The Vampire Diaries – Growing Pains

Data/Hora 14/10/2012, 10:52. Autor
Categorias Reviews

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Agora Elena é uma vampira! E, para começar a review, já aviso que provavelmente o pessoal do Team Elena ou do Team Delena vai querer me bater após o término desse meu texto, mas estamos aí para isso, ok? Ok.

Vamos dar uma recapitulada para quem não se lembra das coisas que aconteceram anteriormente, já que a introdução do episódio foi mais para o lado poético do que para um resumo de tudo. Para começar, Elena morreu com sangue de vampiro no corpo, e agora sabemos que o sangue era de Damon (fato que provavelmente só foi colocado na série para atiçar os fãs de Delena). Então ela acorda de sua “morte” e, ao saber que está morta, fica toda histérica porque ela não pode ser uma vampira, porque ela quer crescer, envelhecer e sei lá o que. Resumindo: faz o maior drama porque a justificativa dela é que ela simplesmente não pode ser vampira e pronto. Fica batendo o pé nessa birra de “não quero ser vampira e nhenhenhe” até todo mundo (mais uma vez) ir atrás de uma solução para os problemas dela. Milagrosamente o único sensato da coisa que se recusa a procurar uma solução que não existe é o Damon, mandando ela se alimentar de uma vez (o que ela recusa até o último instante, claro). Dramas de Elena à parte, Klaus assumiu o corpo de Tyler com a ajuda de Bonnie e o Conselho está combatendo de verdade os vampiros agora, sem trégua ou Prefeita e Xerife para “trapacearem” na caçada aos vampiros da cidade.

No meio tempo em que Elena não se alimenta e Stefan fica tentando dar apoio moral nessa luta contra o tempo para que alguém ache alguma cura impossível pro vampirismo da moça, chega até a ser engraçado (quando era para ser dramático) o jeito bipolar dela de gargalhar e chorar no instante seguinte por não conseguir lidar com as emoções, além de qualquer coisa mínima como sons e luzes ser motivo para enlouquecer a garota. Também, né… Se a menina já surtava como humana, imagina como vampira. O fato é que muito desse primeiro episódio ficou parecendo com a primeira temporada: Elena choramingando, Stefan ali bonitinho ao lado dela, Caroline sendo uma donzela em perigo novamente, Bonnie aprendendo feitiços novos e Damon… Bem, Damon pelo menos por hora regrediu ao seu jeito impulsivo e sanguinário da primeira temporada, sem ficar todo manhoso por causa da Elena (ouço um aleluia?).

Entretanto, mesmo Damon regredindo à sua fase de vampiro esquentadinho e Elena retomar seu romance com Stefan após finalmente ter se alimentado, o episódio garantiu alguns momentos Delena para não decepcionar ninguém, e admito que tais momentos foram bonitinhos. Já era de se esperar que a nova vampira conseguisse se lembrar de tudo o que Damon a fez esquecer – tanto de sua declaração de amor na segunda temporada como do fato de eles terem se conhecido antes de Elena conhecer Stefan –, mas ao invés de os dois se confrontarem (com Elena provavelmente surtando) e pronto após as memórias virem à tona, a garota é mostrada assistindo em terceira pessoa tudo o que havia esquecido. E isso, mais do que as memórias em si, é o que tornou tudo mais emocionante do que ela “puf”, simplesmente se lembrar.

Em paralelo com a vampira “recém-nascida”, temos um novo Conselho na cidade liderado por um padre que está realmente disposto a matar os vampiros, mas o tal líder acaba exterminando todos os seus seguidores no final, o que fica uma coisa completamente sem noção! Mas, caso venham outros membros para a cidade, com certeza a Elena continuará sendo a mocinha em perigo, agora por ser vampira e alvo dos exterminadores. É praticamente como se não tivesse adiantado nada ela ter se transformado, pois agora que os humanos não estão sendo o alvo, ela é uma vampira: o ser caçado da vez… Pobre Elena azarada. Bem, caso essa probabilidade do ataque aos vampiros começar a piorar, Klaus tem que tomar vergonha na cara e parar de ficar cada vez mais rebelde para se juntar à Elena, Damon e Stefan… E também à própria Rebekah, que ultimamente é a única que realmente se importa com ele e mesmo assim é quem ele mais despreza.

Agora é ver o que acontece com esse Conselho e pior ainda, ver como a Elena vai levar a vida de vampira dela, porque está perfeitinho demais ela com esse romance de conto de fadas ao lado do Stefan ao nascer do sol. E cá entre nós, Elena nunca foi o ser mais decidido dessa série, e não é agora como vampira que ela vai tomar jeito. Outra incógnita é o Damon, que está voltando à sua personalidade mais “esquentadinha”, mas a julgar por sua conhecida instabilidade, ele pode voltar a ser o que era na terceira temporada num piscar de olhos.

Como um começo para a nova temporada, o episódio foi bom. Manteve o ritmo mais acelerado do que Original fugindo de estaca de carvalho branco e não enrolou nessa coisa de Elena ser ou não uma vampira (o que foi uma surpresa), ainda por cima deixando várias incógnitas sobre o destino dos personagens. Única coisa que realmente não ficou muito bem digerida foi o Conselho que mal apareceu e já foi exterminado. Será que há algo por trás disso tudo? Como será o Conselho daqui em diante? E se ele oferecer risco, será que finalmente Originais, híbridos e outros vampiros vão se unir? Façam suas apostas.

Citação da vez: “Yoo-hoo! Tem alguém em casa? Há um grande, malvado vampiro aqui fora!” – Damon Salvatore

P.S. [1]: Milagrosamente o Matt teve alguma serventia no episódio, mesmo que seja a função de todo mundo jogar a culpa no coitado.

P.S. [2]: Como algumas coisas nunca mudam, quem mais uma vez acabou se dando mal foi a Bonnie, dessa vez ao tentar usar magia negra, ser boicotada pela própria avó e depois ainda ver a avó ser destruída espiritualmente (??). Aliás, essa avó da Bonnie morreu na primeira temporada e não deu sossego até agora, que isso!

P. S. [3]: Quem mais aí pensou que a Caroline pegaria o “Tyler errado”? Sinceramente, tive a impressão de que só deixaram o Klaus no corpo de Tyler para Caroline ter sua (quase) pegação híbrida. Safadinha, ainda demorou nos amassos com o Original até perceber que ele não era o seu namoradinho.

P.S. [4]: Olha, a Elena virou vampira e tal… Mas qual a necessidade do Stefan ficar falando para ela toda hora que a necessidade de sangue é sofrimento, é insuportável e sei lá o que? Só fica aumentando o drama da coisa, tsc.

P.S.[5]: Por último, mas não menos importante: imaginem a reação da Vampbitch Kath quando – e se – voltar para Mystic Falls e ver que terá que aturar Elena roubando seus Salvatores por toda a eternidade.

Warehouse 13 – We All Fall Down

Data/Hora 14/10/2012, 10:50. Autor
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O “grande mal” foi revelado (finalmente), e é o próprio Artie. Depois de o agente ficar fora de si e matar Leena, acabou se tornando inimigo número um do Depósito, mesmo que todos ainda tenham um pouco de dó do sujeito. O fato é que, por mais querido por todos que ele seja, precisa ser parado.

Artie está louco, à solta e caçando o astrolábio que está em posse da sumida H. G. Wells, enquanto Steve e Sra. Frederick contam com a ajuda do antigo suposto vilão Padre Adrian, que agora todos sabem que é o mais inocente da história toda ali. Como ninguém obviamente cedeu o astrolábio para ele (óbvio), seu alter ego malvado e contrariado sai em busca do punhal que aparecia em posse de Claudia nas suas visões e de uma orquídea capaz de dizimar a população mundial.

O fato é: Artie usou o astrolábio para salvar a humanidade de um final apocalíptico, mas o próprio astrolábio foi o responsável pelo agente espalhar uma praga no mundo todo. Ou seja, os dois caminhos levaram praticamente a uma mesma conclusão nada feliz.

E a visão de Claudia com o punhal? Depois de ela aparecer em quase durante todos os episódios da temporada, foi meio frustrante a especulação de que seria mais um delírio de Artie por ele ser afetado pelo artefato que o fez manipular o tempo. Em todas as visões era mostrada uma Claudia praticamente diabólica que assassinava o coitado a sangue frio, mas como este foi praticamente um episódio de explicações (tanto sobre o que era o tal mal quanto da tal visão), vimos que a garota realmente cumpre a tal profecia para livrar o Artie desse tormento.

O problema é: a doença foi liberada pelo mundo e os agentes acabaram sendo contaminados, H. G. ainda tem o astrolábio em mãos e Sra. Frederick procura por uma solução. Sabemos que a tal praga consegue matar em 24 horas, ou seja, há menos do que um dia para o problema ser resolvido antes que seja o fim do Depósito 13 e até de todo o resto do mundo.

P. S. [1]: Sem dúvidas essa é a temporada mais apocalíptica da série. Nunca houveram tantas ameaças contra o mundo todo como tiveram nesses últimos episódios e nem tanta sensação de que tudo está perdido. O fato é: quando parece que não há mais o que complicarem na série, conseguem arranjar ainda mais drama.

P. S. [2]: Bem, a H. G. está longe de tudo isso e em posse do astrolábio. Alguém mais aí aposta suas fichas de que ela acabará salvando todo mundo?

Modern Family – Schooled e Snip

Data/Hora 14/10/2012, 10:36. Autor
Categorias Reviews

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Estamos em época de eleições presidenciais nos EUA. Por conta do debate semana passada Modern Family não foi ao ar. Conclusão: dois episódios no mesmo dia. Inicio de temporada é muito incomum episódios especiais, não é surpreendente que as tramas não estava interligadas. Não rolou nenhum to be continued.

Modern Family continua seguindo sua fórmula. Não temos grandes surpresas, sabemos (quase que) exatamente onde a trama irá nos levar mas a qualidade se mantém. Em Schooled podermos dizer que os personagens precisavam lidar com rituais de passagem: Lily a frequentar o Jardim de Infancia; Gloria e Jay com o bebê que está a caminho, Phil e Claire com a ida de Haley para a universidade. De longe a última história foi a mais emocionante. As duas primeiras foi muito mais do mesmo. Many preocupado acreditando que a mãe e o padrasto não estão preparados para cuidar do bebê. E Cam e Mitchell tendo problemas de relacionamento com outros pais. No caso em questão: outras mães. Achei essa parte estereotipada demais. Essa eterna rixa besta entre lésbicas e gays é uma coisa bem cansativa. Uma série com o alcance de Modern Family poderia tentar tratar o assunto de uma outra maneira. A trama de Gloria, Jay e Manny também bateu na mesma tecla de sempre. Mas a química em cena entre Sofia Vergara e Eddie O’Neill é tão incrível que mesmo numa cena besta os dois arrancam gargalhadas.

Sarah Hyland foi perfeita nesse episódio. Ela que teve menos destaque na temporada passada –agora sabemos que foi porque esteve doente – teve aqui sua oportunidade para brilhar e o fez muito bem. Toda sequência final onde a personagem enfrenta seu primeiro dia sozinha foi muito emocionante. Sem dizer uma palavra ela conseguiu passar emoção com o olhar. Confesso ainda que chorei durante a cena em que Claire e Phil conversam com a filha por telefone. Já ia esquecendo de Phil’s-osophy, o livro com as filosofias do Phil. Rendeu bons momentos.

Em Snip temos mais um ataque de Cam. Ele está entediado com o excesso de tempo livre agora que Lily passa boa parte do tempo na escola. Mitchell tenta ajudar mas o marido não facilita. Assim que surgiu Manny em cena reclamando com Gloria que o professor de música havia sido mandado embora tive a certeza que toda a trama envolvendo Cam seria a deixa para ele virar professor do Manny (e provavelmente do Luke) na escola. Gloria passa o episódio inteiro relutando em usar roupas próprias para grávidas. Até aí tudo bem. Acontece que no episódio anterior ela estava usando roupas apropriadas. Então não fez muito sentido.

Phil e Claire decidem que chegou a hora dele fazer uma vasectomia. Tudo porque eles tem um plano de viver a vida plenamente no momento que Luke for para a faculdade. E não querem arriscar uma gravidez não programada como aconteceu com Jay e Gloria. Todas aqueles clichês do pânico da vasectomia foram apresentados. E no final das contas Claire desiste da ideia. Deixando em aberto a possibilidade de no futuro a personagem ficar grávida. O destaque desse episódio para mim foram as trocas de imagens com situações constrangedoras entre os personagens. Ficou real. Também gostei da conversa entre Haley e Alex. Mostrando que a distância vai melhorar a relação entre as irmãs sem deixar as picuinhas de lado.

Destaques na TV – Domingo, 14/10

Data/Hora 14/10/2012, 00:01. Autor
Categorias TV Brasil

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Veja abaixo os destaques dos canais de TV paga no domingo.

Mudança na HBO: sai The Newsroom, entra no lugar a terceira temporada de Boardwalk Empire – O Império Do Contrabando. Resolution, que vai ao ar às 21h, inicia com o reveillon de 1922 e introduz na série o ator Bobby Cannavale como o gangster Gyp Rosetti, que deve se tornar o adversário de Nucky ao longo da temporada. Ainda na HBO tem FDP (20h30, 1×08) e Capadócia (22h, 3×04).

Na Sony, 13h, episódio 7×06 do America’s Got Talent. O canal exibe ainda uma segunda maratona de Revenge, das 18h às 22h – irão ao ar os episódios 1×19 a 1×22. A segunda temporada está chegando!

No VH1, 21h, episódio 15×04 de South Park. Às 22h, reprisa episódio 2×03 de Ugly Americans.

No canal Comedy Central vai ao ar o episódio 1×06 de The Exes (às 23h30). No Globosat HD, 22h, episódio 2×07 de Code 37. No canal SyFy, 22h, tem Alphas (1×07). No FX, episódio inédito de The Cleveland Show (1h, 3×21).

E nos vemos na segunda-feira!

[Especial Caverna do Dragão] Relembre série que continua encantando crianças e adultos

Data/Hora 13/10/2012, 16:59. Autor
Categorias Especiais

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Ontem comemoramos o Dia da Criança de uma forma muito especial com uma galerinha de 11 e 12 anos escrevendo sobre as seus seriados preferidos. Junto com eles conhecemos novas séries que ganharam o gosto da garotada e também podemos lembrar de clássicos que marcaram a nossa infância.

Entre essas séries que sempre vão estar na nossa memória Caverna do Dragão é uma das mais queridas entre adultos e crianças. O seriado foi tema de um dos textos do Especial Dia das Crianças – Pequenos Seriados de autoria do Pedro Nunes, ele tem 11 anos e cursa a 6ª série na escola Educar-se, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. O Pedro falou sobre o que ele acha da série Caverna do Dragão e relembrou cada um dos personagens. Além disso, assim como nós, Pedro lamenta profundamente que não são realizadas mais novas temporadas do seriado.

Ainda no ritmo do Dia das Crianças o TeleSéries convida você para mais uma viagem pela infância e pelas palavras de Pedro no mundo do Reino de Caverna do Dragão, ou Realm of Dungeons & Dragons, como é chamado na versão original do seriado.

Caverna do Dragão é um desenho muito legal, inspirando muitos tipos de RPG principalmente D&D que é um dos tipos de RPG mais jogados no mundo. É um desenho muito importante que as crianças vejam porque aumenta a criatividade delas, mas não deixem de ler porque é fundamental para o desenvolvimento.

Bom, eu gosto muito de Caverna do Dragão, pois não acho um desenho superficial, ele tem uma história, ele tem fundamento. Acho uma pena que não fazem mais temporadas, acho que não só eu gostaria de novos episódios, mas muitas outras pessoas iriam gostar, pois logo quando estreou Caverna do Dragão fez um grande sucesso com os fãs de RPG.

Role-playing game também conhecido como RPG (em português: “jogo de interpretação de personagens”), é um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativa colaborativamente. Os RPGs são tipicamente mais colaborativos e sociais do que competitivos. Um jogo típico une os seus participantes em um único time que se aventura como um grupo.

Um RPG raramente tem ganhadores ou perdedores. Isso o torna fundamentalmente diferente de outros jogos de tabuleiro, jogos de cartas colecionáveis, esportes, ou qualquer outro tipo de jogo. Como romances ou filmes, RPGs agradam porque eles alimentam a imaginação, sem, no entanto, limitar o comportamento do jogador a um enredo específico.

Hank (Ranger)

Devido a seu raciocínio rápido e habilidade com o arco, Hank é o líder indiscutível do grupo. Sua arma mágica é o arco, que pode atirar flechas de energia que fazem de tudo – menos matar o oponente. Seu maior medo é que ele possa cometer um erro que coloque o grupo em risco. Apesar de ser o líder por consenso do grupo, Hank tem inseguranças quanto à sua própria capacidade de liderar. Ele tem como arma mágica um arco sem cordas, que lança “flechas” de pura energia.

O que ele pode fazer com seu arco mágico: destruir coisas, cortar, empurrar, abrir túneis no gelo, iluminar (como um archote ou sinal luminoso no céu – serviu para quebrar um encantamento que quase fez todos brigarem), prender com aros uma pessoa, interceptar raios mágicos, criar objetos de apoio, criar corda, criar barreira transparente (uma versão mais fraca de campo de força), explosões.

Nota: Assim como Sheila, há um problema de tradução quanto ao termo “ranger”, que identifica o personagem. A tradução mais exata seria algo como “mateiro”, mas como o termo é estranho, volta e meia você ouve o Mestre dos Magos chamá-lo de “arqueiro”, “guerreiro”, “guarda” e, principalmente, “meu jovem”.

Eric (Cavaleiro)

Eric é um riquinho e esnobe garoto, só que com boas intenções. Ele sempre tem uma resposta sarcástica para tudo. Às vezes ele pode parecer um covarde, mas alguns episódios provaram o contrário, como num em que ele confronta o Vingador. Sua arma mágica é um escudo mágico, capaz de refletir qualquer coisa, incluindo raios do Vingador e baforadas de Tiamat.

Covarde e resmungão, Eric gosta de mexer com todos os personagens do grupo, especialmente com Bobby. Junto com Presto, são deles a maioria das tiradas cômicas da série. Para sorte de todos, sua arma mágica não é de ataque: um escudo místico que defende de quase qualquer coisa ele e os que estiverem próximos.

O que ele pode fazer com o escudo: Proteger-se de projéteis e outros objetos e gerar um domo de força que protege ele e os colegas de, por exemplo, avalanches.

Sheila (Ladra)

Sheila pode ser considerada aquela que está sempre lá quando alguém está machucado ou depressivo. Ela se parece mais nesse aspecto com uma clériga, e não uma ladra. Apesar de sempre ajudar seus companheiros o maior medo de Sheila é o de perder seus amigos e ficar sozinha. Sua arma mágica é uma capa de invisibilidade que ela usa para escapar dos perigos ou passar por inimigos sem ser vista. Irmã mais velha de Bobby, ela é a mais triste e distante do grupo.

Nota: Ela também tem um problema de tradução, o Mestre dos Magos a chama, em inglês, de “Thief” (“ladra”). Até onde pude perceber a versão da Globo e Herbert Richers do desenho nunca a chamou assim.

Bobby (Bárbaro)

Bobby é o irmão mais novo se Sheila. Ele é o único personagem que se sabe a idade, 10 anos. A atitude de “homem durão” dele serve para esconder seu medo de agir como um bebê quando encarar o perigo. Sua arma é um porrete mágico que pode derrubar quase tudo, como portas, paredes e torres. Ele também pode criar terremotos. As características de Bobby mostram que ele poderia muito bem representar o “anão” do grupo.

Mais novo do bando e irmão de Sheila, Bobby tende a ser um pouco destrutivo quando irritado, ainda mais se considerando que ele recebeu do Mestre dos Magos um tacape mágico com capacidade de destruir muros e até montanhas! Assim que ele chegou ao Realm of Dungeons & Dragons (O Reino), adotou um bebê unicórnio, Uni.

Uni (O Unicórnio)

É a bebê unicórnio de estimação de Bobby. Ela parece não ter muita função no grupo, mas é ela que alegra Bobby e o faz esquecer um pouco da saudade que sente da Terra. Algumas das cenas mais engraçadas do desenho estão relacionadas de alguma forma a ela. Sua “arma mágica” é o chifre, que tem o poder de teletransporte, mas ela só o usou uma vez em toda a série.

Diana (Acrobata)

Diana é a acrobata do grupo. Ela faz tantos giros no ar e saltos que poderia deixar seus inimigos tontos. Ela parece ser a mais velha do grupo, até porque no episódio A Busca do Guerreiro Esqueleto, seu maior medo é mostrado, e é o de ficar muito velha e não conseguir mais lutar e usar suas habilidades. Sua arma é um cajado verde que pode estender seu tamanho e ser usado como uma vara de saltar, por exemplo. O seu bastão mágico se expande, variando desde o tamanho de uma vara de salto até caber no bolso. Ótima atleta e pronta a responder os resmungos de Eric, Diana é uma das raras personagens negras em desenhos animados americanos.

Presto (Mago)

Presto é o mágico do grupo. Sua arma mágica é seu chapéu, de onde ele “tira” suas magias. Devido a seus problemas em confiar nos seus poderes, suas magias quase sempre dão errado, mas acabam resolvendo o problema. Um bom exemplo é num episódio em que ele diz algo assim: “Eu quero que o inimigo desapareça!” e surge um balde em sua cabeça, impedindo-o de ver o inimigo. Seu maior sonho é aprender a ser um bom mago e fazer uma magia para retornar com o grupo para a Terra.

Sua arma mágica é um chapéu mágico, talvez a mais poderosa arma de todos… se ele soubesse controlá-lo (ou… talvez, se o chapéu se deixasse controlar ^_^). De todos é o mais inseguro. E involuntariamente carrega o humor da série com Eric.

Lista de Mágicas:

A Noite Sem Amanhã: Invocar vaca.

As Mágicas Desastrosas de Presto: Vórtex de teletransporte (foi o que encrencou seus amigos), Tapete Voador (criado por Uni), Gaiola, “Destruir Árvore de Pedra e Gigante Junto”.

O Sonho: Porta mágica (um homem-lagarto entrou nela e a porta desapareceu).

O Cemitério dos Dragões: Raios e Algemas Mágicas (prendeu o Vingador! – deve ter dado certo porque Presto e seus colegas estavam no Cemitério dos Dragões).

A Névoa da Escuridão: Sugar Nevoeiro.

A Caverna das Fadas Dragão: Fazer objetos sólidos flutuarem.

Cupins: O suficiente para destruir um grande objeto de madeira em segundos.

Mestre dos Magos (Dungeon Master)

O Mestre dos Magos é o guia do grupo. Ele tem muitas semelhanças com o Yoda, do filme Guerra nas Estrelas, como a altura, o modo de falar, os poderes mágicos, e também teve um aprendiz que foi para o lado do mal. O Mestre tem a função de iniciar os meninos numa nova missão, na tentativa de mandá-los para casa. Quase nunca ele ajuda no meio de uma missão, mas às vezes aparece e dá novas dicas para o grupo no meio do episódio. Sua maior decepção é a de ter deixado o Vingador, seu antigo aprendiz, escolher o lado do mal. Mago baixinho e benevolente é ele quem guia os personagens dentro daquele mundo, geralmente aparecendo de surpresa no início do episódio e dando pistas vagas sobre possíveis caminhos de volta para casa e sobre alguns fatos que ocorrerão.

Aparentemente é protetor do Realm e trata os seis como seus pupilos. E, obviamente, é muito poderoso, mas raramente utiliza destes poderes.

Magias: Ponte Mística, Teletransporte (sozinho, com várias pessoas ou terceiros).



Vingador

O Vingador é o maior vilão do Reino. Seu maior objetivo é ser o Rei de todo o planeta, e tem como maior inimigo seu ex-Mestre, o Mestre dos Magos. Ele acha que para derrotá-lo ele precisa do poder reunido das armas mágicas das seis crianças, e não sossega em tentar roubá-las. Ele quase sempre age convocando exércitos de orcs e outras criaturas e usando seus poderes mágicos contra pequenas vilas. Seus principais aliados são seu cavalo negro voador e o Demônio das Sombras. O Vingador sente um grande medo em todo o Reino, e ele é Tiamat, o dragão.

Vingador é o grande vilão da série, mas não o único e nem sempre presente. Tem diversos castelos pelo Realm e tropas de orcs e de homens lagarto. É um mago muito poderoso, ele perde apenas em poder ao Mestre dos Magos, do qual provavelmente fora pupilo ou filho! E para vários fins deseja as armas mágicas dos garotos, entre eles destruir o próprio Mestre dos Magos, Tiamat e enfim conquistar todo aquele mundo.

Magias: Raios (com péssima pontaria, por sinal, fechar paredes de gelo, animar esqueletos, defender raios com a mão, disfarçar-se, criar tempestade de ventos, virar/invocar monstros, soldar (variação de raios), etc.

Demônio das Sombras

É o mensageiro e espião fantasmagórico do Vingador. Tudo que se sabe dele é que ele segue os meninos por todos os lados e depois conta ao Vingador o que viu. Lacaio do Vingador, ele tem poderes de se misturar às sombras e voar até onde seu mestre está. Nunca tomou iniciativa própria.

Tiamat (O Dragão)

Tiamat é um dragão de cinco cabeças que aterroriza tanto as crianças quanto o próprio Vingador. Cada cabeça tem sua própria baforada, mas a única que fala é a cabeça vermelha, a central. A casa de Tiamat é o Cemitério dos Dragões. Sei lá porquê ele é o pesadelo do Vingador, mas provou diversas vezes que é praticamente imune aos poderes do vilão, e não está ao lado dos mocinhos.

Cada cabeça lança:

Branca: Raios Congelantes.

Cabeça Verde: Gás Venenoso.

Cabeça Vermelha: Fogo.

Cabeça Azul: Raios

Cabeça Preta: Ácido

Outras Magias: Teletransporte.

 

O Especial Caverna do Dragão TeleSéries foi produzido pelo Pedro Nunes, integrante do Armazém de Ideias, um projeto da Escola Educar-se de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.

Veja o comercial de ‘Mockingbird Lane’, especial de Halloween da NBC que pode virar série

Data/Hora 13/10/2012, 16:03. Autor
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Mockingbird Lane é um projeto do produtor Bryan Fuller (Hannibal) em fazer um reboot do seriado Os Monstros, famoso nos Estados Unidos na década de 1960.

Reboot é a palavra usada para caracterizar uma produção que, apesar de manter os mesmos personagens da história original, possui um enredo diferente.

Embora a NBC tenha dado sinal verde para produzir o piloto, a emissora não ficou muito convencida com o resultado final. Como as filmagens custaram 10 milhões de dólares, eles decidiram exibir o piloto não como série, mas como especial de Dia das Bruxas – comemorado na última semana de outubro no hemisfério norte.

O comercial da atração, que será exibida no próximo dia 26, já está sendo veiculado na TV americana e você pode assistir no topo dessa página. Se a transmissão nos Estados Unidos render bons índices de audiência, aí sim a NBC bate o martelo e produz a série.

Os atores Jerry O’Conell (Sliders), Portia Di Rossi (Arrested Development) e Eddie Izzard (The Richies) estrelam o programa.

E aí? Só pelo vídeo, você acha que o reboot vai vingar? Valeu os dez milhões investidos?

Com informações do TV Line.

Diretor do ‘Friday Nights Light’ acusa candidato republicano Mitt Romney de plágio

Data/Hora 13/10/2012, 15:40. Autor
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O candidato à presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, Mitt Tomney, desagradou o diretor da série Friday Night Lights, Peter Berg. O motivo? O “slogan” da campanha do político às eleições 2012.

Tomney tem usado frenquentemente em seu discurso – além de ser a foto de capa de seu Facebook – a frase “Clear Eyes, Full Hearts. Can’t Lose!” (algo como Olhos claros. Corações Cheios. Não pode perder!), que era contextualizada na atração televisiva no vestiário do time de futebol americano da cidade, o Dillon Football.

O Friday Night Lights ficou no ar entre 2006 e 2011, no hemisfério norte, e era classificado como um drama esportivo.

Em um de seus discursos, Romney parafraseou  o programa:

“Esses são os americanos. Temos olhos claros – sabemos no que acreditamos. Temos corações cheios – amamos esse país e não podemos perder. Esta é a hora de fazerem sua escolha.”

O diretor Peter Berg, no entanto, apoia abertamente a candidatura de Obama, rival de Romney nas eleições, e não gostou nenhum pouco de ter a série relacionada, ainda que indiretamente, ao candidato republicano. Romney e a esposa eram fãs do Friday Night Ligths, mas, para Berg, isso não é motivo para usarem uma das mais célebres frases da atração a seu favor. Em carta ao candidato, o diretor classificou a ação como plágio.

“Não fiquei feliz quando você plagiou essa expressão para ajudar sua campanha, usando-a nos cartazes eleitorais, na sua página no Facebook e em seus discursos. Suas filosofias políticas claramente não se adequam aos temas representados em nosso show. A única comparação relevante que eu vejo entre entre sua campanha e o Friday Night Lights é o personagem Buddy Garrity – que virou as costas para a indústria automobilística americana vendendo carros importados do Japão”, criticou duramente Berg.

Ao final da carta, publicada na íntegra pelo site The Hollywod Reporter e disponível aqui, Berg ainda agradeceu o fato do político e a mulher serem fãs de sua “estimada” atração, mas disse que não estava aliado à campanha do candidato e ainda pediu para que ele mudasse o slogan.

Assuntos como o aborto foram levados à série de TV, em que uma das personagem acabou retirando o próprio filho. Romney não apoia o aborto e é acusado pelos democratas de tentar “suavizar as opiniões radicais sobre o tema” para ganhar votos dos menos conservadores. Para Berg, isso faz com que a frase soe ainda mais falsa.

Vale lembrar que o escritor Buzz Bissinger, autor do livro que inspirou o FNL, é a favor da candidatura de Romney.

Nas últimas pesquisas para a corrida presidencial dos Estados Unidos, Romney apareceu na frente do candidato democrata Barack Obama nas intenções de voto.

Com informação do The Hollywood Reporter, Buzzfeed e The Post Game.

Atores americanos recriam a abertura de ‘Simon & Simon’ e projeto custa nove milhões

Data/Hora 13/10/2012, 11:54. Autor
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Simon & Simon foi uma série dramática das mais importantes da história da televisão dos Estados Unidos. O programa girava em torno de dois irmãos extremamente diferentes que prestavam serviços como detetives particulares. Gerald McRaney e Jameson Parker eram os protagonistas da história.

Para homenagear o seriado, exibido pela CBS na década de 1980, no hemisfério Norte, Jon Hamm (Mad Men), Adam Scott (Step Brothers), Paul Rudd (Role Models), Paul Scheer (The League) e Jeff Probst (Survivor) se juntaram para regravar a abertura programa, o mais próximo possível da versão original.

O projeto custou nada menos que nove milhões de dólares e foi dirigido pelo próprio Paul Rudd com co-direção de Adam Scott. Scheer ficou responsável pelo roteiro.

The Greatest Event of Television foi exibido pelo canal Adult Swim na TV americana na última quinta-feira.

Um vídeo dos bastidores foi transmitido para que os espectadores tivessem ideia de como o novo projeto foi gerado. Nas imagens, o consagrado diretor de cinema Gus Van Sant (Gênio Indomável) diz, em tom de brincadeira, que não acreditava que o material iria atingir o propósito. Ao final, o resultado da regravação é mostrado, com o maior suspense. Confira:

 

Aos mais novos ou com memória ruim, a abertura original de Simon & Simon também está disponível na Internet e dá para fazer uma comparação entre as duas versões.

Com informações do Huffington Post.

Confira as novidades sobre os pilotos, participações especiais e a renovação de ‘Suits’

Data/Hora 13/10/2012, 11:13. Autor
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Nessa época do ano, notícias relacionadas aos novos projetos que estão em negociação para estrear na próxima temporada, na TV americana, não param. Atores selecionados para integrar o elenco das mais variadas séries também estão a todo vapor. Os cancelamentos e renovações começam a acontecer. Ufa! Diante disso tudo – e para te manter informado -, o TeleSéries conta quais são as últimas novidades se tratando desses assuntos:

A atriz Denise Richards (Sex, Love & Secrets) acaba de ser contratada para aparecer em Socio, nova série da ABC Family que retrata a vida de Danny (Avan Jogia), um menino que volta à cidade natal após um longo período afastado. Ele estava preso por ter matado a própria tia quando tinha apenas onze anos. Richards interpreta a mãe do garoto. Outra que se junta ao projeto é Kimberly Quinn (Terriers), como a personagem Tess. Ela será a mãe de uma das melhores amigas de Danny, a jovem Jo, e dará ao menino o benefício da dúvida, agora que ele está de volta ao antigo lar. A atração é escrita por Adam Milch.

Maddie Hasson (The Finder) e Kylie Bunbury (A Melhor Festa do Ano, da Disney) estrelam Socio.

A ex-modelo Tyra Banks (America’s Next Top Model) também tenta emplacar um novo programa na TV. A comédia Fivehead é inspirada na adolescência de Banks – explica como ela, que diz ter sido uma jovem esquisita, se transformou em uma das mulheres mais poderosas do mundo – e pode estrear no canal ABC na próxima temporada.  Banks é produtora-executiva em parceria com Kenya Barris (I Hate My Teenage Daughter). Eles se conhecem desde os seis anos de idade.

Já a atração Next Caller, que estrearia na temporada 2012-2013 da NBC, não vingou. O canal tinha dado sinal verde para que Dane Cook (do filme Funcionário do Mês, que produzia e estrelava o projeto) gravasse seis episódios, mas voltou atrás durante as filmagens do quarto capítulo. Segundo o site Deadline, o projeto não seguiu as linhas criativas que a emissora esperava e, por isso, nem mesmo os episódios já gravados serão exibidos. Na atração, Cook interpretaria um DJ de rádio que se via obrigado a dividir o microfone com uma feminista (Collete Wolfe, de Young Adult).

Em sentido oposto vai o seriado Suits, que acaba de ser renovado para o terceiro ano pela USA Networks. Inicialmente, dezesseis novos episódios foram encomendados. De acordo com os representantes do canal, Suits tem uma narrativa sofisticada e atuações dignas de prêmios. Gabriel Macht e Patrick J. Adams protagonizam a série dramática.

Touch, que recentemente teve a estreia da segunda temporada adiada pelo canal FOX, vai ganhar um reforço em seu novo ano. O ator Keith David (The Cape) entra na história como um velho amigo de Martin (Kiefer Sutherland) e ex-integrante da Marinha dos Estados Unidos. Mais detalhes sobre a aparição não foram revelados.

Parenthood, da NBC, também ganha uma nova integrante – e das mais fofas. Emily Evan Rae (Lost) chega ao programa durante o nono episódio da atual temporada e interpreta uma estudante do conselho que terá algum tipo de relação com Max (Max Burkholder). Evan Rae participa de diversos capítulos. O seriado é transmitido nas noites de terça-feira na TV americana.

O quarto episódio da temporada de número cinco de Fringe foi divulgado. O capítulo em questão só vai ao ar daqui duas semanas, 26 de outubro (sexta-feira), pela FOX e, enquanto isso, os espectadores vão ficar curiosos. O vídeo causa efeito com a seguinte frase: liberdade tem o seu preço. Ficou ansioso? Aqui no TeleSéries, você está mais do que livre para assistir às imagens:

 

É isso. Agora, você já pode terminar seu café sossegado. Você já está por dentro do que vem aí mundo encantado dos seriados americanos.  Aproveite seu sábado!

Com informações do Deadline e TV Line.

Katie Cassidy, que está em ‘Arrow’, reprisa papel em ‘Gossip Girl’

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Se a sexta e última temporada de Gossip Girl já é nostálgica por si só, o reaparecimento de antigos personagens na história vão confirmar ainda mais a condição.

Um exemplo disso é a atriz Katie Cassidy, que reprisa o papel de Juliet na série. A personagem foi apresentada na quarta temporada e era irmã de um ex-professor de Serena (Blake Lively) que foi mandado para a cadeia por estupro. Juliet pretendia se vingar da loira, mas acabou se apaixonando por Nate (Chace Crawford).

Atualmente, a atriz é co-protagonista de Arrow, nova série sobre o Arqueiro Verde da CW.

Cassidy reaparece no programa em meio a outros personagem já confirmados que retornarão: Poppy Lifton (Tamara Feldman), Nelly Yuki (Yin Chang) e Jack Bass (Desmond Harrington). Será que muito outros ainda estão por vir (de novo)?

A última temporada de Gossip Girl vai ao ar nas noites de segunda-feira pela CW americana. Arrow é transmitida às quartas-ferias, no mesmo canal.

Com informações do BuddyTV.

Primeiras Impressões – Arrow

Data/Hora 12/10/2012, 21:20. Autor
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“Fiquei cinco anos na ilha. Meu único pensamento era sobreviver e para isso, precisei virar uma arma”. Well done, Arrow. Seja bem vindo.

E dessa forma começa o piloto de Arrow, a nova aposta da CW nas noites de quarta-feira, fazendo dobradinha com Supernatural (que obviamente precisa de qualquer ajuda nessa altura do campeonato), mas que obviamente veio para ocupar o lugar de outro blockbuster da emissora – Smallville.

Smallville durou dez anos e tenho total confiança no que vi. Não vou dizer que foi a melhor coisa do mundo e que não teve temporadas em que a coisa foi bem arrastada, mas a série tinha um propósito e conseguiram entregar isso no final.

Da mesma forma, boatos no começo de 2011 que iriam fazer um spin-off com o Arqueiro Verde me fizeram vibrar. Porém, a partir do momento que decidiram tirar Justin Hartley, que interpretou o personagem em Smallville, senti medo pela produção.

Preguei meus olhos em Stephen Amell logo quando ele apareceu em Hung, em posições constrangedoras, mas totalmente deliciosas. Logo em seguida, apareceu em Private Practice e aparentemente só apareceu na série para elevar o nível de sensualidade às alturas (todo episódio ele aparecia sem roupa e fornicando com a sem sal da Violet).

Porém, não estava confiante, mesmo depois de assistir as cenas que foram lançadas previamente e as fotos promocionais. Não sabia mesmo se ele era um bom ator, porque até agora nenhuma das produções que vi com ele deram muito espaço para Stephen brilhar.

Arrow me pegou desprevinido. Sabia que o Piloto seria bom, da mesma forma que o piloto de Smallville foi, mas não sabia que gostaria tanto do principal. Sua vontade de fazer justição contra aqueles que trouxeram a ruína em Starling City é palpável, sua mudança é visível e sua atuação no Piloto é além de aceitável.

Claro que ele não é o melhor ator do mundo e está muito longe de conseguir o que Justin Hartley conseguir em cinco anos, mas, como ele já conseguiu conquistar todo mundo em um único episódio, sinto que estamos diante de uma série que só vai melhorar.

Por que era isso que a CW precisava, desde o começo. Uma série que debuta com um propósito, uma storyline completamente planejada – mesmo que seja baseada nos quadrinhos. Saibam que o showrunner já tem até planejado a última cena da série, que vai passar daqui cinco anos. Ele já contou o final até mesmo antes da série estrear. Duas palavras: bom planejamento.

O Piloto é redondinho, cheio de ação e desenvolve bem seus personagens. Menção honrosa à Katie Cassidy, cuja personagem, Laurel Dinah, é a futura Canário Negro. Os produtores até fingem que não planejaram essa mudança, mas quem eles estão tentando enganar?

Perceba que ela já chega desejando que o ex noivo estivesse morto, mas logo depois de alguns minutos já quer que voltem a conversar. Na verdade, ficaria com raiva do ex-noivo para sempre, afinal, ele a traiu com a própria irmã. Sem contar que o que aconteceu entre Ollie e Sarah foi literalmente uma trepada assassina.

Laurel é uma promotora idealista que quer livrar a cidade das figurinhas malvadas. Não há dúvidas de que ela ficará com Oliver mais para frente (novamente) e que os dois juntos darão um show quando aparecerem lutando lado a lado, seja como canário ou como uma pessoa normal.

A família de Oliver também manda bem. Sua irmã obviamente trará o tom teen que a CW tanto divulga, já que Arrow é, do início ao fim, uma produção séria e completamente adulta. Ela começou a ficar drogada nos últimos cinco anos porque perdeu o irmão gostoso. Oliver chama ela de ‘Speedy’, que é o nome do parceiro e depois parceira do Green Arrow nos quadrinhos. Com certeza ela não será igual afinal, nos quadrinhos, a personagem tem poderes, mas a essência deve se tornar a mesma. Speedy também aparece em Smallville, com o nome de verdade dela, Mia, naquele episódio em que ela e Oliver Queen ficam treinando quase sem roupas.

Sua mãe claramente está envolvida no naufrágio. Comecei o episódio pensando que o marido chocolate dela estava por trás de alguma coisa. A mãe é louca e se brincar, até o novo marido é do bem (E provavelmente não é). Mama Queen também já chega provando que é uma ótima mãe, tentando sequestrar seu filho, sendo que ele acabou de voltar dos mortos.

Como é de praxe, nosso herói também possui um melhor amigo. Tommy é tão amigo que já está pegando a ex de Oliver faz mó tempo. Perceba, porém, que ele deve ser o primeiro a descobrir o segredo de Queen e sabe-se lá pra qual lado ele joga (ui).

O mais interessante é a necessidade de se inovarem dentro de um mundo televisivo totalmente saturado com produções procedurais. A ideia de colocarem flashbacks de Oliver na ilha, juntando com o desenvolvimento da série e do ‘malvado’ da semana com certeza dará um tom certo daqui em diante.

As comparações com Smallville provavelmente vão acabar por aqui, principalmente porque já deu para perceber que Arrow já definido bem seu caminho e já mostrou também que não é uma série leve, de adolescentes e sem safadeza. A safadeza obviamente estará presente a todo momento por motivos óbvios, mas Arrow obviamente vai além disso.

P.S: Perceba que até a mansão da família Queen é a mesma que foi usada em Smallville como a mansão do Lex Luthor.

P.S: Qualquer série que mostra um shirtless do principal em seus sete minutos iniciais e ainda só de toalha já é motivo o suficiente para conferir essa delícia.

Primeiras Impressões – Beauty and the Beast

Data/Hora 12/10/2012, 21:12. Autor
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“Sentimentos são fáceis de mudar, mesmo entre quem não vê que alguém pode ser seu par”

Beauty and the Beast desencorajou milhares de espectadores ao redor do mundo antes de estrear. Logo de cara, teve gente dizendo que não daria oportunidade ao show. O seriado recriaria um dos maiores clássicos infantis – A Bela e a Fera -, ainda que se inspirasse na série de mesmo nome exibida pela CBS entre 1987 e 1990, estrelada por Linda Hamilton e Ron Perlman. Até aí, tudo lindo.

O problema é que esse “tudo lindo” se estendeu e foi onde as polêmicas começaram: o ator neozelandês Jay Ryan era considerado bonito demais para interpretar a Fera; o canal CW também decidiu economizar na maquiagem e apenas uma cicatriz seria desenhada no rosto do ator para mostrar que ele estava na forma da “fera”.

Kristin Kreuk, a Lana Lang de Smallville, foi escalada para viver a detetive Catherine – “a Bela”. Kreuk é “pequenininha” demais e um tanto delicada para viver uma personagem estereotipada como “forte”.

Diante disso, mesmo aqueles que persistiam em acompanhar a história ficaram com o coração apertado. Mas Beauty and the Beast não é ruim.

“Basta um olhar, que o outro não espera, para assustar e, até perturbar, mesmo a Bela e a Fera”

Quando Vincent/Fera (Jay Ryan) aparece pela primeira vez na tela, é inevitável: a câmera dá um close no rosto dele e você pensa, quase sem querer… “Que lindo!”.

Ele e Catherine se encontraram nove anos atrás, quando a mãe dela foi assassinada e ela só escapou porque Vincent apareceu e matou os bandidos. Mais tarde, ele volta a figurar nos casos de trabalho da moça, que virou detetive em Nova Iorque.

Dá para dizer que o programa não engrenou logo no episódio piloto, a sensação é de que ainda não conhecemos a história de verdade.

Alguns elementos-base são falhos. O primeiro deles explica por que Vincent se transformou na “Fera”. Ele era médico e perdeu o irmão nos atentados às Torres Gêmeas. Para se vingar (de quem?), ele decidiu se alistar ao Exército e lutar contra o Afeganistão. Existe coisa mais americana e pouco criativa que isso?

Depois, ele conta para Catherine que, antes do conflito, os soldados passaram por uma experiência genética em que tiveram o DNA modificado; tornaram-se mais fortes, mais velozes e tiveram os reflexos aumentados.

O projeto deu errado e os soldados se mostraram verdadeiros monstros, que deveriam ser exterminados. Vincent sobreviveu. Quando ele tenta explicar a façanha, outro balde de água fria é jogado no espectador. Ele diz seguramente: tive sorte. Sorte? Quem quer acompanhar a história de um cara que teve apenas sorte? Programas de televisão falam de pessoas especiais, com algum talento peculiar.

Espero que, bem lá no fundo, Vincent esteja escondendo alguma coisa. Quem sabe a cicatriz não signifique algo mais?

“Sentimento assim, sempre é uma surpresa. Quando ele vem, nada o detém, é uma chama acesa”

Kristin Kreuk surpreendeu positivamente. Apesar da delicadeza, ela convenceu como Catherine, conseguiu passar determinação e até certa rispidez.

Nina Lisandrello, que vive Tess Vargas, a co-worker de Catherine, é extremamente carismática e acho que uma dupla envolvente vai sair dali. É ela, aliás, a responsável pelo humor da série. Pensei que esse papel seria de Austin Basis, que interpreta J. T., colega de apartamento de Vincent. Mas J. T. é sério, extremamente preocupado em manter o amigo seguro e anônimo (em sua morte forjada).

Já o inglês Max Brown, que interpreta um médico legista e pretendente de Cat, roubou a cena nesse primeiro episódio. O ator – que lembra Ed Westwick (Gossip Girl) em beleza e sotaque – tem muito mais química com Cat do que Vincent, propriamente.

“Sentimentos vêm para nos trazer novas sensações, doces emoções e um novo prazer”

Por falar em Vincent, ele só aparece na forma da besta quando colocado em situações emocionais. Nesses momentos, Jay Ryan surge com sua “maquiagem de Fera”, que mais parece “O Incrível Hulk” anêmico.

 “E numa estação como a primavera, sentimentos são como uma canção para a Bela e a Fera”

A relação da Bela e a Fera só comoveu nos últimos minutos do episódio, quando Catherine, pela primeira vez, vai até Vincent, não para saber detalhes da morte da mãe, e, sim, para lhe dizer que ele não é um monstro. Houve cumplicidade ali. Antes disso, entre os dois, apenas interesse próprio ou a falta dele.

Paralelamente, Catherine precisa lidar com o trabalho e as investigações policiais, que ficam em segundo plano no enredo. Ao que tudo indica, os casos serão independentes e distintos a cada quinta-feira de exibição.

Em suma, o piloto não era tão ruim quanto parecia, mas é cedo para fazer qualquer previsão. Ainda não mostrou a que veio. A julgar pela prévia do próximo capítulo, disponível aqui, Bela e Fera irão finalmente se entender. Cat vai querer transformar Vincent em uma espécie de consultor para os seus casos (tem como não se lembrar de Nick e Monroe, de Grimm?) e ele, cada vez mais, vai se libertar das “quatro paredes” de seu apartamento e pôr a (linda) cara na rua.

Beauty and the Beast é aquela série que você sabe que é meio fraca, mas insiste em acompanhar. Nesses dois opostos mesmo. Como deve ser; como a Bela e a Fera.

No Brasil, o programa estreia em novembro pelo Universal Channel.

P.S.¹: A trilha sonora é um praticamente um personagem à parte. Aumenta, silencia, em momentos estratégicos, criando impacto. Efeitos especiais também são bem feitos para uma série de TV.

P.S.²: Naquela cena do metrô, em que Vincent salva Catherine de ser atropelada, dá para ver um erro grotesco de continuidade. Enquanto Cat está de costas para Vincent, eles estão descabelados. Quando ela se vira, estão de cabelo penteado de novo. Atenção, CW!

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