibição nos EUA: 23/09/2011

Mais de quatro meses de espera. Tempo de muitas teorias – algumas malucas, outras nem tanto – por parte dos fãs, e de muita ansiedade. E meses com uma grande pergunta ecoando na mente: onde está Peter Bishop?

Foi com a missão de responder essa pergunta que Fringe retornou para sua quarta temporada, no último dia 23. E os roteiristas não decepcionaram os fãs. Clique aqui para continuar a leitura »

Fish fingers e custard é o prato preferido do Doctor. Mas… Doctor Who?

Data/Hora 25/09/2011, 16:05. Autor
Categorias Gastronomia

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O primeiro episódio da sexta temporada da série britânica Doctor Who [‘The Eleventh Hour“, exibido originalmente na Inglaterra no dia 3/4/2010] foi a estreia do ator Matt Smith no papel da décima-primeira regeneração do último Time Lord do Universo. Também é o primeiro episódio da chamada Era Moffat, em que Steven Moffat assume o posto de produtor executivo no lugar de Russell T. Davis, e dos atuais companions do Doutor, Amy Pond e Rory Williams – mas hoje vamos nos concentrar no Doutor.

The Doctor:
“Pode me dar uma maçã? Só consigo pensar em maçãs. Eu adoro maçãs! Acho que estou faminto. Isto é novidade, nunca estive faminto antes!”

[Amy lhe dá uma maçã e ele cospe.]

The Doctor:
“Isto é nojento, o que é isto??”

Amy Pond:
“Uma maçã.”

The Doctor:
“Maçãs não prestam, detesto maçãs.”

Amy Pond:
“Você disse que adorava.”

The Doctor:
“Não, não, não. Adoro iogurte. É o meu favorito! Me dê iogurte”

O Doutor ainda está se regenerando e se ajustando em seu novo corpo. Se até mesmo nós, humanos mortais, demoramos um tempo até reencontrar o balanceamento e o senso de profundidade quando trocamos de óculos, imagine alguém que troca não apenas o corpo inteiro, mas também gostos e manias.

[Amy lhe dá iogurte e ele cospe.]

The Doctor:
“Detesto iogurte! É só uma coisa com pedaços de coisas dentro.”

Amy Pond:
“Você disse que era do que mais gostava.”

The Doctor:
“Boca nova, regras novas. É igual a comer depois de escovar os dentes, tudo parece ruiAAARGH! Não pode me dar uma comida decente? Você é escocesa, frite alguma coisa.”

Infelizmente, a Escócia conta com altos índices de pessoas com doenças cardíacas e obesidade, em parte por causa dos maus hábitos alimentares que incluem comida gordurosa e fritura. Comida gordurosa e fritura esporadicamente não tem tanto problema – uma porção pequena a cada 10 ou 15 dias, por exemplo, intercalada por uma alimentação mais natural e saudável – mas não deve ser consumida no dia a dia ou em grande quantidade.

[Amy frita bacon.]

The Doctor:
“Aaaah, bacon! [Cospe] Bacon, isso é bacon. Está tentando me envenenar?”

[Amy esquenta feijão.]

The Doctor:
“Aaaah, viu? Feijões. [Cospe] Feijões são malignos! Maus, maus feijões!”

[Amy passa manteiga no pão.]

The Doctor:
“Pão com manteiga. Agora você está falando a minha língua! [Joga o prato porta afora] E não volte!”

Amy Pond:
“Tenho umas cenouras.”

The Doctor:
“Cenouras? Você está louca?? Não, espere um pouco… Eu sei do que eu preciso. Preciso… Preciso… Eu… Preciso… Fish fingers e creme de baunilha.”

Fish fingers and custard, no original, têm um papel fundamental nesta nova fase de Doctor Who. Eles seráo citados de novo nos episódios “The Impossible Astronaut” [v. review da Mica publicado aqui], “The Doctor’s Wife” e “Let’s Kill Hitler“, todos da sexta temporada, em momentos-chave e que portanto não posso citar agora pois incorreria em spoilers.

Na série o Doutor come fish fingers e custard industrializados, dá pra ver na caixa que os palitos de peixe são feitos com 100% de bacalhau. No Brasil não temos esses produtos prontos nos supermercados [e mesmo se tivesse eu colocaria a versão caseira aqui, né?], então garimpei algumas receitas domésticas e adaptei para os ingredientes nacionais.

A receita – Fish fingers

Ingredientes:
400 g de filé de peixe – qualquer peixe que sirva para fazer sashimi, com a carne firme: merluza, tilápia, arenque, salmão, atum, meca etc. – parcialmente descongelado
125 g de farinha de rosca
2 colheres [sopa] de queijo parmesão ralado
1 colher [sopa] de salsinha fresca picada
1 colher [sopa] de raspas de casca de limão
1/2 colher [sopa] de páprica
1/2 colher [sopa] de tomilho seco
1/2 colher [sopa] de alho desidratado picado
150 ml de creme de leite fresco
1 ovo
100 g de farinha de trigo
100 ml de óleo para fritura [soja, canola, girassol, da sua preferência]
sal e pimenta do reino moída

Modo de preparo:
Corte os filés de peixe em palitos de cerca de 1,5 a 2 cm de largura e profundidade por 7 a 10 cm de altura. Reserve.

Em uma tigela, misture bem a farinha de rosca com o queijo ralado, a salsinha, as raspas de limão, a páprica, o tomilho, o alho, cerca de 1 e 1/2 colher [chá] de sal e meia colher [chá] de pimenta do reino. Reserve.

Em uma segunda tigela, misture bem o ovo com o creme de leite. Se não achar creme de leite fresco, adicione uma colher [sopa] de suco de limão ao leite e aguarde uns cinco minutos, ou use leite puro mesmo. Bata com um garfo ou fouet e reserve.

Em uma terceira tigela, despeje a farinha de trigo.

Hora de empanar! Um a um, passe os palitos de peixe pela farinha de trigo, depois mergulhe no leite com ovo, escorrendo o excesso, e finalmente passe pela farinha de rosca temperada. Você percebeu que a única fonte de tempero é a farinha de rosca, né? Então seja generoso[a] nesta fase.

Aqueça o óleo em uma frigideira grande no fogo médio e disponha os fish fingers no óleo quente. Vá virando os palitos de peixe até que fritem por igual e fiquem com uma bela cor moreno-dourada. Retire e escorra o excesso de óleo em papel-toalha.

Se você substituir o peixe por peito de frango terá os chicken fingers citados no episódio “Contemporary American Poultry“, de Community.

Notas pessoais: Essa receita tem um grau de dificulade fácil e serve duas pessoas. Se você preferir pode assar no forno comum ou no microondas em vez de fritar, para tornar o prato mais saudável. Pessoas normais podem achar mais palatável consumir com limão, molho de mostarda, de pimenta ou shoyu, como aperitivo ou lanchinho, mas já que esta coluna é dedicada a Doctor Who o acompanhamento será creme de baunilha.

A receita – Creme de baunilha [custard]

Ingredientes:
3 gemas de ovos
1 colher [sopa] de amido de milho [maisena]
10 g de açúcar
2 colheres [chá] de essência de baunilha
275 ml de leite fervente

Modo de preparo:
Em uma tigela, misture bem as gemas, a maisena, o açúcar e a baunilha com um garfo ou fouet. Acrescente meia xícara do leite e misture rapidamente, para evitar que o calor do leite cozinhe a mistura de gemas. Repita a operação com mais um pouco de leite quente.

Junte essa mistura ao restante do leite e leve de volta ao fogo médio, mexendo sempre, durante dois a três minutos até as gemas e a maisena cozinharem e o creme engrossar. A consistência deve ser tal que o creme cubra a superfície da colher sem escorrer. Fica parecido com sorvete de creme, derretido.

Notas pessoais: Esta receita também é fácil de fazer e é uma boa pedida para crianças, assim como os fish fingers. Serve como acompanhamento de bolo ou de salada de frutas, ou de fruta sem ser salada. Se engrossar demais serve de recheio para tortas, bombas, sonhos ou pastel doce.

Eu sei que os puristas devem estar se roendo com a heresia dessa receita simplificada, mas é muito difícil achar double cream e favas de baunilha fresca deste lado do Oceano Atlântico. Sorreh!

The Doctor:
“É claro que não está assustada, você não tem medo de nada! Uma cabine cai do céu, homem sai da cabine, homem come peixe com creme e olhe só você, sentada aí. Quer saber? A rachadura no seu quarto deve ser aterrorizante.”

Agora mergulhe o fish finger no creme de baunilha e GERONIMO!

Grey’s Anatomy – Free Falling e She’s Gone

Data/Hora 24/09/2011, 22:30. Autor
Categorias Reviews

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Série: Grey’s Anatomy
Episódios: Free Falling e She’s Gone
Temporada:
Número dos Episódios: 8×01 e 8×02
Datas de Exibição nos EUA: 22/09/2011

A sétima temporada de Grey’s Anatomy foi controversa. Teve ótimos episódios, episódios de qualidade sofrível, e teve um “evento musical”. Teve, também, e de longe, a menor média de audiência de uma temporada do seriado. Muita coisa importante aconteceu, e é importante relembrar algumas delas, agora: Adele Weber tem Alzheimer; Meredith adulterou o estudo clínico de Derek para Adele não receber placebo; Karev, com medo de perder o cargo de residente-chefe, entregou a colega; Derek e Meredith decidiram adotar a fofa Zola; Yang está grávida e pretende abortar; Derek e Owen não concordaram com as atitudes das esposas e decidiram “abandoná-las”. Todos esses acontecimentos deixaram uma gama de questões a serem respondidas por Shonda Rhimes. Mas nossa principal pergunta era: a criadora do seriado ainda conseguiria acertar a mão e fazer uma grandiosa 8ª temporada, com histórias sólidas? Clique aqui para continuar a leitura »

Breaking Bad – Salud

Data/Hora 24/09/2011, 21:00. Autor
Categorias Reviews


Série: Breaking Bad
Episódio: Salud
Temporada:
Número do Episódio: 04×10
Data de Exibição nos EUA: 18/09/2011

Problemas fiscais, aula de química e um reencontro entre pai e filho. Teve tudo isso no episódio da semana, mas a grande surpresa do episódio veio mais uma vez de Gustavo Fring.

Comecemos por Skyler White que, temendo ver seu nome envolvido em uma investigação da Receita Federal, resolveu utilizar o dinheiro de Walt para resolver os problemas financeiros de Ted. Eu dei essa idéia no review anterior, mas não imaginava que envolveria Saul Goodman e é sempre bom revê-lo na série.

O advogado já começa acreditando que aquilo era uma péssima idéia, mas segue em frente. Ele diz para Ted uma história muito furada de uma tia-avó européia de Ted, que teria lhe deixado mais de US$ 600 mil. Olha que ótimo, exatamente o dinheiro que ele precisava para acertar seus impostos, certo? Bem, errado. Saul não quer dizer “eu te disse” para Skyler, mas descobre que a primeira coisa que o sujeito fez com o dinheiro foi comprar um carro novo.

Diante disso, ela procura Ted e tenta convencê-lo a usar o dinheiro da maneira correta, mas tudo que ele quer é revitalizar seu negócio. Com a teimosia dele, Skyler acaba confessando que o dinheiro veio dela. As repercussões disso eu nem consigo imaginar.

E o que Walt achou disso? Bem, Skyler tentou falar com ele, mas não conseguiu. Ele estava em caso, repleto de analgésicos, depois da briga com Jesse. O sujeito ficou tão mal que levou Walt Jr. a visitá-lo. Um parenteses, a reação desanimada de Junior diante do carro novo foi muito engraçada.

Aqui tivemos momentos ótimos entre pai e filho. Walt cai em lágrimas, colocando para fora toda a culpa que sente e, mesmo sem dizer a verdade, tem um momento emocional autêntico com o Walt Jr., tanto que o rapaz fala que lembrar-se do pai machucado e meio dopado nem era muito ruim, justamente por esse momento. Um detalhe é que Walt, pouco antes de dormir, chama o filho de Jesse. Isso, além de mostrar que seu parceiro de crime realmente significa muito para ele, me deixou pensando que poderia ser uma semente para a verdade ser revelada para Junior.

Bom, e quanto a viagem de Jesse ao México? Ela ocorre logo na introdução do episódio, com ele, Gus e Mike partindo em um avião monomotor. Lá tive a primeira surpresa, pois Jesse estava bem amedrontado e quando o Morris O’Brian, que deixou a CTU em 24 Horas para virar químico do Cartel, começou a questionar as habilidades dele, pensei que o rapaz iria colocar tudo a perder. Pelo contrário, ele tomou as rédeas e ainda disse que o laboratório era tremendamente mal-cuidado, mandando limparem tudo. Destaco aqui um diálogo entre o químico do Cartel e Jesse:

Quem você pensa que é?

Sou o cara que seu chefe mandou para mostrar como se faz, e pelo jeito que cuida daqui, não é surpresa.

Jesse diz isso e um pouco mais, é claro, mas esse começo da frase já dá uma idéia da atitude dele, que produziu um sorriso orgulhoso de Gus e Mike. O rapaz então cozinha, o que vira um grande evento no local, e consegue um produto de qualidade. Todos comemoram e um dos homens do Cartel diz que será o primeiro de muitos, já que Jesse vai ficar.

Claro que Jesse não gosta nem um pouco da idéia, mas Mike lhe garante que todos os três vão voltar ou nenhum deles. O trio se reúne com Don Eladio, que continua com sua atitude amistosa e ao mesmo tempo ameaçadora. Excelente construção de personagem, devo dizer.

Nesse momento, o Don vê um presente de Gus em cima da mesa. Pensei na hora que poderia ser uma arma contra ele, mas um de seus capangas assinala com a cabeça, demonstrando que era seguro abrir. Ali tinha uma bebida de excelente qualidade, que Eladio faz questão de compartilhar com todos os seus comparsas, fazendo questão de Gus beber primeiro, claro. Com todos bem, eles chama mulheres e começam a festejar.

Mesmo diante disso, fiquei pensando que a bebida estava envenenada e que Gus tinha se imunizado de alguma forma, até porque ele toma um remédio pouco antes da reunião. Estava certo, só não sei se Gus se imunizou, porque ele vai ao banheiro vomitar e não está muito bem, mas os homens todos caem envenenados, tirando um dos capangas, que Mike elimina à moda antiga.

Na fuga, Mike ainda é baleado, cabendo à Jesse a missão de levar todos em segurança para fora dali. Excelente cena! Excelente episódio!

A postura submissa de Gus diante de Don Eladio estava me incomodando, principalmente com o que conhecemos dele até aqui. Por isso, foi ótimo vê-lo virar a mesa da forma que só ele poderia e ainda foi digna a justiça poética de Eladio terminar na piscina onde Max, o irmão de Gus, encontrou seu fim.

Two and a Half Men – Nice to meet you, Walden Schmidt

Data/Hora 24/09/2011, 19:46. Autor
Categorias Reviews

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Two and a Half Men - Nice to meet you, Walden Schmidt

Série: Two and a Half Men
Episódio: Nice to Meet You, Walden Schmidt
Temporada:
Número do Episódio: 9×01
Data de Exibição nos EUA: 19/9/2011

Charlie Harper está morto e nós teremos que aprender a lidar com isso. Confesso que fiquei muito chateada com a saída do Charlie, afinal, ele era o centro da série: a casa era dele, as piadas mais espertas vinham dele, Alan e Jake só estavam lá porque ele os aceitou em sua casa e por aí vai!

Quando soube que Ashton Kutcher iria entrar no lugar do Charlie fiquei um tanto quanto decepcionada já que não gosto da atuação de Kutcher e por ter assistido durante muitos anos That 70’s Show, sempre o associo ao personagem Kelso, o bobão da turma que só serve para todo mundo dar algumas risadas.

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Spooks – Série 10, Episódio 1

Data/Hora 24/09/2011, 12:04. Autor
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Spooks - Episódio 10x01
Série: Spooks
Episódio: Série 10, Episódio 1
Temporada: 10ª
Número do Episódio: 10×01
Data de Exibição na Inglaterra: 18/09/2011

O arco final de episódios da série de espionagem britânica não poderia ter outro personagem central senão aquele que veio a se tornar seu personagem mais significativo ao longo destes 10 anos. A trama traz velhos rostos e segredos do passado que retornam para assombrar o agente veterano do MI5. Clique aqui para continuar a leitura »

Glee – The Purple Piano Project

Data/Hora 23/09/2011, 18:52. Autor
Categorias Reviews

Série: Glee
Episódio: The Purple Piano Project
Temporada:
Número do Episódio: 3 x 01
Datas de Exibição nos EUA: 20/09/2011

Esse primeiro episódio da terceira temporada de Glee, assim como a ‘premiere’ do ano anterior, desperta em mim aquela mesma sensação que eu costumava ter na primeira semana de escola. Aquele clima de que, apesar de tecnicamente o ano ter começado, você não está de fato engajado ainda pela situação, não tem nenhuma intenção ainda de se comprometer seriamente, e que tudo o que lhe é mostrado é apenas uma apresentação. Tudo muito leve, vagamente superficial, como se não fosse para valer ainda.

É claro que, tirando a ocasião de o primeiro episódio da temporada ser um piloto, é muito raro que ele de fato seja uma ótima mostra do que uma série tem de melhor. E, sendo justa, The Purple Piano Project não foi um episódio ruim. E passou longe de ser um dos momentos mais frustrantes da série (como o Britney/Brittany que marcou a segunda exibição da temporada passada). Mas foram quarenta e cinco minutos que chegaram bem perto de serem medíocres. E particularmente, para uma pessoa como eu, para quem a inabilidade de Glee de reter um mínimo de coesão foi de uma distração para um fator totalmente insuportável e que levou a total desistência, teria sido bom se o episódio fosse um pouquinho mais memorável.

Houveram, contudo, é claro, elementos que me agradaram, e o principal desses elementos é provavelmente a razão pela qual eu não classifiquei essa ‘premiere’ como mediana e totalmente esquecível. Na temporada passada, se tem um arco que eu constantemente elogiei foi a crescente cumplicidade entre Kurt e Rachel. E aqui, os dois tornam o episódio inteiro mais especial apenas com sua amizade, seu companheirismo, e seus divertidíssimos diálogos.

Eu não me importaria nenhum pouco em ver um ‘spin-off’ da dupla em Nova York, mas quem estava informado dos rumores durante o hiato sabe que a ideia foi considerada, anunciada e logo depois engavetada, assim que o anúncio da saída dos dois e Cory Monteith começou a causar revolta entre os fãs, e o resultado foi uma bagunça de relações públicas que eu duvido que tenha tranquilizado muita gente.

Mas eu concordo com a avalanche de “Vamos pensar nisso quando chegarmos lá” que se seguiu da boca de toda e qualquer pessoa envolvida com Glee subsequentemente. O importante é que, por agora, mesmo tendo que dividir o show com tantas outras storylines, o plot da luta de Kurt e Rachel para chegarem juntos a Nova York e ao sucesso no showbiz é certamente a parte mais cativante da série.

Lea e Chris tem ótima química, e dos momentos mais cômicos aos mais sérios, eles conseguem extrair ótimas performances um do outro. A maneira como os dois enfrentam juntos o choque de realidade na reunião de futuros candidatos à faculdade de sua escolha, NYADA, foi para mim um daqueles momentos que realçam o melhor de Glee.

Por mais que a série seja sobre aceitação e sobre como todo mundo é especial a sua maneira, eu adoro os momentos em que Glee assume que há, de fato, um mundo muito grande fora da bolha usual do show e que às vezes, ser o seu melhor nem sempre é de fato, ser o melhor. Eu achei o efeito visual dos ‘clones’ de Rachel e Kurt muito bons, mas o principal ali era que, sim, os dois personagens sempre superestimaram o quão únicos e especiais eles são. Há muita gente com o talento e a técnica, e muitos dos Glee Clubbers terão destinos como o que Quinn previu para si mesma na temporada passada: acabar em Lima, com um emprego aceitável e uma família, e uma vida mediana que, dependendo do quanto as pessoas se prenderem aos sonhos não realizados, pode acabar não sendo feliz.

Mas isso não importa, pois como os roteiristas martelam nas nossas cabeças desde o começo da série, Glee é sobre a jornada. E é sempre adorável ver duas pessoas que amam estar em um palco e não querem desistir dessa felicidade e se conformar. Talvez esses sonhos não se realizem, mas a jornada? O apoio mútuo no carro, a performance descompromissada e divertida dos dois, os pequenos momentos de amizade? Eu assistiria mil horas disso.

Além do arco de Kurt e Rachel, não houve muita coisa acontecendo com os demais personagens jovens, apesar da montagem expositiva do começo quase ter dado uma impressão diferente. Os roteiristas se certificaram de, como prometido, deixar bem claro quem deve se formar ao final do ano e quem ainda não, justificaram a saída de alguns atores e atualizaram alguns detalhes. Mercedes agora tem outro namorado, porque Chord Overstreet se recusou a renovar seu contrato e aparentemente os produtores estão realmente obcecados com a ideia de Mercedes não ficar solteira. Mike e Tina terão que se separar no fim do ano. Finn não sabe o que fazer e Brittany, mesmo se for do último ano, provavelmente não irá se formar.

Dos Glee Clubbers remanescentes, o retorno de Quinn foi provavelmente o que tinha mais para ser apresentado, apesar de estar contando os dedos para essa fase de rebeldia acabar. Dianna é uma ótima atriz, e acho que ela fez bem a sua parte; dá para ver que Quinn está perdida, e passando por uma crise de identidade, e que ainda não está pronta para retomar seus velhos papéis apesar de claramente sentir saudades do clube, mas eu estou prevendo que esse será um daqueles plots que duram cinco minutos, especialmente com o retorno de Shelby, e por consequência, Beth, semana que vem.

Santana também não teve nada de muito interessante acontecendo até o ponto em que foi suspensa do clube por Will, mas ela continua uma das minhas personagens favoritas. Santana sendo menos bitch não teria graça nenhuma, e apesar de Naya Rivera interpretar muito bem o quão dividida ela está, eu espero que antes de voltar para o glee ela pelo menos possa aprontar bastante.

E por fim tivemos a mudança de lado de Blaine, que saiu do colégio particular e foi para uma escola supostamente bem pobrinha de uma maneira que não dá para acreditar que os pais dele permitiriam, especialmente porque ele foi para Dalton por causa de bullying e não é como se McKinley fosse a escola mais segura e agradável do planeta nesse departamento, Mas o casal que ele e Kurt formam é uma fofura e agora é torcer para que essa realocação signifique que o Darren Chris não vai mais cantar cinco solos por episódio.

Porém, como nem tudo são flores, o episódio mostra claramente que a série continua a não saber o que fazer com Will, Emma e Sue, a última sendo particularmente criminoso, porque Jane Lynch é tão talentosa e carismática que por muito tempo ela conseguiu elevar o texto. Mas não mais. Eu genuinamente acho (em parte por causa de spoilers) que essa trama da eleição pode acabar chegando a lugares interessantes, e certamente eu apreciei a maneira como a decisão de usar sua implicância com as artes (e, em especial, com o Glee Club e Will) como uma plataforma foi um oportunismo brilhante, e não uma ação lunática por princípio.

Eu tenho ótima memória, contudo, e lembro muito bem que a decisão de Sue de concorrer tinha a ver com a maneira como o governo cortou os benefícios da irmã dela, algo que ela queria corrigir. É claro que agora a plataforma pró-deficientes parece totalmente esquecida, e o fato de que ela tinha decidido se tornar uma pessoa mais madura e concentrar seu desdém e raiva em coisas mais merecedoras que um bando de crianças também.

O discurso de Sue na TV foi ótimo, e me dá esperanças de que a série ainda possa fazer coisas interessantes com a personagem, mas a maneira como ela continua a ser aquela caricatura patética de vilã o resto do tempo me irrita, e francamente, prejudica muito a qualidade do show. Seria melhor não ter a Sue, do que ter esta versão dela, por mais que Lynch seja sensacional.

Para completar, temos um ‘update’ no relacionamento de Will e Emma que não podia ser mais vergonhoso. Ou sou só eu que acha esse arco dos problemas sexuais dos dois nauseante?

A essa altura, eu ficaria bem feliz se a Coach Beiste, a Shelby e o Burt Hummel fossem os únicos adultos presentes nessa série, porque os três principais foram reduzidos a essas criaturas incômodas e de quem eu não consigo mais gostar nem nos seus melhores momentos (Will suspendendo Santana sendo um deles). Se há algo que eu espero desesperadamente que mude ao longo da temporada, é o desenvolvimento desses três.

De resto, apesar do episódio ter me deixado com a impressão que descrevi no primeiro parágrafo, pelo menos ele não criou uma bagunça ou me deixou pronta para abandonar o barco de novo. E isso talvez já seja meio caminho andado.

Os Números Musicais:

  • We Got the Beat – Honestamente, uma das coisas que sempre me faz rir em Glee são essas ideias que Will tem de que essas performances “espontâneas” são legais. Se eu estivesse na escola e um grupo de alunos começasse a cantar, dançar e subir nas mesas, eu os acharia tão idiotas quanto todo mundo, e certamente não sairia correndo para me inscrever no Glee Club. Uma briga de comidas daquela provavelmente estaria fora de cogitação (eu estudava com pessoas minimamente educadas), mas uma dose tão forte de vergonha alheia provavelmente resultaria num nível razoável de ridicularização, não importando o grau de afinação das pessoas. A música é divertida, e é sempre bom ver Naya e Heather tendo solos, mas não é nada que eu vá ficar ouvindo incessantemente.

  • Ding-Dong! The Witch Is Dead – Já falei um pouco do número. Achei que ele teve a dose de descompromisso perfeita: só dois amigos se divertindo juntos, felizes com seus planos para o futuro e confiantes nos seus talentos. A interpretação dos dois foi ótima, e eu adoro o momento no final quando eles sentam no palco um do lado do outro. Fez a dupla parecer realmente como os jovens que eles devem ser.
  • It’s Not Unusual – O episódio não poderia passar sem Darren ter seu solo, né? Foi uma performance boa. Darren tem uma ótima voz e muito carisma, e ele não erra mas, comparativamente, foi o número musical mais fraco do episódio.

  • Anything Goes/Anything You Can Do – Meu número favorito! Eu adorei como o papel que eles escolheram para a vice vencedora do The Glee Project, Lindsay, e acho que apesar de ser uma aparição mínima, ela foi excelente. Harmony era tão passivo-agressiva, que até cantando e sorrindo você conseguia senti-la intimidando Rachel e Kurt. E bom, eu adoro sapateado, adoro Anything Goes, e achei que Anything You Can Do foi uma ótima música para o mash-up justamente por ser extremamente passivo-agressiva. Eu acho que esse tipo de antagonismo serviria Glee muito melhor que as ofensivas ridículas da Sue, até porque esse tipo de competição é algo que é muito mais real. E que eles consigam criar um momento tão rico para o arco dos dois protagonistas, e ainda terem vocais perfeitos e uma coreografia sensacional? Nesses momentos é que eu lembro porque eu ainda insisto com Glee!

  • You Can’t Stop the Beat – Eu li que algumas pessoas não gostaram do começo alterado da música, mas eu adorei. Essa é minha música favorita da trilha de Hairspray, mas eu achei que a mudança ficou incrível, graças a um vocal inspirado da Lea Michele. Fiquei querendo que a coreografia fosse um pouco mais empolgante, porque na peça é quase uma explosão de energia, mas foi o segundo melhor número da noite e pelo menos empolgou um pouco (Curiosidade: Matthew Morrison fez parte do elenco original da produção de Hairspray na Broadway. Ele originou Link, o papel que viria a ser do Zac Efron no filme).
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