Rookie Blue – Girls’ Night Out

Data/Hora 01/07/2012, 23:10. Autor
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Depois de 3 longas semanas de hiato, Rookie Blue está de volta. E o melhor, renovadinha pra 4ª temporada. Obrigada, ABC. Estamos contentes de poder acompanhar nossos novatos favoritos em mais uma temporada. Outra boa notícia? Girls’ Night Out foi um episódio bem legal, que deu continuidade às tramas centrais dessa 3ª temporada.

Mas antes de falar das tramas, preciso confessar que a ressaca de Gail e Andy me divertiu demais. O que foi a Gail atirada no banco de trás do carro do Diaz, totalmente acabada? Ri muito.

Epstein está afastado de seu trabalho, e isso mexe muito com o policial. Sue bem que está tentando auxiliar o namorado, mas ele não quer fazer terapia, pois acha que isso não o auxiliará. Então Dov resolveu fazer as coisas do seu jeito torto, e comeceu deixando um saco de mantimentos na porta da família do rapaz que matou. Sério, Dov? Bom, é óbvio que o gesto de “caridade” não resolveria as coisas, e Epstein acabou se encontrando com a irmã do menino, dizendo que faria o que fosse preciso para superar a situação. A garota exigiu saber o que havia acontecido, detalhadamente (até me lembrei – bem de leve – da Teddy “torturando a Yang, em Grey’s Anatomy). Obviamente, foi muita pressão para Dov, que acabou sendo um pouco rude com a garota. Totalmente compreensível a falta de tato, mas o fato é que Dov precisa, urgentemente, amadurecer. Ele é o novato que menos progrediu, apesar de eu achar ele um ótimo personagem.

Nash progrediu. Começou colocando tudo a perder, contaminando a cena de um homicídio. Mas, com o apoio dos amigos e, principalmente, superando o ciuminho bobo de Jerry (que não combina com o bom, e experiente, detetive que é), ela conseguiu dar a volta por cima e amarrar todas as pontas soltas do assassinato do bonitinho envolvido com tráfico de drogas. Mas um bom caso, à propósito. Não deixo ninguém sem respirar, nem levou as fãs mais sensíveis às lágrimas, mas foi bem bolado.

Chris mostrou, mais uma vez, que tem um coração enorme, do tamanho de um caminhão, e ajudou Gail, respondendo elogiosamente à pergunta da loira sobre sua personalidade. Coitadinho. Não sabia que isso seria usado “contra” ele, já que Gail usou as palavras de Diaz para abrir a guarda para Collins. Que dó, que dó, que dó! A carinha dele de cão abandonado, no final do episódio, após ouvir os “apaixonados” combinando o jantar foi de cortar o coração. Acho que ele tinha gostado – um pouco demais – da reaproximação da sarcástica “amiga para sempre”.

E já que citei Nick, devo dizer que ele é o novato mais experiente da televisão americana. Mas essa personalidade “militar” dele pode acabar colocando-o em apuros, já que ele ainda pensa e age como militar, e não como policial. Isso pode tanto ajudá-lo como prejudicá-lo, como ficou bem explícito no episódio da perseguição e dos tiros nos pneus dos carros.

A má notícia é que vimos pouco de Sandy no episódio. Nosso casal fofinho – e caliente – continua junto, mas não vimos muitos momentos casal na telinha. Mas foi bacana ver Sam seguindo os conselhos de Andy e tentando ser menos controlador, ao mesmo tempo que ela reconhecia ser legítima a preocupação dele em evitar perigos aos novatos, afinal, eles fazem muiiiiita droga, pra não usar umapalavra pior.

Ah, e guardei a cereja do bolo para o final: Nash não falou de Leo no episódio! Será que os roteiristas reconheceram que ela pode ser desvinculada do papel mãe, eventualmente? Torço para que sim.

Até semana que vem, pessoas. Porque graças aos céus acabou a NBA.

 

 

 

Canceladas, mas não esquecidas

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Ser fã de séries de TV e estar sempre pronto pra se despedir. Todo ano pelo menos alguma série veterana, que há anos faz parte de nossas vidas, termina e deixa um rombo em nossos corações e grades de programação. E tem aquelas que chegam e vão embora rapidamente, sem fazer sucesso, mas permanecem no ar tempo suficiente pra plantar a sementinha de saudades. A temporada 2011-2012 chegou ao fim e agora é hora de lembrar o que ficará para trás. Convidamos 10 colaboradores do TeleSéries pra escrever sobre um show do qual sentirá falta. O resultado é um mosaico que vai do drama teen One Tree Hill (com suas nove temporadas!) até a curtíssima I Hate My Teenage Daughter (apenas sete episódios exibidos até o cancelamento). Confira a lista e relembre conosco as séries das quais você sentirá saudades. Clique aqui para continuar a leitura »

Confira o poster da quinta temporada de ‘Fringe’

Data/Hora 01/07/2012, 20:48. Autor
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A quinta, e última, temporada de Fringe começa só em setembro, mas tem muita gente curiosa para saber qual será o desfecho da série de ficção científica de J. J. Abrams.

O site do Entertainment Weekly postou hoje o primeiro cartaz oficial da série e mostra que os Observadores podem ocupar o centro da trama.

Para quem gosta de spoilers, a série vai participar, no dia 15 de julho, de um painel na Comic Con de San Diego, nos Estados Unidos, onde reunirá parte do elenco e os produtores executivos para falar das novidades do seriado.

Fringe voltara em setembro com 13 episódios, depois de um longo drama para a sua renovação.

 

 

Dallas – The Last Hurrah

Data/Hora 01/07/2012, 12:26. Autor
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O último churrasco de Southfork foi menos animado que uma festa corporativa de final de ano. Talvez seja a sede de poder que toma conta de mim quando vejo a série. Sempre espero espetáculos, e o que se viu em The Last Hurrah foi apenas um ensaio do que estar por vir. Claro, se acontecer.

O impacto da volta de Dallas começa a se enfraquecer. Agora a série precisa provar que é deliciosamente capaz de se sustentar sozinha, bebendo a glória do passado em pequenas doses para não se embriagar. Aí é que está o desafio.

A venda da fazenda, por exemplo, não me causa tanto impacto. Se Southfork deixar de pertencer ao Bobby, J.R. perderia o interesse na propriedade? Claro que não. Bobby apenas deixaria de ser o alvo das malvadezas do senhor Sobrancelhas. Esse jogo de intrigar ficaria mais divertido se fosse tocado pela nova geração. Até porque sabemos que os dois irmãos não saíram mais na porrada pelas terras da Mama  Ewing. E para falar a verdade, Bobby não tem interesse algum nisso. Talvez porque ele ainda não se deu conta de que o perigo agora tem mais de 70 anos de experiência.

O que prendeu um pouco a minha atenção nesse episódio não foi a manjada trama familiar, e sim, o drama amoroso de Rebecca e as chantagens de John Ross.

O certo é que ninguém é bom ou mal em Dallas (ou em qualquer outro lugar do planeta). O que move o ser humano são suas metas e seu nível de moral. Ah, o maquiavelismo dessa série chega ao ponto de você começar a torcer pelo “vilão”, pois entende o porquê de sua crueldade.

Com John Ross, sinto-me compelida aos seus encantos. É bem verdade que a megalomania petrolífica do garotão é desmedida, mas fazer o quê? Se ele quer ser um barão do petróleo, ele tem todo o direito do mundo, não acham? Se ele quer todas as terras do Texas, a terra da Mama Ewing e as mulheres do mundo todo… que mal tem nisso? John Ross pode. Nem que para isso ele precise chantagear Rebecca e mandar dar “cabo” de um pessoa ou outra.

Aliás, acredito que em algum ponto dessa história o ‘bad boy’ mostrar que também tem coração.

Mas para isso, ele precisa sentir o terreno primeiro. Por que não contar para Elena que Rebecca mandou o e-mail para Chris? Porque isso faria os dois de vítima, mesmo John não tendo participação nisso, ele não se daria bem. Mas aos poucos ele vai envolvendo Elena, nem que seja apenas como sua parceira de negócios. Afinal, é melhor ter a moça no radar do que não tê-la de nenhum modo.

Chris Ewing já pensa diferente. Confuso entre o amor de sua esposa e de sua namoradinha de infância. O homem toma uma decisão extrema. Magoar Elena no seu ponto mais fraco. A cena final foi um soco no estômago da personagem e de todos nós que assistimos toda a cena. Não duvidei em nenhum momento que aquilo era uma manobra para afastar Elena da vida do Chris. A crueldade dos Ewing ainda não o contaminou daquela maneira. Não chamo isso de um ato corajoso, e sim, a saída mais fácil. Provocar a raiva em quem você para evitar uma tragédia maior é mais comum do que pensamos. Bom, às vezes a tragédia poderia ser um solução melhor. Se é que alguém me entende.

Mas a história do quarteto não para por aí. O show todo volta-se para Rebecca. Que no meu ver, não é de todo mal. Entrou numa história e se apaixonou por sua “vítima”. Será que ela vai contar tudo para o marido? Saberemos apenas no próximo capítulo.

Mas enquanto o churrasco tomava conta de Southfork, convidados bebiam e dançavam o melhor do country, a cobra sobrancelhuda se movia em caminhos misteriosos. Não só quer que o mundo se exploda, como também quer manipular toda a história. John Ross, seu filho, a ex-mulher Sue Ellen, Elena, Marta, quem estiver por perto. Assim que é o J.R., age sozinho e de maneira mais egoísta possível.

Fico pensando se isso seria o último desejo do velhinho. Porque, sabe como é, nessa idade, o veneno consome o corpo todo, e o fim já está próximo…

The Last Hurrah foi isso. Um episódio morno, apenas isso. O último grito para o passado. Agora vamos esperar que o presente reine.

Pretty Little Liars – Kingdom of the Blind e Birds of a Feather

Data/Hora 30/06/2012, 22:41. Autor
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Nome: Pretty Little Liars
Episódios:  Kingdom of the Blind e Birds of a Feather
Temporada:
Números dos Episódios: 03×03 e 03×04
Datas de Exibição nos EUA: 19/06/2012 e 26/06/2012

E a cada episódio, a terceira temporada de Pretty Little Liars sobe nos conceito dos espectadores. Esses quatro primeiros episódios já renderam mais revelações do que a segunda temporada quase inteira e, convenhamos, a relevância das novas informações é praticamente incomparável, e esses dois últimos episódios foram um prato cheio delas.

Kingdom of the Blind e Birds of Feather serviram para confirmar a desconfiança do grande público – e minha, em particular – em Melissa. A irmã má de Spencer não só perdeu o bebê muito tempo antes do divulgado como pode ter mentido sobre a paternidade da criança. No caso, o pai do ‘evil baby’ que ela carregava pode ser Garrett, o que explicaria completamente a súbita vontade da mãe dela em defendê-lo das acusações da morte de Maya e Alison. Para completar, Melissa era o Cisne Negro no baile de máscaras. Mas eu não comprei a história de que ela foi chantageada para usar aquela fantasia. Agora, todos os suspeitos de estarem envolvidos no Team A estão surgindo sendo chantageados ou mentido para se proteger de alguma coisa, e vindo de Pretty Little Liars, isso só pode ser uma forma de tirar a nossa atenção do que realmente está acontecendo.

Jenna é mais um exemplo de pessoa suspeita que diz estar mentindo por causa de proteção. Até porque, se A tem olhos em todos os lugares, qual era a razão dela estar dirigindo em plena luz do dia? Jenna não é do tipo que simplesmente é ameaçada e não faz nada. Mesmo depois de ter ficado cega, ela continuou mal caráter.

Mona está se revelando o destaque principal da temporada. Depois de falar coisas no mínimo suspeitas para Hanna em Blood Is the New Black, 03×02, ela desatou a falar as coisas normais da antiga Mona. Mas o ataque de gritos que ela teve depois da provocação de Caleb foi de dar, no mínimo, um susto. Ataque esse, que a deixou sem direito a visitas. Mas eis a questão que ficou no ar no final do último episódio: A já conhecida pessoa da luva preta apareceu mexendo no site de Radley e mudando o status de visitas de Mona no final de Birds of Feather. Seria uma pessoa que não tem nada com o hospital psiquiátrico usando habilidades de hacker ou será que Wren, o médico do sotaque fofo, que está supervisionando o tratamento de Mona e é ex-noivo de Melissa, ex-caso de Spencer, o médico que cuidou de Emily quando ela ficou doente – por causa de A – e de Toby quando ele sofreu um acidente – também por causa de A – está mais envolvido no Team A do que só diz a aparência?  Foi coincidência ou não o fato da mãe de Caleb ter sofrido um acidente em Montecito justo depois que Wren conversou com ele em Radley?

Falando em Caleb, ele e Hanna protagonizaram o primeiro momento “segurem os lencinhos” da temporada. Para variar, por causa das ameaças de A. Assim, alguém diz para essa pessoA, ou para esse grupo de pessoAs que já está ficando chato assistir términos de relacionamento das liars por causa do “posso colocar seu namorado em risco”. Primeiro Spencer e Toby, agora Hanna e Caleb… E mais uma vez, Wren aparece na história, completamente solícito a Hanna justo agora que ela terminou o relacionamento. Aí tem coisa, produção!

Como se não bastasse ter matado a coitada da Maya e deixado Emily num luto desesperador, que, graças a Deus, passou. Emily não é mais a mosca morta que vive choramingando pelos cantos. Ela resolveu acordar para a vida e se  movimentar um pouco mais. É claro, ela ainda sente a falta de Maya. Mas pelo menos agora não fica bêbada até esquecer os acontecimentos de uma noite inteira. Virou menina responsável e até arrumou um emprego. Inclusive, fez até uma amizade nova, Nate, um primo de Maya… que não me passou a mínima confiança, só para constar.

Ezra e Aria ficaram meio apagadinhos nesses dois episódios. Os destaques deles foram individuais, como Ezra mentindo para proteger Emili e Ella – seria uma forma de unir o útil ao agradável e ganhar pontos com a namorada e a sogra? – e Aria tentando arrumar um namorado para mãe pela internet – atitude deplorável, convenhamos. Pelo menos serviu para Ella se aproximar de Ashley, uma amiga divorciada no meio de tantas casadas em Rosewood.

E, como quem é vivo sempre aparece, além de Melissa, Jason e Wilden também resolveram dar as caras de novo pelas bandas de Rosewood. Jason já chegou fazendo alarde, perguntando por que a mãe de Spencer está defendendo Garrett no tribunal, o que todos querem saber. Além disso, ofereceu uma super recompensa para quem desse informações sobre os restos mortais de Alison, e mesmo dizendo para Spencer que havia desistido disso, preencheu um cheque de 50 mil dólares e foi encontrar alguém. A pessoa quando é rica, é outra coisa. Vai lá, ter 50 mil dólares na conta para cobrir o cheque! Wilden também chegou gerando discórdia, como sempre. Primeiro, ignorou completamente a ordem de Mona não ter visitantes e passou horas interrogando-a. Depois, fez mais uma de suas perguntas super suspeitas a Spencer, e foi embora. Detetivezinho chato esse.

PS: As pessoas próximas das liars resolveram adotar uma frase de efeito: “Nada de segredos”. Ai, se eles soubessem que aquilo foi só o início…

Saving Hope – The Flight

Data/Hora 30/06/2012, 18:26. Autor
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Saving Hope retornou esta semana aos mesmos pés dos episódios passados. Tudo bem, eu confesso, esta mesmice enjoa, mas olha os médicos do Hope Zion já me cativaram, infelizmente. Não vou reclamar caso a série seja cancelada, mas confesso que, ela serve para tapar o buraco muito bem da temporada do meio do ano.

Para variar um pouco o ambiente, entretanto, tivemos uma festinha de aniversário para o neurologista, o Dr. Shahir. E mais alguém ficou surpreso em descobrir que ele é gay? Nem desconfiava… Enfim, o namorado do médico monta uma festa bem ‘drag’ para ele, em que todos do hospital estão convidados. Lá, temos algumas situações paralelas e sem graça, como Maggie e seus dois amores. Para mim, tanto faz, ela continua uma chata sem sal. Ela podia se juntar com o Dr. Gavin e viverem no feliz mundo da chatice, deixando Goran brilhar sozinho na série.

Enquanto isso no Zion, temos novamente como base dois pacientes que dividem a cena. No mesmo esquema, um interage com Charlie e outro com Alex. Um deles, é um jogador de hóquei que chega ao hospital por causa de umas costelas, mas acaba descobrindo, que devido a várias lesões, ele desenvolveu aneurismas que podem estourar a qualquer minuto. Ele enfrenta a opinião da médica, que tem a difícil missão de convencer um paciente a abandonar a sua carreira de esportista em prol da sua saúde. O paciente, inclusive, repudia a ideia, desmerecendo a médica e sua esposa – apenas para levar um sermão de Alex que diz que sorte é a dele de ter alguém acordado o apoiando! Hum…paciente que reflete na vida do médico, acontece nas melhores séries médicas!

Mas o grande caso da semana ficou com Eddie, um gangster que chega ao hospital baleado. Digo que, até agora, a história dele foi a mais legal, rendendo até outras histórias. Ele chega a “morrer” na cirurgia, e encontra Charlie, mas devido a não aceitação do paciente, ele retorna para o corpo e vive. Depois de um tempo, ele entra em coma, e aí sim, temos a dinâmica moribundo – paciente. Eddie passa o episódio inteiro inconformado por estar ali, e querendo se vingar do outro gangster que fez isso com ele.

Aliás, a vingança não demora tanto, já que seus amigos resolvem travar um tiroteio dentro do hospital com a outra gang (Shonda Rhimes, é você?). Uma das balas atinge uma paciente aleatória, causando para Goran um desafio de fazer uma cirurgia arriscada. Ele até convence o marido e a paciente a fazerem, mas na hora H ele volta atrás. Ele prefere que a mulher passe mais tempo com o marido – já que era de alto risco o procedimento. E Goran mais uma vez se mostra o melhor personagem da série. Nem tudo é cortar, ele reflete e ainda completa – “Era o que Charlie faria”.

Enquanto isso, na sua luta por tentar voltar, Eddie acaba convencendo Charlie de que ele não está lutando para voltar – já que ele tem pneumonia e o risco de morte aumenta ainda mais. Charlie discorda, claro, mas depois que vê que Eddie acorda do coma ele começa a suspeitar de que talvez, ele esteja mesmo desistindo. E olha, eu tenho de concordar. Ele é muito tranquilo para quem ta ali, quase morrendo. Ele aparenta um estado de aceitação, e isso me incomodou desde o primeiro episódio. Não sei se é porque ele é medico, mas mesmo assim não é uma atitude normal.

Mas o melhor de Saving Hope continua sendo os flashs dos finais de seus episódios. Charlie e Alex tem uma química do caramba. E ela o questionando se eles não fosse médico, será que eles estariam para ele, foi uma prova de amor do cara… E ele a amolece contando pequenos detalhes que ele nota nela, como ela franzir a testa antes de acordar. Ele prova que olha para ela além da grande médica. E assim, minha torcida aumenta mais para ele acordar logo, e eles poderem ficar juntos…

A péssima noticia? A audiência caiu ainda mais esta semana. E conhecendo a NBC, é quase certo que ela vai passar o facão logo, logo. Como será que esta história vai se desenrolar ? Charlie vai acordar, e Alex vai poder viver a vida com seu amado? Semana que vem tem mais…

PS: Este episódio teve quase nenhum reflexo da luz azul. Todos comemoram!

‘Apartment 23’: Ray Ford entra para o elenco regular da série

Data/Hora 30/06/2012, 17:21. Autor
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Ótima notícia para os fãs de Don’t Trust the B—- in Apartment 23 e do personagem Luther, o hilário assistente do James Van Der Beek. Ray Ford, o intérprete do personagem, foi promovido ao elenco regular da série para a segunda temporada.

Apartment 23 teve uma primeira temporada com sete episódios exibidos durante a midseason e retornará para uma segunda temporada na fall season. No Brasil, a série será exibida pela Fox e tem estreia prevista para outubro.

Com informações do The Hollywood Reporter.

Elizabeth Mitchell, de ‘Lost’, entra para o elenco de ‘Revolution’

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Elizabeth Mitchell acaba de ser anunciada para um papel regular em Revolution, nova série da NBC produzida por JJ Abrams. Mitchell interpretará Rachel Matheson, a mãe de Charlie (Tracy Spiridakos) e Danny (Graham Rogers), que aparecerá em uma série de flashbacks.

A atriz trabalhou com JJ Abrams em Lost e, mais recentemente, fez parte do elenco da série de sci fi V.

Outra novidade recente no elenco da série é Daniella Alonso, ex-One Tree Hill e Friday Night Lights, que foi anunciada ontem. Revolution é um drama que se passa em um futuro devastado pela falta de energia. A série segue um grupo de sobreviventes 15 anos depois da catástrofe tentando escapar de uma milícia que agora controla a América do Norte. A série estreia no dia 17 de setembro. No Brasil ainda não há previsão.

Com informações do The Hollywood Reporter.

Os Seriadores – A grande liga de super-heróis da TV

Data/Hora 29/06/2012, 23:49. Autor
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Tudo estava tranquilo em Seriadosville, até um vírus alienígena atacar as vaquinhas do local e a população começar a virar zumbi. Uma Liga de Super-Heróis da TV resolveu agir para garantir a paz mundial e salvar todas as mocinhas e mocinhos da cidade.

Confira a Liga dos Seriadores – os super poderosos mais queridos da televisão.

 

Passa lá na nossa página no Facebook e tenta adivinha quem mais está nesta Super Liga!

Colaboração de Anderson Narciso, Diego Rodrigues, Maria Clara Lima, Mário Madureira e Mica.
Produção de Maria Clara Lima.

Continuum – A Test of Time

Data/Hora 29/06/2012, 23:02. Autor
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Série: Continuum
Episodio: A Test of Time
Temporada: 1ª
Nº dos episódios: 1×05
Data de Exibição no Canadá: 24/06/2012

Esse foi sem dúvida o melhor episódio de Continuum até agora. E cada vez eu gosto mais das visões do futuro. O roteiro tem tomado bastante cuidado para nos ligar com os eventos de 2077 e com a vida de Kiera por lá. Não é como se ela tivesse caído em 2012 e nunca mais fosse voltar. A personagem anseia pelo retorno e os flashfowards, além de nos dar vislumbres de como será a vida daqui a 65 anos, tem mantido viva esta outra realidade de Kiera. Se não tivéssemos ligação com sua outra vida, não daríamos a mínima para o seu retorno, torceríamos para que ela simplesmente se adaptasse no presente e pronto. Mas não, com essas doses homeopáticas de seu dia a dia (e nem sempre de forma cronológica), temos a oportunidade de ver que ela realmente ama o marido, quais as escolhas que fez na vida, o que a levou a se tornar uma Protetora, qual a sua posição diante do mundo etc, e, por conseqüência, podemos escolher se queremos que ela volte ou não. Qualquer decisão que nós, como fãs, tomarmos, será embasada em fatos concretos e não na visualização de apenas um lado da história.

Mas deixando isso de lado – porque eu me empolgo, sou pró-retorno, quero muito ver Kiera novamente em 2077 um dia – o episódio tratou de testar teorias. Estão interligadas as linhas temporais dos viajantes do tempo ou não? Se matarem algum antepassado aqui em 2012 a pessoa deixará de existir em 2077? E mais importante, os atos de agora influenciarão o futuro ou independente do que conseguirem no passado, aquela linha temporal sempre estará marcada pelo domínio das Corporações?

Kagame anunciou no episódio passado que eles entrariam em guerra, mas agora explicou melhor suas intenções. Segundo ele, não adianta o uso da força sem estratégia, não é assim que eles conseguirão impedir a mudança governamental. O problema é que sua guerra psicológica vai de encontro aos métodos agressivos de Travis, que é o típico homem de ação. E Kagame sutilmente repreendeu o seu segundo em comando ao dizer que ele fez o que precisava ser feito na ausência de Kagame…mesmo que tenham ficado com alguns homens a menos no grupo. Para bom entendedor…

Mas esta continua sendo uma guerra e, ainda que estejam dispostos a travá-la mais com a cabeça do que com os músculos (ou armas), é impossível não sujar as mãos. Algumas baixas ocorrerão, então, por que não unir o útil ao agradável? Ninguém sabe até onde esta linha temporal está interligada com o futuro que eles conhecem e a melhor forma de tirar a prova e ainda se livrar da Protetora é realmente marcar como alvo os antepassados de Kiera.

É claro que as coisas não saíram exatamente como eles esperavam. Kagame acabou frente a frente com a mãe grávida dele mesmo, Kiera conheceu a avó ainda adolescente (e particularmente problemática) e acabou tendo uma grande influência no futuro da avó, e Kellog, coitado, foi o que realmente saiu perdendo na história. Qual será o seu papel agora que o Liber8 não quer mais saber dele e, por conseqüência, ele perdeu a função de informante para Kiera? Vai ser babá dos avós da Protetora? Aliás, como ela teve coragem de deixar a vida dos seus antepassados sob os cuidados de um ex-Liber8!? Justamente o menos confiável deles!

Fiquei um pouco decepcionada com a bala que tirou a vida da suposta avó de Kellog. Já estava até amuada no meu canto, inconformada com a morte da garota (porque faço parte do grupo que acredita que esta realidade faz parte do futuro que nós conhecemos) até Alec lançar a dúvida novamente: a prova não prova nada. Quem garante que a garota era de fato a avó de Kellog? Ele pode muito bem ter se enganado.

O lado negativo deste engano, é que põe por terra a minha teoria de que o Kellog sabia do seu envolvimento com a sua família no passado e por isso vem agindo como age. Mesmo assim, não dá para negar que algum conhecimento prévio ele tem e não caiu de paraquedas em 2012.

Por falar em conhecimento prévio, Kellog plantou a semente da dúvida ao dizer que no futuro os guardas estavam envolvidos na fuga e que não há como garantir que outros não foram enviados para o passado também. Mas o mais importante, fez Kiera pensar que não é por acaso que ela está ali: alguém a queria em 2012.

Não sei até onde ela conhece o Sr. Sadler no futuro, mas seria a minha primeira suspeita: Alec Sadler, o homem que a conheceu no passado. Será que a ideia realmente não passou pela cabeça dela ainda?

E a família de Alec apareceu um pouquinho mais dessa vez. Ainda não têm uma importância real para a história, mas começam a dar sinais de que vão se envolver no imbróglio. E me pergunto qual a origem de toda essa raiva reprimida que Alec tem de sua nova família. Ele obviamente os vê como pessoas insignificantes, não merecedoras de sua atenção, carinho ou mesmo respeito. A minha pergunta é: por quê? Só porque não é o seu pai que está ali? Ou é porque despreza as crenças dos Randol? Ou ainda porque os acha simplórios demais?

Mas Julian tocou na ferida ao dizer que Alec pode não gostar, mas aquela é a família dele, nada vai mudar isso. E eu tenho aqui comigo a certeza de que são justamente os Randol que motivarão a entrada de Alec no topo do governo e posteriormente a cooperar com o Liber8.

É claro que até agora nada confirma que o Sr. Sadler está de fato ligado com o grupo terrorista (pode ter apenas se aproveitado do momento para levá-los para o passado e garantir que o seu futuro seja aquele mesmo), mas a cada episódio eles dão novas insinuações do possível envolvimento de Sadler. E nesse não foi diferente, ou o empresário apenas teve um palpite e resolveu mudar o local da reunião assim do nada, impedindo os seus funcionários (marido de Kiera, inclusive) de serem explodidos? Onde há fumaça, há fogo.

Finalmente chegamos ao meio da temporada. Os contornos da série já estão se delineando melhor e eu fico cada dia mais intrigada e encantada. Lá no piloto eu disse que fazia muito tempo que uma série não chamava a minha atenção a ponto de me fazer escrever sobre ela. Agora, passados cinco episódios ratifico a minha impressão inicial. Continuum é a estreia que mais me agradou. Pode não ser a melhor série no ar, mas é sem dúvida a que mais mexe comigo.

The Glee Project – Sexuality

Data/Hora 29/06/2012, 23:01. Autor
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Wooow! Eu estava ansiosa por Sexuality. Acho que com essa turma o tema Sexualidade tinha tudo pra decolar. Lily Mae bitch ia querer comprovar o que adora dizer e mostrar toda sua sexualidade; Aylin que exala sexualidade pelos poros tinha tudo pra deixar o Oriente Médio ainda mais chocado com sua performance e alguns outros poderiam aproveitar a oportunidade pra se soltar – como Nellie acabou fazendo.

Quando anunciaram o tema da semana e a tarefa do dever de casa “I Wanna Sex You Up” do Color me Badd a reação da Aylin diva já mostrou que ela pretendia quebrar tudo essa semana. E como de costume a Lily já tava arrumando encrenca e dizendo que a inimiga da semana era a Aylin (como se a inimiga dela de toda semana não fosse nossa querida turca).  Mas ok. Achei fofo o Michael lindo dizendo que não sabe ser sexy e que pra ele a matemática que é sexy. A Nellie a gente já sabia, mas o Michael tem tudo pra ser sexy né? Vamos combinar… E quem venceu o dever de casa da semana foi o super sexy fofo Charlie.

Um parágrafo a parte porque eu não posso deixar de comentar a participação da Naya em The Glee Project. Óbvio que todo mundo já sabia que a mentora da semana seria ela, afinal, não tem ninguém nesse mundo (exagero?) mais sexy que ela. Naya é o tipo de pessoa que faz mulher hétero virar lésbica e homem gay virar hétero. E não to brincando, gente. Volta e meia leio algum comentário assim. Não é a toa que na terceira temporada de Glee ela ofuscou todo mundo. Só achei que ela podia estar com uma roupa mais sexy… Não gostei da performance deles, achei aquelas caras e bocas meio forçadas, mas a Naya gostou e quem sou eu pra discordar de Santana Lopez de Lima Heights? HAHAHA Os comentários dela foram super relevantes. Achei a mentora que fez comentários mais relevantes até aqui!

Parece que o susto da semana passada fez bem ao Mario, a Lily e a Nellie. Lily e Mario perderam um pouco da arrogância e foram bem na tarefa dessa semana. Nellie superou toda timidez e acabou mostrando uma sexualidade que ninguém sabia (e nem esperava!) que ela tivesse. Já Charlie deixou os elogios de Naya subir a cabeça e se perdeu nos encantos da fofa da Aylin e acabou metendo os pés pelas mãos enquanto tentava conquistá-la e queria mandar em tudo que ocorria a sua volta. Ela mesma assumiu que estão confusos quanto aos sentimentos. Achei os dois mais frios essa semana, talvez até devido aos acontecimentos.

Na apresentação do mashup de Moves Like Jagger + Milkshake os destaques foram Nellie, Blake, Aylin, Lily e Abraham, segundo os jurados. Para nossa alegria o bottom três foi Tyler (novamente), Michael e Charlie (novamente). Não aguento mais a desculpa do Tyler. Tudo bem que ser transexual não deve ser fácil, mas já deu, né? Ele é bem menos talentoso que os outros e tá usando essa desculpa há tempo já.

Por fim Charlie novamente roubou a cena na apresentação para Ryan, mas acabou levando uma chamada ao declarar seus sentimentos por Aylin. Ryan disse que isso não pode prejudicá-lo na competição. Michael me fez ter vergonha alheia ao esquecer a letra de duas músicas das três que teve que interpretar na semana. Tyler deve ter feito mais do mesmo, porque nem consigo pensar em nada relevante sobre a apresentação dele pra destacar aqui.

Com a eliminação justíssima de Tyler eu já não sei quem eu quero que seja eliminado no próximo episódio. Nellie que era forte concorrente cresceu nessa semana. Outro que apareceu essa semana foi Abraham e seu cabelo tingido, que segundo muitos fez ele recuperar a masculinidade (oi?). Michael precisa dar uma melhorada. Ele é muito mosca morta. E torço sempre pra que Ali faça algo diferente e nos surpreenda. Pra mim ela tá um pouco sumida. E pra dar uma agitada na competição tá na hora da Lily Mae voltar a ser bitch. Ela não tá me convencendo assim… rsrs.

PS: fiquei tensa com a promo do próximo episódio 🙁

‘Unforgettable’ volta para a grade da CBS em 2013

Data/Hora 29/06/2012, 22:49. Autor
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Os rumores de que a CBS retornaria com Unforgettable para mais uma temporada foram confirmados. O drama procedural ganhou mais treze episódios na temporada de verão de 2013 da emissora.

Depois do anúncio de cancelamento no início de maio, Unforgettable chegou a ser posta a  venda pela Sony Pictures TV, que produz a série junto com a CBS.  TNT e Lifetime estavam envolvidas nas negociações.

Na primeira temporada, a série teve uma média de 12.1 milhões e espectadores, por isso seu cancelamento foi uma das surpresas do upfront desse ano.

Unforgettable tem a história centrada em Carrie Wells, interpretada por Poppy Montgomery, uma detetive que tem hiperminésia, a habilidade de não esquecer o que vê.

Unforgettable é exibida no Brasil pelo AXN.

Com informações do Deadline.

 

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