Henry Cusick aparece em ‘Body of Proof’ e Andy Samberg, do ´’Saturday Night Live’, escalado para piloto da Fox

Data/Hora 18/10/2012, 22:33. Autor
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O ator peruano Henry Ian Cusick, que ficou mundialmente conhecido após a participação em Lost, vai aparecer em futuras histórias de Body of Proof.

Na série da ABC, ele será um psicólogo que, entre seus pacientes, tem dois investigados por Megan (Dana delany) e Tommy (Mark Valley). O nome do personagem será Trent Marsh e o crime em questão será um assassinato.

Informações sobre qual episódio ele irá aparecer não foram divulgadas, já que Body of Proof retorna apenas em 2013 na TV americana.

Outros créditos de Cusick incluem Scandal e Fringe.

Já Andy Samberg, famoso por integrar o Saturday Night Lighr, vai protagonizar o piloto de uma nova série da Fox ainda sem nome. O projeto tem o mesmo co-criador de Parks and Recreation, Mike Schur, e conta com a produção executiva de Dan Goor, também da série da NBC.

O programa da Fox se trata de uma comédia e gira em torno de detetives de Nova Iorque colocados em situações extremas. Samberg interpreta um dos líderes da polícia. Segundo os produtores do show, o nome do ator foi o primeiro a ser citado durante as reuniões de desenvolvimento da atração e foi imediatamente aprovado por todos.

Com informações do TV Line aquiaqui.

‘Copper’ é renovada para a segunda temporada

Data/Hora 18/10/2012, 22:31. Autor
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Copper, a primeira produção da BBC América, parece ter sido um tiro certeiro.O seriado estreou em agosto nos Estados Unidos e conseguiu índices de audiência satisfatórios para os padrões do canal. O primeiro episódio, por exemplo, foi assistido por 1.8 milhões de espectadores. A season finale acontece no próximo domingo, 21 de outubro, e fecha o ciclo de 10 capítulos da atração.

O segundo ano do programa será um pouco maior, já que a BBC América encomendou 13 episódios.

Copper é um drama épico que se passa em 1864, na cidade de Nova Iorque. A história é protagonizada pelo ator Tom Weston-Jones, que vive Kevin Corcoran, um policial descendente de irlandeses que tenta fazer justiça sobre o desaparecimento da mulher e a morte da filha. Corrupção e assassinatos fazem parte do cotidiano do seriado.

A atração deve retornar em 2013, junto com outra produção própria da BBC America, Orphan Black. Copper tem Tom Fontana e Will Rokos.

Com informações do Deadline.

Brendan Fraser estrela em ‘Legends’

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Brendan Fraser (A Múmia, Coração de Tinta) vai estrelar no drama da TNT, Legends. Desenvolvido por Howard Gordon (Homeland), Jeffrey Nachmanoff (Chicago Fire) e Mark Bomback (The Wolverine), Legends é uma adaptação do romance homônimo de Robert Littell para a televisão.

A série conta a história de Martin Odum (Brendan Fraser), um agente secreto que tem a habilidade incomum de se transfomar em diferentes tipos de pessoa para cada uma de suas missões.

A Fox 21 desenvolve o projeto com Gordon, Alex Cary, Jonathan Levin e Nachmanoff como produtores executivos. David Semel (American Horror Story, CSI, Hemlock Grove) vai dirigir o piloto da série, sendo que Fraser também participará como produtor executivo no episódio-piloto.

Com informações do Deadline.

Partners – The Key

Data/Hora 18/10/2012, 21:48. Autor
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Partners está bem. A sua fórmula vem se desenvolvendo a cada episódio, e nosso quarteto ficando cada vez mais, bem a vontade. O episódio desta semana teve como protagonista “a chave” do apartamento de Joe, que rendeu bons momentos aos parceiros, com direito a piadas de Taylor Swift e tudo.

Tudo começou quando Louis “invadiu” a privacidade de Ali, entrando no apartamento de forma surpresa e a flagrando quase nua. A moça não gostou muito, ainda mais quando descobriu que Louis tinha uma chave do apartamento e ela não. Claro que tudo sobra para Joe. As brigas entre os parceiros são constantes, mas nada que um abraço resolva. Seja ele no apartamento ou no escritório. E Louis teve momentos hilários, no episódio como sempre, mas espero que, nos próximos episódios esse peso comece a sair de suas costas. A cena em que ele descobre que a fechadura foi modificada e ele fica para fora do apartamento foi muito boa. A dinâmica entre ele e Ali foi bem engraçada. E suas cenas também com Wyatt, fingindo ter entrado em um regime vegetariano foram bem engraçadas também. Ponto para o personagem.

Wyatt aliás está começando a melhorar. Mas é uma melhora bem de leve. O jeito “paspalho” e “sem sal” de Brandon Routh está começando a ser bem explorado. E a lerdice do personagem tem começado a render bons momentos. Já Ali, não se destacou muito neste episódio. O ciume de Ali entre Joe e Louis está começando a ficar chato. Porque a esta altura do campeonato, ela já deveria ter percebido que Louis jamais sairá da vida de Joe, apesar de seus “chiliques” serem cobertos de razão.

Ah, e os momentos de infância de Louis e Joe deveriam ser mais mostrados. Foi muito legal ver os dois fazendo um pacto de amizade, que foi descoberto e lembrado anos depois pelos dois. Espero que, nos episódios restantes, tenhamos mais destes momentos.

Partners esteve muito bem esta semana, e a tendência é só melhorar. Como dito já, a interação entre eles está muito boa, apesar de um deslize ou outro. Coisa até que normal. Mas a audiência não está lá muito boa, e parece que a série não resistirá ao facão da CBS. Será?

The Good Wife – Two Girls, One Code

Data/Hora 18/10/2012, 20:33. Autor
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Para não começar reclamando eu quero fazer um elogio as atuações em The Good Wife. Não importa se a trama está ou não agradando como antes e se algumas coisas tomaram rumos não muito coerentes. Os atores da série continuam dando um show. E os atores convidados em nenhum momento deixam o ritmo cair. Archie Panjabi tem a tarefa árdua de dar veracidade ao uma trama paralela meio sem pé nem cabeça e consegue chamar a atenção para si a cada cena. Julianna Margulies e suas gargalhadas cada vez mais presentes estão trazendo uma leveza para a personagem e para a série. Rita Wilson (Viola Walsh) e John Benjamin Hickey (Neil Gross) mais uma vez estavam perfeitos em suas atuações. Quem acompanha Hickey em The Big C  sabe bem o quão incrível ele está em The Good Wife. Parece outra pessoa.

Em relação a trama não tivemos grandes surpresas nesse episódio (talvez 1). Kalinda continua na relação nada saudável com Nick. Mais uma cena polêmica havia sido prometida para esse episódio e mais uma vez eu não achei nada demais. Desconfio que a tal cena seja Kalinda e Lana fazendo sexo. E se for, bom para mim não tem polêmica nenhuma nisso. A aparição da agente do FBI serviu para que Kalinda usasse a pseudo-namorada como arma contra o ex-marido. O que não ficou muito claro é se Lana está a par da situação pesada que está se metendo. Eu desenvolvi uma teoria sobre esse relacionamento Kalinda/Nick e aparição da agente do FBI serviu para colaborar com isso. Na minha opinião Kalinda está fazendo tudo de caso pensado. Numa maneira de se livrar do ex-marido sem precisar matá-lo e nem precisar fugir.

O caso da semana foi mais uma vez contra Neil Gross. Eu tenho quase certeza que o personagem é inspirado no Steve Jobs, que estava longe de ser esse santo que muitas pessoas gostam de pregar (e acreditar) que ele era. A advogada de Gross, Viola Walsh, tentou envolver Clarke Hayden na negociação criando um confronto entre ele e Diane. E com isso podemos ver um pouco da atuação de Christine Baranski que anda um tanto quanto apagada desde o retorno da série. Mais apagado só o Matt Czuchry que mal tem aparecido em cena. Espero que isso mude ao longo da temporada. A firma acaba perdendo a causa quando as cliente resolvem fazer um acordo com Gross. Acabou sendo uma virada inesperada.

No que diz respeito a protagonista, mais uma vez Alicia tem que lidar com problemas na campanha de Peter. Uma jornalista afirma que tem provas de uma traição, no início Eli acredita que seria o relacionamento entre Will e Alicia. Aposto que nesse momento várias pessoas gritaram: mas ela não estava mais com o Peter! Não estava para nós audiência, para os eleitores de Peter ela posa de “boa esposa” como é pautado nas cenas em que vemos o discurso de Peter sendo grifado. Os dois vendem a ideia de uma reconciliação que está por vir.

A promo do episódio nos leva a acreditar num confronto entre Alicia e Peter a respeito de Will, mas na verdade o que aconteceu foi um confronto entre os dois sobre a possibilidade dele (Peter) ter “traído” a esposa novamente. Porque no final das contas a jornalista teria provas contra Florick. Tudo não passava de uma armação, descoberta graças a Kalinda que aceitou ajudar Eli para proteger Alicia. A graça da história foi Eli perguntando a Alicia se ela e Peter tinham o relacionamento aberto. O desconforto do personagem foi impágavel. No final do episódio Alicia corre ao encontro do Peter e o beija. Escutei o barulho de fandoms colidindo nesse momento. Na minha interpretação Alicia no fundo achou divertida essa ideia de relacionamento aberto e foi se divertir um pouco. Não vou julgá-la. Adoro essa liberdade da personagem e não estou interessada com quem ela vai ficar no final.

Ator de ‘Fringe’ participa de ‘Men at Work’

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Kevin Corrigan é um homem que, definitivamente, trabalha! O ator, que fez uma participação recorrente em Fringe, acaba de conquistar um papel na comédia Men at Work.

Na história, ele será Darryl, um amante de hard rock e devorador de asinhas de frango que se senta ao lado de Milo (Danny Masterson) durante um casamento e muda os rumos da cerimônia para o personagem.

A aparição acontece no décimo episódio da segunda temporada da série, que deve ser exibida em 2013 pela TBS.

Recentemente, Corrigan esteve na novata The Mob Doctor. Ele é mais conhecido por interpretar o Tio Eddie de Grounded for Life.

Com informações do TV Guide.

Jennifer Love Hewitt desenvolve série baseada em seu próprio livro

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Jennifer Love Hewitt, como o nome já sugere, é uma mulher que tem muito a dizer sobre o amor. Tanto que, em 2010, a atriz lançou um livro com dicas de relacionamentos inspiradas por suas própria experiências de vida: o The Day I Shot the Cupid (“O Dia Que Eu Acertei o Cupido”). A obra virou um bestseller do New York Times na semana de lançamento e deve ganhar uma continuação.

Agora, a atriz decidiu levar a história para as telas da TV e o canal Lifetime deu sinal verde para a produção, em parceria com a empresa de Hewitt, a Fedora Films.

Matt Hastings (Alpha) é roteirista da atração e divide a produção-executiva com Hewitt.

Vale lembrar que esse não é o primeiro projeto desenvolvido pela Lifetime e a Fedora Films. No ano passado, o canal fechou acordo com Hewitt para produzir The Client List, série baseada no filme de TV de mesmo nome que a própria atriz estrelava. O programa já foi renovado para a segunda temporada.

Com informação do Deadline.

NBC cancela ‘Animal Practice’ e coloca ‘Whitney’ no lugar

Data/Hora 18/10/2012, 15:44. Autor
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Há dez dias, quando a NBC adiou o retorno de Whitney e Community em sua grade de programação, o canal disse que as séries estreariam em um momento mais oportuno, para cobrir eventuais buracos. Parece que essa oportunidade chegou mais rápido que o esperado. Pelo menos, para Whitney.

A NBC acaba de cancelar Animal Practice, atração estrelada por Justin Kirk (Weeds), em que ele vivia um veterinário apaixonado pelos animais e com uma forte resistência a seus donos. O programa sofria com a baixa audiência e não resistiu nem à primeira temporada.

O piloto da série foi exibido durante as Olimpíadas e atingiu mais de 12 milhões de espectadores. Mas em setembro, quando estreou oficialmente, o número caiu para pouco mais de 5 milhões. Na semana passada, o quarto episódio marcou 3.8 milhões de visualizações.

Animal Practice segue sendo exibida até o dia 7 de novembro, quando, na semana seguinte, Whitney estreia nas noites de quarta feira em seu lugar. Community continua sem previsão de retorno.

Vale lembrar que essa é a segunda atração que a NBC cancela na atual temporada. Made in Jersey também já havia sido cortada da grade da emissora.

Com informações do TV Line.

Divulgadas cenas inéditas de um personagem muito especial em ‘Once Upon a Time’

Data/Hora 18/10/2012, 15:29. Autor
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No próximo domingo, 21, o Capitão Gancho finalmente vai chegar a Once Upon a Time e, ao que parece, não é para facilitar a vida de ninguém. Nem mesmo a de Rumpelstiltskin (Robert Carlyle). Esse texto pode conter spoilers.

Em nova cena do quarto episódio, divulgada hoje, o famoso personagem aparece desafiando o vilão a uma luta de espadas. Rumpelstiltskin quer a esposa de volta, ela está no navio de Gancho.

Quem interpreta o Capitão é o ator irlandês Colin O’Donogue, do filme  O Ritual. O episódio do próximo domingo vai se chamar The Crocodile (“O Crocodilo”).

Na cena inédita, o capitão aparece com as duas mãos. Mas, no comercial do quarto episódio, já é possível vê-lo com o mitológico “gancho” em um dos braços. Ainda não se sabe se Peter Pan, que tirou a mão do Capitão na história original, estará envolvido no capítulo em questão. Ou se isso tudo indica como a luta entre Rumpelstiltskin e Gancho terminou.

 

Em outro trecho do episódio da semana que vem, Ganho aparece na mesa de bar com a mulher de Rumpelstiltskin, que implora para que a esposa vá para casa. Ela se recusa:

 

Assista ao comercial de The Crocodile, que vai ao ar no próximo dia 21:

 

Once Upon a Time é exibida nas noites de domingo pela ABC dos Estados Unidos.

Com informações do TV Fanatic.

Promoção Cultural TeleSéries: Dia do Médico com o House

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Hoje é o Dia do Médico e o TeleSéries e o Universal Channel Brasil vão sortear oito livros de House para você! A série do doutor rabugento que conquistou todo o mundo durou oito temporadas, e por isso, vamos sortear oito exemplares do livro que mistura filosofia e os ensinamentos do dr. Gregory House.

Aproveite e confira do nosso especial sobre Séries Médicas!

 

Regulamento da Promoção Cultural TeleSéries no Dia do Médico:

1. Vigência da promoção:

1.1 Esta promoção terá início no dia 18 de outubro de 2012 e se encerrará às 12h00 do dia 22 de outubro de 2012.

1.2 No dia 22 de outubro de 2012 ocorrerá o sorteio, por meio da ferramenta Sorteie.me ou similar.

2. Como participar do Concurso Cultural:

2.1 Poderão participar deste concurso qualquer pessoa física, residente do Brasil, seguidora (follower) do perfil @teleseries no Twitter.

2.2 Não será permitida a participação de perfis falsos, ou seja, criados apenas para participar de promoções.

2.3 Para participar, o interessado deverá escrever ou dar RT na seguinte frase:

Promoção Dia do Médico @teleseries: quero ganhar 1 livro A Filosofia em House e dou RT. http://kingo.to/1cw0

2.3 Os participantes poderão participar dando RT quantas vezes quiserem.

3. Premiação:

3.1 Serão sorteados OITO vencedores, que ganharão 1 (um) exemplar cada do livro “A Filosofia em House”, cortesia do Universal Channel.

3.2 O prêmio é individual e não poderá ser trocado por outro prêmio ou convertido em dinheiro.

3.3 O vencedor será comunicado publicamente do resultado do concurso por meio de um Tweet do perfil @teleseries, e também via Direct Message (DM).

3.4 O kit será enviado por correio ao vencedor da promoção.

3.4 O TeleSéries não se responsabiliza pela correção dos dados fornecidos no ato da Inscrição do concurso, bem como por qualquer informação prestada pelos participantes.

3.5 A participação presumirá a condição de que os participantes contemplados não possuem qualquer impedimento fiscal, legal ou outro que os impeçam de receber e/ou usufruir o prêmio ganho.

4. Disposições Gerais:

4.1 Os participantes serão automaticamente excluídos desta promoção, no caso de fraude ou má fé comprovada.

4.2 Todas as dúvidas e/ou questões surgidas da presente promoção serão solucionadas pelo TeleSéries, considerando sempre as normas de proteção ao consumidor em vigor. Das decisões das promotoras não caberá nenhum tipo de recurso.

4.3 O TeleSéries não se responsabiliza por nenhuma falha técnica de transmissão, problemas de acesso à Internet, serviços prestados pelo Twitter ou qualquer caso fortuito ou de força maior que possam impedir a participação do usuário.

4.4 A mera participação nesta promoção caracteriza a aceitação dos termos e condições previstos neste Regulamento.

4.5 Esta é uma Promoção Cultural, conforme especificado no art. 30 do Decreto No. 70.951, de 09 de agosto de 1972. A distribuição do prêmio desta promoção é gratuita.

4.6 As dúvidas, controvérsias ou situações não previstas no presente Regulamento serão dirimidas por uma comissão, de forma soberana e irrecorrível.

Séries Médicas: Bem além dos prontuários

Data/Hora 18/10/2012, 11:22. Autor
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18 de outubro é dia de celebrar os doutores e doutoras que cuidam, preservam e salvam a vida de muitos personagens, na vida e também na TV.

Médico é sinônimo de sucesso na telinha. São semi-deuses poderosos, às vezes humanos até demais, que vivem seus dramas e suas alegrias numa linha tênue entre a vida e a morte. É desse modo que as séries médicas prendem a atenção do público.

Para comemorar o Dia do Médico, tentamos entender esse universo de corredores sem fim. Tudo preparado? É hora de scrub in*.

Lugar de adrenalina é na emergência

E.R. – Plantão Médico marcou uma geração. A série estreou em 19 de setembro de 1994, e foi criada por Michael Crichton e com produção executiva de Steven Spielberg. Anthony Edwards (Dr. Mark Greene), George Clooney (Dr. Doug Ross), Sherry Stringfield (Dr. Susan Lewis), Noah Wyle (John Carter) e Eriq La Salle (Dr. Peter Benton) formavam o elenco principal no piloto. A partir do décimo episódio, Julianna Margulies (a Dra. Carol Hathaway) entraria no elenco. Esse é o grupo que deu cara ao seriado, que tinha como o foco o dia a dia na emergência do County General Hospital, em Chicago.De George Clooney a Noah Wyle, entre brigas, tiros, mortes e cura, o que fica é a sensação de que nunca mais haverá um drama médico como este. A emergência era o cenário principal, ou seja, os médicos lidavam com casos de extrema urgência como acidentes, alergias, ataques do coração. Pura adrenalina. O interessante é que a essência da série era o procedimento médico. Certo que havia muito drama e romance, mas E.R. foi feita para refletir sobre que acontecendo dentro de um Pronto Socorro. Nada de endeusar os doutores aqui. Se errou? Paga. Se quebrou? Conserta! E assim vai.

Nós abrimos, cortamos e suturamos

Como é a vida de um cirurgião? Aliás, como é a vida da Dra. Grey (Ellen Pompeo) e seus amigos? Em Grey’s Anatomy, é impossível ficar indiferente aos personagens da série, o coração dessa história. A série está na nona temporada, e o modo como mostra a vida dos médicos serve como exemplo para muitas séries estreantes. Nessa história, que tem como foco em as cirurgias, a riqueza humana é o mais importante. Afinal, médico também sangra, também ama… Boa parte da ação se passa nos corredores e salas de operação do Seattle Grace (e nas salinhas de descanso também). E é por causa disso que é difícil acompanharmos o desenrolar de casos médicos. Geralmente os pacientes chegam, são operados, e desaparecem – ou porque melhoraram, ou porque pereceram. As exceções são os pacientes que se envolvem emocionalmente com algum dos médicos – como Denny, Ava e Henry – ou quando os próprios médicos viram pacientes, o que acontece com uma certa frequência. De quebra, aprendemos muito sobre várias doenças, procedimentos cirúrgicos  pós-operatórios e, principalmente, sobre a finitude da vida humana e dos cirurgiões.

Checando as crenças

Salvar a esperança é salvar as próprias crenças. Médicos são conhecidos por não acreditarem muito em fatos além dos fatos. Séries como Saving Hope lidam com a jornada de doutores em uma situação de extremo “absurdo”, quando a razão é coloca em teste. Afinal, para quem lida com a vida e a morte, acreditar que o fim realmente é o fim fica um pouco mais fácil. Na série, Alex Reid (Erica Durance) é uma cirurgiã que não perde a esperança de salvar a vida do noivo, o médico Charlie (Michael Shanks), que está em coma. Nesse estado, o doutor é dado uma chance de experienciar o chamado  de “pós-morte”, e passar a ver o espírito de pessoas que ou já se foram ou estão em estado crítico, como o dele. Essa é uma premissa bem parecida com a série A Gifted Man, onde o cirurgião Michael Holt (Patrick Wilson) ganha o “dom” de ver pessoas mortas, e é com esse entendimento sobre o que é a vida, que ele passa a ajudar seus pacientes. Essas séries, mostram a fé dos médicos, que passam a validar melhor a vida ao lidar melhor com a morte.

Quando a medicina importa

House foi uma serie diretamente ligada aos diagnósticos (criada por David Shore) feitos por um medico muito incomum e sua equipe. Além de expor doenças e condições raras do corpo humano a proposta da serie ia além com a personalidade de Gregory House (Hugh Laurie), um medico manco, antissocial, rabugento, desbocado, desrespeitoso, viciado em remédios, musico…louco, que tocava terror no hospital, na sua equipe, na chefe, no melhor amigo e nos pacientes dele mas no fim acabava desvendando um mistério medico aparentemente sem solução. “Todo mundo mente” o que House sempre dizia, ele não confiava em ninguém e estava sempre disposto a humilhar qualquer um, é a pessoa que amamos odiar e que odiamos amar. House era uma cítica aos comportamentos sociais, aos mitos e tabus, além de ter episódios intensos foi uma serie com bastante humor, estreio em 2004, terminou em 2012. O diagnóstico era o foco da série. Os médicos tinham que se desdobrar para “encontrar” a doença certa, e assim poder dar o melhor tratamento. Quem assistiu sabe que em muitos casos, dá um veredito sobre uma enfermidade, exige bem mais do que se pensa. Com uma dor no coração e sintomas de lupos tivemos que dar adeus a House.

A clínica que vai a fundo

O spin-off de Grey’s Anatomy encontrou seu lugar ao sol ao enfatizar o que se passa em uma clínica, na qual médicos de várias especialidades trabalham unidos para oferecer um diagnóstico completo e múltiplas opções de tratamento para seus pacientes. Eventualmente, algumas cirurgias são necessárias, mas esse não é o foco da série. E, muito embora assim como em Grey’s , com uma certa frequência os médicos virem pacientes e morram (porque estamos falando de um seriado de Shonda Rhimes), Private conseguiu ser bem diferente de sua “mãe”, por isso merece ser citada nesse especial. Além disso, é sempre legal ver o funcionamento de uma clínica, e a briga de opiniões – e egos – entre médicos com linhas de pensamento bastante diversas. É um lado do sistema de saúde americano que não é muito explorado nas séries de TV. O interessante é perceber os dilemas dos médicos diante desse sistema, que é bem caro para os seus usuários. E por não se tratar de uma emergência, os casos também são mais aprofundados, com questões sérias como a fertilização in vitro e mastectomia. Há também uma relação bem maior entre o médico e o paciente, e aí já viu, fica difícil, às vezes, separar o vínculo.

A busca pelo melhor de si

Quando Hart of Dixie estreou na The CW, imediatamente lembrei de Everwood. Médicos da cidade grande que se refugiam no interior para se descobrir como pessoas por trás do jaleco. Quando a série estreou achei que era uma cópia barata, e vi com antipatia. Mas nada em Hart me incomoda mais, porque agora vejo até como uma homenagem a série cancelada. Mas enfim, o interessante das suas séries é perceber a relação entre os pacientes e o médico da cidade pequena. Muitos doutores reclamam da falta de humanidade nos hospitais, e que se você não tomar cuidado, o complexo de Deus toma conta de você. A relação quase familiar que o médico do interior tem com seus pacientes tornou Hart alguém que ela nunca imaginou ser: uma pessoa simples. Certo que Hart agora é bem mais coração do que medicina… A série estreou o ano passado e colocou em prova a credibilidade de Rachel Bilson, talvez a parte médica não seja mais o foco da série, mas esse tipo de medicina transforma mesmo as pessoas, não é?

Prática para privilegiados

Royal Pains conta a história do Dr. Hank Lawson que após perdeu o emprego no hospital onde trabalhava, ao ser acusado erroneamente, de ser o responsável pela morte de um importante paciente muda para os Hamptons (praia muito chic nos Estados Unidos) e acaba como médico particular dos ricos e famosos. Para compensar, ele não gosta da sua situação, acaba conseguindo conciliar atendendo os menos afortunados no hospital local. Hank mora com o irmão Evan R. Lawson que cuida da parte administrativa da HankMed e é totalmente deslumbrado pela vida nos Hamptons. E tem como assistente Divya Katdare. Hank mora na casa de hóspede do empresário alemão Boris Kuester von Jurgens-Ratenicz, que possui alguns mistérios que vão sendo revelados no desenrolar da série.

Medicina após a morte

Poucos são os médicos se interessam pela medicina legal. Mas na TV americana é o contrário: legistas tem emprego garantido, já que todo serial drama precisa de um médico de plantão para investigar cadáveres. A obsessão por crimes dos norte-americanos criou um subproduto no gênero: dramas em que o legista é o protagonista. A série que abriu este caminho foi a saudosa Crossing Jordan – sucesso da NBC, com sete temporadas mostrando a rotina de trabalho da doutora Jordan Cavannaugh (Jill Hennessy) e seus colegas Macy, Bug e Nigel. Abriu o caminho para outros shows como Women’s Murder Club, Rizzoli and Isles e Body of Proof. A história de Jordan estreou em 2001 e durou seis temporadas. A detetive médica ajudava a desvendar o que tinha posto um fim na vida das vítimas. A série foi criada por Tim Kring e o título faz referência a uma metáfora bíblica dos antigos hebreus que cruzavam o rio Jordão, que representa a  passagem ao pós-vida.

A graça da medicina

“Não sou um super-homem”, era assim que o tema de aberta de Scrubs deixava o recado. Médicos são feitos de carne e osso. Com essa temática, a comédia brincou muito com as práticas de um hospital, com o relacionamento entre os médicos e com o real aprendizado nos tempos de residência. A turma de J.D. (Zach Braff) tirava um sarro de tudo o que as outras séries médicas se propuseram a levar a sério. Era narrada em primeira pessoa, o que nos fazia entrar no ponto de vista (nada, mas nada normal mesmo) do doutor  John Michael “J.D.” Dorian. Criada por Bill Lawrence, a série tinha muita improvisação, e os atores eram encorajados a entender a graça no ato de salvar vidas. A série estreou em 2001 e teve nove temporadas.

Texto colaborativo de Alissa Lima, Maria Clara Lima, Mariela Assmann e Tati Lima, Paulo Serpa Antunes.

* Scrub in é um expressão em inglês usada em centros cirúrgicos que significa o ato do médico se desinfectar e se preparar para entrar em uma operação.

Destaques na TV – Quinta, 18/10

Data/Hora 18/10/2012, 10:46. Autor
Categorias TV Brasil

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A recuperação de Charlie Sheen continua e tem o apoio da família – e o quinto episódio de Anger Management vai mostar parte desta jornada. O episódio Charlie Tries to Prove Therapy is Legit tem participação especial de ex-esposa do ator, a bela Denise Richards, que faz o papel de uma mulher que ele tenta impressionar (apesar de achar que terapia é um golpe!). Às 21h, no TBS.

No Globosat HD, 21h, vai ao ar o terceiro episódio de El Barco. Às 22h30, o canal exibe o episódio 2×04 de Laid.

Na TBS, 18h30, Hot in Cleveland (3×12). No Sony Spin, 22h, tem Lost Girl (episódio 2×12). No GNT, 22h30, vai ao ar o episódio 1×14 de Sessão de Terapia.

Ah, e uma dica bacana: no canal E!, às 21h, o programa Coffee Break exibe uma entrevista com Jim Parsons, gravada no set de gravação de The Big Bang Theory.

E amanhã eu volto, com o destaques de sexta e sábado! Até lá.

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