Que tal fazer uma visita aos corredores do ‘American Horror Story: Asylum’? Venha com a gente!

Data/Hora 21/11/2012, 16:12. Autor
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Quem acompanha Americam Horror Story: Asylum, deve sonhar, durante à noite, com os corredores do asilo que serve de cenário para essa, literalmente, história de horror.

Mas… E se você convidado para passear por esses mesmos corredores para conhecer os bastidores da atração, saber como tudo é preparado? Nem precisa ser à noite, já que o TeleSéries te convida a fazer a visita agora, nessa tarde quarta-feira, mais ou menos ensolarada. Aceita? Então, nós vamos com você. Bem-vindo.

O site SpoilerTV disponibilizou três vídeos em que os designers do programa explicam como tudo foi criado e de onde tiraram suas inspirações. No primeiro deles, o designer de produção, Mark Worthington, define a experiência como “a oportunidade de inventar o mundo inteiro”. Segundo o artista, , fotos de vários asilos, espalhados pelo planeta, ajudaram ele e à sua equipe a conceber como seria o cenário da série.

Depois de a planta arquitetônica finalizada, as construções começaram em pouquíssimos dias. Quase 100 carpinteiros, 15 pintores, entre outros profissionais, deram uma mãozinha, de verdade, para construir o asilo que a gente vê pela TV –  e possui inspiração no estilo vitoriano, do século 20.

“Eles são muito poderosos”, disse a atriz Lily Rabe (Sister Mary Eunice) sobre os cenários da história, no segundo vídeo disponibilizado.

Nas imagens, o designer Worthington ainda conta que, como os hospitais geralmente são verdes, eles pensaram: como podemos torná-los mais obscuros, mais horripilantes? A solução encontrada foi  investir em uma parede de tijolos esverdeados. A julgar pelo que vemos nos televisores, funcionou, hein?

Para reforçar o quão impressionantes são os trabalhos artísticos desenvolvidos no programa, o diretor de fotografia, Michael Goi (The Mentalist, Glee), disparou, “Nada em que eu trabalhei antes parecia com isso ou me dava essa mesma sensação [assustadora].”

A equipe de designers também comenta que a ideia do horror é apresentada através de muitas cores e texturas em, em seguida, mostra qual acredita ser o cômodo mais horripilante do lugar. Será que você concorda?

Worthington relata a experiência das pessoas que passam para conhecer os sets. “Muitas pessoas vêm nos visitar e elas dizem que não gostam de estar aqui. Mas, certo. É a nossa proposta” diz, satisfeito.

Ellen Brill, set designer da série, finaliza as entrevistas e filosofa:  os personagens têm um vazio e uma tristeza que correspondem com o que o set se parece. É como o Frankenstein, só que de uma maneira estranha.

Existe coisa mais estranha que o Frankenstein?

Depois dessa visita, você nunca mais vai ver American Horror Story: Asylum do mesmo jeito. A atração vai ao ar toda quarta-feira, pelo canal FX, nos Estados Unidos. No Brasil, a Fox transmite a série às terças, 23h.

Com informações do SpoilerTV.

Revolution – Kashmir

Data/Hora 21/11/2012, 15:52. Autor
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Revolution surpreendeu com Kashmir. O episódio teve um ritmo lento, mas constante, focou nos medos dos personagens e tirou momentos ótimos de Miles, Charlie, Nora e Aaron. Foi o episódio que desceu mais redondo desde a estreia de Revolution, com os personagens se mostrando mais ligados emocionalmente e isso faz com que a audiência se ligue neles também. As melhores cenas foram as que mostraram as alucinações de Charlie, Nora e Miles. O momento “Pânico no Lago” de Nora chegou a ser engraçado, foi lindo ver o reencontro de Charlie com o pai Ben e muito louco assistir a conversa de Monroe e Miles.

Entre os mistérios mais instigantes da série até agora estão os fatos que explicam o desligamento de Miles com a milícia. Aos poucos o assunto vai sendo abordado na série, Miles cresceu junto com Monroe e os dois se tornaram melhores amigos. Esse fator faz com que Miles tenha medo de fraquejar na frente do amigo, como fez na primeira vez que tentou, mas não teve coragem de assassiná-lo. Monroe se tornou uma pessoa tão perigosa que Miles tentou impedi-lo de continuar comandando a milícia e provocando matanças desnecessárias. Como não conseguiu matar o amigo, ele debandou.

Depois dessas revelações Miles parece mais um covarde do que o valentão que estamos acostumados a ver. O maior medo dele é qual seria sua reação se novamente enfrentasse Monroe. Essa dúvida foi o que fez Miles questionar Charlie sobre essa confiança que a sobrinha tem nele. Talvez tendo agora uma família mais próxima Miles consiga ser o homem que não conseguiu ser anteriormente. O general da milícia aposentado já demonstrou que se apegou muito a Charlie, e esse amor pode fazer toda a diferença para o futuro do grupo e até para o futuro dos Estados Unidos, se um dia o país voltar a existir em Revolution.

Entre as mudanças que podemos ver nos personagens está a união que o grupo vem demonstrando nos últimos episódios, e que se evidenciou em Kashmir. A cena em que Charlie pisa em uma bomba (tinha que ser a Charlie), foi uma situação banal em filmes de ação, mas funciona. Nora fica pra tentar desarmar a armadilha, mas Miles e Aaron também não abandonam Charlie. Outra cena emocionante foi Miles tentando acordar Charlie do seu sonho em que ela encontrava com o pai. Ficou linda a edição de Ben falando para Charlie descansar e fechar os olhos e Miles chamando Charlie para abrir os olhos e acordar.

Kashmir teve outros momentos cruciais muito marcantes e a união desses pontos construiu um episódio bem sólido. A trajetória no túnel foi ótima, as alucinações, o soldado da milícia infiltrado entre os rebeldes e a moça do arco e flecha, a Ashley, foram muitos interessantes, pena que essa última personagem morreu precocemente. A cena em que Charlie acerta o impostor e salva Miles, mas acaba atingida por um tiro e cai adormecida, também foi boa, quase esqueci que a personagem chorou em todos os episódios até agora. Já a alucinação de Aaron foi a mais chata, até comecei a entender porque ele abandonou a mulher.

Apesar das alucinações de Miles e de seus questionamentos sobre si mesmo não acredito que ele vá sucumbir ao lado negro da força. Sendo um dos nossos heróis Miles mudou muito durante sua jornada em Revolution e a principal mudança se deve aos laços que ele construiu com sua família e novos amigos.

Já Rachel merece destaque especial nesse episódio. A personagem explicou melhor como funciona o pingente, mas ainda restam dúvidas. Já sabemos que o pingente consegue ligar coisas pequenas em um raio de três metros, mas não entendi porque aquela vez Maggie e Aaron conseguiram isso por apenas alguns segundos. Já sabemos como os pingentes ligam, mas ainda resta a dúvida de como os pingentes conseguiram desligar toda a energia dos Estados Unidos e/ou do mundo.

Rachel também se mostrou muito forte, ela estava construindo uma bomba bem na cara do Monroe e ele não percebeu. Quando foi descoberta Rachel teve que matar um de seus amigos cientistas para continuar com chances de sobreviver e isso foi muito sangue frio e obstinação. Monroe tem sorte de ter o major Neville a seu lado, mas Rachel, Miles e Nora tem bem mais inteligência e tem a força da união entre eles e Charlie e Aaron. Pode vir uma batalha boa por aí.

Miles e companhia devem chegar na sede da milícia Monroe na Filadélfia no próximo episódio e Kashmir conseguiu fazer a ponte e deixar muitas curiosidades para próxima semana. O episódio de número dez, intitulado Nobody’s Fault But Mine, vai ser o último antes de Revolution entrar em um mega hiato de quatro meses na televisão americana e deve retornar somente no dia 25 de março. Para segurar a audiência até a sua volta a série deve investir pesado no episódio e as circunstâncias são favoráveis. A NBC já divulgou um cartaz prometendo o começo de uma batalha pela energia.

Todo mundo preparado? Não né, mas como disse Miles, “what a hell” – que se dane!

PS: Kashmir é o nome de uma música do Led Zeppelin, do álbum Physical Graffiti, e é considerada uma das músicas mais bem sucedidas da banda e uma das favoritas dos músicos do grupo. Kashmir também é o nome de uma região conflituosa, que teve seu território disputado por China, Índia e Paquistão e atualmente ainda possui áreas problemáticas governadas pelos três países. Robert Plant escreveu a letra da música em 1973 quando se encontrava no deserto do Saara no Marrocos.

Veja promo da nova temporada de ‘Cougar Town’

Data/Hora 21/11/2012, 14:53. Autor
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Com Cougar Town pronta para fazer sua estreia na TBS, o canal liberou uma promo da série que promete ser o pesadelo de qualquer lavanderia:  Courtney Cox e todo o elenco aparecem vestidos de branco e com taças de vinho em mãos numa verdadeira guerra com a bebida. O vídeo é embalado pela música Spill the Wine de Eric Burdon. A quarta temporada da série estreia no canal a cabo TBS no dia 8 de janeiro, as 22h.

Com informações do Inside TV

Após dez anos no ar, ‘American Chopper’ é cancelada

Data/Hora 21/11/2012, 14:06. Autor
Categorias Notícias

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O programa American Chopper, que estava no ar há dez anos pela Discovery Channel, foi cancelado pela emissora americana.

“Depois de dez anos e 233 episódios de um reality show incrível, American Chopper está terminando sua história. A série foi um dos primeiros reality shows familiares da televisão… Os Teutuls nos deram reconstruções de motocicletas inovadoras e um verdadeiro drama desde 2002. Nós desejamos o melhor para a Orange County Choppers e Paul Junior Designs”, declarou a Discovery Channel em nota.

A série girava em torno do Sr. Paul Teutul e o filho dele, Paul Teutul Jr. Os dois tinham uma oficina, a Orange County Chopper, em que reformavam motocicletas de maneira criativa e, vez ou outra, brigavam quanto a isso. As discussões foram tantas que, mais tarde, o filho decidiu abrir a própria empresa, a Paul Jr. Design.

Em 2007, eles estiveram no Brasil, para participar de uma exposição de motocicletas em Brasília, e até fizeram uma visita ao presidente Lula.

Com informações do TV Guide.

Haven – Sarah

Data/Hora 21/11/2012, 13:32. Autor
Categorias Reviews

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Viagens no tempo sempre me intrigam. Principalmente a parte em que, modificando-se o passado, necessariamente modifica-se o futuro. O simples fato de alguém voltar ao passado, mesmo que nem sequer se mova neste outro tempo, significa que o futuro seria modificado? Afinal, o intruso, teoricamente, não pertenceria aquele espaço-tempo e sua simples presença seria uma interferência. Ou seria necessária uma interação qualquer para que isso acontecesse? Perguntas para a física teórica, esse belíssimo campo da ciência, na maioria das vezes, para mim, ininteligível.

Este é o tema de Sarah: uma viagem no tempo. Stuart Mosley, um senhor de idade avançada, que gosta de cultivar orquídeas, tem o dom de interferir no contínuo espaço-tempo e envia Duke e Nathan para a Haven de 1955, porque lembra-se de tê-los visto naquele ano. Então, o que  aconteceu em 1955, com Nathan e Duke, não teria realmente acontecido de fato? Porque, no final, Sara somente matou Roy Crocker, porque ele tentou eliminá-la, depois de ter visto seu obtuário entre os papéis de Duke.

Mas, se eles já tivessem estado no passado, Haven deveria se modificar no presente, transformando-se no lugar conflituoso e conturbado que Audrey tenta consertar? E já que estamos no campo da física-teórica, algumas indagações podem ser feitas a partir de Sara: quais são as leis da física que regem a existência de Audrey (Sarah e Lucy) e do agente Howard (já que também ele, como vimos, continua, em 2012, com a mesma aparência que tinha em 1955)? Existem mais pessoas como eles? São eles que modificam Haven, ou sua estada na cidade é apenas um acidente? Antes de Sara, existiram outras versões da Audrey? Dave, Vince, Chefe Wuornos, sabem mais do que revelam, inclusive Wuornos conhecia Howard: quando essa relação começou?

Essa inter-relação passado/presente é instigante. Mas, indagações à parte, todo o episódio teve o propósito único, em minha opinião, de explorar a relação entre Nathan e Sarah e plantar uma isca para os fãs: a possibilidade de ser ele o pai de Jason Cogan.

Embora o episódio tenha me parecido rápido demais, foi dos plasticamente mais bonitos de Haven. A cena entre Nathan e Sarah, na praia, foi belíssima. E não apenas plasticamente, mas serviu também para compensar os desencontros de Audrey e Nathan na Haven de 2012. Aliás, é bom notar que a série trabalha muito bem a relação romance/mistério. E essa é outra característica que me atrai em Haven.

Agora é esperar pelos próximos episódios e acompanhar o desenvolvimento da relação entre Audrey e Nathan e como a proximidade do Caçador irá afetar o comportamento dos demais envolvidos nesta trama.

Destaques na TV – Quarta, 21/11

Data/Hora 21/11/2012, 11:35. Autor
Categorias TV Brasil

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Bom dia. Veja abaixo os destaques dos canais de TV paga nesta quarta-feira.

Na Sony, às 10h e 17h, vai ao ar o episódio 4×02 de Parks and Recreation. E às 10h30 e 17h30, tem o episódio 3×02 de Community. Destaque para o episódio de Parks, onde teremos a presença das duas ex-mulheres de Ron – Tammy 1 (Patricia Clarke) e Tammy 2 (Megan Mullally) – e ainda conheceremos a mãe de Ron (Paula Pell, irreconhecível) e ainda o veremos sem bigode!

Na Fox, 22h15, tem o episódio 4×02 de Glee. (leia a review). Às 23h05, tem The Glee Project (2×09, review dupla aqui).

Na Warner, às 21h30, vai ao ar o episódio 10×06 de Two and a Half Men. Logo após, às 22h, episódio 2×03 de Person of Interest.

No AXN, 21h, episódio 1×03 dublado de Perception. No Glitz, 21h, episódio 1×21 de Hart of Dixie (leia a review).

Na Sony, 21h, quinto episódio de The Client List. ÀS 22h, tem eliminação no The X Factor US. No canal irmão Sony Spin, às 22h, vai ao ar o quarto episódio de Being Human US.

No Boomerang, 20h, vai ao ar o episódio 1×14 de The Lying Game. No canal Space, às 21h, episódio 2×06 de Suits. Na BBC HD, 21h, sétimo episódio de Os Britânicos. No GNT, 22h30, Sessão de Terapia (1×38, Nina – semana oito).

E amanhã eu volto!

Atores de ‘Crepúsculo’ e ‘Prison Break’ participam de ‘The Vampire Diaries’

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A atriz Camille Guaty (Prison Break) e o ator Charlie Bewley (Crepúsculo) estão de malas prontas para Mystic Falls, a cidade fictícia da série da CW The Vampire Dairies.

Guaty irá interpretar Caitlin, uma mulher do passado do Professor Shane (David Alpay). O professor, no momento, anda bastante ocupado tentado fazer com que a bruxa Bonnie (Katherine Graham) recupere os poderes. Mas essa boa vontade deve ser vista com ressalvas, já que foi ele próprio quem enviou Connor (Todd Williams), o caçador de vampiros, para a cidade de Elena (Nina Dobrev) e companhia.

Já Bewley, que interpretou o vampiro Demetri na Saga Crepúsculo, pode estar habituado a usar caninos afiados. Talvez, por isso mesmo, qualquer detalhe sobre o personagem dele esteja sendo mantido em total sigilo – a não ser o nome, que será Vaughn.

Ambos os atores devem aparecer em, pelo menos, dois episódios da série, a partir do capítulo treze.

The Vampire Diaries é transmitida nas noites de quinta-feira na TV americana.

Com informações do TV Guide.

 

Arrow – Legacies

Data/Hora 21/11/2012, 10:18. Autor
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Diggle e Ollie se conectando por meio de lutas de ferro.

A melhor parte daqui para frente da série será o relacionamento de Diggle e Ollie. Além dos motivos óbvios (sensualidade), um completa o outro. Mesmo não querendo confirmar, Diggle aprova sim dos métodos de Ollie e Oliver precisa de alguém para deixá-lo mais ‘humano’. Ou melhor, transformá-lo de um justiceiro a um herói, que obviamente foi o tema da semana. Sem listinha, sem assassinato. Ollie estava focado somente em fazer a coisa certa.

O problema disso tudo é, obviamente, seu pai. A imagem que ele tinha foi totalmente quebrada, afinal foi o próprio pai que também trouxe um “câncer” para Starling City. Mesmo que tenha sido um pouco descontextualizado, o flashback com o pai defundo funcionou, para que entendessemos a motivação do bilionário nos dias atuais. Ele simplesmente se sente obrigado a trazer à tona quem fez mal à cidade, porque seu pai morreu para isso.

Mas Oliver não quer aceitar, de forma alguma, que há outras maneiras de ajudar a cidade, e tentando ao máximo liquidar as gangues, os bandidos, também é uma forma adequada para fazer isso. O episódio se tornaria muito fácil se ficasse só nessa questão, mas o bandido é ninguém menos do que um ex-funcionário da empresa do pai de Oliver. Por um lado, a culpa do roubo é do pai de Oliver, afinal ele que demitiu diversos funcionários de uma hora para outra e levou seus negócios para a China. Sabemos, porém, que em um mundo movido pelo interesse e pelo poder econômico, coisas do tipo estão sujeitas a acontecer. Imagina se toda pessoa que foi despedida injustamente ou sem aviso prévio simplesmente começasse assaltar todos os possíveis bancos? Não teria cofre o suficiente para ser assaltado.

“Colocar a sua bunda na mira para ajudar as outras pessoas” é uma boa lição para Oliver, que mesmo às vezes mostrando motivação, não se importa tanto com os outros. Ou melhor, se importa só com Laurel, claro. Pena que a advogada agora está acendendo a Pikachu para outro macho.

Tommy esteve demais nesse episódio. Praticamente fez tudo para impressionar Laurel, se mostrou interessado pela causa, mas claro que isso é só fachada, pois o que ele realmente quer é outra coisa. Mesmo Tommy aprendeu que pode tentar o tanto que quiser, mas se entrar um médico no meio, mesmo sendo um cretino, você perde. Simples assim. Se não fosse por Thea, Tommy nem conseguiria uma ‘dança’ com Laurel. Por isso, ele deveria ter, no mínimo, aceitado o beijo da adolescente como forma de agradecimento.

Foi também o primeiro episódio que Thea teve um destaque maior, e diferente do que previa, não foi irritante. Até porque, como não amar uma adolescente dando vexame em uma festa de gala? Por mais que ela esteja bêbada, essa fixação por Tommy apareceu do nada. Espero que não se torne um plot recorrente.

Um dos problemas que já é recorrente em Arrow são as habilidades de SUPERMAN que Oliver apresenta. O fato dele não possuir super poderes já deixa claro que eventualmente alguma baixa deveria acontecer. No episódio, principalmente naquela cena em que ele estava ‘lutando’ com os bandidos naquele local cheio de tubalações. Em vários momentos, parecia que ele simplesmente estava ANDANDO, conseguindo fugir de todas as balas e convenhamos que as armas que todos estavam usando não eram simplesmente pistolas. Tem que ver isso aí.

P.S: O pai dele vendeu os negócios para a China, o barco naufragou perto da China… Conexão?

P.S: Tadinho de Oliver, nem sabe quem é o Dr. Oz

P.S: Bipolaridade de Mama Queen vai me matar um dia.

Chad Coleman chega à terceira temporada de ‘The Walking Dead’

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O ator Chad Coleman, que já esteve em séries como The Good Wife, Burn Notice e Wire, vai enfrentar inimigos inéditos em sua carreira: zumbis.

É que o ator acaba de ser confirmado no elenco da série da AMC The Walking Dead e seu personagem é descrito como “chave” na história. Se você prefere surpresas, pare de ler aqui.

Coleman interpreta Tyreese, um dos sobreviventes ao apocalipse-zumbi e serviu como o segundo membro na linha de comando de Rick (Andrew Lincoln). A chegada do personagem coincide com a preparação de Rick para a batalha contra o governador (David Morrissey). A aparição deve acontecer no oitavo episódio da atual temporada.

The Walking Dead vai ao ar todo domingo, pelo canal AMC, nos Estados Unidos. No Brasil, a FOX já exibe o terceiro ano da série às terças-feiras, 22h15.

Com informações do Deadline.

Modern Family – Mistery Date

Data/Hora 21/11/2012, 09:38. Autor
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Numa semana em que Ariel Winter apareceu nas páginas de alguns jornais e tablóides por sua guarda ter sido repassada provisioriamente para sua irmã mais velha após sua mãe estar sendo acusada de abuso contra ela, tive dificuldades de ser imparcial nas cenas em que Alex desabafa com Claire após ter perdido a competição. Não pude deixar de pensar que os roteiristas deram ali um oportunidade para a atriz desabafar um pouco. Claire está longe de ser uma mãe abusiv,a mas muitas vezes o medo que ela tem das filhas cometerem os mesmos erros que ela cometeu da juventude faz com que ultrapasse um pouco os limites, coisas que a própria personagem reconhece. A diferença é que ela tem a reação certa e quando percebe faz um mea culpa.

Manny mais uma vez se apaixonou perdidamente. Esse menino leva o esteriótipo da paixão latina para um outro nível. Com a ajuda de Luke ele passa o episódio tentando localizar o Bar Mitzvah certo para encontrar a atual “mulher” dos seus sonhos. Ele tem sucesso, mas um sucesso bem curto. E não seria de outro jeito.

Cam tem uma surpresa para o bebê de Gloria e Jay, e Mitchel precisa tirar o pai de casa para que tudo fique pronto. Cabe a Cameron fazer o mesmo com Gloria. Porém a “sogra” está cansada demais para sair. Ele tenta mantê-la o mais ocupada possível a deixando muito irritada. Jay confessa ao filho não estar pronto para abrir mão do único lugar que ele tinha só para ele na casa. No final do episódio é claro que a surpresa é revelada um pouco antes. Cam mandou pintar na parede do quarto do bebê um painel muito parecido com o que ele fez para a Lily na 1ª temporada. Gloria simplesmente ama o presente. E Jay gosta apenas porque ficou mais fácil abrir mão do quarto.

Porém o episódio foi de Ty Burrell. Com a casa só para ele, Phil convida um homem que conheceu na academia (Matthew Broderick, que se você não sabe quem é porque não assistiu Curtindo a Vida Adoidado, e se você nunca assistiu esse filme eu lamento muitíssimo). Acontece que Phil não percebe que seu novo amigo na verdade acredita estar sendo convidado para um encontro. Todas as cenas dos dois na casa dos Dunphy merece aplausos. Broderick provavelmente garantiu aqui uma indicação ao Emmy. Não vou entrar em detalhes para não estragar a cena para ninguém. Apenas digo: assista.

FOX desenvolve série sobre a legalização da maconha

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A legalização de drogas, sobretudo da maconha, sempre gera polêmica, não importa em que lugar do mundo. E essa história toda está prestes a ganhar mais um capítulo, literalmente.

É que o trio de ex-produtores de Entourage, Rob Weiss, Mark Wahlberg e Steve Levinson, acaba de fechar um acordo com a FOX para desenvolver um novo programa que aborda o tema. The Happy Tree narra a trajetória de um jovem advogado que, um dia, depois de sofrer um estresse traumático, “joga tudo para o alto” e decide viver uma vida serena na praia. Lá, esse torna porta-voz do movimento para a legalização da maconha.

A 20th Century FOX TV está ligada ao projeto. Jay Leggett (Factory) e Blake Leibel (Bald) escrevem o roteiro em parceria com o próprio Weiss.

Com informações do Deadline.

Mia Kirshner participará de um episódio no novo drama americano ‘Graceland’

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Mia Kishner, conhecida na televisão por interpretar a (muito criticada) Jenny Schecter em The L Word, irá participar de um episódio em Graceland, nova série do canal USA Network.

Kishner dará vida à Ashika Pearl, uma produtora de maconha medicinal da Califórnia, que apesar de estar ligada ao mundo moderno, não pensa duas vezes em “sujar as mãos”, ainda mais quando sua empresa nada legal está ameaçada. A atriz está cotada para aparecer no terceiro episódio da série.

Graceland, que tem estreia prevista para o verão americano no canal USA Network, é um drama que terá duração de uma hora e tem como história um grupo antidrogas (DEA), o FBI e agentes alfandegários que são forçados a viver juntos numa mansão recuperada no Sul da Califórnia. No elenco, a série conta ainda com Daniel Sunjata, de Rescue Me, e Aaron Tveit, de Gossip Girl.

Com informações do site TV Guide.

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