Destaques na TV – Quarta, 17/10

Data/Hora 17/10/2012, 10:34. Autor
Categorias TV Brasil

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A quarta-feira vem com duas estreias e dois finais de temporada. Vamos a ela.

No canal Space, às 21h, estreia o segundo ano de Suits. Na Warner, 21h30, o 10º ano de Two and a Half Men abre com Walden pedindo Zoey em casamento – com direito a serenata de um famoso cantor romântico!

Na Sony, 21h, chega ao fim a quarta temporada de Castle (leia a review). Always vai retomar o arco da morte da mãe de Beckett e promete avançar no tema que os shippers da série adoram: o relacionamento entre a detetive e Castle. Será que vai? Às 22h, o canal exibe mais um episódio de audições do The X Factor.

A outra season finale é de Teen Wolf. Às 22h, no Sony Spin.

Na Fox, 22h25, tem The Glee Project (2×04, leia a review aqui), com participação da Naya Rivera.

No Boomerang, 20h, vai ao ar o episódio 1×09 de The Lying Game. No Glitz, 21h, 16º episódio de Hart of Dixie (leia a review). Na BBC HD, 21h, segundo episódio de Os Britânicos. No GNT, 22h30, Sessão de Terapia (1×12).

E até a próxima atualização!

Haven – Over my Head

Data/Hora 17/10/2012, 09:36. Autor
Categorias Reviews

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O destaque desta semana vai para o ótimo roteiro de Gabriele Stanton (roteirista de Grey´s Anatomy, Ugly Betty, Moonlight), Jin Dunn (The Dead Zone) e Sam Ernest (The Dead Zone).

Over my Head conseguiu a façanha de apresentar pelo menos três linhas narrativas que se complementaram de tal forma, que deixaram a impressão de um episódio que durou mais que seus meros 45 minutos.

Primeiro, tivemos o caso da semana que funcionou como pretexto para esclarecer a quantas anda a cabeça de Duke, depois de, no episódio anterior, ter assassinado um “problemático”. Daphne, uma professora de natação, após ter seu carro tirado da estrada e despencado em um precipício à beira mar, provoca a morte de todas as pessoas nas quais pensa como possíveis salvadores: o primeiro aluno para o qual deveria ministrar aulas naquela manhã e a professora que a substituiu, por não procurarem por ela; o vizinho que notou sua ausência, mas não chamou a polícia e o motorista responsável por tirá-la da estrada e não voltou para socorrê-la. Contra a vontade de Nathan, Duke junta-se à Audrey na investigação. No decorrer do episódio fica explícito o crescente antagonismo entre os dois: Duke tentando provar que não pretende continuar a tradição de sua família; Nathan apostando que Duke somente se juntou a eles para eliminar mais um “problemático”. No fim, para desapontamento de Nathan, Duke prova seu ponto: quando os três descobrem onde Daphne está, ele usa seus poderes para tirá-la do carro prestes a ser soterrado por um desmoronamento de rochas.

Paralelamente ao caso da semana, os Guardiões (grupo que tem por objetivo proteger os “problemáticos”), entra em cena. Nathan descobre que o seqüestrador de Audrey tem a mesma tatuagem que ele, e que esta tatuagem é característica deste grupo. Através de Vince e Dave Teagues, Nathan consegue chegar até Jordan, uma garçonete do Guns & Roses, que faz parte do grupo e que é capaz de impingir uma dor excruciante a todos em quem toca. Nathan é a única pessoa que Jordan pôde tocar em muito tempo. Comovida com a experiência, ela promete apresentá-lo ao líder do grupo.

E, por último, temos Vince e Dave que ressurgiram para remexer no passado obscuro do Detetive Bowen, que, por sua vez, também remexeu no passado enigmático dos irmãos Teagues. E, nesse toma lá da cá, ficamos sabendo um pouco mais sobre Dave e Vince. Os aparentemente inocentes donos do Herald Tribune, são milionários e donos de mais da metade de Haven, sua família remontando aos fundadores da cidade. Diante destas informações, é impossível fugir à crescente curiosidade sobre quem eles realmente são. Também é impossível fugir à indagação sobre as preciosidades e segredos que os irmãos Teagues guardam entre suas memórias de papel.

Como bônus, tivemos ainda Audrey tendo flashes de sua vida como Lucy: o momento na praia em que descobre o corpo do Colorado Kid, e uma imagem de um celeiro: o mesmo onde a verdadeira Audrey Parker, teve parte de suas memórias apagadas. A questão é: ela será capaz de se lembrar do que Lucy havia descoberto sobre salvar todos os “problemáticos”, no curto tempo que lhe resta, antes da vinda do Caçador?

E o seqüestrador de Audrey continua a agir, desta vez levando o escalpo de sua vítima. Agora é esperar pelo próximo episódio e torcer para que tenha a mesma qualidade deste.

The Walking Dead – Seed

Data/Hora 16/10/2012, 21:39. Autor
Categorias Reviews

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E eis que depois de vários meses, The Walking Dead voltou para sua terceira temporada. E voltou bem, com um episódio eletrizante, que serviu ao mesmo tempo para deixar a segunda temporada no passado e nos apresentar o que vem por aí. Valeu a espera, e muito.

E não foi só para nós que o tempo passou. Para os sobreviventes também. Depois de rodar por todo o inverno, fugindo das hordas cada vez maiores de zumbis, eles encontraram um novo lar. Só que, obviamente, não é um “lar, DOCE lar”. Antes de se instalar na prisão, os sobreviventes, comandados por um Rick mais sisudo do que nunca, tiveram que dar muita machada, flechada e tiro em cabeça de zumbi.

Muitas foram as queixas acerca da segunda temporada, especialmente quanto ao ritmo demais lento, quase que filosófico, no qual as tramas se desenrolaram. Em Seed, a coisa foi bem diferente. Uma tensão tomou conta do ar. Até cinco minutos de episódio, NENHUMA palavra foi dita. E ainda assim, a angústia, o medo, o terror, a insegurança, a dúvida e o desespero eram palpáveis. Com dez minutos de episódio, já tinha morrido praticamente meio elenco de figurantes.

A invasão da prisão foi bem bacana, especialmente porque os sobreviventes precisavam que aquela empreitada desse certo. O barrigão de Lori alerta que o “bebê Shane” – quanta maldade, Daryl – , vem aí; e vai chegar em meio à fome, à desnutrição. Qualquer pedaço de chão pra chamar de seu é um ganho enorme nessas circunstâncias. Por isso tanta torcida pra que tudo desse certo, embora as probabilidades desse TUDO fossem mínimas, devido ao número de zumbis presentes na cena.

E é óbvio que a primeira vítima já seria feita nessa premiere. O escolhido da vez é Hershel, já que os idosinhos, segundo me consta (R.I.P. Dale), não se dão muito bem com zumbis e uma vida nômade sem recursos. Sério que a zumbi precisava ARRANCAR um pedaço da panturrilha do vó Hershel? Que dó da Maggie, que tá vendo – ao vivo e BEM a cores – toda a família ser exterminada, bem diante dos olhos.

Outra coisa que achei bem interessante foi observar as mudanças dos personagens após o longo inverno que eles enfrentaram (TWD não é Game of Thrones, mas inverno é complicado em qualquer lugar). Depois da morte de Shane e dos probleminhas de liderança enfrentados, Rick está mais amargurado, e com uma crueza de pensamento nunca antes vista. A forma que ele age com Lori evidencia bem isso. Mas a cena dele sentando, sozinho, em meio à prisão, deixa bem claro que essa mudança de postura está custando muito, psicologicamente. Lori, por sua vez, continua no velho conflito moral “o que eu fiz com meu marido?”, e ser ignorada por ele e por Carl não está favorecendo sua auto-estima, definitivamente.

E por falar em Carl, foi só eu ver a imagem do pentelho na tela pra recordar do quão chato ele é. Tá certo que agora, mais crescidinho, ele não é mais, aparentemente, aquele mala sem alça. Mas ainda assim, não simpatizo mesmo com ele. Será que eu seria considerada uma pessoa ruim se, sabendo que alguém vai morrer em TWD, torcer pra que seja ele?

Daryl continua sendo o “anti-social” que se preocupa com o bem dos outros. Só que agora ele interage mais com os colegas, embora ainda se esforce pra manter a fama de badboy. Fico feliz que ele e Carol sejam uma dupla mais constante na tela, acho que os dois funcionam bem juntos, e ele faz um bem danado pra ela, que precisava de um alívio depois da trama do marido abusivo e da filha sumida-que-virou-zumbi (aquela trama emocionantíssima da temporada passada, só que não).

Maggie e Glen continuam morando no meu coração. Eles continuam funcionando como personagens e como casal. São o alivio “de fofura” no meio de tantos miolos, sangue, choro e ranger de dentes. E a Beth está ali para ocupar o lugar deixado por Sophia e a mente do Carl (ops, se é que vocês me entendem. Hershel entende que eu sei).

Em algum outro lugar do mundo, vasto mundo, Andrea agoniza doente, enquanto sua nova parceira de jornada, a badass Michonne mata zumbis no melhor estilo Kill Bill. Não consegui simpatizar com a nova personagem (a primeira a achar uma função para zumbis e colocá-los na coleira), embora seja muito legal da parte dela não deixar Andrea para trás. Opa, ou será que não simpatizei com ela justamente por não deixar a Andrea para trás? A loira é uma chata, e deveria ter partido junto com Shane, mas ela permaneceu, e creio que ainda vai causar grandes problemas.

E para aqueles que estavam preocupados com o número um tanto quanto reduzido de personagens no bando de Rick, nada há a temer. Especialmente depois do encontrinho supimpa do final do episódio. Os “habitantes do presídio” encontraram nosso bando favorito de sobreviventes. Acho que a aproximação dos bandos não será muito amistosa, mas não custa nada deixar a esperança viver mais um pouquinho em paz, antes de ser arranhada e passar, irremediavelmente, para o mundo dos que arrastam a perna. É esperar para ver.

P.S.1: The Walking Dead, o arrasa quarteirões.  10.87 de audiência para um canal à cabo. Vocês tem idéia do que é isso? É muita coisa, mais do que boa parte das séries da ABC, FOX, CBS e NBC faz. E nem vou falar da CW.

P.S.2: sou apenas Guess Star por aqui. Semana que vem a Aline Ben assume o comando das reviews.

P.S.3: aprendam uma coisa – no apocalipse, falta comida, água, remédio e munição. Mas gasolina, NÃO.

P.S.4: quando Lori abre a boca, eu costumava ouvir só ‘mimimi’. Nesse episódio eu consegui prestar atenção em todas as falas dela. Só por isso a espera já teria valido.

Rhona Mitra e Ryan Hurst entram para as novas séries do canal TNT

Data/Hora 16/10/2012, 21:10. Autor
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Michael Bay, conhecido pela franquia de filmes Tranformes, acaba de encontrar a protagonista de seu novo projeto na TV. A atriz Rhona Mitra (Strike Back)  foi escalada para integrar o elenco de The Last Ship, série em que Bay trabalha como produtor-executivo.

Rhona vai contracenar com Eric Dane, recentemente anunciado como o outro protagonista da nova atração da TNT. O ator deixou o elenco de Grey’s Anatomy no meio do ano.

The Last Ship é um drama apocalíptico que narra a vida na Terra depois de uma “catástrofe global”. Os poucos sobreviventes, a bordo de um navio em que Dane é o capitão, precisam aprender a lidar com a nova forma de vida no planeta. Mitra interpreta uma mulher inteligente e forte, especialista em microbiologia.

A história é baseada no livro de mesmo nome do escritor William Brinkley.

Já Ryan Hurst, de Sons of Anarchy, integra o elenco de outra nova produção da TNT. Em King & Maxwell, ele vive Egar, um suspeito de assassinatos em série com um talento incomum para números. A atração – também inspirada na literatura de David Baldacci – gira em torno de Sean King (Jon Tenney) e Michelle Maxwell, dois agentes do serviço secreto. Edgar se une à dupla e ajuda na resolução de alguns casos, devido à sua “aptidão especial”.

O projeto é do mesmo criador de NCIS, Shane Brennan.

Com informações do Deadline.

‘America’s Next Top Model’ é renovada

Data/Hora 16/10/2012, 20:56. Autor
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A emissora CW confirmou: o reality show America’s Next Top Model foi renovado e vai ganhar o vigésimo ano, com estreia prevista para o verão no hemisfério norte.

As novidades envolvendo o programa não param por aí. A partir da próxima edição, os homens também vão poder se candidatar para serem os novos modelos da América. Até agora, o reality show era restrito à participação feminina.

O America’s Next Top Model é apresentado pela ex-modelo Tyra Banks, considerada umas das mais importantes da história. Foi a própria Banks quem criou o show. No Brasil, o canal pago Sony exibe a temporada de número 17 da competição.

Com informações do Deadline.

Grimm – The Bottle Imp

Data/Hora 16/10/2012, 20:26. Autor
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“’Deixe-me sair, deixe-me sair’, choraminga o espírito. E o garoto, muito ingênuo, tirou a rolha da garrafa”.

A primeira cena de The Bottle Imp resume tudo que Nick esperava que acontecesse na vida dele. Em uma conversa normal com Juliette, ela tem uma luz e lembra de seu passado com Nick, incluindo o fato de ele ser um descendente de um Grimm. Juliette aceita incondicionalmente a nova realidade e ainda fica com pena do namorado pelo o que ele passou durante seu período de amnésia. Triiiiiim. O despertador toca, Nick acorda e volta a sua realidade, que apesar de ter personagens de histórias que começam com “era uma vez…”, passa longe de um conto de fadas.

The Bottle Imp é baseado no conto dos Irmãos Grimm “Der Geist im Glas”, que já foi traduzido como “O espírito na garrafa” ou “O gênio na garrafa”. No seriado, o espírito está mais para o diabinho na garrafa – personagem de lenda do folclore brasileiro em que uma pessoa mantém um diabinho em uma garrafa para ganhar dinheiro durante a vida toda. Em troca vende sua alma para o diabo e vai para o inferno após a morte.

O grande mérito de The Bottle Imp é só apresentar no final o verdadeiro culpado das agressões e mortes durante o episódio. Pelo menos eu fui pega de surpresa com o final. No entanto, quem conhece o conto dos irmãos Grimm ou prestou mais atenção na frase inicial do episódio pode ter entendido a sacada desde o início. Em “Der Geist im Glas” o espírito da garrafa se faz de inocente e implora para que um menino tire ele de dentro do recipiente. Em The Bottle Imp a cena em que a menina tenta conseguir carona para ela e seu pai representa bem essa passagem do conto.

O wesen que conhecemos nesse episódio é chamado de Drang-zorn, algo como raivoso e estressante, em alemão. Para descobrir do que se tratava, pela primeira vez Hank entrou no trailer de Nick e viu seus livros e armas. Hank afunda cada vez mais para dentro do mundo estranho dos wesens, de Nick e Monroe. O clube do bolinha anda bem mais afiado e tende a melhorar.

Além de uma recente amizade, Hank e Monroe devem ficar ainda mais próximos, ou pelo menos formarem uma equipe mais unida, um clube do bolinha mais fechado. Hank descobriu finalmente que foi Monroe quem salvou sua vida ainda na primeira temporada, contra o ogro Stark. Em The Bottle Imp Monroe aparece muito pouco, mas sempre dá um jeito de facilitar a vida de Nick. Nesse caso foi ele que indicou uma Blutblad para levar a pequena Drang-zorn em segurança para a detenção.

No final do episódio quando o “era uma vez…” de Nick parecia chegar perto de um “…e foram felizes para sempre”, quem surge entre ele e Juliette é uma imagem do capitão Renard, o verdadeiro príncipe de Portland que Nick ainda não sabe da existência. The Bottle Imp lançou uma grande dúvida entre os fãs de Grimm: qual o efeito do beijo de Renard em Juliette? Além, é claro, de tê-la despertado.

Quem deve dar as caras em Portland na sequência e ajudar a solucionar essa dúvida é Adalind. A Hexenbiest já descobriu que sua mãe está morta e deve voltar atrás do responsável. É claro que o nome de Nick é o primeiro da lista de seus suspeitos. O Grimm anda muito calmo nos últimos episódios e vive o bom mocinho ao extremo dormindo no sofá da sua casa e sendo compreensível com a namorada enfeitiçada. Acho que logo deve chegar a hora de Nick incorporar um diabinho e sair da sua garrafa.

Castle – Secret’s Safe with Me e Murder, He Wrote

Data/Hora 16/10/2012, 18:09. Autor
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A 5ª temporada de Castle só teve 4 episódios exibidos. Mas eu decidi parar de chamá-la de temporada e chamá-la de presente. Porque cada um dos episódios foi um presente de Andrew Marlowe e seu time de roteiristas para os fãs.

Todos nós, que amamos seriados, sabemos do problema de juntar o casal de protagonistas. Muitas vezes, a química dos dito cujos era maior quando as coisas ficavam apenas no plano da imaginação, e a coisa toda degringola. Muitas vezes os roteiristas, temerosos com a fase do namoro, pulam etapas e nos privam de ver aquilo que sempre havíamos sonhado em ver – a consolidação, a concretização da paixão existente entre os dois seres. Muitas vezes, entram em um eterno rompe e reata, de causar inveja até ao mais conturbado casal da vida real.

Só quatro episódios foram exibidos nessa temporada, vejam bem. São mais umas 19 oportunidades para eu queimar a língua. Mas me arriscarei. Isso não vai acontecer em Castle. Nem eu sei de onde tirei essa fé no seriado (muito provavelmente da genialidade trivial dos roteiristas nesse início de temporada), mas é isso que estou sentindo. E como ser fã é, muitas vezes, falar com a emoção, é ela que vos escreve. Tenham isso em mente, então.

O que é mais delicioso em Castle é que estamos acompanhando TUDO. Cada afago, cada sorriso, CADA APERTO DE MÃO. Nós estamos contemplando plenamente essa fase delícia de namoradinhos apaixonados (porém temerosos) que Caskett vive. E a química monstra entre Becks e Castle continua lá. As tiradas engraçadas, a dinâmica bacana, um completando o raciocínio do outro. Tudo que amávamos permaneceu como era e, de brinde, ganhamos um casal para chamar de nosso. Alguém deseja mais?

Cuidado! Não estou dizendo que tudo serão flores. Obviamente não. Porque os relacionamentos não o são, em sua maioria. Mas, pessoalmente, é isso que eu desejo. Que o casal da ficção seja como o casal na vida real. Que possamos ver o que eles passam, como resolvem seus problemas, como evoluem. Assim como fazemos com aquele casal de amigos que nós acompanhamos desde o dia em que se conheceram, e pelo qual torcemos, ainda que secretamente, para que descobrissem – e exercitasse – a paixão que existe entre ambos. Lágrimas virão. Mas como bons amigos, estaremos ali, suportando o tranco, e esperando a bonança prevalecer à tempestade. Always.

Feito esse desabafo, vou falar de Secret’s Safe with Me. Semana passada acabei não fazendo a review (shame on me), então antes de falar do lindíssimo Murder, He Wrote, vou pontuar algumas questões sobre o 3° episódio da temporada.

Eu gostei bastante da trama de Secret’s. Se nos dois primeiros episódios eu não consegui acompanhar o caso, dessa vez foi diferente. Eu achei muito interessante a trama envolvendo os irmãos, a socialite, o acidente de carro e o serviçal da madame. Gostei mesmo.

Adorei, simplesmente, a interação entre Gates e Castle. Foi muito divertido observar como Iron Gates passou do descaso para o amor supremo em relação ao escritor, para na sequência chegar ao mais profundo desprezo por Rick, que quebrou sua adorável – só que não. Depois de American Horror Story, nunca mais uma bonequinha será adorável para mim – boneca, ainda que isso tenha auxiliado na resolução do caso.

Também gostei da trama de Alexis, que se mudou para os dormitórios de Columbia. No princípio, eu realmente achei que a garota estava com ciúme de Becks. Mas, na realidade, o medo não era perder o pai para sua “nova namorada”, mas sim em virtude do distanciamento físico. A cena de Rick com a filha no dormitório foi bem bacana, porque todo mundo que já saiu de casa um dia sabe o quão complicado e inseguro é esse período. No meio de tantas dúvidas, a certeza de que não há monstros debaixo da cama vem a calhar.

E o que dizer de Martha? Sim, as mães sempre sabem. E a naturalidade com a qual ela falou isso tornou tudo muito delicioso. Foi quase como se ela dissesse “eu estava esperando a Beckett se esconder no seu closet há séculos”. Divertido demais.

Deliciosa ao extremo, a propósito, foi a interação de Caskett. É tão lindinho reparar na urgência que eles sentem em estar juntos, na linguagem corporal de ambos. E, vamos combinar, se todos os apertos de mão fosse como aquele, a vida seria muito mais bacana. MUITO mais.

Passamos por 3 episódios nos quais o relacionamento de Kate e Rick foi sendo construído e reafirmado, para chegarmos em Murder, He Wrote. Que episódio, que episódio. Praticamente uma fanfic, em termos de romantismo, pegação e ‘fangirlismos’.

Nós contamos os meses (ou os anos?) para que Kate fosse para os Hamptons com Rick. E isso finalmente aconteceu. E tudo precisava ser perfeito, como bem anotado por Alexis e Martha – AMO a empolgação delas com o relacionamento de Castle. E não fomos só nós que contamos as horas. Becks contou, também. Inclusive os segundos.E Castle não decepcionou. O cenário era paradisíaco, e ele soube acalmar o coração de Kate em relação às antigas frequentadoras da casa. Bem bacana.

Mas o episódio não se tratou de acalmar o coração. Se tratou, sim, de acelerar os corações – os de Kate e Rick, que se exercitaram muito no final de semana – e os nossos. OH – MY – GOD seria a expressão que definiria meu estado de espírito, se ele pudesse ser definido.

Teve fofura, teve saliência – esqueceu o biquíni, dona Becks? SAFADA! -, teve pegada (e que pegada, senhoras e senhores). Teve amor, luz de velas. Kate cozinhando. Teve urgência, teve necessidade. Teve CASKETT. Sim, literalmente. Como que um prêmio aos fãs, Rick cria sua versão de Brangelina. E diz “somos Caskett”, para uma sorridente Kate. Quem não ficou com um sorriso bobo nos lábios que atire a primeira pedra.

E enquanto nosso casalzinho vinte se divertia nos Hamptons, a dupla hilária Esposito e Ryan decide encarnar sua profissão também na vida pessoal e descobrir o namorado de Beckett. Sem a participação de Lanie, mas com a participação especialíssima de Castle, que atrapalha os andamentos da investigação dos dois para manter seu namoro na surdina. Só que não funciona muito bem, e Ryan descobre a identidade da namorada maravilhosa de Castle. A cena do interrogatório, com Ryan descobrindo que o namorado de Becks é o escritor, foi muito, mas muito divertida, e ao mesmo tempo deu aquela tensãozinha no coração. E Ryan jogando com o casal, dizendo que o suspeito tinha revelado TUDO? Hilário, no mínimo.

Mas Ryan ganhou o prêmio de BFF ao decidir manter em segredo sua descoberta, e ainda desencorajar Espo na busca pela identidade do namorado secreto. É claro que Javi vai ficar muito bravo quando souber, mas ainda assim a atitude de Ryan foi louvável. Só me pergunto de Lanie não sabe. Como melhor amiga de Beckett, ela deve no mínimo ter quase certeza, ainda que Kate não tenha lhe contado nada. Se for assim, Esposito é o único dos amigos que não sabe. Aí a coisa vai ficar feia pro lado dos demais.

Quanto ao caso da semana, gostei bastante. A dinâmica de Castle e Beckett com o chefe de policia que nunca tinha acompanhado uma investigação de homicídio foi ótima. Aliás, o timing cômico do chefe era ótimo. A insinuação dele, de que Becks era a “acompanhante” de Castle, foi ótima. Ver Beckett nervosinha mais ainda. Gostei também do fato das investigações serem paralelas nos Hamptons e em Nova York, a dinâmica ficou bem bacana. E as reviravoltas do caso garantiram meu interesse até o final, embora não tenha sido um daqueles casos geniais que entrarão para a história do seriado. Mas também, com tantas coisas além do caso acontecendo, quem desejaria isso?

No dia 29/10, Becks e Castle estarão de volta à NY. E enfrentarão, segundo a promo do episódio, o primeiro grande obstáculo do seu relativamente novo relacionamento. Se eles sobreviverão, como casal, à prova de fogo, eu não sei. Mas independentemente do desfecho, sei que será com qualidade, bem estruturado. Se for um final, não será um final bobo, esvaziado (pessoalmente, acho que isso não acontecerá). E se for apenas um obstáculo pelo qual eles passarão, sei que o farão em grande nível. Eu demorei para dizer isso, para perceber isso. Mas, no Marlowe eu confio.

Taylor Momsen e Connor Paolo ressurgem em ‘Gossip Girl’

Data/Hora 16/10/2012, 17:45. Autor
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Ao que tudo indica, Taylor Momsen (Jenny Humphrey) e Connor Paolo (Eric van der Woodsen) estão de volta à badalada vida de Nova Iorque. A irmã de Dan e o irmão de Serena, respectivamente, podem voltar para a season finale de Gossip Girl, em dezembro. As especulações começaram depois que a atriz Kelly Rutherford postou uma foto dos dois atores no Instagram.

Uma confirmação oficial ainda não foi feita. O que diria a garota do blog sobre essa foto?

Momsen e Paolo apareceram na série da CW, pela última vez, durante a quarta temporada. O sexto e último ano de Gossip Girl vai ao ar nas noites de segunda feira nos Estados Unidos. Katie Cassidy, de Arrow, também está cotada para retornar à história.

Com informações do TV Line.

CW registra maior audiência em quase dois anos

Data/Hora 16/10/2012, 17:17. Autor
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O canal americano The CW teve a melhor semana em audiência desde fevereiro de 2011. A estratégia de lançamento da temporada teve um resultado positivo quando a média de telespectadores sintonizados nos programas da emissora aumentou 17% entre o público alvo.

A The CW teve uma média de 1.95 milhões de audiência entre os dias 8 e 14, sendo assim, a semana mais assistida em quase dois anos. Na semana anterior, a média semanal da emissora foi 0.8, entre os adultos.

Na quarta0-feira, dia 10, a estreia de Arrow atraiu  4.14 milhões de telespectadores. Foi a melhor estreia de sua série desde 2009, quando The Vampire Diares foi ao ar pela primeira vez.

A audiência da novata levantou o retorno de Supernatural, que atingiu 2.51 milhões. Melhor audiência da série desde outubro de 2010.

Na quinta-feira, the Vampire Diaries competiu com jogos de futebol americano e beisebol e mesmo assim conseguiu uma melhora de 13% no número de telespectadores femininos comparando a premiere do ano passado, com um total de 3.18 milhões no número total.

Beauty And The Beast teve uma estreia sólida mas nada grandiosa. Atraiu 1.1 milhões na audiência específica entre os adultos e 3.2 no total.

Todas as séries da CW cresceram na contagem da audiência com os números das gravações de DVR no final da semana.

Com informações do TVByTheNumbers.

Ron Eldard, de ‘ER’, participa de ‘Justified’

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O ator Ron Eldard, que interpretou o paramédico Ray Shepard na série ER, vai aparecer em Justified, do canal FX.

Na atração, ele será Colt, um personagem descrito como violento, mau humorado e cumpridor extremo da lei, que trabalha na polícia militar. Colt é veterano das guerras do Afeganistão e Iraque e já prendeu Boyd (Walton Goggins) diversas vezes. Tanto que os dois acabaram ficando amigos.

Mais detalhes sobre a participação especial ainda não foram divulgados.

Outros créditos de Eldard, na TV, incluem Law & Order: Special Victim Unit, Bling Justice e Homicide: Life in the Street.

A quarta temporada de Jusitified só retorna em 2013 no hemisfério norte.

Com informações do TV Line.

‘Revolution’ aumenta a audiência, ‘Castle’ mantém a liderança do horário, mas cai no público alvo

Data/Hora 16/10/2012, 16:07. Autor
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Na noite de ontem, segunda-feira, 15, algumas das séries mais assistidas da televisão americana foram ao ar. Revolution, drama apocalíptico da NBC que tem entre seus produtores J. J. Abrams (Lost), mantém o bom índice de audiência desde que estreou, há pouco mais de um mês. Mantém, não. Melhora. Essa semana a atração conseguiu um aumento de 13% em relação ao público do episódio anterior, somando, ao total, 8.8 milhões de espectadores e demo de 3.4 (na faixa etária entre 18-49 anos).

A liderança do horário, no entanto, ficou com Castle, da ABC, que conseguiu nada menos que 10.8 milhões de televisores sintonizados à sua história, mas, analisando o índice demográfico – que considera a idade do público alvo do canal – houve uma queda e o programa atingiu apenas 2.0 milhões de espectadores na faixa específica.

Hawaii Five-0, da CBS, conseguiu 8.4 milhões em público e marcou 2.0 na demo.

A emissora CW apresenta números bem mais modestos. O programa adolescente 90210 foi visto por 1.1 milhão de pessoas, uma queda de 14%. Mas, levando em consideração a demo, os números foram maiores que os da semana passada: 0.6 (aumento de 50%).

Na mesma noite, o The Voice, da NBC, fez 12.8 milhões em público, enquanto o Dancing With the Starts conseguiu índices ainda melhores para o canal ABC: 13.5 milhões.

How I Met Your Mother, da CBS, teve 8.1 milhões de espectadores e demo de 3.2. Partners, no mesmo canal, obteve 6.2 milhões no público geral e 2.1 na demo. 2 Broke Girl rendeu 9.2 milhões de espectadores ligados a CBS, enquanto Mike e Molly ficou um pouco atrás, com 9 milhões.

A Fox, que exibia os jogos da National League Championship Series conseguiu apenas 4.8 milhões de espectadores.

Os números computados são prévias da noite anterior e espera-se ajustes nas audiências das séries.

Com informações do TV Line e TV Guide.

Fringe – In Absentia e The Recordist

Data/Hora 16/10/2012, 16:02. Autor
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In Absentia descreve muito bem o meu sentimento para com Fringe. Uma temporada incrível rolando e eu com um absurdo bloqueio para escrever sobre os episódios. Ah, a ausência antecipada que estou sentindo! Eram 13. Agora, somente mais dez. O final de tudo se aproxima rápido demais. E embora eu esteja feliz com o final que estamos recebendo, e de poder dizer, orgulhosa – e eu tenho certeza disso – que Fringe teve um grande final, ainda não estou preparada para me despedir.

Ainda mais agora, que estamos sendo apresentados a 2036, um universo adoravelmente odioso e fascinante. Que estamos conhecendo melhor Etta, compreendendo o que ela passou, o que faz dela a pessoa que é. E quando conseguirmos assimilar todas essas novas informações, novos personagens, tudo terá um fim. Por isso acho conveniente ressaltar o trabalho bacana que os roteiristas estão fazendo, ao ponto de criarmos um carinho especial por Etta, não só por ela ser a filha do shipper, mas por ela ser quem ela é. Um carinho especial por Simon, que vimos em apenas um episódio, e que já perdeu a cabeça (o que farão com ela?). Enfim, os roteiristas estão fazendo um trabalho incrível ao preencher a ausência dos 21 anos que nunca saberemos como foram, na realidade.

Outro ponto a se destacar é que o caminho da salvação do mundo começou a ser trilhado. Walter gravou várias fitas com os passos do plano conjunto com September. É óbvio que uma cruzada será empreendida atrás das informações contidas nos VHS (à propósito: achei que eles literalmente viajariam atrás das fitas, mas em The Recordist descobrimos que elas estão espalhadas no laboratório. O único trabalho é removê-las em segurança do âmbar e colocá-las em ordem).

O código de In Absentia foi Faith (Fé). Pra mim, ficou óbvio que é a Fé que Liv representa. Olívia meio que sempre foi a explicação para todas as coisas. Agora, os roteiristas dão a entender que Etta é que será a peça fundamental para o desfecho. Mas, se for isso mesmo, só irá acontecer por causa de Olivia. Ficou bem claro que apesar de valente, Etta é bem diferente da mãe. Conhecemos pouco do que a lorinha passou nos 21 anos após ter se separado dos pais. Mas esses acontecimentos trouxeram para ela um peso, uma “amargura” que Liv não tem, apesar de tudo que passou. Olivia acredita nas pessoas, e isso faz das pessoas seres melhores. Não que ela não seja enganada, as vezes – até com certa freqüência. Mas Liv desperta sentimentos nas pessoas, ainda que conflitantes.

Etta, mesmo. É óbvio que ela idolatra a mãe, tem afeto legítimo por ela. Mas sua maior naturalidade e com o pai, Peter. Talvez por que Peter tenha expurgado os fantasmas do passado e agarrado a chance de reconstruir sua família, e Olivia ainda esteja tentando se readaptar ao ‘marido’ e à filha. Mas está sendo muito bacana acompanhar essa trajetória de descobertas mútuas, e de ver uma real família se formando.

E o que falar de The Recordist? Pra mim, foi um super episódio. Mas ‘ouvi’ muita gente reclamando por aí, especialmente do ritmo lento dessa temporada. Confesso que pra mim está funcionando muito bem. O que seria desenvolvido em 3 temporadas completas (segundo os produtores, Fringe foi pensada para sete temporadas, originalmente) acabou tenho que se desenvolver em um espaço menor de tempo. E nesses 3 episódios já exibidos na 5ª temporada, recebemos muitas informações sobre os 21 anos que se passaram desde o Expurgo – o tal preencher as lacunas, suprir a ausência. Tá certo que as informações estão sendo passadas didaticamente, mas isso é necessário para que possamos acompanhar os acontecimentos de 2036, bem como compreender o desfecho que tudo terá.

Particularmente, gostei bastante da trama envolvendo os habitantes de um “povoado” muito diferente e especial. São seres modificados, cujos corpos estão se adaptando ao universo dos Observadores. São seres que, à sua maneira, se assemelham aos Observadores, no seu propósito original. Observar a história. E que, eventualmente, decidiram a mesma coisa que os carecas: modificar a história. Mas, obviamente, de uma forma bastante diferente.

Edwin se sacrificou. Preferiu deixar um legado ao filho – o exemplo de ser um bom homem, o herói que River acreditava não existir nos dias ‘atuais’ – do que continuar convivendo com ele. Foi bonito, foi tocante. Especialmente porque Edwin e River, além de importantes para a trama como um todo, trouxeram à tona a questão “família”, e o quão longe se pode ir para mantê-la unida e segura.

Os sentimentos de Peter sempre foram mais fáceis de ler, para nós. E Peter mesmo é mais aberto sobre eles do que sua parceira. Olivia mascara muito bem seus sentimentos. E foi apenas em The Recordist que a loira baixou a guarda e se mostrou menos forte, menos badass. E assim conseguimos compreender que a imagem que temos dela – e que River, Peter, Astrid, Walter e até Etta também tem – não é 100% verdadeira, porque esquecemos da porção frágil de Liv. No final das contas, Olivia encarava a tudo como um castigo divino – tal como Walter, que acreditava ser punido por desencadear as divergências entre os dois universos -, acreditava não merecer a felicidade ao lado da família por não ter sido projetada para isso.

A cena entre Liv e Peter foi muito bacana, e foi – acredito eu – mais um passo na reconstrução do casal. É óbvio que eles não poderiam simplesmente voltar a ficar juntos, depois de tudo que passaram. Mas aos poucos antigas questões vão sendo esclarecidas, antigas mágoas vão sendo trabalhadas. E, como Peter disse, a família DunhanBishop recebeu outra chance de ficar junta. Chance que funcionou para Olivia como a White Tulip para Walter. É um sinal de “perdão”. De que a loira merece ser feliz, e que a imagem que Etta e o pequeno River tem dela é verdadeira.

Com isso, Olivia se permitiu aproximar-se da filha. E a cena final, do carro, é um alento para nossos corações.

As coisas caminham bem, e as importantes rochas avermelhadas foram conseguidas, a um alto custo. Mas creio que o preço que pagaremos para ver o mundo livre dos carecas ardilosos será muito maior. Imagino que Walter vá construir, depois de localizadas todas as fitas, alguma máquina, dispositivo ou coisa do gênero, e essas pedras são a energia necessária para tudo funcionar – o que é bem plausível, vide o destino de Donald, após pegar algumas delas. Quem sabe, inclusive, as pedras sejam uma espécie de criptonita, por isso que os Observadores não acabaram com elas, mesmo sabendo do risco que elas oferecem a eles e onde poderiam encontrá-las (se eles quisessem, teriam fechado a minha em 2015, não esperariam a ação da Fringe para fazer isso).

Enfim, muitos questionamentos ainda precisarão ser respondidos. Sei que não importa qual caminho nossos queridos personagens tomem daqui para a frente, um grande risco os cerca. E estou temerosa que tenhamos que nos despedir de algum deles mais breve do que pretendíamos.

Por hora, só nos resta aguardar o dia 26/10, data na qual vai o ar o próximo episódio de Fringe. E embora eu não esteja particularmente ansiosa pelo fim, mal posso esperar. Até lá.

P.S.1: o código de The Recordist foi Anger (Raiva, ira). A única explicação que vejo para o código é a raiva que os Observadores sentem da Divisão Fringe e dos progressos que estão sendo feitos por eles.

P.S.2: Gene, aquela linda, está lá, ‘desfilando’ toda sua beleza bovina no âmbar. Vamos pedir pra Astrid remover ela já, produção?

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