Vídeo apresenta Shakira e Usher no ‘The Voice’, Cee Lo Green diz que gostaria de retornar um dia

Data/Hora 19/12/2012, 16:07. Autor
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A quarta temporada do The Voice dos Estados Unidos só estreia no dia 25 de março de 2013 e vai trazer duas grandes novidades: Shakira e Usher entram como técnicos no programa, já que Christina Aguilera e Cee Lo Green deixaram a atração ao final do terceiro ano.

NOTÍCIAS | Shakira e Usher devem substituir Aguilera e Cee Lo Green no ‘The Voice’

Um vídeo promocional da futura temporada mostra os quatro novos técnicos – que conta com os veteranos Adam Levine, do Maroon 5, e Blake Shelton – em um passeio de carro, em que há grandes divergências sobre qual será a estação de rádio escolhida. O final, é claro, tinha que ser feliz.

 

Em entrevista ao E! Entertainment, Aguilera e Cee Lo não garantiram que voltam ao programa no futuro, mas disseram que a ideia os agrada, pois amam o The Voice. Sobre a química com os novos integrantes, Adam disse que não acontecerá da noite para o dia e que irá receber os dois novos técnicos de braços abertos.

Com informações do EW.

Novo antagonista é escalado para ‘Beauty and the Beast’

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Quando Beauty and the Beast voltar do hiato, no dia 24 de janeiro de 2013, nos Estados Unidos, “Vincent – a Fera” será um assassino procurado. E não é o médico-legista Evan (Max Brown) que vai ficar atrás do personagem. Um novo ator foi escalado para ficar responsável pela função.

Ele é Sendhil Ramamurthy (Heroes, Covert Affairs), que interpreta um assistente do departamento de polícia do alto escalão de Nova Iorque, chamado Gabe Lowen. O novo personagem, que é recorrente na história, é descrito como carismático e ambicioso, e capturar o “vigilante” da cidade – que nós sabemos se tratar de Vincent – é o topo da lista de seus objetivos, já que a captura pode alavancar sua carreira.

“Sendo assim, ele vai trabalhar ao redor do recinto e de Catherine (Kristin Kreu)”, revelou a produtora-executiva Sherri Cooper. “Ele vai se tornar um grande obstáculo… Um grande antagonista para Vincent e Catherine”, disse.

Cat irá conhecer o novo habitante de Nova Iorque no episódio 15 e Gabe estará completamente nu no momento do encontro. “Essa é uma hipótese. Não sabemos se ele estará nu ou não”, respondeu o ator, aos risos, para o site TV Line.

Com informações do TV Line.

Fringe – The Human Kind e Black Blotter

Data/Hora 19/12/2012, 15:17. Autor
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Começo essa review me desculpando pelo atraso. Tive problemas com meu computador, que não funcionou por alguns dias. Não consegui ver The Human Kind e acabou atrasando tudo. Agora, episódios devidamente assistidos, vamos à review.

Como atrasei pra assistir The Human Kind, li muitos comentários sobre o episódio. Muita gente achou ele fraco, o pior da temporada. Mas confesso que gostei bastante dele, e achei o final magnífico.

Por mais que haja muita ficção científica em Fringe, em vários momentos cruciais o amor foi a resposta. Isso já não nos deveria causar estranheza. E digo mais, acho bom os mais reticentes prepararem o coração, pois creio que a resposta final, a solução para os males do mundo, no dia 18 de janeiro, deve passar pelo amor, se não acabar nele.

Em The Human Kind Olivia voltou a ser o centro das atenções. E com maestria. A possibilidade de perder Peter mais uma vez fez com que a agente buscasse, desenfreadamente, compreender os efeitos do dispositivo em Peter e encontrar uma solução para o problema.

E enquanto Walter e Asner buscavam compreender como o dispositivo agia no cérebro – Astrid escapou por pouco de ser cobaia – Olívia buscava o tal imã gigante (porque seria muito simples a solução estar em algo pequeno e fácil de carregar e esconder). Adorei todas as cenas de Olivia no ferro-velho. A atmosfera foi dúbia, e quando a menininha disse que havia uma recompensa pela agente, saquei a arma junto com Olívia e já fiquei pensando em como ela sairia dali. Mas aí Simone bebeu a água e fez aquele discurso emocionado para Olivia, que respondeu com uma fala não menos poderosa. Perder a fé, depois de tudo que presenciou, era o caminho lógico para Liv. Mas os acontecimentos seguintes, no galpão, servem para mostrar para Olivia que as palavras de Simone eram verdadeiras, ainda que apenas em parte.

A cena da fuga da agente foi sensacional. A engenhosidade de Olivia me impressionou, assim como o uso da bala. A bala que salvou o mundo, agora salvou Olivia. Física e mentalmente, porque foi como se ela percebesse o legado da filha, algo que a acompanhará eternamente. E essa percepção foi fundamental para o desfecho brilhante do episódio.

Enquanto Olivia completava mais uma parte do plano, víamos ótimas cenas do jogo de gato e rato entre Peter e Windmark. A batalha entre eles também foi ótima, uma cena magnífica, com efeitos visuais muito bem feitos. E as palavras do chefão dos Observadores, sobre Peter achar equivocadamente que estava modelando seu futuro, me deixaram temerosa do que viria a seguir.

Temerosa estava, também, pelos efeitos do dispositivo no cérebro de Peter. Eu já estava pensando em como os roteiristas explicariam se o Peter Observador mantivesse as emoções. Porque os estudos de Walter e Astrid confirmaram o que todos já sabíamos: os Observadores são extremamente inteligentes, mas sentimento passa longe dos carecas. Por isso os sentimentalismo dos humanos é tão difícil de compreender, para eles.

Por isso concordo com Olivia, na sua fala para Peter. Sentimentos, nesse panorama, são diferencial, não força. Contra um inimigo que “é muito melhor em matemática”, deve se lutar com as armas que tem. E aqui ela é, definitivamente, o amor. Amor esse que, confessado por Olivia, fez com que Peter desistisse de seu caminho sem volta. Interessante notar que a “fria” Olivia foi a sentimental aqui, enquanto que o “emotivo” Peter precisou ser resgatado das garras da hiper racionalidade. Interessante mesmo. E que cena final. Quase chorei junto com Polivia.

Black Blotter foi uma viagem regada a muito LSD. Brincadeiras a parte, foi um episódio magnífico, com muito andamento no plano para derrotar os observadores.

Quando o rádio conseguido no Universo de Bolso finalmente funcionou, Walter estava doidão. Confesso que vendo Walter chapado me dei conta de que sentia saudade desse lado mais malucão do cientista. Mas essa viagem foi mais tensa que as outras. E boa parte dessa tensão se deve à presença de Carla, a ex-assistente de Walter, nas alucinações do Bishop pai.

Esse episódio evidenciou o conflito de Walter, que já o acompanha a alguns episódios: o medo de voltar a ser o “monstro” que pensava ser Deus. E as palavras de Carla me fizeram temer seriamente o desfecho do caso. Porque Walter, atormentado psicologicamente, poderia ser cegado pelo seu desejo de fama e reconhecimento, e acabar entregando parte do plano para os Observadores ou comprometendo seu andamento.

Mas felizmente isso não aconteceu. E não aconteceu, principalmente, em virtude de Peter, Oliva e Astrid. Peter especialmente, já que Walter frisava, a todo momento, que não podia romper com as promessas feitas ao filho.

Achei interessante que enquanto Carla fazia o papel de “diabinha”, Nina era a “anjinha” que tentava manter Walter no bom caminho. Tem relação, claro, com o “pacto” entre Walter e Sharp, no qual ela prometeu remover os pedaços demoníacos do cérebro de Walter depois que o mundo tiver salvo.

Tentar encontrar Donald através do sinal emitido pelo rádio foi a tarefa da semana. E concluí-la com Walter “on drugs” foi bem mais complicado. Afinal, nada é fácil quando ratos atiram em você.

Mas antes de falar do desfecho da missão, preciso falar da visitinha de Peter e Liv à floresta. Teve beijo <3, e teve Sam Weiss. O “instrutor de boliche” de Olivia foi encontrado morto ao lado de um protótipo de arma para acabar com os carequinhas, e junto com os cadáveres de dois Observadores e um Legalista. O que ele estava fazendo lá eu não sei. E aparentemente nem Poliva sabe. Mas como o papel de Sam era grande, na outra timeline, natural que ele aparecesse nessa também, e desse sua contribuição no plano de salvar o mundo.

E depois de triangular o sinal do rádio, com a ajuda de Anil – sempre Anil. Achei que Broyles teria participação mais ativa no plano de salvar o mundo, mas o líder da Resistência é que resolve tudo, mesmo -, a Fringe Division chegou à ilha habitada por ninguém menos que o Observer Kid. Descobrimos que Donald, conforme já havíamos imaginado, tirou Michael do Pocket Universe após a invasão dos Observadores, e que confiou sua custódia a um casal confiável da Resistência. E depois de passar 20 anos ligando o sinal do rádio, o garoto foi localizado e agora o plano de salvar o mundo está pertinho de ser executado.

E Michael lembra de Olivia, justamente porque para os Observadores tempo e espaço funcionam de outra forma. Assim, mesmo os acontecimentos de outra linha temporal serão lembrados. Não quero nem pensar no que acontecerá quando Windmark souber que o garoto está com os “Bishop”. A Fringe Division será ainda mais caçada.

Finalizando a review, preciso dizer que a cena da mente de Walter lembrando para lembrar a cena foi muito genial. Adorei o cartoon, e achei totalmente crível que a mente de Walter funcionasse daquela forma. Uma, pelo ácido. Duas, porque a mente do nosso insano e adorado cientista não é muito convencional, mesmo. E interessante notar que Gene estava lá, juntamente com o cavalo marinho e o sapo, símbolos de Fringe. O cachorrinho eu não identifiquei.

E, mantendo a tradição, a cena final do episódio foi magnífica. As lembranças de Walter, sobre seu complexo de Deus, sobre o sequestro de Peter, sobre a origem de todos os problemas da humanidade, foram tocantes, emocionantes, e – como se necessário – nos lembraram que a jornada está prestes a terminar.

São só mais 4 episódios, três sextas-feiras. Estou muito ansiosa pelo final, mas ao mesmo tempo não quero que a data chegue. Fringe vai deixar saudade.

P.S.1: a fadinha verde dominou Black Blotter. Já a fadinha vermelha apareceu apenas uma vez, rapidinho, e foi prontamente afastada por Walter. Qual o significado disso.

P.S.2: Carla fala que Walter queria criar seu próprio Universo. Bem, de certa forma ele conseguiu, com o Pocket Universe.

P.S.3: R.I.P Donald. Segundo informações de Richard, ele morreu. Mas as informações podem ser equivocadas e poderemos, antes do final, conhecer o parceiro de Walter.

P.S.4: sou uma das adeptas da teoria de que Michael será September. O garoto demonstrou uma certa empatia com Liv, Peter e cia. Acho que a explicação pro vínculo entre o simpático carequinha com nossos sobreviventes favoritos pode remontar à “infância”.

P.S.5: a Igreja da Verdade pode ser uma das chaves na guerra contra os Observadores já que lá, segundo informações do nosso amigo do falso acidente, os carecas não conseguem ler pensamentos. Deixaria a luta mais justa, e pode ser um trunfo para Olivia e companhia. Outra arma que poderia ser utilizada seria as “runas”, utilizada pela ajudante de Bell para “prender” September e impossibilitar suas viagens temporais. Resta saber se eles terão acesso à essa tecnologia. E também tem a questão da máquina para tornar o ar “menos puro” para os carecas, que pode ser utilizada de alguma forma. Muitas teorias.

P.S.6: as consequências da quase transformação em Observador, para Peter, ainda não foram muito exploradas. Sabemos apenas que ele tem fortes dores de cabeça e insônia. Será que restou mais algum traço dos carecas na composição de Peter?

P.S.7: o código de The Human Kind foi Plead, que significa advogar, pleitear, confessar. Olivia confessou seu amor por Peter, e vez as vezes de advogada do mundo – e das boas lembranças, porque não – ao defender a retirada do dispositivo do pescoço de Peter. Já em Black Blotter o código foi Guilty, que significa culpa. Não precisa nem explicar, né? Culpa é um dos sentimentos que constituem a intrincada personalidade de Walter,  o combustível para muita de suas ações.

Vídeo mostra os bastidores de ‘The Carrie Diaries’

Data/Hora 19/12/2012, 15:16. Autor
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No próximo dia 14 de janeiro de 2013, a série The Carrie Diaries estreia na CW americana. A atração, protagonizada por AnnaSophia Robb (A Fantástica Fábrica de Chocolate) é uma das mais aguardadas entre os “fashionistas” de plantão, já que narra a vida de Carrie Bradshaw (interpretada por Sarah Jessica Park, em Sex and the City) adolescente na glamourosa Nova Iorque – sendo, portanto, a potencial substituta de Gossip Girl no coração dos, agora, órfãos fãs da série.

VÍDEOS | CW exibe quatro vídeos promocionais de ‘The Carrie Diaries’ durante a series finale de ‘Gossip Girl’

Um vídeo mostrando os bastidores da nova série acaba de ser divulgado e a protagonista AnnaSophia diz que tem sido uma honra e muito divertido trabalhar na história. Confira:

Com informações do SpoilerTV.

Conheça ‘Vikings’, nova série de época do criador de ‘The Tudors’

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Se em Game of Thrones, da HBO, Winter is coming é a frase célebre da história, em Vikings, nova produção do History Channel, o aviso é parecido: A storm is coming (Uma tempestade está vindo).

A nova minissérie é um enredo fictício baseado em histórias reais e vai retratar a vida dos guerreiros nórdicos que invadiram a Europa e as Ilhas do Atlântico Norte no século XI.

O canal History já havia produzido uma série com a mesma temática no ano passado. Hatfields & McCoys era protagonizada por Kevin Costner e Bill Paxton e foi enorme sucesso de público no hemisfério norte, ao narrar o duelo entre os clãs Hatfield e McCoy, duas famílias do sul dos Estados Unidos que entram em conflito depois que um membro da família McCoy morre e as suspeitas recaem sobre os Hatfield, dando origem a uma nova guerra civil.

A emissora classifica Vikings como “alta em aventuras, exploração, conflitos, guerra e derramamento de sangue”, além de se tratar de uma “saga familiar”. Dessa vez, a história se concentra em Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel) e como ele chaga à posição de Rei da tribo dos Vikings.

Ao ator Travis Fimmel (The Beast), ainda fazem companhia na produção Gabriel Byrne (In Treatment, O Homem da Máscara de Ferro), Jessalyn Gilsig (Glee), Gustaf Skarsgard (filho de Stellan Skarsgard, de Piratas do Caribe), Clive Standen (Camelot) e Katheryn Winnick (Bones).

A série é criada e produzida por Michael Hirst, de The Tudors, e é gravada na Irlanda.

Vikings estreia no dia 3 de março de 2013 nos Estados Unidos. O vídeo promocional da série, com trinta segundos, você confere abaixo:

Com informações do EW.

Séries que deveriam acabar antes do fim do mundo

Data/Hora 19/12/2012, 11:00. Autor
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Quando lançado em 2009, o filme 2012, dirigido por Roland Emmerich, trouxe para as telas do cinema as catástrofes climáticas que o Calendário Maia previa para 21 de dezembro de 2012, o mundo inteiro embarcou nessa história, digamos assim, apocalíptica.

Depois de três anos de espera – e muitas brincadeiras-, a tal data está chegando e é nessa sexta-feira que o mundo deve acabar! Céticos dirão que não acreditam mas todos – mesmo que levando na brincadeira – já fizeram planos para antes do fim do mundo ou já se pegaram pensando sobre o que deveriam fazer antes que dessemos adeus ao nosso querido planeta Terra.

Além do carro que você quer comprar e das festas que quer ir antes do “apocalipse”, a televisão e suas tramas não podem ficar de fora. Já pensou sua série favorita acabar sem um final? Ou pior, aquela série que você está empurrando com a barriga durante um bom tempo não ter sequer um fim? Não? Pois é, o TeleSéries pensou por você!

Confira a nossa lista de séries que deveriam acabar antes do fim do mundo!

(P.S. – esperamos apenas que não seja a nossa última lista!)

Fringe

por Maria Clara Lima

A Fox que trate de soltar os episódios de Fringe antes do dia 21. Para mim, a emissora já teria cancelado a série! Mas não porque ela deve acabar, não é isso. Por mim, Fringe duraria para sempre! Como o para sempre não existe e o mundo vai chegar ao fim, não quero que essa obra prima do JJ Abrams e cia vire um outro Lost. Por isso, acabem com a série agora! As aventuras do cientista louco, da agente do FBI, de Peter e Astrid não podem ficar sem repostas. Afinal, todo mundo quer saber quem são os Observadores e como o mundo vai sobreviver aos homens pálidos. Acho que para mim, mais do que tudo, quero ver a Olivia e o Peter felizes, enquanto o nosso universo durar.

Grey’s Anatomy

por Anderson Narciso

Assisto a Grey’s Anatomy desde sua estreia em 2005. Há sete anos, a série é um dos meus dramas favoritos, que chegou a disputar preferência em minha lista pessoal com ER, One Tree Hill e muitas outras. Apesar de o nível não ser o mesmo das temporadas iniciais, Grey’s ainda mantém o seu charme e chama atenção por algumas histórias. E a temporada passada foi muito boa, relembrando os tempos áureos da série. Assistir uma série há sete anos, que você chama de “Sua favorita” e não conseguir assistir ao final? Portanto, seria bom ver o final de Grey’s Anatomy antes do dia 21. Claro, com muita medicina, drama e o ponto chave da série – as mortes. Nem que Shonda tivesse que usar o Apocalipse como desculpa para matar o elenco inteiro da série – coisa que a psicopata desta autora adora fazer. Por Grey’s ter um carinho especial no meu coração e de muitos fãs, é que merecíamos ver o final desta série antes do fatídico apocalipse maia de 21 de dezembro. Não custa nada arriscar, não é?

How I Met Your Mother

por João Paulo Freitas

How I Met Your Mother estreou no dia 19 de setembro de 2005, mais de sete anos atrás, com uma proposta muito simples em seu piloto, a série se dispôs a nos apresentar nossos cinco protagonistas e a saga de Ted Mosby para encontrar sua futura esposa. E assim foram se sucedendo os episódios, com uma dica aqui, outra ali de quem seria a verdadeira mulher de Ted. O público que assistia a série só não percebeu que aos poucos deixou a questão levantada pelo piloto de lado, abraçou a narrativa e acabou entrando na vida de cada um daqueles cinco protagonistas. Não é por menos que após quase oito temporadas completas a pergunta ainda não foi respondida e a sitcom está ainda mais forte. A construção de cada personagem foi bem feita, suas personalidades foram respeitadas durante os anos e o amadurecimento deles, esquecido por muitas séries de humor, foi ocorrendo de forma sensata e gradativa tornando a série um expoente na sua categoria. Mas agora, em 2012, segundo os maias, mais um ciclo se termina e nada mais justo que uma série que foi tão fiel aos ciclos da vida, sejam eles tristes ou felizes, depressivos ou até de insanidade, fique na memória de todos que ela marcou.

Once Upon a Time

por Paulo Serpa Antunes

Faz pouco menos de um ano que escrevi uma resenha declarando que Once Upon a Time era uma das melhores séries de 2011. Uma temporada depois, OUAT está se tornando uma grande decepção. Sabíamos que depois do final da primeira temporada a série não seria mais a mesma: ela teria que se reinventar, como um Lost ou um Fringe que muda radicalmente de direção de uma season para outra. Mas Once Upon a Time pegou justamente o pior caminho possível: separou o elenco durante nove episódios, colocou os personagens perseguindo MacGuffins atrás MacGuffins (pó de fada, tinta de lula, bússola de ouro ou qualquer outra coisa parecida), preencheu o tempo na tela com novos personagens pouco interessantes (Aurora, Mulan, Hook) e, apesar do sucesso comercial, segue economizando nos efeitos visuais mais toscos da TV americana. Sem falar que inventaram de amansar a Evil Queen Regina, que está se tornando uma nova Sue Sylvester. Mas o pior é o discurso meloso romântico e infantil. Henry nos lembra a todo momento que “o bem sempre vence o mal”. Pô pirralho, pra quê soltar spoiler? Once Upon a Time caminha a passos largos pra se tornar a nova Heroes. Melhor seria terminar por aqui.

Pretty Little Liars

por Júlia Berringer

Alguns acreditam que o mundo realmente vai acabar, outros que uma nova era vai começar, e alguns (assim como eu) acreditam que os Maias só se cansaram de fazer os calendários e resolveram tomar um solzinho. Mas não há como negar que todos nós em algum momento pensamos no “e se ?” Confesso que o meu maior “e se” foi pensar no mundo acabando e eu sem saber quem é a verdadeira A em Pretty Little Liars. Vou morrer pensando “e se eu tivesse roubado os scripts da série e descoberto quem era A?. Lógico que existem várias teorias, nos livros em que a série é baseada nos dão respostas, mas não consigo me livrar do sentimento de que o que Marlene King (produtora da série) tem em mente é algo muito diferente do que aconteceu na série literária. E é exatamente por isso que os fãs merecem que esse show acabe antes do final do mundo. Pretty Little Liars é o tipo de série que te prende em um mistério ao mesmo tempo que começa outro, e já são tantos segredos, que morrer sabendo que os descobri seria um alívio. Ou quase isso. Não há como negar que me sentiria um pouco mais leve sabendo quem é a pessoa que ameaçou e maltratou as quatro liars durante esses anos. Quem sabe até a sorte não vira, e acabamos descobrindo que essa história de fim de mundo é só mais uma armadilha da A?

The Walking Dead

por Diego Rodrigues

Dia 21 de dezembro de 2012 está marcado para acontecer o tão esperado “fim do mundo”, mas isso já acontece faz tempo em varias séries de que somos fãs, o que esperamos agora é que elas tenham um fim antes que o mundo acabe, e não nos deixem curiosos pelo que poderia ter acontecido. The Walking Dead, a famosa série que retrata o apocalipse zumbi, nos deixa a cada episódio mais desesperados e ansiosos pelo que está por vir, e graças a seus personagens e esforços para se manterem vivos, eu fã, e milhares de pessoas esperamos uma grande explicação, e um final épico, para essa série que vem conquistando várias pessoas de todas as idades pelo mundo. Mais que respostas para várias perguntas como; “Onde tudo começou?” “Como tudo começou?” e “Será que eles vão conseguir se salvar e acabar com todos os zumbis?” Esta série merece ter um final por causa da boa qualidade apresentada a cada episódio escrito, e como a história da série se desenrola bem. Esperamos grandes explicações para tudo, e torcemos por alguns personagens. The Walking Dead merece sim ter seu final escrito e divulgado antes do fim do mundo, graças ao bom trabalho de todos por trás desta série, bem produzida e dirigida, e porque nós fã torcemos sempre pra algum personagem preferido e queremos saber o que acontece com ele, e todos do elenco.

Two and a Half Men

por Aline Ben

Two and a Half Men deveria acabar antes do final do mundo pelo simples fato de que a série já deveria ter acabado há muito tempo. Durante a oitava temporada quando Charlie, o Sheen, parecia mais acabado que o Charlie, o personagem, os produtores da série já deveriam ter organizado um final digno para o seriado. No entanto, com a briga de Charlie Sheen com o produtor e criador da série, Chuck Lorre, veio a saída de Sheen do elenco do seriado, vieram os boatos e difamações em público e aí veio Ashton Kurcher com seu currículo de modelo da Colcci e filmes de comédias românticas. Mas a série continuou, levada pelo saco de pancadas da história, Alan. Nem mesmo o ótimo trabalho de Jon Cryer, ganhador do Emmy 2012 de melhor ator, justificam a continuidade da série. Recentemente em plena décima temporada, o pequeno Jake que cresceu durante os 10 anos de seriado, Angus T. Jones, se rebelou e em um vídeo na internet  pediu aos fãs que não assistissem mais a série. Charlie Sheen respondeu na hora e ofereceu emprego ao ex-colega em seu novo seriado, Anger Management. Como dizem aqui na minha terra, Two and a Half Men já virou várzea há muito tempo. O destaque da narrativa engraçada da série eram os momentos em que Charlie e Jake tiravam sarro de Alan e o esnobavam. Charlie e Jake já não fazem mais isso, agora é Alan (o eterno bobão) que (pasmem!) se aproveita de um mais bobão ainda que é Walden, personagem de Kurcher. Charlie Sheen pode ter todos os defeitos do mundo como ser humano, mas na série da CBS ele era a alma e a garantia das nossas risadas.

The Vampire Diaries – O Come, All Ye Faithful

Data/Hora 19/12/2012, 09:38. Autor
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É natal em Mystic Falls! Mas se o visual da cidade está todo alegre, com direito à festinha e tudo (ok, nenhuma novidade nisso), o clima já não é dos mais felizes.

Para começar, temos Elena e Damon ainda naquela coisa de a mocinha estar ligada, Damon mentir para o irmão a respeito de ter quebrado a ligação, e todo o drama de sempre… Porque se tem Elena no meio, é claro que tem drama. E por falar em problemas-Gilbert, Jeremy que até pouco tempo atrás não teve muita utilidade na série, está tendo ajuda do professor suspeito Shane para não tentar matar a irmã de novo e assim não dar mais um motivo para ela choramingar pelos cantos.

Enquanto Elena vai com Damon até a casa onde Jeremy está exilado junto com Bonnie e Shane, para que juntos eles hipnotizem o lado caçador do irmão da Elena, Stefan continua lutando para chegar cada vez mais perto da cura para a ex-namoradinha com a esperança de que sendo humana ela volte a ficar com ele, mal sabendo que enquanto ele está todo empenhado, a mocinha está com Damon e não perde a oportunidade de assediar o Salvatore mais velho.

Bem, e se Stefan precisa de Klaus vivinho da Silva para achar a tal cura, Tyler e os outros híbridos estão tentando capturar o Original, colocar ele no corpitcho da Rebekah e assim deixarem dois Originais presos, secos e mumificados de uma vez só. O plano estava indo às mil maravilhas, se não fosse a Hayley mostrar qual o seu papel de verdade na história e entregar a tal rebelião híbrida, provocando a ira do Klaus e um massacre, por consequência.

Por falar em massacre, já era de conhecimento geral da nação que um personagem presente na série desde a primeira temporada morreria neste episódio. E após várias especulações e até sofrimento por antecipação de fãs, quem morre é a Carol… Lockwood.  Pois é, meu povo, tanta choradeira antecipada para uma morte de uma personagem que aparecia até menos do que o Matt! O importante é que somando os híbridos e mais a mãe do Tyler, Klaus matou doze pessoas. E esse número está bem familiar na série, não?

Para completar, Jeremy está livre dos seus instintos de caçador e o professor malvadinho Shane está convencendo Damon e Elena a se deixarem guiar por ele numa viagem até onde Silas está enterrado, porque diz ele que sabe onde encontrar a cura e que esse Silas vai ajudar. Tudo bem que essa cura está mais disputada do que sei lá o que, viu… Mas sou só eu ou mais alguém aí tem a impressão de que esse Silas não é boa coisa e que Klaus é um AMOR perto desse cara? Além do mais, Shane já se mostrou nada digno de confiança, e vale ressaltar que agora ele tem as doze almas e está tentando ensinar a tal de “expression” para a Bonnie. É nessas horas que aquele ditado “desgraça pouca é bobagem” se encaixa muito bem.

Já que Elena, Damon, Bonnie e Shane perderam a festinha de Mystic Falls, resolveram ficar todos na atual casa de Jeremy para aproveitarem o clima natalino. Damon, depois de ter passado o dia todo cheio de “não me toque” com a Elena e ao vê-a feliz com o irmão e a amiga, finalmente quebra a tal ligação existente entre os dois, o que de fato é de partir o coração. Apesar de Damon ter feito a coisa certa, Caroline deu com a língua nos dentes para Stefan e o pobre descobriu que vem sendo corneado. Deu até piti com direito a derrubar mesa e tudo… Todo machinho esse ex-rippah. Chiliques de Stefan à parte, Damon fez o que deveria, e agora Elena está livre para escolher verdadeiramente com quem quer ficar. Mas o problema é como Damon vai estar, já que não foi fácil para ele se separar da amada, e Stefan também não está nos seus melhores dias.

E por falar em curiosidades para o que vai acontecer, não podemos nos esquecer da April, que finalmente descobriu sobre os vampiros e achou a Rebekah! Ouço um aleluia? Pois é… Agora a menina tem que parar de ficar em choque e acordar a amiguinha logo, quem sabe assim fica claro o que aconteceu com o conselho e qual é o envolvimento exato do professor Shane no ocorrido.

P. S. [1]: Acho que a Caroline nunca foi tão linguaruda quanto neste episódio. Contou de Delena para o Stefan e entregou a Rebekah para a April. Se superou.

P. S. [2]: O que era para ser um momento comovente do reencontro de April com Rebekah soou mais cômico do que qualquer outra coisa. A menina mais desinformada da cidade cuja única função vinha sendo descobrir por onde andava a Rebekah finalmente encontrou a loira e a cena deveria ter sido acompanhada por um coro de aleluia, porque olha…

P. S. [3]: Depois de quatro temporadas, vimos as primeiras crianças de Mystic Falls! Não é emocionante?

P. S. [4]: Por último, com tantas mortes no episódio, foi bem poética a coisa de o Klaus massacrar os híbridos com aquela música calma de fundo. Ponto para o episódio.

‘Hollywood Game Night’, de Sean Hayes, tem sinal verde para produção na NBC

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Game shows têm presença regular na NBC. Alguns exemplos são Deal Or No Deal, Minute To Win, Who’s Still Standing e o atual Howie Madel’s Take It All. E foi nessa linha de pensamento que o canal deu sinal verde para a produção de Hollywood Game Night, seriado baseado em game shows, que será produzido por Sean Hayes (Will & Grace, Up All Night, Parks and Recreation).

NOTÍCIAS | Sean Hayes participará da 2a temporada de ‘Smash’

A série, que recebeu um pedido de oito episódios pelo canal responsável, é baseada na vida  e nas experiências do ator e produtor em game shows. Em Hollywood Game Night, dois participantes vão ser colocados em uma espécie de festa de celebridades semanalmente para que eles se misturem entre os demais. Além disso, eles também competirão entre si para obter prêmios em dinheiro. A série contará com a participação de nomes conhecidos do mundo da televisão, dos filmes, dos esportes e da política.

“Nós estamos orgulhosos por estarmos trabalhando com Sean Hayes, quem traz com sua criatividade tantas boas ideias, o que pode ser visto nesse game show que vai ser divertido e vibrante”, afirma Paul Telegdy, presidente da programação alternativa da NBC. “Nossa audiência vai se sentir como se fosse parte da festa e nós colocaremos em cena o fato de como as estrelas de Hollywood podem apenas festejar em casa e ao mesmo tempo podem ganhar muito dinheiro”.

A NBC deu ordem para o piloto de Hollywood Game Night no verão de 2011. Hayes tem tido sucesso com projetos que levaram tempo até irem ao ar, como podemos observar no caso de Grimm, o qual é produzido por ele na mesma emissora e que havia sido negociado inicialmente com a CBS cinco anos atrás. Hollywood Game Night é produzido por Hayes, por Todd Milliner da Hazy Mills Productions, pela Mission Control Media e pela Universal Television.

Hayes, Todd Milliner (Grimm, Hot In Cleveland), Michael Agbabian e Dwight D. Smith (ambos responsáveis por Face Off, Hot Set) serão os produtores executivos do programa. Hayes também terá um papel recorrente em Smash, na temporada que estreia em 2013.

Com informações do Deadline

Ator de ‘Battlestar Galactica” fará participação em ‘Arrow’

Data/Hora 19/12/2012, 00:54. Autor
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James Callis, que interpretou Gaius Baltar na série de ficção científica Battlestar Galactica, fará uma participação na segunda parte da primeira temporada de Arrow, da CW.

James interpretará The Dodger, um ladrão de jóias internacional que obriga inocentes a cometerem crimes em seu lugar e a próxima cidade escolhida para cometer um de seus crimes é Starling City. Uma investigação vai levar Oliver (Stephen Amell) e Diggle (David Ramsey) até o Dodger, mas parece que a captura dele vai ser mais difícil do que aparenta.

The Dodger está presente na HQ Green Arrow and Black Canary #7, de 2008 e, na história original, ele vira aliado do Arqueiro Verde. Ainda não foi divulgado se a série de TV vai seguir os quadrinhos da DC Comics nesse quesito.

Arrow entrou em hiato de fim de ano nos Estados Unidos e voltará a ser exibida no dia 16 de janeiro. No Brasil, a série está sendo transmitida às segundas feiras, no Warner Channel.

Com informações da TV Guide

Natasha Lyonne vai estrelar nova série de comédia do canal Fox

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O canal de televisão Fox está colocando um novo projeto em prática, dessa vez com a participação da atriz Natasha Lyonne, conhecida por estrelar o filme American Pie.

NOTÍCIAS | Ator de ‘Lost’ participa de ‘Justified’

Lyonne, que fez uma participação especial na última temporada da série New Girl, também da Fox, assinou contrato para estrelar e produzir a nova sitcom do canal. A personagem de Natascha vai ser Stella, uma mulher doce que acaba de sair da reabilitação e quer começar a vida novamente, dessa vez como uma jovem adulta responsável e sóbria. Tudo bem até então, mas as coisas ficam complicadas quando ela vai morar com a família do irmão, uma típica família norte-americana conservadora.

O projeto visa a vida pessoal de Lyonne, que publicamente lutou com problemas de dependência, e agora se recuperou e voltou a atuar.

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Alex Barnow e Marc Firek (que produziram juntos Rules of Engagement e Mr. Sunshine são os responsáveis pelo o roteiro da série que vai ser produzida pela Sony Pictures TV e a 3 Arts Entertainment.

Com informações do TvGuide

Nancy La Scala participará de um episódio em ‘Castle’

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Parece que a série dona do 12º distrito de homicídios de Nova York terá companhia em breve!

O fato é que a atriz Nancy La Scala (Melrose Place)  participará de um episódio em Castle ainda não revelado, mas já foi divulgado o nome da personagem que ela vai interpretar. Nancy vai dar vida a uma mulher chamada Colette Robinson mas ainda espera-se detalhes por parte da emissora a respeito dessa participação.

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A única coisa de que temos certeza é que se Nancy se bandear para o lado de Castle (Natha Fillion), Beckett (Stana Katic) não perderá a oportunidade de mostrar que a parte feminina do casal não brinca em serviço.

Castle está em hiato e só volta ano que vem, dia 7 de janeiro, com o episódio intitulado Significant Others.

Com informações do Spoiler TV.

Bette Midler quer participar de ‘Glee’

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Quem será a próxima estrela à visitar Glee? Essa pergunta é recorrente para os fãs da série, que costuma rechear seus episódios com participações especiais como as de Kate Hudson, Sarah Jessica Parker e Idina Menzel.

Mas quem parece estar bem próximo de fazer uma aparição no set de filmagem da série é a consagrada atriz Better Midler, conhecida por seu papel em The Divine Miss M, entre outros filmes, séries, e televisão.

Em outubro, o criador da série Ryan Murphy fez um pedido publico para a atriz dizendo que gostaria que ela participasse da sua série. Murphy chegou a reforçar o pedido pelo Twitter, mas até agora não teve resposta.

Segundo o Access Hollywood, Midler ainda está esperando um convite formal. A atriz se mostrou aberta a possibilidade e até já pensou em como seria o roteiro do episódio no qual participaria. “Talvez eu poderia ser a irmã malvada de Sue Sylvester”, disse.

A atriz comemorou 67 anos no último dia 1º de dezembro em forma. Bette estreia no próximo dia 25 nos Estados Unidos, o filme Parental Guidance com Billy Crystal.

Sua carreira inclui filmes como O Clube das Desquitadas e a série com seu nome Bette, que foi ao ar em 2000 e teve apenas 18 episódios.

Será que ela estava falando sério? Agora só resta esperar.

Com informações do TVGuide.

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