Stephen Amell fala sobre Helena, a nova “amiga” do ‘Arrow’, no episódio de hoje à noite

Data/Hora 05/12/2012, 18:03. Autor
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Depois de uma semana em hiato, devido ao dia de Ação de Graças, a série Arrow retornou, na quarta-feira passada, com um episódio, digamos, de tirar o fôlego. Este texto contém spoilers.

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Pela primeira vez, vimos o protagonista Oliver Queen ter um encontro com a alguém, a bela Helena (Jessica De Gouw). Bastou alguns minutos com ela, para que, então, descobríssemos quem a moça era de verdade: a caçadora! Ela matava membros da própria família – rica e corrupta – para fazer justiça à morte do noivo, pois acreditava que o pai havia assassinado o grande amor de sua vida.

O Arqueiro Verde não concordou com os métodos utilizados por Helena, mas já havia sido fisgado (ou enfeitiçado) pela beleza e sentimento de justiça da anti-heroína. E sentiu que podia revelar a ela sua identidade secreta!

Não bastasse isso, tantas emoções, também descobrimos a identidade de outro personagem importante da história, o pai de Tommy. Ele é ninguém menos que Will Malcolm (John Barrowman), o maior chantagista de Starling City, sobretudo quando diz respeito à mãe de Oliver.

Okay. Vamos por partes. Em entrevista ao site TV Line, o ator Stephen Amell, que interpreta o ArqueiroVerde / Oliver Queen, falou sobre os dois novos personagens da história – tudo bem que Malcolm nem é tão novo assim – e adiantou como os dois papéis irão interferir na história que irá ao ar hoje à noite, pela CW, nos Estados Unidos.

Sobre a “nova namorada” do super herói mais bonito da TV, Amell disse que a relação não vai vingar logo de cara. “Eu [disse o ator personificando seu personagem] estou tentando mostrar a ela uma maneira diferente de fazer justiça, mas ela resiste. E ela vacila quanto a isso durante todo o episódio de hoje, tentando fazer as coisas do meu jeito e sendo infernal na vingança”, revelou.

Amell ainda argumentou que acredita que as pessoas não esperavam que Malcolm fosse o pai do melhor amigo de seu personagem. No entanto, ele pensa que a condição faz todo sentido na história. “Não acho que ninguém adivinhava quem ele era, mas no segundo que você vê os dois [Tommy e o pai] juntos, você pensa ‘É claro!'”, refletiu.

O ator também relembrou da desconfiança que Malcolm tinha em relação a Oliver durante os primeiros episódios, sobre o rapaz ser, na verdade, o Arqueiro Verde. “Nós começamos o piloto com Malcolm um pouco suspeito quanto a isso, mas não vimos mais nada depois. O que acho mais legal nesse episódio é que… Se ele estiver mesmo indo para um caminho obscuro, este é um jeito interessante de levar o personagem a uma só direção”, falou. “Ele é o personagem mais nefasto que já conhecemos até agora. Ele é, com certeza, a maior ameaça para Oliver.”

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Malcolm não é o único, já que, também no episódio de logo mais tarde, conheceremos outro vilão dos quadrinhos: o Exterminador (Deathstroke). Socialmente, o personagem atenderá pelo nome de Slade Wilson, alguém que Oliver conheceu ainda quando estava naufragado na ilha. “Ele me conhece na ilha, num momento em que eu era bem menos capaz…”, disse o ator em tom de suspense, deixando no ar que Oliver vai sofrer nas aventuras de mais tarde! Quem dá vida ao personagem mau é o ator Manu Bennet (Spartacus).

Nas redes sociais, Amell fez questão de dizer que os fãs deveriam acompanhar o episódio de hoje, que descreveu como “incrível” e do qual se sentia extremamente orgulhoso de participar. Ele ainda revelou que o episódio eleva a história a outro nível.

Vale lembrar que, no Brasil, o Warnel Channel já exibe a série nas noites de segunda-feira, às 22h.

E aí, vai seguir o conselho do Arqueiro Verde e conferir a nova história?

Com informações do TV Line.

HBO recruta três atrizes para comédia médica ‘Getting On’

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As atrizes Laurie Metcalf (Roseanne, The Big Bang Theory), Alex Borstein (Family Guy, The Cleveland Show) e Niecy Nash (Reno 911, American Dad!) vão estar no elenco do piloto da próxima comédia média da HBO chamada Getting On. O projeto é assinado pelos mesmos criadores de Big Love, Mark. V. Olsen e Will Scheffer.

Getting On é baseado na série de mesmo nome produzida pela BBC. O seriado tem meia hora de duração e segue a vida de médicos, enfermeiras e administradores que trabalham em uma ala geriátrica feminina de um hospital.

Metcalf será a Dr. Jenna James, uma médica sobrecarregada que faz malabarismos para trabalhar em dois hospitais. A personagem é descrita como desprovida de qualquer habilidade social. Já Borstein será a enfermeira chefe Dawn Forchette, que é agradável e compassiva, mas ao mesmo tempo luta com a sua auto-estima e acaba se envolvendo em situações sexuais inapropriadas. Nash vai interpretar Marta Ortley, uma enfermeira de grande coração que recentemente voltou a este tipo de trabalho após as dificuldades do mercado imobiliário.

Com informações do TVLine.

‘Archer’ ganha novo vídeo da quarta temporada. Confira!

Data/Hora 05/12/2012, 15:56. Autor
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No vídeo promocional de Archer, liberado pela FX, o espião favorito de muitas pessoas aparece no topo de uma montanha para contar alguns segredos da nova temporada da série mas… Por causa da altitude e dos ventos da montanha, não dá pra ouvir o que ele fala, deixando, assim, todo mundo com um desejo maior de quero mais.

Nos Estados Unidos, a quarta temporada de Archer estreia dia 17 de janeiro, às 22h, no canal FX.

Com informações do Spoiler TV

The Walking Dead – Made to Suffer

Data/Hora 05/12/2012, 15:41. Autor
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Depois dos acontecimentos de When the Dead Come Knocking, o último episódio de 2012 de The Walking Dead, Made to Suffer, ganhou o troféu de episódio mais esperado da terceira temporada da série. O mundo de zumbis da AMC fechou o ano como uma das melhores séries da fall season até agora, mérito que reflete nos recordes de audiência que The Walking Dead tem batido durante seu terceiro ano. O melhor de tudo é que o seriado zumbi ainda nem terminou sua temporada. A série entra em hiato depois deste episódio e deixa os fãs ainda mais ansiosos para a sua volta em 10 de fevereiro de 2013, com o episódio interessantemente intitulado The Suicide King.

Enquanto todo mundo esperava um início de episódio que mostrasse a turma de Rick entrando em Woodbury e enfrentando a turma do Governador, uma outra turma apareceu em meio a zumbis famintos. O novo grupo de sobreviventes da série marca a estreia do ator Chad Coleman (The Good Wife, Burn Notice e Wire) como Tyreese. O grupo se abriga no presídio e logo são encontrados e salvos por Carl, que assumiu o posto de homem da casa e colocou ordem logo na chegada dos forasteiros. Lori ficaria orgulhosa.

Com a guerra se armando em Woodbury, parecia que o presídio ficaria às moscas, parecia. Além da chegada dos novos visitantes, o ex-presidiário e novo membro do grupo de Rick, Axel, resolveu dar o ar da sua graça e jogar seu charme para a coitada da Beth. Carol não perdeu tempo e já deu o recado para Axel. Mas a melhor parte foi ele achando que Carol era lésbica só por causa do cabelo curto. No final das contas, a dupla de ex-presidiários estava se tornando útil, mas Oscar morreu na batalha de Woodbury e Axel mostrou que necessita que o grupo mantenha os olhos atentos nele.

Enquanto isso em Woodbury o clima foi de guerra civil e a turma de Rick conseguiu seu objetivo que era resgatar Glenn e Maggie. Chegaram bem na hora, logo após os dois tentarem fugir, matarem um dos homens do Governador e serem novamente presos. Glenn e Maggie seriam levados para um lugar de nome nada acolhedor, chamado Fossas Gritantes. Apesar do sucesso no resgate, as perdas do grupo também foram significativas, o ex-preso Oscar tinha virado um ótimo e fiel soldado de Rick, mas acabou não saindo das muralhas de Woodbury. Daryl acabou jogado aos leões junto com seu irmão Merle, que foi acusado de traição pelo Governador.

Agora embolou de vez. Merle não é confiável ao grupo de Rick, nunca foi, e agora muito menos depois que torturou Glenn e Maggie. Daryl queria conversar com o irmão, mas depois de saber do que Merle foi capaz de fazer com seus amigos ficou com um pé atrás. Merle pareceu realmente não ter mais ressentimentos com o seu irmão, após ter sido deixado para trás ainda na primeira temporada da série. Agora ele pretendia trazer Daryl para Woodbury e usá-lo como espião. Trazer Daryl para dentro da Vila Mágica dos Smurfs ele até conseguiu, mas não da forma como ele esperava.

Merle e Daryl ficaram cercados por cidadãos furiosos de Woodbury e vão seguir assim até o retorno da série em 2013. Andrea finalmente descobriu quem eram as pessoas que haviam invadido Woodbury depois que viu que Daryl era um dos prisioneiros, mas está difícil da moça acordar para a realidade, mesmo depois de ver as cabeças zumbis e a filha zumbi do Governador.

Andrea foi escanteada da Batalha de Woodbury, mas acabou tendo que salvar Philip da Michonne. A loirinha não entende porque o Governador não a deixa mexer com armas e ainda não descobriu todos os segredos que ele esconde dela, como a prisão de Glenn e Maggie. Michonne acabou fugindo e deixando Andrea ver o estrago que ela fez na coleção de cabeças do Governador.

Já a pequena Penny deixou a vida zumbi através da espada de Michonne e o Governador agora vai procurar vingança. Mesmo se mostrando desesperado com a situação da filha zumbi no início do episódio, Philip ainda não pretendia desistir de Penny, mesmo com a falha no experimento de Milton. Prova disso foi o pânico dele ao ver quem havia descoberto seu segredo. O Governador também ficou apavorado quando Andrea disse ter visto um dos invasores, parece que Philip se apaixonou mesmo pela loirinha e tem medo de perdê-la. Será que ainda existe amor dentro do coração de um dos piores vilões da televisão americana?

O mais angustiante na Batalha de Woodbury foi ver amigos e irmãos atirando uns contra os outros sem conseguirem realmente ver quem eram seus inimigos. No caso de Andrea, ela nem tinha ideia de que poderia conhecer os invasores. A morte de Oscar acabou sendo de certa forma culpa de Rick, ele titubeou por um instante quando viu no inimigo a imagem e semelhança de Shane e deu uma piradinha momentânea. Custou a vida de Oscar, mas por tudo que Rick passou até aqui precisamos concordar que ele anda se saindo muito bem.

Depois de oito episódios The Walking Dead para por dois meses e deixa milhões de fãs angustiados pelo mundo todo. A guerra entre Rick e o Governador e suas respectivas tribos deve continuar nos próximos episódios e guiar a série até o final da temporada. Com tudo que o seriado da AMC mostrou até aqui, a espera deve valer a pena. A terceira temporada de The Walking Dead  ruma para ser a melhor da série até aqui e é séria candidata a melhor seriado da fall season 2012/2013.

Kate Hudson aparece em cena do novo episódio ‘Glee’

Data/Hora 05/12/2012, 13:39. Autor
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O canal do youtube oficial de Glee publicou um vídeo em que Rachel (Lea Michele) e Cassandra July (Kate Hudson) fazem a performance da música All That Jazz, presente no musical aclamado da Broadway, Chicago.

O episódio com essa música é intitulado Swag Song e vai ao ar nessa quinta (6) na FOX dos EUA.

Aqui no Brasil, Glee é exibida na Fox Brasil, todas as quartas, às 22h15. Hoje, o episódio apresentado será The Break Up, o quarto capítulo da nova temporada.

Com informações do InsideTV.

Destaques na TV – Quarta, 5/12

Data/Hora 05/12/2012, 12:04. Autor
Categorias TV Brasil

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Pra quem gosta de música, a TNT vai exibir a cerimônia de anúncio dos indicados do Grammy Awards esta noite. Vai ser na madrugada desta quarta para quinta-feira, à 1h.

Veja a seguir os destaques em séries e reality show dos canais de TV paga.

Na Fox, 22h15, tem o episódio 4×04 de Glee. (leia a review) – recomendo muito, este é o melhor episódio de Glee em dois anos. Logo após, às 23h05, a Fox exibe a grande final do reality show The Glee Project, que tem a presença de Chris Colfer e define quem será o ator/cantor que ganhará um papel na série. Pra quem quer saber antes quem foi o vencedor, é só ler a review da Gabriela Assmann. Clique aqui para continuar a leitura »

‘Beauty and the Beast’: romance de Vincent e Cat pode ganhar mais um obstáculo

Data/Hora 05/12/2012, 11:13. Autor
Categorias Notícias, Spoilers

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Em Beauty and the Beast, Vincent (Jay Ryan) e Catherine (Kristin Kreuk) nem ficaram juntos ainda, mas de acordo com o site SpoilerTV, um novo personagem vai entrar na história e atrapalhar ainda mais a relação do casal.

Segundo a publicação, um ator que deverá interpretar um assistente no Departamento de Polícia de Nova Iorque já está sendo escalado para integrar o elenco da série e deverá ter química com Cat, pois os dois darão início a um novo triângulo amoroso. Onde fica Evan (Max Brown), nessa história, o site não revelou.

Beauty and the Beast é transmitida às quintas-feiras, pela CW, nos Estados Unidos. No Brasil, o Universal Channel exibe a série toda segunda, às 22h.

Com informações do SpoilerTV.

NBC pode desenvolver nova versão de ‘Ironside’

Data/Hora 05/12/2012, 10:12. Autor
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A NBC pode estar trabalhando em um reboot de Ironside, drama policial exibido pela emissora entre 1967 e 1975. A história original era protagonizada por Raymond Burr, que vivia um policia que ficou paraplégico depois de ser atingido por um tiro. Ele, então, passa a dar consultorias ao Departamento de Polícia de São Francisco e monta uma equipe especial para isso – incluindo um dos suspeitos de ser o autor do disparo que o deixou na cadeira de rodas. A atração foi indicada a dois Globos de Ouro.

NOTÍCIAS | As primeiras (e últimas) impressões de ‘Mockingbird Lane’

Essa não é a primeira vez que a NBC tenta recriar uma série antiga. A emissora tentou trazer de volta The Rockford Files há dois anos, mas falhou. Recentemente, uma nova versão de Mockingbird Lane também foi exibida, mas ainda não foi promovida à série. Será que, dessa vez, eles dão sorte?

Com informações do TV Line.

Parks and Recreation – Pawnee Commons

Data/Hora 05/12/2012, 09:22. Autor
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Pawnee x Eagleton

Um dos melhores momentos em Parks and Recreation é sempre quando a guerra entre Pawnee e Eagleton acontece. Os episódios que já mostraram essa temática foram simplesmente deliciosos, principalmente aquele em que Leslie descobre que nasceu, de fato, em Pawnee. A melhor ideia dos roteiristas da série em tentar revitalizar o conceito de Parks nessa quinta (e um tanto criticada) temporada foi nesse episódio, em que colocaram Leslie praticamente brilhando sozinha enquanto o resto do elenco se preocupava em pintar uma loja.

Simplesmente hilárias todas as cenas em que Leslie aparece, ainda mais no começo, quando estava basicamente morrendo de excitação pelo projeto do parque, até, claro, descobrir que o arquiteto era de Eagleton. Outro momento divertido foi quando ela foi mostrar as placas de entrada e saída da cidade, mostrando que Pawnee realmente é sujinha, mas Leslie não consegue perceber isso. Mas o melhor momento de todos foi quando Leslie denunciou a safadeza de Eagleton, que não os ajudaram quando um tornado apareceu, falando que simplesmente não estavam em casa (a cidade inteira!).

É uma atuação exagerada de Amy Poehler, mas como já conhecemos a personagem sabemos que não há problema. Leslie Knope simplesmente não consegue NÃO falar mal da cidade vizinha sem respirar, até comparando o engenheiro com o Lorde Voldermort, sendo que na verdade, ele parece é com ela.

Estava achando mesmo que no final descobriríamos que o arquiteto grisalho estava planejando algo maligno, mas quem fez uma vingança maravilhosa foi Leslie, com todo aquele chantilly. Não há duvidas de que quando a briga entre as cidades acontece, Leslie fica em seu melhor.

A outra parte que funcionou muito bem no episódio foi Andy e April brincando de interrogatório com April sendo a filha de Hitler, com toda a lição de moral envolvendo nosso querido agente do FBI, Bert Macklin. Mesmo que tenha um alívio cômico tremendo, não há como não achar bonitinha a cena em que April entrega o papel com os dizeres ‘You were in the FBI’ para depois Andy se distanciar do recinto ao som de tiros vindos de um aplicativo de celular.

Esse deve ter sido o primeiro episódio em que Chris não teve nenhum papel irritante, e toda a sequência na loja foi deliciosa, começando com um Jerry sem poder se mexer por causa de um gambá e depois com Chris todo felizinho em trabalhar com Ron, só para receber uma tarefa que Ron achava impossível. Ann, por outro lado, só serviu mais uma vez para dar conselhos e Tom foi o Tom de sempre, ou seja, sempre agrada. O melhor diálogo vai para Donna denunciando que um dos manequins deve ter tentado cometer um suicídio já que a cor do lugar era tão depressiva.

Fotos promocionais do último episódio de ‘Gossip Girl’ são divulgadas

Data/Hora 05/12/2012, 09:01. Autor
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A gente entrou em dezembro e o clima, para os fãs de Gossip Girl, não é de Natal, mas de contagem regressiva. O episódio final da série vai ao ar no próximo dia 17 de dezembro, ou seja, em menos de duas semanas. Não bastasse isso, o último capítulo do programa “aperta o coração” só pelo título: New York, I Love You XOXO. Poético, né?

Não satisfeita, a CW acaba de divulgar vinte fotos promocionais do episódio em questão. Nelas, dá para ver que muitos personagens antigos retornarão ao Upper East Side mais badalado de Nova Iorque. Contenham as lágrimas e as guardem para o grande dia!

Com informações do Ksite Tv.

CW anuncia data de estreia do drama ‘Cult’

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O canal CW já escolheu a nova série para ser exibida no lugar de Emily Owens, M.D., cancelada na semana passada. Cult, drama estrelado por Matt Davis (The Vampire Diaries), estreia na emissora no dia 19 de fevereiro de 2013.

Em Cult, Davis vive um jornalista investigativo, Jeff Shefton, cujo irmão desaparece misteriosamente. Antes de sumir, Nate andava obcecado com um programa de TV chamado Cult e dizia que estava sendo perseguido pela atração televisiva. O jornalista sempre achou que tudo não se passava de uma grande besteira, até que, com o desaparecimento do irmão, começa a receber chamadas telefônicas suspeitas. O programa Cult é apresentado pelo carismático Billy Grimm (Robert Knepper, de Shameless), que pode estar fazendo seguidores no mundo real, fãs obsessivos que praticam os mesmos crimes mostrados no show. Para resolver o mistério, o jornalista conta com a ajuda de Skye (Jessica Lucas, de Melrose Place).

Cult tem produção-executiva de Rockne S. O’Bannon (V), Josh Schwartz (Gossip Girl), Stephanie Savage (Hart of Dixie) e Len Goldstein (Hart of Dixie).

Com informações do SpoilerTV.

Bones – The Ghost in the Machine

Data/Hora 05/12/2012, 01:30. Autor
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Não vou começar essa review falando de números. Muito menos da tão esperada ocasião. Um marco? Sem dúvida. Um episódio para jamais ser esquecido.

Mas The Ghost in the Machine foi um episódio bom por si só. Não era a sua intenção fazer parte de uma grande celebração. Foi escrito como um episódio extra, ainda lá na limitada sétima temporada. Foi escrito para ser um respiro criativo dentro do molde apertado que foi o ano que passou.

Não começo essa review fazendo retrospectivas, muito menos listando motivos para continuar vendo a série. Nem justificando, mostrando evidências sobre isso, aquilo, e mais aquilo outro. Não pretendo provar nada para ninguém.

A história de um garoto morto aos 14 anos, e que apenas precisava dizer coisas de amor pela primeira vez, parece tão simples, até piegas demais para ser o enredo proposto para essa data. Por isso não vou falar sobre isso agora.

Quero apenas revelar a minha surpresa quando, ao assistir o conto desse fantasminha, me vi transportada para uma época de reconhecimento. E é sobre esse sentimento que eu vou escrever.

Altos

Filmar um episódio inteiro do ponto de vista de uma caveira não é só arriscado, é deliciosamente arriscado. Nos primeiros momentos da história, é possível ver quem dava a voz aos acontecimentos. É possível notar nos óculos do etimologista a caveira do Collin. Demorei um pouco para me acostumar com essa ideia. Mas aos poucos, fui me apegando ao fantasma. Ao garoto que tinha “negócios pendentes” em sua vida.

Uma escola audaciosa do Hanson, que assinou o roteiro da história. Talvez por isso o episódio tenha vindo cheio de referências boas como as “falanges dançantes”, “o sexo depois do trabalho”, a música e o sempre querido “I don’t know what that means”.

A citação sobre o lado não romântico de Brennan e ela reconhecendo o quando uma “mix tape” é bacana foi bonito. Isso mostra o quanto B&B caminhou até aqui.

Aí, podemos pensar no modo que Bones tem se relacionado com o seu trabalho. Quando o cachorrinho morreu. Ela chorou. Mas não chorou quando os ossos de uma criança foram achados enrolado em um tecido, um lençol. Ela chorou quando percebeu que podia perdê-lo. Mas se recusou a chorar quando ele supostamente tinha morrido. Vê a Brennan chorando por causa da vítima é novo. Esse tipo de demonstração emotivo sempre surgia como voz de desabafo e não pelo simples fato de se conectar.

Esse episódio me lembrou levemente o The Doctor in the Photo, quando a antropóloga, conversando com a caveira, conseguia extrair confissões sobre a morte, que nesse caso, também fora um acidente.

Vê a Brennan se conectando ainda é estranho, mas é isso mesmo, um dia a gente aprende a se importar também.

A história da Angela descontente com o trabalho vem se desenvolvendo bem, mesmo com a dança dos episódios na grade de programação da Fox.

Devo pontuar como algo positivo a participação na medida certa do Sweets e o  modo como a investigação foi conduzida em sua maioria por evidências científicas. Os squints mandaram bem.

Alguém sentiu falta de um estagiário? Não lembro de ter visto um só episódio de Bones sem um estagiário. É estranho não achar isso ruim?

E para terminar. Excelente performance do Cameron Delfario. O garoto realmente sabe cantar!

Baixos

Falar dos pontos francos nem é tão difícil quanto pensam. Meu olho crítico é ferino demais. Apenas por querer o melhor, e não para tripudiar.

Assim, não posso deixar de reclamar do fato que a participação da Avalon foi superestimada.  Uma vidente maluca? Não, ela é bem mais do que isso. É a pessoa que viu tudo começar e prometeu que tudo aconteceria um dia. A falta de cenas entre Cyndi e Deschanel me decepcionou tanto quanto a falta de menção ao casal principal da série. Achei descabido isso não ter ocorrido, já que Avalon foi uma peça importante para o casal.

Casais

Falar de amor é falar de cumplicidade. Uma breve cena de amor me chamou atenção. Três cúmplices. Booth, Brennan e Christine, dançando ao som da música “deles”.

Tão deles quanto nossa. Não há como ouvir Hot Blooded e não lembrar de Two Bodies in the Lab. É como voltar ao comecinho de tudo. Do dia que ela decidiu ficar do lado dele… para sempre.

Isso e mais a cena dos dois na madrugada, examinando a caveira enquanto a bebê espera pegar no sono. Fico imaginando se até o fã mais criativo um dia imaginou essa cena. Aposto que não.

Por isso, deveríamos ser um pouco mais gratos. Mas somos ingratos. Queremos detalhes e não nos damos conta dessa grande história.

Tão grande quanto Hodgins e Angela e o sexo após o trabalho.

Mas também sou ingrata. Quero beijos, Michael Vincent e mais Hodgela. Mas isso seria a cerejinha num bolo muito gostoso.

The Ghost in the Machine

Disse que não começaria esse texto com números e não falaria do marco de chegar aos 150 episódios. Mas posso perfeitamente terminar a review dizendo que quantidade realmente não importa. 10, 15, 20 temporadas? Isso não importa. O tempo apenas mede  capacidade de resiliência de uma série – e da capacidade de se renovar contratos.

Muda-se o elenco, o foco, o tema, dá-se aos fãs o que eles pendem, pula-se um monte de tubarão, renascem. Ninguém tem uma fórmula para a longevidade  mas os ingredientes são mais ou menos esses aí.

Também acho inoportuno pontuar que “The Ghots in the Machine” é o nome de uma música do rapper B.o.B e que esse é o nome do quarto álbum da banda britânica The Police. Mas acho necessário informar que o nome desse episódio é uma referência ao modo de pensar do filosofo Gilbert Ryle, que pregava que mete e corpo era um só, e a consciência era um eco, um fantasma no cérebro, que desnorteava o nosso modo de pensar. Talvez fosse importante também dizer que o mesmo nome do episódio já foi usando na saudosa Arquivo X, claro que com um conceito bem mais fantasioso.

O que me emociona em Bones é que a série chega aos 150 crimes apenas cultivando quem um dia a série cativou.  The Ghost in the Machine mostrou isso, respeito com a história, coerência e sensibilidade.

Um bom marco, apenas. Um episódio diferente e sólido. Um pequeno presente para quem ainda acha que não é hora de apagar a luz.

A festa deve continuar.

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