Atriz de ‘Samallville’ vive mulher inteligente em ‘Haven’

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A atriz Laura Vandervoort, conhecida por interpretar a personagem Kara, em Smallville, vai participar de dois capítulos de Haven, da Syfy.

A participação acontece no décimo segundo e décimo terceiro episódio da próxima temporada da série sobrenatural. A personagem de Laura é descrita como “uma mulher altamente inteligente e bonita, que retorna a Haven para o último ciclo ‘de problemas'”. A visita dela não será pacifica e estará ligada com a perda de alguém amado.

O papel mais recente de Laura, na TV, foi em White Collar, do USA Networking. Antes disso, ela esteve na atração da ABC, V.

A terceira temporada de Haven estreia no dia 21 de setembro, pela Syfy, nos Estados Unidos.

Em meio a polêmicas, NBC disponibiliza piloto de ‘The New Normal’ na Internet

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Depois de muitas polêmicas envolvendo a série The New Normal, o canal NBC resolveu se antecipar e divulgar o piloto da nova atração na Internet. O seriado, que estreia no dia 11 de setembro na TV americana, causou controvérsia depois que teve sua sinopse divulgada: na história, um casal gay – interpretado por Andrew Rannells e Justin Bartha – decide ter um filho e, para isso, contrata uma barriga de aluguel (personagem de Georgia King).

O enredo irritou um grupo de mães conservadoras e até uma afiliada da NBC  em Utah, pertencente a um grupo religioso, que se negou a retransmitir o programa.

O piloto de The New Normal está disponível no site da NBC, aqui, mas é aberto apenas para usuários dos Estados Unidos.

Com informações do Entertaiment Weekly.

CW e ABC lideram lista de programação gay do GLAAD

Data/Hora 30/08/2012, 22:31. Autor
Categorias Notícias

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O grupo GLAAD, aliança que monitora como os homossexuais são retratados na mídia, publicou um relatório de análise do trabalho dos principais canais americanas nesse aspecto.

Segundo o estudo, o número de gays e lésbicas representados na TV continua o mesmo que no ano anterior, mas a percepção e  impressão sobre essas atrações cresceram, já que as situações apresentadas estão cada vez mais reais e próximas à realidade do público.

“Os americanos querem ver a vida real deles representadas na tela e, hoje, mais do que nunca, isso incluiu a comunidade LGBT”, disse o presidente do GLAAD, Herdon Graddick.

Como exemplos, ele citou o casal Mitchell e Cameron, da série Modern Family, e Emily, personagem homossexual de Pretty Lttle Liars, ambas as séries da rede ABC. Para Graddick, isso mostra que o grupo é cada vez mais aceito na sociedade.

No entanto, o relatório concluiu que mais de dois terços dos papéis gays são interpretados por atores brancos, o que fez a aliança atentar para a enorme multiplicidade existente na comunidade homossexual.

De acordo com o GLAAD, o canal CW lidera o número de representações de personagens e situações da comunidade gay (29% de sua programação). Em segundo lugar, aparece a ABC, seguida pela FOX. A rede NBC ficou na quarta posição, enquanto a CBS é a lanterna, com o quinto lugar (8% de sua grade).

Entre os canais a cabo, MTV (que já ocupou o primeiro lugar da lista) foi colocada no mesmo patamar que outras emissoras, como FX, TLC e USA Network, analisadas apenas como “adequadas”. Ressalva para a FX que tem o maior indíce de crescimento de atraçãoes homossexuais, que passou de 19% para 34%, graças a programas como American Horror Story e Archer.

Com informações do InsideTV.

Possível crossover entre ‘Apartment 23’ e ‘Happy Endings’

Data/Hora 30/08/2012, 22:28. Autor
Categorias Notícias

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Crossover alerta!  Apartment 23 e Happy Endings podem ter suas histórias cruzadas nesta temporada. O ambiente já está apropriado, na qual as duas séries serão exibidas no mesmo dia da semana – terça feira, nos Estados Unidos pela ABC.

O produtor executivo de Happy Endings, Jonathan Groff, já pensou na ideia do grupo da série estar assistindo Dawson’s Creek e começaram a discutir sobre o qual teria sido o fim de Dawson Leery. Então, algumas teorias depois,  eles descobrem o que aconteceu com James Van Der Beek ao irem para Apartment 23.

E aí,  esse seria um bom encontro?

Com informações  do HuffpostTV

Leverage – The D.B. Cooper Job

Data/Hora 30/08/2012, 20:57. Autor
Categorias Reviews

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Depois de uns quantos bons episódios na temporada, mas relativamente previsíveis, Leverage apresenta The D.B. Cooper Job e surpreende positivamente. No episódio o time de Nate abraça um caso antigo, de 1971, um dos maiores mistérios da polícia dos Estados Unidos. Um homem sequestra um avião, foge pulando de paraquedas e nunca mais é visto. O sequestrador D.B. Cooper virou lenda e até letra de música.

O caso chega até Nate a pedido de Parker. O agente Todd McSweeten é um dos poucos amigos (ou o único) que a nossa ladra conseguiu fazer em cinco anos de série, e quando isso aconteceu Parker estava disfarçada como a agente especial Hagen. Agora, ela quer ajudar seu amigo a solucionar o caso que marcou negativamente a carreira do pai de Todd, Peter McSweeten, policial aposentado que está nos seus últimos dias de vida.

Este episódio de Leverage me remeteu a várias referências: Cold Case, The Pacific e Band of Brothers. O primeiro seriado tratava só de casos antigos e mostrava a reconstituição dos fatos na época em que aconteceram. As duas outras referências são de minisséries que trataram de guerras a partir de depoimentos de veteranos e mesclavam a reconstituição dos fatos com a entrevista dos personagens reais da história.

Em Leverage conhecemos a história de 1971 pelas palavras do personagem principal Peter McSweeten. Os eventos são apresentados com Eliot, Hardison, Sophie, Nate e Parker caracterizando os personagens principais. Ver os membros de Leverage retratando os participantes do caso de 1971 foi muito engraçado. Eliot, Nate e Hardison participaram de uma competição de barba/bigode mais feia. Parker virou uma aeromoça socialíssima e até beijou o personagem de Eliot. Sophie apareceu como uma mãe de família dedicada.

The D.B. Cooper Job também contou com algumas participações de peso. Steve Reynolds, parceiro de Peter McSweeten e o verdadeiro D.B Cooper, foi interpretado por Fred Ward. Ronny Cox interpretou Peter McSweeten e Gerald Downey, que já apareceu em vários episódios de Leverage, volta agora (com maior destaque) como o agente do FBI Todd McSweeten.

Coisa mais querida foi o velhinho McSweeten! Foi bonito ver Nate conversando com ele, deve ter se lembrado da falta que sente do seu pai. Apesar de ter sido um caso pedido por Parker com certeza foi marcante para Nate. Peter parece ter percebido isso e em várias indiretas tentou mostrar como a procura por vingança pode não ser o certo nem o necessário a se fazer. Inclusive Peter pede que Nate ajude seu filho a não se perder nessa busca por D.B. Cooper. No final Todd dá para Nate o livro que seu pai estava lendo antes de morrer, “The Odissey of Homer”.

Não há como imaginar o cérebro de Leverage longe da equipe. Nate foi o responsável pelo sucesso do caso, orientou tudo, solucionou sozinho a última peça do quebra-cabeça e convenceu Todd do que seria mais correto fazer no final da história. Nate conseguiu juntar as informações e perceber como Peter era parecido com o filho e sabia ver a bondade nas pessoas. Foi incrível imaginar que Peter descobriu quem era D.B. Cooper, manteve isso em segredo e o convidou-o para entrar no FBI e ajudar outras pessoas só porque acreditava que todos mereciam uma segunda chance.

Quem aprendeu uma grande lição neste episódio foi Nate. Quando conversou com Peter afirmou não acreditar que mesmo os criminosos pudessem ter alguma bondade dentro de si, mas no final foi ele que mostrou a Todd que apesar dos erros cometidos por Steve, ele entrou no FBI e ajudou muitas pessoas.

O caso parece ter mudado algo em Nate. Na conversa com Sophie ele se mostrou cansado de ter se acostumado a procurar o lado ruim das pessoas. Ele lembrou de uma frase que disse quando surgiu o time de Leverage: “Sabem o que podem fazer, mas sabem o que podemos fazer juntos?” Nate afirma no final que quer construir algo. Podemos ter uma mudança de rumo na forma como a equipe de Leverage trabalha? Nate quis dizer que continua no grupo… ou não? O líder da equipe de ladrões mais querida do mundo nos deixou com uma grande pulga atrás da orelha.

As primeiras impressões de ‘FDP’

Data/Hora 30/08/2012, 17:46. Autor
Categorias Preview

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Pra ficar na analogia esportiva: FDP é uma bola no poste. Destas de cobrança de falta, que explodem no travessão (péééin) e você sente o travesão vibrar. A emoção é boa, a sensação é boa. Mas não é um gol.

FDP, ou (fdp) se formos seguir a grafia da HBO, é a nova série brasileira do canal internacional, que estreou no último domingo no Brasil, com recursos da Ancine, orçamento milionário, anos de produção e alguns problemas contratuais de bastidores. Em resumo: o tema é futebol, o ponto de vista é o do árbitro, o gênero dramédia e o resultado é uma bola no poste. Clique aqui para continuar a leitura »

Mais um vídeo da nova temporada de ‘American Horror Story: Asylum’

Data/Hora 30/08/2012, 16:41. Autor
Categorias Notícias

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O terceiro vídeo promocional de American Horror: Asylum Story é do jeito que você espera: perturbador.

Enquanto parte dos personagens descansam em camas de hospital, uma versão horripilante da música “Que Sera, Sera” toca pelos auto-falantes da instituição.

Vai encarar a segunda temporada da série?

American Horror Story: Asylum estreia, nos EUA, no dia 17 de outubro.

Britney Spears é o centro das atenções no X-Factor

Data/Hora 30/08/2012, 16:11. Autor
Categorias Notícias

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A segunda temporada de The X Factor USA estreia dia 12 de Setembro na FOX americana já em clima de grandes novidades. O vídeo promocional divulgado hoje pelo canal mostra Britney Spears como destaque da atração.

The X Factor USA conta ainda com os jurados Simon Cowell e Demi Lovato. Nesse semana, chegou a ser cogitada a participação do astro teen Justin Bieber no reality.

O cantor foi visto em um reunião com a equipe do produtor musical L.A. Reid. Ano passado, Rihana foi a mentora da equipe de Reid.

Aqui no Brasil, o programa começará a ser exibido no dia 2 de Outubro, pelo canal Sony.

Com informações do X-Factor Brasil.

Saiba quem Jorge Garcia será em ‘Once Upon a Time’

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Jorge Garcia está confirmadíssimo para o elenco de Once Upon A Time e deve fazer uma participação especial da segunda temporada do seriado.

No início de julho, os criadores da série Adam Horowitz e Edward Kitsis  havia demonstrado interesse na participação de Garcia na trama, mas não sabiam dizer qual seria o personagem certo para o ator.

Garcia, 39 anos, será O Gigante, e terá uma história para dois episódios na nova temporada da série. Ele irá se reunir com sua colega de Lost Emily De Ravin na aventura da ABC , que tem estreia marcada para o dia 30 de setembro, nos Estados Unidos. Nenhuma informação mais detalhada foi divulgada sobre a participação de garcia em Once Upon a Time.

O segundo ano da série, assim como no primeiro, está cheio de personagens ilustrado em contros de fadas. As novidades para essa temporada são a aparição de Mulan (Jamie Chung), Lancelot (Sinqua Walls), Captão Gancho (Colin O’Donoghue) e Bela Adormecida (Sarah Bolger).

Com informações do InsideTv.

Jonathan Frakes, de ‘Star Trek’ leva a atmosfera geek para ‘Castle’

Data/Hora 30/08/2012, 13:55. Autor
Categorias Notícias

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***Essa notícia contém spoilers

 

Castle não participou da Comic Con esse ano, mas os fãs terão a oportunidade de acompanhar a dupla principal da série em uma aventura no meio do mundo geek.   É isso mesmo, Richard e Kate serão levados para o centro de uma convenção no melhor estilo da Comic Con. Para ilustrar melhor a atmosfera nerd, a ABC convocou o astro de Star Trek Jonathan Frakes para dirigir o episódio.

Na história, a detetive e o escritor estarão investigando uma morte que ocorre em um encontro de fãs de ficção científica, descrito pelo criador da série Andrew Marlowe como um “mundo de celebridades egocêntricas, fãs enlouquecidos e drama o bastante para duas galaxias”.

Essa é a segunda vez que Frakes dirige um episódio na série. Sua estreia por trás das câmeras no seriado foi em Kill the Messenger, na segunda temporada de Castle. 

Castle retorna dia 24 de setembro, às 22h, na ABC.

Destaques na TV – Quinta, 30/8

Data/Hora 30/08/2012, 00:49. Autor
Categorias TV Brasil

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Na Fox, 22h, chega ao fim a curtinha sétima temporada de Bones. Em The Past in the Present, Bones e Brennan tentam provar para justiça que Christopher Pelant (o vilão do episódio The Crack in The Code) é o culpado por dois crimes. Uma terceira morte, no entanto, vai levar Brennan a tomar medidas extremas para garantir a condenação.

Na Sony, 21h, episódio 1×20 de Once Upon a Time – que vai revelar a identidade de August (se você quiser saber, pode dar uma espiadinha na nossa review).

No Globosat HD, 21h, vai ao ar o terceiro episódio de The Deep. E às 22h30 tem o terceiro episódio de Laid.

Na TBS, 18h30, Hot in Cleveland (3×05). Na TNT, 22h, vai ai ar o episódio 2×05 de Os Bórgias. No Sony Spin, 22h, tem Lost Girl (2×04).

E até amanhã!

Covert Affairs – This is Not America e Hello Stranger

Data/Hora 29/08/2012, 23:46. Autor
Categorias Reviews

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Em um dos episódios tradicionais de Covert Affairs, Eyal retorna com todo o seu poser de espião para se divertir com sua companheira de missões, Annie. E como sempre digo, adoro a perspectiva desse personagem e de seu relacionamento com Annie. Ao mesmo tempo em que ambos sempre entram em um impasse, ambos sempre se entendem como uma perfeita sincronia. This is Not America retrata bem o episódio, pois fomos enviados para Israel para descobrir quem estava conseguindo ter acesso a informações sigilosas do governo americano.

Considerei muito interessante a entrada de Eyal no episódio, pois nunca esperávamos que ele fosse trocar de nome para receber Annie. Mas é algo tão óbvio, que pelo mesmo motivo não foi perceptível. Eyal é um espião e isso não foi novidade, apesar de ter sido uma surpresa. Mas a realidade era que Annie tinha sido enviada para ser testada, e Joan mandou Eyal ficar de olhos abertos em como Annie estava se saindo em missões em campo. É claro que ambos os espiões entraram em uma nova disputa, pois Annie aprendeu novos truques com Lena e ser rebaixada novamente para DPD a tornou intolerante com os velhos hábitos que tinha com a agência. E sinceramente, até eu acho que as regras são severas demais, obrigam o espião a se desvincular de uma missão por mera formalidade. E ainda acredito que Joan está sendo muito antiprofissional nesse quesito, pois está testando uma de suas agentes, e uma que ela conhece a dedo. A verdade é que Joan não aceita o fato de que todos os seus agentes estão começando a crescer profissionalmente, enquanto ela está perdendo os seus triunfos e ao mesmo tempo o marido.

E falando em Arthur, Joan nunca se sentiu tão traída, como está se sentindo nos últimos acontecimentos, desde que Arthur começou a tomar decisões em prol de sua candidatura a ser Embaixador da China. A proposta do chefe da CIA era levar sua mulher a trabalhar ao seu lado no futuro emprego, mas Joan adora o seu trabalho e novamente vemos um grande impasse de marido e mulher como colegas de trabalho. Mas a questão não é somente de orgulho e hierarquia. A ex-mulher de Arthur foi quem ofereceu o trabalho, aumentando ainda mais o ódio de Joan por isso.

Sinceramente, os criadores estão conseguindo aprofundar, e muito, Joan nessa temporada, pois vemos a verdadeira face da mulher que luta pelo seu lugar no mercado de trabalho e ao mesmo tempo, tem que lidar com o marido no próprio ambiente profissional. Mas não foi somente ela que conseguimos ver uma mudança perceptível. Em Hello Stranger, já no começo no episódio, conseguimos captar um grande crescimento em Annie, ao ela tentar tomar a iniciativa de conseguir um aliado de Yemen. Basicamente, o Primeiro Ministro de Yemen teve um ataque cardíaco e o governo dele resolveu fazer um acordo com o governo americano: O EUA dava assistência médica, enquanto o Yemen diminuía o custo do petróleo. E nessa grande jogada, a CIA ficou proibida de se aproximar do assistente do Primeiro Ministro, mas Annie Walker é teimosa e resolve lutar para conseguir.

Ela não consegue. Depois de ser pega pelo departamento americano e ainda provocar uma grande briga entre Joan e Arthur, Annie volta de mãos abanando, já que Sayid, assistente do Primeiro Ministro, afirma ser muito complicado ser um espião e proteger a sua família ao mesmo tempo. Mas Annie sabia e até eu acredito, que toda essa burocracia da DPD é que tenha atrapalhado o processo da missão e Annie resolve pedir transferência para outra agencia. Depois que vi a cena afirmei ‘Graças a Deus!’. Annie Walker não serve mais para pequenas missões. Está na hora de crescer profissionalmente e voltar para a DPD é voltar quase os degraus inteiros caminhados. Joan que se lamente, mas Annie merece isso, mesmo recebendo a ligação de Sayid aceitando a proposta logo em seguida.

Infiltrando no drama de Auggie, o cego irônico começa a fazer terapia com Suzanne, uma psicóloga com bastante experiência em casos militares. Auggie está passando por uma crise existencial, e não somente por Parker o ter deixado, mas por todo o drama da cegueira, que ele nunca teve a oportunidade de colocar para fora. Mas a verdade é que Auggie é muito controlador, já que o próprio consegue absurdamente e teimosamente mudar a opinião das pessoas e muitas vezes persuadi-las a fazer o que ele quer. Isso não quer dizer que ele seja manipulador ou que ele faça isso de propósito, mas foi algo que ele conquistou com o tempo e que se tornou parte dele. Dessa forma, Suzanne o alerta que trata-la inversamentem como um paciente, tinha sido um golpe antiprofissional, o que eu concordo plenamente, pois ele a está diminuindo.

Esses dois episódios foram cruciais para percebermos que depois de uma grande experiência com Lena, Annie Walker não merece mais estar na DPD. Está na hora de crescer e espero que Auggie entenda isso também quando perceber de fato que precisa de muita ajuda.

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