Doctor Who – Dinosaurs on a Spaceship

Data/Hora 12/09/2012, 23:16. Autor
Categorias Reviews

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O que dizer de um episódio que você não gostou quando a maioria esmagadora (sim, estou sendo redundante) adorou?

Pois é, sendo curta e grossa, Dinosaurs on a Spaceship não me atraiu e eu percebi que a coisa foi grave quando desisti de ver o episódio no próprio sábado, na tentativa de gostar mais no dia seguinte. Pensei que, talvez, à luz do dia, descansada, num humor melhor eu iria ser capturada pelo espírito da aventura, mas que nada, achei tão chato quanto no dia anterior.

Confesso que desde o início (quando os spoilers e as imagens começaram a pipocar na internet) eu já não tinha me empolgado muito (não senti nenhuma expectativa pela ideia de dinossauros no espaço), mas sempre procuro ver os episódios com uma lente de amor (porque, afinal, acima de tudo sou fã) e com pensamento positivo, então eu acreditava de verdade que seria surpreendida quando finalmente assistisse ao negócio.

Infelizmente, o episódio não foi feito para mim. Mas, como em Doctor Who mesmo quando a coisa está ruim ela é boa, várias coisas positivas saíram do episódio e eu seria muito injusta se não as percebesse e comentasse. Então vamos começar pelo que Dinosaurs on a Spaceship trouxe de bom.

Fazia muito tempo que Doctor Who não fazia um episódio mais infantil, com aquela simplicidade e loucura dos tempos antigos (e que ainda se via de tempos em tempos na era Russell). É gostoso podermos ver o Doutor fazendo o que ele faz de melhor: sair e explorar. Ainda que a exploração tenha sido motivada pela iminente colisão de uma nave alienígena com a Terra.

Também foi inteligente usarem os Silurians (vistos recentemente em outro episódio escrito pelo mesmo Chris Chibnall) como construtores da arca e não os humanos. Dá um toque diferente e mais alienígena à coisa.

Gostei da história se passar em 2367 A.D. É quase ali, mas ao mesmo tempo longe o bastante para muita coisa estar diferente. E Indira apareceu pouquinho, mas a achei incrivelmente carismática. Não me importaria em vê-la novamente outras vezes.

Uma coisa que me surpreendeu positivamente neste episódio foi Amy. Eu não sou fã da garota, isso não é novidade, mas gostei muito dela em Dinosaurs. Ela estava demonstrando menos aquele sentimento de posse que tem pelo Doutor (e que me irrita) e também aqueles ares de ‘sei tudo, sou melhor do que você, há, eu viajo com o Doutor’ que volta e meia aparecem aqui e ali. E é interessante, porque em Dinosaurs Amy mostra com suas atitudes o quanto o Doutor a mudou, influenciou a sua forma de pensar, o quanto aprendeu (a ponto de conseguir até mexer nos controles de uma nave alienígena e entender mais ou menos o que tinha por ali) e mesmo assim sem demonstrar aquele ar de auto importância que ela sempre traz consigo.

Eu creio que muito disso tem a ver com o fato do Doutor estar distanciando a sua participação na vida dos Ponds. Ora vejam, ele ficou 10 meses sem aparecer e ela e Rory conseguiram sobreviver sozinhos e nem se separaram desta vez!

 Acho legal que o Doutor esteja permitindo que o casal tenha a sua própria vida independente dele. Ao mesmo tempo ele não se afasta de vez como fez com tantos outros acompanhantes no passado (até hoje sinto dor quando lembro de Sarah Jane contando para Rose como foi ter sido deixada pelo Doutor para nunca mais voltar, assim, do nada, sem qualquer aviso prévio).

É um pouco incômoda esta predileção que o Décimo Primeiro tem pelos Ponds (mas isso é porque o Moffat obviamente adora o casal), afinal, já que volta e meia volta para eles, custava voltar para algum outro companion também? Não precisava nem ser em tela, só mencionar de vez em quando que os encontrou já me deixaria feliz. Mas não vou reclamar de barriga cheia. A ideia do Doutor estar se distanciando aos poucos já me deixa feliz, pois mostra que ele está se preparando para uma nova fase da vida.

Mas ao mesmo tempo em que fico feliz com esse tempo que o Doutor tem dado ao casal com suas visitas mais esporádicas, também fico preocupada, afinal, ele sempre reaparece. O que fará com que ele deixe de reaparecer quando trocarem os companions? Eu temo pelos Ponds.

Por falar em Ponds, uma graça o pai do Rory (que não é um Pond, sempre bom lembrar). Achei a participação dele meio repentina e um tantinho absurda (pilotando uma nave alienígena logo de cara? Aceitando tranquilamente ter se materializado em uma nave espacial? Sei não…tudo providencial demais),  mas não tem como não ficar feliz com Brian ao ver o quanto a sua experiência com o Doutor proporcionou mudanças em sua vida. Ás vezes só nos falta aquele empurrãozinho que nos faça enxergar que a vida é muito maior e mais emocionante do que nos permitimos que ela seja. E está tudo aí, ao nosso alcance, só falta tomarmos posse dessas oportunidades.

E é claro que adorei ter Rupert Graves no episódio, porque afinal, quem não adora Rupert Graves? Mas ao mesmo tempo me entristeci um pouco por desperdiçarem um ator tão maravilhoso em um personagem tão mequetrefe. Quero dizer, Riddell é até simpático e tinha umas tiradas interessantes (embora eu dispense todo o flerte e aquele final ridículo dele com Nefertiti), mas foi muito mal aproveitado. Aliás, todo mundo foi mal aproveitado por ali (com exceção de Amy e Rory, claro, que estão se saindo muito melhor nesta temporada. Acho que por ser a última, tem que fechar com chave de ouro).

Acho legal a ideia do Doutor viajar com um grupo (ele já fez isso outras vezes em outras regenerações) e ficou claro que ele já teve outras aventuras com Nefertiti e mesmo com Riddell (quem sabe eu terei a chance de vê-lo com Riddell mais vezes?).  Mesmo assim, não consegui enxergar o motivo de precisar chamar os outros para esta aventura em especial (porque foi essa a sensação que ele deu no início do episódio: que precisava e não apenas que sentiu saudades e resolveu trazer todo mundo para perto). Era apenas uma nave em rota de colisão com a Terra, o Doutor já tinha Nefertiti, para que perder tempo indo até Riddell e depois até os Ponds? Não faria a menor diferença tê-los ou não a bordo.

Aliás, por falar em não fazer diferença, os dinossauros foram outros subutilizados. Tudo bem, algumas cenas até que foram engraçadinhas, o Doutor pode cavalgar sobre um dinossauro etc e tal, mas faria realmente diferença se não fossem dinossauros mas sim outra raça alienígena, ou elefantes, ou mesmo objetos inanimados, robôs e afins? No frigir dos ovos não alteraria em nada a história. Um ajuste aqui e outro acolá, mas mudar mesmo, não mudaria nada. Os dinossauros estavam ali só para bonito e porque davam um título legal ao episódio.

Definitivamente Chibnall não está entre os meus roteiristas preferidos de Doctor Who (ou de Torchwood, diga-se de passagem). Acho os seus roteiros fracos e inconsistentes e quase sempre me canso em seus episódios.

Dinosaurs on a Spaceship também me deixou injuriada com o Doutor e sua esquisitice. Ele sempre foi estranho e incompreensível na maioria das vezes, mas nesse episódio ele estava ligado no 220v, seus pensamentos iam e vinham com tamanha rapidez que pouco do que ele falava fazia sentido. Conseguiu me cansar. Geralmente o Doutor e seus surtos me empolgam e instigam, mas não dessa vez. Desde o início ele esteve estranho para mim, distante e afoito. Eu olhava para o Décimo Primeiro, mas não o reconhecia e isso me incomodou mais do que eu imaginava.

Nefertiti foi outra que tinha um potencial gigantesco, mas que se mostrou um nada. Tudo bem que a atriz era inexpressiva ao extremo, mas a personagem também não ajudou. Fico pensando no tipo de história grandiosa que poderiam escrever com a rainha do Egito e a coitada foi relegada à amante de um caçador desconhecido, com alguns closes de efeito em cenas sem muita importância, e a um sacrifício que soou tão falso e forçado quanto realmente foi.

Já que toquei no sacrifício, é sempre interessante ver este lado mais dark do Doutor, que mata sem piedade. Episódio passado ele explodiu um bando de Daleks, desta vez mandou Solomon para a mira dos mísseis da Agência Espacial Indiana…Foi-se o tempo que o Doutor era apenas aquela figura benevolente que acabava cometendo injustiças por tentar salvar todo mundo. Esse lado dark dele aparecendo de vez em quando combina muito mais com toda a história e bagagem do Doutor.

E de repente percebi que só teremos mais 3 episódios com Amy e Rory. Estou autorizada a sentir saudade, mesmo não sendo fã de Amy?

Produtores de ‘Gossip Girl’ trabalham em novo drama (colegial) da CW

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Quem já está se sentindo meio órfão com o fim de Gossip Girl – a última temporada estreia no próximo mês -, saiba que o produtores da série, Josh Schwartz e  Stephanie Savage, estão trabalhando para, digamos, “amenizar” a situação.

Os dois desenvolvem um novo drama adolescente para o canal CW, em parceria com Catherine Hardwicke, a diretora do primeiro filme da Saga Crepúsculo – ela será uma espécie de consultora do programa.

Assim sendo, a combinação entre Gossip Girl e Edward Cullen só poderia resultar nisso: uma história que se passa em uma escola particular, de Ensino Médio, que é tão competitiva a ponto de transformar seus alunos em verdadeiros monstros – isso mesmo, no sentido literal da palavra.

A CW, por enquanto, ordenou apenas o roteiro do programa, que vai se chamar Copeland Prep. Brett Easton Ellis, de American Psycho, assina o roteiro – e irá produzir o show junto com Schwartz e Savage.

Parece interessante?

Com informações do Deadline.

Dylan Baker se junta ao elenco de ‘Zero Hour’

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O ator Dylan Baker – que, recentemente, esteve em The Good Wife e Political Animals – já tem novo papel em seu currículo. Ele foi confirmado como parte do elenco regular de  Zero Hour, série que estreia em breve na ABC.

O programa gira em torno de Hank (ator Anthony Edwards, de ER), um cético editor de revistas que é colocado em uma das maiores conspirações da história da humanidade depois que a mulher, Laila ( Jacinda Barrett, de Suits), é sequestrada.

Baker vai interpretar o chefe de umas das divisões do FBI e é supervisor da personagem Beck (atriz Carmen Ejogo, de Law & Order, CHAOS), que está diretamente envolvida com a conspiração.

O programa estreia na chamada midseaon dos Estados Unidos, entre 2012 e 2013.

Além dos atores já citados, o elenco conta ainda com Scott Michael Foster (Californication) e Michael Nyqvist (Millenium). A produção-executiva fica a cargo de Lorenzo di Bonaventura (Transformers), Pierre Morel (Busca Implacável), Dan McDermott (Angela’s Eyes) e Paul Sheuring (Prison Break), que também assina o roteiro.

O trailer de Zero Hour já foi divulgado. Confira:

 

Com informações do TV Guide.

Estreia da quinta temporada de ‘Sons of Anarchy’ bate recorde de audiência

Data/Hora 12/09/2012, 20:20. Autor
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A estreia da quinta temporada da série da FX, Sons of Anarchy, bateu recorde de audiência. O primeiro episódio da temporada teve duração de 90 minutos e atraiu 5,37 milhões de telespectadores e 3,5 milhões de adultos 18-49 na noite passada, a maior audiência na história da série.

Além disso, a série aumentou 10% no total espectadores e 9% em adultos 18-49 em comparação à estreia da quarta temporada. De todas as outras séries que foram exibidas ontem, tanto cabo quanto aberta, Sons of Anarchy ficou em primeiro lugar na audiência masculina entre 18-49 (2,15 milhões) e 18-34 (1,18 milhões), na noite passada. Foi confirmado pela FX que quando terminarem a contagem da audiência final (que inclui a reprise do episódio e os aparelhos VCR, é provável que o episódio se torne o mais assistido da história do canal.

Gilles Marini é promovido à regular em ‘Switched At Birth’

Data/Hora 12/09/2012, 20:15. Autor
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Desde sua participação no filme Sex and the City, Giles Marini já se consolidou com bons papéis na TV. Agora, pode ficar mais contente, pois o ator foi promovido a regular na série da ABC Family Switched at Birth, depois de participar em diversos episódios da temporada estreante.

A série conta a história de Bay (Vanessa Marano) e Daphne (Katie Leclerc), adolescentes de duas famílias muito diferentes, que descobriram que foram trocadas no nascimento. Marini era recorrente como o pai biológico de Bay, Angelo.

Na TV, Gilles já participou de episódios de Ugly Betty,  Passions, Criminal Minds, Dirty Sexy Money, Castle, Royal Pains e Nip/Tuck. Teve também um papel principal no drama Brothers & Sisters.

Gilles  foi um dos participantes do reality show Dancing With the Stars e participará da temporada All-Star, que estreia em breve na ABC.

Switched at Birth é exibida no Brasil pela Sony Spin, segunda-feira, às 22h.

Donald Glover de ‘Community’ está desenvolvendo uma nova comédia para a NBC

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Donald Glover, o Troy de Community, está desenvolvendo uma nova comédia para a NBC. Glover resolveu relembrar os tempos em que escrevia para 30 Rock e juntou-se novamente a Matt Huber – co-produtor executivo e vencedor do Emmy por 30 Rock – para trabalhar neste novo show que seria estrelado por próprio Glover.

A NBC estaria tão encantada com o projeto, vagamente baseado na vida de Glover, que está próxima de acertar os detalhes sobre o piloto.

Embora surjam muitas especulações os fãs de Troy não precisam se preocupar, pelo menos por enquanto. O ator é presença garantida na quarta temporada de Community, que estreia no dia 19 de outubro (nos EUA)  pela NBC.

Com informações do TV Line.

Bill Manher interpretará ele mesmo em ‘The Good Wife’

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As notícias de adição de participações especiais na nova temporada de The Good Wife aumentam a cada dia. Desta vez, o convidado para aparecer no drama foi o apresentador do talk-show noturno Real Time with Bill Manher. De acordo com o TV Guide, Bill irá interpretar ele mesmo em um futuro episódio do drama jurídico.

Os atores já anunciados na nova temporada são:  John Shea, Christina Ricci, Kristin Chenoweth, Nathan Lane, Amanda Peet, Maura Tierney, Marc Warren, Miriam Shor e Annabella Sciorra.

A quarta temporada de The Good Wife debutará na CBS, dia 30 de setembro, domingo, às 22h.

Ator de ‘Breaking Bad’ vai participar de ‘Parks and Recreation’

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Mais novidades para a quinta temporada da série da NBC Parks and Recreation. Foi confirmado pelo Hitfix que o ator Jonathan Banks, que interpreta Mike Ehrmentraut na aclamada série da AMC, será o pai de Ben Wyatt (Scott Adam) em um episódio da nova temporada.

O co-criador de “Parks&Rec”, Mike Schur, comentou que enquanto planejava como seria o novo personagem, anunciou que o pai de Ben deveria se comportar como o Mike Ehrmentraut. Alguém da equipe em seguida deu a ideia de chamarem o próprio ator para o novo papel. Continuou elogiando o trabalho do ator e que o personagem em Breaking Bad foi motivo de conversas entre os roteiristas da comédia nos últimos dois anos.

É provável que a participação de Jonathan na série deverá ser no sexto episódio da nova temporada, que estreia dia 20 de setembro, às 20h, na NBC.

‘The Glades’ ganha quarta temporada

Data/Hora 12/09/2012, 19:27. Autor
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O canal americano A&E anunciou hoje, dia 12, que The Glades  volta para mais um ano. A quarta temporada da série começará a ser filmada em breve e vai ao ar apenas em 2013.

The Glades encerrou a terceira temporada com uma média de 4.1 milhões de espectadores, mantendo a audiência do seu segundo ano. A série, que vai ao ar na temporada de meio de ano, fez da A&E, o canal número 1 nas noites de domingo.

The Glades é um drama policial criado por Clifton Campbell (White Collar, Profiler), estrelado por  Matt Passmore no papel do detetive Jim Longworth. A série se passa na Flórida, estado americano conhecido como “the glades” (os pântanos, em inglês), e traz no elenco Kiele Sanchez, Carlos Gómez, Uriah Shelton, Jordan Wall e Michelle Hurd.

A série é exibida aqui no país pela versão brasileira do canal A&E.

‘Entourage’ está cada vez mais perto de virar filme

Data/Hora 12/09/2012, 18:39. Autor
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“Termino domingo. (Estou rezando)”, disse Doug Ellin, criador de Entourage sobre o tão aguardado roteiro do filme baseado na série.

A comédia da HBO foi cancelada em 2011 e desde então, a ideia de um filme do seriado foi posta em ação. Em uma entrevista para o site Deadline, Doug Ellin confirmou que o roteiro do longa-metragem já tem cerca de 110 páginas.

Entourage estreou em 2004, na HBO, e girava em torno de um grupo de rapazes de Nova York que acompanhavam seu amigo, um astro de cinema em ascensão Vincent Chase, em  Hollywood, Califórnia.

A série contava com os atores Kevin Connolly, Adrian Grenier, Jerry Ferrara, Kevin Dillon e Jeremy Piven.

O ator e cantor Mark Wahlberg, produtor executivo do programa juntamente com Stephen Levinson, usou suas experiência do início da sua carreira para ilustrar algumas situações na série, como amizade e busca pelo reconhecimento profissional. Em janeiro desse ano, Wahlberg disse à revista GQ que o filme teria 1h30 de duração “e de muita loucura”. Ele revelou que a história teria o foco “apenas nos garotos”, para dar ao público o que eles realmente querem.

Segundo o criador da série, o roteiro conta o que aconteceu co Ari Gold (Jeremy Piven) depois do último episódio da série, mais ou menos seis meses depois de Ari receber a proposta profissional de seus sonhos.

Enquanto Mark e Doug parecem estar animados com a possibilidade da película, o Co-Precisente de Programação do HBO Michael Lombaro lembrou, recentemente, que o canal ainda não deu sinal verde para a produção. “ainda não está nada fechado. Depois de dá uma olhada no roteiro, ainda teremos que fazer acordo com o elenco e analisar se é algo que queremos fazer”, disse Lombaro.

Com informações do Huffington Post.

Brian McNamara, de ‘Army Wives’, participa de ‘Bones’

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Brian McNamara vai aparecer na oitava temporada de Bones. Segundo o site americano TVLine, o ator de Army Wives, será o suspeito de um assassinato.

De acordo com o produtor-executivo de Bones, Stephen Nathan, McNamara será um vendedor de animais chamado Eric Neibling. O personagem tem um esquema de vender espécies de animais em perigo de extinção e tudo isso é revelado após um de seus funcionários ser encontrado morto.

Brian McNamara, 51, interpreta o General Holden em Army Wives. O drama do canal Lifetime está no sexto ano e teve seu último episódio da temporada exibido no domingo, dia 9. Ainda não está certo se a série volta para um sétimo ano. O episódio final dessa temporada teve 1.0 da audiência entre telespectadores com idade entre 18-49 e com  3.8 milhões, no total.

Não se sabe em qual episódio McNamra irá aparecer, mas a oitava temporada de  Bones começa no dia 17 de setembro, às 20h, na FOX americana.

Emma Bell, de ‘Walking Dead’, entra para ‘Dallas’

Data/Hora 12/09/2012, 14:41. Autor
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A atriz Emma Bell acaba de ganhar um personagem regular na série Dallas.

Emma, que esteve em atrações como Walking Dead, CSI: Miami e Supernatural, interpretará uma menina de beleza clássica que foi criada pela avó, tendo recebido uma educação privilegiada e com muitas viagens. A avó a criou para ser uma mulher graciosa, equilibrada e um pouco distante. Já o pai tenta lhe fazer enxergar o mundo com desconfiança. Rumores dão conta que Emma seria a filha da personagem de Brenda Strong, Ann Ewing. Será?

Isso, a gente descobre só no ano que vem, quando a segunda temporada de Dallas estreia no canal TNT dos Estados Unidos.

Com informações do TV Line.

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