As novas séries ‘Black Sails’ e ‘Trooper’ encontram seus atores

thumb image

A nova série o canal Starz, Black Sails, já encontrou sua co-protagonista. A atração, que tem produção-executiva de Michael Bay (Transformers) acaba de contratar a atriz britânica Hannah New (do telefilme Shelter).

A nova série é inspirada no livro A Ilha do Tesouro, do escritor Robert Louis Stevenson, e terá oito episódios. A história gira em torno do Capitão Flint, interpretado pelo ator Toby Stephens (Strike Back) e, como o próprio título sugere, conta as aventuras de piratas e tesouros enterrados em lugares secretos.

Jon Steinber (Really Me) e Robert Levine são os criadores da atração.

Outra série que encontrou parte de seu elenco foi Trooper, do canal TNT. Os atores Alimi Ballard (Numb3rs) e Alex Shaffer (Ganhar ou Ganhar – A Vida é um Jogo) acabam de se juntar ao programa, mas não tiveram seus personagens detalhados publicamente.

A série conta a história de uma mulher (KJ, vivida por Mira Sorvino), mãe de três filhos e divorciada que, tanto no trabalho quanto em casa, foge aos padrões convencionais. O chefe da moça é um homem viúvo e muito mais metódico. A série é produzida por Jerry Bruckheimer (Piratas do Caribe, CSI, The Amazing Race).

Com informações do Deadline.

Dupla de produtores vende duas séries dramáticas para a Fox e NBC

thumb image

Mais dois dramas (um procedural e o outro médico) estão prestes a estrear nas grades dos canais FOX e NBC. É que as emissoras fecharam acordo com os produtores Thompson Evans (Blacklist) e Warren Littlefield (My Generation) para desenvolver duas novas séries do gênero para cada um desses canais.

Night Hunter ficou com a FOX e narra a história de policias infiltrados, que se disfarçam de taxistas enquanto investigam alguns casos na cidade de Nova Iorque. A ABC Studios está envolvida na produção.

Já a NBC se afeiçoou a Max General, que se passa na divisão de traumas de um grande hospital. A dupla fica a cargo da produção dos dois projetos, em parceria com Ann Johnson (The Grubbs).

Com informações do Deadline.

Veja imagens de Joe Manganiello em sua volta a ‘How I Met Your Mother’

Data/Hora 07/11/2012, 21:24. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Que Joe Manganiello estaria de volta à How I Met Your Mother, não é nenhuma novidade. Em agosto, os produtores da série anunciaram que o ator – atualmente parte do elenco regular de True Bloodiria reprisar seu personagem como Brad, amigo de faculdade de Direito de Marshall (Jason Sergel) por dois episódios.

Agora, a CBS liberou imagens de um dos capítulos em questão, The Stamp Tramp, que vai ao ar no próximo dia 19 de novembro, na TV americana.

A primeira vez que o personagem de Manganiello apareceu na história foi na segunda temporada e a última, na quinta. Atualmente, a CBS exibe o oitavo ano da série às segundas-feiras.

Com informações do TV Line.

Bones – The Method In The Madness

Data/Hora 07/11/2012, 18:39. Autor
Categorias Reviews

thumb image

“Há um método nessa loucura”. Você pode até não saber, mas essa frase do dramaturgo Shakespeare faz todo sentido em Bones. Por mais sem sentido que algo possa parecer, há um sentido, um padrão, uma equação e um resultado.

Há realmente um método no modo de fazer a série, o que não é ruim, mas também não é tão bom assim. O método é o formato da série, o que nos faz reconhecer a história. É o que dá a cara do seriado. Quando se foge do método, ou temos um grande episódio ou algo completamente desprezável  O método diminui os risco, mas o que eu me pergunto é se seguir esse método à risca é uma boa opção. Até quando os roteiristas vão ficar preenchendo receitas de bolo?

The Method in the Madness está longe de ser um episódio ruim. Keith Foglesong fez um ótimo trabalho completando as lacunas, e eu, que tanto critico os roteiristas da série, me vi gostando da história, amarradinha como deve ser. O problema é que a série tem a competência para ser muito mais do que normal, ela pode ser extraordinária. E é justamente esse tempero que está faltando. O risco.

Após quase um mês de hiato por causa do campeonato de beisebol americano, Bones nos apresenta um episódio bem feito, no máximo divertido, mas passou longe da empolgação que uma boa série de drama investigativo deve ter. Talvez fosse isso, o método “dramédia” sendo aplicado ao extremo. Faltou um pouco de paixão.

Mas vamos aos altos e baixos!

Altos

Como eu disse? O episódio foi bem amarradinho. Keith Foglesong é um ótimo contador de histórias. Para quem não lembra, foi dele The Pinocchio in the Planter, na reta final da sexta temporada. Ele também assinou o roteiro de quase toda a sétima temporada. Isso fez dele um bom conhecedor da série. Você percebe isso nos detalhes.

Esse é o episódio 147, já imaginou o que é fazer esse tanto de aberturas para a série? Mesmo assim, a criatividade reina na hora de encontrar o pobre cadáver. Lixeiros cantores de ópera? Eu ri com o diálogo absurdo entre os dois. Mas até nos empregos mais insalubres, há de se encontrar um pouco de diversão.

É isso que sempre vejo na equipe do Jeffersonian. Hodgins e Brennan são sempre os mais empolgados. A Cam é muito cuidadosa. Adorei a cena deles mentindo para a Angie sobre as condições do assassinato da vítima, e a chefe com dó a desenhista por causa da reconstrução do rosto.

Foi adorável ver a Brennan interpretando os motivos da “mentira” para a Angela. Isso mostra que ela tem aprendido a vivenciar mais o mundo. Mesmo assim, ela ainda enche todos com os fatos antropológicos. É a Brennan sendo a Brennan.

Fisher nunca foi o squintern preferido de ninguém. Acredito. Mas, nesse episódio, ele foi muito bem aproveitado. O tom macabro da investigação casou muito bem com o humor mórbido. Foi divertido de assistir ele se divertindo, ao menos uma vez, com os ossos e vísceras em suas mãos.

Gostei também da “aposta” sobre a permanência do Sweets na casa de B&B. Pena que a Angela está ganhando até o momento. Gostei da angústia da Angela e do questionamento sobre suas prioridade. Sinto o início de um belo drama para a Montenegro.

Baixos

Não acho realmente que B&B precisam mostrar afeições em público toda hora. Uma relação adulta não é assim. Mas carinho entre quatro paredes, por favor! Por favor! Os dois merecem isso. Sei que um olhar deles é bem mais intenso do que uma rapidinha no banheiro, mas é que já está na hora, ok? Vou desenterrar o Sully e Loira Vagabunda Nº 3 só para lembrar que é possível escrever cenas de amor na série.

Passado isso. Também fico descontente com a falta de aproveitamento das “crianças” de Bones. O pobre Parker foi exilado! Vincent agora é só uma lembrança. Christine então, quando aparece, não faz diferença alguma.

Tenho uma amiga que é louca para ver um dos rebentos sequestrados por um serial killer sanguinolento. Começo a gostar da ideia. Angústia, angústia!

O caso foi chato, a investigação foi intrigante, mas estava na cara que era a ruiva! Na cara! A dinâmica me lembrou um pouco o episódio do Chupacabras. Enfim, enfim.

Sempre reclamo e sempre vou reclamar dos motivos dos crimes. Acidentes, brigas, vingança. Já está tão batido. E o pior! Não consigo ver motivos nos motivos! Bones brinca muito com o valor da vida humana. Ossos são ossos, certo? Não, nem tanto. Ossos tiveram alma, vida, história. Por que então que os casos são tão rasos? É algo para se pensar.

Casais

Sinto falta dos casais de Bones. Só o que digo.

The Method in the Madness

Três estrelinhas para o episódio, pela disciplina e conhecimento de causa. São três estrelinhas pelo bom roteiro, pela interação da turma, e pela dancinha hilária da Brennan. “Não entendo o porquê que meus amigos não apreciavam meus passos de danças na escola?” Nem nós, Bones. Você é natural. Mal posso esperar por um certo episódio em janeiro!

Não consegui encaixar o Sweets nos Altos e Baixos do episódio! Simplesmente não gosto nem desgosto dele. O fato é que ele tem ganhado um tempo de tela considerável, e eu prefiro esse tempo sendo usado pela Angela, Cam, Hodgins ou qualquer outro.  Nâo vi sentido na história do Sweets se mudar para a casa de B&B, não acrescentou nada para a trama. Até o momento, não consigo ver nada de bom. Além do que, qual é o drama de ele ter acabado o namoro? Isso acontece o tempo todo. E foi ele quem acabou.

Como a história do psicólogo foi a principal do episódio, culpo ele pela falta de brilhantismo no roteiro. Mas a cena final será sempre lembrada, então não posso dizer que foi um episódio descartável. Posso entrar na campanha “B&B na banheira”? Porque sim, nós podemos!

Melhor Cena

Precisa explicar? Precisa dizer que ela tem um jeito especial de ser especial? De perder a vergonha e se jogar na brincadeira? Não, né? Ah, se alguém estiver a fim de dançar livremente como a Brennan, a música que tocou no final do episódio foi 20th Century Boy do T. Rex.

 

Então, pessoal, quantas estrelinhas Bones merece essa semana? Também sentem um pouco como eu? O que será que Os Poderosos podem fazer para deixar o show mais atraente?

Até semana que vem! Vejo vocês, Boneheads, no purgatório!

‘Downton Abbey’ ganha data de estreia na TV americana

Data/Hora 07/11/2012, 18:31. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Downton Abbey é uma das séries mais aclamadas do canal britânico ITV. Assim sendo, a gente imagina que o número de fãs com saudade da série, que se encontra em hiato, é gigantesco. Mas essa ansiedade já tem data para chegar ao fim, pelo menos, para os espectadores dos Estados Unidos.

Por lá, a emissora responsável pelo seriado, a PBS, anunciou que exibe a terceira temporada a partir de 6 de janeiro de 2013.

Downton Abbey se passa no século 20 no condado de Yorkshire, na Inglaterra. Mais especificamente, na propriedade da família aristocrática Crawley.

No Brasil, os fãs vão ter que esperar bem mais, já que a Glososat HD transmite o segundo ano da atração a partir de 10 de novembro, às 22h.

Com informações do Vulture.

Ex-Gilmore Girls participa de ‘Bunheads’

thumb image

Que a roteirista e produtora Amy Sharman-Palladino adoro se reunir com o antigo elenco de sua Gilmore Girls (200-2007) não é nenhuma novidade. Já tivemos oito provas disso, quando os atores Kelly Bishop (Emily Gilmore), Rose Abdoo (o mecânico Gypsy), Todd Lowe (Zack Van Gerbig), Alex Borstein (Celine, a tocadora de harpa), Chris Eigemen (Digger), Sean Gunn (Kirk), Biff Yeager (Tom) e Greg Henry (Mitchum Huntzberger) foram chamados para participar de seu seriado atual, Bunheads.

Agora, Liza Weil, que fez a Paris Gellar na série da The WB, vai viver a irmã de Truly (Stacey Oristano) no programa do canal ABC. A personagem, que vai se chamar Milly, não vai ser exatamente a melhor amiga da irmã, já que as duas competem entre si.

A primeira temporada de Bunheads se encontra em hiato, mas retorna no dia 7 de janeiro de 2013 à televisão dos Estados Unidos. A aparição de Weil acontece no dia 14 do mesmo mês.

Outros créditos da atriz incluem Scandal, Private Practice e Grey’s Anatomy.

Com informações do Zap2It.

‘Girl Meets World’, continuação de ‘O Mundo é dos Jovens’, tem primeira sinopse divulgada

thumb image

Boa notícia aos nostálgicos de plantão! A Disney parece mesmo estar levando a sério o projeto de desenvolver uma nova versão de O Mundo é dos Jovens (Boy Meets World), chamada Girl Meets World.

Como o TeleSéries já havia noticiado, o novo seriado se concentraria na vida da filha de Cory (Ben Savage) e Topanga (Danielle Fishel), o casal que encantou o público quase vinte anos atrás.

Novidade mesmo é que os primeiros detalhes sobre o enredo começaram a surgir, sobretudo no que diz respeito à jovem personagem. A filha do casal vai se chamar Riley Matthews e terá 13 anos de idade. Como muitos (pré)adolescentes da mesma idade, ela tem personalidade forte, é extremamente adorável com tudo o que cruza seu caminho, super leal aos amigos e passa a maior parte do tempo contornando os obstáculos que a vida lhe impõe. “Não há nenhuma barreira no mundo dessa menina que pode tirar o brilho do espírito e o eterno otimismo característicos dela.”, diz uma primeia sinopse divulgada.

E olha que um dos obstáculos em questão pode se tratar do irmão mais velho de Riley, o “mandão” Elliot. O garoto, de 14 anos, gosta de mostrar que sabe muito mais da vida do que a irmã mais nova.

Se não bastasse isso, adivinhe quem é o professor de história de Riley, que cursa a sétima série do Ensino Fundamental… Cory, é claro! Para aguentar tantos apuros, a menina conta com o apoio da melhor amiga, Maya, que é o inverso dela: pessimista, mais obscura e menos confiável. Maya nunca conheceu o pai e não gosta muito de estudar, mas enxerga seu professor, Cory, como a figura paterna que não teve. “Quando ela se preocupa com alguém, ela é extremamente magnética para atrair ou intimidar as pessoas ao redor. Ela é tão leal à Riley quanto Riley é a ela”.

A esperada confirmação oficial de que Ben Savage e Danielle Fishel estarão mesmo de volta aos antigos personagens ainda não foi dada. Mas, pelo Twitter, Fishel – a eterna Topanga – disse que ela e Savage decidiram que o Dia de Ação de Graças (comemorado nesse mês de novembro, nos Estados Unidos) vai ser especial esse ano. Sugestivo, não?

O que achou da história? Digna do seriado exibido pela ABC entre 1993 e 2000?

Com informações do Zap2It.

Supernatural – Blood Brothers

Data/Hora 07/11/2012, 14:10. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Vampiratas. É sério isso, produção?

Finalmente Benny apareceu efetivamente em um episódio! No começo, pensei que haveria alguma evolução com Kevin e eles iriam achar alguma pista sobre o garoto, mas não. Eu só espero mesmo que esse menino não fique fora do mapa a temporada toda, aparece no penúltimo episódio e salve o mundo do dia pra noite. Gostei da parte: fechar as portas do inferno, o Santo Graal dos Winchesters.

Achei meio sem sentido Dean sair correndo para ajudar Benny sem ter levado Sam junto. Porque ele tem que esconder o vampiro do irmão? Porque ficar de mimimi e esconder Benny, o que aconteceu no purgatório e o que aconteceu com Cas? Depois falam que mulher que é complicada!

Mas, pior do que ir embora dizendo que ia resolver “assuntos pessoais” foram os flashbacks de Sam. Que boooooooring. Sam eletricista, encanador, marido de aluguel? Ah, por favor né!? Sem contar que essa Amelia tem cara de pastel e é muito sem graça. Todas essas lembranças da vida colorida de Sam são muito chatas, sem contar que ele tem um cachorro chamado cachorro ¬¬’.

Voltando pro Benny, eu até que me simpatizei com ele, mas essa história de Vampiratas não foi muita viagem? Ah, eu faço parte de um grupo de vampiros que persegue barcos, se alimenta e depois naufraga a galera. E sem contar que ele é bonzinho, rouba as bolsas de sangue para se alimentar sem ter que matar ninguém.

Gostei da parte dele ir se vingar do vampiro-chefe que tinha o transformado, mas daí entrou a tal da Andrea na história e tudo ficou com um ar de novelão mexicano. Também achei que o “velho” poderia ter uma cara de badass, não sei porque, mas o cara me lembrou muito aqueles vampirinhos Crepúsculo style. Chateada.

Ter mostrado mais um pouco do que aconteceu com Cas só serviu pra deixar a gente na expectativa. Sabemos que ele ficou um tempo com Dean e Benny no inferno, mas no fundo sabia que não iria conseguir escapar. Eu imagino que Dean tenha tentado até o último momento levar Cas com ele, mas deve ter dado alguma treta muito tensa e ele acabou “ficando pelo caminho”. Não acredito que Cas tenha morrido, talvez ele só esteja esperando um momento certo para aparecer para os Winchesters.

Acho que eles não deviam perder o foco de encontrar o Kevin. Enquanto Sam ficou sonhando acordado, stalkeando a cara de paisagem, poderia ter conseguido alguma pista do paradeiro do garoto. Mesmo se eles não tivessem achado nada sobre o Kevin, poderiam ter apelado para o Crowley, terem sondado o que o pessoal dele estava fazendo.

Sem muitos esclarecimentos, mas de uma forma geral, o episódio explicou alguns pontos que estavam jogados pelos episódios. Pelo menos a gora Benny está devendo alguma coisa pra Dean, será que ele vai ajudar os Winchesters com a saga dos portões do inferno? Mas antes disso, quem viu a promo do próximo episódio já sabe que lá vem mimimi “você escondeu Benny de mim” e “você nãos gosta de ser caçador, volte para sua Amelia”. Oh my dog, paciência!

 

Once Upon a Time – Tallahassee

Data/Hora 07/11/2012, 13:39. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Acredito que de todos os contos relatados em Once Upon a Time, a história do João e o Pé de Feijão é uma das mais próximas da minha infância. Estava muito ansioso para conferir o que Emma aprontaria no castelo do gigante que para mim, foi uma surpresa descobrir que João morreu em plena luta com os gigantes. A pessoa deve ser muito criativa para imaginar em sua cabeça que além de todas as maldições, ainda houve guerras. Não sei se vocês lembram, mas no episódio dedicado a vida do Mr. Gold, foi citado a guerra entre os gigantes, que provavelmente deve ter sido essa.

Adorei a participação do ex-Lost, Jorge Garcia como o único gigante sobrevivente da guerra. Emma já começa a fazer amizades na Floresta Encantada e tenho certeza que essa amizade será de extrema necessidade para um futuro próximo.

Quem aqui não gostou das indiretas do Capitão Gancho que atira a primeira pedra. Tivemos a oportunidade de conhecermos mais o seu gênero pirata e sedutor de ser. Qualquer mulher queria estar na pele de Emma em algumas cenas desse episódio, mas controlem-se, pois o Capitão Gancho está preso com a única mão que lhe resta no castelo do Gigante. Mas sinceramente falando, não acho que Emma tenha feita algo errado. Isso é algo que eu e ela temos em comum. Eu não confio nas pessoas totalmente. Sempre fico um pé atrás. E Emma não o prendeu totalmente, só quis uma pequena vantagem, afinal de contas, Rumple pode ser a pior pessoa do mundo, mas ele sempre é necessário nos momentos de aperto.

Só para não passar em branco, adorei rever a Mulan novamente! Estou muito ansioso para conferir de perto o que ocorreu em sua vida no passado. E falando em passado, o episódio foi dedicado a nossa querida protagonista. Nem sempre Emma foi uma pessoa durona e nesse episódio vimos como a nossa heroína era uma ladra apaixonada. O interessante do episódio é perceber que a Emma do passado e a Emma do presente são duas pessoas totalmente diferentes. E para isso, Emma nem precisou esquecer a memória para mudar. Ela fez questão de esquecer o seu passado para começar um novo futuro.

E finalmente conhecemos o pai do Henry que se chama Neal e de quebra revimos August numa reveladora cena. Nem eu me lembrava daquele baú que ele carregava em sua moto. E para quem achava que ele havia aparecido somente em Storybrooke, eu sempre cogitei a possibilidade de ele estar sondando Emma de longe, apenas esperando o momento certo para manda-la para Storybrooke. De certo modo, eu gostei do Neal, apesar de querer saber mais sobre sua vida. De primeiro instante, ele me pareceu aquelas pessoas que não ligam para as consequências e simplesmente querem viver a vida. E nessas vindas e idas, ele acabou conhecendo Emma. Ambos fazem um ótimo par, mas ainda não sei se ele é o Charming da vida atual de Emma.

Apesar de modo muito breve, o lado materno de Branca chama a atenção a todo o momento, agora que mãe e filha estão juntas. E pela primeira vez, comecei a me simpatizar com Aurora agora que o efeito do sono está começando a lhe fazer efeito e Branca a está ajudando a enfrentar isso. E não é somente ela, Henry também. O gostoso de assistir Once Upon a Time, não é simplesmente as histórias e os personagens, mas as ligações que ocorrem do mundo fantástico com o nosso mundo. Aurora e Henry tiveram o mesmo sonho e por um momento, estiveram conectados. É como se a maldição criassem um quarto escuro e todas as pessoas que um dia foram afetados por ela, fossem enviados diretamente para lá quando estivessem dormindo. O que será que isso significa?

Agora que Emma possui a bússola, elas correram contra o tempo para capturar as cinzas do portal com a Cora. Mas acreditem, Cora é bem pior que Regina. Essa tarefa, não será nada fácil.

Destaques na TV – Quarta, 7/11

Data/Hora 07/11/2012, 12:01. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Confira abaixo os destaques dos canais de TV por assinatura de variedades para esta quarta-feira.

Temos duas estreia nesta quarta-feira. No AXN, 21h, chega Perception, a nova série do Eric McCormack (Will & Grace, Trust Me). Aqui ele é Daniel Pierce, um excêntrico neurocientista que auxilia o FBI a solucionar crimes. A primeira temporada tem 10 episódios. Como vocês devem ter reparado ontem com Last Resort, agora o primetime do AXN é dublado – legendas em português e áudio original, só na reprise do domingo, às 16h.

Já na Warner, 22h, estreia o segundo ano de Person of Interest. Antes, às 21h30, a Warner exibe o episódio 10×04 de Two and a Half Men. Recomendo: Miley Cyrus participa do episódio e está hilária, como uma garota caipira (e muito sexy!) que fala pelos cotovelos. Ah, e Jake está de volta! Clique aqui para continuar a leitura »

Haven – Magic Hour

Data/Hora 07/11/2012, 09:41. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Definitivamente, jamais me perdoarei por não ter percebido que Tommy era o serial killer. Alguém já tinha adivinhado? Ponto para quem percebeu. Essa possibilidade nem chegou perto de existir em minha mente. Que havia algum mistério oculto na vida dele era óbvio, mas assassino em série?! É alguma piada? Até porque eu simpatizo com o personagem: meio moleque, meio brincalhão, meio irresponsável, cheio de
ginga; ele é uma graça! E… um serial killer?! Ainda custo a acreditar. Mas vou partir do princípio de que Tommy Bowen realmente é um assassino.

Se assim for, apenas uma parte do mistério foi revelada. Ainda precisamos descobrir porque Tommy escolhe determinadas vítimas e quem ele está tentando “reconstruir”. E, ainda, qual seu objetivo nisto tudo. A única coisa que me ocorre, é que Tommy esteja tentando reconstruir Arla, a garota com quem Jason Cogan (Colorado Kid ) se casou. Porque outra Audrey seria óbvio demais, se bem que outra Arla não deixa de ser “viagem” demais (minha suposição baseia-se em indícios fracos: o cabelo loiro e o comportamento do serial killer quando seqüestrou Audrey) . E como Tommy pode ter conhecido Jason Cogan? Ou ele deveria ser dez ou vinte anos mais velho atualmente, ou em 1983 seria apenas uma criança.

O próximo episódio pode responder várias perguntas, já que, pelo menos nesta temporada (segundo a relação de episódios em que Tommy aparece), talvez seja a última vez que o detetive/serial killer será visto.

Um pouco mais foi revelado sobre o Colorado Kid. Aparentemente, o rapaz é filho de Sara. Cá para mim, ele é uma criança que Sara levou para o Colorado por algum motivo, ligado aos mistérios de Haven, que ainda virá à tona.

Confesso que seguir os envolvimentos românticos (ou quase isso) do trio principal está ficando meio cansativo. Espero que a possibilidade de Nathan morrer faça Audrey acordar. Mesmo porque, seu envolvimento com Duke não faz sentido: ela afasta Nathan porque o ama e tem medo que alguma coisa ruim aconteça com ele, e se aproxima de Duke porque… ele é descartável? E a única coisa que a pobre Jordan está conseguindo é a rejeição do público, que a vê como uma concorrente de Audrey ao coração de Nathan.

“Romanticismos” à parte. O grande mérito desta terceira temporada, em minha opinião, é o equilíbrio com que os roteiristas têm conseguido construir os episódios. Há um enigma que perpassa toda a trama de Haven, e a cada episódio uma nova peça do quebra-cabeças é apresentada. Isto sem deixar de explorar um novo caso envolvendo um “problemático”, o que, afinal, é a marca da série desde sua primeira temporada; sem deixar também, de desenvolver a relação do trio de protagonistas e ampliar a mitologia da série.

Aguardando Magic Hour (Parte 2), porque mesmo sabendo que dificilmente o mocinho não morre no final, quanto mais no meio da temporada (esperança no óbvio nunca é demais!), não consigo evitar a ansiedade. Afinal, Audrey e Duke terão que se apressar, antes que a hora mágica passe e seja tarde demais para Nathan.

NBC compra duas comédias familiares

thumb image

A negociação de novos projetos na NBC continua a todo vapor. A emissora americana acaba de fechar acordo para dois novos projetos que podem estrear na grade do canal no próximo ano.

F*ck I’m In My Twenties, uma comédia de meia hora é a novo ocupação do produtor Jeff Lowell, agora que sua  Common Law foi cancelada pelo USA Networks. O projeto mistura passado e presente: nos dias atuais, um casal tenta criar os filhos adolescentes. Quando somos convidados a voltar aos anos 1980, conhecemos a vida dos dois quando eles mesmos eram jovens e precisavam lidar com os próprios pais.

Por curiosidade, a série é inspirada em um Tumblr, uma espécia de blog, na Internet. O Fuck! i’m in my twenties pertence à Emma Koening, uma jovem americana de 24 anos, e se tornou popular entre os usuários da rede.

As empresas TBD Prods, Universal TV, Uni TV e BermanBraun estão envolvidas no projeto. Lowell é o roteirista da história e divide a produção executiva com Peter Traugott (Samantha Who?).

Já multitalentosa Kat Coiro (ela dirigiu o filme L!fe Happens e atuou em diversas outras produções) fica, agora, responsável por escrever uma nova série da NBC.

Slouching Toward Adulthood é baseada no livro de mesmo nome de Sally Koslow. A história gira em torno de uma família bagunçada, em que os filhos adultos ainda moram com os pais.

Embora, no Brasil, seja comum que os filhos saim da casa dos pais somente no casamento, nos Estados Unidos, culturalmente, é um pouco diferente. Muitos jovens vão morar sozinhos e conquistam a independência logo após o Ensino Médio.

Coiro é também produtora executiva com a ajuda da equipe da 3 Arts’ Oly Obst & David Miner (30 Rock, Parks and Recreation), além de Christy Fletcher (O Ritual).

Com informações do Deadline.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »