Homeland – The Smile

Data/Hora 02/10/2012, 13:15. Autor
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Após abocanhar os prêmios nas principais categorias no Globo de Ouro e no Emmy, Homeland volta para uma segunda temporada com a obrigação, se não de superar, pelo menos de manter o altíssimo nível da sua temporada de estreia. Se a série tomar esta premiere como parâmetro, não vai ser muito difícil corresponder às expectativas.

O principal objetivo deste episódio foi lembrar que, no meio de tantas séries sobre pessoas, Homeland é uma série sobre ideias. E quem acredita em ideias sabe que elas estão acima de qualquer coisa, de qualquer indivíduo. E foi isso que fez, tanto o Brody como a Carrie, saírem da vida tranquila que tinham conquistado após os acontecimentos do fim da primeira temporada para servirem àquilo que acreditam. A Carrie não é e nunca foi uma professora de inglês. Ela é uma agente que serve ao seu país e que passaria por cima de mágoas e traumas para cumprir o seu dever. E ao contrário do que alguns podem pensar, ela não estava atendendo à um pedido do Estes ou do Saul, mas sim da sua pátria, e mais que isso, da sua ideologia. Assim como o Brody não é e nunca foi um político. Ele é um soldado que agora passa por uma dificuldade para escolher ao lado de quem lutar.

Claire Danes justificou porque foi a atriz do ano, mostrando com perfeição o desespero de quem não sabe se deve voltar ao campo de batalha. Damian Lewis também não fez feio. As cenas em que ele rouba a relação de alvos, ou quando ele enterra o alcorão, foram não menos que espetaculares. Morena Baccarin não ficou pra trás e também convenceu na pela da esposa que passaria por cima de tudo pra conseguir a ascensão ao poder, com um belo retrato de família na estante da sala (e novamente aqui outro personagem passa por cima do que for preciso pra manter viva uma ideia).

Se a série passa uma preocupação em algum aspecto, com certeza é em relação ao rumo que irá tomar. A ideia de apagar a memória da Carrie e começar a história praticamente do zero soou um pouco preguiçosa. Todo mundo sabe que o Showtime tem o costume de arrastar suas produções por mais tempo que o aceitável, enquanto estiver conseguindo números de audiência satisfatórios. O maior exemplo disso é Dexter, que deveria ter terminado há pelo menos 3 temporadas. E Homeland é uma série que já nasceu com prazo de validade determinado. O máximo que a série consegue conceber é esta temporada, para que a Carrie tenha certeza de quem é o Brody realmente, e mais uma, para que ela consiga provar. Se passarem disso a série será mutilada por um desgaste natural. Resta torcer para que a tratem com o respeito que merece. Até lá será um prazer acompanhar esse Tom e Jerry de luxo.

PS: É impossível falar deste episódio e não mencionar a sequência onde a Carrie é perseguida, consegue se livrar e dá um sorriso. Duvido que exista alguém no mundo que não tenha vibrado com aquela cena. A pergunta que fica é: como não amar Claire Danes? (Gif gentilmente cedido pela @juhsuedde do http://ihaveaprestigiousblog.tumblr.com/)

 

Dexter – Are You…?

Data/Hora 02/10/2012, 13:12. Autor
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A nossa ansiedade chegou ao fim e a sétima temporada finalmente chegou! Todo mundo ficou com o coração na mão quando a Deb entrou na igreja e pegou o Dexter no pulo. Não tinha desculpa que colasse e nem pra onde fugir, depois de sete temporadas e muito jogo de cintura, Dexter ficou encurralado. De verdade.

Já era de se esperar que Debra não aceitasse muito bem a situação, mas mesmo sendo pego, Dexter conseguiu persuadir a irmã e fazer com que ela concordasse em não ligar para a polícia e ajudasse a “sumir” com o corpo. No começo, Deb queria acreditar que aquilo não passava de um surto de insanidade temporária e que realmente Travis tinha tentado atacar Dexter.

Além de ter que convencer a irmã que ele era inocente e que a morte de Travis foi sem querer querendo, a mala do Loius volta a pegar no pé de Dex. O maior fanboy de todos os tempos finalmente conseguiu se infiltrar na casa, roubar os números dos cartões de crédito e enviar a mão do Ice Truck Killer via correio para o Dexter. (esse pacote demorou pra chegar né? Mandou para um endereço na mesma cidade e demorou o episódio todo pra chegar na casa dele? Eficiência dos correios, cadê?)

Gostei da tensão entre Debra e Dexter durante o episódio. Ela desconfiada, ele se fingindo de morto, mas no fundo, no fundo todo mundo sabia que ela não ia engolir essa fácil. Afinal, não é todo dia que se tem a chance de descobrir que seu irmão é um assassino de sangue frio que carrega facas, plástico e avental emborrachado no porta malas.

Fiquei com dó do Mike Anderson! Eu gostava dele, todo estilosão, cara de badass, mas era certeza que ele ia acabar sendo uma pedra no sapato da investigação do Travis Marshall. Acho que poderiam ter adiado a morte dele um pouquinho. Mas nessa série é assim: quem pergunta demais, cutuca demais, acaba com o pé na cova! Fica a dica Laguerta!

E por falar em Laguerta, como que ela achou aquela lâmina tããão escondidinha dentro do ralo? E como com aquele fogaréu todo, que fez churrasquinho do Travis, deixou a lâmina intacta? Não derreteu o sangue, nem fez o vidro estourar? Achei meio forçado, mas se não fosse isso, de que jeito a Laguerta iria desenterrar o Bay Harbor Butcher e se tornar o problema número três do Dexter nessa temporada?

Sua irmã descobre que você matou um cara, você chega em casa e tem um babaca fuçando no seu computador, um cara da sua equipe é morto, você não tem muito tempo para cuidar do seu filho. O que fazer com todos esses problemas? Sair para matar um manolo da máfia ucraniana, mas é claro!

 

Para tudo. O Dexter está muito inconsequente. Como ele vai atrás do cara no meio da tarde, entra com seringas no aeroporto, ataca o cara no banheiro, mata numa salinha de achados e perdidos e sai com o cara numa bag de caiaque? Esse menino não era assim! Cadê o Harry pra dar uma dura nele? Onde está o pai-alucinação-consciência numa hora dessas? Eu ainda acho que essa história dos caras da boate não acaba por aí e o Dexter ganhará mais um problema para sua lista.

Então se passou mais da metade do episódio, todo mundo achando que o Dexter está mais do que encrencado e o que acontece? A Debra resolve lembrar quando Brian tentou mata-la e acaba percebendo a incrível semelhança com a morte de Travis. Ela revira os arquivos e pesquisa mais sobre o assunto que todo mundo pensou que estava morto e enterrado. Pronto, Deb faz a ligação Ice Truck Killer e Dexter.

A atuação de Jennifer Carpenter estava impecável. A sua personagem cresceu e a interpretação teve uma evolução junto com as temporadas. Ela soube expressar muito bem toda a tensão de Deb, conseguiu por pra fora todos os conflitos que ela estava passando e os diálogos ficaram impecáveis. Já Michael Hall dispensa comentários, sempre com aquela cara inabalável e com uma tensão que só ele consegue criar.

A cena final conseguiu fechar o episódio perfeitamente. O “Are You…?” começou com um conflito entre Dex e Deb e terminou com um choque pior ainda. Eu estava esperando esse diálogo há sete temporadas:

Debra: Você matou todas essas pessoas?

Dexter: Matei

Debra: Você é um serial killer?

Dexter: Sim

Confesso que sempre estive esperando esse momento chegar, mas agora que ele chegou, tenho medo do que possa acontecer. Debra é muito correta pra aceitar Dexter do jeito que ele é. Aqueles flashbacks da infância deixou clara a única opção: Dexter querendo mostrar pra irmã quem ele realmente é e ela sofrendo com a situação.

Grimm – The Good Sheperd

Data/Hora 02/10/2012, 11:41. Autor
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“Vestido com pele de ovelha, o lobo entrou no rebanho. Em seguida seguiu um pequeno cordeirinho que logo foi abatido”.

A volta de Grimm após o último episódio Quill ocorreu depois de quase um mês de hiato na televisão americana devido à exibição do seriado The New Normal pela NBC. Nick voltou a lidar com os Wesen em The Good Sheperd (O Bom Pastor), que é baseado no conhecido conto dos Irmãos Grimm O lobo e os sete cabritinhos. Outra fábula parecida e muito conhecida é de La Fontaine, O lobo e o cordeiro.

Apesar de ser um episódio com uma das histórias mais conhecidas e assim reconhecíveis em Grimm, foi o episódio mais fraco da temporada até agora. Temporada essa, não custa dizer, com nível muito superior ao primeiro ano de Grimm. A estreia já arrebatou a segunda melhor audiência da história da série.

O caso da vez foi simples de ser resolvido e não trouxe nada de muito empolgante. Nick e Hank novamente precisaram da ajuda de Monroe e desvendaram o mistério do assassinato do contador da igreja. Já o “lobo mau” (Blutbad) sofreu com os próprios cordeirinhos. Só quem se deu bem foi “lobo na pele de cordeiro”, a assistente do reverendo Megan Marston, interpretada pela atriz de True Blood, Kristina Anapau. Aliás, não lembro de outro episódio de Grimm que tenha terminado com a última cena ligada apenas ao caso do episódio em questão e não a algum desenrolar em relação a vida de Nick.

Monroe como infiltrado não esteve tão engraçado como normalmente, mas deu pra rir dele reclamando do relógio digital e recusando o abridor de cartas parecido com uma faca: “eu não recebo tantas cartas assim”. A melhor aparição do Blutbad do bem foi com Hank, que ainda não se acostumou com os Wesen e fica o tempo todo imaginando que Monroe “está fazendo aquela coisa”.

Em The Good Sheperd conhecemos as criaturas Seelenguter como os cordeirinhos. Segundo Monroe eles gostam de viver em bando. Seelenguter em alemão significa algo como “boa alma”. Monroe também explicou que pessoas normais como Hank são chamadas pelos Wesen de Kehrseite (outro lado, em alemão), mas como Hank já sabe da existência dos Wesen ele passa a ser chamado de Kehrseite-schlich-kennen (em alemão é algo como o outro lado que sabe).

O outro plot da série teve pouco desenvolvimento neste episódio: nada ainda sobre a mãmãe Grimm, Juliette continua tentando lembrar de Nick e o Nuckelavee que estava em Portland procurando a chave de Nick acabou morto pelo Grimm. Aliás, Nick está cada vez melhor com suas habilidades em lidar com os Wesen do mau e dessa vez não teve muito trabalho, mas chegou na hora certa pois o  Nuckelavee havia descoberto a localização do trailer.

Com tantos Wesen aparecendo desse jeito em Portland só nos resta esperar muitas participações especiais nessa temporada da série. Algumas já foram confirmadas e nos próximos episódios vão estar presentes a atriz Kate del Castillo (Weeds) e os atores Jason Gedrick (fez os filmes Águia de Aço e Terra Prometida) e Michael Grant Terry (Bones).

Outra novidade confirmada para a série é o retorno de Claire Coffee, a hexenbiest Adalind. A atriz vai entrar para o elenco regular de Grimm e seu retorno pode estar ligado ao fim dos problemas de memória de Juliette. A poção que Adalind fez foi a responsável pela perda de memória da namorada de Nick. No entanto, mesmo com o retorno dela vai ser difícil Nick obter sua ajuda já que a mãe do Grimm acabou matando outra hexenbiest, mãe de Adalind.

O próximo episódio de Grimm vai ao ar nos Estados Unidos na próxima sexta-feira, dia 5 de outubro e se chamará Over my dead body. Enquanto o dia não chega vale conferir novos vídeos que saíram sobre as próximas cenas da série. Outra dica valiosa é o Tumblr oficial do seriado que conta com promoções, informações, vídeos, fotos e memes muito engraçados tirados dos episódios. Até semana que vem Grimmsters!

Boss – Backflash

Data/Hora 02/10/2012, 11:18. Autor
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Waaal. Waaal. PQP, waaal. A minha ideia para as resenhas do Boss sempre foi a de ser sucinto e ao menos parecer inteligente. Waaal. Hoje eu não vou conseguir. Backflash me deixou sem palavras. Foi uma das melhores horas que passei diante da TV nas últimas semanas. Um destes episódios que te faz lembrar porque você assiste séries de TV – especialmente nesta semana de season premieres, repleta de pilotos de qualidade duvidosa e season premieres mornas.

Kane foi para o Canadá, pra um tratamento experimental e relâmpago. Pra quem, como eu, é obcecado por verossimelhança, é meio difícil de engolir esta história. Mas a verdade é que isto importa menos quando o roteiro funciona perfeitamente. Kane luta contra as vozes na sua cabeça enquanto que flashbacks (ou blackflashs?) revelam detalhes de seu passado – sua responsabilidade pelos conflitos raciais em Chicago no passado, o que fez para tirar o pai de Connie de cena, o filho que não reconheceu – todas as ações que o tornaram o monstro que é hoje.

O episódio, apesar disto, não é de Kelsey Grammer e sim de Connie Nielsen. Apagada na temporada, por razões óbvias, Meredith retorna e mostra porque é a primeira dama de Chicago – criando fatos para a imprensa e tomando as rédeas de situação em um momento de crise.

Mas Backflash é perfeito não por conta de performances, mas por mostrar como a série funciona como um grande quebra-cabeça, onde as peças se encaixam com precisão e naturalidade. Emma (e todos nós) descobrimos que o avô é mantido em estado catatônico por influência de drogas, Ian provavelmente é o filho de Kane e Kitty e Sam agora sabem que Ezra Stona é Rosebud. Tudo funciona como um máquina, como uma orquestra, levando Boss a um nível de excelência em roteiro que eu não via desde o primeiro ano de Damages. Pensando bem, até que consegui dizer bastante sobre o episódio. Waaal.

Destaques na TV – Terça, 2/10

Data/Hora 02/10/2012, 09:16. Autor
Categorias TV Brasil

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Estreia na Sony a segunda temporada do reality musical The X Factor. O canal exibe dois episódios em sequência a partir das 21h. O programa tem novidades na bancada: Britney Spears e Demi Lovato substituem Paula Abdul e Nicole Scherzinger. Se você quer saber o que de melhor aconteceu nas audições do programa, veja o nosso especial com clipes selecionados pelo Anderson Narciso. Antes, às 21h, o canal exibe inédito de Covert Affairs (episódio 2×11).

No Sony Spin, 22h, está prevista a estreia da segunda temporada da dramédia Call Me Fitz. E às 22h30, chega ao canal o desenho animado Archer.

No Glitz, 21h, termina a quinta temporada de Gossip Girl. E no I.Sat, às 21h30, o episódio 2×09 encerra o segundo ano de Episodes.

Sessão da tarde: a Fox programou para o horário do meio-dia a exibição de episódio inédito de The Listener (3×05). Vai entender…

Na HBO Plus, 21h, nono episódio de Slide. No AXN, 21h, quarto episódio de The River. No Globosat HD, 22h, quarto episódio de The Slap.

No GNT, o The Ellen DeGeneres Show (7h, 14h e 2h30) terá as presentas de dois jurados/treinadores do reality show The X Factor: Britney Spears e Simon Cowell. Também no GNT, às 22h30, segundo episódio de Sessão de Terapia, apresentando o paciente Breno. E Brothers & Sisters, hein? Dublada! Que mico hein, GNT?

E nos vemos amanhã!

The X Factor USA: um balanço das audições

Data/Hora 01/10/2012, 23:21. Autor
Categorias Especiais

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A segunda temporada de The X Factor US voltou com tudo. Novas adições na mesa de jurados, novos candidatos e o principal – EXCELENTES novos candidatos. A safra de audições deste ano – dividida em seis programas, que estreou no último dia 12 de setembro, trouxe surpresas, ótimos talentos e também bizarrices, como de costume. O contrato de cinco milhões de dólares está na mesa, e a busca pelo candidato que tem o Fator X começou.

Mas antes mesmo de voltar à atenção para os candidatos, o programa já tentou chamar a atenção para suas novas componentes. Além de Simon Cowen e L.A. que retornam para a bancada, agora o programa conta com Demi Lovato e Britney Spears, que desfilam os seus palpites nas apresentações dos candidatos. Britney, obviamente, era o centro das atenções. Foi toda uma novela para saber se ela assinaria ou não. E os momentos mais “bizarros” dos programas são sempre protagonizados por ela. É dela que sai os melhores comentários, do tipo “espero que você não seja meu parente”. Mas a minha surpresa confesso, foi com Demi. Eu não a conhecia muito. Pode ser ignorância minha, mas o estilo musical dela não faz muito a minha praia. Mas a garota de vinte anos provou entender de música, e tem feito comentários bem construtivos, além de ser a simpatia em pessoa. Para mim, deu um show a parte em muitos comentários que Nicole e Paula faziam na temporada passada. Ponto para o programa.

Nas audições deste ano tivemos muita gente boa. A maioria delas aprovadas. O programa, por exemplo, começou com o pé direito ao abrir com a audição de Paige Thomas. A candidata já conquistou a audiência contando a história de sua vida e sua luta para sustentar sua pequena filha. Mas não é somente por questão de história ou de humildade que a candidata merece destaque. Com a performance de I’m Going Down ela sem dúvidas já uma das favoritas do programa:

O primeiro episódio ainda mostrou duas audições excelentes. Jannel Garcia que chegou com um jeito acanhado, mas conquistou toda a plateia com sua versão para If I Was From Paris. Uma nova versão para um rock clássico dos anos 70 foi um tiro no escuro que deu muito certo. Seu vozeirão já nos encantou:

E a última audição da estréia mas a não menos importante foi a de Jillian Jensen. A história dela tocou ao público, ao cantar uma dor que sofreu há alguns anos, quando passou por problemas envolvendo bullying. Inclusive, se assemelhou bastante com a história de Demi Lovato, que se solidarizou-se com a participante e foi conversar com ela. Durante sua audição podíamos sentir a sua dor que ecoava nos versos de Who Are You. Merece atenção de todo o público.

Durante as audições dos outros programas, peças raras foram sendo encontradas. Nos deparamos com os mais variados estilos, desde o country clássico até o pop rock. Nesta safra, devemos chamar a atenção para Tate Stevens que já declaro, é meu favorito até agora na competição. O country sabe envolver, e o rapaz tem um vozeirão de impressionar qualquer um:

Quem merece atenção é Vino Alan, que fez uma das mais sensacionais versões de Trouble que eu já ouvi:

Um dos meus favoritos também, sem dúvidas.

As audições deste ano também estão cheias de crianças. Uma que chamou bastante atenção foi Carly Rose. Ela parece ser tão simples e simpática e, claro, na mesma proporção, um talento incrível. Sua versão de Feeling Good ficou uma graça:

Agora uma das características que notei nesta temporada foi a surpresa que muitas vezes os jurados sentiam. Muitos candidatos quando entravam no palco pareciam ter um certo estereótipo que eram praticamente superado ao soltarem a voz. Jason Broke encaixa-se neste perfil com certeza. Inclusive confesso que não dava nada pela audição dele. Mas, surpreendeu ao fazer uma versão incrível de New York State of Mind do ícone Billy Joe:

Mas claro que nem todas audições são um mar de rosas, e vimos muita bizarrice passar pelo palco do The X Factor US nesta fase preliminar. Um dos mais famosos da temporada até agora foi a audição de Shawn Armenta. Ele fez uma apresentação tão bizarra, que ao levar um dura crítica dos jurados começou a dizer que diferente dele, Demi Lovato usava efeitos especiais em sua voz. Britney Spears tomou as dores e disse que tinha medo de ficar olhando para ele. Foi bem hilário:

E tivemos também a simpática senhorinha de 52 anos, Changyi Li que tentou cantar My Heart Will Go On, clássico tema de Titanic. Mas ela não foi muito feliz na escolha da música e Simon não poupou seus “elogios”: ” – Se refizerem o filme, basta colocar você cantando na frente dele, que ele irá afundar”. Coitada, até fiquei com pena dela, que esbanja simpatia. Mas, o show vive de talentos, e ela infelizmente não tem.

Muitas audições se destacaram na competição como a de Panda, Tara Simon, Diamond White e Arin Ray. O nível dos candidatos esta excelente, e prevejo uma competição acirrada daqui para frente.

A próxima fase que começa nos EUA na quarta-feira – dia 03, será a Bootcamp, onde os participantes se enfrentarão antes de ir para a casa dos juízes, onde serão definidos seus orientadores. Foi um bom início de temporada, e confesso que estou ansioso para ver os rumos que o reality tomará. E para você, qual a sua audição predileta até agora? Quem tem o the X factor?

Haven – Stay

Data/Hora 01/10/2012, 22:32. Autor
Categorias Reviews

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Em Stay, Duke tenta descobrir a identidade do Caçador e Audrey e Nathan cuidam de mais uma situação, no mínimo, estranha.

Como efeito da perturbação desta semana, cachorros transformavam-se em humanos. Tor Magnusson, dono de uma fazenda nos arredores de Haven, levou Jesse, o animal de estimação de seu filho, ao canil da cidade para ser sacrificado. O cachorro estava doente, e ele, por egoísmo, não queria assumir os custos do tratamento. Mas o que ele não sabia era que sua perturbação se manifestava quando, demonstrando crueldade para com um animal, este se transformava em humano. Quando ele deixa o canil todos os cachorros se transformam e saem pela cidade, procurando alimento. Uma parte desta matilha, volta com Jesse para a fazenda e leva Liam, filho do fazendeiro, para a floresta, numa tentativa de proteger o menino.

No meio do caminho entre a transformação de Jesse e o rapto de Liam, Audrey e Nathan entram em cena para desvendar mais este mistério. Entra em cena também a Dra. Callahan. Psicóloga designada pela prefeitura para fazer uma avaliação da agente Parker, ela está familiarizada com os casos de Nathan e Audrey, pois trata, também, dos cidadãos acometidos pelas perturbações. E se Audrey, como sempre, consegue descobrir a natureza da perturbação, a Dra. Callahan tem papel decisivo na solução do caso, pois consegue prever os comportamentos dos protagonistas da história. É a médica que percebe que, se ao tratar o animal de forma cruel, este acabava se transformando em humano, tratando-o com humanidade, o efeito poderia ser o contrário.

O caso desta semana só não foi o pior da história de Haven, porque tenho o consolo de pensar que o episódio bem poderia ser um alerta. Quantos animais estariam se transformando por aí se a habilidade de Tor Magnusson fosse contagiosa? E, pelo menos, na tela, aqueles que defendem a proteção aos animais, tiveram um gostinho de vingança.

O destaque do episódio, no entanto, ficou com Duke, que, juntamente com Dwight, pressionou Vince e Dave para saber mais sobre o Caçador. Os irmãos ainda continuam discutindo sobre a pertinência de revelar mais do sabem sobre o passado de Haven e, desta forma, a história vai sendo revelada a conta gotas.

Duke descobre que o Caçador não é uma pessoa, mas uma chuva de meteoros que acontece a cada 27 anos, vinda da constelação de Órion, e nestas ocasiões Lucy, Audrey, ou seja quem for a agente Parker, desaparece. O evento está para se repetir dali a 49 dias e Audrey vai ter que correr contra o tempo para desvendar o mistério.

Uma das implicações mais imediatas da revelação de Duke, é que, aparentemente, Audrey irá se afastar de Nathan, apesar dos conselhos da Dra. Callahan. Bom para a série que mantém a expectativa do relacionamento dos dois. Ruim para aqueles que desejam que Nathan e Audrey se acertem. Mas, entre uma e outra situação, Duke tem razão, pois como ele mesmo afirmou, se ele estivesse no lugar de Audrey, gostaria de saber sobre o Caçador. Aparentemente, também, Duke será mais companheiro de Audrey nesta jornada do que Nathan, a não ser que a Dra. Callahan consiga influenciá-la a romper a barreira que fatalmente Audrey tende a colocar entre eles.

Do episódio restou uma pergunta: se o Caçador é uma chuva de meteoros, quem raptou Audrey e invadiu o escritório de Vince e Dave?

Para terminar, devo dizer que não li The Colorado Kid, conto de Stephen King que inspirou Haven, mas que estou providenciando sua leitura, porque esta terceira temporada adquire, cada vez mais, a marca bizarra do autor.

E para quem prefere acompanhar o seriado pela programação do Brasil, uma boa notícia. Hoje a noite o Syfy exibe o primeiro episódio dessa terceira temporada.

Confira cena de resgate na nova ‘Chicago Fire’

Data/Hora 01/10/2012, 20:53. Autor
Categorias Notícias

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Chicago Fire estreia no dia 10 de outubro na NBC dos Estados Unidos. A poucos dias da estreia, a emissora resolveu divulgar uma cena da nova atração, para dar o gostinho do programa aos espectadores.

O seriado gira em torno da equipe de resgate e paramédicos da Brigada 51. Quando um bombeiro sofre um acidente de trabalho e morre, os outros integrantes da equipe culpam uns aos outros. Mas essa rivalidade será testada no momento em que uma nova tragédia acontece. Jesse Spencer (House) e Taylor Kinney (The Vampire Diaries) são os protagonistas da série. Dick Wolf, de Law & Order, é o criador da atração.

Chicago Fire é uma das maiores apostas na atual temporada de outono da TV americana.

Com informações do Zap2It.

Azita Ghanizada chega à ‘Up All Night’ e deixa Reagan com ciúmes

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Não foi só Tony Hale que conquistou uma vaga na comédia da NBC Up All Night. A atriz Azita Ghanizada (Alphas) também foi confirmada como participação especial na série.

Ela vai interpretar a professora de yoga de Ava (Maya Rudolph) e a amizade das duas cresce muito rápido. Condição essa que vai enfurecer Reagan (Christina Applegate), que verá sua relação com a melhor amiga ameaçada.

A segunda temporada de Up All Night é transmitida nas noites de quinta-feira, pelo canal NBC, nos Estados Unidos.

Com informações do TV Line.

 

Brad Hall participa de ‘Parks and Recreation’

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O ator, produtor, roteirista e diretor americano Brad Hall vai acrescentar mais uma atração ao seu extenso currículo artístico. Ele grava, em breve, uma participação em Parks and Recreation, série cômica do canal NBC.

Na atração, ele será Wreston Sarnoff, um arquiteto bem vestido, talentoso e excepcionalmente gracioso, que se oferece para desenhar uma nova praça na cidade de Pawnee. Apenas um detalhe sobre o “quase” perfeito personagem deve ser considerado: ele é do município vizinho Eagletown, conhecida pela rivalidade e trapaças com a cidade de Pawnee.

Hall escreveu séries como Watching Ellie e Brooklyn Bridge (na década de 1990). Ele também participou do Saturday Night Live.

A aparição do ator acontece lá para a metade de novembro. Parks and Recreation é transmitida às quintas-feiras pelo canal NBC.

Com informações do TV Line.

Nolan Gerard Funk entra para a Dalton Academy Warblers de ‘Glee’

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Liberem uma mesa, porque a Dalton Academy Warblers tem um novo integrante: o ator Nolan Gerard Funk foi escalado para viver o novo líder do grupo.

O personagem de Gerard Funk vai se chamar Hunter e, além de servir como porta-voz dos Warblers, tem como missão levar Blaine (Darren Chris) de volta à equipe, assim, eles serão capazes de vencer um campeonato nacional.

O novo membro do grupo não servirá como um obstáculo na relação de Blaine e Kurt (Chris Colfer), pois ele é descrito como “heterossexual”.

Gerard Funk é conhecido por trabalhar no musial da Nickelodeon Spectacular!.

Glee vai ao ar nas noites de quinta-feira na TV americana, pelo canal Fox. A participação especial acontece já no quarto – e próximo – episódio.

Com informações do Zap2It.

The Good Wife – I Fought the Law

Data/Hora 01/10/2012, 18:02. Autor
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Desde que o ex-marido da Kalinda foi mencionado pela primeira vez, eu comecei a pensar em que ator seria interessante para interpretá-lo. De cara pensei no John Simm porque seria divertido vê-lo contracenando com a Archie Panjabi, sendo que os dois foram noivos em Life on Mars. Panjabi, quando soube que começaram a procura pelo ator que seria o seu ex-marido, mencionou que gostaria de contracenar com Jack Davenport. Lembro que quando li a matéria cruzei os dedos para que o desejo dela fosse atendido, mas quando Davenport foi escalado para Smash e a série foi renovada sabia que seria impossível. E isso acabou sendo muito bom porque definitivamente Marc Warren foi um ótima escolha.

Para quem não é familiarizado com o trabalho de Warren e gostaria de vê-lo em ação em outros papéis, sugiro que assistam as minisseries State of Play (2003) e Without You (2011) e a série Mad Dogs (2011-). São três papéis diferentes que deixam claro que o ator está no mesmo patamar que os atores anunciados para participações nessa temporada de The Good Wife (uma lista que não para de crescer). Além disso a química entre ele e Archie funcionou. Ficou bem claro nesse primeiro episódio que isso será essencial para a história deles.

Comecei falando sobre essa trama porque esse retorno foi da Kalinda. O episódio girou muito mais em volta da personagem que dos demais. A própria história da Alicia com os filhos, apesar de saber que provavelmente haverá um maior desdobramento, não foi algo que prendesse tanto. Uma das coisas que mais chamou atenção foi que a série mudou um pouco a forma de contar a história nesse episódio. Teve mais ação. Não sei se isso será uma constante e não sei se gosto da ideia. The Good Wife é uma série de diálogos, de discussões ideológicas. Muito parecido com The West Wing. A cena de luta entre Kalinda e Nick, apesar de muito bem dirigida, parecia um episódio de CSI ou de Castle (séries que adoro, antes que alguém venha me xingar).

Nenhuma novidade que Will retomaria seu lugar no escritório e que David Lee não abandonaria a sociedade. O personagem é muito bom para ser cortado tão cedo. Cary começa a perceber que seu retorno para a firma pode não ter sido a melhor coisa para a vida profissional dele. Foi aquele caso clássico de quando a vida parece tirar o ano para testar sua paciência e deixar claro que nada virá de mão beijada. Nathan Lane estava incrível em suas cenas mesmo praticamente entrando mudo e saindo calado. Um ator quando é bom rouba as atenções sem grandes esforços. Kristin Chenoweth parece que seria uma personagem bem interessante mas como sabemos a atriz precisou ser cortada da série por conta do acidente durante uma das gravações. Uma pena.

A trama envolvendo Alicia e os filhos, especialmente Zach, foi ótima para mostrar um pouco como funciona a internet. E como saber usá-la pode ser algo vantajoso. Todos os diálogos onde Zach deixa claro para mãe que não precisa apenas da escola para adquirir conhecimento pode ser bem útil para a parcela da audiência que sequer sabe o que é o youtube. Também acredito que Zach vai acabar escolhendo o Direito como profissão, porque todo o discurso do “você precisa saber dos seus direitos” não deve ter sido em vão. E confesso que gostaria de vê-lo ajudando Eli na campanha.

Com relação ao futuro amoroso da protagonista, acredito que se juntarmos a conversa de Alicia com o Peter sobre voltarem ou não a morar juntos e o final onde ela aparece com a garrafa de champagne para o Will, mas acaba se afastando ao vê-lo comemorando com a Diane, dá uma pista sobre um futuro imediato. Por equanto os fãs de Will e Alicia sairão perdendo e os fãs de Alicia e Peter comemorando. Para aqueles que não se importam com ambos os casais (eu!), desde que não atrapalhe o seriado, tanto faz como tanto fez com quem Alicia vai morar.

Outra ponto a destacar: acredito que Peter não ter ouvido Alicia e resolvido se meter no julgamento do Zach deverá trazer consequências para sua campanha contra Mike Kresteva. Uma pena que Matthew Perry não poderá participar de muitos episódios por conta de Go On. Parece que o ator conseguiu acertar pelo menos duas participações ao longo da temporada e está tentando conseguir uma brecha na agenda para participar mais. O problema maior é que Go On é gravado na Califórnia e The Good Wife em Nova York. Não existe nem a possibilidade de um corridinha para o estúdio ao lado.

Gostaria de terminar escrevendo o quanto é difícil escrever sobre The Good Wife. Não sei escrever reviews narrativas, detalhando cada cena. Acredito que aqueles que leem assistiram o episódio e assim não teria porque eu narrar cada fato. Principalmente porque The Good Wife não é uma série com grandes mistérios a serem desvendados.

Para mim a série retornou bem mas faltou algo que não sei explicar exatamente o que é. Provavelmente por não ter sido um episódio longo os roteiristas apenas lançaram as subtramas dessa temporada e passarão a tratar uma a uma com o passar dos episódios.

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