Teen Wolf — Abomination e Venomous

Data/Hora 28/06/2012, 14:00. Autor
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Série: Teen Wolf
Episódios:Abomination e Venomous
Temporada: 2ª
Número dos Episódios: 2×04 e 2×05
Data de Exibição nos EUA: 18/06/12 e 25/06/2012

Primeiro de tudo, desculpem a demora. Se você assiste Teen Wolf, sabe o drama que foi achar o 2×04 legendado. Passei pela mesma coisa, mas pronto, consegui ver os dois episódios, e a cada dia mais, me surpreendo com o grande avanço que a série teve.

O 2×04 começa com Stiles em uma oficina, esperando seu jipe ser consertado, quando acidentalmente coloca a mão em uma gosma estranha na maçaneta da porta. Começa então, a ficar paralisado, primeiro as mãos, e de repente, não consegue mexer nenhuma parte do corpo. O mesmo acontece com o mecânico, que acaba sendo esmagado pelo jipe.

Enquanto isso, Vovô Argent coloca Allison na parede e à questiona sobre lealdade. O que com certeza vai ser um ponto com muito destaque durante a temporada inteira. Vai existir um momento, que ela vai ter que escolher entre Scott e sua família, e isso já é um fato.

Stiles e Scott descobrem que existe um livro raro que pode desvendar os mistérios do metamorfo, mas ele está com Gerard. Durante um jogo de Lacrosse, Vovô Argent convida Scott para jantar com a família Argent. Scott e Allison, no meio de confusão, conseguem dar uma escapada para procurar o livro, mas descobrem que na verdade ele está em um pen-drive, pendurado na chave do escritório de Gerard. Scott corre para a escola, e quando estava prestes a pegar as chaves, ouve seu “amigo” metamorfo fazendo barulho na piscina.

Antes disso, Stiles estava com as chaves, mas acaba se deparando com Derek e sua lobo-vaca Erica, que estão ali pelo mesmo motivo: Querem saber o que é esse metamorfo. O problema é que a criatura apareceu por lá, e paralisou Erica e Derek. Stiles agarra seu frenemy Derek, mas eles acabam caindo dentro a água. E aquela foi a salvação. O metamorfo odeia água. Foi ai que Scott apareceu e salvou o dia, espantando o bicho com um simples espelho.

Descobrimos então, que o metamorfo se chama Kenema. Só se sabe que nem ele mesmo sabe quem ele é. Se é que isso faz algum sentido.

No final do episódio, vemos que Gerard não tem nada de vovô bonzinho, e sabe exatamente o que Scott é. Enfiou uma adaga no guri, e o deixou sangrando, enquando ameaçava a vida da mãe dele.

No 2×05, Derek e sua pack estão atrás do Kenema. Primeiro eles pegam Jackson e o fazem experimentar do veneno do Kenema, segundo Derek, o veneno da cobra não pode afetar a própria cobra. Jackson fica totalmente paralisado, e é intimado pelo Isaac à voltar a polícia e dizer que ele não viu nenhuma briga entre Isaac e o pai morto. Assim feito, Isaac está livre e volta para a escola. Com essa oportunidade, ele faz Lydia provar do veneno do Kenema. A guria não sente absolutamente nada, e isso basta para Derek pensar que ela é o metamorfo, e eles vão ter que matá-la.

Scott, Stiles e Allison passaram o episódio tentando salvar Lydia das mãos da Derek Pack. Stiles e Allison, super inteligentes, resolveram se trancar na casa do Scott com a companhia de Jackson e Lydia. Jackson estava bastante irritado, pois descobriu que alguém tinha editado duas horas de seu vídeo na lua cheia. Crente que era a Lydia, ele chamou ela pra um canto, e gritou com ela e fez aquele escândalo que ele sempre faz. A guria chorou, e os dois acabaram se beijando. O problema é que na mesma casa, Isaac entrou pelos fundos e tentava atacar Stiles e Allison. Lydia ouviu o barulho e foi ver o que estava acontecendo, enquanto isso, Jackson estava jogado ao chão, se transformando. No Kenema. Isso mesmo, Jackson é o Kenema e Lydia é totalmente imune.

O episódio acaba com um mistério, mas deixa outro no ar. Logo depois de Derek, Scott, e suas packs verem que Lydia não é o metamorfo, o Kenema vai em direção à um carro estacionado no meio da estrada. Quando o Kenema coloca sua “mão” no vidro, a pessoa de dentro do carro faz o mesmo. Depois de o metamorfo observar a pessoa do carro por uns segundos, ele sai correndo, e o carro sai em arrancada pela estrada.

E eu aqui achando que essa temporada ia ser fraca…Teen Wolf conseguiu manter um ótimo ritmo em todos os 5 episódios que fez até agora. E se o próximo episódio for tão bom quanto a promo liberada, a série só tem a ganhar mais, e mais espectadores.

B.J. Novak não é mais regular de ‘The Office’

Data/Hora 28/06/2012, 13:21. Autor
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B.J. Novak, que esteve na série desde o início, não irá participar mais da próxima temporada como regular. Entretanto, ele deve fazer aparições esporádicas, e deve continuar no seu posto de escritor na série quando a nona temporada da comédia retornar em setembro na NBC.

Além disso, já foi confirmado que Mindy Kailing deixará a série para trás para estrelar sua própria série na Fox, The Mindy Project. James Spader também estará fora ano que vem. Em contrapartida, Catherine Tate está se juntando a série como regular.

Paul Lieberstein, que interpreta Toby e serve como o showrunner de The Office showrunner, está deixando a série para se concentrar no spin-off com Rainn Wilson. Greg Daniels vai voltar à série como showrunner, de acordo com TV Guide. Enquanto isso, após muita especulação Ed Helms, Jenna Fischer e John Krasinski estão definidos para retornar para a 9 ª Temporada.

Com informações do Huffington Post.

Rizzoli & Isles – Dirty Little Secret e This Is How a Heart Breaks

Data/Hora 27/06/2012, 23:15. Autor
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Preciso dizer que amei esses dois episódios de Rizzoli & Isles? Definitivamente as duas amigas – SIM, elas voltaram às boas – alegram nossa Summer Season com suas ótimas tiradas, casos redondinhos e corações partidos.

Fico impressionada com a qualidade da série da TNT. Isso porque é muito, mas muito raro o seriado deixar a peteca cair. Os episódios são sempre tensos, dramáticos e divertidos na medida exata, de forma muito balanceada, o que os torna deliciosos de assistir. A dinâmica entre o elenco é perfeita. Angie Harmon e Sasha Alexander funcionam muito bem juntas, e Lorraine Bracco é uma das coadjuvantes mais queridas de todos os tempos. Por isso preciso confessar que torço de montão pela renovação da série. Como a audiência tem sido bacana, acho que a tendência é a renovação, mas meu coração não descansará enquanto não sair o anuncio oficial.

Os casos de Dirty Little Secret e This Is How a Heart Breaks foram instigantes, cativantes. Bem construídos mesmo.

No 2° episódio da temporada, vivemos a tensão de ver Maura e Jane em perigo, caindo nas garras de um professor de yoga mafioso. A tensão que o episódio trouxe, somada ao fato das amigas ainda estarem estremecidas, deu o tom certo para que ficassemos apreensivos por mais de 40 minutos, desejando que as duas ficassem logo à salvo, e de preferência voltassem à ser BFFs. E isso aconteceu, depois de tiroteio, acidente de carro, inundação e “operação improvisada” no meio do nada. Claro, com direito a final fofo, com abraço e confissão de “senti saudade”, tudo sob olhares atentos da “mamãe Angela”.

Para contrabalancear a tensão, presenciávamos a cara de pau do Sr. Rizzoli, que resolveu dar uns pegas numa amiga de Tommy (mui amiga, diga-se de passagem), e queria renegar a ex-mulher e os filhos para poder se casar na igreja com a novinha. Foi engraçado, embora um tantinho triste.

Em This Is How a Heart Breaks as coisas entre Maura e Jane já haviam se normalizado, e isso significou ótimos momentos de parceria entre as amigas. E aMaura rebelde (cavalgar nua em protesto pela redução das verbas da equipe de é a cara dela), pixando com o “cara da ereção” – sério, produção?! Não tinha uma forma mais convencional de descobrirem a vida do bonitão? – foi a cereja do bolo. Ri demais. Mas nem só de momentos divertidos e engraçados viverá o homem, e o retorno de Casey trouxe aquele draminha de amor necessário em todo seriado.

Além disso, o episódio abordou um assunto super atual e importante, que é o problema dos veteranos de guerra que, desestabilizados após presenciar o horror dos conflitos armados. E esse drama, misturado com o controverso e polêmico – embora muito belo – ambiente da arte de rua, rendeu um ótimo e emocionante caso, com um homicídio triplo de dar pena. E como Casey traz as marcas da guerra, acho que esse assunto continuará rendendo. Ponto pra produção, que consegue aprofundar assuntos sem perder a leveza do seriado.

Ah, adorei a aparição do Rondo. Foi muito divertido ver ele e seus informantes dando as pistas pra resolução do caso da forma mais esquisita possível, mas foi bem tocante descobrir um pouco mais sobre o drama do sem-teto.

Enfim, dois episódios bacanas demais, super ilustrativos da qualidade de Rizzoli & Isles, meu passatempo favorito da Summer Season.

True Blood — Whatever I Am, You Made Me

Data/Hora 27/06/2012, 16:57. Autor
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Torresminho de Tara. Quem quer?

Ninguém, óbvio. E nem vai rolar comidinha, uma vez que até Pam sabe quando está na hora de educar direitinho suas crias. Mas verdade seja dita, o plot de Tara se transformando em vampira está começando a ficar interessante, começando pela boca grande da menina, contando praticamente tudo para Alcidão e virando a nova empata-foda da série.

Os flashbacks de Pam ficaram mais bem contextualizados dentro do episódio, mas ainda está precisando de mais emoção, principalmente pela própria Pam, quando não está contando as coisas em off.

Ver o passado de Pam e Eric juntos é delicioso e mal espero pelo momento do reencontro. Só não compreendi bem porque Pam está tão preguiçosa para exercer seus deveres como mamãe orgulhosa, sendo que claramente ela se apaixonou por um Eric bem nobre e justo, frisando a importância que um maker tem sob a sua cria e vice-versa.

O que mais me emociona continua sendo os momentos BFFs entre Eric e Bill. Percebam que até no início Bill nunca entendeu que não teria como ganhar uma luta com o loirão. Bill e Eric, aliás, mostraram que além de serem melhores amigos, ainda possuem o mesmo gosto pelas mulheres. Falando nisso, qual será a verdadeira agenda de SALOMONA, que quer ser amiga de todos, mas sempre está lá com a Pikachu pra fora.

Espero ansiosamente pelo retorno de Russell e o grande combate que irá acontecer entre o Grupo dos Sanguinistas e os Populistas, como a Autoridade. Só espero que não demore muito, pois obviamente, esse é o arco mais promissor desta temporada.

Aparentemente, veremos um grande desenvolvimento em Jason nessa temporada. Por que olha, para ele não aceitar um coito com Jessica é porque o negócio tá complicado mesmo. Em tempos difíceis, só a conversa basta. Ou será que não?

Como se todas as outras tramas aleatórias não fossem o suficiente, vai que aparece o FADO MÁGICO em Bon Temps, deixando Jessica toda excitadinha. Da última vez que alguém que desaparecia no meio do mato apareceu na série era Crystal, e sabemos que as Panteras foi um péssimo plot, com uma terrível condução e conclusão. Espero que não aconteça o mesmo com o novo irmão de Sookie.

Só não entendo a grande barra que Alcidão está passando, quase batendo em Sookie e tudo o mais. Não é como se ele amasse mais a Debbi ou algo do tipo, sem contar que claramente ele acha que seu relacionamento com Sookie é bem diferente do que realmente é.

Sabemos que ela mentiu para você, Alcide, mas você devia correr atrás de um fechamento logo, porque daqui a pouco vovó Loba vai começar a reclamar novamente e perguntar por que ainda não comeu os restos de Marcus.

No geral, o terceiro episódio foi bem mais satisfatório do que os anteriores. Adicionar um novo plot porque perderam um (Terry, viaje com seu amigo e não volte!) é meio desnecessário e isso só faz a trama ficar mais sobrecarregada, e que, diga-se de passagem, está bastante atualmente.

P.S: Ver a bunda do Andy duas vezes em três semanas. WHY TRUE BLOOD, WHY?

P.S: Será que a irmã de Eric, Nora, realmente é contra a coexistência?

P.S: Jason é bom de cama porque a primeira vez dele foi com uma mulher claramente BEM mais experiente. Mistério solucionado.

P.S: Não consigo levar em consideração NADA do que o menino fala. Parece um bebezinho enjoado que claramente não quer tomar banho.

Nathan Lane participará da nova temporada de ‘The Good Wife’

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O canal americano CBS anunciou hoje mais um nome, de peso, para o elenco de The Good Wife. Trata-se do ator Nathan Lane, ganhador de dois Tony Awards e indicado a três Emmy Awards. Ele se junta a Maura Tierney (E.R.), Marc Warren (Band of Brothers) e Kristin Chenoweth (GCB, Glee), novas aquisições da trama que terão papéis de destaque na série na próxima temporada.

Lane será um contador atribuído pelo banco para cortar algumas despesas na Lockhart & Gardner, para salvar a firma de uma eminente crise fiscal. Com isso, acabará se desentendendo com diversos advogados da empresa, incluindo Will e Diana. 

Ainda não foi confirmado o tamanho da participação, mas é esperado que Nathan Lane apareça em múltiplos episódios.

A quarta temporada de The Good Wife retorna em setembro nos EUA. Aqui no Brasil a série é exibida pelo Universal Channel toda terça-feira, às 23h.

Com informações do site TVLine.

‘Men At Work’ é renovada para a segunda temporada

Data/Hora 27/06/2012, 15:14. Autor
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O canal americano TBS renovou o sitcom Men At Work para a segunda temporada. Foram encomendados 10 episódios para o segundo ano da comédia, que deve ir ao ar em 2013.

A série criada por Breckin Meyer (Franklin & Bash), traz no elenco Danny Masterson (That ’70s Show), James Lesure (Las Vegas), Michael Cassidy (The O.C)  e  Adam Busch ( Buffy the Vampire Slayer), no papel de quatro colegas que trabalham juntos em uma revista.

A primeira temporada de Men At Work termina no dia 12 de julho. A série é exibida às quinta-feiras, 22h, no TBS.

Com informações do TvByNumbers.

Falling Skies – Compass

Data/Hora 26/06/2012, 22:18. Autor
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O terceiro episódio da 2ª temporada de Falling Skies começa a dar mais atenção aos personagens. O nome do episódio Compass (Bússula, em Português) podia significar uma nova tomada de direção, o que realmente acontece quando Weaver desiste de levar a 2nd Mass para Catskills e decide viajar com o grupo até Charleston. No entanto, a bússula significa muito mais do que isso. Já no início da 2ª temporada a 2nd Mass perde um dos seus melhores lutadores e Falling Skies um dos seus bons personagens. Jimmy é morto pelos skitters em uma das patrulhas que foram longe demais. Seu melhor amigo Ben segue querendo matar o maior número de skitters possível e esse ódio misturado com irresponsabilidade e ansiedade acaba custando a vida de Jimmy. A preocupação de todos com o comportamento de Ben é evidente, o que faz sentido já que vimos como os alienígenas ainda têm controle sobre ele. Certamente essa situação tende a se desenrolar mais pelo resto da temporada.

Quem sofreu com a morte do garoto foi Weaver, que se aproximou muito de Jimmy na 1ª temporada e lhe deu a bússula que gostaria de ter dado para a sua filha. Jimmy começou a ver em Weaver uma figura de pai e protetor e Weaver a ter um carinho de família que lhe faltava e o tinha transformado no homem duro e sem escrúpulos que conhecemos em alguns momentos da 1ª temporada.

As dúvidas sobre Tom continuam e Weaver se mostra ainda fiel ao amigo, mesmo temendo com o que pode ter acontecido com ele na companhia dos alienígenas. Pope e o seu grupo de selvagens tentam obrigar Tom a deixar a 2nd Mass com medo de que ele possa ser uma bomba relógio. Pope inclusive promete tomar conta dos filhos de Tom, “até do espinhudo”. Mesmo assim Weaver mantém Tom no grupo e faz ele entrar na turma dos batedores para que Pope fique de olho nele e dessa forma não tente mais expulsá-lo. Impagável é a cara de Pope com a notícia, melhor ainda é o grupo dos selvagens obedecendo mais ao Tom que ao Pope.

No entanto, a bússula (de novo) acaba se tornando mais um motivo para uma briga entre Pope e Tom. Weaver chega no limite da tolerância e, como já era de se esperar, o temperamento de Pope faz ele se separar da 2nd Mass já no terceiro episódio. O resto do grupo dos selvagens decide ficar ao lado de Weaver e Tom, mas Anthony acredita que tem uma dívida com Pope por ele ter salvo sua vida e se sente na obrigação de seguir o ex-líder dos batedores. O resto do time dos selvagens fica com a 2nd Mass. Melhor para a turma de Weaver já que o trabalho dos batedores tem sido essencial para a segurança do comboio e principalmente tem sido responsável pelos momentos mais engraçados da série. Mesmo com o afastamento de Pope acredito que os selvagens vão seguir sendo o grupo mais divertido. Agora é esperar para ver em qual momento Pope volta, porque ele sempre volta.

Fugindo um pouco dos desdobramentos internos o grande acontecimento no episódio foi a chegada do avião ao acampamento da 2nd Mass com a piloto misteriosa Avery Churchill. Tom e companhia descobrem que há mais vida humana na terra, inclusive na Europa. Nos Estados Unidos, na cidade de Charleston (Carolina do Sul) foi montada uma nova capital e três mil civis elegeram um governo, formando o Congresso Continental. O objetivo é reunir as milícias que surgiram após a invasão e através de um comando central retomar o planeta.

Weaver inicialmente teme ter mais baixas no seu grupo, que de 300 pessoas já está em 176 sobreviventes. No entanto, a morte de Jimmy o faz mudar de idéia, se juntar às milícias de Charleston, continuar a luta contra os alienígenas e não mais abrigar o grupo em Catskills. A mudança de planos agrada a Tom que havia descordado de Weaver sobre ir para Catskills, segundo ele essa atitude seria o mesmo que mostrar aos alienígenas que a 2nd Mass desistiu.

Tom se mantém bem, nada mais de parasitas em seu corpo, convulsões e coisas do gênero. A saúde é tanta que ele já lascou um beijo na médica, entrou para os selvagens, já chegou mandando no grupo de Pope e conquistando o respeito de seus homens. A chegada de Churchill e seu interesse e conhecimento sobre Tom também intensificam essa visão de que ele é um dos principais líderes da luta contra a ocupação, mesmo Tom insistindo que ele é só um professor de história.

Esse episódio também deixou mais referências nas nossas cabeças. Pela primeira vez temos citações de outros países envolvidos na batalha contra os alienígenas. Além das bandeiras americanas bem evidentes e a escola que serviu de quartel general para a 2nd Mass na 1ª temporada (J. F. Kennedy High School) agora temos uma referência britânica no enredo de Falling Skies. O nome da personagem que aparece como possível salvadora da pátria é Avery Churchill. Sobrenome de peso e significado para os britânicos, Winston Churchill foi primeiro ministro do Reino Unido e ficou famoso por sua atuação durante a Segunda Guerra Mundial. Além disso, Churchill foi o primeiro Cidadão Honorário dos Estados Unidos.

Nem Kennedy, nem Churchill. A 2nd Mass está nas mãos de Weaver, Tom e Ben. São os personagens mais evidentes e que têm ligação direta com o futuro do grupo. Agora, eles seguem com o comboio para outro local, enfrentando o frio, a neve, as doenças, os skitters, mechs e beamers. Precisam curar as feridas da dor pelas pessoas que perderam e seguir em frente. Os alienígenas se mostraram mais recuados, mas quando vieram buscar o corpo de um skitter morto por Ben ficou sacramentado que eles devem revidar.

As primeiras impressões de ‘The Newsroom’

Data/Hora 26/06/2012, 22:07. Autor
Categorias Opinião, Preview

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The Newsroom

Estava tudo lá. Todos os elementos esperados em uma série que leva a assinatura de Aaron Sorkin estavam presentes. Os diálogos rápidos, o tom ácido, a crítica ao patriotismo cego e ao sistema político. Na primeira cena, acompanhamos um debate sobre a política americana onde estava presente o protagonista Will McAvoy, o âncora de um telejornal de uma rede de TV fechada, que tentava a todo tempo se manter neutro nas questões mais polêmicas. Em meio a perguntas e respostas, o mediador aproveita para caracterizar o personagem, explicando que ele é sempre lembrado por não tomar partido. Mas é claro que isso dura pouco.

Ao ser questionado sobre a razão da soberania americana, ele tenta manter a mesma postura indiferente, evitando maiores polêmicas. Mas a “visão” de uma mulher na platéia e a insistência do mediador para que ele saísse da sua zona de conforto o compelem a dizer o que realmente pensa: Os Estados Unidos não é o maior país do mundo. Por longos poucos minutos ele faz um discurso incrível, com argumentos capazes de deixar o mais patriota dos americanos boquiaberto. Chamado de louco, ele atribui o episódio a um remédio para vertigem.

Três semanas após o incidente no debate, voltando ao seu noticiário depois de uma folga, o âncora está de volta a redação do noticiário que lidera. Surpreso, encontra o ambiente praticamente vazio. É aí que recebe a notícia que perdeu a maioria da sua equipe para um novo programa, liderado pelo seu atual produtor executivo. Ao ser questionado, o presidente da emissora informa a Will que ele terá que montar uma nova equipe, e que uma nova produtora executiva já foi contratada. Ao saber quem é a escolhida, ele tem um surto, e se recusa a todo custo a trabalhar ao lado da nova parceira. Sem muita surpresa, somos apresentados à MacKenzie McHale, a mesma mulher que causou o surto de sinceridade a McAvoy no debate. Não é preciso muita informação para que saibamos que eles são velhos conhecidos, tiveram um caso amoroso no passado, mas que não são melhores amigos, muito pelo contrário. Somos levados a entender que ela fez algo de errado, já que é ele que não suporta a presença dela. Enquanto discutem o passado e o futuro, o produtor Jim Harper, que acompanhou Mackenzie na nova empreitada, recebe a notícia de um acidente em um poço de petróleo no Golfo do México. Seguindo seu faro jornalístico (e com bastante sorte, diga-se de passagem), ele percebe que a notícia vai bem além do que se apresenta. Trata-se de um vazamento de óleo de grandes proporções, que viria a ser um dos maiores acidente ambiental da história. Na outra ponta está Don Keefer, o ainda produtor executivo, prestes a deixar o jornal, que preza pela moderação, e acha que ainda é muito cedo pra muito alarde. Somos apresentados ainda a Dev Patel, escritor do blog de Will, e a Maggie (Maggie, Margaret, Maggie) que começa o episódio como estagiária, e termina como Produtora Associada.

The Newsroom

O que vemos a partir daí é o desenrolar da cobertura jornalística. Will decide seguir o faro de Harper, e as discussões de quem está certo e quem está errado dá lugar a uma incessante busca por fontes, notícias, entrevistas e depoimentos. Como não podia deixar de ser, a parceria entre Will e Mackenzie se revela um sucesso. A notícia que a princípio se tratava de uma pequena nota se transforma em um grande furo de reportagem. Por fim, os protagonistas percebem que juntos podem realmente fazer um trabalho de qualidade, se deixarem de lado as diferenças do passado, coisa que sabemos que não vai ser fácil.

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Mas não posso deixar de falar dos defeitos. O episódio trouxe alguns clichês desnecessários, como o diálogo em que Mackenzie diz que Will não se lembraria da noite em que conheceu seus pais, e ele narra com detalhes o acontecimento. Ou a cena em que ela tenta revelar ao âncora que ele não teve uma alucinação quando a viu na platéia do debate, e a porta do elevador fecha sem que ela consiga dizer a verdade (por que ela estava carregando aqueles papéis três semanas depois do fato?). Outras coisas acabaram ficando bregas, como a trilha extremamente melancólica no final do discurso de Will no debate. Mas essas coisas não chegam a atrapalhar o episódio. São 72 minutos que passam despercebidos diante de tanta genialidade. Os diálogos são impecáveis. Os atores estão no tom exato (talvez a minha dúvida em relação a isso tenha sido a Emily Mortimer, como Mackenzie). A produção é de um capricho poucas vezes visto na TV. Tenho certeza que a série chegará ao final do ano como um dos grandes destaques. O único problema é que a temporada terá apenas 10 episódios.

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Observação: achei o piloto muito parecido com o episódio de estréia de outra série do Sorkin, Studio 60 on the Sunset Strip. Também em Studio 60, um ex-casal é obrigado a passar por cima de suas diferenças para trabalharem juntos novamente. Nas duas séries, um programa de TV sofre baixas na equipe e precisa recomeçar com um novo grupo. Mas o que mais me chamou atenção foi o sistema que sinaliza a importância da notícia em The Newsroom, que trouxe ao episódio a mesma tensão que o relógio trazia em Studio 60. Não acho que isso seja um defeito, muito pelo contrário. O roteirista nunca escondeu o descontentamento por não ter podido terminar de contar a história que tanto queria naquela época. Vamos torcer pra que desta vez, ela tenha tempo de sobra pra dizer o que tem vontade.

‘Breaking Bad’ pega fogo na quinta temporada

Data/Hora 26/06/2012, 19:56. Autor
Categorias Notícias

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A quinta temporada de Breaking Bad começa no dia 15 de julho e a AMC divulgou hoje um vídeo promocional que vai fazer os fãs da série desejarem que esse mês acabe logo.

Confira:

Oitava temporada de ‘Dexter’ deve ser a última, diz produtora

Data/Hora 26/06/2012, 19:38. Autor
Categorias Notícias

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A produtora executiva de Dexter, Sara Colleton, confirmou em entrevista a TV Guide que a oitava temporada de Dexter será a última da série.

Quando o seriado da Showtime foi renovado no meio da sexta temporada para mais dois anos se especulou que Dexter terminaria na oitava temporada. No entanto, o presidente da Showtime David Nevins deixou as opções abertas, mas afirmou ao site Deadline.com que a série poderia sim estar se encaminhando para um final. “Eu não vou dizer que isso é o fim, mas é o cenário mais provável”, afirmou Nevins.

Agora, antes da estreia da sétima temporada nos Estados Unidos, Colleton confirmou que Dexter se encerra em definitivo após o oitavo ano. “Nós queríamos terminar este ano, mas a Showtime nos convenceu de que seria melhor um encerramento com mais duas temporadas. Nós temos trabalhado sabendo que estamos indo para o final. O próximo ano será definitivamente o último ano de Dexter”, disse Colleton.

A série Weeds, também da Showtime, assim como Dexter será encerrada após a oitava temporada.

Dexter já teve sua sexta temporada exibida no Brasil pelo canal FX. Nos EUA a série retorna no dia 30 de setembro.

Com informações da Huffingtonpost.

‘The Good Wife’ escala Kristin Chenoweth

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A premiada atriz e cantora Kristin Chenoweth está escalada para a próxima temporada de The Good Wife. Ela fará aparições na série começando pelo episódio de estreia em setembro.

A atriz interpretará uma repórter de polícia que quer saber o que está acontecendo nos bastidores da campanha de Florrick, assim como em seu casamento.

Kristin Chenoweth, 43 anos,  participou de Glee e recebeu um Emmy por seu papel na dramédia Pushing Daises. Recentemente, estrelou a já cancelada GCB. Ela é conhecida no teatro por seu papel como Glinda na peça Wicked.

Essa semana, a série anunciou a participação de mais dois atores: Maura Tierney, ex-E.R. e Marc Warren, de Band of Brothers.

A quarta temporada de The Good Wife retorna em setembro nos EUA. Aqui no Brasil a série é exibida pelo Universal Channel toda terça-feira, às 23h.

Com informações da CBS.

‘Grey’s Anatomy’ – finais de temporada que marcam

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O chocante episódio final da oitava temporada de Grey’s Anatomy (Flight, exibido em maio nos EUA e esta semana no Brasil, pela Sony) provocou intenso debate na Internet entre os fãs da série. Foi ou não um bom episódio? Todo final de temporada pra ser bom precisa ser trágico? É realmente preciso matar os protagonistas da série pra emocionar o telespectador?

Para organizar estas questões, o TeleSéries reuniu oito colaboradores (Anderson Narciso, Dierli Santos, José Antonio Picelli, Marco C. Pontes, Mariela Assmann, Paulo Serpa Antunes, Simone Miletic e Tiago Oliva) para relembrar todos os finais de temporada de Grey’s Anatomy e eleger os melhores. Todos deram notas de 1 (mínimo) a 5 (máximo) para os episódios. Depois, cada um escreveu sobre um episódio da série. A conclusão é que o fã de Grey’s Anatomy não rejeita um bom drama e season finale bom tem que fazer chorar.

Confira abaixo como ficou o nosso ranking de episódios (do melhor para o pior).

6ª temporada: Sanctuary e Death and All His Friends (6×23 e 6×24)
Nota: 4,63

Grey’s Anatomy – Sanctuary e Death and All His Friends
Quando o vídeo promocional de Grey’s Anatomy anuncia um “two hour event” (evento de duas horas), uma coisa é certa: vem algo marcante por aí. E com Sanctuary/Death and All His Friends não foi diferente. Com um atirador descontrolado no Seattle Grace Mercy West Hospital, Derek declara estado de segurança máxima no prédio. Ninguém pode entrar ou sair do local. O motivo? Um viúvo cuja esposa falecera sob os cuidados do neuro-cirurgião. Inconformado com a morte de sua amada, o sujeito decide matar todos aqueles médicos que, segundo ele, se acham deuses capazes de tirar a vida de seus pacientes. Tal inconformação é vista como um reflexo da cólera, a segunda fase dos cinco estágios do luto, que, curiosamente, serviram tema para o início da temporada. Mas o eco da premiere nesse episódio duplo não é o que faz dessa uma finale marcante. O caos instaurado no hospital somado a um clima de tensão extrema, com um toque de incerteza sobre o futuro dos personagens principais, fez com que o término do sexto ano fosse tão marcante para os fãs da série quanto para os reféns do hospital. Afinal, existe alguém que não se emocione ao relembrar o momento em que Bailey deixa o desespero tomar conta de si quando percebe que os elevadores do hospital estão desligados? (José Antonio Picelli) Clique aqui para continuar a leitura »

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