Adam Baldwin participará de ‘Law & Order: SVU’

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Adam Baldwin, de Chuck e Firefly, acaba de ser contratado para uma participação na próxima temporada de Law & Order: SVU. A descrição do personagem que Baldwin irá interpretar pode conter spoilers para quem ainda não terminou a décima terceira temporada da série, por isso, caso não queira saber, não continue lendo.

O ator irá interpretar o Capitão Steven Harris, o capitão temporário do grupo de investigadores. Ele assumirá o trabalho que antes era do Capitão Donald Cragen (Dann Florek), que agora é suspeito de assassinato depois de acordar ao lado de uma prostituta morta no final da última temporada. O personagem de Baldwin irá aparecer nos três primeiros episódios da décima quarta temporada, tempo que levará para a situação de Cragen ser resolvida.

A nova temporada de Law & Order: SVU estreia no dia 26 de setembro, nos EUA, com um episódio de duas horas. No Brasil, a série é exibida pelo Universal Channel toda terça-feira, às 22h.

Com informações do TV Guide.

Elisabeth Hower participa da segunda temporada de ‘Suits’

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A atriz Elisabeth Hower, que recentemente estrelou a comédia I Just Want My Pants Back, da MTV, tem reservado espaço para o seriado Suits, da USA.

Hower vai interpreter Tess, uma amiga de infância de Mike (Patrick J. Adams) que aparece somente quando ele mais precisa dela.

A atriz deve estrear no final da temporada desta midseason, em 23 de agosto.

Suits é transmitida pela USA nos Estados Unidos, nas quintas-feiras, às 22h. A primeira temporada da série é exibida no Brasil pelo canal Space nas noites de quarta-feira, às 21h, dublada em português.

Com informações da TV Line.

Elenco de ‘Modern Family’ ainda negocia contratos para quarta temporada

Data/Hora 22/07/2012, 22:08. Autor
Categorias Notícias

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As gravações da quarta temporada de Modern Family estão programadas para iniciar na próxima semana, mas o elenco ainda está negociando seus contratos. Os atores devem se reunir com os presidentes da 20th Century Fox Television, Dana Walden e Gary Newman, na segunda-feira, dia 23 de julho.

Segundo o site The Hollywood Reporter, os seis adultos do elenco (que estão entre os indicados ao Emmy 2012), ainda negociam aumentos significativos em seus novos contratos. Julie Bowen, Ty Burrell, Jesse Tyler Ferguson, Eric Stonestreet e Sofia Vergara estão negociando os valores em conjunto. O mesmo foi feito pelo elenco de Friends no final dos anos 1990 e início dos anos 2000.

O ator Ed O’Neill também negocia seu próximo contrato, mas não está claro se faz parte do grupo ou negocia em separado. O’Neill recebeu um pouco mais de US$ 100 mil por episódio no último ano, enquanto o resto do elenco ganhou US$ 65 mil por episódio.

Ainda de acordo com o Hollywood Reporter, os atores buscam salários na faixa dos US$ 200 mil por episódio, mais parte dos lucros do seriado. Fontes diferentes divergem sobre o aparecimento do elenco para o início das gravações. Ao que indica, os atores não devem aparecer se os contratos não forem renovados, no entanto outras fontes informaram que o elenco vai aparecer para começar a trabalhar mesmo que os novos salários não estejam acertados.

O canal ABC também está envolvido nas negociações porque o acordo de licenciamento com o estúdio prevê um investimento da rede de televisão nas últimas temporadas. Por esse motivo qualquer aumento nos salários, acertado pela 20th Century Fox Television, pode ser pago pela ABC.

Modern Family se juntou a The Big Bang Theory na última temporada entre as comédias de maior audiência nos Estados Unidos, na faixa adulta de 19 a 49 anos. No período, o seriado atingiu pontuação de 5.5 na classificação demográfica, atingindo 13 milhões de espectadores. Modern Family arrecadou US$ 164 milhões em publicidade para o canal ABC na última temporada, um aumento de 40% em relação ao ano anterior.

O seriado ganhou 14 indicações ao Emmy Awards 2012 na última quinta-feira, incluindo seis indicações para o elenco e a terceira indicação consecutiva para melhor série de comédia, Modern Family ganhou o prêmio nos últimos dois anos.

Modern Family é transmitida pela ABC no Estados Unidos, nas quartas-feiras, às 21 horas. No Brasil a série passa na Fox, também nas quartas-feiras, às 23 horas. O canal brasileiro transmite a terceira temporada.

Com informações de Zap 2 It e The Hollywood Reporter.

Atriz de ‘Girlfriends’ vai interpretar personagem recorrente em ‘Hart of Dixie’

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A atriz Golden Brooks (Girlfriends) vai participar da segunda temporada do drama do canal The CW, Hart of Dixie. Brooks fez parte de todas as oito temporadas da série Girlfriends, entre os anos de 2000 e 2008, como Maya Denise Wilkes. Agora a atriz vai interpretar Ruby Jeffries, ex-moradora de BlueBell, uma mulher de sucesso e com humor sarcástico que retorna à cidade e rapidamente fica amiga de Zoe Hart (Rachel Bilson).

Na sua volta para casa Ruby também encontra algumas questões não resolvidas com pessoas da cidade, como Lemon (Jaime King) e Lavon (Cress Williams). Zoe vai ganhar uma amiga para conversar sobre seus pensamentos e sentimentos e Ruby terá uma pessoa para ajudá-la a se readaptar na cidade.

Brooks também já participou de episódios de The Exes, CSI: Miami, Eve e Star Trek: Enterprise.

Hart of Dixie foi criada por Leila Gerstein e é produzida pelos produtores executivos Josh Schwartz e Stephanie Savage. A série foi renovada pelo The CW para a segunda temporada em maio deste ano. Com essa renovação, a produtora Fake Empire obteve uma marca impressionante de quarto séries no ar para a próxima temporada, as outras são Gossip Girl, Cult e The Carrie Diaries.

Hart of Dixie estreia na CW dia 2 de outubro, terça-feira, às 20 horas. No Brasil, a série é exibida pelo canal Glitz* que estreou a primeira temporada no dia 4 de julho de 2012.

Com informações de Hollywood Reporter, TV Overmind e TV Line.

Covert Affairs – Sound and Vision

Data/Hora 22/07/2012, 20:42. Autor
Categorias Reviews

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Estou soltando tiros pelo ar depois de ter assistido Sound and Vision! Que episódio! Nunca pensei que Covert Affairs conseguiria chegar a ter esses momentos intensos na trama. Realmente, foi um tapa na cara dos fãs e principalmente, na minha cara. Eu amei o episódio do começo ao fim. Tivemos tudo o que Covert Affairs traz de bom e com uma dose duplicada em momentos cute entre Annie e Auggie. Quem torce para esse casalzinho, não tem o que reclamar, tirando a parte do casamento com a Parker.

Mas cá entre nós, um relacionamento de quatro meses e a distância já dá motivos para uma pessoa querer subir de nível? Quer dizer, Auggie tomou uma decisão um tanto arriscada querendo se casar com Parker. Certamente é um tiro no escuro e novamente não estou fazendo trocadilhos.

Olhar para Annie escutar a notícia de que o seu querido amigo iria se casar, não só a fez se entristecer como a colocou em alguns dilemas de sua vida. Jai morreu e nunca teve a oportunidade de ter um relacionamento sério (pelo que sabemos) e isso foi um dos motivos, pelos quais, Auggie quis se casar. Segundo ele, a vida é muito curta e nunca saberemos o dia de amanhã. Mas a verdade é que Annie está confusa e se envolver com um colega de profissão pode ser arriscado, principalmente pelo fato do seu caso com Ben ter dado toda aquela complicação que felizmente teve um desfecho feliz. A verdade é que torço para que Annie fique com Auggie, mas acredito que o momento não seja certo para isso. A vida de ambos está em fases diferentes e se colocarmos os dois juntos nesse momento, pode acabar com uma relacionamento que poderia ser prolongado.

E acabei que não comentei nada do que aconteceu com Danielle no último episódio, mas até agora eu estou muito satisfeito pelas suas participações da série. Graças a ela, Annie não morreu na explosão. Porém, estamos nessa situação frustrada, já que Annie é uma espiã e não poder compartilhar nada com Danielle, enquanto a própria acaba forçando um pouco a barra. Mas eu acredito que a série se trate exatamente disso: como lidar com seu lado profissional e o seu lado pessoal juntos e em sincronia.

Enquanto a missão desse episódio, não foi extremamente radiante ver aquela briga entre Lena e Joan na CIA? Finalmente, os roteiristas encontraram um personagem que colocará algum drama interligado com o casal de espiões que foram testados em quase todo o episódio. Arthur está investigando a família Wilcox. Pela primeira vez, concordei com Henry ao colocar toda a culpa em Arthur. De certo modo, o diretor da CIA sempre se mostrou muito infeliz em suas decisões envolvendo Jai e em sua habilidade em trabalhar na CIA. É claro que o próprio personagem era muito chato, mas até entendo o seu lado. Quem não ficaria frustrado vendo seus colegas de trabalho subindo de cargo, enquanto ele se mantinha preso no mesmo lugar? Arthur tem culpa nisso.

Bom, pela primeira vez, Joan se mostrou individualista. Ela quis mostrar que ainda mandava, ao tirar dois de seus melhores funcionários que se encontravam em posições totalmente distintas. O departamento de Joan está decaindo e muitas coisas estranhas estão acontecendo diante de nossos olhos e não estamos percebendo.

Pois é covertianos… Annie continua sozinha. Mas pelo menos, ainda temos Simon para confortá-la.

‘Firefly’ – Não podem tirar o céu de mim

Data/Hora 22/07/2012, 14:26. Autor
Categorias Memória

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Entre estreantes da temporada e novidades das séries atuais a Comic Con 2012 realizada em San Diego na última semana proporcionou um momento especial aos fãs saudosos da série Firefly e reuniu elenco e produtores em comemoração aos 10 anos do seriado.

Ovacionados por um salão lotado de fãs que passaram a noite acampados na fila do evento para acompanhar o reencontro, os atores Nathan Fillion, Alan Tudyk, Summer Glau, Sean Maher, Adam Baldwin, mais o produtor Tim Minear, o roterista Jose Molina e o diretor Joss Whedon se emocionaram, responderam perguntas e trocaram elogios em um bate papo com a cara de Firefly, intercalando brincadeiras e momentos comoventes.

 

Tudyk lembrou que logo no primeiro dia Fillion lançou uma brincadeira sobre decorar nomes da equipe e aquilo uniu a todos. Sean explicou que para ele a série não se tratava de ficção cientifica estava mais para um faroeste depois do apocalipse.

Sobre seus personagens Summer disse que se inspirou nela mesma com 17 anos para fazer River e Fillion destacou que o Capitão Reynolds foi o trabalho mais importante de sua carreira.

Whedon disse que eles sabiam desde o inicio que estavam fazendo a coisa certa, pelas razões certas e com as pessoas certas. Ele enfatizou que aquele foi o melhor elenco com o qual ele já trabalhou e que os fãs eram parte de tudo aquilo.

Foi dada como possível uma revista em quadrinhos com as histórias de Inara. Já sobre uma série animada Whedon disse preferir um programa de rádio e Tudyk e Fillion improvisaram a radionovela Firefly.

Ficou com saudade? Então que tal recordar?

Era uma vez…

Num futuro não tão distante daqui, Malcolm Reynolds é o capitão da Serenity uma nave espacial de transporte médio tipo Firefly. O braço direito de Mal é a corajosa Zoe (Gina Torres). Seis anos atrás, os dois combateram ao lado dos Independentes contra as forças da Aliança, só que em número muito menor perderam a guerra.

Malcolm mantém seus ideais e compra a nave visando à liberdade que o céu proporcionaria e reúne uma tripulação que busca o mesmo. O engraçado Wash (Alan Tudyk) é o excelente piloto da Serenity e marido de Zoe. A meiga e sonhadora Kaylee (Jewel Staite) é a competente mecânica da nave e o ganancioso Jayne (Adam Baldwin) é o homem das armas. Já a bela Inara (Morena Baccarin) é uma acompanhante de luxo que aluga um dos dois transportes independentes da nave para morar.

A Serenity realiza trabalhos que segundo Malcolm podem ser ilegais, mas nunca desonestos. Na falta de trabalhos maiores o jeito é dar carona para quem possa pagar pela viagem. Assim, se somam à tripulação da Serenity o engomadinho Simon Tam (Sean Maher) e o pastor Book (Ron Glass).

Logo eles descobrem que Simon é um médico proveniente de uma família rica e é procurado pela polícia por ter libertado sua irmã River (Summer Glau) uma jovem super dotada do poder da Aliança. Simon é inteligente e River um gênio. Ainda garota ela foi estudar na Academia, mas lá ela se tornou um experimento e agora é uma jovem traumatizada e instável que a Aliança quer de volta a todo custo. Ao descobrir a história dos irmãos, Malcolm decide aceitá-los em sua tripulação e escondê-los do governo.

Enquanto Kaylee se encanta por Simon, Malcolm arrisca a vida para defender a honra de Inara em um duelo de espadas e Simon tenta descobrir o que fizeram com River e como ajudá-la.

Simon e River são sequestrados para que o médico cuide dos enfermos de um lugar aparentemente calmo onde poderiam viver bem… só que River lê a mente de uma menininha muda e a população acredita que ela seja bruxa e querem queimá-la, então, Malcolm e sua turma resgatam os dois.

 

 

Por dinheiro Jayne tenta entregar os irmãos, mas o plano dá errado, ele volta atrás e os ajuda a escaparem. No entanto, Malcolm descobre a influência de Jayne no ocorrido e o avisa que Simon e River são sua tripulação e não tolerará traições.

Kaylee segue tentando conquistar Simon, Malcolm e Inara seguem implicando um com o outro e fingindo que não se gostam. Para complicar mais ainda as coisas em uma visita a um povoado qualquer Malcolm acaba casado em um ritual que ele não sabia o que significava e a querida esposa é uma golpista que direciona a nave para uma rede espacial e foge. Nada que a eficiência de Wash e Kaylee e a boa mira de Jayne não possa resolver.

No aniversário de Simon, a Serenity sofre uma pane, para no meio do nada e tem poucas horas de oxigênio. Malcolm decide enviar seus tripulantes, quatro a quatro, nos dois transportes avulsos da nave enquanto ele permanece na Firefly.

Sozinho, Mal consegue ajuda, acaba ferido, conserta a espaçonave e desmaia. Quando acorda ele descobre que todos estão de volta à Serenity.

Em uma emboscada, Malcolm e Wash acabam raptados e torturados. Zoe consegue pagar o resgate de Wash, mas não consegue a libertação de Mal. Então, a tripulação se une e vão todos salvar o capitão. No meio da operação regaste, River salva a vida de Kaylee e atira em três oponentes com os olhos fechados.

As atitudes de River, ora uma inocente criança, ora uma inteligente e agressiva pessoa, passam a preocupar toda a tripulação.

No entanto, quando um caçador de recompensas invade a Serenity em busca da garota colocando a vida de todos em risco, River rapidamente elabora um plano, Malcolm confia nela e tudo termina bem. A Serenity segue sua viagem.

… e então…

Firefly estreou nos EUA em 20 de setembro de 2002, com apenas 14 episódios produzidos a série foi abruptamente cancelada e saiu do ar depois da exibição do 11° episódio em 20 de dezembro de 2002. A série de Joss Whedon, mesmo criador de Buffy, a caça vampiros e Angel, teve os seus três episódios inéditos transmitidos entre junho e julho de 2003.

Os fãs da série tentaram evitar o cancelamento e até buscaram outra emissora para continuar a produção, mas nada adiantou. No entanto, graças ao interesse dos fãs a série foi disponibilizada em DVD no final de 2003 e gerou ainda a produção do filme Serenity (Serenity, a luta pelo amanhã) lançado em 2005 que traz um final para a série, que alias eu optei por não colocar, pois traz algumas situações impactantes e fatais (spoilers demais rsrs) para quem só acompanhou a série.

Firefly tinha um pouco de tudo que um seriado precisa pra ser especial, uma série futurista com uma atmosfera de faroeste, muita ação, boa dose de humor, uma pitada de romance e sem deixar de fora a quantidade certa de mistério. Sem dúvida deixou aquele gostinho de quero mais.

Apesar da curta trajetória da série e de estar 10 anos fora do ar, para os fãs a viagem da Firefly não tem fim e Joss Whedon compartilha desse sentimento, como deixou claro no encerramento do painel na Comic Con ao declarar que “Quando você acaba de assistir um ótimo filme, você se sente como parte daquele mundo. Quando você conta uma história, na verdade está tentando se conectar com as pessoas e de um jeito muito particular. É como convidá-las para participarem desse mundo. Vocês habitaram esse mundo, esse universo e tornaram-se parte dele. Quando em vejo vocês (fãs), eu não penso que o seriado está fora do ar. Eu penso em espaçonaves e cavalos… A história ainda está

…viva”.

Leverage – The Very Big Bird Job

Data/Hora 21/07/2012, 23:23. Autor
Categorias Reviews

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A equipe de Nate está de volta, em uma nova cidade e em uma nova sede, a “Leverage Associados”, filial de Portland. Até quem não assistiu o episódio The Very Big Bird Job sabe que esse nome foi dado por Hardison. Nesta temporada Leverage se muda para Portland, onde oficialmente são feitas as gravações. Nos anos anteriores a cidade se fantasiava de Boston, mas nesta a quinta temporada deve ganhar mais destaque na série. Leia mais sobre o que esperar do novo ano do seriado aqui.

Depois das férias merecidas, que cada um tirou bem à sua maneira, a equipe de Leverage voltou com tudo. Antes mesmo da chegada de Sophie e Nate à Portland, Hardison e Parker, o novo casal mais estranho/engraçado da televisão, já tinha abordado uma senhora indefesa na saída de um tribunal, obviamente, após um julgamento injusto. O “precisa de alguma ajuda” de Parker e Hardison já resume todo o objetivo do time de Leverage e já faz a gente lembrar em todas as pessoas que eles já ajudaram e nos episódios emocionantes proporcionados por cada missão diferente.

Para continuarem com seu trabalho, o time de Leverage precisou mudar de casa. O antigo apartamento de Nate está vigiado pela Polícia Estadual, FBI e o carrinho de pretzel da Interpol. Agora Portland parece o caminho mais seguro e Sophie é a única que não gostou inicialmente da mudança de endereço. O esconderijo foi equipado por Hardison para evitar ser descoberto novamente, principalmente pelos inúmeros inimigos que a equipe de Nate coleciona. E Hardison sempre escolhe os melhores esconderijos, o da “filial” de Portland fica atrás de um restaurante e o hacker já providenciou a compra de uma microcervejaria para maquiar o verdadeiro objetivo do local. A discussão de Eliot sobre como é ruim colocar uma cervejaria perto de um restaurante foi para lembrarmos das inúmeras cenas engraçadas do seriado e para esperarmos muitas mais durante a quinta temporada. Sophie foi a mais cômica se empolgando e achando que Eliot também ia reclamar da cidade.

O caso da vez não é muito diferente dos anteriores, uma viúva que não ganha indenização pela morte do marido em uma tragédia no trabalho. As melhores partes ficaram por conta de Eliot e sua incansável capacidade de proteger os mais indefesos com uma surra atrás de outra. Com certeza a melhor foi ele recuperando o ursinho de pelúcia. O pagamento pelo serviço, como sempre, não é necessário. Como afirmou Nate: “Nós operamos com um fluxo de receita alternativo”.

O grande lance da missão foi o aparato montado por Hardison para simular um voo falso e o grande vilão do episódio, Scott Roemer, dono da Global Transit Airlines, acaba acreditando que realmente estava pilotando o Big Bird. Roemer se mostrou um dos vilões mais detestáveis que já apareceram em Leverage, mas como sempre, teve o que mereceu e ainda muito mais. Com certeza se ele tivesse caído na ilha de Lost teria mais sorte. O cenário fake do acidente também ficou muito bom, um dos melhores trabalhos da equipe. Para fechar o esquema da missão, Hardison ainda incorporou novamente um estrangeiro e virou Abdullhah Ib Jabreen, um nome melhor que o outro.

Quem também se divertiu muito nesse episódio foi Parker, quase uma mulher aranha, pegou até carona se segurando embaixo de um carro da equipe de Roemer. Já Sophie pareceu começar a gostar um pouco de Portland, principalmente quando ela acha um teatro para alugar e tenta convencer Nate a colocá-lo pra funcionar.

A missão dá certo, eles conseguem mais dinheiro do que a viúva precisaria para criar a filha e ainda acabam com Scott Roemer e a sua empresa. O que não dá certo é a cerveja de Hardison, mas vale lembrar que foi a primeira tentativa e todos sabemos que essa não é a área de especialização da equipe de Leverage. Mas acho que eles ainda conseguem uma boa cerveja até o final da temporada.

A premiere do seriado termina um pouco macabra. Hardison está ajudando Nate com um plano que os dois escondem do resto do grupo. Nate convence Hardison que é melhor dessa forma, mas o hacker não se sente bem com a situação. O chefe da equipe de Leverage afirma que “todas as coisas boas chegam ao fim” e Hardison aparece com o mapa mundi aberto com vários pontos marcados e diz à Nate que vai “apreender o dinheiro”.

O cartaz promocional da quinta temporada da série afirma que “a vingança está no futuro”. Provavelmente esta missão em que Hardison está ajudando Nate tem alguma coisa a ver com essa vingança, e talvez uma possível aposentadoria dessa vida de salvador de indefesos. O que é mais provável é que Hardison não consiga ficar muito tempo mantendo o segredo de Nate e deve abrir a boca, principalmente para Parker. O episódio não explicou muito o que está por vir e provavelmente as informações serão administradas em pequenas doses durante a quinta temporada. Nos resta filosofar, quem aí tem uma teoria da conspiração para explicar os planos de Nate?

Mariah Carey perto de ser a nova jurada de ‘American Idol’

Data/Hora 21/07/2012, 23:23. Autor
Categorias Notícias

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A cantora Mariah Carey está finalizando a negociação para se tornar a nova jurada do reality show da Fox, American Idol. Segundo o site Deadline, Mariah teria pedido um salário maior que US$ 17 milhões para a próxima temporada. O valor estabelece um novo recorde entre os artistas que participam de reality shows e bate, inclusive, o valor que recebeu Jennifer Lopez por sua participação em American Idol.

Depois das saídas de Steven Tyler e Lopez, rumores começaram a apontar em Mariah uma potencial substituta para o veterano programa de reality show da Fox. A última temporada foi de queda para o American Idol, além da baixa na audiência e das avaliações em queda, o programa ficou de fora pela primeira vez na sua história das indicações a melhor programa de reality show no Emmy Awards.

De acordo com o site Deadline, a Fox agiu rápido para garantir a participação de Mariah. A cantora tinha mais um oferta em outra competição de canto, X Factor, de criação de Simon Cowell.

Com JLo dois anos atrás American Idol inovou ao trazer estrelas da música para serem jurados do programa. Na sequência, The Voice da NBC apostou em Christina Aguilera e X Factor garantiu Britney Spears.

Com informações de Deadline.

As primeiras impressões de ‘Political Animals’

Data/Hora 21/07/2012, 16:11. Autor
Categorias Opinião, Reviews

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A vida da ex-primeira-dama e atual Secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton é no mínimo curiosa. Quem não se interessa por tudo que ela passou quando os escândalos envolvendo seu marido Bill Clinton, presidente dos EUA na época, chegaram a mídia? Quem não gostaria de saber o que passava pela cabeça dela naquele momento e quais seus motivos para tomar as decisões que tomou? E quem não gosta de uma boa história sobre os bastidores da política? Se você concorda com estes apontamentos, não irá se decepcionar com Political Animals, minissérie norte-america do canal USA com seis episódios que estreou no último domingo por lá.

Political Animals conta a história de Elaine Barrish (Sigourney Weaver), uma ex-primeira-dama e ex-governadora do Illinois – o estado onde Hillary nasceu, coincidência? – que perdeu nas primárias e acabou no cargo de Secretária de Estado dos EUA. Agora, além de lidar com as situações complicadas do seu trabalho, ela ainda precisa lutar para manter a sua família junta e nos eixos.

A série começa com Elaine discursando sobre sua derrota nas primárias. É neste momento que conhecemos sua família, que é apresentada por um locutor durante a entrada individual e que serve também para apresentar cada um para o público, uma forma um pouco explicativa demais para o meu gosto, mas que até que funciona no contexto. Conhecemos então o marido Bud Hammond (Ciarán Hinds), ex-presidente e mulherengo; o filho Douglas Hammond (James Wolk), descrito como o filho perfeito que trabalha com a mãe e tem pretensões políticas; o outro filho Thomas (T J) Hammond (Sebastian Stan), abertamente gay e problemático; e por último a mãe de Elaine, Margaret Barrish (Ellen Burstyn), espirituosa e que fala o que pensa sem medo.

É neste início do episódio piloto que mais nos lembramos dos Clintons. Descobrimos que Elaine também foi traída durante o casamento, que as traições também foram descobertas enquanto seu marido era presidente, e que, assim como Hillary, ela também ficou ao lado dele naquele momento. Mas as maiores similaridades terminam por aqui, já que, assim que perde a corrida pela presidência, Elaine consegue a força necessária para pedir o divórcio.

Dois anos se passam desde a campanha e agora Elaine é a Secretária de Estado e está prestes a casar seu filho Douglas. Neste momento também conhecemos uma figura que será importante para o desenvolvimento da série, a jornalista Susan Berg (Carla Gugino), que acompanha a carreira e a vida de Elaine desde o começo e foi uma das principais jornalistas a expor o caso da traição de seu marido. O embate entre as duas fica claro logo na primeira cena em que dividem. Susan está ali para passar uma semana com Elaine, acompanhando seu dia a dia para fazer uma matéria. A dinâmica entre as duas atrizes é boa e segura o momento, Gugino se sai bem no embate com Weaver e consegue se destacar. Neste momento também já percebemos que há algo além da relação profissional, que Susan possui algum sentimento mais forte em relação a Elaine que a faz agir de forma mais agressiva. Como a série não tem muito tempo para esconder as motivações dos personagens, logo descobrimos que Susan é uma feminista radical e que sua decepção com Elaine surge quando ela resolveu ficar ao lado do marido.

E como desgraça pouca é bobagem, Elaine ainda precisa lidar com uma crise diplomática enquanto resolve os últimos detalhes do noivado de Douglas e lida com os problemas constantes de TJ, que desta vez são ainda mais sérios. Além disso, não é porque ela está divorciada que seu ex-marido também não estará presente e trazendo ainda mais complicações para a sua vida.

Political Animals não é uma das melhores minisséries já feitas, mas tem qualidade acima da média e é diversão pura. O elenco também faz um bom trabalho, com exceção de Ciarán Hinds, que não me convence como o garanhão sedutor. Sua trama também não é a mais original da televisão, afinal se apoia em diversos clichês de famílias problemáticas já vistos na televisão, mas traz para o espectador discussões que entretêm e seu criador Greg Berlanti sabe bem como tratar este tipo de família, afinal foi produtor de Brothers & Sisters, cuja dinâmica é parecida. Além disso, este universo dos bastidores da política chama a atenção. Agora, só uma coisa me deixa com um pouco com o pé atrás, será que vão conseguir abordar e encerrar de forma satisfatória as tantas histórias que tiveram início neste piloto com apenas seis episódios?

p.s. Adrian Pasdar, de Heroes, faz o presidente dos EUA e Dylan Baker, de The Good Wife, o vice.

Amizades Inusitadas Nas Séries

Data/Hora 21/07/2012, 15:43. Autor
Categorias Especiais

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O que seria de nós, meros brasileiros, sem uma amizade para nos acompanhar em diversas aventuras nesse vasto mundo de loucos? A verdadeira amizade se encontra nas loucuras que somos capazes de fazer por essas pessoas que tornam o mundo um lugar mais feliz para se viver. E é nesse ritmo de amigos loucos que resolvemos listar algumas amizades inusitadas encontradas nas séries que também tornam os nossos dias mais felizes. O Teleséries te deseja um feliz dia do amigo e lança o desafio: será que você consegue se identificar com alguma amizade encontrada aqui?

Série: One Tree Hill
Personagens: Jammie e Julian

One tree Hill, um lugar pra amizades inusitadas. O que falar de um menino de 6 anos super gênio, sarcástico e esperto e um homem completamente inseguro? Jammie e Julian roubaram por várias vezes a cena nessa série, e os dois amigos emocionaram a todos os espectadores que assistiram algumas temporadas do drama da CW. Tem como não gostar? Com muita sinceridade e conversas diretas, o menino e o homem agradavam a todos. Seus diálogos e problemas eram reais e essa amizade foi umas das mais bacanas e inusitadas. Jammie terminou como padrinho de casamento de Julian e Brooke e despertou em todo mundo uma vontade te ter um amigo como Jammie.

Diego Couto

Série: The Vampire Diaries
Personagens: Damon e Alaric

Que em Mystic Falls tudo é pra lá de estranho ninguém dúvida, mas quem iria imaginar que Damon e Alaric se tornariam amigos?! Quando o professor Alaric Saltzman chegou à cidade só queria achar e exterminar o vampiro mau que teria matado sua mulher. Muito bem, ele achou Damon Salvatore só que depois de algumas descobertas sobre a tal mulher… Alguns porres juntos, parceria em invasões e planos malucos e nasceu uma amizade. Ta bom que ser amigo de Damon incluí ele te matar algumas vezes, mas ele não faz por mal! Por mais loucura que possa parecer essa amizade foi construída baseada na confiança e no perdão, lindo não?

Mirele Ribeiro

Série: Ugly Betty
Personagens: Marc, Amanda e Betty

Quem nunca teve uma amizade que ultrapassasse os limites da aparência e da personalidade? Pois bem, Marc, Amanda e Betty foram um exemplo de que os amigos são os únicos que te aceitam do jeito que você é. Em Ugly Betty, o trio não começou muito bem. Amanda e Marc viviam se divertindo à custa da aparência de Betty e de sua forma de vestir. Mas, até a pedra mais dura pode quebrar, e ambos caíram na graça de nossa Betty e acabaram sendo amigos. Uma amizade incomum é claro, mas se não tivesse situações humilhantes, brigas e umas belas atrapalhadas, não seria uma amizade, certo? Esse trio deixou saudades, mas também deixaram uma lição valiosa: uma verdadeira amizade é para sempre.

Mario Madureira

Série: Glee
Personagens: Rachel e Quinn

Nessa lista não pode faltar Rachel Berry e Quinn Fabray.. Quer amizade mais inusitada do que a líder de torcida mais bonita da escola e a chatinha, obcecada pela fama e rejeitada por todos? Como se todas essas diferenças não fossem suficientes para distanciá-las, as duas ainda disputaram os mesmos garotos durante todo colegial. Porém, ambas amadureceram e criaram uma relação que, mesmo cheia de altos e baixos é, hoje, uma das mais bonitas de Glee. Nos últimos momentos da terceira temporada Quinn quase ficou paralítica ao se acidentar quando buscava o vestido para ser madrinha do casamento de Finchel, abriu mão de ser rainha do baile para dar o cargo a Rachel, confidenciou ser muito grata pelas mudanças pelas quais passou, pois elas são responsáveis pela amizade das duas e ainda comprou uma passagem de trem e deu de presente para Rachel, para garantir que as visitas não fiquem só nas promessas agora que cada uma morará em uma cidade. Depois de tudo isso não resta nenhuma dúvida que Quinn se redimiu e que essa mistura deu muito certo, né?

Gabriela Assmann

Série: Atlantis
Personagens: Rodney Mckay e John Sheppard

Rodney Mckay e John Sheppard formam uma dupla que é um bom exemplo de amizade verdadeira. Não poderiam ser mais diferentes, mas, ainda assim, despertaram o que havia de melhor em cada um. Nos cinco anos de convivência em Atlantis, Sheppard conseguiu fazer com que Mckay saísse da sua casca de egoísmo e insegurança, ao ponto de arriscar a vida (inúmeras vezes) para salvar a de outras pessoas; uma coragem que ele próprio não sabia de que era capaz. Mckay fez com que Sheppard deixasse a solidão de seu mundo pessoal e aprendesse sobre confiança sem ressalvas. Se despertar o melhor que cada um tem sem si não é sinônimo de amizade verdadeira, então, a relação dos dois, era uma ótima imitação.

Regina Monteiro

Série: Fringe
Personagens: Astrid, Gene e Walter

Gene é uma vaca de sorte. O bicho tem dois melhores amigos que qualquer fã de Fringe seria louco para ter. A amizade entre Astrid, Gene e Walter é a sensação da série. Por muito tempo, ninguém conseguia entender como um trio tão inusitado poderia dar tão certo. É óbvio que dessa não obviedade dessa relação é o que cativa tanto as pessoas que assistem Fringe. Gene não é só um animal de laboratório, nem Walter é apenas um cientista louco e muito menos a Astrid lida apenas com os números, é que nesse local, nada é o que parece ser. O apego dos três é uma das melhores coisas de Fringe, mesmo que o Walter não lembre sempre do nome da Astrid e que a Gene não saia por aí com eles nos mesmo ciclo social, a amizade é assim mesmo.

Maria Clara Lima

The Glee Project – Fearlesness e Theatricality

Data/Hora 20/07/2012, 23:53. Autor
Categorias Reviews

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Hello Gleeks! =P

A review dessa semana será dupla visto que eu tava muito abalada semana passada pra escrever. Antes que vocês tivessem que ler as insanidades que eu escrevo quando meu lado pré-adolescente vem a tona achei melhor dar uma segurada e esperar a poeira baixar.

Fearlesness foi (quase) todo errado. Achei bacana o dever de casa quando eles tiveram que cantar o rap Now we found love. E vamos combinar que a linha entre ser confiante e ser ridículo é bem tênue, mas eles até que conseguiram se sair bem. A mentora da semana foi Jane Lynch, o que ocasionou uma reação insana e desmedida das pessoas. A Jane é demais, mas nunca pensei que eles fossem surtar mais com ela do que com outros que estiveram ali antes. Enfim… a Jane acabou dando uma de Sue e escolhendo a mala da Lily. Super concordei com a irritação da Aylin e não estou falando isso só porque gosto dela. Ela foi melhor na tarefa.

O Charlie e a Aylin voltaram a ser fofíssimos e resolveram assumir um relacionamento, embora eles não soubessem como denominar a relação que tem. Tudo estava bom demais pra ser verdade e eu previ que alguma coisa devia acontecer.

O clipe da semana foi bem legal, já que teve tudo de melhor em Glee unido. Mashup (One Way or Another/Hit me with your Best shot), raspadinha e piscina. Grande parte dos concorrentes mandou bem e Ali finalmente mostrou a que veio, superando limitações e merecendo a menção honrosa por encarar de peito aberto o tema da semana: coragem.

Quando vi que safaram o Michael e o Abraham (que nem apareceu direito nessa semana) sequer foi mencionado pro bottom vi que uma das famosas injustiças do Ryan aconteceria. Era óbvio que iam desmanchar o casal e a eliminação do Charlie só pode ter sido uma forma de retaliação a eles dois. O Charlie ainda tinha muito a render, ao contrário da Nellie que é super talentosa, mas definitivamente não vai perder a timidez e vencer o programa. Em Charlie eu via um possível personagem de Glee, além de que ele simplesmente arrasou na performance de última chamada. Foi demais o que ele fez. Foi tããão triste a despedida dele e da Aylin. Quase não acreditei no fim de Charlin =(. Muito fofo ele dizendo pra ela dar “nada menos que o melhor”. Espero que a eliminação sirva para ela ter cada vez mais gás e, em nome dos dois, vencer essa competição.

Já o tema do episódio 02×07 foi Teatralidade. Como pudemos ver desde o começo foi a semana da Ali. Ela já teve um bom momento no 02×06 e emendou esse bom momento em Theatricality. O dever de casa foi vencido por ela que obteve destaque no videoclipe e também uma sessão com Grant Gustin, o Sebastian dos Warblers.

Adorei o fato de cada um ter que encarnar um personagem para o clipe da semana. Só grandes nomes do pop/rock mundial. Menção honrosa pra Shana que teve que se superar usando aquele vestido de carne peculiar da Lady Gaga.

O Michael foi muito mal e novamente se safou do bottom por pouco, só porque a Lily Mae insuportável, o Abraham e a Nellie (Who?) foram pior. O Abraham tem muito problema com a sua sexualidade e demonstrou isso novamente essa semana. Foi só tocarem na androgenia dele que ele surtou. Entendo que tenha trauma e tudo, mas né?

Por mim eliminavam a Lily sempre, mas ela foi muito bem cantando Someone Like You. Até porque, vamos combinar, ganhou um presentão dos produtores. Quando vi a apresentação dela tive certeza que ela ficaria.

E finalmente a eliminada da semana foi a Nellie. Ela é talentosa, mas não pra Glee. Ela devia se lançar como cantora num estilo mais reservado. Gosto muito dela, acho uma grande voz, mas não acho que mereça um papel em Glee e nem continuar em The Glee Project. Era pra ter sido eliminada semana passada já.

Achei Aylin meio apagadinha essa semana, mas acho que ela sentiu o baque da eliminação do Charlie. Espero que semana que vem volte a crescer na competição.

PS: vocês viram que fofo a música que o Charlie fez pra Aylin? Agora to amando ele ainda mais e odiando ainda mais o Ryan.

Fonte do vídeo: Gleek Brasil

Trio responsável por ‘Hawaii Five-0’ prepara série sobre a lenda do Cavaleiro sem Cabeça

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Os roteiristas e produtores Alex Kurtzman e Roberto Orci (de Alias e Fringe) estão se juntando novamente com o diretor Len Wiseman (franquia Anjos da Noite) para um novo projeto para a televisão. Da primeira vez que isto aconteceu surgiu o episódio piloto da nova versão de Hawaii Five-0, agora a intenção deles é produzir uma série sobre a lenda do Cavaleiro sem Cabeça.

A série será um thriller sobrenatural que se passará nos dias atuais e que será baseado na lenda do Cavaleiro sem Cabeça. Ela mostrará o protagonista do conto, Ichabod Crane, se juntando a uma xerife de Sleepy Hollow para resolver os mistérios da cidade. Kurtzman e Orci irão escrever o roteiro juntamente com o novato Phillip Iscova, dono da ideia em que o projeto se basea. Wiseman ficará responsável pela direção do episódio piloto. A série despertou o interesse de quatro emissoras, Fox, CBS, ABC e NBC, o que é compreensível diante da popularidade atingida pelas reimaginações de contos de fadas.

Com informações do Deadline.

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