Terry Kinney interpretará um vilão em ‘Elementary’

Data/Hora 21/12/2012, 21:00. Autor
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Terry Kinney, conhecido por seu papel em Oz, interpretará um vilão no drama da CBS,  Elementary.

No episódio que vai ao ar após o Super Bowl, no dia 3 de fevereiro, Terry vai ser um criminoso que vai causar caos em Nova York e o FBI vai recorrer às especulações do professor Moriartty para ir atrás dele.

Desde o fim de Oz, Terry fez participações em CSI:NY, The Mentalist, The Good Wife e The Mob Doctor.

Elementary é a série estreante mais assistida da temporada e retorna com novos episódios no dia 3 de janeiro.

Com informações da TV Line.

‘See Dad Run’, do canal Nickelodeon, é renovada para a segunda temporada

Data/Hora 21/12/2012, 20:40. Autor
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A série See Dad Run, estrelada por Scott Baio no bloco Nick at Nite do canal Nickelodeon,  foi renovada para sua segunda temporada. Pouco popular no Brasil, na série Scott vive David Hobbs, um ator muito conhecido por interpretar o pai perfeito em uma famosa atração televisiva, mas quando a série acaba e sua esposa decide voltar à carreira profissional, ele acaba tendo que lidar com uma situação somente antes encenada: cuidar de seus filhos.

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A sitcom, criada por Tina Albanese e Patrick Labyorteaux, é gravada da forma tradicional das séries de humor nos EUA, com a platéia assistindo. A estréia da segunda temporada está prevista para 2013 nos EUA porém no Brasil a série ainda não é exibida.

Com informações do Deadline.

Cee Lo Green confirma que estará na quinta temporada do ‘The Voice’

Data/Hora 21/12/2012, 20:12. Autor
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Dois dias depois do final da terceira temporada de The Voice, o cantor, compositor e jurado Cee Lo Green disse que voltará para a bancada de jurados do reality musical na quinta temporada.

“Vamos ser claros em relação a isso, senhoras e senhores: Eu não estou deixando o The Voice. Eu vou morar em Las Vegas no ano que vem e vou fazer um intervalo de um ano no programa. Mas eu volto na quinta temporada.” Shakira e Usher vão substituir Cee Lo e Christina Aguilera no corpo de jurados na quarta temporada do programa.]

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O cantor ainda disse que Nicholas David, de quem era mentor, devia ter ganhado na final de terça feira passada ao invés de Cassadee Pope, que tinha Blake Shelton como mentor. “ Eu acho que Nicholas tinha uma chance bem forte e acredito que ele devia ter ganhado”.

The Voice volta para uma nova temporada no ano que vem com Blake Shelton, Adam Levine, Shakira e Usher como jurados.

Com informações do The Huffington Post

‘Parks and Recreation’: Jean-Ralphio ganha irmã gêmea

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Como se um Jean-Ralphio já não fosse o suficientemente incompetente, agora teremos a sua irmã gêmea, que também vai provar não ser grande coisa. O site EW noticiou hoje a contratação de Jenny Slate (Saturday Night Live) para uma participação em um episódio futuro desta temporada de Parks and Recreation como a irmã gêmea do personagem interpretado por Ben Schwartz.

A personagem, chamada Mona Lisa, será contratada por Tom (Aziz Ansari) para ser a vendedora de sua loja de aluguel de roupa, a Rent-A-Swag, mas ele vai descobrir que, assim como o irmão dela, Mona Lisa não é um exemplo de funcionária.

Antes de Saturday Night Live e Parks and Recreation, Slate teve um papel recorrente na cancelada Bored to Death e fez algumas participações este ano em seriados como Girls e Raising Hope.

Com informações do EW.

Ashley Fink voltará a ‘Glee’

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Depois de Quinn, Santana, Mike, Mercedes e Puck no episódio de Ação de Graças e Rory, no episódio de Natal, mais um ex-integrante formado do coral New Directions vai dar as caras em Glee. Lauren Zizes, interpretada por Ashley Fink, vai reaparecer no primeiro episódio da série depois do hiato de fim de ano.

A última aparição de Lauren foi no primeiro episódio da terceira temporada, quando ela terminou com Puck e abandonou o coral do McKinley High por que perder a competição nacional foi muito constrangedor.

Glee retorna do hiato no dia 24 de janeiro.

Com informações do BuddyTV

Veja o trailer de ‘Mr. Selfridge’, novo drama dos canais ITV e PBS

Data/Hora 21/12/2012, 18:17. Autor
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Os canais ITV (Reino Unido) e PBS (que exibirá o programa nos Estados Unidos) acabam de divulgar o trailer de seu mais novo drama: Mr. Selfridge. O programa é protagonizado por Jeremy Piven (Entourage). Seu personagem, que dá nome à série, é um empresário extravagante e fundador da loja de departamento Harry Gordon Selfridge, que mudou a maneira de consumir das mulheres britânicas no século 20.

Vale lembrar que a história é baseada na história real do empresário americano Harry Gordon Selfridge, que, embora tenha nascido nos Estados Unidos, fez seu império no Reino Unido. A julgar pelo trailer, figurinos charmosos e toda a classe britânica nos farão companhia ao longo das semanas de exubição do programa.

A série será dividida em dez episódios e tem produção-executiva de Kate Lewis, da ITV, e Rebecca Eaton, da Masterpiece, que pertence à PBS.

Com informações do Deadline.

Stephen Root, de ‘Boardwalk Empire’, entra para piloto do canal USA

Data/Hora 21/12/2012, 17:55. Autor
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O ator Stephen Root (The Good Wife, Boardwalk Empire) acaba de se juntar a Nicolas Falacci e Cheryl Heuton – ambos criadores de Numb3rs – para um novo piloto no canal USA. Ele, é claro, integra o elenco da nova série.

O projeto, ainda sem nome, se baseia no livro When the Women Come Out to Dance, do escritor Elmore Leonard. A história gira em torno de um homem de negócios, Billy (Bryan Greenberg, de How to Make It in America), que tenta uma carreira na política em Miami, área conhecida por abrigar muitos latinos. Para aumentar suas chances de ser eleito, ele se casa com uma mulher colombiana (a novata Stephanie Sigman). A esposa dele, no entanto, se revela muito habilidosa em consertar os erros dos políticos corruptos da cidade.

Root vai interpretar um homem experiente envolvido com a política, que já liderou várias campanhas em Miami e, agora, quer ajudar Billy a ser eleito.

Amanda Schull, de Pretty Little Liars, interpreta Melody, uma ex-namorada do protagonista. Cotter Smith (Person of Interest) participa do piloto como o pai da moça.

Com informações do TV Line.

AMC anuncia renovação de ‘The Walking Dead’ e a saída do showrunner da série

Data/Hora 21/12/2012, 16:23. Autor
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A notícia não é de deixar nenhum espectador exatamente surpreso, mas a renovação de um seriado – ainda que fosse óbvia – é sempre motivo de alegria para os fãs. Assim acontece The Walking Dead, que após bater recordes de audiência na TV americana durante a atual terceira temporada, acaba de ser renovada para o quarto ano.

Mas não é porque o programa é uma verdadeira fórmula do sucesso em todo o mundo, que a quarta temporada não vai apresentar mudanças. Ela vai. Junto com a anúncio da renovação, veio, também, a notícia de que o showrunner do seriado, Glen Mazzara, vai deixar The Walking Dead. Ele estava na função desde o ano passado, quando substituiu Frank Darabont.

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“Meu tempo como showrunner de The Walking Dead tem sido uma experiência incrível, mas, ao terminar a terceira temporada, é hora de eu seguir adiante. Eu contei as histórias que queria ter contato e me conectei com os fãs em um nível que sequer imaginava. Não tem como ser melhor do que isso. Obrigada a todos que foram parte dessa jornada”, disse Mazzara.

A AMC também agradeceu ao trabalho do showrunner, que é responsável pela série desde o segundo ano, mas disse que a saída dele do programa foi de mútuo acordo. “Todos estamos orgulhosos de nosso sucesso compartilhado. Mas cada um de nós tem uma opinião diferente de como o show deveria seguir, e concluímos que a melhor maneira é nos separarmos”, publicou a emissora em nota.

E os fãs? Como imaginam essa quarta temporada?

Com informações do EW.

Showtime: Ridley Scott dirige piloto sobre política na igreja católica

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O diretor inglês Riddley Scott – conhecido no cinema por filmes como Alien e por estar atrás de séries como The Good Wife – trabalha em um novo projeto televisivo para o canal Showtime.

The Vaticans, como o nome sugere, irá abordar o catolicismo e o poder da igreja católica no mundo. É o que diz uma primeira sinopse divulgada do projeto, ainda na fase do piloto. “um thriller provocativo e contemporâneo sobre poder, espiritualidade e política – contextualizado contra a política moderna de maquinações dentro da igreja católica. A série irá explorar as relações e rivalidades, bem como os mistérios e milagres atrás de uma das instituições mais misteriosas do mundo.”

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Embora o projeto ainda esteja em fase de piloto, a imprensa americana aposta que ele vingue, dado ao bom histórico de Scott nas produções audiovisuais. O cineasta, que produz algumas séries televisivas, não dirige um produto para a TV desde o final da década de 1960, quando trabalhou em The Troubleshooters. O roteiro de The Vaticans será assinado por Paul Attanasio (House, Donnie Brasco).

Com informações do EW.

No Twitter, ator de ‘Alphas’ se mostra pessimista quanto à renovação da série

Data/Hora 21/12/2012, 15:13. Autor
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Aos fãs de Alphas, o ator Ryan Cartwright (que interpreta o autista Garry Bell na história) deu más esperanças. O ator postou em seu Twitter que precisava assumir: Alphas está cancelada. E depois refletiu “Longa espera”.

O ator, provavelmente, estava se referindo à demora do canal Syfy em se posicionar em relação à série, dando ou não uma nova temporada a ela. A emissora ainda não fez nenhuma declaração oficial sobre o assunto, mas, diante de um tweet desses por parte do elenco, é sempre angustiante para os fãs.

Algumas horas antes, Cartwright havia escrito na rede social que “não ouviríamos sobre a terceira temporada de Alphas até ano que vem.

A segunda temporada do seriado terminou no dia 22 de outubro, na TV americana, a atingiu 1.17 milhões de espectadores – e final do primeiro ano teve 1.16 visualizações. Mas isso não quer dizer que a série ia bem em audiência. Ao longo da segunda temporada, a atração viu seus índices caírem e não chegou a marcar 2 milhões em público em nenhum episódio, como aconteceu algumas vezes no primeiro ano.

Por isso, a notícia da renovação ou cancelamento aflige atores e fãs do programa. Sabendo isso, o TeleSéries vai ficar de olho e te manter informado sobre o assunto.

Séries de TV ensinam como sobreviver ao apocalipse

Data/Hora 21/12/2012, 13:59. Autor
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O ano de 2012 está chegando ao fim e o tão temido dia 21 de dezembro de 2012 está batendo na porta dos mais supersticiosos. Segundo o calendário Maia a existência do mundo como conhecemos hoje se encerraria neste dia. No entanto, para quem é fã de séries de televisão a imaginação vai mais longe. Afinal, na telinha muitos seriados já mostraram a chegada do apocalipse de várias formas diferentes e (pasmem!) a vida continuou depois disso. Em alguns casos até ficou mais divertida.

Quem ainda tem medo do que pode acontecer ainda nesse dia 21 de dezembro pode ir pegando seu bloco de anotações, o TeleSéries vai viajar por algumas séries que vivenciaram o apocalipse e mostraram como sobreviver a ele. Anote as sugestões que mais te agradarem, abra a imaginação e sobreviva com a gente.

Revolution e Jericho

Os Maias não disseram que o mundo ia acabar com um asteróide atingindo a Terra, como a maioria dos filmes como 2012, Armageddon e Impacto Profundo mostraram. Assim podemos imaginar que ele poderia acontecer de várias maneiras diferentes. No recente sucesso de audiência da NBC, Revolution, toda a energia do planeta, incluindo baterias, energia elétrica e pilhas, pararam de funcionar. A série mostra as pessoas sobrevivendo 15 anos após o apagão em meio a um caos total. Governos foram derrubados, milícias inescrupulosas tomaram o controle à base da força e trouxeram medo para a população.

No meio do caos um grupo de cientistas responsável pelo apagão se esconde enquanto a milícia tenta recrutá-los para restabelecer a energia com o intuito de aprimorar o uso dos armamentos. De outro lado a família Matheson se estabelece em uma pequena colônia de agricultores, mas logo a filha mais velha, Charlie, é obrigada a começar uma trajetória em busca do irmão sequestrado pela milícia e atrás de vingança pela morte do pai. Quem entra em cena é o “tio” Miles, em grande atuação de Billy Burke. Ex-comandante da milícia ele agora tenta derrubar o general Monroe enquanto a destruição e a violência não se espalhem ainda mais pelo que sobrou da população.

No entanto, o poder de imaginar o mundo tomado por um caos total já tinha forma muito antes da série da NBC. Seis anos antes de Revolution imaginar um mundo sem eletricidade, um seriado projetou um cenário tão caótico quanto: Jericho. No piloto da série, os moradores de uma pequena cidade do Kansas, nos Estados Unidos, assistiram atônitos ao aparecimento de um cogumelo nuclear no horizonte e, na sequência, surgiram as consequências das explosões nucleares (sim, foram múltiplas): queda nas comunicações, falta de luz e especialmente de informação sobre o que acontecia no resto do mundo.

Ao longo de duas temporadas (a segunda garantida por conta de uma forte campanha feita pelos fãs), a audiência acompanhou o medo e a luta pela sobrevivência do grupo liderado pelo ex-militar Jake Green (Skeet Ulrich) e tentaram entender o que gerou aquela espécie de apocalipse. As informações vieram naturalmente, a audiência descobriu que Jericho era uma cidade estratégica e um refúgio para os que sabiam que o cataclisma iria acontecer. O município era abastecido de fazendas e localizado estrategicamente perto de uma mina de sal, era o cenário ideal para sobreviver no mundo sem energia que Jericho apresentou.

Falling Skies e The Walking Dead

Já em outras séries as preocupações iriam muito além da falta de energia. Em Falling Skies e The Walking Dead os sobreviverem até conseguiam alguma forma de obter um pouco de energia elétrica com geradores e também combustível com o que sobrou no mundo de gasolina. Inclusive após duas e três temporadas, respectivamente, as duas séries ainda não esgotaram seus estoques de combustível e suprimentos. Por outro lado, o problema dos sobreviventes nesses seriados é muito maior que a falta de energia, comunicação ou comida. Enquanto em Falling Skies a ameaça vem do céu, através de uma invasão alienígena em The Walking Dead a briga é em terra com seres humanos infectados por uma praga que os transforma em zumbis.

Em Falling Skies o grupo sobrevivente da 2nd Massachussetts peregrina pelo o que sobrou dos Estados Unidos. A guerra com os alienígenas obriga os grupos de sobreviventes a se organizarem como um exército de vários batalhões e o ex-professor de história Tom Mason (Noah Wyle) vira um dos homens no comando e seus filhos em exímios soldados. Em The Walking Dead os sobreviventes formam pequenos grupos que dificilmente aceitam novos membros e também peregrinam pelo país, mas fugindo de zumbis e procuram suprimentos e locais seguros para se abrigar. A série mostra a saga do ex-xerife Rick Grimes (Andrew Lincoln) e seu pequeno grupo de sobreviventes que evoluíram e se adaptaram ao sistema para que, mesmo com poucas pessoas, consiguissem sobreviver ao apocalipse zumbi.

No mundo de Falling Skies, assim como em The Walking Dead, a grande maioria da população mundial foi dizimada e pouca informação se obtém sobre o que aconteceu no resto do planeta. Enquanto no mundo tomado por alienígenas os intrusos capturam as crianças, colocam arreios e controlam seus movimentos, em The Walking Dead a mordida de um zumbi não tem volta e a solução é um tiro na cabeça para que a pessoa não se torne um morto-vivo em poucas horas.

Fringe, Arquivo X e The Event

Outras séries não vivenciaram o fim do mundo, mas foi por pouco. Fringe e Arquivo X pareciam ter temas estranhos, mas que não comprometeriam a vida no planeta Terra. No entanto, com o avanço das temporadas o mundo esteve perto de um fim no roteiro dessas duas séries. Fringe não tinha uma temática de final de mundo até a segunda temporada quando dois universos paralelos começaram a se fundir. Aí a coisa começou a ficar séria e a correria tomou conta dos dois universos para que o mundo não acabasse por ali. A série de J.J. Abrams mostrou que nessa hora inteligência e uma dose de drogas faz toda a diferença. O gênio louco Walter Bishop e sua vaca inseparável que o digam. Em Fringe, Walter se torna a peça chave para salvar o mundo, seu filho Peter é o salvador, sempre é preciso um salvador no apocalipse, Olívia fecha o trio principal da série e forma o casal apocalíptico com Peter. Quando tudo parecia perdido em Fringe, inteligência, amor e algumas doses de loucura e drogas ajudaram a evitar o apocalipse, se não em todos os universos pelo menos no nosso.

Em Arquivo X o amor também esteve no ar em meio a abduções alienígenas e teorias conspiratórias de que o planeta Terra seria invadido pelos homenzinhos de verde. Fox Mulder e Dana Scully formaram um dos casais mais queridos e torturadores de fãs já existentes na série. Com nove temporadas no total, foi só no sétimo ano da série que os dois trocaram o primeiro beijo e mesmo assim a coisa demorou para tomar forma. Durante a série Scully e Mulder foram abduzidos, passaram por experiências alienígenas, lidaram com seres estranhos, mutações e lutaram diariamente em busca da verdade, do que escondia o governo e ainda tentavam proteger o mundo da colonização alienígena.

A invasão extraterrestre não ficou só em Arquivo X, em 2010 a NBC apresentou The Event que apesar de não ter tido tempo para explicar exatamente o que era o evento, trouxe novamente uma raça alienígena tentando colonizar a Terra. Os homenzinhos de verde nesse caso não eram tão verdes assim, se pareciam com os humanos e isso facilitou o plano deles. Sophia (Laura Innes) sofreu um acidente com sua nave e foi presa pelo governo americano, junto com alguns conterrâneos dela. O que ninguém sabia é que vários alienígenas já estavam vivendo normalmente entre os humanos, #homensdepretofeelings. A série foi cancelada ainda na primeira temporada e as tentativas de reativar a história entre outros canais de televisão ainda não vingou. Mais uma vez a invasão alienígena não conseguiu completar a missão, mesmo que dessa vez a grande “salvadora” tenha sido a NBC e não o mocinho da série Sean Walker (Jason Ritter).

Smallville e Heroes

Enquanto o apocalipse não chega algumas séries se prepararam para ele. Smallville e Heroes trouxeram para as telinhas heróis que poderiam ser muito úteis em um possível apocalipse. Isso, é claro, se esses heróis não precisassem sobreviver primeiro vivendo normalmente entre seres humanos. Em Smallville Clark Kent, um jovem que veio do planeta Krypton a bordo de um asteróide quando ainda era criança, tenta sobreviver à adolescência em uma pequena cidade no interior dos Estados Unidos. Enquanto lida com a descoberta de seus poderes Clark também sofre com as angústias comuns de um adolescente da sua idade.

Mesmo sendo um salvador do mundo em formação Clark foi responsável por evitar algumas catástrofes naturais e outras não tão naturais assim, enfrentar vilões de outros mundos e dimensões paralelas, chuvas de meteoros, campo magnético maligno e… a lista é grande. Em Smallville a ameaça de um fim do mundo era grande e a única coisa que aparecia como salvação era a existência de um herói, que mesmo em formação, foi responsável por livrar os humanos de vários desastres.

Na dúvida se um herói apenas seria suficiente surgiu Heroes, onde vários humanos apareciam com habilidades impressionantes como capacidade para voar, telepatia, regeneração celular, precognição, dupla personalidade, super força, tecnopatia, manipulação de tempo e espaço e absorção poderes de outras pessoas. No entanto, a ideia geral não deu muito certo, pois muitos desses heróis não estavam tão interessados assim em salvar o mundo de um apocalipse e os que estavam engajados na causa muitas vezes tinham problemas com outros heróis mal intencionados. Com o tempo essas pessoas com habilidades acabam descobrindo que devem evitar desastres previstos por um pintor que também tem habilidades especiais de prever apocalipses e desastres. O grupo de heróis que consegue se organizar em nome da boa causa chegou evitar que a cidade de New York fosse destruída por uma explosão nuclear e que o lançamento de um vírus mortal que causaria uma pandemia global fosse realizado. Tudo isso antes da série ser cancelada pela NBC depois da quarta temporada.

Buffy, Angel e Supernatural

Em Buffy o mundo quase chegou ao fim diversas vezes, mas ficou no quase graças a Buffy (Sarah Michelle Gellar) e seus amigos. Entre os apocalipses interrompidos pela caçadora de vampiros está a chegada de Mestre, um vampiro muito velho que emergiu do submundo. Em outra oportunidade a paixão impossível de Buffy, Angel (David Boreanaz), ficou mau e abriu um portal do submundo que sugaria tudo direto para o inferno. A caçadora de vampiros ainda teve que lutar contra o prefeito de Sunnydale, um ciborgue descontrolado, uma deusa diabólica e até a sua amiga, a bruxa Willow (Alyson Hannigan), acabou envolta em magia negra tentou destruir tudo e todos.

Buffy mostrou que para sobreviver a um ou vários apocalipses é importante ter amigos, não morar em cima da Boca do Inferno e ser altruísta. Essas dicas ajudam sobreviver a um possível fim dos tempos e ainda continuar vivo para ver a luz do sol no outro dia, pois acredite, vai haver um amanhã com direito a outro apocalipse. A série Buffy ainda deu cria a outro seriado apocalíptico, Angel, onde contato com o sobrenatural garantia problemas com demônios e profecias. Ah sim, e apocalipses também. A série teve um quase fim de mundo cercado de sinais como pragas, chuva de fogo, uma besta gigante, mortos virando zumbis e o sol encoberto por trevas.

Quem passou e ainda passa muito trabalho com seres de outro mundo são os irmãos Winchester da série Supernatural. Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) vivem de cidade em cidade caçando demônios e outras criaturas sobrenaturais, algumas quase inofensivas em âmbito apocalíptico, outras poderiam trazer problemas muitos maiores para a população mundial. Os dois entram em conflito até com anjos e demônios na luta para que o apocalipse não aconteça e Dean chega a ser torturado no inferno. Depois de vários eventos apocalíticos durante a quinta temporada o céu e o inferno ficam em completa desordem e a situação segue tensa na vida dos irmãos Winchester, a luta com a chegada de novos seres maus e possíveis causadores de um apocalipse é constante na série. Para salvar o mundo das criaturas sobrenaturais Sam e Dean foram treinados desde pequenos por seu pai, possuem um arsenal de armas e o diário de seu pai que guarda informações importantíssimas para vencer as criaturas mais bizarras que podem aparecer.

Sanctuary e Terra Nova

Quando o mundo atual já ameaça a sobrevivência e o apocalipse parece próximo outra solução inteligente é se organizar para descobrir outro local, ou tempo, diferente para se viver. Enquanto em Sanctuary o mundo passou perto do fim devido a inúmeras ameaças de criaturas diferentes, em Terra Nova ele já estava devastado pela poluição e não oferecia mais condições seguras de vida. Em Sanctuary, a imortal Dr. Helen Magnus administra um dos vários santuários do mundo que abrigam criaturas das mais diversas possíveis, de sereias e o pé grande até vampiros e lobisomens. O grupo que trabalha no santuário tenta dar suporte a todas as criaturas estranhas do mundo e cuidar para que as mais perigosas não mandem o planeta todo pelos ares. O conflito entre humanos e anormais faz eclodir uma guerra em diversos países e que se estende para o mundo subterrâneo e até inclui viagens no tempo. O apocalipse chegou perto e destruiu muita coisa na superfície, tanto que no final da série Helen Magnus e sua equipe resolveram se abrigar em um novo local, escondido no mundo subterrâneo.

Em Terra Nova a solução foi viajar no tempo e voltar até a época dos dinossauros, onde a lua ficava bem mais próxima da Terra e o ar era muito mais limpo. Grupos de pessoas escolhidas foram enviadas a essa nova esperança chamada de Terra Nova e as pessoas que ficavam precisavam lidar com o ar praticamente irrespirável e o controle rigoroso de natalidade imposto pelo governo. No novo mundo os escolhidos precisaram se adaptar aos perigos da natureza desconhecida e tentar sobreviver a ela. Em Terra Nova os humanos voltaram no tempo e foram em busca de um novo recomeço no mesmo mundo que eles mesmo destruíram por causa da poluição.

 

Dia 21 de dezembro de 2012 finalmente chegou e tem mais chances de ser um cancelamento do que um sucesso de audiência. Os Maias talvez foram os pioneiros em criar um tipo de história que mexe com a imaginação dos humanos até hoje, a possibilidade de um apocalipse iminente, seja de que forma for. Prova disso é a quantidade de séries que abordaram o assunto e passamos longe de citar todas. Qual outra série que tratou de fim de mundo e apocalipse que ficou de fora do nosso especial? Escreva nos comentários. Toda a ajuda é válida, 21 de dezembro chegou tranquilo, mas não convém baixar a guarda.

*Esse especial teve colaboração de Maria Clara Lima, Mirele Ribeiro e Paulo Serpa Antunes.

‘The X Factor USA’: Um balanço dos shows e da grande final

Data/Hora 21/12/2012, 11:15. Autor
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Ontem a noite, conhecemos o grande vencedor do The X Factor USA 2012. Em um episódio transmitido ao vivo para nós, pelo Canal Sony, descobrimos que Tate Stevens foi o grande vencedor desta edição, disputando o prêmio com os outros finalistas – Carly Rose Sonenclar e o grupo Fifth Harmony.

Mas antes de falar da final em si, é bom fazermos uma retrospectiva do que aconteceu nesta temporada. Como mostrei aqui no TeleSéries, as Audições e a Boot Camp + Casa dos Jurados, foram bem agitadas. Grandes nomes pareciam começar a surgir dali. Mas acontece que quando os live shows começaram algo parecia não funcionar. E aí o programa foi desenvolvendo uma série de erros , que atrapalharam completamente a dinâmica do que poderia ter sido uma ótima temporada. Apesar dos talentos ali serem por muitos questionados, eu gostei de todos os selecionados para esta fase. Achei que foram escolhas sábias dos mentores trazerem estas pessoas. Mas alguns destes mesmos mentores parecem ter esquecido do trabalho que fizeram nas outras fases e, aqui, foram completamente um desastre.

A começar por Britney Spears. A “princesa do Pop” ganhou muito destaque do The X Factor. Destaque até demais. E nem fez tanto por onde. Britney pode ter escolhido as crianças certas para os shows, mas começou errando ao eliminar Diamond White na primeira semana. Isso porque ela estava concorrendo com Arin Ray, o mais “flop” da categoria dela. Naquele momento, ela mostrou total falta de senso par esta categoria. O erro foi tanto, que, resolveram fazer a repescagem novamente e trouxeram Diamond de volta a competição. Além disso, Britney mostrou-se alienada em algumas apresentações, tecendo comentários sem praticamente nenhuma relevância. Tudo bem que, ela foi a mentora que mais manteve seus quatro participantes na competição, mas mesmo assim, não salva ela destas falhas.

Demi Lovato foi outro mistério nesta temporada. Quando ela foi anunciada como jurada/mentora eu realmente achei que Simon estava perdendo o juízo. Ela é nova, vinda da Disney. É, o preconceito rolou mesmo, confesso. Mas Demi chegou e provou que todos estávamos errados. Ela como jurada, fez um excelente trabalho, sem dúvidas. Fazia críticas construtivas, falava o que tinha de falar. Mas como mentora… Ah, como mentora! Foi um completo desastre. E isso retira qualquer mérito de juri. Demi destruiu completamente sua categoria, que era a mais promissora do programa. Jennel Garcia foi a mais prejudicada. A garota, que já era tida como grande campeã antes dos live shows começarem, viu suas chances desmoronarem quando o público viu a transformação que ela sofreu nas mãos de Demi. A artista estava tentando fazer uma cópia de si mesmo. Coisa que Jennel não precisava. Seu carisma falava por si só. Fora que a Jennel não precisava de “auto-tune” Demi. Totalmente desnecessário. CeCe foi outra candidata que sofreu nas mãos de Demi, que tirou completamente a essência daquela lutadora da Boot Camp e da Casa dos Jurados. E acho que nem preciso comentar de Paige Thomas, que reclamou diversas vezes não ter tido liberdade em suas apresentações. Lamentável!

Até o Sr. Cowell não escapa destas críticas. Simon ficou tão cego com o Emblem 3 que parecia só ligar para a banda. Deixou completamente de lado as outras. Lyric 145 sofreu com isso. Mas quem sofreu mais foi mesmo o Fifth Harmony. Tanto que Simon teve a cara de pau de falar na semi final que só naquela semana tinha visto o potencial de verdade daquele grupo. A cara de decepção do Simon ao ver seus queridinhos “Problem 3” ser eliminados foi impagável. E me deixou aliviado. As 5H mereciam reconhecimento.

As disputas em si renderam alguns momentos bons, outros ruins, outros tensos. Posso dizer que esta temporada foi bem “instável”. Mas o que me irritava era ver candidatos bons indo embora, dando vagas para outros que não tinham o mínimo de talento. Mas disso ficou algumas apresentações marcantes.

Diamond White nos tocou ao cantar Because You Love Me. Foi para mim, o seu melhor momento na competição. Além de quem, na semana do Ação de Graças, conseguiu fazer uma linda homenagem a sua mãe, e como nas palavras de Simon, acreditamos em “cada palavra desta canção”.

 

 

Foi duro ver ela sendo eliminada antes da hora. Para mim, ela estaria ocupando um Top 4 facilmente. Aliás, penso o mesmo em relação ao Vino Alan. Vino saiu cedo demais do programa. E ele esteve figurando o Top 3 em praticamente todas as semanas que esteve presente. Mas aí, posso culpar claramente o erro de L.A. Reid que trocou a música de Vino na última hora no Top 8, escolhendo uma música que não fazia muito o seu perfil (Lost That Loving Feeling) e jogando o candidato lá em baixo. Vino teve grandes momentos na competição, como na performance de Tita Turner, Stay Together

 

 

Mas posso dizer que Vino tocou o público ao cantar God Bless The USA. Foi sem dúvida o melhor momento dele no programa. Se L.A. tivesse trabalhado melhor o cantor, ele poderia facilmente ter ido até mais a frente e provavelmente ido até a final –  dando trabalho a Tate e a Carly.

Ao contrário destes que saíram prematuramente, outros em minha humilde opinião fizeram hora extra no programa. CeCe Frey foi uma delas. A CeCe que conhecemos no inicio do programa seria extremamente suportável durante todo este tempo no programa. Mas a CeCe moldada pela Demi foi triste de aguentar. Revoltante quando ela eliminou Beatrice Miller (outra candidata jogada as traças por Britney Spears). CeCe recuperou sua forma apenas na penúltima semana, fazendo apresentações incríveis de Edge of Glory e Part of Me. Mas já era tarde. Outro que fez mais do que hora extra neste programa foi o Emblem 3. Esta banda completamente sem sal, sem talento e sem senso, vamos ser francos, ocupou o lugar de muita gente boa no programa. Me desculpem os fãs da banda, mas tinha gente com muito mais talento ali que merecia ocupar o Top 4. E de bandas “One Direction” o mundo está cheio não é verdade?

A cegueira de Simon com o Emblem 3 foi tão grande que o atrapalhou a  conduzir melhor as Fifth Harmony. Mas as meninas eram tão boas, que faziam apresentações incríveis por si só. Eu havia gostado delas desde a Boot Camp, quando elas fizeram uma incrível versão de Impossible (repetida recentemente na Semi-Final). Além disso, Stronger foi uma das grandes apresentações, fazendo o público prestar um pouco mais de atenção nelas. Mas não tem jeito, Anything Could Happen foi o melhor momento das meninas. Se Simon tivesse dado mais atenção à elas, teríamos tido mais apresentações deste nível sem dúvida.

 

 

Foi com esta apresentação, com esta letra, que elas provaram que “Tudo pode acontecer” mesmo. As meninas acabaram terminando em terceiro lugar, mas haviam se transformado em favoritas da noite para o dia. Se tivessem figurado o segundo lugar ou até vencido o programa, eu teria ficado feliz. Se esforçaram bastante durante todo o programa, e sem dúvida seria merecido.

Agora vamos aos dois candidatos mais votados da grande final deste ano. Tate Stevens e Carly Rose Sonenclar. Quem acompanhou o programa desde o primeiro Live, viu o primeiro lugar sendo alternado semana à semana entre Carly e Tate. Foi assim, do início ao fim. Todos sabiam que um dos dois venceriam o programa. Tate começou como favorito. Muitos dizem que sua história de vida foi determinante para isso. E pode até ter sido. Mas muitos esquecem que estamos falando de uma competição dos EUA, onde o Country é muito, mas muito forte! Simon mesmo havia dito que Tate era “o verdadeiro Americano”. Obviamente, ele estaria entre os favoritos. Carly, começou a tomar o lugar de Tate no primeiro lugar quando Britney começou a colocar para a menina cantar grandes e clássicos sucessos. Somewhere Over The Rainbow deixou a garota de 13 anos no topo, e cá entre nós, merecidamente.

 

 

Mas Tate tinha um carisma gigantesco. Coisa que Carly não tem. Ela pode ser meiguinha, ter “só 13 anos”, cantar muito, muito bem, mas carisma ela não tem. E Tate sabia usar isso ao seu favor muito bem. O público queria alguém para se identificar, e o público teve isso. Quando ele cantou Somebody Like You eu sabia que ele tinha uma vantagem em cima de Carly. Podem falar que ele é mais do mesmo. A verdade é que o Country Music sofre um certo preconceito fora dos EUA, e isso refletiu em Tate fora de lá. Mas quem liga? Eu me diverti bastante com o Cowboy:

 

 

Carly Rose Sonenclar também apresentou momentos apaixonantes. Ela trouxe diversos clássicos à tona. Alguns falaram que ela os estragou, apenas gritando. Eu dizia que, ela os transformava em suas músicas. Carly é uma excelente cantora. Quando ela cantou Feeling Good novamente na final, um filme de sua audição voltou à minha cabeça e lembrei da trajetória da garota. E faltando poucas horas para anunciar o vencedor, eu sabia que Carly podia ainda vencer aquilo:

 

 

Só que, Tate veio e também mostrou sua primeira música no programa. Foi com Anything Goes, ainda nas audições, que Tate me cativou. Sem saber de sua história de vida, sem saber de nada. Eu lembro que assisti a audição de Tate três vezes seguidas. Porque eu nunca havia escutado esta música em uma voz tão, tão bem moldada no country. E revê-lo cantando na final, era mais um ponto para o Cowboy:

 

 

A dúvida cercou muita gente até o momento de anunciar o grande vencedor. Sei que muita gente criou seu time, torceu e vibrou. Mas para mim, desde o início dos ranking, o prêmio estaria bem dado tanto a Carly quanto à Tate. Porque ambos são excelentes cantores, cada um em seu gênero e público. Não é questão de ficar em cima do muro, ou só para podermos gritar vitória. Esta era a verdade. Os dois mereciam, independente de suas histórias de vida – quem AMBOS os candidatos usaram, durante todo o programa. Mas sim porque eu me via comprando um CD de Carly Rose, assim como de Tate. E a prova dessa dupla qualidade, foi no dueto que eles fizeram para The Climb.

 

 

 

Em um final de temporada meio morno, com apresentações natalinas batidas, além de trazer One Direction para cantar novamente (pô Tio Simon, não tinha outra atração não?), Tate foi consagrado o grande campeão da noite. E sinceramente? Eu fiquei feliz. O prêmio estava entregue em boas mãos. Eu cheguei até a comemorar. Mas sinceramente, teria comemorado também com a vitória de Carly. São gêneros diferentes, mas que me agradaram durante toda a competição. E por fidelidade a este entretenimento destes três meses, é que ficaria feliz, pela vitória dos dois. E Tate se despediu do público, emocionado, cantando Tomorrow.

 

 

Infelizmente, se comparada com a temporada passada, este ano o The X Factor USA foi fraco. Bem fraco. Mas mesmo assim, apresentou candidatos cativantes, e momentos que entrarão para a galeria do programa. Os exageros impagáveis de Britney Spears, as briguinhas entre Simon e Demi, as excentricidades de alguns concorrentes. Ano que vem tem mais. E se vai deixar saudades durante este tempo? Ô, se vai!

 

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