Elementary – You Do It to Yourself

Data/Hora 10/12/2012, 11:25. Autor
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“Não há nada mais perigoso à minha saúde do que o tédio”, foi essa uma das primeiras frases que Sherlock Holmes, gripado (sim, até os gênios ficam gripados, essa banalidade…), disse no episódio de quinta-feira, 6 de dezembro. E tédio, definitivamente, não foi o que sentimos ao assistir a mais esse capítulo de Elementary.

No episódio, tínhamos não apenas um, mas dois casos para resolver. “Tínhamos” porque, espectador que é espectador, se envolve e desvenda tudo junto com a série. Pois bem. A NYPD precisava da ajuda de Holmes para investigar a morte de um homem que levou um tiro em cada um dos olhos. Já Watson queria descobrir se seu ex (ex-exatamente-o-quê, a gente ainda não sabia), tinha mesmo tido uma recaída, cometido um crime e ido parar na cadeia.

Mas vamos pela ordem de importância. Holmes, sorry. No caso do detetive, o homem levou dois tiros nos olhos e tudo o que sabiam era que ele tinha aproximadamente 50 anos. O homem estava sem identidade, não tinha nenhum cartão de identificação, nada. Bastou uma “olhadela” – olhos pesados de um resfriados, devo ressaltar -, para que Holmes descobrisse qual era a profissão da vítima – professor universitário -, o nome do sujeito – Trent Annunzio – e exatamente em que universidade trabalhava – Garrison.

Depois, em visita ao escritório dele, em questão de segundos, o detetive descobriu que o homem era viciado em jogos chineses, que esteve em um na noite passada, era obcecado pelo número “13”, falava mandarim fluentemente, usava supersticiosamente uma cueca de cetim vermelha, cheirava a cigarro (mas tinha dentes brancos como o de um não-fumante), entre muitas outras coisas. Enfim, em fração de segundos, uma enxurrada de informações foram jogadas a nós, meros mortais e espectadores.

Quem não assiste a série com frequência pode pensar “Uau, esse Holmes é mesmo inteligente!”. Não acho. Não, não… Não estou dizendo que ele seja burro, claro que não. Não ousaria dizer uma blasfêmia desse tamanho. Só que, algumas vezes, o Holmes chega  à conclusões tão inusitadas, através de situações mais inusitadas ainda – para não dizer convenientes -, que parece que os próprios roteiristas da série usam esse monte de informação para convencer a si mesmos de que tudo não é absurdo, que todo esse conhecimento por parte do Holmes não chega a ser descabido. Pfvr. Simplicidade e criatividade, na próxima vez. Até mesmo Sherlock Holmes precisa refletir, pensar e DESCOBRIR, algumas vezes. Continuemos.

Depois, eles desconfiam da mulher de Trent e do amante dela – que era o professor assistente da vítima. Os dois tinham um caso, a mulher era imigrante e foi levada para os Estados Unidos pelo professor, dizendo que se casaria com ela. Pura enganação. Ele era sádico e obrigava a mulher, que nem era sua esposa diante da lei, a fazer coisas sórdidas na cama. O assistente, que era desprezado pelo professor, descobriu, se apaixonou pela moça e decidiram que se casariam em uma hora estratégica, assim, ela não seria deportada do país e encontraria o amor nos braços do jovem. Muito lindo, muito clichê, mas vou dizer que comoveu. Ounti!

No final das contas, Trent tinha descoberto uma espécie de câncer nos olhos e tudo o que lhe restava era sofrer com fortes dores até a inevitável morte chegar. Por isso, ele mesmo encomendou o próprio assassinato, mas se certificou de que todos os indícios levariam as suspeitas até nosso novo casal fofinho. Achei bem bacana o enredo, porque, se tivesse sido uma morte planejada pelo amante e a mulher, que queriam ficar juntos, seria muito óbvio e sem graça. A alternativa que os roteiristas encontraram comoveu, envolveu e convenceu. O casal, além de apaixonado, é todo certinho. Que sejam felizes para sempre…

Elementar, minha cara Watson

Agora, prossigamos ao caso da Watson, que é super auto-suficiente na história e sempre está resolvendo algo sozinha. Enquanto ela e Holmes estavam na NYPD, o celular da ex-médica tocou e ela disse que precisava ir até um antigo paciente. O homem estava preso, teve recaída e era acusado de ter se envolvido em um acidente de carro e fugir. À Watson, ele disse que estava de ressaca e  apagou, não se lembrando do acontecimento.

Watson reage muito mal e diz que ele precisa pagar pelos atos. Ela já havia dormido com ele. Aí, é inevitável não concluir, “Hum, então Watson é brasa coberta? Ela se envolve com seus clientes?”. Nesse momento, pensei em como os entusiastas de “Watson s2 Sherlock” deveriam estar felizes assistindo à cena. Mas, não. Ele era apenas ex-namorado dela, não paciente.

E de maneira muito simplista e quase nada envolvente, Holmes ajudou Watson a resolver o caso: o ex dela não havia cometido o crime, o carro foi roubado por um jovem que se envolveu no acidente.

Espera sentada

Aos fãs do casal protagonista, sinto dizer. Mesmo quando Holmes desconfiou que Watson tinha “algo mais” com o presidiário, ele não demonstrou nenhum ciúmes – e olha que ele estava mais frágil devido ao resfriado. Não acho que os produtores da série irão trabalhar em um romance entre os dois em breve, embora eu torça por isso. O Holmes anda tão bonitinho, tão “gracinha”, que seria gostoso vê-lo apaixonado. Mas não estou dizendo para que nós, torcedores do casal, esperemos sentados, ainda que eu ache uma boa ideia.

NOTÍCIAS | ‘Elementary’: Holmes e “a” Watson não terão caso amoroso, garante produtor

É que Watson disse ao homem (e ex-amor) que conhecia uma amiga que trabalhava em uma clínica de reabilitação e ele se propôs a ir lá. Ela esperou, esperou… E nada. Até Holmes apareceu para fazer companhia… E nada. Mas achei fofinha essa cena final, os dois protagonistas sentados no banco, Holmes oferecendo o ombro amigo. Ali, fiquei em dúvida qual era o sentimento que se fazia presente, amor ou amizade. E quer saber? Acho que foi a mais linda demonstração de amizade mesmo, por parte desse Holmes que dá vontade de pegar no colo e cuidar. Melhoras, meu caro detetive!

Sabido

Separei algumas coisas que Holmes sabe a respeito de si mesmo e do universo que seriam muito úteis no mundo real:

– Sem termômetro, ele sabe que sua temperatura diminuiu apenas um grau desde a última vez que Watson verificou;

– Como minha mãe diz “Enquanto você está com a farinha na mão, eu já fiz o bolo”. Holmes está sempre um passo a frente do detive Marcus Bell (Jon Michael Hill), da NYPD, que só sabe anotar tudo o que Holmes vai dizendo. Se derem um pedaço de bolo não mão dele, ele não sabe adivinhar um ingrediente secreto que seja.

– As universidades americanas são tão lindas! Sinto depressão quando lembro do campus da universidade em que estudei. O mundo seria melhor se eu fizesse um intercâmbio lá, era isso que queria dizer.

– Holmes é viciado em café. Em séries policiais, copos da bebida (do Starbucks ou não) são carregados pelos corredores da delegacia o tempo todo. Mas, em Elementary, o litro de café está mais disputado. Holmes é completamente viciado, acho lindo! Também adorei que, por causa da gripe, a Watson trocou o café dele por chá (muito coisa da minha mãe fazer isso! humpf) e ele disse: Não, eu sou britânico, e isso não é chá! Ops, elementar!

Coisa mais estranha no episódio

Quando foram na casa da “esposa” da vítima, deram detalhes – isso mesmo, detalhes – sobre a execução do homem e acusaram a mulher de ter cometido o crime em frente à filhinha dela, que deve ter uns 3 anos. Já ouvi falar que os americanos – e também os britânicos, no caso – são seres bem frios, mas isso já é um pouco demais, não?

Coisa mais fofa

A coisa mais fofa foi essa carinha do Sherlock Holmes, quase a mesma expressão de “cachorrinho na chuva” que a Regina Duarte costuma fazer. De partir o coração!

Balanço final

Foi um episódio decente, agradável, até inteligente. A série vem mantendo o bom nível, apesar de uma falha ou outra de roteiro. Jonny Lee Miller está muito bem como esse Sherlock mais humano, que se comove com os dramas alheios e até fica doente, tadinho! Elementary ganha pontos aí, nesse carisma, na maneira como cativa. A gente não só aplaude a conhecida genialidade do detetive… A gente se envolve, quer dar um abraço nele! Alguém já sentiu isso em relação ao Benedict (de Sherlock, da BBC)? Eu não. Mas amo os dois. Fim.

NOTÍCIAS | Jonny Lee Miller diz que liga para Benedict Cumberbatch ao final de cada episódio de ‘Elementary’

Hawaii Five-0 – Ha’awe Make Loa (Death Wish)

Data/Hora 10/12/2012, 00:10. Autor
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Nem sempre é fácil manter-se no alto. Muitas séries, vez ou outra, trazem um episódio que não te enche de satisfação por completo. Foi assim esta semana com Hawaii Five-0. O episódio rendeu poucos momentos bons, apesar de ter dado destaque e uma história legal para Max. Mas não é muito legal ver a Five-0 trabalhando separada.

A série resolveu arriscar esta semana com dois casos. Um principal e um secundário. Fórmula que mantém há anos CSI como uma das séries mais vistas em todo o mundo. Mas confesso: com Hawaii Five-0, não funcionou. Uma história ficou apagada demais, e a outra, com contornos demais. A dosagem foi errada em ambas, o que acabou por se tornar chato de ficar assistindo. Fora que ver Danny trabalhando longe do resto, não foi legal.

Tivemos o caso das modelos – que fez eu perdoar qualquer momento enjoado deste episódio -, que foi resolvido apenas por Danny. E esse deslocamento acabou por tirar qualquer dinâmica que exista do personagem com outro do grupo. Principalmente com Steve. Prova disso que, foi só colocar os dois em tela novamente, que o episódio ficou bom. E foi engraçado ver Steve com ciúmes do amigo, que estava tentando conhecer as modelos. Acho que, realmente esta dupla traz a alma da série, e espero que esta “separação” não venha a acontecer em um episódio tão cedo.

Já o caso do “assalto ao banco” que na verdade era mais uma sentença de morte para um portador de câncer cerebral foi meio parado, mais ao mesmo tempo recebeu muito destaque. Não teve aquela ação que gostamos de ver. Sinceramente, foi deprimente aquela cena da Kono e do Steve perseguindo o atirador pelado, enquanto ele estava bem chapado. O que gostei neste caso, mesmo, foi o destaque que deram para Max e sua namoradinha. Ele é um personagem que merece boas histórias – como aquela da segunda temporada, sobre sua mãe. E quem sabe a partir daí, seu futuro com a atendente do banco comece a fluir. O jantar no hospital foi bem legal.

Este episódio apesar de “assistível”, foi bem fraquinho, na minha opinião. Mas a qualidade de H5-0 é tão grande que até seu episódio mais fraco, não chega a ser um fiasco. Mas convenhamos, Hawaii Five-0 sabe como fazer um bom episódio. Estamos acostumado com bastante ação, boa dinâmica que sempre resultam em um excelente episódio. Então, esperamos bem isso na semana que vem, que será o penúltimo episódio do ano. Até lá.

Glee — Swan Song

Data/Hora 09/12/2012, 22:15. Autor
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Ao contrário do que o título do episódio diz, os personagens não estão chegando ao fim, mas sim começando de novo. Swan Song fez Glee voltar as origens. Como Rachel mesmo disse, Glee Club não é só sobre pessoas como Puck e Artie cantando juntos, é sobre pessoas que assim como eles, mesmo não tendo quase nada em comum, são amigos. Durante todo o episódio Glee conseguiu dar novos rumos aos personagens originais, e dar novos começos para os novatos. O episódio deixou claro que tudo o que aconteceu no passado não precisa, necessariamente, se tornar somente babagem, as coisas que você viveu podem também se tornar a sua experiência e força. E é por essa e outras que, pra mim, o episódio dessa semana se resume em uma palavra: Inspirador.

O episódio começa quase que imediatamente após o colapso de Marley no último episódio. Em uma reviravolta, os Warbles são declarados vencedores do Sectionals devido à violação do New Directions a uma regra que diz que qualquer coral que sair do palco é automaticamente desclassificado da competição. É triste, mas esperado e faz com que todo o grupo se pergunte a mesma coisa “e agora? o que vem depois?”. Mas isso logo passou, porque todos foram rápidos o bastante para culpar Marley ao acontecido, e ninguém, além de Santana foi capaz de ver o que a Kitty fez. Me pergunto se os produtores da série esquecem que o orgulho e o ciúme da Kitty custaram ao Glee Club as Sectionals, e que se um dia eles vão trabalhar a história dela.

De qualquer forma, agora que o New Directions não pode competir por um ano, Sue não perdeu tempo, e comemorou sua glória pegando a sala do coral para ela e as Cheerios. Teria sido muito engraçado se não fosse a cara de triste que o Finn ficou ao ver Sue destruindo a decoração da sala. Lógico que o repertório escolhido para ser apresentado não foi dos melhores, mas ele trabalhou duro para que todos os membros do Glee Club se sentissem em casa. Apesar disso, o confronto Sue x Finn não perde a graça de jeito nenhum!

P.S.: Amei o cara do piano se rebelando e falando pela primeira vez! Super engraçado! “Você sabe o quão degradante é quando eles simplesmente viram para você e gritam “hit it!” e você tem que adivinhar que música eles vão cantar?”.

Mas o que foi surpreendente em toda essa história foi ver como todo mundo tão desistiu tão facilmente do Glee Club depois de tudo o que passaram juntos e ver que tão rapidamente eles se juntaram a outros clubes. Acho que apesar de ter me sentido um pouco traída, isso foi bem realista. Enquanto o Glee Club foi formado por uma realidade azarada e com amor pela música e performance, os membros da ND também são capazes de se separar e encontrar interesse em outra coisa além da música. Ainda assim, achei que foi um pouco forçado e não consigo imaginar Rachel Berry desistindo tão facilmente quanto todos os outros fizeram. Marley é a única que fica ao lado de Finn na história toda, e não é pra menos.

E agora vamos falar sobre o quão louco Ryan Murphy pode ser. Em um belo dia ensolarado, ele acordou, tomou café da manhã e resolveu que Sam sempre teve uma queda pela Brittany e que eles deveriam namorar. Porque pareceu que foi assim. Uma decisão em cima da hora, só pra encher linguiça durante o episódio. A maioria dos fãs não gostou nada dessa história, principalmente os fãs de Santana e Brittany. Glee nunca foi bom em formar pares aleatórios (Sam e Mercedes, Brittany e Artie, Mercedes e Puck, Santana e Finn são somente alguns exemplos do que eu estou falando), mas sinto que dessa vez tudo passou dos limites.

Em Nova York, Rachel e Kurt encontraram novos caminhos também. Carmen Tibideaux dá a Rachel um convite dourado para a competição de inverno do NYADA. É uma grande coisa, já que apenas os alunos que mostram ser excepcionais entram nesta competição e os calouros quase nunca são escolhidos para se apresentar. No entanto, Rachel é escolhida. E o seu convite para a competição de inverno dá uma grande injeção de confiança na garota, o que para Cassandra só a torna ainda mais irritante. Depois de uma apresentação maravilhosa de All That Jazz entre as duas, Berry só fica ainda mais confiante, e no dia da competição até dá um longo beijo em Brody. Mas falando em Cassandra, adoro ver Rachel na sala de dança, mas tenho a curiosidade e adoraria ve-la em outras aulas também. E enquanto Rachel brilha, Kurt se esforça para conseguir outra chance de entrar na NYADA. Seu breve encontro com Carmen é um pouco desanimador, e ela diz que ele é talentoso, mas não coloca sua alma para fora quando canta, seja lá o que isso quer dizer.

No evento, Rachel canta duas músicas e canta como o coração. Lea Michele merece uma estátua. Ela é simplesmente fantástica e não há como negar uma coisa dessas. Todos presentes na NYADA a aplaudem de pé, e ela só ganha mais confiança. Adoro ver o quanto Rachel cresceu e amadureceu. Essa temporada pode até ter dois núcleos, mas ela ainda continua sendo a estrela de Glee e durante o episódio eu tive certeza disso. Depois de Rachel, Carmen anuncia que Kurt vai ter mais uma chance, e vai performar na frente de todos ali presentes. E dessa vez, Kurt não precisou de figurinos e sinos para fazer uma boa apresentação. Usou somente a voz e isso bastou. Chris Colfer é outro que merece uma estátua. Não tinhamos um solo dele faz algum tempo, e eu realmente senti falta disso.

Os melhores amigos de NY conseguiram alcançar os seus sonhos, enquanto Rachel venceu a competição, Kurt conseguiu entrar para a NYADA. Assim, Berry liga para Finn e o lembra de por que ele está de volta ao McKinley High School, em primeiro lugar. Finn somente se acha de verdade quando está no Glee Club. E é por isso que eu acredito que não importo quais decisões ele tomar na vida, tudo vai trazer ele de volta para aquela escola, para aquele coral. Embora os New Directions tenham perdido as Seletivas para os Warblers, não acabou ainda. E é em uma das cenas que mais me emocionaram em toda a história de Glee que os ND se reunem e cantam uma das músicas mais bonitas que já ouvi.

Este episódio de Glee foi essencialmente sobre a música que pode unir as pessoas, não importa se são diferentes ou semelhantes. Houveram amizades, inimizades, relacionamentos, parcerias e milhares de coisas compartilhadas durante esses anos envolvendo esse grupo de losers. E tudo isso por causa da música. Swan Song, é uma metáfora que significa uma performance ou um ato final antes da morte. Mas não é o final do Glee Club, muita coisa está por vir. Considero que esse episódio foi mais como uma Fenix Song. Um capítulo da história deles se acaba, mas outro começa aqui.

Cory arrasou nessa música. Cantou muito bem!

Setlist do episódio:

Somethin’ Stupid (Sam e Brittany)
All That Jazz (Rachel e Cassandra)
Being Good Isn‘t Good Enough (Rachel)
O Holy Night (Rachel)
Being Alive (Kurt)
Don’t Dream It’s Over (New Directions e Finn)

The Voice Brasil – Semifinal VI

Data/Hora 09/12/2012, 19:26. Autor
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O programa de hoje foi pra dar dor no coração, heim? Por dois motivos especialmente. O primeiro é que algumas canções foram simplesmente assassinadas pelos participantes, caso de Liah Soares que estragou “Se você pensa” do Roberto Carlos e de Junior Meirelles que destruiu Lilás do Djavan. Pelo menos este último foi eliminado. A inconstância da Liah me incomoda. Numa semana é uma obra prima, como ela fez com Asa Branca, na semana seguinte é um lixo. Se ela não estivesse no time mais fraco de todos já tinha sido mandada embora eu acho. E curiosamente as apresentações mais fracas são sempre as do time do Daniel.

E o segundo motivo que me fez quase derramar lágrimas de tristeza foi que chegou o dia mais temido. Sabíamos que chegaria uma hora que alguém muito bom do time do Brown teria que ser eliminado, já que o time dele era todo muito bom e eis que este dia chegou. Era praticamente impossível fazer a escolha e pela primeira vez senti verdade naquele teatro todo que o Carlinhos fez, porque eu no lugar dele também teria muitas dificuldades. No meu gosto pessoal teria ficado a Mira e a Ludmillah, mas eu sei que qualquer uma que ficasse estaria bem escolhida. Só acho uma pena o Brasil perder uma artista da grandeza da Mira Callado. Ela é completa. É com tristeza que me despeço da Mira e desejo um futuro brilhante pra ela. E se algum rico ou dono de gravadora estiver lendo eu IMPLORO. Contratem a Mira!

No time da Cláudia Leitte de novo a Thalita gritona se safou. Até quando, gente? Me chamem pra ir lá dar uns gritos que eu vou, de boa. Ok que a Ana Rafaela era limitada e não fazia frente, mas hoje foi melhor. No entanto, o que mais me preocupa nisso tudo é que a porcentagem de votação da Ju Moraes diminui muito. Dos 51% contra três candidatas ela caiu pra 41% contra só duas. Eu sou #TeamJu e não nego, portanto to mais é torcendo pra que semana que vem a galera se puxe, porque to achando que Ellen, Liah e Maria Cristina preocupam. Tava achando que o caminho da Ju ia ser mais fácil. Triste again.

Do time do Lulu não tenho muito o que falar não. Acho um time fraco, também. Maria Cristina é boa, mas superestimada. Marquinho não me cativa e Késia é um poço de arrogância. Hoje ela teve a audácia de dizer que não sabia por que não foi escolhida e ainda disse que era uma diva. Oi? Humildade cadê? Maaas, o Marquinho desafinou horrores e a essa altura da competição não dá. Foi a escolha correta.

Já to finalizando, mas não posso deixar de comentar a bagunça que tá esse programa. Como assim uma final com 8 participantes? Deviam ser 4. Sem contar essa bagunça do programa ser cada semana em um horário. Tá parecendo SBT. Falta de respeito com o telespectador.

E ainda, pra completar, ouvi falar que semana que vem os jurados escolhem 4 para só daí o público entrar em ação e votar. Se for isso mesmo acho bem injusto. Já era hora do público – e só ele – escolher. Fazendo apostas acho que se a final for por escolha do público será Liah x Ju Moraes x Maria Cristina x Ellen. Se for pela escolha dos jurados eu tenho minhas dúvidas. Lulu gosta muito de Késia e Claudinha tá arratando Thalita há anos. Deixo essas duas vagas em aberto pra apostar, embora ache que vai ser uma burrice sem tamanho a Cláudia não passar a única candidata dela que tem chances reais de vencer.

Por fim, o programa de hoje foi o mais fraco de todos. Espero que a final melhore e que não se cometa uma injustiça. O prêmio do The Voice Brasil é bom demais pra cair nas mãos de um Danilo Dyba da vida, embora ele cante direitinho. Juro que se até no The Voice Brasil ganhar um sertanejo eu me aposento dos realitys musicais.

PS: o que foi aquela apresentação do Carlinhos? Acho ele um baita artista, mas essa música não rolou.

PS 2: porque todos os sertanejos não são como o Daniel que CANTA? Naquela época em que o Daniel bombava o mundo era um lugar melhor pra se viver.

Atriz mirim é escalada para reviver o passado de Abby em ‘NCIS’

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Sejamos sinceros. Que a personagem Abby Sciuto (Pauley Perrete) é genial nos serviços que presta ao NCIS, ninguém duvida. Mas… Você já se perguntou como ela desenvolveu toda essa habilidade e, mais do que isso, essa excentricidade? O showrunner da atração, Gary Glasberg, já. A resposta, ele e os espectadores conferem em fevereiro, quando o episódio temático vai ao ar na TV americana.

“Que tipo de história de origem poderíamos fazer com Abby e que seria um pouco diferente? Em vez de olhar para trás em seus primeiros dias de trabalho no NCIS, eu estava mais interessado em ‘Quando Abby começa a desenvolver um interesse em medicina forense? E nas pessoas? Nos corpos, em pistas, coisas assim?’ Então decidimos ir pelo caminho de volta.”, revelou.

Para interpretar a Abby pré-adolescente, mais precisamente aos 10 anos, a atriz mirim Brighton Sharbino foi escalada no elenco. Glasberg disse que escolheu a pequena por considerá-la “uma jovem atriz maravilhosa” e contou que ela e Perrette passaram muito tempo juntas no set, para que a novata pegasse os gestos e maneirismos típicos da colega veterana.

Sharbino apareceu em séries como The New Normal e Hannan Montana.

Aos fãs de NCIS – especialmente os apaixonados por Abby -, Glasberg foi bastante entusiasta em relação ao capítulo. “Desde a escolha das roupas ao penteado no cabelo, a maneira como ela se comporta, as coisas que ela diz… Há vários pequenos grandes prêmios nesse episódio”, garantiu.

Nos Estados Unidos, NCIS já está em seu décimo ano e é exibida toda terça-feira pelo canal CBS. No Brasil, o AXN transmite a nova temporada da série toda segunda, às 21h.

Com informações do TV Line.

Confira o vídeo promocional do próximo episódio de ‘Fringe’

Data/Hora 09/12/2012, 16:14. Autor
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A última temporada de Fringe está indo além de onde qualquer fã jamais imaginou. No vídeo promocional de Black Blotter, o oitavo episódio do ano, mostra os personagens em uma realidade desconhecida. Veja!

 

COLUNAS | Acampa comigo, Anna Torv!

NOTÍCIAS | Joshua Jackson e Anna Torv vão tirar férias após final de ‘Fringe’

Fringe é exibida toda sexta, às 22h, no canal americano Fox. Aqui no Brasil, a série passa na Warner Channel, terça, às 22h.

Novo trailer da terceira temporada de ‘Shameless’ é divulgado

Data/Hora 09/12/2012, 16:00. Autor
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Um novo trailer da terceira temporada de Shameless, remake da série britânica de mesmo nome que, nos Estados Unidos, é produzida pelo canal Showtime, acaba de ser divulgado.

A julgar pelas imagens, nesse terceiro ano, os Gallagher’s continuarão a armar uma verdadeira confusão para sobreviver; o que implica em conseguir dinheiro das piores maneiras possíveis e romances nada convencionais e equilibrados.

As novas histórias começam a ser exibidas no dia 13 de janeiro de 2013, um domingo, na TV americana.

Com informações do Spoiler TV.

‘Enlightened’ está chegando. Confira o pôster da segunda temporada da série

Data/Hora 09/12/2012, 15:43. Autor
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A HBO orgulhosamente apresenta mais uma temporada de Enlightened. O drama estrelado por Laura Dern rendeu à atriz um Globo de Ouro  de Melhor Atriz Comédia e uma indicação de Melhor Série de Comédia ou Musical para a atração.

A história segue o drama e confusões de Amy Jellicoe (Dern) quando ela tem uma “revelação filosófica” e acorda para a vida depois de jogar a carreira para o alto.

NOTÍCIAS | Veja o trailer da segunda temporada de ‘Enlightened’

Confira a primeira foto promocional da série.

No elenco da série ainda estão Luke Wilson como Levi, Diane Ladd como Helen Jellicoe e Sarah Burns como Krista Jacobs.

A série estreia o segundo ano no dia 13 de janeiro com o total de 10 episódios na temporada.

Roteirista de ‘Downton Abbey’ fala sobre possível fim de Matthew Crawley

Data/Hora 09/12/2012, 15:40. Autor
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O ator Dan Stevens, que interpreta o impetuoso Matthew Crawley, em Downton Abbey, pode não retornar à série para o quarto ano. Foi o que revelou o autor da atração, Julian Fellowes, em entrevista ao site Entartainment Weekly.

Não é que Fellowes não queira mais Stevens em seu programa, não. Nem que ele tenha surtado e tido uma crise “Shonda Rhimes”, em que decidiu matar alguns personagens. Nada disso. É o próprio Dan Stevens que deseja seguir novos passos na carreira depois de três anos na série aclamada da ITV britânica.

NOTÍCIAS | Canal GNT compra as três temporadas de ‘Downton Abbey’

NOTÍCIAS | Canal ITV confirma: ‘Downton Abbey’ vai retornar para o quarto ano

“Algumas vezes, os atores sentem que precisam seguir adiante.”, disse Fellowes ao site americano. “No começo, você consegue contratá-los por duas, três temporadas. A partir daí, tem que ir ‘recontratando’ ano a ano”, revelou o roteirista, que ainda argumentou que não há nada a fazer sobre isso. O jornal britânico Daily Mail diz que Stevens tem intenção de aparecer apenas no primeiro episódio do próximo ano do programa.

NOTÍCIAS | Criador de ‘Downton Abbey’ tem planos de contar história anterior a do seriado

Se Dan Stevens decidir mesmo não retornar à atração, Fellowes não pensa em colocar outro ator no lugar dele, pois não vê “Downton Abbey fazendo isso”. O autor não revelou o que fará exatamente para resolver esse problema, mas disse que já começou a pensar na quarta temporada da série e disse que a história não vai “pular” alguns anos, como aconteceu na transição da primeira temporada para o segundo ano do show. “Acho que ainda podemos ser felizes na década de 1920”, revelou.

E os espectadores do seriado? Serão felizes sem Matthew Crawley?

No Brasil, o canal GNT exibe as três primeiras temporadas de Downton Abbey a partir de abril de 2013. No Reino Unido, o quarto ano do show estreia no próximo outono do hemisfério norte.

Com informações do EW.

Treat Williams vai aparecer em vários episódios de ‘Chicago Fire’

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Treat Williams, o Dr. Brown da saudosa Everwood, vai fazer uma visitinha ao cenário de Chicago Fire no ano que vem.

De acordo com o site do TV Guide, o ator vai interpretar Benny Severide, o pai de Kelly (Taylor Kinney). Benny é um homem durão que costumava ser bombeiro, e cultiva uma relação tumultuada com o filho.

Treat deverá aparecer mais de uma vez no drama. O primeiro episódio de Benny em Chicago Fire sera ainda em janeiro.

NOTÍCIAS | ‘Chicago Fire’ ganha temporada completa

Americano, pai de 2 filhos, o ator de 61 anos estreou em um grande papel em Hollywood no musical Hair de 1979. Na telinha, ele ficou conhecido como o médico Andry Brown, no drama da Warner, Everwood – série cancelada pela CW em 2006. Williams participou de produções como Heartland, Brothers & Sisters e White Collar.

Chicago Fire vai ao ar todas as quartas, às 22h, pela NBC. Aqui no Brasil, a série é exibida pela Universal, às terças, às 22h.

Sony Brasil vai transmitir a final do ‘The X Factor’ americano ao vivo

Data/Hora 09/12/2012, 14:47. Autor
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Sabe aquela história de que a TV por assinatura brasileira exibe tudo com um pouco de atraso? Pois bem. Os fãs de The X Factor, competição de música da FOX americana, podem ficar felizes: a Sony Entertainment Television do Brasil vai transmitir a final do programa ao vivo, no dia 20 de dezembro. Praticamente um presente de Natal antecipado!

Para fazer com que os espectadores entrem no clima e entendam quem é cada participante do programa, o canal exibe uma programação especial nas semanas anteriores, a começar por amanhã, 10 de dezembro, segunda-feira. É isso mesmo, a semana vai começar musical para o público da Sony.

Os episódios especiais vão ao ar de segunda à quarta-feira, às 22h, e quinta-feira, 20 de dezembro, às 21h.

O episódio de amanhã, 10, já promete grandes emoções aos espectadores:  os oito classificados apresentam suas músicas em um grande show. Nos episódios seguintes, ocorre a eliminação de dois participantes ou grupo. Isso porque cada capítulo de performance é seguido por um de eliminação, em que o público norte-americano escolhe os melhores. Como a gente diz, mais do que cantar, precisa mesmo encantar. Depois, a eliminação funciona assim: o último colocado no ranking definido pelos espectadores é eliminado automaticamente e os dois mais abaixo, penúltima e antepenúltima colocações, cantam novamente, sendo que um deles será salvo pelos jurados: L.A. Reid, Demi Lovato, Britney Spears e Simon Cowell.

Na edição atual, “a pequena diva” Carly Rose Soneclar, Tate Stevens – “o cowboy” – e Vino Alan, que se apresentava para a tropa americana antes do reality show de música, estão entre os favoritos dos espectadores nos Estados Unidos.

Quem prefere show de artistas já consagrados no show business, não vai ficar desapontado. A boy band One Direction e a musa country Taylor Swift, dois dos maiores sucessos musicais do planeta, passaram pelo palco do programa esse ano. A cantora Cher Iloyd, que ficou famosa ao participar da versão do The X Factor britânica, também apareceu na atração americana.

A grande final, como já dissemos, acontece no dia 20 de dezembro, às 23h, simultaneamente à transmissão nos Estados Unidos. No mesmo dia, um pouco antes, às 21, a Sony Brasil exibe a semifinal da competição. O prêmio é um contrato com a gravadora Sony Music de 5 milhões de dólares.

Com informações da Assessoria de Imprensa do canal Sony.

Chicago Fire – Leaving the Station

Data/Hora 09/12/2012, 12:32. Autor
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De todos os episódios dessa primeira temporada da série, Leaving the Station foi o que eu menos gostei. O ritmo do episódio não foi dos melhores por conta do drama de quase todo mundo do departamento: Mills, Casey, Severide, Shay, Dawson, . Achei muito drama pra pouco episódio e o único realmente justificável é o de Mills.

O novato Petter Mills se deparou com sua primeira morte chocante em um dos resgates. Quando um acidente envolve um trem o que esperamos a não ser ver corpos em cenas não muito agradáveis? Mills tinha esperanças de que, como a primeira vítima, a segunda também estaria viva mas se deparou com a situação contrária a sua frente e isso fez com que o novato fosse o centro das atenções do episódio. É certo que todo bombeiro já passou por isso e a solidariedade e preocupação dos companheiros com Mills foi algo bonito de se ver. Já a preocupação da mãe do rapaz foi meio irritante e a ceninha que ela fez com o Chief Boden dizendo que Mills não retornaria foi desnecessária apesar de compreensível.

Casey tá dando um tempo da namorada insuportável de novo após o desentendimento sobre paternidade. O moço quer um filho e ela fica fazendo doce. Por favor, né? Enquanto isso, Dawson já vê na situação uma nova oportunidade (quem não veria, né?).  Casey faz uma visita ao túmulo do pai morto há 15 anos e ao que tudo indica o relacionamento dele com a irmã não é dos melhores mas não farei conclusões precipitadas porque a moça voltará a aparecer.

Durante um dos resgates Severide deixa transparecer seu problema com o braço e algumas pessoas conseguem perceber a dificuldade que ele tem durante o salvamento. Boden percebe o sofrimento de Severide e já o coloca contra a parede ao dizer que se o problema persistir ele deverá fazer um raio-x pra se certificarem de que não é na da grave. Vamos esperar…

O humor do episódio fica por conta de Mouch e sua luta contra os canadenses que estão visitando o departamento. Cenas e diálogos engraçados mostraram o ódio dele contra o Canadá.

Dawson, a nervosinha, quase se mete em encrenca mais uma vez ao suspeitar que uma das vítimas que ela e Shay resgataram estava sendo envenenada pela própria mãe e só cai em si quando Boden lhe dá uma bronca. Enquanto isso, Shay tem que lidar com Clarice, que agora mora em sua casa e que não sabe muito bem o que quer da vida. A recaída que eu tanto apostava (ainda) não aconteceu e Shay foi relativamente forte ao conseguir fazer com que a moça voltasse para o marido mas acho que ela voltará em alguns episódios com o filho no colo.

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