Veja fotos e vídeo do último episódio de ‘Grimm’ em 2012

Data/Hora 12/11/2012, 13:34. Autor
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O ano vai chegando ao fim e algumas séries vão entrando em hiato e deixando órfãos seus fãs pelo mundo afora. Grimm já se despede de 2012 na próxima sexta-feira, dia 16, com o episódio Season of the Hexenbiest.

A NBC já liberou a promo do próximo episódio e algumas fotos das últimas emoções de Grimm em 2012. Quem retorna à série é a personagem Adalind Shade, interpretada pela atriz Claire Coffee. A hexenbiest deve chamar a atenção de Nick, Juliette e Renard, o trio profundamente afetado pelo feitiço que Adalind fez em vingança à Nick.

Confira a promo do episódio Season of the Hexenbiest:

 

Com informações dos sites Youtube e NBC.

Destaques na TV – Segunda, 12/11

Data/Hora 12/11/2012, 10:51. Autor
Categorias TV Brasil

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Olá, confira abaixo os destaques dos canais de TV por assinatura nesta segunda-feira.

Agora tem séries inéditas de manhã e de de tarde na Sony. O canal abre a partir de hoje um novo espaço na grade de programação, e exibe comédias às 10h30 e às 17h30. O novo bloco abre hoje com a estreia de Man Up! Comédia exibida sem sucesso na temporada passada pela rede ABC, a série gira em torno de três amigos adultos e quer fazer humor discutindo o que é ser homem na sociedade atual. No elenco estão Christopher Moynihan (Coupling US), Teri Polo (I´m with Her) e Amanda Detmer (Necessary Roughness). Antes, às 10h e às 17h, a Sony passsa a reprisar a primeira temporada da sitcom Melissa & Joey, série já exibida no Brasil pelo canal Sony Spin.

Tem estreia também no Universal Channel. Às 22h, vai ao ar o piloto de Beauty and the Beast. Inspirada na clássica história dos contos de fada (e também ao drama cult A Bela e a Fera, que fez sucesso nos anos 80), a série gira em torno de uma detetive de homicídios (Kristin Kreuk, Smallville) que ao investigar um caso se depara com um Vincent Keller (Jay Ryan, Terra Nova) uma homem que foi teve seu DNA modificado. Para saber mais sobre a série, leia o nosso preview.

Logo após, às 23h, o canal exibe o episódio 2×07 de Grimm(leia a review).

Na Sony, tem CSI (21h, 13×04), Grey’s Anatomy (22h, 9×04, leia review) e Private Practice (23h, 6×04). No AXN, 22h, episódio 2×02 de Criminal Minds.

Na Warner, 21h30, reprisa o episódio 2×01 de 2 Broke Girls. Mas Arrow é inédito (22h, 1×04, leia a review).

Na HBO, 21h, episódio 3×07 de Treme. No Globosat HD, 22h, episódio 2×04 de The Killing/Forbrydelsen.

No TBS, 18h30, sétimo episódio de Elmiro Miranda Show. No GNT, 22h30, tem Sessão de Terapia (1×31, sétima sessão da Julia).

No SyFy, 23h, episódio 3×07 de Haven (leia a review aqui).

No Sony Spin, às 22h, reprisa o episódio 2×11 de Merlin.

E até amanhã!

Alex O’Loughlin revela nome exótico escolhido para seu segundo filho

Data/Hora 11/11/2012, 22:10. Autor
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O ator Alex O’Loughlin, o Steve McGarrett de Hawaii Five-0, comemora o nascimento de seu segundo filho e revelou no último sábado, dia 10, o nome escolhido para seu mais novo herdeiro. O bebê Lion O’Loughlin nasceu dia 25 de outubro e já ganhou a atenção da imprensa americano devido a escolha exótica de seu nome.

Lion é o primeiro filho do ator com a atual namorada, a atriz e modelo Malia Jones. Os dois já possuem filhos de relacionamentos anteriores, O’Loughlin é pai de Saxon, de 15 anos e Jones é mãe de Spike, de três anos. O’Loughlin não revelou qual foi a inspiração para o nome de Lion.

Com informações dos sites TV Guide e People.

‘Bones’ recebe prêmio especial da cidade de Los Angeles

Data/Hora 11/11/2012, 21:15. Autor
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O seriado Bones, da FOX, se especializou em emocionar seus fãs durantes as oito temporadas em que já está no ar. Agora foi a vez dos atores se emocionarem com a repercussão do trabalho desenvolvido na série. Na última sexta-feira, dia 9, os atores David Boreanaz e Emily Deschanel, os produtores Hart Hanson e Stephen Nathan e boa parte do elenco de Bones participaram de um evento no city council da cidade de Los Angeles, órgão equivalente à Câmara Municipal no Brasil, onde receberam um prêmio de reconhecimento.

Bones chamou a atenção das autoridades com a produção de um episódio especial sobre os veteranos de guerra e com foco especial nos atentados do dia 11 de setembro. A série recebeu o prêmio honroso dias antes da comemoração oficial do dia dos veteranos nos Estados Unidos, que é realizada hoje.

Se você acompanha a série pela programação brasileira, é melhor parar de ler a notícia por aqui. Mas os que estão loucos de curiosidade sobre esse episódio para lá de especial, ele vai ao ar amanhã nos Estados Unidos, às 20h, pela FOX e será intitulado The Patriot in Purgatory.

A história leva os profissionais do Instituto Jeffersonian a identificarem os restos mortais de um provável morador de rua. No entanto, as pesquisas do time de Bones e Booth levam a descoberta de que o morador de rua é na verdade uma das vítimas do atentado ocorrido em 11 de setembro de 2001.

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Segundoa atriz Emely Deschanel o ponto mais importante do episódio é honrar o homem que morreu no atentado terrorista. “Nós percebemos que ele era um herói, um veterano e precisava de um enterro apropriado. Booth lhe dá isso e é muito comovente”, afirmou a atriz que dá vida a Brennan. Para Boreanaz, o episódio é muito intenso. “Quando você lê (um roteiro) dessa magnitude ele se torna um pouco esmagador. Existe um medo de trabalhar nele, porque você quer fazer bem, e existe uma parte de você que não quer fazê-lo porque é muito cedo”, explica o ator que interpreta Booth.

O produtor executivo da série Stephen Nathan foi o responsável pelo roteiro do episódio homenageado e afirmou que em alguns momentos se esquece do impacto que a televisão tem nas pessoas em suas casas. Para Nathan às vezes é possível fazer um pouco mais do que apenas proporcionar entretenimento aos espectadores.

Em The Patriot in Purgatory, cada membro da equipe demonstrará sua ligação com os acontecimentos de 11 de setembro. Booth lembrará do seu histórico como soldado e todos vão trabalhar fervorosamente na investigação do caso. Deschanel revelou que mesmo a sua personagem que normalmente coloca sua humanidade de lado em prol da ciência, não vai conseguir passar ilesa pelas emoções que envolvem a história do episódio.

Em Bones, o militarismo é muito presente em suas mais variadas formas. Começando com o próprio Seeley Booth, um ex franco-atirador no Exército dos Estados Unidos, que já serviu em guerras, como por exemplo a Guerra do Golfo. o personagem é muito patriota  e defende a temática de que, se você tem deveres a cumprir pelo governo, você deve cumpri-los.

Essa ideia emplacou quando Zack (Eric Millegan), um dos estagiários de Brennan, foi chamado para servir ao Exército. O cientista pediu conselho para o agente do FBI, devido a experiência dele nas forças armadas.  Booth, contatou-o pedindo conselhos. Booth o disse que Zack deveria ir, porque não poderia faltar com seus deveres.

A questão voltou a ser pauta do seriado na quinta temporada, quando o próprio Booth foi convocado a servir no Afeganistão.

Confira o vídeo com imagens da homenagem à Bones:

 

Com informações do site TVLine e TV Guide.

Colaboração de Aline Ben e Ana Botelho

‘Beauty and the Beast’ estreia nesta segunda-feira no Brasil. E nós te damos alguns motivos para assistir ao seriado!

Data/Hora 11/11/2012, 21:05. Autor
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Finzinho de domingo e a gente começa a programar a semana, meio ressentido que os dias de folga acabaram. Muita gente vai dizer por aí – ou postar no Facebook – um típico “Eu odeio segundas-feiras”. Não deteste. Pelo menos, não a partir de amanhã. Depois de chegar de um dia exaustivo de trabalho ou de aula, a TV brasileira vai lhe oferecer um dos programas mais bonitinhos da atualidade… A Bela e a Fera, na versão da CW.

É que na noite dessa segunda, 12 de novembro, às 22h, o Universal Channel estreia Beauty and the Beast nos televisores brasileiros. Sim, Beauty and the Beast, aquela série que não é igual Smallville e tem a Fera mais bonita que já se viu. Estranho? Não entendeu nada? Mesmo assim, se acomode no sofá. Nem que for para ler essa matéria.

A partir de agora, o TeleSéries conta para você tudo o que precisa saber antes de decidir se vai ou não dar uma oportunidade ao programa de logo mais tarde. Esse conto de fadas feito para meninos e meninas, românticos e “coração de pedra”. Afinal, Beauty and the Beast é um clássico universal, sem fronteiras.

Conheça a série

Beauty and the Beast é protagonizada por Kristin Kreuk (a Lana Lang, de Smalville) e Jay Ryan (de Terra Nova e a australiana Neighbours). Ryan é neozelandês e Kreuk, canadense.

A versão da CW é um reboot da série da CBS exibida entre 1987 e 1990 na TV americana, estrelada por Linda Hamilton (Weeds, Chuck) e Ron Perlman (Sons of Anarchy, Hellboy). Aqui no Brasil, Rede Globo e Rede Manchete transmitiram o seriado. Mas, enquanto na versão antiga, Catherine Chandler (ou a Bela) era uma advogada de família tradicional – e justiceira, nas horas vagas -, a Cat de 2012 é uma detetive brilhante de Nova Iorque, que resolveu se dedicar à profissão depois que testemunhou a mãe ser assassinada e acreditar que só saiu ilesa porque uma “besta” a salvou dos bandidos. Todos achavam que ela era louca.

O Vincent (a Fera) da CBS tinha um visual parecido com um leão, com garras, pelos e focinho. Já a Fera da CW é uma versão meio “Hulk” do personagem, que só se externiza quando ele é colocado em situações emocionais. Fora isso, apenas vemos um galã com uma cicatriz no rosto – marca que diminui a cada episódio, diga-se de passagem; daqui a pouco, teremos só o galã.

O Vincent de hoje sofreu uma mutação genética pela Muirfield quando se alistou para combater na guerra do Afeganistão. O experimento deixaria todos os soldados mais rápidos, mais fortes e mais sensíveis. Os militares, no entanto, saíram do controle e a organização mandou exterminá-los. Vincent escapou e vive escondido. Foi ele quem salvou Catherine na noite do assassinato da mãe dela. A matriarca, por sua vez, estava envolvida com a Muirfield e foi isso que a levou à morte. Exatamente como e por que, ainda não sabemos.

Semelhanças entre as duas versões

Lá em 1987, a Fera também salvou Catherine, quando ela foi espancada por um grupo de vândalos e teve o rosto todo desfigurado com uma faca. Ele cuidou dela, como o Vincent, de agora, vem cuidando de Cat por quase dez anos (ainda que ela não soubesse!).

Assim como na versão antiga, Catherine tem um pretendente que não é a Fera. Ele é Evan, um charmoso (e britânico) médico legista, interpretado por Max Brown (Spooks, The Tudors).

A moça forma uma dupla no trabalho com Tess, a detetive de Nina Lisandrello (Law & Order). Vale lembrar que, na história original, Chandler sempre contava com “a mãozinha” de Edie (Ren Woods), que trabalhava na Divisão de Computadores e passava informações do banco de dados convenientes à protagonista.

Assim como a antiga personagem, Cat também tem um chefe simpático, que puxa a orelha (ou os freios) quando precisa, mas tem alma caridosa. Nas duas versões, o personagem atende pelo nome de “Joe”. Em 87, interpretado por Jay Acovone. Agora, Brian J. White (Men of Certain Age) ficou com a responsabilidade.

Já Vincent conta com o apoio do melhor amigo J. T. (Austin Basis, de Life Unexpected), que o manteve escondido e abdicou da própria vida há nove anos. Assim como o “velho” Vincent contava com o fiel companheiro “Father” (Roy Dotrice).

Nas duas versões, as “Feras” saem pelas ruas ajudando pessoas desfavorecidas, que iriam ser assaltadas, espancadas. No caso do Vincent de hoje, que é ex-médico, ele presta os primeiros socorros e, depois, o caso cai nas mãos da Cat, que, como já dissemos, é detetive de polícia.

Mas a semelhança mais bonita entre as duas histórias, mesmo, é a abertura.

A (bela) introdução

Quem assistiu à versão antiga e já teve a oportunidade de ver a série atual, sabe que as aberturas dos seriados são bastantes parecidas. Nas duas versões, Vincent e Cat se intercalam em suas falas para apresentar o enredo – e não um narrador ou apenas um dos personagens, como é costumeiro.

Mas, aqui, acontece o inverso. Enquanto em 1987, Vincent apresentava a Cat e a Cat introduzia o Vincent, na versão atual, cada um apresenta a si mesmo.

“Ele me levou para esse lugar para salvar minha vida… E agora, aonde quer que eu vá, ele está comigo, em espírito. E, embora não possamos ficar juntos, nós nunca, jamais, estaremos separados”, dizia Cat no programa antigo.

“Até que um caso trouxe ele para mim. Mas também alertou o grupo que fez o experimento nele. Agora, nós dois estamos em perigo. E a nossa melhor chance de sobrevivência é salvar um ao outro”, reforçam os dois personagens na história atual.

“Tô te esperando na janela”

Se a abertura do seriado moderno é parecida com a antiga introdução, a gente pode dizer o mesmo sobre o final. Em décadas passadas, Vincent quase sempre se encontrava com Catherine na sacada do apartamento dela, para resolver algum assunto pendente. Na versão da CW, os dois personagens sempre terminam sentados na escada de incêndio do flat da moça e, lá, resolvem as eventuais desavenças para, finalmente, se entregarem à amizade um do outro. Sempre com frases lindas e filosóficas, que, não raramente, se encaixam ao mundo real cheio de (verdadeiras) feras em que vivemos.

Diferenças entre as duas histórias

A maior diferença, é claro, está no visual da Fera. Ron Perlman tinha uma caracterização complexa, nenhum pouco próxima da figura humana. E convenhamos que, até sem o firgurino, ele não era exatamente belo. Eis que a CW escalou Jay Ryan – alto, forte, cabelos lisos e compridos, barba por fazer e olhos oblíquos – para interpretar um personagem praticamente sem nenhuma caracterização peculiar. Ainda que o ator jure que passe três horas na cadeira de maquiagem.

Nos dias atuais, por assim dizer, ele também não vive no mundo subterrâneo da metrópole (na versão da CBS, era conhecido como The World Below – ou o mundo de baixo – e tinha toda uma civilização/sociedade formada lá). Hoje, apenas um armazém abandonado lhe serve de moradia para dividi-lo unicamente com J.T. Vincent já foi humano, teve um profissão – de médico – e até uma família. Antigamente, ele atendia pelo nome de Vincent Koslow (como o criador da atração Ron Koslow), agora, ele é Vincent Keller.

Os dois personagens vivem escondidos em seu universo à parte, mas, enquanto a Fera da CBS precisava lidar apenas com a intolerância das pessoas, diante de sua aparência condenada como fora dos padrões, esse, definitivamente  não é o temor do (lindo!) Vincent de agora. Ele teme ser capturado por uma organização secreta dentro do próprio governo americano, que fez a experiencia nele. Por isso, o medo é maior e incessante.

A Cat de hoje também tem um pai rico, mas, ao contrário do imponente homem de 1987, esse praticamente nunca apareceu na história. Ela ajuda as pessoas enquanto detetive, mas é menos justiceira e engajada do que aquela da década de 80. Ela é obcecada em descobrir por que a mãe morreu e isso a torna um pouco egoísta. As duas atendem pelo sobrenome de (Catherine) Chandler.

Demora para engrenar

De todos os episódios exibidos até agora na TV americana, o piloto é o menos envolvente. Ele não mostra a história de verdade, deixa a sensação de que não sabemos a que veio. Em Beauty and the Beast, as coisas acontecem lentamente, já que os dois personagens precisam, primeiro, se conhecer sem pressa. Vincent é uma “máquina assassina”, já relevou o melhor amigo J.T. E, embora a gente só tenha conhecido uma face (literalmente) “fofa” dele, cada vez mais, ele se revela instável.

O fato de não haver um romance arrebatador e iminente entre os dois protagonistas pode ser um problema para vencer cada episódio. Todo mundo quer assistir a um conflito amoroso. A relação dos dois é meio morna e não existe nenhum outro romance no enredo. Mas, ainda que a história não engrene, ela tem um magnetismo, algo que te puxa para ela e faz com que você persista, na esperança de que ela melhore de vez. E melhora. Um palpite? Não desista antes do quinto episódio.

PREVIEWS | Primeiras Impressões – Beauty and the Beast

Por que assistir (ou insistir)

Se Vincent é ex-médico e bonito, você pode pensar: o programa só leva o nome de A Bela e a Fera, a sensação é de que vou assistir outra história de amor qualquer. Pior: outro drama adolescente da CW, em meio a tantos. Engano! Como já foi dito, qualquer tipo de envolvimento amoroso entre os dois personagens não aparece nos primeiros episódios.

Outro aspecto incitante, nesse sentido, é que a morte da mãe da Cat e o experimento do Vincent estão interligados, mas a gente ainda não sabe exatamente como… Só que a matriarca era ligada à Muirfield, a organização secreta. E, segundo os roteiristas da série, em algum momento, a gente vai duvidar se o Vincent gosta mesmo da Cat ou se só está tentando descobrir o antídoto do que fizeram a ele.

Além disso, independentemente de o Jay Ryan parecer uma Fera ou não, a verdade é que a base da história original, aquela que deixava o coração aquecido, foi mantida. A essência de A Bela e a Fera, aquele encanto e compaixão pelo personagem “descabido”, que não se encaixa no mundo, permanece. E você quer entender o que vai acontecer com ele.

No final das contas, a gente percebe que A Bela e a Fera é muito mais que uma história sobre uma moça bonita e um personagem com pelos e focinho. A aura do personagem está ali, vigorosa, independente da caracterização. A Bela e a Fera não diz respeito à aparência, mas à essência de uma das histórias mais bonitas já apresentadas. Que transcende o amor entre um homem e uma mulher e explora todas as margens do companheirismo, da preocupação com o outro, liberta de qualquer preconceito, ainda que causado pelo medo – que Cat deixou transparecer algumas vezes, mas nunca permitiu dominá-la.

Por isso mesmo, não tenha receio de se apaixonar por essa história da CW, que, na semana passada, ganhou até a temporada completa. E, se depois do quinto episódio, você não se encantar de vez, aí sim, pode pegar o controle remoto e mudar de canal… Mas vai ser difícil não se apaixonar por essa Fera! Por dentro e por fora. E por essa Bela também… Um viva às segundas-feiras!

Glee — The Role You Were Born To Play

Data/Hora 11/11/2012, 19:38. Autor
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Glee is back! E voltou com mais um episódio ótimo. Confesso que depois de um hiatus nos primeiros 4 episódios da nova temporada, temi que a série perdesse um pouco de ritmo, o que, para nossa alegria, não aconteceu.

O episódio dessa semana nos mostrou mais uma vez o quão difícil é se adequar à uma nova vida, mesmo que na maioria das vezes quase ninguém encare as coisas do jeito melodramático que Finn às encara. Em The Role You Were Born To Play vários personagens começam a definir o que vão fazer da vida, em meio à audições para o musical Grease que eles estão planejando. E tudo ficou ainda mais interessante porque temos de volta alguns de nossos personagens preferidos: Mercedes e Mike.

Tudo começa quando Artie, em uma última tentativa de motivar Finn, insiste que ele o ajude na direção do musical deste ano. Para reforçar, ele chama Mike e Mercedes para aumentar ainda mais a confiança de Finn, o que é meio complicado. Parece que ele está sempre em crise existencial. E em um dos poucos momentos de confiança, quando ele está enfrentando Sue (que não quer deixar Unique interpretar Rizzo), o garoto consegue sim se impor como diretor e adulto, mas logo depois estraga tudo dizendo que Sue tem um filho “retardado”. Eu tenho sempre esse problema com o Hudson, ele não consegue me fazer gostar dele completamente, ele sempre bagunça as coisas com a sua boca grande.

Falando em Sue, agora que Will vai embora, ela vai ter que encontrar um novo foco para descontar sua raiva, e Finn se entregou na bandeja pra ele. E mereceu. Ela é um personagem genial. É incrível como os produtores podem coloca-la como uma vilã, ou então simplesmente encaixa-la em uma cena onde o humor é preciso pra quebrar o gelo. Um dos personagens que mais se desenvolveu na trama, com certeza é esse. Ela vai voltar à querer acabar com o Glee Club, mas com mais humanidade dessa vez. E Finn vai ter sorte se conseguir sair vivo dessa brincadeira (exagero).

Quanto à Unique, Wade está passando por um momento difícil, e esse sim tem razões para ter uma crise de identidade, ao contrário de Finn. Porém, ainda acho que a história dele nesse episódio foi meio jogada, e que ele chorar dizendo que não se sente bem no vestiário masculino foi estranho. Acho que o Alex tem uma voz linda, e que o personagem dele é um personagem interessante, mas sua atuação, na minha humilde opinião, não é muito boa.

Além de Finn e Wade, quem também está passando por uma fase difícil é Blaine. E a culpa é toda dele. Depois do episódio com traição, Kurt não atende mais suas ligações e nem a oportunidade de estrelar o musical da escola o fez ficar mais animado. Blaine se recusou à interpretar Danny, deixando assim a brecha para os novos personagens terem sua chance de brilhar.

E brilharam. Destaque mais uma vez para a Melissa Benoist que toda vez que aparece em forma de Marley faz meu coração se encher de amor. Marley conseguiu o papel de Sandy, mesmo tendo como concorrente a sem sal Kitty. Sério, não consigo ver graça no personagem. É quase como se ela estivesse lá porque uma série colegial sem uma garota má e irritante não existisse. E não existe mesmo. Então agora já sabemos o motivo qual Kitty está em Glee.

A competição para ver quem ficaria com o papel de Danny ficou por conta de Jake e o novo personagem Ryder. Ryder é o típico Finn. Garoto esforçado, de bom coração, adora futebol, mas não consegue tirar boas notas. Foi observando isso que Finn o convidou para os testes do musical. Jake, que só foi fazer os testes porque ficou com ciúmes da Marley com o garoto novo, fez um número com Kitty, mas não conseguiu o papel principal.

Então, o elenco do musical ficou assim:

Em meio a tudo isso, Will e Emma estão sofrendo com as decisões que tem que tomar. Por mais que ame o Will, Emma não quer ir pra Washington e largar os seus alunos em Ohio, e Will no começo não entende isso. Eles até recorrem à treinadora Beiste, que tentar ajudar os amigos.

Quem passou por momentos de tensão também foram Mike e Tina. Eles terminaram, mas são tão fofos que quero eles namorando de novo nesse exato momento.

Como já imaginávamos, Will convidou Finn para assumir o posto de professor do Glee Club, já que pra isso não precisa de diploma. O episódio acabou sem a resposta do Hudson, mas é óbvio que ele vai aceitar. E espero que aceite sem mais uma crise.

E bom, Rachel não apareceu nesse episódio, e por mais que eu goste dela, não senti falta. Só fui me lembrar dela quando já estava no meio dessa review. E achei isso muito bom. Um dos meus maiores medos em relação à essa temporada era que nada ia dar certo sem que a Berry estivesse no meio, e esse episódio pós hiatus só serviu para me mostrar o quão equivocados foram as minhas inseguranças sobre a nova fase da série. Como Gleek, só desejo vida longa à esse Glee que melhora mais a cada semana.

Setlist do episódio:
Hopelessly Devoted To You (Blaine)
Blow Me (One Last Kiss) (Wade e Marley)
Juke Box Hero (Finn e Ryder)
Everybody Talks (Kitty e Jake)
Born To Hand Jive (Mercedes, Marley, Jake e Ryder)

The Voice Brasil – Semifinal I

Data/Hora 11/11/2012, 17:04. Autor
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O programa de hoje foi o primeiro programa ao vivo, com votação do público. Também foi o primeiro das semifinais. E Leifert foi logo avisando que a decisão final se dará em 16/12, e que o vencedor levará R$ 500 mil, mais um contrato com a Universal Music, gerenciamento de carreira e um Citröen C3.

E tudo começou com uma rápida retrospectiva, que logo deu espaço para uma apresentação de Lulu Santos com Erasmo Carlos. Os dois cantaram Minha fama de Mau (de Roberto e Erasmo Carlos). Musicalmente falando, foi tudo muito bom. Mas confesso que não gostei da forma de exibição das imagens, do corte e troca de câmeras. E após Leifert explicar as regras (3 competidores pra cada time, um salvo pelo público e outro pelo técnico), os embates começaram.

No Team Lulu Santos, Thais Moreira abriu os serviços com Humilde Residência, hit de Michel Teló. O áudio estava um pouco baixo, e a apresentação me pareceu mais curta que as demais. Os dançarinos meio hip hop, rap, a abertura da música e o encerramento meio sambinha deram um tom meio eclético pra apresentação. Na sequência Késia Estacio cantou Listen, da Beyoncé. Novamente o áudio foi bem baixo. Na introdução da música não dava nem pra compreender o que ela estava cantando. A música mostrou o potencial vocal de Késia, embora não tenha achado a escolha mais apropriada. Lulu chorou, falou da Késia, o que de certa forma indica um favoritismo pela menina, já que de Thais ninguém falou (a propósito, antes dos resultados, ninguém falou de ninguém. Só dela). Marquinho, OSócio cantou Gostava Tanto de Você, Tim Maia. Bem a praia do OSócio, que fez uma boa apresentação. E com todos no palco, Késia foi anunciada com 42% dos votos do público. Lulu escolheu Marquinho, e Thais se despediu do programa.

Depois do intervalo, o time que competiu foi o de Claudinha. Gustavo Fagundes começou os embates cantando Fast Car. Ele claramente se sente a vontade cantando em inglês. Mas eu acho que ele deveria apostar em músicas nacionais. Ainda assim, foi uma boa apresentação. Só não acho que ele seja o melhor candidato do programa, A VOZ. Ju Moraes cantou Samarina lindamente. A voz dela é uma delícia. Arrisco a dizer que foi a melhor apresentação do dia. Já Breno cantou I Have Nothing, da Whitney Houston. Foi a melhor apresentação dele no programa, mas passou longe de ser uma apresentação memorável. Escolheu mal a música, cantar Whitney realmente não é pra ele. E por isso o público escolheu a Ju Moraes, com 51%; e Claudinha, bastante comovida e enrolona, sob pressão de Leifert, escolheu Gustavo.

Na sequência, Brown cantou com Margareth Menezes. Foi muito interessante o dueto, mas Claudinha e Lulu roubaram a cena, dançando. Pelo Team Brown, Ellen Oléria cantou Um Móbile no Furacão, de Paulinho Moska. A voz dela é lindíssima, mas creio que a escolha musical não foi a ideal. Nessa fase, escolher alguma canção mais popular ajudaria com o público. Ainda mais numa disputa tripla tão acirrada. Só que a voz dela é tão linda e potente que isso não fez diferença nenhuma. Mira Callado escolheu Simples Desejo. E se o figurino da moça foi realmente pavoroso, o mesmo não se pode dizer da apresentação, embora eu ache que ela também tem potencial para mais. A última competidora do time, Karla da Silva, escolheu Los Hemanos, Samba a Dois. Ela fez uma apresentação realmente bacana, acho que foi a escolha musical mais apropriada das três competidoras do Team Carlinhos. E a apresentação teve a participação especialíssima de Carlinhos de Jesus. O público escolheu, acertadamente, Ellen Oléria, com 46%. E Brown escolheu Mira, outra grande voz. Fim de linha para Karlinha, que também canta muito. “Pena” que o time de Carlinhos é tão alto nível. No time de Daniel, por exemplo, ela teria lugar certo.

O último time foi o de Daniel (o mais fraco pra mim, sinceramente). Vinny Brito cantou Se eu Quiser Falar com Deus, de Gilberto Gil. A música mostrou o potencial vocal do candidato, em uma apresentação bem intimista. Mas passou longe de ser A apresentação. Junior Meirelles Todos Estão Surdos/Eu Estou Sempre na Minha. Foi uma apresentação pra cima, muito boa. Mas teve bastante instrumental, o que diminuiu o tempo de Junior cantando. O fato é que todo mundo sabe da competência do rapaz, então isso acabou não fazendo diferença. Danilo Dyba cantou Cor de Ouro. Uma pegada bem sertaneja, a praia do rapaz. E pro gênero, ele canta bem. O escolhido do público, com 43%, foi Meirelles. E Daniel escolheu, naturalmente, Danilo. Fim de programa pra Vinny, que realmente não canta tanto assim.

No geral, achei o programa bem corrido. As apresentações foram bem curtinhas, e a votação foi corrida mesmo. Tiago mesclou bons e maus momentos, com preponderância desses últimos. Não acho que ele seja essa Coca-Cola toda, como dizem por aí. E faltou um pouco de comando, já que as interações dele com os técnicos não foram muito bem sucedidas. As intervenções da Dani foram bacanas, mas tomaram um tempo desnecessário do programa. E serviram só pra incentivar o público a interagir com as redes sociais do programa, porque no quesito criar empatia com os competidores elas falharam miseravelmente. Gostei dos elementos cênicos colocados no palco, os cenários trocados rapidamente. E a banda do programa esteve muito bem. Contudo, eu esperava apresentações melhores. Muitos dos candidatos tinham potencial pra bem mais, então acabei o programa um pouquinho decepcionada.

Ju Moraes, com 51%, foi a favorita do público e chega forte nas finais. Ela merece, porque realmente canta muito. Mas tem muita gente que pode desbancá-la nos próximos domingos. Confesso que fiquei um tantinho chocada com as escolhas do público. Achei as 4 acertadas. Será que isso indica que finalmente os brasileiros estão dando mais valor à voz e à tecnica do que à história de vida e “ao rostinho bonito”? Torço para que sim.

No domingo que vem tem mais semifinal, com mais 12 candidatos se apresentando. Torço pra que as coisas só melhores.

Grimm – To Protect and Serve Man

Data/Hora 11/11/2012, 15:05. Autor
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“A besta era a personificação do chamado da natureza e algumas naturezas são ouvidas para a sua própria destruição”.

Depois do excepcional episódio anterior, The Hour of Death, era difícil To Protect and Serve Man conseguir seguir no mesmo nível. Apesar disso, todo bom fã que acompanha os últimos episódios de uma série antes de seu hiato espera momentos inesquecíveis reservados para os últimos momentos. Grimm até tentou, mas o episódio dessa semana passou longe do ritmo apresentado na telinha da NBC na semana passada.

To Protect and Serve Man teve seus méritos, sua história foi interessante. Sete anos após prender um homem Hank vê a execução do prisioneiro próxima de acontecer, mas lembra que na época o suspeito disse ter apenas se defendido de homens que tentavam comê-lo. Anos depois, com um parceiro Grimm e várias criaturas wesen na redondeza, Hank teve uma outra perspectiva sobre o caso. Claro que Nick topou na hora ajudar o amigo, mas para descobrir e provar a inocência do preso, Craig Ferren, eles precisavam de muito mais do que apenas descobrir que a “vítima” era um wesen.

A suposta vítima não era qualquer wesen. A criatura é conhecida como “Wendigo”, quem acompanha a série Supernatural deve ter se deparado com um ser muito parecido no segundo episódio da primeira temporada da série, Wendigo. Wendigos são seres canibais e a sua história tem origem na mitologia do povo indígena da América do Norte. Segundo a lenda são seres antes humanos que se tornam assim após passarem fome e precisarem comer seus próprios companheiros. No mundo de Grimm percebemos que eles são realmente muito feios, guardam os restos mortais da suas vítimas em casa, são fortes e proporcionam cenas horripilantes como a preparação de sopa de pé. Quem nunca?

Hank e Nick logicamente foram até o “awesome” trailer do Grimm para pesquisar mais sobre a criatura e descobriram um recorte de jornal sobre um conhecido serial killer americano chamado Jeffrey Lionel Dahmer. Dahmer viveu entre 1960 e 1994 e assassinou 17 homens e garotos entre os anos de 1978 e 1991. Seus crimes eram assustadores, envolviam estupro, necrofilia e canibalismo. Dahmer foi preso em 1991, condenado a 957 anos de prisão, mas acabou assassinado na cadeia por outro preso em 1994. Conhecendo sua história é possível acreditar, assim como os ancestrais de Nick, que Wendigos existem e Dahmer era um deles.

Gosto muito dessas relações históricas com o enredo do seriado. No entanto, apesar da riqueza de informações o ritmo das cenas foi lento, ou era eu que estava com muito sono? Difícil ter certeza, mas sempre acho que ótimos episódios nos deixam bem acordados e sem conseguir piscar os olhos. Nesse quesito To Protect and Serve Man ficou devendo.

Uma das cenas mais interessantes foi a entrada de Nick e Hank no presídio infestado de wesens, até o Grimm ficou com medo e Hank nem quis saber o que o amigo estava vendo. Outra cena me deixou intrigada, na primeira aparição do capitão Renard neste episódio ele aparece usando um anel muito parecido com uma aliança na mãe esquerda. Sendo que ele mora sozinho e nunca percebi referência a uma companheira, ou enxerguei mal ou o anel pode significar uma outra coisa.

Novamente Renard não parece tão malvado assim, apesar de obcecado por Juliette ele está realmente tentando se livrar desse sentimento. Depois de aparecer de ressaca no início do episódio ele liga para Juliette e convence a moça a ir até a loja de Monroe. Obviamente Juliette não imaginava que ia encontrar com um dos melhores amigos de Nick e principalmente que iria sucumbir à atração por Renard e os dois se beijarem bem na frente do blutbad. Parece claro porque Juliette já apareceu em uma próxima cena contando a Nick que gosta de outra pessoa, vai ser difícil Monroe não contar à Nick o que aconteceu.

Juliette está definitivamente intrigada com a mordida do gato e sua obcessão repentina por Renard. A moça pesquisou na internet e indagou Nick, mas o Grimm teme contar novamente a verdade para a moça. No atual estado das coisas acho que Nick deveria levar Juliette para conversar com Monroe e Hank e esclarecer a verdade. Se ela pirar mais um pouco e não acreditar em nada, ainda assim a situação da vida pessoal de Nick não deve ficar pior do que já está.

Enquanto sua vida pessoal se transforma no próprio caos, o Grimm parece estar sendo rodeado de bons parceiros e possíveis apoiadores. Nick e Hank podiam recrutar Ferren, afinal ele matou um Wendigo e deixou outro bem machucado, seria um ótimo acréscimo ao time de Nick. Outro personagem com potencial de ser reaproveitado é a promotora que está concorrendo a prefeitura de Portland. Hank e Nick já estreitaram relações com a possível futura comandante da cidade e isso também é outro ponto a favor da dupla de detetives.

O próximo episódio de Grimm chamado Season Of The Hexenbiest deverá contar com o retorno de Adalind e dessa forma já prevemos alguns desdobramentos em relação ao triângulo amoroso entre Juliette, Nick e Renard. As expectativas estarão lá em cima, é o último episódio do ano e Grimm precisa/deve lançar na audiência um feitiço parecido com o que Juliette recebeu e deixar todo mundo encantado e obcecado pelo retorno da série.

Confira o vídeo promocional do último episódio de Grimm em 2012:

 

Grey’s Anatomy – Beautiful Doom

Data/Hora 11/11/2012, 14:03. Autor
Categorias Reviews

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Que delícia de episódio! Amei cada momento, cada fala, cada cena, cada tomada. Fico a cada episódio mais impressionada com o trabalho que Shonda Rhimes e sua equipe de roteiristas vem fazendo desde a 8ª temporada. Se a 6ª e a 7ª tiveram muito mais episódios ruins e medianos, o mesmo não se pode dizer da temporada passada e da atual, nas quais só procurando muito conseguimos desgostar de algo (à exceção daqueles que detestaram Flight e Going Going Gone).

Beautiful Doom foi centrado nas minhas duas personagens favoritas. Mer e Yang. Na verdade, foi como uma homenagem à linda amizade das duas, e nos reafirmou que sim, será assim pra sempre, não importa o que aconteça.

Desde o piloto a relação de Meredith e Yang foi muito bem construída. A conexão entre as duas foi quase que instantânea, e muito forte. Elas passaram por muita coisa juntas. Mer viu Yang quase morrer. Yang viu Mer quase morrer – mais de uma vez. Meredith foi com Cristina na lua de mel, após a amiga ser abandonada no altar. Yang ajudou Meredith a cuidar de Zola, quando Derek saiu de casa. Inúmeras vezes, Yang ficou, literalmente, entre Derek e Meredith, na cama. Uma já salvou o marido da outra. Elas são as gêmeas esquisitas. Elas rompem, elas reatam. Elas se confortam com um olhar. Elas estão juntas mesmo há muitos quilômetros de distância. Elas são a “person” uma da outra. E isso significa muito.

Nesse episódio, as duas atendentes exorcizaram seus próprios demônios. Gostei muito da forma como a trama foi construída, separadamente, mas interligada. Foi lindo ver que tanto Mer quanto Yang buscam o apoio, a concordância e a aceitação uma da outra. E gostei muito da forma que o episódio foi filmado, com a tela dividida em algumas cenas, o áudio modificado para compreendermos o voice over.

Mer, de uns tempos pra cá, é muito diferente do que já foi um dia. Eu não me canso de propagandear essa mudança, porque ela é completamente deliciosa. É uma delícia ver Mer tentando equilibrar o papel de mãe amorosa com o de atendente competente. E foi bom ver ela aceitando a morte de Lexie, e lidando com uma situação muito semelhante com calma, competência e sangue frio.

Em outros tempos, Mer surtaria. Mas não agora. Ela salvou a vida da mulher e, de certa forma, teve o impulso que precisava para seguir adiante. Percebam que Meredith esteve o tempo todo com a paciente. Ela se fez presente desde o momento da retirada do carro, no qual peitou os curiosos que cercavam o local do acidente. Ela ficou no hospital (eu ri do desespero dos atendentes em deixar seus pacientes com os residentes, e de Mer e Yang voltando para os seus hospitais para evitar que qualquer droguinha acontecesse). Ela manteve a calma na sala de operação, e comemorou com 30 segundos de dança. Ela chutou bundas, em grande estilo.

Gostei de ver Meredith triunfar. Seria realmente triste se a paciente dela morresse. Não sei se ela conseguiria superar isso sem grandes traumas. O peso do fator Lexie era muito grande, e todo mundo fez questão de jogar isso no caminho dela. Não por maldade, mas por preocupação mesmo. E adorei ver Mer triunfando com Zola, também. Quem se importa se ela tem cheiro de “urina/xixi” nos sapatos? Ela se transformou em uma ótima mãe, muito diferente da sua. E Zola, (ou Zozo, para dinda Yang) está cada dia mais e mais fofa.

Do outro lado do país, Yang também exorcisou seus demônios. Todos nós sabíamos que o Dr. Thomas ensinaria muito para Yang. Que seria ele a ensinar para ela o que lhe faltava. Como o velhinho simpático disse, Yang será a grande cirurgiã da sua época. Só precisava voltar às origens, ser capaz de considerar todos os tipos de técnica, em prol da saúde do paciente, controlar-se em momentos de tensão, e trabalhar melhor em equipe. Thomas foi a redenção de Yang. E Cristina foi o presente pelo qual ele esperou por muito tempo. Ele foi a Mer da Yang. Yang foi a última “person” do senhorzinho. Eu nunca imaginei que ele morreria durante a operação. Achei que a paciente deles morreria e ele se aposentaria, e a lição de Yang seria tirada disso. Mas não, ele se foi (Shonda bitch segue metralhando geral). Ele se foi, e Yang voltou. Lá, ela não encontraria amigos. Ela não seria aceita. O Seattle Grace é a sua casa, por maiores que sejam as más recordações que ele traz.

Yang voltou para casa. Voltou para o aconchego do abraço de Meredith. Encheu a cara de tequila (impossível não ver um filminho quando juntamos tequila e Grey’s Anatomy na mesma frase) e entrou em um avião, cruzou o país. Nossa Deusa da Cardio está de volta, e em versão melhorada. Bem vinda de volta, Yang. Sentimos sua falta.

Confesso que o episódio só não foi perfeito, pra mim, porque senti falta das tramas que não tiveram seguimento nesse episódio. Exemplo? A questão Arizona. Mas compreendo que o episódio teve um enfoque diferente e mais, que Jessica Capshaw ganhou bebê a pouco tempo e não pode, ainda, ter muito tempo de tela. Sinceramente não senti falta de mais Avery, mais April. Nem de ver mais o Alex. E sei que essa semana eles estarão de volta. Não há com o que se preocupar, em termos de continuidade.

Sei que muita gente vai reclamar porque Lexie foi citada, novamente. Concordei que nos episódios passados as menções foram desnecessárias. Mas em Beautiful Doom, eu compreendi o propósito. Serviu para Mer seguir adiante. Serviu para que Lexie deixasse de estar implícita em cada cena, cada fala, cada situação. Creio que, agora, não haverá muitas menções à ela. Pra mim, a frase de Mer, para Yang – “Lexie morreu” -, foi um indício disso. Lexie se foi. Isso não significa que ela não será lembrada, eventualmente (tal como Callie citou Mark, quando falou de Sofia e da creche). Natural que seja assim. Eu estranharia se, de uma hora para a outra, os dois fossem esquecidos. Então, estou bem com as referências.

Nessa semana vai ao ar Second Opinion. Pelo que eu sei, os sobreviventes da queda do avião e as pessoas ligadas a ele passarão por terapia. Mas não faço ideia de mais nada. A unica certeza que tenho é que o episódio será mais uma grata surpresa. Então, até lá.

P.S.1: eu ri muito do Dia do Brasil na creche de Zozo e Fifi (sou íntima das garotinhas, galera). Empanados de merluza. Oi? As bananas eu entendi bem. Clichê melhor não há.

P.S.2: quem mais morreu com a fofura de Zola? Querida, porque tão tão fofíssima?

Após 10 anos da estreia, veja por onde andam os atores de ‘Firefly’

Data/Hora 11/11/2012, 13:04. Autor
Categorias Especiais, Notícias

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É difícil acreditar que no dia 20 de setembro fazia 10 anos que Firefly ia ao ar!  A série criada por Joss Whedon não obteve na época atenção necessária da FOX e, com apenas 13 episódios, teve seu fim anunciado. Porém, Firefly não saiu de cena e sua grande repercussão é inegável, trazendo na mala fãs espalhados por todo o globo – salve os Browncoats! – e um filme inspirado na nave espacial fictícia presente na série, intitulado Serenity.

Firefly era uma série de ficção científica que se passava no ano de 2517, após a chegada de humanos em um novo sistema solar. As aventuras contam com os tripulantes da nave espacial Serenity. O elenco principal era constituído por nove personagens e eles viviam em um futuro onde as culturas de dois países, Estados Unidos e China, fundiram-se para formar o governo federal, chamado Aliança.

O término precoce de Firefly ainda gera discussões, mas muitos críticos atribuem o cancelamento à falta de um ‘elemento x’ à série, que a faria, digamos assim, brilhar e também ao fato de que os atores não estariam em sua melhor forma. Não obstante, Firefly lançou carreiras importantes como a de Nathan Fillion, Adam Baldwin, Gina Torres, Alan Tudyk, Morena Baccarin e Summer Glau.

MEMÓRIA | ‘Firefly’ – Não podem tirar o céu de mim

NOTÍCIAS | Canal americano promove reunião do elenco de ‘Firefly’ para comemorar os dez anos da série

Para celebrar o aniversário de 10 anos de estreia, o canal Science Channel anunciou que fará uma homenagem hoje, dia 11 de novembro, começando com uma maratona de Firefly às 7 horas, tendo fim às 22 horas, quando o canal exibirá o especial de uma hora “Browncoats Unite” – entrevistas com os atores e imagens do painel desse ano, no Comic Con.

Seguindo a linha de homenagens a essa série que disseminou fãs – e talentos -, o TeleSéries resolveu criar um especial e analisar por onde anda a tripulação do Serenity! E aí, todos a bordo?

Nathan Fillion

Interpretando Malcolm “Mal” Reynolds, Nathan Fillion dava vida, em Firefly, ao capitão da Serenity e ex-sargento independente da famosa Batalha do Vale Serenity. Enigmático e pouco revelador sobre seu passado, Mal era um personagem cheio de contradições e peculiaridades, como ir a bares com ideologia unificadora e brigar com os clientes. Atualmente, Nathan Fillion trocou o enigmatismo de Mal pelo grande ego do escritor de bestseller Richard Castle, em Castle. Castle, que na trama passa a seguir a detetive de homicídios Katherine Beckett, logo se apaixona por ela e deixa a trama, que se encontra na quinta temporada, uma grande mistura de romance e drama policial. Fillion foi contratado recentemente para interpretar o deus Hermes na série de filmes Percy Jackson – Mar de Monstros, previsto para estrear em março de 2013.

 

Gina Torres

No papel de Zoe Alleyne Washburne, Gina Torres fez a amiga do capitão Reynolds e mulher de Walsh em Firefly. Zoe tem um grande conhecimento sobre guerras e seus métodos. Seu passado também era misterioso, revelando apenas ao telespectador que ela havia servido na guerra a comando de Mal. Hoje em dia, Gina participa de Suits, interpretando Jessica Pearson, fundadora e sócio-gerente da Pearson Hardman. Recentemente, ela foi contratada pela série Hannibal para ter um papel recorrente.

 

Alan Tudyk

Alan Tudyk fez em Firefly Hoban “Wash” Washburne, o piloto da Serenity e o marido de Zoe. Ele sentia certo ciúme e inveja pela ligação entre sua esposa e o capitão. O passado dele era o mais bem explorado dentre os personagens da série. Tudyk, hoje, aparece nas telinhas em Suburgatory, como Noah Werner, um dentista com um sorriso encantador. Na série, ele um possui um melhor amigo chamado George Altman. Como George saiu da cidade há alguns anos para o subúrbio, Noah muitas vezes contribui para ajudar George a assimilar a cultura suburbana.

 

Morena Baccarin 

Enchendo de orgulho esse nosso peito verde e amarelo, a atriz brasileira Morena Baccarin interpretava em Firefly Inara Serra, uma espécie de acompanhante – amante, no bom uso da palavra. Inara apreciava o luxo do alto status social. Ela tinha com Mal uma relação complexa e travada, com a tensão do “não dizer” presente em vários episódios ao longo da série. Atualmente, Morena Baccarin atua na série de drama e suspense americana Homeland, como  Jessica Brody, esposa de Nicholas Brody, um agente da marinha dos EUA que foi resgatado após ser mantido pela al-Qaeda como um prisioneiro de guerra.

 

Adam Baldwin

Em Firefly, Adam Baldwin interpretava Jayne Cobb, a força bruta da nave. Ele era o primeiro a frente dos combates e era conhecido como um “mercenário”, onde para aceitar ir para à nave, Mal ofereceu-o a maior parte dos assaltos e seu quarto. Jayne se achava o cara mais esperto que existia e não possuia qualquer tipo de receio em fazer perguntas que ninguém mais perguntaria. Baldwin participou do já cancelado seriado Chuck, como o Coronel John Casey. Casey é recrutado pela Agência Nacional de Segurança para proteger Chuck que tem sua vida mudada radicalmente após receber um e-mail com segredos criptografados de um agente da CIA.

 

Jewel Straite

A atriz Jewel Straite interpretava Kaylee Frye, a mecânica da nave, em Firefly. Ela não tinha nenhum tipo de treinamento, mas mantinha a Serenity funcionando com um dom intuitivo. Doce e de espírito livre, Kaylee guardava um interesse romântico pelo Dr. Simon Tam e frequentemente agia como uma irmã adotiva em relação a Mal. Jewel interpreta nos dias de hoje Raquel Westbrook, no novo drama canadense The L.A. Complex e sua personagem é uma famosa que vem desaparecendo na mídia e que faz de tudo para não ser notícia de ‘ontem’.

 

Summer Glau

A atriz Summer Glau interpretava em Firefly a personagem River Tam, que foi contrabandeada para a nave por seu irmão. River, prodígio desde criança, foi cobaia de experimentos nas mãos de doutores da Aliança. River, assim como Mal, estava em constante guerra contra seus demônios. Ela conseguia ver e escutar coisas que ninguém mais percebia e, por muitas vezes, os pesadelos da época em que ela esteve na mão da Aliança apareciam para ela enquanto ainda estava acordada. Atualmente não há notícia de nenhum papel recorrente em alguma série, sendo seu último trabalho nesse estilo na série Terminator: The Sarah Connor Chronicles, interpretando Cameron Phillips, uma exterminadora enviada no ano de 2027 para proteger o futuro líder da resistência humana. Glau também fez, esse ano, a enfermeira Emily, em Grey’s Anatomy. A atriz participa ocasionalmente do seriado Alphas, no qual interpreta Skylar Adams.

 

Ron Glass 

Interpretado por Ron Glass em Firefly, Derrial Book era um pastor que tinha altas prioridades na Aliança por razões desconhecidas. Ao longo da série, ele se revela um bom conhecedor de armar de fogo e atividades criminais. Em um episódio, um caçador de recompensa se refere a Book como “ele não é um pastor”, criando uma dúvida não desvendada sobre seu passado. Glass não tem registro de atividade recente, tirando sua participação em um episódio de CSI:NY, como Colby Vidro e também estrelou o filme Death at a Funeral, em 2010, como Duncan.

 

Sean Maher

Interpretando Dr. Simon Tam, Sean Maher dava vida, em Firefly, a um médico pesquisador e cirurgião de trauma, que estava fugindo após libertar sua irmã, River Tam, de um laboratório de pesquisa do governo. Na trama, as tentativas desajeitadas para começar uma relação com Kaylee ganham papel recorrente ao longo da série, e a cada passo ele parecia achar um jeito de estragar suas próprias investidas românticas. Recentemente, Sean Maher participou da série Make it or Break it, no papel de Marcus. Vale ressaltar que Make ir or break it foi cancelada esse ano pela ABC Family. O ator está escalado também para participar do filme Best Friends Forever.

Veja a primeira promo do episódio final de ‘iCarly’

Data/Hora 11/11/2012, 10:58. Autor
Categorias Notícias

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A sexta e última temporada da série teen iCarly já tem data para terminar. O episódio final será exibido no dia 23 de novembro e a primeira promo liberada do episódio chamado iGoodbye mostra Carly, Sam e muitos outros personagens em situações hilárias na última aventura dessa turma que terá uma hora de duração.

Além das cenas hilárias e algumas outras comoventes, o vídeo mostra  Carly, Sam e Freddie se despedindo do web show iCarly.

iCarly vai ao ar nos Estados Unidos pela Nickelodeon, aos sábados, às 20 horas

Com informações do site Spoiler TV 

Webséries ‘Battlestar Galactica: Blood and Chrome’ conta o início da saga

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Aquela conversa que “toda hsitória” tem um início parece estar dando certo entre os estúdios de Hollywood. Agora, é chegada a vez da série criada em 1970, Battlestar Galactica, contar contar como começou, e depois de ter sido adiada por anos, a pré-sequência do seriado finalmente chegou à internet, no último dia 9 de novembro, para uma parceria entre a Machinima, Inc.  e Universal Cable Productions (UCP).

Na série de ficção científica, a história se passa no décimo ano da primeira batalha dos Cylons e mostra os primeiros momentos da batalha entre os homens e suas criações.

Criada por Michael Taylor e David Eick, Willian Adama (Luke Pasqualino), um jovem piloto  denominado a servir a bordo da nave de combate Galactica, se responsabiliza por uma missão secreta que mudará o enredo da guerra.  Entretanto, Adama nunca está de acordo com seu co-piloto Coker (Ben Cotton).

No elenco  estão Carmen Moore (Arctic Air) como a Tenente Nina Leotie,  Jill Teed (Smallville), como a Comandante Ozar, Adrian Holmes (Smallville), como o Tenente Decklan Elias,

Os episódio dirigidos por Jonas Pate (Caprica), com duração de 7 à 12 minutos, estão sendo disponibilizados exclusivamente no canal da Machinima Prime  e no início do ano que vem, o Syfy exibirá a série, que também será lançada como DVD e Blu-Ray nos EUA.

“Com sua narrativa de alto nível, ação e efeitos visuais de ponta, Blood & Chrome é a extensão perfeita do universo Battlestar Galactica”, disse Mark Stern, presidente de programação do Syfy  e co-diretor de conteúdo original da UCP.

Confira o trailer da websérie. É de tirar o fôlego!

 

Com informações dos sites: Inside TV, Syfy e Huffpost TV

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