Rookie Blue – I Never

Data/Hora 15/09/2012, 16:10. Autor
Categorias Reviews

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A finale da 3ª temporada de Rookie Blue teve pouca cara de finale. Mas isso não significa que o episódio tenha sido ruim. Pelo contrário, eu curti bastante, embora o plot da granada tenha me feito esperar por mais.

Sou uma grande fã de Grey’s Anatomy, como vocês todos sabem. Por isso me animei completamente quando soube que uma “bomba” iria parar nas mãos de Andy. Pensei que a dramaticidade daria o tom do episódio. Mas me enganei. Achei que a Sue voltaria pra dar um sacode no Dov, que tá muito precisado. Mas me enganei, igualmente. Me decepcionei um tantinho com ambas as ausências, da dramaticidade e da Sue, mas ainda assim o caso prendeu minha atenção.

O sequestrador da garota de The First Day of the Rest of Your Life escapou do hospital enganando os guardas e com a colaboração de um deles, e partiu atrás de sua “filha”. Como não conseguiu encontrar a menina, após dar uma surra na psicóloga, raptou outra criança, para forçar a polícia a atender seu pedido principal: encontrar a filha.

Mas havia uma pedra no meio do caminho: Andy McNally. Após encontrar o cara mau com a menininha, ela tentou convencê-lo a se acalmar e deixar a refém ir embora. Mas não deu certo, e Andy acabou trocando de lugar com a garota, e ficando com o delicado encargo de segurar uma granada pronta pra explodir, exatamente no momento em que seu reforço chegava. Dov levou o sequestrador, Collins levou a menina, e Sam ficou com Andy.

E o momento mais esperado pelas fãs do casal aconteceu. Sam disse para Andy que ama ela. O desespero pelo que poderia acontecer se a granada explodisse era evidente nos olhos de Swarek, e foi muito fofo ele colocar as mãos ao redor das dela, indicando que se algo ruim fosse acontecer com Andy, ele preferia que acontecesse com ele também.

Mas Andy não estava preparada para ouvir a declaração naquele momento de extrema pressão psicológica. Pediu espaço. Aí chegou o homem gentil para desarmar a granada e pronto. Tudo resolvido. Simples assim.

Depois Sam reforçou que era verdade tudo o que tinha dito para McNally, fazendo piadinha sobre assistir Grey’s Anatomy e saber a quantidade de ossos no corpo humano. E suas palavras pra Andy foram bonitas. Começar de novo, sem peso para ela. Se encontrar no bar (na cabeça de mais alguém há um grito “Meredith e Derek!”? A cena da espera no bar, então, lembrou MUITO).

Só que Andy não quer ser aquela garota. E não apareceu no bar, porque resolveu manter a coerência e priorizar a carreira a relação amorosa. Se eu gostei da decisão dela? É óbvio que eu preferia ver meu shipper junto novamente. Mas eu compreendo, e até apoio, a decisão. Sam foi bastante inconstante. Ele nunca deixou claro quais seus reais sentimentos em relação à Andy. E sua declaração veio depois de um longo tempo de afastamento, e foi tri morninha. Não era exigível que Andy largasse a oportunidade de participar da Força Tarefa para apostar em um relacionamento que, naquele momento, ela não via como funcionar.

Como Sam vai encarar a decisão de Andy, eu não sei. Mas se ele realmente ama ela – e precisa dela, o que ficou bem claro nas palavras de Oliver sobre a bagunça que o amigo virou sem a namorada. E eu até creio que ele entenderá, depois de um momento de mágoa, por que ele mesmo já fez essa opção anteriormente. Então acho que os dois tem tudo pra voltar ainda melhores, depois do afastamento.

Eu sempre gostei do Chris. Mas quase torci pra ele ir pro interior com a Denise pra cuidar do filho e não aparecer mais. Sério! Tudo tem um limite, e a paspalhice dele ultrapassou o limite. Mas, segundo me conta, Trevis Milne volta para a 4ª temporada. Então espero que não fiquem só nesse mimimi e me devolvam meu personagem fofo, querido e, acima de tudo, com histórias bacanas.

Outro que só deve ficar se a história for render é Luke, que teve a mesma participação do que o telefone da mesa do Barber – completamente dispensável. Cortem o cabelo do Eric Johnson e dêem uma história legal para ele, por favor. O que me dá esperança é a força tarefa, que deve trazer muitas histórias legais.

Por falar em histórias bacanas, Gail conquistou meu coração, nessa temporada. E curti quando Best avisou que ela seria reintegrada. Minha surpresa ficou por conta da partida do Collins, que só se junto à Força Tarefa por que Gail ia cair no mundo, viajando. Sem dúvida a loirinha vai entender a atitude do “namorado” como um novo abandono, e não sei como o casal ficará, no futuro. Mas torço por eles, têm química e o romance deles é bacana.

Se gostei muito mais de Gail, essa terceira temporada fez com que Dov caisse bastante no meu conceito. Ele teve todas as decisões equivocadas, se meteu em todas as confusões possíveis e ainda por cima virou o maior mimizento da paróquia. Torço demais pra que ele melhore um tantinho, porque ele só veio ladeira abaixo.

E Traci virou um personagem melhor, na minha opinião. Acho que ela como detetive renderá boas histórias. Pelo menos tiraram ela do papel de mãe/policial, e deram mais ênfase pra vida profissional dela. Gostei bastante, torço pra que continue assim.

Em linhas gerais, gostei bastante da 3ª temporada. Mostrou que o amadurecimento de roteiro iniciado na 2ª temporada se manteve, e teve episódios muito bons. Mais, não teve nenhum episódio ruim. Isso é um ótimo sinal. Agora, só nos resta esperar até a próxima Summer Season para acompanhar as aventuras dos nossos novatos favoritos. Até lá!

O Fim de Damages

Data/Hora 15/09/2012, 16:03. Autor
Categorias Opinião

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Foram cinco anos de um embate velado, disfarçado por uma falsa simpatia e uma tentativa vã de convivência pacífica. O último episódio de Damages veio para amarrar as pontas soltas, não só da temporada, mas de toda a série. A parceria que se tornou uma obsessão mútua, teve enfim sua resolução, não sem deixar pelo caminho alguns danos irreparáveis. Depois das três primeiras temporadas beirando a perfeição e uma quarta que decepcionou boa parte da audiência, a quinta fechou a história da série de maneira satisfatória, mas não à altura do seu começo exemplar.

Desde o começo da temporada ficou claro que a real motivação das advogadas era travar uma luta pessoal, um duelo que decidiria de vez quem é a melhor. Pelo menos aparentemente, já que no fim do episódio, Patty deixa claro que na verdade queria tirar da Ellen o seu pior, ou melhor, dependendo do ponto de vista. E ela conseguiu. A aprendiz de capeta foi responsável por duas mortes, mesmo que indiretamente.

O caso foi escolhido por elas como se escolhe uma arena de batalha. De um lado a mentora, que sempre conseguiu ocultar o seu verdadeiro caráter muitas vezes até mesmo para o telespectador. Do outro a pupila, que sempre ficou indecisa entre o que precisava ser feito e o que a sua consciência permitia. O problema maior da trama apresentada foi usar personagens que não permitiram ao telespectador escolher um lado. Todos contribuíram de alguma forma para a morte de Naomi Walling. Qualquer um que levasse a pior seria mais que merecido.

Enquanto Ellen buscava vingança pela morte do seu noivo e sua tentativa de assassinato, Patty seguia em sua missão doentia de criar uma continuação de si mesma, usando a mais nova para perpetuar o seu legado, vendo nela a filha que perdeu. O que ela não sabia era que, em um determinado momento, a criação poderia se revoltar contra a criatura, causando danos irreparáveis, como a morte do seu filho. Foi interessante ver de onde saiu tanta obstinação das duas, e nos dois casos, o responsável foi o pai. As duas guardavam traumas, e precisavam provar que eram capazes de vencer, não por causa, mas apesar dos seus pais. Mas o final de cada uma foi bem diferente. Enquanto Parsons conseguir seguir em frente, deixando pra trás não só a sua carreira como advogada, mas toda a mágoa que guardava, Hewes não conseguiu esquecer tudo o que passou. Mas o pior de tudo foi ver que tinha perdido a sua melhor obra, Ellen Parsons.

Sobre o episódio em si, poderia ser mais sutil e menos didático. A necessidade de mostrar tudo tão detalhadamente passou a impressão de que a história era tão mal elaborada que precisava de algo a mais para convencer. Sem contar alguns furos de roteiro, como o assassinato do hacker Samurai Seven que não foi explicado. Ou a morte do Rutger Simon, que mereceria uma investigação mais detalhada. Apesar de alguns derrapes, Damages vai fazer falta. Muitos defendiam que a série terminasse na terceira temporada, mas foi interessante saber mais da história pregressa de Patty Hewes. A série marcou por roteiros elaborados, estrutura narrativa interessante e um elenco de primeira. Com certeza merece ser revista dentro de algum tempo.

Os 30 melhores episódios da temporada 2011-2012: #10-1

Data/Hora 15/09/2012, 15:58. Autor
Categorias Especiais

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Quem não gosta de ver uma lista dos melhores disto, os melhores daquilo, pra comparar e medir a qualidade das coisas, e concordar em parte, ou discordar de tudo que está listado? Foi com este espírito que o TeleSéries se lançou a um desafio polêmico: escolher os 30 melhores episódios da temporada que começou em junho de 2011 e terminou em maio deste ano.

Ao longo de um mês de muito debate, listamos 30 episódios de 30 shows (só valia escolher um único por série) para por fim os ordenar – os episódio de 30 a 21 nós divulgamos na quinta-feira (leia aqui) e os de 20 a 11 na sexta feira (veja aqui), A parte final da lista, pensada dentro das comemorações dos 10 anos do TeleSéries, você vê abaixo. Confira quais foram os 10 melhores episódios do ano na nossa opinião:

Modern Family - Baby on Board

#10
Série:
Modern Family
Episódio: Baby on Board (3×24)

Modern Family tem o dom de começar um episódio sem grandes emoções e no final fazer com que o telespectador fique emocionado por ser pego surpresa. Seria o momento que Mitchell e Cam trariam para a família um novo bebê. Tudo que poderia dar errado dá errado. E os dois se encontram num turbilhões de emoções para no final chegarem a conclusão que talvez esse não fosse o momento de adotarem um novo bebê. Mas os dois grandes momentos do episódio são de Jay e Gloria. Jay ao lado de Lily dançando balé foi uma cena muito fofa. Porém a revelação no final que Gloria está grávida foi umas das coisas mais bonitas da série e o mérito é da atuação de Sofia Vergara que conseguiu passar no olhar a emoção de sua personagem. (Tati Leite)

The Walking Dead - Beside the Dying Fire

#9
Série:
The Walking Dead
Episódio: Beside the Dying Fire (2×13)

Desde a primeira temporada, The Walking Dead vem explorando um grande campo desconhecido de relações sociais e suas afeições num mundo apocalíptico. E, como em qualquer adaptação, gerou discussões e críticas em torno das comparações com as histórias em quadrinhos. Apesar de se desviar muitas vezes da trama original, a série escolheu um modo alternativo de expor a liderança de Rick e de que forma isso afeta o grupo de sobreviventes. Mas o que ninguém esperava era que a série fosse pegar tão surpreendentemente os fãs, quando a trama voltou a se intensificar trazendo mortes que não esperávamos e introduzindo nos minutos finais Michonne e a prisão. Mas nada se compara a verdadeira face de Rick quando ele afirma fielmente que todos estavam vivos devido a ele. Suas decisões podem ter tido consequências ruins, mas serviram para manter o grupo unido e por um desses motivos, Beside the Dying Fire foi um dos melhores episódios do ano. (Mario Madureira)

Fringe - Letters of Transit

#8
Série:
Fringe
Episódio: Letters of Transit (4×19)

O 19° episódio da temporada de Fringe é figurinha fácil em qualquer lista de melhores episódios do ano. Isso porque os roteiristas brincaram e nos apresentaram aquela que será a realidade da quinta e, infelizmente, última temporada da série. Em Letter of Transit conhecemos o universo azul em 2036, após os Observadores terem tomado o controle da humanidade, no ano de 2015. E vimos o esforço dos agentes Simon Foster e Etta Bishop em achar os integrantes originais da equipe Fringe, mantidos no âmbar. Nesse episódio Olivia não aparece e descobrimos que William Bell fez algo horrível com ela. A trama do episódio foi bastante empolgante, e certamente todos os fãs da série estão bastante animados em ver um pouco mais do que o futuro reserva à Liv, Peter e companhia, nos 13 últimos episódios de Fringe. (Mariela Assmann)

The Good Wife - Another Ham Sandwich

#7
Série:
The Good Wife
Episódio: Another Ham Sandwich (3×14)

The Good Wife é conhecida por fazer episódios redondinhos, com boas atuações e bom roteiros. E tudo na terceira temporada aconteceu para convergir no episódio épico do julgamento de Will – o mais aguardado da temporada e provavelmente o melhor da série até agora. Os grandes vilões (Wendy e Dana) se deram muito mal, achando que derrubariam Will, que, na verdade, só tinha feito uma doação à Unicef por meio de um juiz. Achávamos que Kalinda estava realmente ajudando Dana, mas ela mostrou sua lealdade a Will, em uma das melhores cenas de toda a série. Foi uma boa jogada Will não ter invocado a quinta emenda, o que torna tudo muito mais prazeroso. E tivemos ainda o momento depoimento de Alicia diante do grande júri. Tinha certeza que Wendy iria fazer qualquer coisa para tentar provar que Will era corrupto, e que isto faria seu relacionamento com Alicia vir à tona. Os méritos do episódio não ficam só nos plot twists, mas em todas as deliciosas cenas do julgamento, em especial Alicia sendo confrontada por Wendy. (Marco C. Pontes)

Community - Digital Estate Planning

#6
Série:
Community
Episódio: Digital Estate Planning (3×20)

O combinado era escolher apenas um episódio de cada série. O que é especialmente um problema pra Community. Nenhuma outra série arriscou tanto nesta temporada e criou tantos episódios únicos e memoráveis como a comédia de Dan Harmon. Mas escolher um é preciso e o mais original, na minha opinião, é Digital Estate Planning. Nele Pierce e seus colegas de faculdade embarcar numa jornada dentro de um jogo de videogame, tendo como prêmio a herança de Pierce. O episódio é todo muito engraçado. Mas pra quem cresceu brincando horas e horas com um console de 8 bits, como um MSX, NES ou Master System, é muito mais do que isto. Televisão e videogame se unem e o resultado é um episódio antológico. (Paulo Serpa Antunes)

Mad Men - The Other Woman

#5
Série:
Mad Men
Episódio: The Other Woman (5×11)

Mad Men fez uma temporada bastante regular – e ótima – o que poderia tornar difícil destacar um único episódio. Mas Semi Chellas e Matthew Weiner escreveram um roteiro digno de Emmy. The Other Woman marcou a mudança na vida das principais mulheres de Mad Men, e consequentemente dos homens ao redor. Joan faz qualquer coisa para conseguir o que quer. É repugnante o modo como ela chega à sociedade de SCDP, mas mostra o seu caráter, para ela não importa como. Peggy também percebe que ela tem que mudar para poder crescer. Com uma linha temporal indefinida no início do episódio vemos a obstinação de uns poucos e o desespero de muitos. (Camila Telcontar, do Apaixonados por Séries)

Parks and Recreation - The Debate

#4
Série:
Parks and Recreation
Episódio: The Debate (4×20)

Parks and Recreation teve uma quarta temporada sólida, consistente, gerando grandes momentos cômicos em torno da candidatura de Leslie para o conselho municipal. E a temporada teve um ponto alto, o antepenúltimo episódio, The Debate, que coloca Leslie participando de um debate com o riquinho Bobby Newport (Paul Rudd, fantástico), um ativista ecológico, o dono de uma loja de armas e uma atriz pornô (que é quase um clone da Leslie). E ainda tem Andy reencenando filmes de ação, Chris tentando reatar com Ann, Tom com ciúmes e Ron Swanson fazendo gato de TV por assinatura. É um episódio que consegue fazer algo que na maioria das vezes Parks não consegue: ser engraçado o tempo todo, do início ao fim. E ainda tivemos um inspirador discurso de encerramento da Leslie. Já ganhou! (Paulo Serpa Antunes)

Homeland

#3
Série:
Homeland
Episódio: The Vest (1×11)

Em The Vest, penúltimo episódio da temporada de Homeland, não há mais espaço para as dúvidas que rondaram as 10 primeiras semanas da série – Carrie é capaz de fazer seu trabalho? Brody é mesmo um terrorista? Qual o plano de Abu Nazir? Agora as coisas estão claras, mas a única pessoa capaz de ver o quadro geral não tem credibilidade para fazê-lo. The Vest é o episódio de Homeland que tira as melhores performances no seu elenco: no terror nos olhos de Saul ao descobrir a condição médica de Carrie; nos sentimentos conflitantes de Brody, se reaproximando da família às vésperas de virar mártir; e especialmente no desequilíbrio de Carrie – numa atuação de luxo de Claire Danes, a melhor atriz em drama no ano. A série relevação de 2011 chegou ao seu auge. (Paulo Serpa Antunes)

Game of Thrones - Blackwater

#2
Série:
Game of Thrones
Episódio: Blackwater (2×09)

Impossível falar dos melhores episódios da última temporada e não citar Blackwater. A batalha da água negra foi filmada magistralmente e o episódio proporcionou um verdadeiro show de interpretação de Lena Headey e Peter Dinklage. E certamente um dos motivos por tanto alvoroço em torno de Blackwater – justificadíssimo, diga-se de passagem – foi o fato dele ter sido escrito por George R. R. Martin, o autor da saga literária que foi adaptada para a HBO por David Benioff e D. B. Weiss. O confronto entre Stannis Baratheon e os Lannister – mais especificamente contra o comandante anão GIGANTE Tyrion – foi realista e emocionante, razão pela qual chegou a ser considerada por boa parte da crítica especializada como a melhor batalha já filmada para a televisão. O episódio mudou o estilo da série, já que toda a ação ficou centrada na capital dos Sete Reinos, enquanto que em todos os outros dezenove episódios a ação se desenrolava em vários cenários diferentes. Certamente uma das melhores horas do ano na televisão, e disparado o melhor episódio de toda a série. (Mariela Assmann)

Breaking Bad - Face Off

#1
Série:
Breaking Bad
Episódio: Face Off (s04e13)

Durante quatro anos acompanhamos a jornada de Walter White, se afundando em mentiras, arriscando a vida e a família, se enredando no mundo do crime. Walter é um peão, habilidoso, mas um peão. Face Off é o episódio da virada, que transforma o peão em rei (do crime), a caça em caçador. Quando achávamos que não havia mais para onde ir, que Vince Gilligan não teria mais como nos surpreender… Bum! Uma explosão, um incêndio e o veneno extraído de uma flor encerram mais uma temporada empolgante de Breaking Bad, reafirmam o show como a grande série de culto da atualidade e nos entregam o melhor episódio do ano. (Paulo Serpa Antunes)

E então, você concorda ou discorda da nossa lista? Deixe seu comentário!

Confira também as outras partes do especial:
Os 30 melhores episódios das temporada 2011-2012: #30-21
Os 30 melhores episódios das temporada 2011-2012: #20-11

Destaques na TV – Sábado, 15/9 e Domingo, 16/9

Data/Hora 15/09/2012, 11:48. Autor
Categorias TV Brasil

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Sábado, 15/9

Só tem uma atração neste sábado, que coisa: no Globosat HD, 22h, sexto episódio de Crusoe.

Domingo, 16/9

E temos estreia na Sony. O reality show America’s Got Talent retorna no Sony Entertainment Television para sua sétima temporada. Piers Morgan, Sharon Osbourne e Howie Mandel seguem como jurados da atração apresentada por Nick Cannon, que abre com um episódio duplo, com audições em Los Angeles e Atlanta. Vai ao ar às 13h.

No Universal, 17h, vai ao ar o episódio 1×10 de NYC 22. No Globosat HD, 22h, episódio 2×03 de Code 37.

Na HBO, 20h30, quarto episódo de FDP. E às 21h, o episódio 1×07 de The Newsroom (leia a review dupla, com o episódio deste domingo e o da semana passada).

No FX, 23h, temos episódios inéditos de American Dad (0h30, 7×17) e The Cleveland Show (1h, 3×17).

No canal SyFy, 22h, tem Alphas (alguém sabe aí qual é o número do epsódio?

No canal Comedy Central tem Mr. Sunshine (20h30, acredito que seja o episódio 1×12, inédito nos EUA) e o segundo episódio de The Exes (às 23h30).

E nos vemos na segunda-feira!

“New guys”: três novos atores chegam a ‘New Girl’

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A segunda temporada de New Girl, série da Fox, vai contar com novos personagens para agitar a história. Só hoje, três atores foram anunciados para reforçar o elenco da atração (ontem, foi a vez de Maria Thayer).

A primeira é Carla Gugino, que vai interpretar Emma, a chefe de Schmidt (Max Greenfield). A descrição da personagem é, digamos, peculiar: ela é uma “dama” na rua e uma “aberração” entre os lençóis. E mais, “patroa e empregado” viverão um affair no melhor estilo Cinquenta Tons de Cinza (romance erótico que se tornou um hit mundial).

Gugino esteve em séries como Political Animals e Californication.

Já na vida de Jess (Zooey Deschanel) não existe nenhum novo patrão “de tirar o fôlego”. Pelo contrário, são os pais da protagonista que aparecem na história. Os atores Rob Reiner e Jamie Lee Curtis foram escalados para a missão. O encontro acontece no episódio do “Dia de Ação de Graças”, quando Jess vê ali a ocasião apropriada para reunir “Bob” e “Joan”, que são divorciados.

Recentemente, Reiner esteve na comédia 30 Rock e Curtis trabalhou em NCIS.

New Girl retorna ao canal Fox no dia 25 de setembro, nos Estados Unidos.

Com informações do TV Line aqui e aqui.

Psicose: Freddie Highmore é o protagonista de ‘Bates Motel’

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Uma série baseada em Psicose – clássico do terror de 1960, dirigido por Hitchcock – já é uma notícia para deixar a gente feliz. Mas quando um elenco de primeiro escalão é anunciado para integrar o programa, o êxtase é ainda maior.

É exatamente essa situação. O canal A&E já havia definido Vera Farmiga (de Amor Sem Escalas e A Órfã) na série Bates Motel, inspirada no filme clássico. Pois bem, agora, o ator Freddie Highmore, de A Fantástica Fábrica de Chocolate e O Som do Coração, foi anunciado com o protagonista da atração – e filho da personagem de Farmiga.

Bates Motel explora a adolescência de Norman Bates e tenta explicar como ele se transformou em um dos psicopatas mais famosos do cinema – a relação com a mãe, Norma Louise, é peça chave na história.

Outro que se junta à esquisita família Bates é Max Thieriot, que participou de filmes como Operação Babá e O Preço da Traição (ao lado de Julianne Moore e Liam Neeson). Ele interpreta o irmão de Norman, chamado Dylan.

O produtor de Bates Motel, Carlton Cuse (Lost), declarou que Thieriot é “fenomenal, esperto e um ator ‘magnético'”.

E aí, você arrisca se aventurar pelos corredores do Bates Motel? Com um elenco desses, é melhor fazer sua reserva, mesmo que a data de estreia ainda não esteja prevista.

Com informações do TV Line.

 

Jesse L. Martin ganha papel regular em ‘Smash’

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De uma série dramática jurídica para um musical. É assim a carreira do ator Jesse L. Martin, conhecido pelo trabalho em Law & Order, e que acaba de conquistar um papel em Smash.

No história da NBC, produzida por Steven Spielberg, Martin será o diretor artístico de uma companhia de teatro, que tem ligações mais fortes com diversos personagens da história. Ele atenderá pelo nome de Scott Welker.

Vale ressaltar que Jesse L. Martin não é nenhum novato em musicais e já esteve em Rent, produção da famosa Broadway, em Nova Iorque.

Além dele, cantora e atriz Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por Dreamgirls) e Sean Hayes (Will & Grace) também participam da próxima temporada da atração, que retorna na midseason da TV americana, entre 2012 e 2013.

Com informações do TV Guide.

Isla Fisher e Terry Crews já estão gravando ‘Arrested Development’

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Desde que o serviço Netflix decidiu “ressuscitar’ a série Arrested Development – a atração foi produzida pelo canal Fox entre 2003 e 2006 -, vários atores foram conhecidos como integrantes do elenco. Foi assim com Henry Winkler, John Slattery e Liza Minnelli.

Para incrementar ainda mais o time, Isla Fisher e Terry Crew também foram escalados para o programa. Os detalhes sobre os papéis de cada um deles ainda não foram revelados, mas, segundo o site TV Guide, ambos já começaram a gravar a série.

Isla Fisher é conhecida por interpretar a personagem Mary Jane na versão cinematográfica de Scooby-Doo e já emprestou a voz à simpática Beans do filme de animação Rango. Já Terry Crews tem uma participação marcante em As Branquelas e como o pai de Chris no seriado Todo Mundo Odeia o Chris.

A quarta temporada de Arrested Development terá 10 episódios (com possibilidade de virarem 13), que serão disponibilizados de uma só vez no Netflix em 2013. Jason Bateman (Amor Sem Escalas), Portia de Rossi (Nip/Tuck) e Michael Cera (Juno), que protagonizaram a versão inicial, retornam a seus personagens.

Com informações do TV Guide.

A mãe de George chega à ‘Animal Practice’

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É isso mesmo: a atriz Annie Potts (Designing Women) participa da série para viver a mãe do peculiar veterinário George Coleman (Justin Kirk, de Weeds).

A personagem dela não será menos estranha. “Virginia” é descrita como uma pessoa rica, esnobe, racista e, se não bastasse, super egocêntrica. Mas, assim como o filho, bem lá no fundo, ela tem um bom coração.

Potts esteve em atrações como Law & Order (ela interpretava Shophie Devere, uma advogada de defesa e adversária de Casey Novak), Boston Legal e Uggly Betty.

Animal Practice estreia oficialmente no dia 26 de setembro, pela NBC. Uma prévia da série foi exibida durante os Jogos Olímpicos. O programa gira em torno de George, um veterinário que, apesar de gostar muito de animais, detesta ter que lidar com seus respectivos donos.

Com informações do TV Line.

Benjamin McKenzie aparece em ‘Men at Work’

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Atenção, fãs de The O.C.: uma mini-reunião da série vai acontecer em breve na TV americana. Não, não se trata de nenhum especial da antiga atração da Fox (exibida pela Warner no Brasil).

É que o ator Bejamin McKenzie (que interpretava o protagonista Ryan) participa da série Men at Work, que, atualmente, tem Michael Cassidy no elenco (ele fazia o Zach Stevens de Orange County).

Na série de comédia da TBS, McKenzie vive Bryan, o ex-namorado de Meg (Bethany Joy Lenz, de One Tree Hill), que, agora, namora o personagem de Cassidy, Tyler. A chegada do antigo caso amoroso culminará em problemas para o casal.

A segunda temporada de Men at Work vai ao ar em 2013.

Com informações do TV Guide.

White Collar – Gloves Off

Data/Hora 14/09/2012, 14:30. Autor
Categorias Reviews

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No último episódio de White Collar, Ancient History, Neal recebeu uma fita gravada por Ellen logo após o pai dele, James, ter confessado um assassinato. Na fita Ellen conta que reuniu em uma caixa as provas que conseguiu sobre os policias corruptos que James afirma terem armado para ele. A caixa está escondida e um medalhão de Ellen pode levar Neal até as provas.

A fita tem um impacto emocional muito grande para Neal, especialmente por Ellen afirmar que o pai dele não é um assassino. Peter se dispõe a ajudar Neal, mas Sam não quer o FBI envolvido. A tentativa dos dois de fazer essa relação dar certo dita o ritmo do episódio e termina com uma das mais magoadas brigas entre dois amigos já vista em uma série. Mozzie resume a situação bem no início do episódio ao ver Peter e Neal conversando: “Claramente eles estão mentindo um para o outro, fazendo algum tipo de acordo que nenhum dos dois pode manter.”

O caso do episódio, como a maioria dessa temporada e eu sinto muito em dizer isso, não é muito empolgante. Além disso, envolve um mundo confuso (pelo menos para mim) de economia, ações e Wall Street. Neal vai trabalhar infiltrado com o provável suspeito de uma organização que troca informações internas sobre o mercado e ganha muito dinheiro com isso. O ator que faz a participação especial como figurão de Wall Street é Victor Webster, de Castle e Continuum. O mais intrigante é que o grupo envolve tipo um “Clube da Luta”, os participantes lutam boxe e os ganhadores da rodada têm acesso às informações privilegiadas.

As melhores cenas do episódio são quando Neal e Peter, ambos infiltrados, se tornam adversários no Clube da Luta de Wall Street. A luta que foi ensaiada antecipadamente ganha ares de verdadeira quando Neal recebe uma ligação de Sam segundos antes de entrar no ringue. Após Peter ter investigado Sam e descoberto que Neal se encontrou com ele, o agente vai à casa de Sam e tenta convencê-lo de aceitar sua ajuda para solucionar o assassinato de Ellen. Sam resolve se mudar com medo de ter sido encontrado e avisa Neal que a parceira dos dois acabou.

A raiva que Neal sente de Peter vira algo sem tamanho. Neal culpa Peter pela morte de Ellen e por Sam ter ido embora. Para piorar a situação Neal vai até a casa de Sam e encontra tudo revirado, o que sugere que o esconderijo de Sam realmente foi descoberto. Neal mistura mágoa e raiva de Peter e nem Mozzie conseguiu acalmá-lo durante a luta. Mozzie inclusive pede para Neal lembrar que ele está lutando com o seu segundo melhor amigo. Nada mais adianta a Neal, ele está confuso, magoado, com raiva e se sente injustiçado porque mesmo tendo mantido a promessa que fez a Peter, o agente segue não confiando nele.

Acredito que Peter tem todos os motivos para ainda duvidar de Neal, mas também acredito que o agente tem a ver com a morte de Ellen e o sumiço de Sam. No entanto não acho que Peter esteja por trás do que aconteceu, mas ele deve estar sendo monitorado pelo alto escalão do FBI. Se existem pessoas importantes que podem ser desmascaradas se o passado de Neal vier à tona com certeza essas pessoas estão atentas ao que acontece na divisão de crimes do colarinho branco.

O problema é que essa raiva toda de Neal tende a prejudicá-lo e Peter não conseguirá reverter isso facilmente. Quem se torna mais fundamental ainda é Mozzie que visivelmente vem tentando manter Neal na linha. Mozzie é quem poderá ajudar Peter e Neal a resolverem essa bagunça.

Gloves Off realmente promoveu um acontecimento e tanto para deixar a Summer Finale de White Collar mais atrativa. Depois de uma temporada abaixo do esperado e longe do que foram as três primeiras temporadas da série, uma grande briga entre Neal e Peter é a alternativa para virar o jogo.

Após o episódio da semana que vem White Collar retorna só em 2013, esperamos que a série consiga deixar muitas expectativas até lá. Nas redes sociais surgiu uma discussão onde fãs acreditam que Sam possa ser o verdadeiro pai de Neal. Eu espero que não, seria uma saída um tanto óbvia e já muito utilizada. Alguém acredita nessa? Eu acredito no que disse Peter no ringue com Neal: “Essa luta está longe de acabar”. Então, que venha o último round deste ano.

PS: Merchandising pegando novamente com o carro Taurus da Ford, dessa vez Elizabeth Burke mostrou as facilidades do carro que estaciona sozinho.

Dominic Hoffman participa de ‘Grey’s Anatomy’

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A próxima temporada de Grey’s Anatomy vai presentear o público com algumas participações especiais no elenco – todos os detalhes, mantidos em sigilo, claro.

É assim com a nova contratação Dominic Hoffman, que vai aparecer em capítulos próximos da série médica. Hoffman interpretu o agente Hicks em diversos episódios de The Mentalist e esteve em outras atrações como Lie To Me, 24 Horas e Jericho.

Segundo o site TV Guide, fontes informam que ele será um médico do hospital Seattle Grace. E a publicação deixa a pergunta: mas que tipo de médico, ele é meio velho para ser um dos residentes, não?

Façam suas apostas!

Grey’s Anatomy volta a ser exibida dia 27 de setembro, pelo canal ABC, nos Estados Unidos.

Com informações do TV Guide.

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