‘Castle’: Confira um sneak peek de tirar o fôlego

Data/Hora 11/10/2012, 16:50. Autor
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As coisas estão esquentando na quinta temporada de Castle. A ABC divulgou uma cena do quarto episódio  intitulado Murder, He Wrote, que mostra muito do que qualquer um jamais sonhou que iria ver. Até que algo acontece.

Confira!

Castle vai ao ar todas as segundas, às 22h, na ABC.

Mark Consuelos participa de ‘Guys With Kids’

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Mark Consuelos chega a Guys With Kids e vai causar ciúmes no ator Jesse Bradford. Mas não se trata de nenhum conflito de bastidor.

É que o papel de Consuelo, Kelly Ripa, será “o” babá de Ernie, que é filho do personagem Chris, interpretado por Bradford. De acordo com a imprensa americana, o patriarca ficará com um ciúme incontrolável do novo personagem da atração.

As filmagens acontecem na próxima semana e o episódio em questão deve ir ao ar em breve.

Guys With Kids estreou em setembro na NBC americana e é transmitida nas noites de quarta-feira no hemisfério norte.

Consuelos é espanhol e esteve em atrações como Law & Order: Special Victims Unit, All My Children e Hope & Faith. Ele também participa da segunda temporada de American Horror Story: Asylum, que estreia no dia 17 de outubro pelo canal FX.

Com informações do TV Line.

Nova versão de ‘Os Monstros’ vira especial de Halloween na TV americana

Data/Hora 11/10/2012, 16:09. Autor
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O futuro de Mockingbird Lane – série inspirada em Os Monstros, de 1960, e candidata a estrear na grade de programação da NBC na próxima temporada – está virando um verdadeiro novelão.

O site Deadline anunciou que o piloto do show havia sido rejeitado pela emissora  dos Estados Unidos. O produtor do projeto, Bryan Fuller (Hannibal) imediatamente negou a informação no Twitter e disse que ainda estava em negociação com o canal a respeito da série.

Mas, ao que tudo indica, a imprensa é que estava mais próxima da versão verídica sobre o novo show. A NBC vai, sim, exibir o piloto de Mockingbird Lane no dia 26 de outubro, uma sexta-feira, antes do episódio inédito de Grimm. A transmissão acontece dentro da programação especial que comemora o Dia das Bruxas no hemisfério norte, celebrado em 30 de outubro.

A partir daí, se o piloto conseguir bons índices de audiência, a NBC dá sinal verde para que a série seja produzida. Caso contrário, Mockingbird Lane vai ser apenas um especial para ficar na memória.

A decisão da NBC em exibir o piloto, mesmo tendo algumas ressalvas em relação a ele, é compreensível. O episódio custou 10 milhões de dólares ao canal.

The Munsters (Os Monstros) foi uma série cômica exibida pela CBS nos anos 1960 e acompanhava o dia-a-dia na casa da família gótica Munster e tinha um formato parecido com a série A Família Addams, da ABC. Jerry O’Conell (Sliders), Portia Di Rossi (Arrested Development) e Eddie Izzard (The Richies) estrelam a nova versão.

Caso o projeto nao chegue a vingar, o produtor Fuller já tem ocupação garantida: ele trabalha na adaptação televisiva do drama de suspense Hannibal, que estreia em 2013 também na NBC.

Com informações do TV Line e do TV Guide.

Revolution – The Plague Dogs

Data/Hora 11/10/2012, 16:07. Autor
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No seu quarto episódio da primeira temporada, Revolution mostrou a que veio para o espectador que teve sangue no olho e seguiu a série até aqui. Depois de um início com alguns bons momentos, mas em meio a episódios sem ritmo e personagens pouco cativantes Revolution mostrou que tinha sim lenha para queimar e porquê conseguiu confirmar sua temporada completa na NBC.

Quando li o nome do episódio, The Plague Dogs, achei que não era dessa vez que Revolution revolucionaria finalmente, mas foi. Praticamente todos os plots e núcleos da série estiveram presentes no episódio, tudo isso para alavancar a série de uma forma que eu não achava mais possível. Finalmente começamos a nos importar com a jornada de Charlie, ganhamos uma rica de uma personagem que foi Maggie que apesar de morrer contou uma ótima história no seu último episódio e Miles ganhou o que faltava no seu personagem: humanidade. Os mais durões vão dizer que foi um cisco no olho, mas deu para chorar com The Plague Dogs.

Com um ritmo constante do início ao fim do episódio Revolution mostrou não apenas a humanidade em Miles, mas a humanidade em torno de todos os personagens do seriado. Até o capitão Neville abriu seu coração ao falar de seu filho para Danny. Conhecemos a trajetória de Maggie tentando voltar para a Inglaterra e ver os filhos. Maggie e Nora ainda funcionaram como ótimas personagens espelho, fazendo Miles repensar no que estava fazendo. Deu até para rir pela primeira vez com Charlie falando com Miles: “Toda pessoa que conhecemos quer capturar você, matar você, nos matar por conhecê-lo ou sair correndo com medo de você”.

Revolution conseguiu fazer os espectadores refletirem sobre como ficou o mundo após o apagão e nos deu mais dicas sobre o motivo de tudo que aconteceu. Ben era um professor de álgebra que acabou trabalhando, com acesso total, no Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Monroe sabe disso e está decidido a fazer Rachel falar. Agora sim ficou mais claro a importância de Danny e ele também ganhou corpo como personagem nesse episódio. Suas cenas com Neville fazem bem mais sentido do que ele sendo boneco de tortura de um soldado da milícia que ficou magoadinho por Danny ter matado um outro soldado enquanto tentava defender seu pai – como ocorreu no episódio anterior.

The Plague Dogs teve ótimas cenas quando Miles e Nate foram atrás de Charlie, que havia sido levada pelo maníaco dos cachorros. Logo depois a cena da morte de Maggie mostrou um Miles que até então não conhecíamos e logo depois Revolution brincou com nossos corações e mostrou uma cena em que Rachel se entrega a milícia a pedido do próprio Miles. E agora? Agora aguenta coração.

Por uma infeliz coincidência sugeri na review passada que vocês analisassem qual dos personagens de Revolution poderia morrer que você não sentiria nenhuma falta. Infelizmente se fosse uma votação de Big Brother poderíamos considerar que a eliminação foi nesse episódio. Maggie foi eliminada, justamente quando mostrou sua importância na história da série. No entanto sua participação cumpriu seu objetivo, a cena da sua despedida foi linda, ela fechou seu ciclo e completou sua tarefa no seriado. Depois de The Plague Dogs meu voto certamente não iria para Maggie e só por esse fato sua presença já valeu a pena.

PS: Parques de diversões por todos lados, parques de diversões em tudo que eu vejo.

Matt Bomer, de ‘White Collar’, participa de ‘The New Normal’

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O ator Matt Bomer, mais conhecido por ser o protagonista de White Collar, chega a The New Normal para trazer antigas lembranças a Bryan (Andrew Rannells).

Bomer interpreta um ex-namorado do personagem, que retorna à cidade por motivos ainda desconhecidos – não dá nem para saber se isso vai culminar em alguma crise ao noivado de Bryan e David (Justin Bartha); o casal terá um filho através de uma barriga de aluguel.

Foi o próprio produtor da atração, Ryan Murphy – sempre ele -, que contou a novidade através da conta no Twitter:

Os representantes do ator, no entanto, não confirmam que a participação especial já esteja fechada. No ano passado, Bomer esteve em um episódio de Glee, outra criação de Ryan Murphy.

A aparição do ator no seriado seria mais uma confirmação de que o show deu a volta por cima. Antes mesmo de estrear, The New Normal recebeu fortes críticas da organização One Million Moms, que alegou que a sinopse da história – um casal homossexual criando um filho gerado em uma barriga de aluguel – era extremamente ofensiva à família americana e sugeriu o boicote ao programa. Uma afiliada da NBC  no estado de Utah chegou a se negar a exibir a atração. Depois da estreia, a série conseguiu impressionar e agradar público e crítica. Coincidentemente, no início de 2012, Bomer assumiu a homossexualidade durante uma premiação nos Estados Unidos e também revelou o namoro com o publicitário Simon Halls. Bomer é pai de três filhos.

The New Normal é transmitida às terças-feiras, pela NBC, nos Estados Unidos e já garantiu a primeira temporada completa.

Com informações do TV Line.

Bones – The Tiger in the Tale

Data/Hora 11/10/2012, 15:47. Autor
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O que dizer sobre The Tiger in the Tale? Que foi um episódio sensacional? Que Bones e Booth estavam ótimos? Que o caso foi super interessante? Se eu falasse isso estaria mentindo. O quarto episódio dessa temporada não foi ótimo e nem foi ruim, B&B pareciam conectados e ao mesmo tempo vazios, e o caso da semana, nem me lembro de certo… mesmo assim, assisti ao episódio cinco vezes em um dia.

Vou falar de The Tiger in the Tale , mas antes, preciso declarar que estou completamente apaixonada por essa série. Paixão boba, adolescente, quase pueril. Animada, sem grandes expectativas, apenas vivendo pelo momento. E assim está bom demais.

Essa paixão não carece de explicações, nem justificativas. Finalmente entendi o real sentido de “fangirlismo” e de um tal de “fandom”. É um estado de graça, na dose certa. Sei que muitos se sentem assim. Elogios para a Emily, muitas fotos do Boreanaz, discussões sem fim em chats…bem, sem fim, também.

Para os que estão neste estado, tudo fica mais fácil. Mas não vamos esquecer que tem muita gente bem aborrecida com a série, depois de uma sétima temporada um pouco desanimadora. Para esses, peço calma. Apenas calma, e talvez uma segunda chance.

Pois bem, é assim, meio boba e apaixonada, que ainda consigo ver o lado bom dessa “crimédia”. Mas ao mesmo tempo, não posso ignorar as falhas de um episódio que poderia ter sido bem melhor. Mas vamos falar de The Tiger in the Tale?

Altos

O que tornou esse episódio emocionante foi a criatividade e talento dos protagonistas (isso mesmo, Boreanaz tem talento, ao menos para chacoalhar as coisas).

Fazer um ‘filler” ser bom só foi possível porque o elenco de Bones faz isso ser muito fácil. Todo mundo se conhece tão bem, que flui. O TJ faz ciência ser engraçada, a Tamara e suas falas divertidas, a Angie, querida como sempre… mas esse episódio mostrou como a química entre Booth e Brennan, Emily e David, grita e faz a diferença no final das contas. Ah, se química pudesse gritar… eles fariam muito barulho.

Essa sinergia foi o que funcionou para o episódio. Sem isso, não teria sido nem bom. Uma das cenas que mais gostei foi quando o Booth chamou a Brennan de “animal raro e bonito”, como um tigre. Estou voltando a gostar dele… parece que o personagem tem tentado ser mais compreensível e demonstrar mais carinho pela parceira.

Sempre critiquei a mania do Booth de ser a donzela má compreendida quando algo estava tenso entre o casal, mas nessa temporada, ele, ao menos, tenta entender as atitudes dela.

A cena final mostrou isso. Ele não deixa suas crenças, mas encoraja as crenças dela. Mas além disso, o que foi aquela sacudidinha do Boreanaz e a risadinha da Emily?

Aliás, porque a Emily é assim tão perfeita? Esses dias vi o piloto da série, engraçado notar como ela tinha pouca experiência em 2005. Agora, ela é uma atriz completa, entende o personagem, suas limitações, paixões, desejos. Dou um sorriso para cada pausa que ela faz ao falar, ou da puxadinha no canto da boca quando ela acha graça de algo, o modo que ela aponta o dedo indicador para mostrar algo com precisão, ou quando ela olha rapidamente para cima quando precisa ponderar. Acho que estou sempre sorrindo quando a Emily aparece na tela.

Devo pontuar que a tal cena do tigre foi realmente bonita. Foi linda por causa dela. Porque ela sabe dosar cada emoção e mostrar como uma personagem que aparentemente é distante de todo mundo, é ao mesmo tempo tão humana. Isso é ter total controle do que está fazendo, isso é talento.

Ah, não posso esquecer que hoje (11/10) é o aniversário da Emily Erin Deschanel. Se hoje, nós, fãs de Bones, somos felizes, isso deve-se ao seu trabalho sério e sua sensibilidade por vida. Somos felizes apenas por ela ser ela é. Aliás, só de tê-la na série é mais do que o suficiente para gostar um pouco, ao menos.

Baixos

Esse episódio foi um “filler” por definição. Não acrescentou em quase nada para a série. B&B então… Sem contar que não se colocar um episódio desses antes do hiato. Cadê o apelo para que o telespectador fique com vontade de ver o próximo?

Nem todo mundo que ainda assiste Bones,é uma pessoa barulhenta e sem senso de direção na vida (como eu)! Além disso, o episódio era tão “filler”, que não se encaixava nem no meio do recheio. Tudo me pareceu meio artificial. Só não foi um episódio ruim pelos bons momentos que o salvaram.

Onde está a Christine, por Deus? Estou começando a pensar que a sétima temporada foi uma “temporada sonho” e que a menina não existe mais. Sei que é complicado ter um bebê no set, e que é complicado colocar cenas com a criança na série. Mas aquele “baby talk” em cima da mesa é simbólico demais para disfarçar a ausência da criança. Além do quê, Brennan é mais de primeira viagem, o desapego com a criança aconteceu muito rápido. Além do que a menina é um bebê exemplar, pois não chora, não fica doente, não mama, não faz coisa nenhuma. Ou seja, não existe.

Além disso, o que foi aquela conversa sobre morar junto e compromisso entre o Booth e o Sweets? Claro que morar junto é um compromisso sério, muito sério. Na hora fique confusa… o que é sério para o agente do FBI considerar um compromisso? Aquilo foi ele dizendo que morar junto com a Bones foi assim… natural? Para com isso, morar com alguém que se ama é muito mais do que uma simples facilidade como quiseram vender. O que agora me faz questionar um pouco o significado do relacionamento de B&B… são namorados? namoridos? O que está havendo? Ah, se forem fazer um filler, ao menos façam um com o foco em assuntos que nunca mencionamos… como RELACIONAMENTO!

Para finalizar os pontos baixos dessa história, volto a falar da falta de relevância para o desenvolvimento dos personagens. Tenho elogiado tanto a evolução deles, que me senti um pouco ofendida com a pouca profundidade da história. Não que a matança de animais seja banal, mas…

Como o Sweets pode ter simplesmente percebido que não queria ficar com a namorada na porta da casa deles? Ele passou anos dessa maldita série se arrastando atrás da antropologista, e agora? Oh meu Deus! Não gosto dela, mas fiquei com dó.

E aquela cena absurda de Hodgela andando na rua e ooops… olha lá, Sweets e Daisy. Mas…

The Tiger in the Tale

Foi no geral divertido. Apesar de bobo em sua substância, nos rendeu bons momentos. Esse episódio, se for lembrado, será como o “episódio do tigre”, que nos proporcionou uma das cenas mais fortes da Emily Deschanel. Sabendo o real significado de sua luta pelos direitos dos animais, pudemos ver muito da atriz nesse episódio.

Fora isso, a história do tigre serviu para livrar o Sweets da Daisy. Coloquei o momento como algo bom do episódio, e confesso que me incomodou não me sentir incomodada com essa casal durante as cenas deles. Não sei se foi pelo término do namoro ou se simplesmente eles estavam mais “engolíveis”.

A história do traficante de animais não me levou para as alturas, mesmo assim, terminei o episódio com um sorrisinho no rosto. É paixão, já era! Se até um “filler” foi assim tão Bones, imagina quando resolverem parar de desperdiçar episódios! Espero que eles caprichem mais no próximo.

Fiquem com as cenas do próximo capítulo – que será um dos extras da temporada passada!

 

Até novembro, boneheads! =) Espero que até lá, quem ainda não viu a série veja, e possa também celebrar a oitava temporada com todos nós.

Revenge – Resurrection

Data/Hora 11/10/2012, 13:51. Autor
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Algo que me chama atenção em todos os episódios de Revenge são as pequenas filosofias de Emily sobre determinados assuntos. Nesse caso, a Ressurreição foi tratada de modo bem simbológico ao se referir ao retorno do sucúbico demoníaco para o Hampstons. Por essa, Emily não esperava.

Já começando falando sobre coisas tristes, chegamos ao ápice do relacionamento entre Charlotte e Emily. Nunca pensei, mas essas duas personagens tão distantes, se aproximaram e muito nesse começo de temporada e está sendo muito bacana presenciar o desenvolvimento dessa amizade entre irmãs. Mas como Emily abandonou a sua antiga vida, ela foi obrigada a presenciar o encontro de Charlotte com a falsa Amanda para obrigar a mesma a ficar em Hampstons e não fugir com Victoria. É nesses momentos que vem aquele grande questionamento: vale a pena sacrificar toda a sua vida para uma vingança?

Momento ‘a revolta do telespectador’

Somente eu fiquei revoltado ao assistir aquela cena medíocre entre Emily e o homem do cabelo grisalho? Que papel amigável é aquele dela pedindo conselhos para ele e perguntando onde estava a sua mãe numa calma? Emily, come on! Você é a vingadora! Você não tem que ficar sentada calmamente esperando uma resposta simples. A resposta é trancafiá-lo num calabouço e começar os jogos mortais, oras!

“Uma vez, fiz uma entrevista por vídeo com Katie Couric pelado na minha jacuzzi. Ela não faz ideia” – #FrasesComicasDeNolanRoss

E para aqueles que estão se perguntando, eu ainda não aceitei o fato de Emily não ter se vingado de David adequadamente. Ainda espero por essa vingança, de modo indireto é claro. O infeliz do homem grisalho morreu por um cara misterioso que não sabemos quem é ou por que ele não vai deixar Emily fazer a sua vingança. Qual é o lance entre ele e o Takeda, afinal de contas? Ele gosta de treinar pessoas para se vingarem? Qual é a história dele?

Voltando para o drama dos Grayson…

Achei mais do que apropriado a Emily se aproximar novamente de Daniel para conseguir libertar Charlotte da reabilitação. Eu não engoli essa história da Emily deixar o Jack viver com a Amanda no ‘felizes para sempre’, enquanto ela está sofrendo em busca de sua mãe. Ela pode muito bem, se vingar e ficar com ele depois. Seria uma surpreendentemente final feliz. Mas como eu sei que a vingança é um caminho longo, vamos nos contentar com as sobras.

E que cena terrível foi aquela entre Conrad e Victoria, hein? Só para acabar com a vida do homem grisalho, a Victoria se sentiu obrigada a pedir para o Conrad bater nela. Que coisa mais masoquista! Terrível! E o pior foi ver a Victoria em seu momento Samara amaldiçoando o assassino de David, enquanto ela estava amarrada na parede. É muita cara de pau para uma pessoa só.

E a Ashley, nada boba, né? Está trabalhando para o Conrad para tentar despistar o Daniel dos planos do chefe. Sinceramente, ainda me pergunto o que Ashley ainda está fazendo na série. É incrível! Ela não tem história! E a cada episódio eu encontro uma nova profissão para ela. Depois de ser designer, programadora, organizadora de tarefas, governanta, mulher da vida, locutora e agora, apresentadora de reuniões. Até o final da temporada, descobriremos que ela é literalmente um Bombril.

“Nem o próprio diabo de quis” – Conrad Grayson 

Agora indo para o núcleo necessitado da série, o Declan vai começar a se meter numa maior roubada com esse novo amiguinho dele. Ele vai acabar sendo preso, somente por causa de um dinheiro. Se fosse assim, não seria melhor ele conseguir outro trabalho? O Hampstons até que é uma grande cidade. Tenho certeza que ele conseguiria dinheiro muito mais fácil e que não fosse ilegal.

Outro personagem que também se infiltrou nessa trama vingativa, foi a analista contábil do Nolan. Ela não teve nenhum contexto no episódio, mas é o que eu sempre digo: um personagem não entra na série por motivos fúteis. Ela contribuirá com algo muito valioso na série que temos que esperar para ver. Esse é aquele momento que começamos a interligar os personagens desconhecidos. Será que ela tem alguma relação com o novo amiguinho vingativo da Emily?

Depois de muita vingança e muita reviravolta, a rainha do terror está de volta e ela é a única chance de Emily descobrir o que aconteceu de fato com a sua mãe. E tenho certeza que ela conseguirá! Mesmo que ela tenha que mudar novamente alguns resultados de exame para provar que Ashley é um fantasma e que está na série errada.

Destaques na TV – 11, 12 e 13/10

Data/Hora 11/10/2012, 09:42. Autor
Categorias TV Brasil

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Em razão do feriado, estou antecipando a coluna, divulgando os destaques da TV paga na quinta, na sexta e no sábado.

Quinta, 11/10

No Globosat HD, 21h, vai ao ar o segundo episódio de El Barco. Às 22h30, o canal exibe o episódio 2×03 de Laid.

Na TBS, 18h30, Hot in Cleveland (3×11). Às 21h, também no TBS, vai ao ar o quarto episódio de Anger Management.

No Sony Spin, 22h, tem Lost Girl (episódio 2×11).

No GNT, 22h30, vai ao ar o episódio 1×09 de Sessão de Terapia.

Sexta, 12/10

No A&E, The Killing segue sendo exibida em ritmo frenético. À partir das 22h, irão ao ar os episódio 2×05 e 2×06.

No GNT, 22h30, Sessão de Terapia (1×10).

Sábado, 13/10

No GNT, 21h. vai ao ar o segundo episódio de Saving Hope.

No sábado, 22h, reprisa o episódio 1×10 de Crusoe no Globosat HD.

O canal MaxHD exibe na madrugada do domingo, à 0h, os episódios 2×05 e 2×06 de Femme Fatales.

No sábado, a Fox começa a exibir um esquenta para a season premiere do terceiro ano de The Walking Dead. O canal promove, à partir das 22h, uma maratona com todos os episódios do primeiro ano da série. Mas atenção: o primeiro episódio é especial. O canal exibe pela primeira vez no brasil uma versão estendida e em preto e branco do piloto, Days Gone Bye, – quem viu, aprovou, dizendo que a ausência de cor tornou o episódio ainda mais assustador.

E até o domingo!

Hawaii Five-0 – Lana I Ka Moana

Data/Hora 11/10/2012, 09:26. Autor
Categorias Reviews

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Hawaii Five-0 esta melhor a cada semana. Não canso de medir esforços para elogiar esta série. E o episódio desta semana foi feito especialmente para quem tem seguido a série até aqui. A essência da série estava toda ali. Como não gostar de um episódio com dosagem certa de ação, humor, e do nosso casal Steve e Danny?

Lana I Ka Moana foi um dos episódios com mais “bromance” da história da série. E nós? Rimos a beça. Steve e Danno foram para o meio do oceano relaxarem e pescarem. Obviamente, nada na tranquilidade, porque quando estes dois ficam juntos, é tanto amor, que acabam sempre em discussões. E as discussões destes dois são as melhores. Parecem dois velhos rabugentos. Tudo ia tranquilamente bem, até que os dois avistam um homem em um bote que parecia precisar de ajuda, mas na verdade era um foragido que os força a pular do barco e ficarem a deriva. Steve e Danno mais uma vez, protagonizam cenas hilárias com o bote – que Danno insiste em chamar de barco. Mas até acharem o Iate onde que por coincidência estava o corpo do crime feito pelo foragido, Danny acaba revelando para Steve sobre sua apatia pelo mar: um de seus amigos, quando criança, acabou se afogando em uma viagem de verão de sua família. Ta explicado a implicância que Danno tem sobre o oceano. Acho que Steve nunca mais faz uma piadinha sobre.

Retornados a terra, a equipe tenta resolver o caso do assassinato. O Assassinato envolveu tramas familiares e traições. Nada que chame a atenção. Mas o envolvimento da equipe teve cenas interessantes. Chin e Kono por exemplo, trabalham juntos e acabam tendo um pequeno desentendimento, quando Chin questiona a integridade de Adam a Kono. Talvez, Chin possa ter razão em seu ponto. Adam querendo ou não pertence a Yakuza, e mesmo tendo salvando a policial, e aparentando ser um cara que quer mudar os negócios do pai, eu ainda não confio no rapaz. Fico esperando a qualquer momento que ele possa aprontar algo. Vamos ver se os roteiristas explorarão algo a mais para nossa linda Kono.

Catherine esta cada vez mais a vontade na equipe. Acho que deviam a efetivar logo como uma 5-0. Ela ajudou bastante no caso desta semana, e sem contar que, começo a ver uma química dela forte com Steve. Já estou começando a aceitar os dois como casal, e espero que depois que eu acostume com os dois, não a mandem embora. Já basta terem mandado a lindissima do Lori embora. Despedirem mais uma do elenco feminino é dose.

Mas a dose de humor foi sensacional neste episódio que foi bem mais a vontade. Aquele tipo de episódio sem preocupação. Todos acabam comendo o peixe pescado por Danno e “cozinhado” por Kamekona. O tipico momento “família” da nossa equipe que é indispensável nos episódios.

Passado a calmaria, creio que semana que vem as coisas esquentem novamente – Mama McGarrett está de volta. E creio que, agora mais do que nunca, ela tem muuuuitos assuntos para tratar com Steve. Será que ela revelará o porque de ter deixado Wo-fat escapar? Veremos …

Currie Graham interpreta vilão dos quadrinhos em ‘Arrow’

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O ator Currie Graham – conhecido pela participação em Nova York Contra o Crime (NYPD Blue)  – é a mais nova cartada dos produtores de Arrow, da CW. E no sentido literal. Graham foi escalado para interpretar um dos integrantes da Gangue Royal Flush, grupo de criminosos fictícios das histórias da DC Comics. Quem conhece os quadrinhos, sabe que os membros da quadrilha usavam uniformes e tinham personalidades baseadas nas cartas de baralho.

Na versão da CW, Graham dá vida ao “Rei” (ou “King”), alter-ego do vilão Derek Reston. Mas é exatamente aqui que a gente precisa fazer um adendo: na história original, Derek Reston era, na verdade, o “Ás” (ou, em inglês, “Ace”). A verdadeira identidade do “Rei” era Joe Carny. Na nova versão, o “Ás” vai receber um nome inédito, Kyle Reston, intepretado pelo ator Kyle Schimd (Cooper).

Vale lembrar que, no enredo da DC Comics, o Rei conseguia manipular a mente das pessoas usando seu carisma.

Já os produtores da série televisiva garantiram que a história vai ficar cada vez mais próxima à realidade. “A dinâmica da família e a iconografia do jogo de cartas estarão lá, mas sem aquela tendência para o sobrenatural. Acho que nós viemos com uma maneira bem inteligente de retratá-los”, garantiu o produtor Andrew Kreisberg.

A  Gangue Royal Flush aparece no sexto episódio de Arrow, que estreou nesta quarta-feira, 10 de outubro, na CW dos Estados Unidos. Os espectadores brasileiros vão poder conferir a nova atração a partir do dia 22 de outubro, pelo canal pago Warner.

Arrow conta a história de Oliver, um ex-playboy que, após anos exilado em uma ilha, retorna à cidade como o super-herói Arqueiro Verde. O ator Stephen Amell (Heartland, Private Practice) é o protagonista da série, que ainda tem Katie Cassidy (Harper’s Island) no elenco.

Com informações do TV Guide.

Produtora de Johnny Depp desenvolve série baseada na obra de Shakespeare

Data/Hora 10/10/2012, 22:16. Autor
Categorias Notícias

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A produtora Infinitum Nihil, que pertence ao ator Johnny Depp (Piratas do Caribe, A Fantástica Fábrica de Chocolate), se juntou à empresa escandinava Yellow Bird Productions e ao showrunner de Copper Tom Fontana por um motivo épico (literalmente): eles trabalham em um novo projeto baseado nas histórias do romancista inglês William Shakespeare.

A série ainda não tem nome e nem canal definido. Nem mesmo é inspirada em uma obra de Shakespeare específica. O projeto vai explorar diversos personagens criados pelo dramaturgo ao longo da vida e irá trazê-los aos dias modernos. O que significa que, no novo enredo, Romeu, por exemplo, pode perfeitamente dividir seus dilemas amorosos com Hamlet, que pode aconselhá-lo sobre o drama vivido com Julieta.

Quem escreve o roteiro é  Randall Fontana (Hong Kong 97, Jovens em Fuga) e a produção-executiva fica por conta de Christi Dembrowski – irmã de Depp, que lidera a produtora do ator -, a equipe da Yellow Bird e Tom Fontana.

A Infinitum Dunhil foi fundada pelo famoso ator de Hollywood em 2004 e é responsável pelas produções no cinema A Invenção de Hugo Cabret (de Martin Scorsese), Diários de Um Jornalista Bêbado e Sombras da Noite, ambas estreladas por Depp, além de The Lone Ranger, filme que o ator roda atualmente .

A empresa ainda trabalha em uma série da Lifetime baseada na vida do jornalista e fundador do The Hollywood Reporter, William Wilkerson. Johnny Depp não está ligado diretamente a nenhum dos dois projetos, o que não quer dizer, necessariamente, que seu nome fique de fora dos créditos das atrações.

Já a Yellow Bird Productions lançou, em 2011, a versão cinematográfica de Millenium: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres, do diretor David Fincher.

O produtor Tom Fontana, por sua vez, está por trás do drama épico Copper, que é transmitido nas noites de domingo, nos Estados Unidos, pela BBC America.

Esse é um time de sucesso?

Com informações do Deadline.

Ator premiado junta-se ao elenco de ‘American Horror Story: Asylum’

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A série da FX American Horror Story: Asylum vai ganhar uma participação de peso. O ator britânico Ian McShane acaba de ganhar um papel na atração e vai aumentar a extensa filmografia.

Quem contou a novidade foi o co-produtor do seriado, Ryan Murphy (Glee), através do Twitter.

Os detalhe sobre a participação de McShane não foram divulgados. Tudo o que se sabe é que o personagem do ator vai entrar em conflito com a Irmã Jude, papel de Jessica Lange.

McShane esteve em Deadwood, do canal HBO, que lhe rendeu um prêmio Globo de Ouro na categoria Melhor Ator em Série Dramática. Ele também é conhecido por interpretar o Barba Negra na franquia de filmes Piratas do Caribe, em que contracenava com o simpático Jack Sparrow de Johnny Depp.

O ator ainda estrelou o seriado King, da NBC, e participou da minissérie britânica The Pillars of the Earth.

American Horror Story: Asylum estreia na próxima quarta-feria, 17 de outubro, pela FX dos Estados Unidos.

Com informações do TV Line.

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