Parks and Recreation – Soda Tax

Data/Hora 30/09/2012, 13:18. Autor
Categorias Reviews

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Tudo o que Ben precisava era de um pouco de April no escritório.

Parks and Recreation é, de longe, a série de comédia mais consistente de (quase) todos os tempos. Muita gente vai falar que a primeira temporada e o começo da segunda temporada foram sofríveis, mas falo o contrário: serviu para conhecermos e nos apaixonarmos com esse elenco que é, no mínimo, excepcional.

Além de uma história bem amarrada e plots que estão lá não só para agradar o público em geral, a série acerta cheio em – vocês já sabem – seu elenco. Incrivelmente talentosos, não era de se espantar que todos teriam seu momento de brilho, e neste episódio, April foi a sortuda.

Sempre amei April, com sua visão preguiçosa da vida, seus comentários sempre ácidos, mas nesse episódio o negócio ficou MUITO bom. Primeiro, Andy mandou a roupa suja para ela lavar em DC, super preguiçoso, mas isso só faz April chorar por estar morrendo de saudades do marido. De longe, o melhor casal da série, mesmo que acabem fazendo alguma esquisitice, como por exemplo, mascar o mesmo chiclete.

Adorei, porém, que ela fez Ben conspirar contra os internos sendo que toda a desordem tinha acontecido por causa dela. Muito tenso também todo mundo achar que ela era a filha de Ben. Triste quando alguém é considerado tão velho só porque fica bastante nervoso quando quer que as coisas aconteçam.

O legal então foi ver que mesmo longe de Pawnee, Ben e April conseguem se sustentar, ou seja, o núcleo de DC tá bem interessante e essa nova dinâmica era uma das minhas dúvidas nessa nova temporada – Será que o nível de Parks continuaria o mesmo se formassem núcleos em duas cidades diferentes? O episódio serviu para mostrar que é possível fazer uma série de qualidade mesmo com o seu elenco esparramado nos EUA.

Entretanto, o melhor do episódio sempre será o lugar em que Leslie se encontra. Simplesmente genial o nome de todos os restaurantes de Pawnee, que tem nomes de gordices, sem contar o tamanho dos refrigerantes, com o tamanho bebê que literalmente cabe uma criança de dois anos dentro. O mais chocante também foi descobrir que a água Water-Zero NÃO tem água dentro, mesmo que o conteúdo seja incolor!

O mais interessante foi ver Leslie tendo obstáculos em seu primeiro projeto de lei. Convenhamos que todos de Pawnee realmente são muito gordos, os impostos sob a bebida precisavam acontecer. Ver Knope em seu primeiro contratempo me lembra do começo de Parks, quando ela queria que certos projetos fossem aprovados e não conseguia. O único problema é que agora, ela precisa responder a uma cidade inteira.

Leslie sempre foi e sempre será Leslie Knope. Ela sempre fará o que é certo, mesmo que a sociedade não ache isso correto. O bonitinho também é vê-la voltando às origens, pedindo conselhos ao Ron, como se ele fosse um funcionário público exemplar.

Porém, Leslie ainda terá que lidar com muitos problemas e adorei que a série ainda não quis emancipá-la totalmente do departamento. Sei que um dia isso vai acabar acontecendo, mas se pudesse, votaria para que nunca acontecesse.

A parte mais chatinha do episódio foi Chris colocando Andy em forma. Sem contar que, de alguma forma, Chris consegue transformar a situação em um drama pessoal. Chris não tem nada, esse é o problema. Fica tentando realizar coisas externas, sendo que ele é um louco e precisa, primeiramente, se entender internamente antes de se importar em escalar o monte Everest. Chris, depois que perdeu sua função dentro do departamento e Annie, sempre pareceu extremamente deslocado na série e os roteiristas continuam tentando jogar o personagem de plot em plot, com nenhum grande feito. Precisam entender o que fazer com o ator e precisam entender logo, porque infelizmente Chris é o elo
fraco da série.

No mais, Parks and Recreation continua indo em frente com uma temporada que possui uma grande tarefa: manter o nível da passada ou até passá-lo. So far so good.

Glee — Makeover

Data/Hora 30/09/2012, 13:14. Autor
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Ainda que o mais fraco episódio da temporada, o 3º episódio foi bom em vários sentidos. Não na história, que na minha opinião foi uma espécie de “enche linguiça” para o episódio da semana que vem, mas sim pelas músicas e pela participação (super) especial da Sarah Jessica Parker.

Kurt, atrás de seus planos pré NYADA, foi fazer uma entrevista para trabalhar na Vogue.com, e como se não bastasse todo o luxo da revista, ele trabalharia para a fashionista Isabella Wright, interpretada pela SJP. Como sempre, Parker não deixou a desejar e deu show. Com certeza fez diferença no episódio, que não seria tão fabuloso sem a sua presença. O nosso Purpurina veio na hora certa e só acrescentou no trabalho da chefe, que estava meio desmotivada e sem ideias. Kurt deu uma ajuda, e com a participação da Rachel, eles fizeram um makeover que tirou a Isabella do sufoco.

Enquanto Kurt se divertia em NY, Blaine estava tentando passar o tempo porque já não tinha o namorado com ele. Se inscrevou em todos os clubes possíveis, e deu até pra sentir dó do rapaz. Fiquei com o pé atrás com o Kurt, que só sabia falar sobre ele mesmo e as coisas maravilhosas que estavam acontecendo, e nem deu muita atenção para o Blaine. Mas logo encontrou um ombro amigo em Sam (que também é o ombro amigo da Brittany).

Por falar em Brittany, ela estava concorrendo com o Blaine para ser presidente do corpo estudantil. O que não teve muita graça, já que não teve o discurso sempre adorável do diretor Figgins. Mas o strip de Sam e o discurso de Brittany sobre o quanto ela amava a escola, e queria que nunca tivessem férias, salvou. Talvez o discurso explique o porquê de ela não se esforçar para passar nas matérias. No fundo, bem no fundo, acredito que a Brit é super inteligente, e se faz de inocente para um dia dominar o mundo…

Óbvio que o Blaine ganhou as eleições, mas isso não preencheu o vazio e a falta que ele sente do Kurt, e isso nos leva ao próximo episódio. Não vou dar spoiller, mas se você não assistiu a promo, espere por momentos Klaine.

Também no McKinley, Will estava se sentindo mal por não ter mais boas ideias para o Glee Club. Ele sonhou e lutou por muito tempo até ganhar as Nacionais, e agora que ganhou, ele já não sabe mais o que fazer. No começo fiquei com raiva dele por estar querendo deixar o coral e se candidatar para outro emprego, mas depois eu entendi. Eu mesma, quando criança, vi na TV uma Barbie linda. Minha mãe nunca me deu nada de mão beijada, então todo mês ela me dava 5 reais (e dava pra bastante coisa!). Eu guardei o dinheiro por 5 longos meses, e enfim, comprei a tal boneca. Depois de 2 semanas ela já não era tão legal assim, ainda era bonita e eu ainda brincava com ela, mas já não me deixava tão satisfeita quanto antes. É assim que o Shue se sente, depois de anos batalhando por um só objetivo, ele finalmente chega lá, mas depois de todo o êxtase, ele já não sabe mais o que fazer, ao que se dedicar.

Voltanto para NY, Kurt também ajudou Rachel (que sofreu bullying por causa de suas roupas na NYADA) à ter um look mais sofisticado e bonito (tchau suéter preto de gola alta!). O novo estilo da Rachel também surpreendeu Brody que está cada vez mais apaixonado por ela. Depois de um passeio animado por NY, ela convidou ele pra jantar na casa dela e do Kurt. Lá, rolou um clima e os dois se beijaram, e quando as coisas iam esquentando…Alguém bate na porta! Adivinhem quem era…

Sim, senhoras e senhores! O desaparecido Finn apareceu! Ainda bem que chegou logo, porque ele já é alto, com galhos na cabeça, era capaz de enroscar na porta na hora de passar (ha ha ha, ignorem a piada sem graça!). O episódio terminou, mas vendo a nova promo dá pra ter uma ideia do que vai acontecer com o casal Finchel. Mas se você é ship deles, não se desespere. Se Glee seguir uma lógica, eles vão voltar. Todo final de temporada eles estão juntos, e no começo da outra acontece alguma coisa e eles terminam… Se bem que nas outras temporadas não tinha um garoto lindo de olhos azuis chamado Brody.

Sobre as músicas do episódio:

Everybody Wants to Rule the World foi divertido, e eu amei ver o Blaine de Robin!

Celebrity Skin foi surpreendente de um jeito bom, não lembro da última que vez que Glee fez uma garota cantar um estilo de música mais puxado para o grunge.

The Way You Look Tonight / You’re Never Fully Dressed Without A Smile foi bonitinho, mas me lembrou filme de Sessão da Tarde. Mas lógico, um filme, mesmo que da Sessão da Tarde, com Sarah Jessica Parker, é algo que você deve parar e assistir.

A Change Would Do You Good também ficou parecendo cena de filme, mas eu adorei! Acho que a Lea nem precisou se esforçar pra sorrir, eu mesma, olhando para o colega de elenco dela, não consigo conter um sorrisinho.

Destaques na TV – Domingo, 30/9

Data/Hora 30/09/2012, 08:11. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira a seguir os destaques do último dia do mês!

O mês se despede com uma estreia na VH1. Às 22h, estreia a segunda temporada do desenho animado Ugly Americans. No primeiro episódio, Wet Hot Demonic Summer, Mark vira conselheiro de um acampamento de férias.

Atenção para dica: no GNT, 22h, o Marília Gabriela Entrevista terá as presenças de Selton Mello e Zécarlos Machado, respectivamente diretor e protagonista da nova série do GNT, Sessão de Terapia. A série brasileira estreia na segunda-feira no canal.

Na Sony, à partir das 13h, episódios 7×03 e 7×04 do America’s Got Talent. No Universal, 17h, vai ao ar o episódio 1×12 de NYC 22. No FX, 23h, temos episódios inéditos de American Dad (0h30, 7×19) e The Cleveland Show (1h, 3×19).

Na HBO, tem FDP (20h30, 1×06), The Newsroom (21h, 1×09, leia a review) e Capadócia (22h, 3×02).

No canal Comedy Central episódio 1×04 de The Exes (às 23h30). No Globosat HD, 22h, episódio 2×05 de Code 37. No canal SyFy, 22h, tem Alphas (1×05).

E nos vemos na segunda-feira – mês de estreias, yay!

Fringe – Transilience Thought Unifier Model-11

Data/Hora 29/09/2012, 22:25. Autor
Categorias Reviews

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Em 9 de setembro de 2008 um novo seriado foi apresentado ao público norte americano e, consequentemente, ao resto do mundo. 9.13 milhões de telespectadores, curiosos com “o novo seriado de J.J. Abrams”, sintonizaram na Fox e foram apresentados à Olívia – que na época só queria entender o mistério que cercava a morte de seu noivo e parceiro, John -, Walter e Peter Bishop, Broyles, Charlie, Astrid e Gene. E o público adorou. Na terça-feira seguinte, 13,27 milhões de pessoas ligaram a televisão, a maior audiência do seriado. E a primeira temporada encerrou com mais de 10 milhões de média de audiência. Um sucesso pra emissora nenhuma colocar defeito.

Episódio após episódio, as pessoas tinham suas mentes explodidas, e tentavam compreender o que se passava. Alguns viam a lógica por trás daquilo tudo, e confiavam que os roteiristas sabiam o que estavam fazendo. Outros apontavam falhas de raciocínio, e diziam que os furos no roteiro eram enormes e injustificados. Mal eles sabiam que, eventualmente, tudo passaria a fazer sentido.

Na terceira temporada – a melhor, na minha humilde opinião – as coisas se complexificaram. Os episódios passaram a outro nível. O universo vermelho chegou com tudo, e fomos apresentados com mais vagar aos duplos de nossos personagens mais queridos. Alguns foram amados, outros odiados. Houve ainda quem conquistasse seu espaço com o passar do tempo. E junto com novos personagens, novas teorias. Cada vez mais mindblowing.

E foi exatamente na terceira temporada que tudo se tornou mais difícil. Talvez foi aí que o público norte americano percebeu que para ver Fringe, era necessário pensar. Para entender Fringe, era necessário muito mais que isso. Era necessário teorizar, deixar a mente livre. Ser um pouco Walter Bishop. E entender um tantinho – ou um tantão, como tantos por aí, o que não é meu caso – das mais avançadas teorias físicas, químicas, biológicas. A audiência caia, semana após semana. E a Fox tomou aquela decisão que deixou os fãs ainda mais apreensivos: mover Fringe para as sextas-feiras. A partir desse dia, fã nenhum conseguiu dormir tranquilo. As campanhas #SaveFringe foram intensificadas, e a série passou a ser figurinha fácil nos Trending Topics do Twitter. Mas a audiência americana não ajudava, e só 4 milhões de pessoas assistiram a obra prima que foi Subject 13. O seriado foi salvo pelos executivos da Fox só aos 48 do segundo tempo, e uma quarta temporada foi encomendada.

Quarta temporada que começou morna, deixando os fãs muito apreensivos. Mas que logo se demonstrou fantástica, literalmente jogando com nossas ideias e crenças. E quanto mais evidente ficava a genialidade dos roteiristas, que explicavam os pseudo furos de roteiro das temporadas anteriores, menos gente assistia. Em 3 de abril, apenas 2.84 milhões viram The Consultant. E só 3 milhões de bem aventurados viram Letters of Transit na semana seguinte. Os corações do fandon batiam cada vez mais lentamente.

Mas como uma descarga de adrenalina, a renovação foi anunciada em 16 de abril. A partir desse momento sorrisos e lágrimas se mesclaram. A data do final se tornou oficial: fevereiro de 2013.

E foi assim que chegamos em Transilience Thought Unifier Model-11. Infelizmente, o princípio do fim.

O episódio é uma continuação dos eventos de Letters of Transit – pra rememorar os acontecimentos do episódio, basta dar uma lidinha na review. Mas antes de acompanhar o que aconteceu em 2036, depois de Walter, Peter e Astrid serem retirados do âmbar, descobrimos o que aconteceu em 2015, já que tivemos um breve vislubre da chegada do Observadores à Terra. E ficou bem evidente que eles, ali, acabaram com uma família feliz e tranquila. Olivia foi ferida, Peter “perdeu” Etta. A origem de todos os problemas – familiares – que viriam na sequência.

E logo chegamos em 2036, prontos para acompanhar as novas aventuras de Walter Bishop e família – sim, porque Aspen já é da família. Um futuro miserável, no qual Palitos de Ovos servem como “comida-punição”. E com menos de cinco minutos de episódio, Walter já havia feito uma espécie de “previously in Fringe“, explicando que Olivia saiu para buscar uma parte importante do “quebra-cabeça” que permitiria que o seu plano com September, para derrotar os Observadores, desse certo. Ainda descobrimos que como Olivia não voltou pra casa após a missão, Walter colocou os remanescentes em âmbar. Muita coisa para cinco minutos, não?

Nesse ponto, ficou bem claro que os esforços da premiere seriam para trazer Liv de volta para “casa”, para sua família. E realmente, foi isso que vemos. Pelo menos no princípio.

Olivia usou um dispositivo de âmbar para fugir dos Observadores – que Peter também teria, se não tivesse ABANDONADO a família, segundo Walter. E logo a trupe encontrou o local onde a loirinha estava, mas ela havia sido removida pelos “cinganos do âmbar”, uma espécie de mercadores de pessoas presas na substância (e que são muito interessados em dinheiro também, visto a rapidez que reportaram para os Legalistas que haviam visto pessoas procuradas). Depois de negociar com nozes – que agora são valiosas – Peter descobre que Markhan – sim, ele mesmo, o esquisito apaixonado que transformou “Olivia” em mesinha de centro – comprou sua amada. E é aí, na casa do pequenino, que a dinâmica do episódio começa a mudar. Liv é resgatada, mas Walter fica pra trás – ele não poderia deixar de levar um exemplar de Isaac Assimov pra casa -, e é capturado pelos Legalistas (os humanos tatuados leais ao governo dos Observadores). Agora, a busca será por Walter. Pobre Walter, nas garras do detestável Observador-Chefe Windmark.

E mais uma vez John Noble deu show. O interrogatório de Walter foi muito, muito, muito bom. As cenas entre Bishop pai e o careca demoníaco foram tensas, carregadas de uma dramaticidade hipnotizante. E os diálogos foram bem construídos, a começar pelo da música. A resistência mental de Walter foi notável, até para o Observador. Mas isso significou que acompanhamos o seu definhar físico, que foi muito desesperador. Ainda assim, Walter sorria, como que se orgulhando do seu próprio feito, enquanto o sangue escorria pela sua face e enchia os seus olhos. Doloroso, até de ver.

Windmark só conseguiu acessar algumas informações, que sem sequência não faziam muito sentido. Mas viu imagens de Etta criança, e ao ver a imagem dela adulta, ligou os pontos. Agora, ele sabe que Etta está ajudando a antiga Divisão Fringe. E as coisas se tornam mais potencialmente perigosas para todos eles.

Walter foi resgatado, em uma ação muito bacana envolvendo pai, mãe e filha, e cujo artifício foi praticamente provocar uma “overdose de oxigênio”, quebrando o dispositivo de monóxido de carbono que torna possível a permanência dos carecas na Terra. Seria essa “falta de capacidade respiratória” uma forma de derrotar os carecas?

No final das contas, a chave para desvendar o plano de Walter e September, criptografado e fragmentado – fora da sequência – na mente do 1°, era o Transilience Thought Unifier Model-11, ou Unificador de Pensamentos modelo 11, em uma tradução simplista. Explicado o exótico nome do episódio. Só que, de plano, não adiantou nada o esforço de reunir o aparelho, já que a mente de Walter foi muito lesada enquanto ele resistia aos avanços do Observador. É claro que eles acharão outra forma de tentar salvar a humanidade. Mas o caminho mais “fácil” foi descartado.

Outra possibilidade para derrotar os Observadores pode residir justamente na capacidade humana de perceber coisas que os Observadores não conseguem perceber. E isso deve ir muito além da música. Acho que uma potencial saída é trabalhar com as fraquezas dos Observadores, impondo características humanas a eles, o que seria sua ruína.

O episódio foi repleto de ação, de conexões. E a parte “psicológica” não deixou a desejar. Achei interessante ver as tentativas de Peter, Walter, Astrid e Liv de se adaptar ao novo mundo – imaginem viver em um mundo sem música. CHATO! -, bem como à Etta, que deixou de ser uma garotinha para se transformar em uma forte e badass integrante da remodelada Divisão Fringe, inclusive trabalhando “infiltrada” nas forças Legalistas – o que lhe possibilitou saber que Simon Foster foi encontrado no âmbar, junto de William Bell. Nesses primeiros contatos, a estranheza ainda foi grande. E isso é natural, afinal de contas ela viveu 21 anos sem a família. Seria pedir muito que a adaptação de ambas as partes fosse imediata. Creio que a tendência natural é o clima ficar mais familiar à cada episódio. Como disse Olivia, há muito para ser dito e perguntado.

A cena do reencontro de Etta com Olivia foi muito emocionante. E é impossível não perceber como elas são parecidas. A menina, apesar de ter convivído apenas 3 anos, 1 mês e cinco dias com a mãe, é uma espécie de Olivia 2.0. Com menos implicações morais, quem sabe, por ter crescido em um ambiente hostil, de guerra, e sem família. Mas tem a mesma coragem, a mesma determinação. E até a mesma forma de se portar.

E por falar em emocionante, o diálogo de Olivia e Peter também foi. Eles não são mais um casal. Não puderam suportar a “perda” de Etta. E Peter acabou ficando em Boston, enquanto Olivia seguiu para Nova York com Walter. Peter não foi capaz de deixar para trás a ideia de localizar Etta, enquanto que Olivia, “mais forte”, partiu para ajudar o mundo. Peter desistiu de tudo, inclusive da mulher. Mas não creio que existirá rancor ou grandes mágoas entre eles. O discurso de Olivia foi bastante conciliador, também. Acho que ela não culpa Peter por ter desistido dela. Então, acho que logo eles voltarão a ser um casal, de fato. Torço, e MUITO, para isso. Só temos mais 12 episódios. Que eles sejam recheados de momentos Polivia.

No final do episódio, Walter – em trajes que eram a SUA CARA -, o homem para o qual não há esperança, porque da terra árida nada brota, resolveu buscar sua própria cota de esperança, através da música (essa aqui, por sinal). E foi como um bálsamo para sua mente perturbada. No final de tudo, ele avistou uma florzinha, solitária, perdida no futuro devastador. A esperança persiste.

P.S.1: como esperado, nem sinal do Universo Vermelho. É, acho que os mais esperançosos, como eu, terão que assimilar que não veremos mais Bolivia e Lee ajudando a salvar o mundo. Uma pena. Quem devemos ver é Broyles – que, segundo me lembro, é “apoiador” de WindMark – e Nina, que apareceram em Letters of Transit. E tudo indica que Simon e Bell darão as caras em breve, também.

P.S.2: o código da semana foi DOUBT, ou dúvida.

P.S.3: nas minhas pesquisas para tentar descobrir como Only You se encaixaria num plano maior – já que nem as músicas são aleatórias em Fringe -, descobri que ela foi escrita por Vince Clarke, e que é uma balada baseada em sintetizador. Na música, é como se fosse criada beleza e vida dentro de padrões tecnológicos. A ligação com Fringe fica evidente, assim. Uma das marcas registradas da série é trazer ao “frio” universo da ficção científica emoção, amor, coração. Afinal de contas, quantas vezes o amor já foi a resposta, em Fringe? Viajei!?

P.S.4: os acontecimentos dessa premiere não estão completamente conectados com as quatro temporadas anteriores. Ainda há muitas dúvidas sobre como passamos daquilo para isto. Os flashbacks e as informações dadas pelos personagens serviram para nos situar nos acontecimentos, mas é óbvio que muitas coisas não estão muito claras. Quem sabe em razão de Fringe ter sido, originalmente, programada para mais temporadas. Talvez os eventos de 2015 seriam demonstrados mais detalhadamente e tudo ficaria mais explícito, mais conectável. Mas essa quinta temporada é um verdadeiro presente, então acho que nos cabe ser pacientes e ter esperança. Afinal, essa temporada tem tudo para fechar o show com chave de ouro. É o que esperamos, todos.

P.S.5: sim, eu sei. Tá faltando coisa aí em cima. Mas meu cérebro, embora nunca tenha sido testado, mexido ou embaralhado, não chega nem perto de compreender todas as nuances de Fringe. My bad.

Morre Michael O’Hare, de ‘Babylon 5’

Data/Hora 29/09/2012, 22:05. Autor
Categorias Notícias

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Michael O’Hare, que interpretou o Comandante Jeffrey Sinclair na série sci-fi Babylon 5, morreu nesta sexta-feira, 28 de setembro, aos 60 anos, devido a complicações do ataque cardíaco sofrido cinco dias antes.

J. Michael Straczynski, criador da série, divulgou a notícia em sua página do Facebook. lamentando a “terrível perda para todos os fãs de Babylon 5” e ofereceu condolências à família em nome da equipe de produção.

O ator comandou a estação espacial na primeira temporada antes de ser substituído por Bruce Boxleitner (Capitão John Sheridan) e retornou em participações especiais em alguns episódios da segunda e terceira temporada.

Na TV desde a década de 70, teve participações em séries como T.J. Hooker (Carro Comando),  One Life to Live, LA Law e Law & Order.

Com informações do TV Guide.

Mais um ator escalado para o episódio musical de ‘Psych’

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Novidade no elenco de Psych. O ator Barry Bostwick (The Rocky Horror Picture Show) foi convidado a participar do episódio musical da dramédia do USA Network. O capítulo, aliás, é outra novidade. Mas nem tão nova assim. Durante a Comic-Con de San Diego, em julho desse ano, o produtor Steve Franks havia contado sobre o episódio especial que fará parte sétima temporada e terá duas horas de duração.

Bostwick vai interpretar Armitage, dono de um teatro luxuoso em Santa Barbara. O ator esteve, ainda, em How I Met Your Mother e Spin City.

Brooke Lyons (2 Broke Girls) e Anthony Rapp (Rent) também participam do episódio, que já está sendo gravado em Vancouver, no Canadá.

A sétima temporada de Psych ainda não tem data de estreia marcada.

Com informações do EW.

Michael Trucco participará de ‘Revenge’

Data/Hora 29/09/2012, 19:32. Autor
Categorias Notícias

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Michael Trucco (Battlestar Galactica), atualmente na comédia How I Met Your Mother como par romântico de Robin (Cobie Smulders), acaba de fechar sua participação em Revenge, de acordo com nota divulgada pelo site  TVLine.

Trucco interpretará Nate, o irmão carismático e um tanto perigoso de Kenny (J.R .Bourne, de Teen Wolf e The Secret Circle). O ator gravou recentemente sua última participação na sitcom da CBS (o episódio está previsto para ir ao ar no final de outubro). Seu arco de histórias no drama da ABC estrelado por Emily VanCamp  começa no final deste ano.

A segunda temporada de Revenge estreia nos EUA neste domingo (30/09).

Com informações do TVLine.

Grey’s Anatomy – Going Going Gone

Data/Hora 29/09/2012, 12:32. Autor
Categorias Reviews

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E cá estamos nós, quatro meses depois, fazendo aquela mesma busca desesperada pela casa, coletando as caixinhas de papel que estavam guardadas desde maio. E lá pela metade do episódio elas já tinham acabado, pelo menos aqui em casa. Será que em Shondaland tristeza tem fim? Temo que não.

Logo no início de Going Going Gone, descobrimos que as coisas estão bem diferentes no Seattle Grace. O início do episódio, com as duas novas internas, me deixou com a impressão que a Bailey badass estava de volta. Qual não foi minha surpresa quando descobri que a novidade era uma Meredith mais “malvada” – leia-se forte -? A medusa está no pedaço, pessoal. E adorei a nova personalidade da Grey. Que orgulho da nossa “sombria e obscura” Meredith Grey. Outra novidade é Cristina nas gélidas terras de Minnesota – um lugar no qual interrupções nas cirurgias significam todo mundo com as mãos para o alto. FOCO -. Está claro que, diferentemente do alegado por Mer, ela não está muito feliz.

Na verdade boa parte das dificuldades de Cristina se resumem a trabalhar como um time. A não passar por cima dos outros, a ser gentil com as pessoas que precisam de sua gentileza. A ouvir as histórias alheias, não desdenhá-las. Enfim, fazer social, que não é muito a sua cara MESMO. Sei que depois de tudo que ela passou, da mudança,  e em razão do seu brilhantismo, tudo fica mais difícil. Na minha opinião, claramente, Yang não se adaptará ao novo hospital, e voltará para Seattle. E acho que Dr. Thomas ainda terá algo para ensinar para ela, afinal de contas. Ah, é “só” ela superar o trauma, e voar de volta.

O episódio foi sobre Mark. Um tributo à ele, na verdade. Mas antes de falar disso, preciso falar de algumas outras coisas que chamaram minha atenção nesse episódio. Uma delas foi Alex “entrando nas calças” das novas internas. Aparentemente, ele está de volta à fase garanhão, bem peculiar de seus momentos de culpa e sofrimento. E a culpa é por não ter entrado no avião, dando lugar à Arizona. E apesar dele demonstrar que quer ir embora logo, deixando Mer para trás sem nem se despedir, seu coração gigante fala mais alto e ele resolve ficar, já que o novo atendente da pediatria, Barnett, não caiu nas graças, especialmente po transferir o programa das crianças africanas para outro hospital. Pelo legado de Arizona.

Outra que merece algumas linhas é Bailey. Shonda sabe o que fez com a personagem, enfim. E os acontecimentos desse episódio deixaram bem claro, já que os novos internos nem respeitam a atendente. Ela não é mais nem a sombra da “nazista” que já foi um dia. Resta saber se tendo tomado conhecimento disso, ela vai agir diferente e parar de se agarrar pelos corredores e salas de descanso do Seattle Grace. Bailey Danadinha terá que dar lugar para uma Nazi 2.0, para o bem da personagem.

Owen me surpreendeu. Quando ele disse aquelas palavras para a Dra. Wilson, sobre Mer ser forte e agir daquela forma dura porque sabia que facilitar a vida dos internos não levaria à nada, ele se deu conta de que fracassou com April. Mas eu só descobri isso quando ele encontrou a menina com o grande porco, antes eu pensei que ele voaria para ver Yang. Adorei a atitude o Owen, e por mais que ache April muito chata, acho que a volta dela para Seattle será boa, e dessa vez as coisas serão um tanto diferentes.

E agora vamos aos três personagens centrais do episódio: Mark e, consequentemente, Callie e Derek. Sloan tinha um desejo: se não melhorasse em 30 dias, queria ser tirado do suporte mecânico que o mantinha vivo. E os 30 dias estavam se acabando. 17 horas. A hora fatídica.

Achei uma graça Callie tentando algumas frases eróticas pra acordar Mark. E após a constatação de Derek, de que o amigo sempre queria ser o primeiro em tudo, iniciamos uma viagem ao passado. Essa viagem tornou as coisas muito, muito mais tristes. Foi um tributo de Shonda para um de seus personagens favoritos e mais antigos, ok. Mas destruiu os corações.

Tudo começou em 1994, no casamento de Der e Addison. Vimos Derek e Mark antes de acontecer o evento que abalou a amizade deles.Vimos conselhos com a “cara” de Sloan: não se prenda à uma mulher, Deus planeja uma quantidade enorme de mulheres para homens como nós. Depois passamos por 2007, um exemplo clássico da frase Mark garanhão, com a participação super especial de Callie. Tudo reafirmava aquilo que ele havia dito para Derek, ele não era homem de uma mulher só.

Ainda demos uma passadinha rápida, pra checar o Mark professor, amigo, que vai deixar tanta saudade em Avery. A despedida de Avery, afirmando que o Pelotão das Plásticas continuaria, porque ele podia assumir a partir dali, foi muito, muito emocionante.

E foi em 2009 que surtamos de tristeza. A prova de que o Mark garanhão havia mudado. A prova de que ele era, naquele momento e para todo o sempre, homem de uma mulher só. Lexie Grey.

E a hora chegou, e apesar de Callie e Derek ficarem repetindo que aquilo não era grande coisa, era. Mark Sloan estava partindo. Em uma longa espera para que seu coração parasse de bater e ele, enfim, morresse. Com os seus escolhidos ao seu lado. Foi triste ao cubo.  E meus lencinhos de papel já tinham acabado, a essa altura.

Mas ainda chorei mais. Ver Mark com a pequena Sofia e depois, aquela cena com a família – que agora está destroçada – feliz, calou fundo no meu coração. Não veremos mais nosso Mc Steamy pelos corredores do Seattle Grace. Não teremos mais Slexie. Nada será como antes, nunca mais. Não quero dizer que o novo será necessariamente ruim, ou pior. Mas com a saída desse casal, “nada do que foi será, de novo, do jeito que já foi um dia”. E, que seja feita a vontade de Shonda Rhimes. É exatamente com a imagem da foto acima que lembrarei – com saudade – de Sloan.

Derek, além de ver seu melhor amigo partir, teve que lidar com sua mão inoperante. A cena da sala de operação, com todos felizes pela sua volta, e ele dizendo “É um lindo dia para salvar vidas”, foi emocionante. Mas não foi dessa vez que Derek conseguiu operar. Será que ele voltará a ter a precisão para cirurgias tão delicadas quanto as da neuro? É esperar pra ver.

Callie ainda teve que lidar, o episódio inteiro, com o drama Arizona. As pessoas lhe encaravam, a confortavam, ofereciam seus sentimentos. Mas em momento algum eu acreditei que Arizona tinha morrido. Simplesmente porque eu me negava a trabalhar com essa hipótese. Mas aí, eu precisava lidar com a possibilidade de que, se ela estava viva, algo muito horrível havia acontecido com ela. E no finalzinho do episódio, quando achávamos que tudo de pior havia passado, somos golpeador diretamente na cara com uma Arizona completamente devastada, deprimida, furiosa. E sem uma das pernas.

E assim ficamos, esperando pelo próximo episódio que, pela promo, será tão – ou mais – devastador que esse. Comprem lencinhos de papel durante a semana. Precisaremos deles na próxima quinta-feira. Até lá.

P.S.1: São muitos os personagens novos, também. A britânica Camilla Luddington interpreta Wilson, o “projeto de 007” da vez, a escolhida para fazer a apendicectomia e quem ganhou mais destaque nesse episódio. Simpatizei com a garota, que deve procurar um local para chorar escondida. Steph, é outra das novas residentes. Achei a cena inicial do episódio um pouco Mer/Yang, acho que Shonda espera repetir, ainda que em dose menor e de forma diferente, a amizade incondicional das duas em Steph e Wilson. Heather (a Tina Majorino, de Veronica Mars, Bones) ganhou o “privilégio” de ser a primeira conquista de Alex. E ainda tem mais gente – como a outra interna “do Alex”, cujos nomes e personalidades descobriremos nos próximos episódios.

P.S.2: a morte de Mark causou tanta comoção que Shonda resolveu se explicar.

P.S.3: desde a primeira temporada do seriado, sabemos da necessidade de Shonda em matar, aniquilar. Eu sofro muito com as mortes de Grey’s Anatomy, muitas vezes discordo delas, mas compreendo. A série é drama, e drama tem dessas coisas. A morte do Mark, como eu disse, era esperada, pra mim, desde Fight. Achei que tudo na Finale passada conduziu para esse acontecimento. E entendi o propósito da Shonda. Eric queria sair, Shonda queria que impactasse. Mas confesso que a mutilação de Arizona eu não consegui compreender, muito embora tenha certeza que Shonda irá desenvolver de forma magistral a caminhada de Arizona rumo à ceitação do que aconteceu com ela, e nossa loirinha dará a volta por cima. E outra, eu sei que essas coisas acontecem. Ônibus atropelam pessoas, aviões caem, pessoas transtornadas invadem locais e atiram. Mas qual a probabilidade disso tudo acontecer com as mesmas pessoas, reiteradamente? Tem que ver issaê.

P.S.4: A ABC e a Shonda devem ter comemorado muito a estréia do seriado. Going Going Gone foi visto por 11.73 milhões de espectadores e atingiu a incrível marca de 4.4 de rating.

P.S.5: sei que muita gente detestou o episódio.Mas eu gostei bastante, e isso justifica a nota. Achei a diração belíssima, e se Mark devia morrer – por vontade da toda poderosa Drama Queen -, acho que o tributo feito a ele foi uma belíssima homenagem à Eric.

Após revolta dos fãs no Twitter, Shonda Rhimes explica suas decisões criativas

Data/Hora 28/09/2012, 21:09. Autor
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Atenção: esse texto contém spoilers para quem acompanha Grey’s Anatomy pela Sony.

Depois da exibição de Flight, o último episódio da 8ª temporada de Grey’s Anatomy, a criadora do seriado, Shonda Rhimes, enfrentou uma série de protestos pela morte de Lexie Grey (Chyler Leigh). E após a exibição de Going Going Gone, Shonda se viu novamente no centro de uma onda de raiva, já que Mark Sloan (Eric Dane) se juntou no além túmulo.

A comoção no Twitter foi tanta que Rhimes decidiu se pronunciar, através de sua conta no WhoSay, explicando suas decisões criativas e oferecendo aos fãs um porquê para as duas mais recentes mortes de Grey’s Anatomy.

Sobre Lexie, Shonda disse que  “ainda me assombra. Eu adorava o personagem e não poderia imaginar o show sem ela. Então, era importante para mim que sua saída teria o máximo de impacto possível. O avião ia cair de qualquer forma. Honestamente, eu não tinha certeza, por causa das negociações contratuais, quem ia morrer naquele acidente. Nos meus planos iniciais para o episódio final, e uma vez que eu sabia Chyler estava deixando o show, Lexie não estaria originalmente no avião. Ela ia morrer no hospital, fazendo algo tão simples como escorregar e bater a cabeça. Ela teria morrido no Seattle Grace, enquanto outras pessoas estavam morrendo na floresta, o que não era o meu plano favorito. Ela teria morrido sem Mark a seu lado. Sem a chance de dizer adeus a ele. Sem a chance de ouvir que ele a amava. Eu queria eles juntos quando ela nos deixou”.

Já sobre a morte de Mark Sloan, Shonda declarou que “para mim, esta é o mais trágica. Sou muito ligada a Mark Sloan. Ele é parte da origem do show. Antes que ele sequer aparecesse no show, os personagens falavam sobre ele. Ele é um dos originais. Eu tinha muitas opções de formas Mark poderia deixar o como. Mas qualquer opção que não matá-lo exigia que ele (a) vivesse em luto pela Lexie, indefinidamente e (b) voluntariamente, se afastar de sua filha. Nós discutimos incessantemente sobre isto na sala dos roteiristas. Eu não queria que Mark morresse, mas como os roteiristas argumentaram,  Mark não poderia abandonar Sofia e, certamente, não poderia abandonar Callie, uma vez que aperna Arizona foi amputada. E mesmo que ele saísse, o que ele tinha? Vagaria pela Terra para sempre, amando Lexie, sentindo falta de sua filha e nunca encontrando a felicidade. Hmm … isso não soa como o que eu quero para o meu amado Mark Sloan. Eu lancei a ideia de que fosse para LA e fugisse com Addison. Eu amei a idéia. Mas ainda era necessário Mark abandonar sua filho e abandonar Arizona. E isso significava que eu teria que desfazer todos os planos que eu tinha para Addison nesta temporada – e são planos são maravilhosos. Também, isso de alguma forma sugeriria que tudo o que ele disse a Lexie quando ela estava morrendo foi facilmente esquecido. Então … Eu lutei, eu debatido isso, mas, no final, eu tinha que fazer o que era certo para a integridade do personagem. Mark nunca abandonaria voluntariamente Sofia e ele nunca estaria disposto a abandonar Callie. Então Mark morre. E ele e Lexie chegam a estar juntos de alguma maneira. O amor continua sendo verdade. ”

Vale lembrar que o episódio exibido pela ABC, na noite de ontem, foi visto por 11.73 milhões de espectadores e atingiu a incrível marca de 4.4 de rating.

Com informações do PerezHilton.com e do TV By The Numbers.

Primeiras Impressões – Vegas

Data/Hora 28/09/2012, 20:31. Autor
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Um procedural western. Ou quase isso.

Vegas, o novo drama de época da CBS, mostra uma Las Vegas de 1960, pronta para seu grande boom de expansão, e conta a história do xerife Ralph Lamb (Dennis Quaid) e seus negócios com o mafioso de Chicago, Vincent Savino (Michael Chiklins). Uma série que de primeira parece um simples procedural, mas que com certeza evoluirá bastante.

Como toda série de época, Vegas não faz feio com seus cenários, sua fotografia. Como um procedural, entrega o previsível: um caso meia boca, com uma resolução fácil e previsível e claro, pistas que no final não ajudam para quase nada. Como um drama, porém, já mostrou alto nível de consistência.

Como todo bom piloto, Vegas impressiona mostrando e desenvolvendo bem praticamente todos seus personagens. Lamb (Ovelha) entra como ‘xerife’ só para conseguir que aviões não passem por cima de seu gado; seu irmão, interpretado pelo Jason O’Hara, de Terra Nova, é provavelmente a pessoa mais sensata da família; e o filho de Lamb é, obviamente, o fornicador. Adoro que Lamb começa o episódio batendo em todo mundo no aeroporto e o resto do povo, laro, nem fica chocado, continua a fazer o que estava fazendo sem nenhuma preocupação.

Carrie-Anne Moss (a Trinity, de The Matrix) faz parte da promotoria, enquanto Savino é um mafioso que acaba de chegar a Las Vegas, esperando controlar a cidade e passar por cima da lei para conseguir o que quer. O mafioso é amistoso e não deixa ninguém bater em ninguém se ele não deixar.

De primeira, Vegas me deu sono. A parte procedural da série é vergonhosa. A sobrinha do governador é morta, o governador nem aparece em cena e é dada como o crime mais badalado do mundo. Infelizmente, Vegas fez a velha fórmula CBS: constrói toda uma expectativa entorno do caso, mas sai dele com a resolução mais vergonhosa e sem sal do mundo. Porém, o restante do piloto é tão bem apresentado que dá vontade de continuar assistindo só para descobrir porque diabos o xerife foi morto e quanto tempo vai levar até Lamb pegar a Trinity.

Há algumas cenas que valem ser comentadas: Muito nonsense um cavalo conseguindo perseguir uma moto, mas Vegas não acha isso e claramente ainda vai colocar muitos animais fazendo um trabalho de um carro. Vale lembrar que Las Vegas ainda está pré-cassinos e hotéis luxuosos, então se está esperando uma coisa luxuoso, fique sabendo que o episódio acontece, quase que inteiramente, no mato do deserto.

Outra cena bem memorável do episódio foi o disparo da espingarda pelo protagonista na roda de um carro que estava indo muito rápido. Serviu também para mostrar que Lamb correrá qualquer risco para trazer justiça à cidade e mais importante: a grande diferença entre ele e seu quase inimigo, Savino.

Queria, porém, que Savino tivesse mais função nesse episódio. Sem contar que mostraram um lado mais leve do cara, quando ele fica bravo por seus capangas terem dado uma surra no ‘prisioneiro’, mais cedo. Savino não pareceu muito perigoso, mas sabemos que isso vai mudar em breve.

No geral, Vegas vem com uma premissa já batida e peca em entregar um episódio extremamente procedural. Se a CBS não mexer com a série (e provavelmente vai… Person of Interest, oi?), Vegas se tornará excelente. Pode até ser que o mostrado até agora não tenha sido muito excitante, mas vejo potencial para que a série cresça bastante. 

Lindsay Pulsipher chega a ‘Law & Order: SVU’ para causar problemas

Data/Hora 28/09/2012, 20:30. Autor
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A atriz Lindsay Pulsipher, que participou da série da HBO True Blood, vai ganhar um papel importante em Law & Order: Special Victims Unit.

Na atração da NBC, ela será Kim Rolling, a irmã mais nova de Amanda (Kelli Giddish). A personagem chega a Nova Iorque sem avisar e vai causar problemas para a detetive.  Kim já havia sido citada em um episódio da temporada passada, mas essa será a primeira vez que aparece, de fato, na história.

A participação de Pulsipher em Law & Order: SVU começa no dia 14 de novembro e ela deve aparecer em, pelo menos, dois capítulos da série. O programa é transmitido nas noites de quarta-feira da NBC.

Com informações do TV Guide.

Nicole Richie e George Takei se juntam ao elenco de ‘The New Normal’

Data/Hora 28/09/2012, 20:18. Autor
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A socialite Nicole Richie (The Simple Life) e George Takei (General Hospital, Jornada nas Estrelas) foram anunciados como novos integrantes do elenco de The New Normal, atração que estreou na atual fall season da NBC.

Quem contou a novidade foi o criador do programa, Ryan Muphy, pelo Twitter:

Os detalhes sobre os personagens ou quando as aparições acontecem não foram divulgados ainda.

The New Normal gerou polêmica com o enredo: um casal homossexual que decide ter um filho e, para isso, contrata uma barriga de aluguel. Após a estreia, no entanto, o seriado vem agradadando os espectadores.

A série vai ao ar toda terça-feira pela NBC dos Estados Unidos.

Com informações do Zap2It.

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