The Glee Project – Individuality e Dance-Ability

Data/Hora 20/06/2012, 01:09. Autor
Categorias Reviews

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Olá queridos leitores! É com um grande atraso (confesso), mas também um grande prazer que trago para vocês as reviews dos três primeiros episódios de The Glee Project. A partir dessa semana as reviews serão semanais. De antemão já aviso que não assisti a primeira temporada, portanto não terei como fazer comparações entre as temporadas. Sei apenas de alguns dados gerais como quem foram os vencedores e quantos participantes eram.

O primeiro episódio, denominado de 2×00 apresentou as audições que nesta temporada foram realizadas virtualmente e também em três cidades: Nashville, Nova Iorque e Chicago. Neste episódio já pudemos ver alguns dos candidatos que seriam selecionados para ir ao Glee Project Campus tendo destaque. Também cabe destacar que as histórias dos candidatos estavam sempre em foco, bem como o fato de que não basta cantar bem e ser um grande artista, para estar em The Glee Project é necessário ter uma história impactante e que motive o Ryan a escrever.

De todos os candidatos que fizeram audição, 80 foram selecionados para ir para a segunda fase em Los Angeles. Estes participaram de workshops, aulas de canto e dança. Após esses dois dias, 30 foram selecionados para se apresentar para o produtor de Glee, Ryan Murphy. Destes 30 deveriam sair 12 competidores, porém o grupo era tão bom que acabaram sendo selecionados 14 talentosos candidatos (ainda assim alguns candidatos muito bons ficaram fora): Lily, Mario, Dani, Charlie, Ali, Michael, Tyler, Aylin, Blake, Taryn, Shanna, Maxfield, Nellie e Abraham. Nesta primeira semana eles gravaram o clipe de The Edge of Glory, música da Lady Gaga e que tem muito a ver com o momento que eles estão vivendo. A apresentação mostrou que o grupo reúne grandes talentos.

No segundo episódio os candidatos já estavam no Glee Project Campus e as tarefas começaram seguindo a mesma dinâmica que conhecemos. O tema da semana foi individualidade e o dever de casa deles era cantar Born This Way. Shanna se destacou e foi escolhida pela primeira mentora – a diva Lea Michelle – como a vencedora do primeiro desafio, ganhando assim destaque no clipe que seria gravado. Shanna ficou confiante com a vitória e acabou indo muito bem na gravação do clipe de Here I go Again do Whitesnake, também. Os piores foram Aylin, Tyler e Max. Aylin e Tyler não estavam conseguindo se soltar e mostrar o que havia encantado a todos nas audições. Tyler estava com dificuldades para lidar com as mudanças que estava tendo em seu corpo e Aylin parecia não conseguir se libertar das pressões impostas pela família muçulmana.

Na última chamada Aylin e Max cantaram super bem, ao meu ver. Tyler ficou devendo um pouco. Porém, como já falamos anteriormente The Glee Project busca um personagem e não somente um bom artista e por isso, por ter menos condições de ser um bom personagem para Glee, Max foi o primeiro eliminado do programa.

Já na semana seguinte o tema foi habilidade de dança. O dever de casa era We Got the Beat, de The Go-Go’s. Taryn que estava muito triste e sentindo falta da mãe não aguentou a pressão e acabou desistindo da competição. Eles uniram forças para superar essa adversidade e simplesmente arrasaram no dever de casa e o escolhido como melhor por Samuel Larsen, vencedor da primeira temporada e ator de Glee, foi Abraham. Ao contrário de Shanna, Abraham sentiu a pressão e não conseguiu ter um bom desempenho na gravação do clipe. Na bem da verdade o grupo não é muito bom em dança, já que praticamente todos foram muito mal na gravação de Party Rock Anthem de LFMAO.

Por fim os piores foram Dani, Tyler (novamente) e Lily. Dani interpretou Landslide até que bem, mas confesso que achei que ela ficou devendo muito pra versão da Naya, da Heather e da Gwyneth. Tyler melhorou muito da semana anterior para essa e Lily se soltou. O critério utilizado acabou sendo o mesmo da semana anterior e Dani foi eliminada por não ser uma artista que se encaixaria no que Ryan procura para o Glee.

Por fim, alguns adendos gerais sobre o programa e os participantes. Amo reality shows musicais e o formato diferente de The Glee Project me agradou bastante. Acho interessante que não haja interferência do público. Dessa forma, a tendência é que o resultado seja mais justo.

Quero declarar modestamente minha torcida para Aylin. Amei ela e já consigo imaginar um personagem para ela em Glee. Amei ainda mais a maneira como ela se soltou na segunda semana. Acho que tem tudo pra crescer. Maaas, prometo que tentarei ser o mais imparcial possível. Sobre o romance ou as pegações dela comento mais adiante, porque ainda nem dá pra saber se vai pra frente. (Azarada do jeito que sou, declarando minha torcida só prejudico a Aylin, rs).

Creio que a vencedora dessa temporada precisa ser uma mulher e que tenha uma voz muito boa, o que seria o caso, por exemplo, da Nellie. Com a saída da Lea, da Naya e da Amber o New Directions tá muito desfalcado de vozes femininas. Nas vozes masculinas o Darren dá conta do recado.

Para finalizar quero dizer que amei o festival de beijos proporcionado pelo jogo da garrafa e que lembrei, saudosamente, do 2×14 Blame it on Alcohol, um dos episódios de Glee que eu mais gosto.

FX encomenda 13 episódios de ‘Legit’

A comédia Legit foi aprovada pelo FX e irá estrear em janeiro do ano que vem, com 13 episódios no total. A série será sobre um comediante chamado Jim e sua jornada para tornar a vida mais “legítima”.

Legit reúne um time de comediantes de peso. O ator Jim Jefferies (Comedy Cuts), co-criador da série, interpretará Jim. Dan Bakkedahl, o Murray de Community, também faz parte da turma, assim como D.J. Qualls (Memphis Beat).

“Não poderia estar mais feliz fazendo essa série”, disse Jim Jefferies. O ator comentou sobre a tradição de comédias no canal, e citou Louie e a politicamente incorreta It’s Always Sunny in Philadelphia. “O elenco é maravilhoso, e a emissora nos deu total liberdade. Mal posso esperar para as pessoas assistirem”.

O co-criador de Legit Peter O’Fallon, que já dirigiu séries como Pushing Daises, O Quinteto, The Good Wife  e The Riches,  disse que de todos os trabalhos que fez, esse é o mais divertido. “Jim é o homem mais engraçado e esperto que já conheci. A FX, como sempre, ajudou bastante e fez dessa experiência algo muito prazeroso”, disse.

Jefferies e Rick Cleveland (Nurse Jackie) serão os produtores-executivos, assim como Lisa Blum.

Com informações do TVEquals.

 

‘Homeland’ e ‘Community’ levam prêmio de melhores séries no Critics’ Choice Awards

Data/Hora 19/06/2012, 14:48. Autor
Categorias Notícias

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A Broadcast Television Journalists Association’s (Associação de Jornalistas de Redes de Televisão) realizou nesta segunda-feira, dia 18 de junho, o Critics’ Choice Awards e premiou a novata Homeland da Showtime como Melhor Drama e a atriz principal do seriado Claire Danes levou para casa com honras o prêmio de Melhor Atriz em Drama.

Breaking Bad também ganhou dois prêmios, Melhor Ator em Drama com Bryan Cranston e Melhor Ator Coadjuvante com Giancarlo Esposito. Christina Hendricks, de Mad Men, assim como no ano passado levou para casa o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.

Community recebeu o prêmio de Melhor Série de Comédia. Louis C.K., de Louie, foi escolhido como Melhor Ator em Série de Comédia e Zooey Deschanel, de New Girl, e Amy Poehler, de Parks and Recreation, dividiram o prêmio de Melhor Atriz em Série de Comédia. Parks and Recreation ainda levou um segundo prêmio, de Melhor Ator Convidado para Paul Rudd.

Modern Family levou para casa os prêmios de Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes em Série de Comédia, com Ty Burrell e Julie Bowen.

Nas categorias de Filme para TV e Miniséries Sherlock recebeu o prêmio máximo e Benedict Cumberbatch de Sherlock foi escolhido Melhor Ator. Julianne Moore recebeu o prêmio de Melhor Atriz por seu papel como Sarah Palin em Game Change, da HBO.

Confira a lista completa de vencedores:

Melhor Série de Animação: Archer (FX).

Melhor Filme para TV ou Minisérie: Sherlock (PBS).

Melhor Ator em Filme para TV ou Minisérie: Benedict Cumberbatch (Sherlock).

Melhor Atriz em Filme para TV ou Minisérie: Julianne Moore (Game Change).

Melhor Série de Reality Show: Anthony Bourdain: No Reservations (Travel Channel).

Melhor Série de Competição em Reality Show: The Voice (NBC).

Melhor Apresentador de Reality Show: Tom Bergeron (Dancing with the Stars) e Cat Deeley (So You Think You Can Dance).

Melhor Talk Show: Late Night com Jimmy Fallon (NBC).

Melhor Ator/Atriz Convidado em Série de Comédia: Paul Rudd (Parks and Recreation).

Melhor Ator/Atriz Convidada para Série de Drama: Lucy Liu (Southland).

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama: Giancarlo Esposito (Breaking Bad).

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama: Christina Hendricks (Mad Men).

Melhor Ator em Série de Drama: Bryan Cranston (Breaking Bad).

Melhor Atriz em Série de Drama: Claire Danes (Homeland).

Melhor Série de Drama: Homeland (Showtime).

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia: Ty Burrell (Modern Family).

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia: Julie Bowen (Modern Family).

Melhor Ator em Série de Comédia: Louis C.K. (Louie).

Melhor Atriz em Série de Comédia: Zooey Deschanel (New Girl) e Amy Poehler (Parks and Recreation).

Melhor Série de Comédia: Community (NBC).

A Broadcast Television Journalists Association também apresentou a lista das “Séries Novas Mais Excitantes” que incluiu The Following e The Mindy Project, da Fox, Nashville da ABC, The Newsroom da HBO e Political Animals da USA.

Com informações do TV Line.

As primeiras impressões de ‘Saving Hope’

Data/Hora 19/06/2012, 13:48. Autor
Categorias Opinião, Preview

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A televisão está saturada, isso é um fato verídico. O que mais vemos estrear seja na ‘fall season’ ou ‘summer season’ da vida são séries que nada de novo tem a acrescentar. Infelizmente, Saving Hope entra neste time de séries que não tem nada de novo. O show canadense é um drama médico, estilo que desde ER é o mais típico a se estrear na TV. Conta a história do Dr. Charlie Harris (Michael Shanks), um bem sucedido chefe de cirurgia que namora a também cirurgiã Dra. Alex Reid (Erica Durance). Os dois são felizes até o momento em que Charlie sofre um acidente que o deixa em coma. Mas a trama gira em torno do “além do natural”. A narrativa é poder mostrar Charlie como um espírito que vaga pelo hospital, enquanto seu corpo está lá, parado sem atividade. A premissa é interessante sem dúvida. Mas, como disse, infelizmente hoje vivemos mais do mesmo.

E apesar da narrativa até ser original, muito do que vimos aí é uma repaginação, por exemplo, da já cancelada A Gifted Man e os dramas amorosos não chegam aos pés da imaginação de Shonda Rhimes em Grey’s Anatomy. Ah, e claro, pelos dois primeiros episódios podemos perceber que a série segue a linha “casos da semana” que sempre se identificam com algum drama que o médico esteja vivendo naquele exato momento – fórmula bastante aproveitada em Grey’s, ER entre outros. Mas não vou desmerecer a série por ser mais do mesmo. Uma coisa é fazer mais do mesmo mal feito, outra coisa é fazer com decência.  E talvez este seja o diferencial de Saving Hope. Saber trabalhar bem os casos da semana. Eu particulamente, gostei bastante do drama da grávida do piloto que tem o filho, e logo depois morre, deixando para o pai adolescente a responsabilidade de criar um bebê prematuro, diga-se de passagem. Ou se não, do caso do garotinho que tem câncer e tem diversas paradas cardíacas no segundo episódio e assim, ele consegue ver Charlie no corredor perambulando, que chega a tentar enviar um sinal de que ele pode ver aquilo tudo, e mais do que todos, está sentindo mesmo que espiritualmente toda a situação.

Outro fator que garante uma boa trama em Saving Hope é o elenco. Mas todos eles separados, porque de alguma forma eu ainda não encontrei química entre eles. Mesmo assim, confesso que meu coração dispara toda vez que vejo Erica Durance, que já virou a eterna Lois Lane de Smallville. A atriz esta ótima no papel, se desvincula completamente de outras personagens suas, e tem carregado bastante estes episódios já exibidos. Aliás, seu par na série Michael Shanks é também um velho conhecido dos fãs de Smallville. Ele interpretou na série o Gavião Negro. O ator tem cumprido bem seu papel e consegue ate cativar os telespectadores com seu drama de moribundo. Infelizmente, a química entre ele e Erica ainda não aconteceu – talvez porque os dois tiveram poucas cenas juntos. Quem sabe uma hora ela aparece? Já o ator Daniel Gillies está super a vontade no papel do médico Joel Goran. Velho conhecido dos fãs de The Vampire Diaries, onde interpretou Elijah (espera aí, isso é uma reunião de despejados da CW?), ele pareceu ter se encontrado no papel, e até criou uma química com Alex, apesar de que, no segundo episódio, vemos que ele nada mais é do que o pegador do hospital. Entre outros, temos um time de coadjuvantes que são bem fraquinhos, mas cumprem seu papel. Dentre eles Julia Taylor Ross, Kristopher Turner, K.C. Collins completam o time…

E daí se você me pergunta, vale a pena assistir Saving Hope – uma série com uma história tão saturada? Até que vale. Convenhamos, estamos numa época em que as grandes séries estão de férias, e as opções são mínimas. Para ‘summer season’, a série até cumpre o seu papel. Ela terá poucos episódios, as histórias são centradas, então até compensa acompanhar. Parece que veremos a história de Charlie evoluir, e a luta de Alex para que ele sobreviva a este incidente. Eu só não sei sinceramente o que acontece com a trama da história depois de ele acordar – se ele acordar. Mas as esperanças para ela estão escassas – a audiência não está lá essas coisas. Vamos aguardar e ver o que Saving Hope guarda para nós.

As primeiras impressões de ‘Bunheads’

Data/Hora 19/06/2012, 12:58. Autor
Categorias Preview

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A nova queridinha da ABC Family chegou.

O canal pode até ser conhecida como uma emissora familar, mas duvido muito que um lugar que mostra uma série onde várias adolescentes ficam grávidas o tempo inteiro seja levado a sério como familiar. Até mesmo o grande mistério de “Pirulito Liars“, que se resume à um assassinato, tem que passar por uma discussão se dentes encontrados em uma pulseira são humanos ou animais.

A verdade é que a ABC Family se jogou no meio da família com Switched at Birth, Melissa and Joey e Jane By Design. Ninguém seria melhor para trazer de volta esse sentimento familiar do que a criadora da minha série preferida, atemporal, Gilmore Girls, Amy Sherman Palladino.

Obviamente conferi o Piloto de Bunheads por causa dessa mulher. Sabia que se eu assistisse, não conseguiria parar de comparar a nova série à Gilmore Girls e além de tudo, ver todas as semelhanças que iriam existir (claramente) entre as duas. Amy Sherman é uma vadia que não evolui, mas felizmente, a louca consegue fazer a coisa se tornar bem especial, da mesma forma que aconteceu com Gilmore Girls e ainda conseguiu trazer um toque moderno na nova produção, tirando aquele tijolo de stereo que Fanny tem.

Michelle (Sutton Foster), uma dançarina em Las Vegas se casa com um cara bem mais velho e pra piorar, a safada nem gosta dele. Ele só precisava falar aquelas palavrinhas mágicas na hora certa e ainda comentar sobre a vista lindíssima que seu quarto tem, na cidade litorânea Paradise. Claro que Michelle sofrerá muito nas mãos da sogra, Fanny Flowers, que como ela, é uma dançarina também e tem uma academia de dança na cidadezinha.

Para dizer a verdade, achei o plot inicial um tanto quanto absurdo. Entendo que é Las Vegas e todo mundo se casa no drive-thru, mas gente, Michelle não passa por nenhum momento de hesitação depois de perceber que estava em uma furada. Mas novamente, Hubbell sabia exatamente o que falar (e o que fazer né) para mantê-la por perto.

A personagem principal, Michelle, lembra bastante Lorelai Gilmore. Claro que é uma Lorelai mais apelativa, menos engraçada e bem menos bonita. Acho, porém, que ela consegue segurar a série sozinha, caso o negócio comece a ficar muito ruim. Ah, me esqueci de comentar que Kelly Bishop, a Emily Gilmore também está na série e provavelmente será uma nova mãe para Michelle, principalmente depois daquele momento bem sentimental e verdadeiro que as duas tiveram antes do grande cliffhanger do episódio.

Quando vi, achei que, Amy Sherman tinha pegado pesado logo no Piloto. Não tem como a série sobreviver sem Hubbell, que mesmo sendo bem estranho, é agradável e acabaria fazendo Michelle se apaixonar novamente. Daí me lembrei daquelas cinco ou quatro meninas do Ballet e pensei: é, vai ser uma série sobre adolescente mesmo.

Claramente vão dar MUITA atenção às personagens infantis do negócio, quando na verdade, deveriam se importar mais com os adultos. O trabalho feito pelos roteiristas no Piloto é falho nesse sentido, uma vez que não apresenta bem as pequenas e com a morte de Hubbell, não teria nenhum motivo, além de Fanny, para Michelle ficar em Paradise.

Hubbell claramente foi só o empecilho para juntar Michelle e Fanny. O problema é que não vejo reais ou fortes motivos para ela ficar. Sei que em Las Vegas ela não tem futuro, mas pelo menos é Las Vegas e lá existe uma coisa que eu gosto de chamar de CONTATOS. Em Paradise, Michelle só vai conseguir contatar a menina ‘gorda’ e olha lá.

Os diálogos rápidos e cheios de referências pop vão acontecer loucamente durante toda a série. Isso era uma marca registrada de Gilmore Girls. Duas protagonistas fortes e marcantes também. Mas será que dar MUITA voz para o núcleo adolescente vai levar a série à ruína ou só vai contribuir para aumentar o nível de fofura?

P.S: Para os fãs de Gilmore Girls, os ‘lalalala’ estão de volta! Modernizados, mas de volta!

P.S: As meninas ficaram tão esquecidas no episódio que até agora nem me lembro do nome da menina ‘gorda’ com problemas de autoestima, mas que sabe muito bem fazer estilo livre.

Fox anuncia datas de retornos da próxima temporada


A Fox liberou hoje a grade de sua programação na próxima temporada. E mantendo a tendência, o canal este ano marcou o retorno de suas séries para uma data anterior ao que as maiorias das séries devem retornar – na semana de 24 de setembro. Inclui no pacote: The X Factor, Bones, Glee e a estréia de The Mob Doctor.

A segunda temporada de The X Factor concorrerá diretamente com o terceiro ciclo de The Voice na rival NBC.

E Touch retorna mais cedo do que previsto – em outubro.

Ainda o canal lança a terça feira de comédias com as novatas Ben & Kate e The Mindy Project.

Confira a grade:

Quarta, 12 de setembro.

20 h –  The X Factor (estreia da temporada – parte um)

Quinta, 13 de setembro.

20h –   The X Factor (estreia da temporada – parte dois)

21h –   Glee (estreia da temporada)

Segunda, 17 de setembro

20h – Bones (nova temporada)

21h –  The Mob Doctor (estreia da série)

Terça, 25 de setembro

20h –  New Girl (episódio especial)

20h30 –  Ben and  Kate (estreia da série)

21h30 –  New  Girl (nova temporada)

22h – The Mindy Project (estreia da série)

Sexta, 28 de setembro

20h – Kitchen Nightmares (novos episódios)

21h – Fringe (nova temporada)

Domingo, 30 de setembro

20h –  The Simpsons (nova temporada)

20h30 –  Bob’s Burgers (nova temporada)

21h –  Family Guy (nova temporada)

21h30 –  American Dad (nova temporada)

Terça, 2 de outubro.

20h –  Raising Hope (nova temporada)

Domingo, 7 de outubro

19h – The Cleveland Show (nova temporada)

Sexta, 26 de outubro

20h –  Touch (nova temporada)

Com informações: Deadline

‘Falling Skies’ conquista 4.5 milhões de espectadores na estreia da 2ª temporada

Data/Hora 18/06/2012, 22:04. Autor
Categorias Notícias

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Falling Skies retornou para a 2ª temporada com números de audiência mais baixos que os da premiere e da season finale da 1ª temporada, mas ainda com público respeitável. As duas horas de exibição do seriado no domingo nos Estados Unidos, das 21 horas às 23 horas, tiveram uma média de público em torno de 4.5 milhões de espectadores. Uma queda de 1.5 milhão (ou 24%), se levarmos em consideração o público de 5.9 milhões de espectadores que acompanhou a premiere do ano passado. O remake do seriado Dallas que estreou a 1ª temporada na última quarta-feira, também com duas horas de exibição, atingiu 6.9 milhões de espectadores.

Entre o público adulto de 18 a 49 anos Falling Skies atingiu 1.87 milhão (contra os 2.6 milhões do ano passado) e entre o público adulto de 25 a 54 anos a série conseguiu atrair 2.2 milhões de espectadores.

No domingo, entre às 21 horas e 23 horas, Falling Skies teve uma competição acirrada com a transmissão das finais da NBA. Além disso, no mesmo horário a televisão americana exibiu episódios finais de temporadas de diversas séries como The Killing da AMC, Girls da HBO, The Big C, The Borgias e Nurse Jackie da Showtime e The Client List da Lifetime.

Devido a forte competição que a estreia da 2ª temporada de Falling Skies enfrentou, os números de audiência foram considerados fortes. Segundo o site Deadline é possível que a 3ª temporada da série seja renovada muito rapidamente. A TNT ainda espera que a audiência do seriado cresça para 6 milhões de espectadores.

Falling Skies é exibida pela TNT nos Estados Unidos aos domingos às 21 horas. No Brasil a série estreia dia 22 de junho, às 22 horas na TNT e Space.

Com informações do Hollywood Reporter, EW.com e Deadline.

Continuum – A Stitch in Time e Fast Times

Data/Hora 18/06/2012, 19:25. Autor
Categorias Reviews

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Continuum - A Stitch in Time
Série: Continuum
Episodios: A Stitch in Time e Fast Times
Temporada:
Número dos episódios: 1×01 e 1×02
Data de Exibição no Canadá: 27/05 e 3/06/2012

Já faz um tempo que não faço qualquer tipo de resenha de seriado. Há vários motivos, mas dois são os principais:

  • Falta de alguma série que me tire do chão e vire o meu mundo de cabeça para baixo;
  • Preguiça. De pensar, de correr atrás de informação, de rever episódios, enfim, de parar e fazer um trabalho legal e não apenas colocar impressões genéricas no papel. E tem tanta gente boa fazendo resenha por aí que não dá para simplesmente escrever qualquer coisa (e muito menos copiar a opinião e a pesquisa alheia).

    Mas Continuum mexeu comigo o suficiente para me fazer sentar na frente do computador e escrever alguma coisa. Talvez não seja a melhor série de todos os tempos e nem eu a mais tarimbada das críticas, mas para mim o que importa é que o episódio piloto me empolgou e resolvi dividir essa empolgação com o mundo. Clique aqui para continuar a leitura »

  • Destaques da Semana – Brasil – 18 a 24/6

    Data/Hora 18/06/2012, 00:41. Autor
    Categorias TV Brasil

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    Semana de chegadas e partidas: temos o retorno, após 21 anos!, de Dallas. Mas temos também vários finais de temporada. Siga a coluna diariamente, monte sua grade e não deixe de comentar e ler os comentários. A coluna é só pretexto pros fãs trocarem ideias!

    Segunda, 18/6

    Na Warner Channel, 22h, chega cercada de expectativa o drama Dallas. Com Larry Hagman, Patrick Duffy e Linda Gray retomando os papéis de J.R., Bobby e Sue Ellen Ewing, volta a mais bem sucedida soap do horário nobre americano, reforçada com um elenco de jovens atores, encarregados de perpetuar a disputa pelo poder e os triângulos amorosos da série original.

    CSI - Homecoming
    Na Sony, 21h, chega ao fim a 12ª temporada de CSI – que se não conseguiu estancar a queda da audiência nos EUA, pelo menos trouxe novas perspectivas para o show com a adição de Ted Danson e Elisabeth Shue ao elenco. O episódio, chamado Homecoming, apresenta a atriz Peri Gilpin (Frasier) no papel da esposa de Russell e está cheio de convidados especiais. Mas um nome em especial se destaca, o de Conor O’Farrell, reprisa o papel sub-xerife McKeen, o assassino de Warrick. Surpresa, né? A Sony exibe ainda Grey’s Anatomy (22h, 8×23, leia a review) e o final da quinta temporada de Private Practice (23h). Clique aqui para continuar a leitura »

    As primeiras impressões de ‘Dallas’

    Data/Hora 17/06/2012, 23:49. Autor
    Categorias Preview

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    Não é porque você não viu a Dallas original que iria querer ficar de fora dessa maravilhosa rede de intrigas. Um ‘remake’ que traz para a história da televisão um novo significado para o que seria refazer um show que há muito tempo se foi. Essa foi a impressão que tive dos dois primeiros episódios de Dallas, e vou lhes dizer o porquê.

    Logo na abertura, com o tema antigo da série, já se pode reconhecer que a linhagem texana da história original está garantida. Aos que realmente não conhecem a história dos irmãos Ewing, a nova série da TNT fez um belo trabalho colocando a rixa de volta ao centro da trama. Agora, os primos Christopher e John Ross terão que brigar pela supremacia da fazenda Southfork.

    Para os que viram JR e Bobby duelarem pelas terras da família  por duas décadas, devem ter ficado encantados com os pequenos detalhes como frases, olhares e truques de câmera. Colocar o novo e o velho juntos rendeu à série a força de virar o novo sucesso da televisão. Foi como acordar 20 anos depois, de um sonho movido pelas lembranças. Fico imaginando se pudessem fazer isso com algumas de minhas séries preferidas, mas nem todos têm esse privilégio.

    Se me perguntassem o motivo pelo o qual eu verei Dallas até o dia que ela for cancelada, eu responderia que é porque eu adoro surpresas. Cansada de séries-forma-de-bolo onde os roteiristas precisam apenas se preocuparem em preencher as lacunas, eu diria que este retorno é um prato cheio para quem se interessa por reviravoltas.

    O começo de Dallas me deixou tonta. Não consegui decidir de fato quem é o mocinho, quem é o vilão, ou se em pouco tempo irá surgir um gêmeo malvado primo dos dois protagonistas que irá tomar a terra deles e vender para a Disney. Ah, as possibilidade de uma montanha-russa a cada capitulo me deixa muito feliz. Afinal, isso que é uma novela no melhor estilo folhetim. Espero que a curta temporada costumeira do ‘verão’ não seja ruim para desenvolver tramas bem explicadas.

    A história teve um bom início. O gancho com a Dallas de JR e Bobby não foi forçado, e está recheada de novos mistérios. Logo de cara as perguntas são muitas. Quem seria a mãe de Chris? Quem mandou o e-mail para Elena? Quem é a mexicana que está tentando comprar a fazenda e qual a ligação dela com John Ross? Foram tantas perguntas, tantas situações que a gente acha que vai para um caminho e aí, sem menos, vai para outro, que eu não sabia se ficava confusa ou feliz. Mas confesso que me peguei em alguns momentos desejando o tal gêmeo ou meio-irmão aparecendo!

    Não é coisa fútil. Novelinhas como essa tratam da mais pura natureza humana. Em vários momentos podemos jogar um ‘quem nunca’. Apenas não citarei detalhes dos meus planos malignos, mas quem nunca pensou em tramar uma vingancinha ou outra.

    Acho que estou apaixonada pelo roteirinho sem-vergonhas de Dallas.

    Mas fora o que tem de mais importante, também é necessário falar do elenco. Jesse Metcalfe, Jordana Brewster? Olá, amigos. A nova geração de Dallas promete ser inesquecível. Eles estão super bem em seus papéis, apenas senti falta de um bom trabalho de fono, pois vamos combinar, o que é Dallas sem um belo sotaque texano? Apesar do esforço de alguns dos atores, ninguém ali estava com a malemolência de um cowboy. Mas fora esse pequeno detalhe, acredito que o elenco foi feito sob medida. O Metcalfe tem o jeito doce, forte e turrão do Bobby Ewing, a Jordana tem o ar inocente e decidido que toda heroína deve ter e o Josh Henderson é o cafajestão que todo mundo se apaixona. Está criada a tríade da melhor opereta do verão americano.

    Mas de tudo, não posso deixar de falar da presença da antiga dinastia. Patrick Duffy, Larry Hangman, Linda Gray, todos eles estão melhores do que nunca, dentro da tristeza e malvadeza que faz um belo drama. E o que é bom? Eles agora estão em alta definição!

    Como eu disse. Dallas tem tudo para fazer história novamente. A decisão de fazer uma continuação e não recontar a história foi a mais certa. E o que mais me surpreende é que a série, mesmo sendo uma espécie de “parte 2”, cheia de enredos de novela, ainda assim, me surpreendeu.

    E que venham mais duas décadas.

    Ps. O que foi aquela cena no estádio do Dallas Cowboy?

    Quem ficou curioso e quiser conferir a continuação do grande sucesso dos anos 80, a Warner Brasil vai começar a exibir a série nesta segunda, dia 18, às 22h.

    As primeiras impressões de ‘A Vida de Rafinha Bastos’

    Data/Hora 17/06/2012, 20:01. Autor
    Categorias Opinião, Preview

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    Se teve gente torcendo o nariz pro Saturday Night Live Brasil (e como teve!), este pessoal vai ter que dar o braço a torcer para o piloto de A Vida de Rafinha Bastos, que teve pré-estreia no último sábado, 16 de julho, pelo canal FX. Quem não achou no mínimo bem feito, sinto muito, ou não entendeu a proposta ou realmente não vai com a cara do comediante gaúcho.

    Assim como o SNL importa uma fórmula consagrada, A Vida de Rafinha Bastos se apropria de um formato já clássico da TV americana – colocar um comediante vivendo uma versão fictícia de si mesmo. A primeira imagem da série brasileira, Rafinha fazendo seu stand up com o microfone na mão, já remonta a Seinfeld, a sitcom mais popular da TV mundial. Mas a influência, na verdade, é outra: a nova onda de séries gravada com uma câmera dos canais de TV paga americana, que iniciou em 2000 (lá se vão 12 anos) com Curb Your Enthusiasm, de Larry David, e passa por Fat Actress, The Sarah Silverman Program, Louie e Episodes, entre outras. Rafinha aqui é Rafinha, mas um Rafinha de ficção, e o charme aqui é que o formato é inédito no Brasil – pro telespectador leigo não há nenhum objeto direto de comparação, diferente do Saturday Night Live que apanha pra encontrar seu espaço diante de um público acostumado a programas de esquetes tão distintos como o Comédia MTV e o Zorra Total e as inevitáveis comparações com o seu antecedor no canal, o Pânico na TV. Clique aqui para continuar a leitura »

    “Get off my planet!” – A caça aos alienígenas em ‘Falling Skies’ continua

    Data/Hora 17/06/2012, 13:15. Autor
    Categorias Especiais

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    A batalha está só começando. É o que prometem os trailers da nova temporada de Falling Skies, da TNT. A série é de criação de Robert Rodat e Steven Spielberg e conta com a produção da DreamWorks Television. Após o cancelamento de Terra Nova, Spielberg ficou com suas atenções voltadas para a produção executiva de Falling Skies e os fãs da série devem esperar uma temporada com novos personagens e muita luta, porque a 2nd Mass já mostrou que não vai desistir tão fácil. Mas antes que mais enfrentamentos aconteçam entre humanos e alienígenas todos os fãs querem saber o que aconteceu com Tom Mason (Noah Wyle) depois que ele aceitou o convite para entrar na nave dos alienígenas e dialogar com os inimigos no final da primeira temporada.

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