Furacão Sandy e a TV: Letterman continua sem plateia; Fallon e Kimmel apresentam normalmente

Data/Hora 30/10/2012, 22:34. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Muitas atrações gravadas em Nova Iorque tiveram suas atividades suspensas devido à passagem da tempestade Sandy pela Costa Leste dos Estados Unidos, cuja rota incluía a metrópole.

Se tratando das séries de TV, ainda que o adiamento atrapalhe o cronograma das atrações, o furacão não interfere tão diretamente. Mas os programas de auditório, transmitidos ao vivo, foram os que mais sofreram com o fenômeno da natureza.

Jimmy Kimmel cancelou seu talk show Jimmy Kimmel Live!, da ABC, na noite de ontem, enquanto David Letterman, do Late Show na CBS, e Jimmy Fallon, do Late Night da NBC, apresentaram sem plateia.

Nessa terça-feira, 30 de outubro, as coisas melhoraram um pouco. A supertempestade foi rebaixada à tempestade extratropical e os ventos começaram a diminuir. Ainda assim, o estado de Nova Iorque continua em situação de emergência.

Por isso mesmo, David Latterman permanece apresentando seu programa sem o público na noite desta terça-feira.

 

Já Jimmy Kimmel e Jimmy Fallon devem voltar ao trabalho normalmente, com a plateia presente. Jimmy Kimmel, pela primeira vez, apresenta seu talk show diretamente de um teatro no Brooklyn, bairro famoso pela diversidade cultural. Segundo o apresentador, o programa está mantido a menos que “algo estranho aconteça”.

Já Jimmy Fallon até comemorou que o sol saiu em Nova Iorque e postou uma foto da cidade com alguma movimentação, bem diferente das imagens divulgadas ontem.

Circulam na internet, também, os vídeos de abertura de Fallon e Latterman na noite de ontem, que, na ausência de platéia, tiveram que abrir as atrações com um monólogo. A falta de reação do público diante das piadas foi, no mínimo, inusitado. Veja:

Com informações do Deadline.

Haven – Real State

Data/Hora 30/10/2012, 21:45. Autor
Categorias Reviews

thumb image

No Halloween antecipado de Haven, não poderia faltar a clássica história da casa mal-assombrada. E como Haloween é uma festa e pede comemoração, todos os personagens da série participaram do episódio.

Real State começou com a invasão de uma casa antiga, abandonada, por um casal de adolescentes. E,  como nas histórias de Halloween, o que deveria ser uma simples diversão, transforma-se em uma tragédia. A garota consegue escapar da casa e, apavorada, relata o desaparecimento do namorado a Audrey. Ela, Duke e Claire vão até o local para investigar o desaparecimento do jovem. Mas o que deveria ser uma simples investigação ao estilo de Haven, revela-se uma vingança do antigo proprietário contra Lucy. Rolland Halloway a culpa pela morte de sua família e por seu aprisionamento à residência. Sua vingança será fazer com que Audrey presencie seus amigos serem paulatinamente eliminados, como os jovens que são encontrados mortos. Para isso, Halloway, atrai Tommy, Nathan, Vince, Dave e Dwight para a residência. Tommy e Nathan, seguidos por Jordan, conseguem entrar e, juntamente com Audrey, Duke e Claire, são aprisionados na casa. Vince, Dave e Dwight são impedidos pelo fantasma.

É interessante observar que os irmãos Teagues são poupados e, mais uma vez, é de se perguntar o que realmente sabem sobre os eventos que assolam a cidade.

Audrey tem alguns flashbacks e descobre como sair do local. Ao fazê-lo, eles explodem o lugar. O caso termina com Dwight fixando uma placa onde se lê: Proibido Ultrapassar. Mas, sem que ele perceba, como em um clássico filme de terror, mesmo após as chamas terem posto abaixo todas as paredes, seus pedaços começam a se reagrupar.

Mas os flashbacks de Audrey também lhe ajudaram a descobrir a identidade do Colorado Kid: James Cogan, nascido em 31 de agosto de 1956; desaparecido em 3 de maio de… 1983? Nos próximos episódios veremos se Audrey contata o telefone que consta do alerta de desaparecimento.

Nathan, aparentemente, está cada vez mais distante de Audrey. A similaridade das perturbações sentidas por ele e Jordan, leva a uma crescente empatia entre eles. Nesse caso, somente resta esperar para ver se encontrar os líderes dos Guardiões ainda será a prioridade de Nathan na relação com Jordan.  

Muitas pessoas torcem o nariz para clichês, mas Real State provou que a reinvenção do mesmo pode dar certo. Nada mais óbvio do que casas mal-assombradas e jovens sendo perseguidos e mortos em histórias de Halloween. Mas esta foi a história de Halloween de Haven, e coube perfeitamente em sua mitologia. Mitologia, aliás, da qual ficamos sabendo um pouco mais, com a revelação da identidade do Colorado Kid. 

Grimm – La Llorona

Data/Hora 30/10/2012, 21:37. Autor
Categorias Reviews

thumb image

“Em muitas noites escuras pessoas a viam caminhando, ao longo do rio, chorando pelos seus filhos”.

Depois de amargar uma sequência de episódios sonolentos Grimm tinha em mãos uma alternativa de revigorar a série com o episódio especial de Halloween, intitulado La Llorona. A história do episódio é baseada na lenda de mesmo nome, que tem relatos pelo mundo todo, mas os mais variados são encontrados na América do Sul. A lenda é uma das mais famosas no México, o nome La Llorona (A Chorona) é como ela é chamada no país. A mesma história já recebeu derivações e outros nomes, como Bela da Noite e A Mulher de Branco (Brasil) e La Sayona (Venezuela).

O episódio especial de Halloween foi bem característico, mas assustou mais Nick do que os espectadores. Aliás, acredito que os mais assustados no episódio foram as crianças que resolveram se meter com Monroe. No entanto, não foi por isso que a história não rendeu. Apesar de não assustar muito, La Llorona foi intrigante, trouxe uma lenda latina para as telas americanas e misturou mundo wesen, com fantasmas e mistério policial. Ainda aposto que se Grimm for renovada para uma terceira temporada teremos a volta de La Llorona.

A expectativa com o episódio era grande, por ser um especial e pela esperança de que Grimm recuperasse o alto nível em que começou essa temporada. Não foi para tanto, mas o episódio já elevou a qualidade do seriado que estava rolando morro abaixo nos últimos episódios. A minha expectativa ainda caiu um pouco logo nos dois primeiros minutos com um erro gritante de montagem. Quando o pai, Luis Alvarez, tenta impedir o afogamento da mulher misteriosa, o filho Rafael corre pelo deck e duas vezes percorre a mesma distância. Não precisa nem de replay para perceber que essa cena tem problemas. Além disso, a foto da família Alvarez tem uma bizarra montagem, mas essa eu tive que voltar, assistir de novo e pausar para ter certeza do que via. Feio Grimm, muito feio.

Tirando alguns problemas técnicos quem cresceu no episódio foram os personagens. Monroe há muito tempo não divertia tanto a audiência de Grimm como em La Llorona. A cara de Nick quando chega na casa dele e vê a decoração de Halloween já vale toda a participação do blutbad. Mas nada ganha do Monroe no final do episódio se transformando em blutbad na frente das pestes daquelas crianças: “Travessuras ou gostosuras?”

Outro destaque foi Juliette e sua fluência em espanhol. Além de dar uma de tradutora para a Polícia de Portland, Juliette encontrou com uma mulher muito estranha que tentou clarear a mente da moça sobre a verdade por trás do aranhão do gato. Aposto que a história vai ficar incomodando. Também deu pra rir mais um pouquinho com o estagiário de Nick, Ryan. O personagem pode render muito ainda em Grimm.

Hank está cada vez mais engajado no mundo de Nick. Ri muito quando ele pergunta ao Grimm: “Acreditamos em fantasmas agora?”. Hank comprou a briga com o amigo e está com Nick para o que der e vier, até se precisar passar por cima do capitão. Com um amigo desses, o trabalho de qualquer Grimm fica muito mais fácil. O príncipe/capitão Renard ficou de canto nesse episódio, mas nem por isso adormecido. Ele anda tão esperto quanto misterioso e já descobriu que Adalind deu umas bandas por Viena. Com essa informação não é preciso muitos neurônios para imaginar o que ela andou fazendo por lá.

La Llorona foi o primeiro episódio de Grimm que tratou de um fantasma e de uma lenda e não focou em um novo tipo de wesen. Mas não é por isso que não conhecemos mais uma raça para a nossa coleção, a ex-detetive da polícia de Albuquerque Valentina Espinosa é uma Balam. Não soubemos muito sobre as características dessa wesen, mas ela foi essencial no salvamento das três crianças desaparecidas.

Grimm melhorou o ritmo e promete continuar assim no próximo episódio. Pelo menos é o que deu pra imaginar assistindo algumas cenas que foram mostradas pela NBC logo após a exibição de La Llorona. Pelo que deu pra perceber The Hour of Death vai mostrar que existe mais um Grimm em Portland, e não é a mãe do Nick. O novo Grimm quer exterminar todos os wesen que encontrar pela frente e pelo que vimos até aqui em Grimm não são poucos os wesen instalados em Portland. Alguns resumos que li sobre o episódio também garantem que Renard vai dar mais uma chegada em Juliette. Tá sendo difícil ser o Nick nessa segunda temporada de Grimm, mas graças a La Llorona ficou um pouquinho mais fácil ser espectador.

PS: E as carinhas da Juliette e do Nick quando ele chega com as crianças? “Esse é meu herói”. Acho que já era a paixonite do capitão Renard. Ponto pro Grimm.

NBC troca o nome de sua nova ‘Infamous’, que agora é ‘Deception’

Data/Hora 30/10/2012, 17:21. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Infamous, nova série da NBC que deve estrear em breve no canal, não vai mais se chamar Infamous. A emissora americana acaba de trocar o nome do seriado que, agora, recebe o título de Deception. Essa não é a primeira vez que o projeto tem a nomenclatura trocada, já que, inicialmente, ele seria chamado Notorious.

Mas, ao que tudo indica, o novo nome é definitivo, pois o canal deve começar a divulgar a série nas próximas semanas.

Deception vem sendo descrita como um “novelão” e conta a história de uma detetive (Meagan Good) que investiga o assassinato da melhor amiga de infância, a herdeira da poderosa família Lawson.

No elenco, estão os atores Tate Donovan (The O.C.) e Victor Garber (Alias), co-protagonistas, além de Neil Jackson (Blade: The Series), Katherine LaNasa (Two and Half Men), Laz Alonso (Breakout Kings, Avatar) e Ella Rae Peck (Gossip Girl).

A produção do novo projeto fica por conta de Gail Berman (Alphas), Lloyd Braun (Alphas) e Gene Stein (The Cape), juntamente com a também roteirista Liz Heldens (Mercy).

Deception acaba de ter sua data definida para estrear: 7 de janeiro de 2013.

Com informações do Deadline.

NBC divulga novas datas para 2013, ‘Community’ retorna

Data/Hora 30/10/2012, 17:18. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Os fãs de Community já podem parar de roer as unhas. A NBC anunciou, hoje, a data de estreia da quarta temporada da série de comédia: 7 de fevereiro de 2013, uma quinta-feira.

A notícia foi dada pela atriz Yvette Nicole Brown (que interpreta a Shirley Bennett na história) via Twitter.

 

A atração fica com o horário de 30 Rock, cuja temporada final termina em breve. Vale lembrar que o quarto ano de Community terá treze episódios e marca a saída do showrunner Dan Harmon do programa.

Outras séries do canal NBC também tiveram seus horários anunciados ou alterados.

Parks and Recreation também será exibida no dia 7 de fevereiro, logo após Community. Deception, anteriormente chamada Infamous, estreia dia 7 de Janeiro de 2013. 1600 Penn, nova comédia estrelada por Bill Pulmann (Independence Day) e que se passa na Casa Branca, começa a ser exibida em 10 de janeiro. Ready for Love, comédia de relacionamento de Eva Longoria, estreia em 31 de março.

O quarto ciclo do The Voice retorna antecipadamente, nos dias 25 e 26 de março. O sucesso Revolution, que entra em hiato em Novembro, também volta à TV mais cedo, dia 25 de março. The Biggest Loser começa nos dias 6 e 7 de janeiro.

Smash retorna em 5 de fevereiro, uma terça-feira, quando a temporada atual de Parenthood já terá terminado. A volta de Smash tem a participação especial da cantora e atriz Jennifer Hudson (Dreamgirls). O episódio, que já seria especial por si só, ainda ganha outra novidade: terá duas horas de duração

The Celebrity Apprentice vai ao ar a partir de 3 de março e Betty White’s Off Their Rockers retorna em 8 de janeiro.

Com informações do TV Line.

Kim Cattrall interpreta “mulher de meia idade” em nova série de comédia

thumb image

A Samantha Jones, de Sex and the City, tem novo emprego. É que a intérprete da personagem, a atriz inglesa Kim Cattrall, acaba de fechar acordo com duas produtoras canadenses para produzir e estrelar uma nova série de comédia.

O projeto é inspirado no seriado britânico Sensitive Skin – que foi ao ar entre 2005 e 2007 no Reino Unido – e segue a vida de uma mulher que vive a famosa crise da meia idade. Apesar de estar conservadíssima, Cattrall tem 56 anos e deve se encaixar bem ao novo papel.

O programa vai ser produzido pela Movie Central e The Movie Network, do Canadá, mas também deve ir ao ar nos Estados Unidos. Inicialmente, Cattrall negociou o projeto com o canal HBO.

O ator Don McKellar (Odd Job Jack, Slings and Arrows) está cotado para integrar a atração. Detalhes sobre o personagem dele, no entanto, não foram divulgados.

Bob Martin (Slings and Arrows) escreve o roteiro da adaptação e McKellar, que também é diretor, fica responsável por direcionar os seis episódios que foram encomendados. Cattrall, McKellar, Martin e Henry Normal (Ganin & Stacey) são, ainda, os produtores-executivos, em parceria com o produtor da série original, Hugo Blick.

Assista a um trecho da versão britânica abaixo:

Com informações do Deadline.

Dexter – Swim Deep

Data/Hora 30/10/2012, 15:26. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Quem está com dó do Dexter levanta a mão o/

Imagina uma treta super tretada. Então, Dexter está bem no meio dela. Gosto de ver o Harry de volta conversando com o Dexter, já que ele é a única “pessoa” que sabe de todos os conflitos, conhece toda a situação e as pessoas envolvidas.

Dexter tem consciência de que Debra não irá conseguir aceitar seu modo de vida, mesmo que ela se esforce, é pedir muito dela. A cena de Deb surtando no elevador mostrou muito bem isso: ela tem que lidar com uma situação muito mais complicada do que ela pode suportar. Acho que até no fim da temporada, ou ela se demite da polícia e vai embora ficar longe de Miami, ou ela entrega o Dexter. Acho que a primeira opção é mais fácil de acontecer.

Continuando, agora Dexter sabe que Louis está morto. Mas ao invés de ser um alívio para a sua lista de problemas, ele acabou ganhando um inimigo pior ainda: Isaak Sirko. Só agora ele sabe que a máfia russa está atrás dele e que o chefe bonecona não vai sair do pé dele tão cedo. Acho Sirko um ótimo personagem: sempre sentado com as perninhas cruzadas, aquele monte de anéis nos dedos, bebendo vodka e cara de poker face. Praticamente um Steven Seagal!

E graças ao Masuka, Deb fica sabendo que Laguerta está remexendo o caso Bay Harbor Butcher. Laguerta até hoje não acredita que foi o Doakes e agora pode se apoiar nas teorias do Lundy. Mas ainda bem que Deb se infiltra nas investigações para livrar a cara do irmão.

Deb acabou levantando uma questão que eu não tinha pensado ultimamente: o propósito de Dexter é só matar os caras que saem impunes da justiça? Porque nas últimas temporadas ele faz exatamente ao contrário, oculta e manipula as provas da polícia para os criminosos saírem ilesos da justiça e se tornarem suas novas vítimas. Está aí uma grande contradição. O ego de Dexter faz com que ele traia o código de Harry e faz dele um criminoso e não a “mão esquerda da justiça”. Debra não consegue aceitar que o irmão atrapalhou o trabalho da polícia para ele dar conta dos assassinos. Quando a gente pensa que eles estão se entendendo, aparecem mais problemas e dá pra perceber que Deb nunca mais vai confiar no irmão.

Gostei muito da cena de Sirko esperando na sala da casa, com aquele monte de ferramentas para torturar e matar Dexter. Ele sempre demonstrando ser um cara paciente. Muito divo! Mas confesso que achei meio forçado aquela parte de ligar pra própria casa passando as coordenadas do restaurante. Sério, quem faz isso? Sirko foi muito bobo em acreditar na armadilha. Apesar de que eu acho que o mafioso curte esse jogo de gato e rato. Ao contrário de Dexter, Sirko sabe esperar a hora certa e é bem mais paciente.

Outra coisa que me deixou com o pé atrás foi a história do bar colombiano. Na boa, Dexter entra sossegado no bar e os malucos nem ligam, ele consegue escapar por uma janela MINÚSCULA e quando Isaak entra no bar, consegue matar os três colombianos! Super cena estilo Matrix desviando das balas. Esse cara saiu do patamar Steven Seagal para Chuck Norris. Mítico.

Acho que nessa temporada estão tentando resgatar bastante a épica quarta temporada. Semana passada tivemos a banheira de sangue e nesse episódio, a cena de Isaak entrando na delegacia encarando Dexter me lembrou MUITO o Trinity no episódio “Hello Dexter Morgan”. Ah, a inesquecível quarta temporada. Último comentário sobre Sirko: ele ainda não deixou claro sua relação com Viktor, então a minha teoria sobre os dois serem um casal gay ainda está de pé. Dexter da diversidade.

Gostei muito da evolução da Hanna McKay. Ela passa de personagem secundário sem graça para jovem-sexy-assassina juvenil. Dexter analisa os corpos e percebe que Wayne Randall levou a culpa por todos os assassinatos sendo que Hanna foi responsável por algumas mortes. Provavelmente Dexter vai deixar tudo como está e inocentar Hanna, já que quando Deb pergunta se ele tema alguma novidade sobre o caso do Wayne, ele nega. Está rolando um clima entre Dexter e Hanna, os dois perceberam que cada um esconde alguma coisa. Gostei do diálogo sobre o primeiro cadáver de cada um, acho que foi ali que um se identificou com o outro. Gosto quando Dexter tem um “cumplice” feminino, só não entendo porque elas sempre são loiras. A única morena que apareceu na série era louca de pedra, saudades Lila!

Fiquei com dó do Batista. Ele vai todo contente falar da teoria dele que o barman não se matou e foi tudo armação dos Koshkas para fechar o caso do Viktor. Daí Debra dá uma tesourada no cara. Lembro como se fosse hoje quando Deb foi falar com Laguerta do caso da prostituta morta e a chefe a manda esquecer disso, porque o Matthews estava envolvido. E hoje é Deb quem está assumindo o papel de Laguerta para preservar o irmão.

A única coisa que eu não gostei do episódio foi a parte em que Quinn aceita o suborno dos Koshkas. Sério, aquele lenga lenga dele com a Nadia já está um pé no saco e agora pra piorar, ele começa a aceitar grana dos caras da Fox Hole? Esse Quinn é só decepção. Pra quem um dia quase se casou com a Debra, ele decaiu lindamente na série.

Outra cena que gostei bastante foi o diálogo entre Dexter e Deb no quarto do hotel. Mesmo com todos esses problemas cabeludos acontecendo, um ainda se preocupa com o outro e gosta de lembrar os bons momentos da infância. Mas o diálogo final de Deb descrevendo os dois quando crianças, e ela correndo atrás do irmão sem nunca conseguir alcança-lo fechou o episódio perfeitamente. Porque não adianta, por mais que ela tente correr atrás do irmão, ele sempre está à frente dela e ela nunca irá conseguir pegá-lo.

Castle – Probable Cause

Data/Hora 30/10/2012, 11:41. Autor
Categorias Reviews

thumb image

No final da review de Murder, He Wrote, eu falei que Probable Cause prometia, e muito. Arrisquei-me a dizer que Castle e Beckett passariam por muitos problemas, poderiam ver seu relacionamento estremecido, mas que terminariam juntos. Bem, eu acertei. Em termos. E confesso que não imaginava que o nível do episódio seria tão alto, que 3XK seria o culpado pela prisão de Castle, e muito menos que Caskett sairia tão fortalecido dessa.

Confesso, ainda, que meus acertos vieram sem muito mérito. Vejam bem, era óbvio que Castle não era o culpado. E nós, telespectadores, não precisávamos ser gênios para saber isso. Nos restava, então, tentar imaginar porque ele era suspeito. Eu comprei a ideia de que um descuido havia sido o responsável pela impressão digital no apartamento da vítima. Mas novas evidências contra Castle surgiam em velocidade assombrosa. A visita à joalheira, a troca de e-mails com a vítima (indicando um AFFAIR, pasmem), o livro que retratava a cena da morte da mulher, as finanças de Castle e a compra do brinco, a ausência de álibi. Tudo apontava Castle como o assassino, e as provas eram robustas.

E eu logo pensei que Castle estava, sim, na joalheria, mas comprando algo para Becks. E não conseguia compreender porque ele estava mentindo sobre aquilo. Até cogitei que ele não quisesse entregar o relacionamento deles, mas naquelas circunstâncias era mais do que desejável colocar todas as cartas na mesa. Não que eu duvidasse de Rick. Tinha certeza que haveria uma explicação para tudo, mas achei que ali, pontualmente, ele estava mentindo. Outra possível mentira que cogitei era quanto à Castle conhecer a vítima. Ele realmente poderia ter tido um affair com ela – NO PASSADO – e nem recordar da moça, tamanha a quantidade de mulheres que passa na vida do escritor. Enfim, eu achava que alguma mentira Castle estava contando. Eu não poderia estar mais enganada.

E o episódio foi brilhantemente construído pra que tudo que pensávamos em um minuto se desconstruísse no seguinte. Foi genial, maravilhoso. Quando 3XK apareceu, eu fiquei estupefata. Demorei uns segundos pra perceber o que aquilo significava. E o serial killer não apenas apareceu para desafiar Castle. Ele contou seu plano genial de vingança. Mandar Castle para a prisão, na qual ele seria morto. E fazer Beckett padecer de culpa, já que ela não teria impedido sua prisão. Sofrimento potencializado.

O serial killer, que apareceu pela primeira vez em 3XK (o 6° episódio da 3ª temporada), guardou ressentimento dos detetives e, especialmente, de Castle. Sua vingança em relação à Ryan já havia vindo, de certa forma, em Kick The Ballistics, o episódio no qual um crime é cometido com a arma que Ryan perdeu para o assassino (e que foi bem decepcionante, a propósito). Contudo, a vingança de agora chegou a um novo nível. Tyson seguiu Castle, invadiu sua privacidade (viu o que aconteceu entre Always e After The Storm, se é que vocês me entendem), armou, plantou provas, manipulou. Seu plano teria sido perfeito se não houvesse uma grande falha lógica nele: a fé de Beckett em Castle.

Tyson achou que nem Beckett acreditaria em Rick, com tantas provas contra ele. E eu achei que a detetive eventualmente titubearia. Mas não. Becks acreditou em Castle do princípio ao fim. E nem os e-mails “trocados” entre ele e a vítima fizeram ela vacilar. Deu dó ver ela contando para Lanie, ainda que eu tivesse certeza que Castle não faria aquilo com Kate.Cortou o coração ver ela sofrendo, até porque, naquela altura, eu ainda não tinha certeza da convicção dela na inocência de Rick. Achei que ela estava cogitando a traição dele. Meu coração respirou aliviado quando Beckett disse para Castle que a aparição de 3XK era a primeira coisa que fazia sentido até ali. Porque uma vez que Becks acreditasse em Castle, nada a impediria de colocar as mãos no culpado. E assim foi.

O episódio foi uma sucessão de surpresas e sustos. Quando Tyson apareceu para falar com Castle, fiquei pasma. Quando percebi que os policiais que levaram Castle não eram realmente policiais, quase surtei. Achei que a partir dali a corrida seria contra o relógio para achar Rick com vida. Logo, tive uma grande surpresa quando Beckett o encontrou livre e contente na biblioteca. E preciso dizer que quase parti dessa vida na cena da batida dos carros? Eu já estava relaxada, achando que tudo tinha acabado e aí o maior susto.

A cena final foi eletrizante. Kate, completamente badass, olhando para Tyson com um olhar mortífero, e descarregando a arma nele. Até relevei o errinho de principiante de se aproximar do carro com tanta certeza da morte dele. E Castle, depois, liberando todo seu “instinto assassino”, que pela primeira vez foi exercido através de uma arma, e não de uma caneta – e relevei também o fato da insanidade de atirar em Tyson com Becks tão próxima.

Pra mim, é óbvio que Tyson não morreu. Ainda veremos 3XK novamente, como bem observado por Castle. Ele saiu publicamente dos holofotes, e a polícia não vai mais procurá-lo (Kate bateu o martelo). Tudo que ele precisa pra retornar – não espero que seja muito em breve – mais sanguinário do que nunca.

Além do caso magnificamente bem desenvolvido, amei a forma como a interação entre Castle e Beckett foi desenvolvida. Eles agiram de forma madura, se mantiveram fortes perante a adversidade. Demonstraram que o que os une é, sim, amor. E um grande amor. Também preciso dizer que adorei Espo e Ryan apoiando Becks e a tranquilizando quanto ao envolvimento dela com Rick. Além disso, a cena na qual Ryan conta pra Javi foi bem engraçada. Agora, todo mundo já está sabendo. Menos Iron Gates, obviamente. Então, várias situações fofas e engraçadas devem estar por vir. Estou ansiosa por elas.

Gostei muito da postura de Gates também. Ela apoiou Castle sem deixar de conduzir as investigações. Afinal de contas, ela não poderia favorecer Rick abertamente, sob pena de trazer várias consequências desagradáveis pra delegacia. Enfim, muitos acertos em um episódio. MUITOS.

E depois desse episódio lindão, o que devemos esperar para essa quinta temporada? Acho que o desenrolar da história de Tyson não é pra agora, então creio que não o veremos em breve. O mesmo penso da história do senador Bracken. Então só de fillers o restante dessa temporada será feito? Obviamente não. Espero a continuação do desenvolvimento da relação Caskett, que o pai de Castle venha à tona, que os casos continuem em alto estilo. Depois de ontem, ficou muitíssimo evidente que Andrew Marlowe sabe o que está fazendo e, principalmente, o que continuar fazendo, pra continuar mantendo essa temporada 5 estrelas. Então, não estou preocupada. E vocês?

P.S.1: só pra não falarem que eu fiquei tão cega com o episódio que não vi os erros, deixo registrado que (i) houve um erro de continuidade na cena que Castle coloca o café na mão de Kate – ela pega pela alça e na seqüência aparece segurando a xícara por baixo; (ii) a arma de Beckett disparou mais vezes do que o número de balas que ela possui; e, (iii) Castle, que não é um atirador treinado, certamente acertaria Kate, que estava muito próxima à Tyson – nesses casos, a polícia só atira com atiradores de elite. Mas, depois de uma episódio genial desses, o que são essas falhas? Migalhas.

P.S.2: o alívio cômico do episódio, brevíssimo, foi a cena dos sósias. Em meio a tanta tensão, consegui esboçar um sorriso.

P.S.3: no próximo episódio, Castle estará em uma convenção de ficção científica. Quão engraçado isso será?

Criador de ‘Community’ desenvolve nova série de animação

thumb image

Dan Harmon, que está por trás da série Community, da emissora NBC, desenvolve um novo projeto para o canal Adult Swim. Mas, dessa vez, ele não vai precisar escalar nenhum ator para dar vida aos personagens – no máximo, para “dar voz” a eles.

É que Rick and Morty se trata de uma animação de comédia que segue o cotidiano de um inventor que é um verdadeiro gênio e de seu neto, “nem tão inteligente assim”. O canal encomendou dez episódios da série e cada um deles terá meia hora de duração.

O novo programa estreia no final de 2013 ou no início de 2014 e Harmon escreve o roteiro em parceria com Justin Roland. Por curiosidade, a atração é baseada no curta de Roiland chamado The Real Animated Adventures of Doc and Mharti, que tinha como inspiração os personagens centrais de De Volta para o Futuro.

Você pode assistir ao curta-metragem abaixo:

Com informações do TV Line.

Ethan Embry participa de ‘Once Upon a Time’

thumb image

O ator Ethan Embry já participou de diversas série. Grey’s Anatomy, CSI: Miami e Drop Dead Diva são apenas algumas delas. Agora, Embry tem mais um seriado para colocar em seu currículo: ele acaba de ser escalado para participar de Once Upon a Time, série da ABC que recria os principais contos de fadas.

Nada se sabe sobre seu personagem na história, mas é certo que ele aparecerá em Storybrooke – e não na Floresta Encantada, o “submundo” mágico da atração.

Once Upon a Time é transmitida nas noites de domingo na TV americana. No Brasil, o canal pago Sony exibe a segunda temporada da série toda quinta-feira, às 22 horas.

Com informações do TV Guide.

Destaques na TV – Terça, 30/10

Data/Hora 30/10/2012, 10:32. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

A ótima minissérie The Slap está chegando ao final. O Globosat HD exibe, às 22h, o oitava e último episódio, que será focado no jovem Richie. Quem também se despede da TV é The River (no AXN, 21h).

Mas tem estreia esta noite na TV. Na Fox, às 23h15, chega a segunda temporada de American Horror Story. Com o subtítulo Asylum, o show de terror vai se deslocar para um manicômio nos anos 60. Sarah Paulson (Studio 60), James Cromwell (Six Feet Under) e Joseph Fiennes (Camelot) estão no elenco, que tem os retornos de Jessica Lange e Evan Peters, em outros papeis. Antes, Às 22h15, a Fox exibe o episódio 3×03 de The Walking Dead.

Sessão da tarde: The Listener (3×09), às 12h30, na Fox.

Na Warner, 21h30, vai ao ar o episódio 6×03 de The Big Bang Theory.

Na Sony, 21h, episódio 2×15 de Covert Affairs, seguido, às 22h, pelo The X Factor.

No Sony Spin, 22h, episódio 2×05 de Call Me Fitz. Às 22h30, quinto episódio de Archer.

No GNT, às 22h30, Sessão de Terapia (episódio 1×22, Breno – semana cinco).

E nos vemos amanhã!

‘Hell on Wheels’ ganha terceira temporada

Data/Hora 30/10/2012, 09:01. Autor
Categorias Notícias

thumb image

A AMC renovou o drama Hell on Wheels para mais uma temporada, informou o site TV Line. A série teve uma encomenda de 10 episódios na terceira temporada, que deve ir ao ar em 2013.

A segunda temporada da série acabou no dia 7 de outubro e teve uma média de 2.4 milhões de audiência.

Hell on Wheels é ambientada em 1865, no Velho Oeste americano. A série conta a história da construção da primeira linha ferroviária dos Estados Unidos e é estrelada por Anson Mount, que interpreta o ex-soldado Cullen Bohannon.

Também foi anunciado que os criadores do projeto Joe e Tony Gayton vão deixar o comando da série. Quem entra no comando é o produtor, diretor e roteirista John Shiban.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »