Veja a cena de reencontro dos irmãos Winchester em ‘Supernatural’

Data/Hora 20/09/2012, 22:25. Autor
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A oitava temporada de Supernatural vai começar emocionante: depois de um ano separados, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackels) voltam a se encontrar. Emocionante também é a forma como Sam é recebido por Dean, já que no mundo de Supernatural nada do que parece realmente é, então, é melhor se certificar.

A oitava temporada de Supernatural estreia no dia 3 de outubro, pelo canal CW, nos Estados Unidos.

Com informações do TV Line.

Lea Michele,a Rachel de ‘Glee’, confirma o lançamento do seu primeiro álbum solo

Data/Hora 20/09/2012, 21:33. Autor
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Lea Michel, que interpreta Rachel em Glee, anuncia em seu Twitter que está trabalhando num álbum solo:

“Tive uma reunião sobre o CD e estou orgulhosa de anunciar que oficialmente estou na estrada para meu primeiro álbum! Estou muito animada!” , escreveu a atriz.

Mesmo não dando mais nenhuma pista sobre o lançamento, esse é um motivo e tanto para se ficar ansioso e de olho no Twitter da atriz para mais novidades!

Siga Lea Michele no Twitter

Glee é exibida toda quinta, às 21h, na FOX americana.

Andrew Leeds, de ‘Bones’, vai passear pelos corredores de ‘Grey’s Anatomy’

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O ator Andrew Leeds, conhecido por integrar o elenco da série Bones como o assassino Christopher Pelant, acaba de conquistar uma vaga no hospital Seatlle Grace, de Grey’s Anatomy.

Mas não exatamente como médico. Segundo o site TV Line, o papel do ator na atração é mantido em segredo porque tem relação com um grande mistério que será apresentado em breve no programa. A única coisa que se pode ter certeza, é que ele não é da equipe de Medicina do hospital.

Leeds se junta a outras novidades do elenco, como Dominic Hoffman (Jericho) e Rex Van de Kamp (Desperate Housewives).

A nona temporada de Grey’s Anatomy estreia dia 27 de setembro na ABC dos Estados Unidos. Uma cena do primeiro episódio foi divulgada. Confira:

 

Com informações do TV Line

Diane Kruger vai protagonizar série no FX

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Diane Kruger foi escalada para viver seu primeiro papel importante em uma série de televisão. Ela será a protagonista no drama da FX chamado The Bridge.

A atriz alemã de 36 anos, que ficou conhecida no cinema por seu papel no filme Tróia, no qual interpretou  Helena, será Sonya North, detetive de homícidios da cidade de El Paso, no México. A personagem é descrita como uma policial durona com pouca empatia e tato social.

Diane também participou de sucessos como Bastardos Inglórios e A Lenda do Tesouro Perdido e fez uma participação especial no seriado Fringe, ao lado do seu namorado Joshua Jackson.

The Bridge tem direção do mexicano Gerardo Naranjo (Miss Bala) e é uma adaptação de uma série escandinava intitulada Bron/Broen. A história mostra o trabalho de dois detetives do Departamento de Homícidios, Sonya North e  Marco Ruiz, para deter um assassino em série que atua na fronteira entre o México e os Estados Unidos.

 A série foi adaptada para a televisão americana por Meredith Stiehm (Homeland) e Elwood Reid (Hawaii Five-0). A produção executiva fica por conta do trio Carolyn Bernstein, Lars Blomgren e Jane Featherstone. A produção terá como cenário as cidades de El Paso e Los Angeles.

The Bridge ainda não tem data de estreia ou elenco definido.

Com informações do Deadline.Com.

Audiência: ‘The X Factor’ apresenta leve melhora

Data/Hora 20/09/2012, 15:46. Autor
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A noite da última quarta feira, 19, apresentou uma briga por audiência entre os realitys shows americanos. The X Factor teve uma considerável melhora da sua semana de estreia para a exibição de ontem nos Estados Unidos pela FOX. O programa atraiu 9.4 milhões de telespectadores e uma demo de 3.4, tendo crescido 8% em relação a semana passada.

Enquanto The X Factor levou a noite no público entre 18 e 49 anos, tivemos também a estreia da temporada de Survivor: Filipinas que abocanhou 11 milhões de telespectadores. Mas sua demo diminui 7%, tendo uma relativa queda.

E a final do Big Brother que está em sua décima quarta temporada, fez 7.4 milhões e um rating de 2.9, tendo uma queda de 9% e 19% do que o ano passado, fechando sua temporada de verão em baixa.

Com informações: TVLine

Tim DeKay participa de episódio de ‘Body of Proof’

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Segundo o site TV Line, o ator Tim DeKay (White Collar, Carnivàle) vai participar de um episódio sobre exorcismo da terceira temporada do seriado Body of Proof, da ABC.

DeKay vai interpretar um pai muito religioso e sinistro que perde a filha adolescente dramaticamente no plantão do hospital. Segundo o site, na história do episódio a adolescente pode ter sido possuída pelo diabo.

Body of Proof tem previsão de retorno nos Estados Unidos para o início de 2013 e vai ao ar pela ABC.

Com informações do site TV Line.

‘Revolution’ recruta três atores de ‘Supernatural’

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Não é a toa que o criador de Revolution também assina o seriado da CW, Supernatural. Eric Kripke vai organizar uma verdadeira reunião de ex-atores de Supernatural na nova série da NBC. Mark Pellegrino, Todd Stashwick e Colin Ford estão confirmados para a primeira temporada de Revolution.

Pellegrino (The Closer, Lost) que interpretou Luciver em Supernatural vai novamente ficar no lado negro da força e será um oficial da milícia que aparece no terceiro episódio da temporada.

Ford que interpretou o jovem Sam Winchester no drama da CW vai aparecer no quarto episódio de Revolution e será um garoto cujo irmão foi levado pela milícia. O personagem de Ford vai estar em situação parecida com a de Charlie (Tracy Spiridakos).

Stashwick (Justified) será um traficante de drogas no drama pós-apocalíptico de Kripke. O ator interpretou Dracula no episódio Monster Movie, de Supernatural.

Revolution vai ao ar nos Estados Unidos nas segundas-feiras, às 22 horas, pela NBC.

Com informações do site TV Guide.

Assista ao trailer da segunda temporada de ‘2 Broke Girl’

Data/Hora 20/09/2012, 14:28. Autor
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Anda com saudade da Max (Kat Dennings) e da Caroline (Beth Behrs) de 2 Broke Girls? A boa notícia é que daqui apenas quatro dias a série retorna para a segunda temporada. Novidade melhor ainda é que o canal CBS divulgou um novo trailer do próximo episódio.

O vídeo promete: conheceremos o homem que uniu Max e Caroline! Mas as coisas não são, assim, da maneira mais convencional.

A segunda temporada de 2 Broke Girls estreia dia 24 de setembro na CBS dos Estados Unidos.

Com informações do SpolierTV.

Veja foto de Sarah Jessica Parker em cena de ‘Glee’

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A quarta e atual temporada de Glee está cheia de… Glamour. A atriz Kate Hudson tem causado a maior empolgação entre os fãs da série devido a participação – com direito a uma super performance de dança – em diversos episódios da série.

Mas a aparição da queridinha número 1 dos fashionistas ainda é um pouco tímida. Depois de uma foto nos bastidores da atração, o TV Guide divulgou uma foto de Sarah Jessica Parker em cena de Glee. Ela vai viver Isabelle, inspirada na editora da Vogue Anna Wintour e para quem Kurt (Chris Kolfer) vai trabalhar como estagiário em Nova Iorque. Pela imagem, dá para perceber que os dois esbanjam estilo. A participação especial vai ao ar no dia 27 de setembro, pelo canal Fox, na TV americana.

Com informações do TV Guide.

Parenthood – Left Field

Data/Hora 20/09/2012, 12:25. Autor
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Enquanto assistia a este episódio, eu fiquei o tempo todo tentando encontrar algum erro, uma falha de roteiro, de direção, interpretação, mas foi em vão. Talvez o único problema com Parenthood seja o canal em que é exibida.

Essa série merece os caprichos e atenção de um canal fechado, onde pudesse levar sua vida sem se preocupar com audiência. Poucas vezes eu vi uma história com tantos pontos focais dividir tão bem o tempo que dedicaria a cada trama. Particularmente, eu prefiro quando os irmãos interagem mais, mas isso não chega a atrapalhar nada.

A nota 10 do episódio vai pra Monica Potter, intérprete da Kristina, e não foi pela cena final (que sim, foi uma das coisas mais bem feitas da série até agora, mas falemos disso mais abaixo). Em uma sequencia super complicada, onde todos gritavam na cozinha, a atriz improvisando em cima das intervenções da bebê foi incrível.

A história mais fraca talvez tenha sido o imbróglio entre o Drew e a sua namorada, tendo que aguentar a mãe enchendo a sua paciência. Mas o ator que faz o garoto foi tão bem, que não teve como não compadecer da sua dor. Quem nunca levou um fora aos 15 anos (ou aos 20, aos 30, aos 60)? A ausência do Mark e a interação do Hank com o Drew deram uma pista sobre a direção que essa história tomará. Depois do papo entre os dois sobre corações partidos, pode pesar sobre a Sarah a necessidade de ter não só um companheiro, mas alguém que possa ajudá-la a criar seus filhos. Destaque para a cena entre o garoto e sua mãe no quarto. A química entre os dois atores deixou a sequência ao mesmo tempo emocionante e engraçada.

O Crosby e a Jasmine percebendo que a vida de casados não pode ser uma eterna lua de mel não chegou a empolgar, mas também não incomodou. A atriz, que no começo me causava uma certa antipatia, vem acertando o ponto já há algum tempo. Foi bacana vê-la desesperada no caminho da escola para pegar o filho que o pai tinha esquecido. Talvez seja a trama que menos tenha potencial, já que eles passaram por boa parte dos perrengues que um casal pode passar no período pré-casamento.

Mas agora vamos falar da principal surpresa dessa temporada, a Julia. A personagem que passou boa parte da série apagada, ganhou bastante destaque no fim da última temporada e ao que parece, conseguirá manter-se em evidência. A história da mãe que luta para conquistar e ser conquistada pelo filho recém-adotado está convencendo. Duvido que alguém tenha deixado de se comover com a advogada passando o dia todo no carro, mostrando para o filho que estaria presente enquanto ele precisasse. E o abraço dos dois mais tarde selou o começo de uma nova fase de confiança, sentimento essencial para surgimento do amor.

E por fim tivemos a revelação no final do episódio. Na última review, elogiei a série por fugir de tramas já batidas, entre elas o câncer. A série já tem sua cota de merchandising social ao mostrar as dificuldades de criar um filho com Asperger. Eu pensei que quando esse momento chegasse, não conseguiria aceitar e criticaria a decisão. Mas não consegui não me emocionar com aquela cena. A decisão de abrir mão dos diálogos por uma música, que por sinal sempre é cuidadosamente escolhida, não poderia ser mais correta. A tristeza da personagem, não só pela descoberta da doença, mas também por ter que dar a notícia ao marido num momento de alegria, foi passada com a maior eficiência, mostrando um trabalho de direção e interpretação dignos de cinema. Não tenho dúvidas de que Parenthood vá conseguir fugir do lugar comum e tratar a doença como poucas vezes vimos na televisão.

Terminei o episódio com a certeza de que eu estava vendo uma superprodução. É nítido o cuidado de todos da equipe com o trabalho. Triste mesmo é só o fato de que a série não tem, e provavelmente nunca terá, o reconhecimento merecido. Eu continuarei na minha árdua cruzada de divulgá-la para as pessoas que gosto. A meu ver, é como se eu estivesse dando um presente, daqueles que nunca se esquece.

Doctor Who – A Town Called Mercy

Data/Hora 20/09/2012, 11:35. Autor
Categorias Reviews

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Depois de uma semana fraca – na minha quase singular opinião – Doctor Who nos apresentou um episódio delicioso de assistir. Não sem defeitos, mas ainda assim prazeroso do início ao fim.

Esse terceiro episódio passou-se no velho oeste americano e, para interpretar o Xerife de Mercy (81 habitantes), quem melhor do que Ben Browder, americano até os ossos? E não posso negar que ele ficou muito bem com aquele bigodão e jeitão bruto do oeste selvagem. Uma pena que foi uma participação de um episódio só. Seria ótimo ter Ben Browder em Doctor Who mais vezes.

Gostei do desenrolar dos acontecimentos, gostei da música, da fotografia, de toda a discussão sobre a natureza do Doutor, do paralelo entre ele e Jex… Tirando a tristeza de ver Rory sendo tão pouco utilizado, e Amy sendo a voz da razão do Doutor (enquanto Rory fazia exatamente o contrário, o que, frise-se, é muito fora do seu personagem), simplesmente não senti o tempo passar.

Há 3 coisas que não há como deixar de lado:

1) mais uma menção ao Natal. Até agora teve uma em cada episódio.

2) novamente o episódio chamou atenção para a eletricidade, o piscar de luzes, a vibração de uma lâmpada acesa.  Assim como o Natal, a luz também teve seu espaço em cada episódio. Coincidência? Pode ser, mas eu acredito mais na sutileza da cadeia de acontecimentos que Moffat está criando para a saída dos Ponds.

3) A idade do Doutor. Soa estranho se eu disser que, entre toda a discussão sobre o Doutor estar perdendo a humanidade, estar sozinho tempo demais etc, o que realmente chamou a minha atenção foi ele estar atualmente com 1200 anos? Ele já conhece Amy e Rory há mais ou menos 300 anos. De fato é um longo tempo, mas não consigo acreditar que ele esteve ‘sozinho’ por todos esses anos. O episódio passado menciona que ele teve suas aventuras com Nefertiti, com Riddell e com certeza houve outros no meio do caminho. Sim, ele sempre volta para Amy e Rory (e de preferência de forma cronológica, embora nem sempre acerte, como vimos no Ponds Life), mas a verdade é que ele já viveu bem mais tempo longe deles (enquanto ainda na vida do casal) do que próximo aos dois.

A propósito, será que nesses muitos anos sozinho (ele morreu/casou quando tinha 1103, é isso? Então não chega a estar 100 anos longe dos Ponds) o Doutor encontrou River? Oh, eu sei que ela não teve nada a ver com o episódio (embora tenha sido sutilmente mencionada na conversa de Amy com Jex, que apesar de muito bonita, foi absurda. Quem é que descobre que alguém é mãe só por um olhar? Como se pessoas sem filhos não pudessem ter a mesma compaixão, tristeza e força no olhar), mas eu não posso deixar de especular o que acontece com o Doutor quando ele está sem o casal por perto.

Seja como for, a minha dúvida é se ele tem estado de fato muito sozinho ou se tem viajado com parceiros diferentes aqui e acolá. Acho muito mais provável o Doutor ir se atolando em raiva e culpa por vir falhando com as pessoas que escolhe acolher, do que se tornar frio e indiferente por não se apegar. Ele deixa bem claro que sente que tudo o que toca é destruído por conta da sua misericórdia. É justamente o seu excesso de zelo e carinho que provoca as destruições em massa e não a sua solidão contemplativa e aventuresca.

Outra coisa que anda despertando furor mundo afora é a cronologia dos episódios. Em Ponds Life o Doutor aparece de repente na vida do casal e anuncia que veio fora da época, que algo grande ainda virá. Então tivemos Asylum of the Daleks, onde o casal estava separado e conhecemos Oswin (e era Natal!). No entanto, no episódio seguinte, tudo estava lindo e maravilhoso entre Amy e Rory, como se nada tivesse acontecido entre eles. Já em A Town Called Mercy havia uma tensão palpável entre os dois. Tudo o que vemos agora é anterior a Asylum? Anterior para nós e posterior para o Doutor? Ou anterior para todos? Ou nenhuma das alternativas e todos os acontecimentos estão rigorosamente na cronologia certa? E nessas andanças de dezenas de anos o Doutor já viu o final dos Ponds e, talvez seja este o motivo de sua fúria muito mais palpável ultimamente?

Mas deixando essas divagações de lado, vamos falar do episódio. Eu gosto muito de Toby Whithouse (acho que mais por Being Human do que por Doctor Who) e não me decepcionei com o seu roteiro. Ele costuma traçar bons paralelos entre os acontecimentos de Doctor Who e a vida real. Alguns bem sutis, enquanto outros são bem óbvios (como Kahler-Jex ser um cientista responsável por experimentos em seres vivos na guerra e que recebeu asilo em outro local por trazer benefícios tecnológicos ao seu novo lar).

A história do episódio em si é simples, mas eficiente. A TARDIS mais uma vez desviou do seu destino (se por vontade própria ou devido ao descuido de Rory não importa) e os viajantes acabaram no oeste americano, diante da pequena (e põe pequena nisso) Mercy. Foi bem legal a chegada dos três à cidade, a forma como ultrapassam a barreira imposta pelo Pistoleiro e, principalmente, a entrada no bar.

Chegando lá, mais uma vez se viram num emaranhado de acontecimentos para o qual foram tragados pelo simples título do Doutor.

 “Por que alguém iria querer te matar?….A menos que te conhecesse?”

Achei legal que a cidade estivesse defendendo Khaler-Jex e como Isaac o considerava seu amigo a ponto de dar a vida por ele. A atitude de Jex não foi exatamente a melhor possível, já que estava disposto a sacrificar uma cidade inteira para permanecer vivo, mas eu acredito firmemente que as pessoas tem direito a uma segunda chance na vida.

O interessante é que, enquanto Jex encontrou naquele povo um coração aberto para recebê-lo e perdoá-lo por seus crimes de guerra, o Doutor ainda hoje, passados mais de 300 anos, ainda se culpa profundamente pelo extermínio de sua raça (e deve ser ainda pior porque os Time Lords ficaram lá, suspensos no tempo enquanto os Daleks continuam por aí infernizando a vida de todo mundo).

É sempre bom fazermos uma imersão na consciência do Doutor e percebermos o quão rica é a sua personalidade. As pessoas tendem a achar que o Doutor sempre tem que agir de uma ou outra maneira, que precisa ser o pacifista, a misericórdia em pessoa, mas esquecem que há muito mais entranhado naquela alma do que nós conhecemos ou conseguimos enxergar. Volta e meia ele nos mostra um pedacinho de quem ele é, mas a bem da verdade é que mal começamos a arranhar a superfície dos sentimentos do Doutor. Ao contrário de muitos, eu gosto quando temos a oportunidade de vermos que ele é muito mais do que um livro aberto e já decifrado.

Mas nem tudo foram flores. A Town Called Mercy pecou em algumas coisas.

– Já mencionei, mas não custa repetir: a participação de Rory e Amy foi tão superficial que não faria a menor diferença se não estivessem ali. Tudo bem, Amy agiu como a voz da consciência, mas qualquer outro habitante de Mercy, o próprio Isaac, inclusive, poderia ter usado algumas boas frases de efeito e conseguido o mesmo resultado.

– O tiro em Isaac foi absurdo. Só aconteceu mesmo para colocar o Doutor como Xerife da cidade (e fazer o Doutor decidir ajudar Jex, afinal, Isaac não poderia morrer em vão).

– A própria atitude do ciborgue era irritante. Se não queria matar ninguém na cidade, que entrasse logo, vasculhasse tudo e encontrasse Jex. Eles até poderiam não delatar o esconderijo do (nem tão) bom doutor, mas se o ciborgue fizesse uma busca pessoal, com certeza encontraria o inimigo e o mataria. Aliás, teve inúmeras oportunidades sem acertar qualquer um e não o fez.

– Por que mesmo o Doutor não pegou a TARDIS, tirou Jex de lá e salvou todo mundo? Aquele plano mirabolante foi a coisa mais sem noção que eu já vi e ainda resultou na morte do cientista.

E pela primeira vez desde que me lembro (posso estar enganada), Amy e Rory se negaram a um passeio mais longo na TARDIS e pediram para retornar para casa, e isso após a própria Amy dizer que o Doutor estava sozinho há muito tempo. Mas deixa quieto que é melhor.

Destaques na TV – Quinta, 20/9

Data/Hora 20/09/2012, 10:27. Autor
Categorias TV Brasil

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Charlie is back! O canal TBS estreia nesta quinta-feira, às 21h, a sitcom Anger Management, o aguardado comeback de Charlie Sheen após seu tumultuado afastamento de Two and a Half Men. Na nova série, que ganhou o título em português Tratamento de Choque (e será exibida dublada), ele é Charlie Goodson, um ex-jogador de beisebol com problemas de temperamento, que se tornou terapeuta para ajudar outras pessoas na mesma situação que ele. O elenco, gigantesco, é repleto de atores conhecidos, como Selma Blair (Kath & Kim), Barry Corbin (One Tree Hill), Michael Boatman (Spin City) e Shawnee Smith (Becker). O primeiro episódio tem participação especial de Brian Austin Green.

Tem estreia também no canal Globosat HD. Às 21h, o canal estreia a minissérie The Field of Blood. Em dois episódios, o programa mostra uma jornalista investigativa que se envolve em um misterioso caso de assassinato. A produção britânica tem no elenco David Morrissey, que fará o papel do Governador na terceira temporada de The Walking Dead. Mais tarde, às 22h30, o Globosat exibe o sexto episódio de Laid.

Na TBS, 18h30, Hot in Cleveland (3×08). Na TNT, 22h, vai ai ar o episódio 2×08 de Os Bórgias. No Sony Spin, 22h, tem Lost Girl (episódio 2×08).

Amanhã eu volto com a programação para o final de semana!

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