The Newsroom – The Greater Fool

Data/Hora 04/09/2012, 18:00. Autor
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Antes de entrar nos comentários do episódio, gostaria de esclarecer o óbvio. Esse, como toda review, é um texto extremamente parcial. Para não restar dúvidas decidi, inclusive, escrevê-la em primeira pessoa. Penso que esse esclarecimento é necessário uma vez que a minha opinião sobre a série é fortemente sugestionada pela minha experiência com as obras do criador da série, Aaron Sorkin. Antes da estreia escrevi um texto sobre o caminho do roteirista até The Newsroom e consequentemente o que esperar da série. Fato é, que diante de obras primas como The West Wing e A Rede Social, era mais que aceitável esperar uma obra nada menos que genial. Mas isso não aconteceu. Feitas as devidas considerações, vamos ao episódio final da temporada.

Sempre esperamos para o final de uma temporada a resolução das tramas desenvolvidas, bem como a introdução das tramas seguintes. E isso foi feito. Talvez de forma não tão satisfatória, mas foi feito. O pentágono amoroso Sloan-Don-Maggie-Jim-Lisa rodou, rodou, rodou e parou exatamente no mesmo lugar. Alguém me explica o que impede essas pessoas de ficarem com quem eles realmente querem? Quantas vezes o Jim percebeu que gostava mesmo era da Maggie, e depois resolveu ficar com a Lisa, mas na verdade ele gosta de verdade da Maggie, que se sente segura com o Don, mas no fundo gosta do Jim, que… É de deixar a “Quadrilha” de Drummond no chinelo. Alguém já viu, na vida real, um homem dispensar seu interesse amoroso porque o seu rival se mostra alguém que se faz de mau, mas na essência é uma boa pessoa? Eu peço, por gentileza, que releiam a última frase. Ainda descobrimos que a Sloan sempre teve um interesse secreto pelo Don. Eu não poderia me importar menos com isso. O mesmo vale para o Will e a Mackenzie. O motivo de não ficarem juntos não poderia ser menos convincente. Todos esses impasses amorosos serviriam muito bem se estivessem em uma série adolescente da CW.

A resolução do caso das escutas telefônicas não foi nem um pouco mais satisfatório. Aquele truque de entregar um envelope com uma receita para arrancar a confissão do Reese foi uma das coisas mais preguiçosas que eu já vi na TV. Sem contar que usar de chantagem, mesmo que com um argumento maquiavélico, não cai nada bem para quem prega o tempo todo a ética, a moral e os bons costumes. Menos convincente ainda foi a crise de consciência da jornalista de fofoca da TMI.

Novamente apenas a parte jornalistica funcionou. A crítica aos critérios de votação como forma de impedir que uma classe de pessoas menos privilegiada possa votar foi realmente muito séria. O problema é que fica complicado focar só nisso. Ouvi em algum lugar que as pessoas deveriam se preocupar menos se o Jim e a Maggie vão ficar juntos e mais com a parte crítica. Se não quisessem que nos importássemos com isso, não estaria ali. Até porque a parte romântica está longe de ser apenas pano de fundo. Ela toma boa parte do tempo de arte da produção. É impossível dizer que não é para que o telespectador não se importe com isso. Estranhamente a série vem alcançando números interessantes de audiência. Eu até incorporaria o Will Mcavoy e faria um discurso sobre como os americanos tem o pior gosto do mundo, mas fica pra uma próxima oportunidade (Não que eles não devessem estar assistindo a série. Eu estou assistindo a série. A culpa talvez seja por causa do ressentimento do cancelamento de Studio 60 por baixa audiência, série que é, na minha humilde opinião, muito melhor que The Newsroom). Já sabemos que houve uma grande mudança na mesa de roteiristas para a próxima temporada. Eu realmente espero que isso faça alguma diferença. Estamos em ano de eleição presidencial americana. Histórias pra contar com certeza não vai faltar.

Covert Affairs – Loving The Alien

Data/Hora 04/09/2012, 12:57. Autor
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Quando Simon pegou o passaporte de Annie e logo em seguida começou aquele assobio, já imaginei: a Annie vai passar por maus bocados. Mas quando foi que ela não passou, não é mesmo? Loving the Alien soube explorar muito bem o quesito interpretativo de Piper, referente à mudança de personalidade nos disfarces de Annie.

Nesse episódio conhecemos um pouco de Cuba e também de Hector, um dos aliados de Simon. Mas o homem era perigoso e percebeu de cara que Annie não era uma mulher comum. Devo ressaltar aqui que estou maravilhado com essa temporada, pois os roteiristas estão sabendo lidar muito bem com a primeira experiência linear com a série. É claro que tivemos aqueles velhos episódios de sempre relatando alguma missão rápida, mas esse caso de Simon está rendendo ótimos momentos para o show.

Já falando sobre momentos, é nessas situações que vemos Simon – o vilão da história – deixar de lado o seu caráter picareta, para mostrar o homem sem máscaras que gostaria de ver o mundo como uma forma de oportunidade para amar. E o que torna esse contexto mais interessante ainda é saber que Annie também está se sentindo atraída por ele. Apesar de ambos terem seus próprios interesses, eles não conseguem negar o fato de que o fingimento está se tornando realidade de fato.

“O amor nos faz fazer coisas incríveis” Simon.

Mas será que Annie teria coragem de abrir mão de uma grande oportunidade para a carreira dela para ficar com Simon? Quer dizer, não era isso que ela deveria fazer desde o início? Conquistar sua confiança? De que forma ela achava que conseguiria isso? Somente ficando com ele? Era óbvio que ele deveria se apaixonar por ela para que isso acontecesse e achei um tanto ingênuo da parte de Annie de não ter reparado nisso.

E palmas para Auggie que conseguiu retirar alguma informação do pai de Jai. E acabei de descobrir que o meu problema não é somente com Jai. Também não gosto de Henry. Ou seja, possuo um ódio profundo pela família Wilcox. Mas apesar desse ódio acumulado, quando alguém escuta de outra pessoa o lado de seu filho que não veio de você, isso mexe com suas estruturas, principalmente pelo fato desse filho estar morto. Entendo os motivos de Henry por não querer compartilhar alguma informação com alguém, pois queria fazer justiça com as próprias mãos, mas a verdade é que ele não sabe quando ele sairá da prisão e por isso seria muito mesquinho da parte dele de não dizer o que sabe.

Também descobrimos que não é somente Auggie que é um controlador de pessoas. Pelo jeito, Joan também é! Afinal de contas, se não fosse ela, nunca o marido teria aquele jantar. Será que isso foi realmente um favor? Será que Joan percebeu que ela está sendo irracional em relação ao novo emprego do marido? E pela primeira vez, vi Arthur irritado com alguma coisa a ponto de jogar pratos na mesa. Mas a verdade é que um julgamento é algo que fere. Principalmente vindo de alguém que você confiava.

Acredito que Loving the Alien tenha sido uma ótima cartada para o próximo passo de Lena, que inclusive adorei tê-la de volta nesse episódio (mesmo me lembrando da velha Nina de 24 horas). No próximo episódio, teremos um grande golpe na CIA que fará com que Annie tente salvar Simon de uma grande emboscada! Será que finalmente as máscaras cairão?

Doctor Who – Asylum of the Daleks

Data/Hora 04/09/2012, 11:27. Autor
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Entre vários spoilers acerca desta nova temporada de Doctor Who, quatro coisas eram certas:

– Cada episódio seria como um mini-filme;

– Os episódios seriam de certa forma isolados, sem aquela trama única que motivou as demais temporadas de Moffat;

– Os Ponds se despediriam nesta temporada e no especial de Natal conheceríamos a nova companheira (interpretada por Jenna-Louise Coleman);

– Asylum of the Daleks faria dos Daleks vilões novamente temidos pelos fãs.

 Uma semana antes da estreia oficial o canal BBC lançou a webserie Pond Life em 05 episódios minúsculos, mas que nos dão uma ideia de como é a vida de Amy e Rory quando o Doutor não está entre eles, ou melhor, quando eles não estão viajando com o Doutor, pois presente ele esteve em todos os momentos, invadindo o quarto do casal, deixando um Ood por um tempo aos cuidados dos dois e enviando mensagens na secretária eletrônica sempre que possível.

Uma grande sacada a webserie, pois eu sempre tive curiosidade sobre a vida dos dois longe do Doutor e mini-episódios é a forma perfeita de mostrar um pequeno relance para os fãs, sem deixar a coisa chata e desinteressante. O último episódio foi meio deslocado, já que nada dava indícios de uma briga entre Rory e Amy, mas serviu para introduzir o primeiro episódio da temporada.

Ainda antes da estreia, foi lançado para os assinantes do iTunes nos EUA (para desprazer dos fãs britânicos) um prequel explicando o chamado do Doutor por Darla Von Carlson, que o levou ao Parlamento Dalek na estreia da temporada. Em uma espécie de ‘Inception’ alguém envia ao Doutor uma mensagem em sonho (como conseguiram eu não sei) e as coordenadas para onde ele deveria seguir. E é assim que acabamos em Asylum of the Daleks, o episódio do último sábado.

 Depois de visto o episódio, uma coisa eu sabia com certeza: Steven Moffat mente. Sabem aquele negócio de episódios isolados? Mentira pura e simples. Não tem como os episódios serem isolados com a bomba que Moffat jogou em nossas mãos logo no episódio de estreia.

Como assim, Jenna-Louise Coleman aparece no início da temporada e não no especial de Natal!? E mais, ela é um Dalek!!! Cabeças explodiram…a minha inclusive. Pelo menos a história dos episódios serem mini-filmes é verdadeira, assim como Asylum of the Daleks tornar os Daleks vilões de respeito uma vez mais.

Acho que, para mim, o único episódio angustiante com os saleiros gritando Exterminate antes desse foi Dalek, lá nos idos de 2005, com Christopher Eccleston como o 9º Doutor. Talvez porque eu não havia assistido a série clássica ainda e para mim foi impactante conhecer os Daleks e, principalmente, a raiva profunda que existe entre o Doutor e eles. Provavelmente a expressão facial do 9º Doutor é o que passa esta sensação de terror e aflição e não exatamente o saleiro de um olho só, mas o que importa é que Asylum of the Daleks resgata um pouco essa mesma sensação de angústia.

O episódio em si é fantástico, mesmo assim não é perfeito. Ele tem sim seus altos e baixos, mas você só os percebe depois de acabar e repassar os acontecimentos na sua mente, então ele serve aos seus propósitos que é deixar o espectador maravilhado e com os olhos grudados na tela.

A história dos Ponds foi totalmente desnecessária. A briga entre os dois que levou até mesmo ao divórcio aconteceu da noite para o dia e se resolveu com um piscar de olhos também. Não havia a menor necessidade deste tipo de subterfúgio para o episódio de estreia. Se Moffat queria arrumar um jeito de fazer Amy e Rory declararem uma vez mais o seu amor eterno e inabalável, com certeza poderia criar outra história mais impactante, ou pelo menos fazer desta um tantinho mais duradoura.

Não dá para acreditar que Amy pulou fora do casamento sem nem ao menos explicar para Rory que abriu mão do marido porque não pode dar um filho para ele. Quero dizer, não é como se eles já não tivessem uma filha juntos. E não me parece que em algum momento ele exigiu mais do que Amy já lhe deu.

Mas tirando a parte do casal, que embora fora de lugar não atrapalhou o episódio em si, o restante de Asylum of the Daleks foi pura adrenalina e emoção. Primeiro o Doutor é levado a responder um pedido de ajuda em Skaro, o planeta dos Daleks o qual, pelo que eu lembre, está congelado no tempo e espaço juntamente com Galifrey, no ponto exato onde será completamente aniquilado com uma explosão. Como ele foi parar em Skaro? Ou melhor, como o planeta pode estar aqui, livre e solto, enquanto Galifrey está lá, congelada?

Skaro à parte, o que a tal Darla Von Carlson realmente queria do Doutor era capturá-lo e levá-lo ao Parlamento Dalek, pois os vilões precisavam da ajuda do Doutor. Confesso que fiquei incomodada com essa humana convertida em Dalek. Legal Moffat usar novamente os nanogenes (e se eles podiam transformar toda a raça humana em garotinhos usando uma máscara de gás e chamando pela mãe, por que não uma mulher em um Dalek?), mas que é assustador pensar que qualquer um pode ser um Dalek, ah, isso é.

Outra grande sacada do episódio foi mostrar os sobreviventes das cinco grandes guerras Dalek em Spiridom, Kembel, Exxilon, Aridus e Vulcan. Não deixa de ser interessante o comentário do Doutor de que aqueles são os Daleks que sobreviveram a ele e ficaram insanos. Assim como os Daleks mexem com o Doutor, ele mexe com os Daleks.

Só não consigo aceitar muito bem os Daleks atuais querendo destruir o planeta hospício. O que ganharão com isso? Ele estão lá há séculos, uns anos a mais ou uns anos a menos não fará muita diferença. E para onde eles enviarão os malucos daqui para frente?

No entanto, a grande estrela do episódio foi Oswin, a humana aprisionada no planeta hospício. Se alguém tinha qualquer dúvida de que Jenna-Louise Coleman seria uma excelente companheira para o Doutor, essa dúvida foi pelos ares neste episódio. A atriz tem uma química muito legal com Matt Smith e os diálogos de Oswin com o Doutor foram a cereja do bolo. Diga-se de passagem, os diálogos da garota com Rory também foram impagáveis. Ela é espirituosa, inteligente e divertida. Não tem como não simpatizar com a garota.

E se eu achava que vê-la no episódio era a grande surpresa de Moffat (ele realmente conseguiu guardar o segredo a sete chaves, mesmo havendo exibições prévias do episódio tanto nos Estados Unidos quanto na Inglaterra), não imaginava o que estava guardado para o fim. Sim, é claro que havia algo mais na garota ouvindo Carmen e fazendo souflé sem leite, mas juro que não pensei que ela poderia ser um Dalek. Não posso nem imaginar o que o Doutor sentiu ao entrar naquela sala e vê-la acorrentada, falando com ele como se humana ainda fosse. Partiu meu coração.

As cenas de Oswin despertando foram lindas, assim como o seu primeiro Exterminate foi dolorido e um pouco assustador. E mesmo assim ela deu um presente ao Doutor que nenhum outro seria capaz de lhe dar: a liberdade. Não sei vocês, mas eu senti um aperto no peito no momento que o primeiro Dalek disse ‘Doctor Who?’ e a pergunta foi ecoando pela nave. Pela primeira vez em uma existência inteira o Doutor está livre dos seus inimigos, um simples desconhecido, mais uma vez um viajante do tempo disposto a conhecer o espaço e as eras espalhadas pelo passado e futuro. Não tem como não se sentir emocionada….e aterrorizada, afinal, o que disse mesmo Dorium no final da temporada passada? O Silêncio há de cair quando a pergunta for feita: Doctor Who?

***

Agora a dúvida que paira no ar: como Jenna-Louis Coleman virará a nova companheira se ela virou um Dalek e explodiu juntamente com o planeta hospício? Uma versão anterior da personagem? Afinal, o Doutor nunca a viu e pode ser que não a reconheça com outro nome (ela pode ter mudado o nome após separar-se dele e resolveu embarcar naquela aventura sozinha e acabou se acidentando e sendo transformada). Uma ancestral? Tipo Gwen-Gwyneth? Uma irmã gêmea? Uma time lady (todo mundo sempre pensa em uma time lady)? Nenhuma das anteriores? Sintam-se livres para fazerem suas apostas.

Destaques na TV – Terça, 4/9

Data/Hora 04/09/2012, 10:03. Autor
Categorias TV Brasil

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A terça-feira chega trazendo mais algumas finales. Veja o que temos para hoje.

No AXN, 21h, chega ao fim o drama The Firm. E às 22h, termina a segunda temporada de Body of Proof. A série se despede colocando Megan no encalço de um serial killer. Peter Stormare, ex-Prison Break, participa do episódio.

Quem também encerra temporada é The Good Wife. O episódio Dream Team tem novas participações de Martha Plimpton e Michael J. Fox e deve revelar um pouco mais sobre o passado de Kalinda. No Universal Channel, às 23h.

Na Sony, 21h, episódio 2×07 de Covert Affairs (leia a resenha). Também na Sony, às 22h, episódio 2×05 de Franklin & Bash.

Na HBO Plus, 21h, quinto episódio de Slide. No Glitz, 21h, episódio 5×20 de Gossip Girl. No I.Sat, às 21h30, episódio 2×05 de Episodes.

E até a próxima coluna!

Boss – Louder Than Words

Data/Hora 04/09/2012, 01:02. Autor
Categorias Reviews

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Depois de uma season finale eletrizante, Boss retornou para sua segunda temporada neste mês de agosto no canal Starz com um episódio mais lento. Natural, a poeira precisa baixar e as peças no jogo de poder se reorganizarem no tabuleiro. E a lentidão foi só ilusão, porque nos minutos finais de Louder Than Words somos apresentados aos dois elementos que irão conduzir a temporada: o novo sintoma de Kane, as alucinações; e o atentado contra ele, que lança um mistério que conduzirá a temporada.

A season premiere introduz ainda dois novos atores na série. Um é bem conhecido nosso, Jonathan Groff, revelação de Glee, que entra em cena no papel de Ian, que assume temporariamente a vaga do falecido Ezra Stone (mas a boa notícia é que Martin Donovan pelo visto seguirá na série, como um fantasma morando na mente demente de Kane). A outra é Sanaa Lathan, com passagem por Nip/Tuck, como Mona, a assistente do vereador Ross que comanda um ofensiva contra um projeto habitacional de Kane na Câmara. Groff pouco mostrou na premiere, até por conta da complexidade do papel (aparentemente é inexperiente, mas esperto o suficiente para sobreviver no meio dos tubarões). Já Lathan brilhou na premiere e parece que irá se tornar a personagem para qual poderemos torcer ao longo das semanas. (O lado ruim é que o Starz soltou umas fotos promocionais da série com spoilers, que colocam Mona ao lado de Kane, estragando o que poderia ser uma surpresa).

Ross está curtindo uma dor de corno. Zajac está fazendo campanha isolado e pensando em comer a estagiária. A esposa de Zajac é foda (em todos os sentidos). Emma e Kitty estão fora de circulação. E Sam Miller, bah, este é um idiota se acha que pode desafiar o establishment. O único problema de Boss é este: os políticos são uns leões e o nosso representante do quarto poder, bom, ele é um bobão, cheio de ressentimento e tão ingênuo como editor como era quando era apenas um repórter.

E esta review está saindo atrasada (e apressada) porque demorei para decidir fazê-la. Cheguei a desistir. Mas mudei de ideia quando me dei por conta que, neste momento, Boss me empolga mais que Breaking Bad. E, bom, acho que isto diz tudo sobre a qualidade da série.

Morre o ator Michael Clarke Ducan

Data/Hora 03/09/2012, 19:25. Autor
Categorias Notícias

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Morreu em Los Angeles nesta segunda-feira, 3, o ator Michael Clarke Ducan. Michael, 54 anos, que ficou mundialmente conhecido por protagonizar um prisioneiro em A Espera de um Milagre (1999), teria morrido “de repente”, segundo o site TMZ. O ator estava internado desde o dia 13 de julho, por causa de uma parada cardíaca. Tudo leva a crer que o quadro se repetiu hoje, mas desta vez foi fatal.

O Portal IMDB relata que ele tinha 196 cm, tornando o seu tamanho uma das suas maiores características. Na TV, seu último trabalho foi na série The Finder, mas o ator já havia feito participação em séries como Two and a Half Men e Chuck.

Além de A Espera de um Milagre, Ducan protagonizou filmes como Armageddon e Planeta dos Macacos.

Com informações do Washington Post

 

Vídeo revela os bastidores das novas atrações da ABC

Data/Hora 03/09/2012, 19:15. Autor
Categorias Notícias

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O site SpoilerTV divulgou dois vídeos que, na verdade, são um especial da ABC em que são apresentadas as séries que estreiam em breve no canal, na chamada fall season. Nas imagens, com áudio em inglês e sem legenda, é possível saber um pouco sobre as novas histórias que estão por vir, além de entrevistas de bastidores. O segundo vídeo está disponível aqui.

Atrações como 666 Park Avenue, Nashville, The Neighbors e Malibu County são destaque na grade da emissora esse ano.

O Teleséries já divulgou o cronograma (com dia e horário) dos seriados da ABC, que você confere aqui. O calendário completo da fall season, com a programação de outras emissoras, também está disponível.

Com informações do SpoilerTV.

Catherine O’Hara e Bryan Cranston participam de ’30 Rock’

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Todo mundo sabe que qualquer tipo de parente sempre ressurge em algum momento da vida. E as coisas não são diferentes em 30 Rock, comédia do canal NBC.

É por isso mesmo que a atriz Catherine O’Hara (Os Fantasmas Se Divertem, Esqueceram de Mim) entra na história. Ela vai viver a mãe de Kenneth (Jack McBrayer) e terá a companhia do ator Bryan Cranston (Breaking Bad, Pequena Miss Sunshine), que viverá um amigo próximo.

A razão da chegada dos dois ainda não foi revelada, mas a imprensa americana especula que pode estar ligada ao noivado de Kenneth e Hazel (Kristen Schaal) – uma relação descrita como “não-sexual”. A mãe e o amigo – que, aliás, Kenneth detesta – devem chegar para aconselhá-lo sobre os “fatores da vida”.

Com informações do TV Equals.

Sexta temporada de ‘True Blood’ terá apenas dez episódios

Data/Hora 03/09/2012, 17:04. Autor
Categorias Notícias

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Se alguns fãs de True Blood estavam preocupados quanto à participação da atriz Anna Paquin – grávida de gêmeos – no sexto ano da atração, eles podem se acalmar. A protagonista e intérprete de Sookie vai aparecer em todos os episódios da próxima temporada da série. A novidade é que a atração terá o número de capítulos reduzidos – dos costumeiros 12 episódios por temporada para 10.

A produção também foi reprogramada para acontecer em janeiro. Segundo o produtor Allan Balls, além de garantir um maior conforto à gestação de Paquin, ainda deve gerar alguma economia na realização do seriado.

O marido de Anna Paquin é Stephen Moyer, seu par romântico na história. True Blood é produzida pelo canal HBO.

Com informações do Spoiler TV.

Vejas as fotos promocionais da terceira temporada de ‘Downton Abbey’

Data/Hora 03/09/2012, 16:45. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

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Falta muito pouco para a terceira temporada de Downton Abbey, série do canal ITV, estrear na Inglaterra. E para deixar os espectadores com o gostinho do retorno, os produtores resolveram divulgar imagens dos próximos capítulos da atração. Como é de costume, dá pra ver que a série continuará a esbanjar muito estilo e chame.

Veja as fotos abaixo:

Ainda sobre a terceira temporada, o site TV Guide divulgou alguns spoilers sobre as novas histórias que vêm por aí. Por isso, se você faz o tipo que gosta de surpresas, é melhor parar de ler aqui.

Downton Abbey resolveu pegar o Batman Bruce Wayne de inspiração e decidiu colocar no enredo um mordomo chamado Alfred. Quem vai dar vida ao personagem é o ator Matt Milne (War Horse), que ficará com o cargo que já foi de William (Thomas Howes) e do recém-promovido Thomas (Rob James Collier).

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, o personagem vai causar controvérsia desde o princípio. “Ele é sobrinho de O’Brien, a empregada doméstica. Alfred trabalhou com serviços luxuosos em um hotel e quer servir da mesma maneira agora, mas há certas coisas que não se aplicam a uma casa.” Além disso, o Lord Crawley (Hugh Bonneville) perdeu a fortuna da família e teme não poder arcar com as despesas da nova contratação.

Outro que também vai passar por maus momentos é Thomas. Ele, que tem uma vida homossexual discreta, se verá em apuros quando tentar chegar em um novo personagem que é pouco receptivo a seus avanços. “Sugerir propostas imorais dá prisão”, revelou Fellowes. E, ao final da temporada, os espectadores irão ver a família protagonista fazer algo, até então, não imaginado. Calma, não é nada contra a lei. Os Crawley vão tirar férias de verão. Merecidas, depois de tudo o que foi revelado sobre as novas histórias. “Nós deixaremos a casa e iremos para algum outro lugar por um tempo, com apenas alguns convidados”, contou o ator protagonista Boneville.

Downton Abbey estreia dia 16 de setembro, pelo ITV, na Inglaterra. Nos Estados Unidos, a terceira temporada deve chegar em janeiro de 2013. Aqui no Brasil, o segundo ano da série vai ao ar a partir de novembro, pela Globosat HD.

Com informações do TV Guide e Spoiler TV.

Nick Zano participará de ‘Happy Endings’

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Nick Zano, que na última temporada participou de 2 Broke Girls e 90210, garantiu uma participação na terceira temporada de Happy Endings. O ator aparecerá em pelo menos seis episódios da nova temporada da série como um interesse amoroso de Penny (Casey Wilson), mas as coisas não serão fáceis para este possível relacionamento, já que inicialmente Penny acreditará ser muito boa para ele.

Será que vai ser dessa vez que Penny vai encontrar o homem dos seus sonhos? Ou ela ainda vai ficar presa àquele sentimento por Dave que começou a desabrochar no fim da segunda temporada?

Happy Endings retorna para a sua terceira temporada no dia 23 de outubro, nos EUA.

Com informações do TV Guide.

Destaques na TV – Segunda, 3/9

Data/Hora 03/09/2012, 09:38. Autor
Categorias TV Brasil

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Estamos em setembro! Fall season à vista! Confira a seguir os destaque desta segunda-feira nos canais de TV por assinatura.

Tem estreia esta semana na Fox. Com o final de temporada de Apartment 23, quem assume o espaço na grade do canal é The Listener. A série canadense entra em sua terceira temporada, com 13 novos episódios. Na Fox normal, às 19h10, sem previsão de exibição no canal em HD.

No Space, 21h, termina o terceiro ano de Justified.

Na Sony, 22h, episódio 3×10 de Royal Pains. No Universal Channel, 22h, sétimo episódio de Common Law. No Globosat HD, 22h, vai ao ar o quarto episódio de The Bridge (Bron/Broen).

Na HBO, episódio 1×07 de Girls (22h, temos review!) e episódio 1×07 de Veep (22h30, review aqui).

O Sony Spin, às 21h, começa a reprisar a segunda temporada de Merlin (2×01). Dublada.

E amanhã eu volto com nova atualização. Até!

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