‘Fringe’ ao avesso! Saiba tudo sobre a série mais científica da TV

Data/Hora 18/01/2013, 14:53. Autor
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Hoje encerra a jornada de Fringe. E na onda de posts especiais que o TeleSéries preparou para marcar a data, aí está o Glossário de Fringe.

Séries que precisam de glossários para ajudar os fãs a entender suas tramas e acontecimentos não são comuns. Mas em se tratando de Fringe, nada é comum – muito menor o amor que seus devotados fãs tem por ela. E se durante esses cinco anos acompanhando o trabalho dos Bishop – pai e filho – e de toda a Fringe Division pudemos ampliar nossos conhecimentos físicos, químicos e biológicos, eis o esforço final para compreendermos o que se passa nos Universos Fringeanos.

Bio-Suspensão

Ciência de indução, gestão e alívio do êxtase físico em formas de vidas superiores, como os mamíferos. As técnicas de bio-suspensão envolvem a utilização de assistência criogênica, a fim de garantir as formas de vida durante períodos de excesso de pressão, gravidade excessiva, temperaturas extremas e outros perigos ambientais. Viagens espaciais longas entre planetas/estrelas é um dos campos de aplicação potencial das referidas técnicas.

Bio-Tecnologia

Ciência de pesquisa, desenvolvimento e industrialização voltada ao desenvolvimento de soluções orgânicas para atender às necessidades globais. As aplicações incluem produtos e práticas agrícolas melhoradas, produtos médicos e farmacêuticos aperfeiçoados, fontes de energia alternativas/substituíveis, e redução do impacto ambiental, já que através dela se obtém facilidade na reutilização de subprodutos, o que acarreta no pouco – ou nenhum – desperdício de matérias primas utilizadas.

Clariaudição

Uma forma de percepção extra-sensorial, na qual uma pessoa adquire informações por meios auditivos. É considerada como sendo uma forma de clarividência, utilizando essencialmente a audição, em contraposição a visão paranormal (clarividência) ou sentimento paranormal (sensitividade). Clariaudição não é, necessariamente, a percepção de um som real, pode ser impressões de um “ouvido mental interno”. Também pode referir-se à percepção real de sons como vozes, tons, ou ruídos que não são aparentes para os outros seres humanos, ou a equipamentos de gravação. Ela se distingue das vozes alucinatórias ouvidas pelas pessoas com problemas mentais.

Clonagem

Envolve geração de uma população de células geneticamente idênticas, ou originadas de uma única célula ou obtidas por meio de reprodução através de métodos assexuados. A reprodução é básica e natural, para a maioria dos seres vivos, na qual o corpo é gerado a partir de um único óvulo fertilizado. A clonagem refere-se a um organismo individual que cresceu a partir de uma célula do corpo único do qual se origina, que em seguida amadurece, geneticamente idêntico à célula da qual se originou.

Criptozoologia

A busca por animais (cryptids), cuja existência não foi comprovada. Isso inclui a procura de exemplos vivos de animais que são considerados extintos, como dinossauros; animais que são relatados por culturas isoladas; ou animais descritos durante encontros casuais de membros da sociedade.

Cryonics

Baixa temperatura de preservação de seres humanos e animais, que já não pode ser sustentada pela medicina contemporânea. A consideração é que os mortos são assim considerados pelas atuais definições legais e médicas, mas não necessariamente o seriam assim considerados pelos padrões futuros. Contudo, cryonics não é uma Panacea (deusa da cura) para a imortalidade no futuro. Ela ainda defende o prognóstico de pacientes com morte cerebral que tem pouca chance de enfrentar recuperação, avaliando suas reais chances de sobrevivencia, enquanto defende que pacientes que são vitrificados imediatamente após a parada cardíaca tem melhor chances de perpetuação.

Engenharia Genética

Também é conhecida como tecnologia de DNA recombinante e de união ou inserção do gene, para formar novas combinações genéticas, ou seja, manipulação direta dos genes de um organismo. A engenharia genética é diferente da agricultura tradicional, onde os genes são manipulados de forma indireta. Ela utiliza a técnica de clonagem molecular e transformação direta da estrutura e das características dos genes. Os exemplos incluem: melhoria da tecnologia de cultura, a produção de insulina sintética, e na produção de animais de teste de laboratório para investigações híbridas.

ESP

Percepção extra-sensorial, que envolve recepção de informações não obtidas através de sentidos reconhecidos, e não inferida a partir da experiência. Aquisição de informações por meios externos aos pressupostos limitadores básicos da ciência. ESP envolve habilidades psíquicas como telepatia e clarividência, e sua operação trans-temporal, como precognição ou retrocognição. Às vezes, ESP é referido como um sexto sentido, instinto ou intuição.

Estrutura do caos

O entendimento acerda de padrões semi-rígidos que se repetem de forma assertiva em ambientes fluidos, dinâmicos e turbulentos e a gestão prática dos mesmos. O resultado caótico, inicialmente, foi pensado como  o produto de múltiplas influências aleatórias. Mas esta área de estudo se expandiu recentemente e experiências indicam que o caos pode ser guiado, como a quilha de um barco, para que as possibilidades tomem uma direção geral – em direção a desejáveis, ou menos nocivos, resultados. Em geral, isso serve para eliminar o pensamento dicotômico do método científico e ajuda a eliminar, também, paradigmas estabelecidos, conferindo, dessa forma, um poder de compreensão. Analisando a estrutura do caos, no contexto da série, isso pode incluir desvios nos acontecimentos de Fringe, e quando ocorrem são menos prejudiciais e/ou fatais.

Fusão a frio

É o processo de exploração da fusão nuclear a temperaturas significativamente mais baixas do que a fusão termonuclear. Conceitualmente, a fusão a frio é uma fonte barata, abundante e prática de energia quase ilimitada.

Matéria escura

Uma forma de partícula de matéria que não reflete ou emite radiação eletromagnética – postulado para explicar as forças gravitacionais observadas em objetos gastronômicos. Acredita-se que existem em grandes quantidades e aparece em muitas teorias da “origem do universo”.

Primeiras pessoas

Geralmente considerada a população aborígene humana de uma região geográfica específica. A narrativa oral é uma parte rica da cultura dessas “primeiras pessoas” e muitos povos têm músicas e parábolas, que descrevem como eles se originaram da terra.

Projeção Astral

A habilidade de viagem para fora do corpo físico durante o sono ou transe, também conhecida como projeção etérica ou viagem-para-fora-do-corpo. Projeção astral envolve o movimento da consciência, muitas vezes retratado como um corpo astral ou duplo, à alguma distância do corpo físico. Se combinado com habilidades psicocinéticas, os indivíduos têm a capacidade de projetar-se para um alvo, então podem prejudicar, interromper ou destruir o alvo onde quer que estejam.

Rejuvenescimento celular

As aplicações científicas e holísticas destinados a retardar, inibir ou diminuir o típico processo de envelhecimento em tecidos vivos e formações ósseas. Em casos extremos, busca atingir a saúde celular do passado. Prevenção de doenças, ao envelhecimento, a disfunção e aos radicais livres são os principais objetivos da maioria dos esforços de rejuvenescimento. O tratamento atual pode incluir ajustes na dieta, suplementação de vitaminas, variação hormonal, irradiação, etc… Futuros tratamentos podem incluir a manipulação genética, a modificação genética, implantes clonados, implantes de fontes não-clonadas e nanotecnologia.

Transferência cerebral

É a transferência de pensamentos, lembranças, emoções de uma forma de vida mais elevada para outra, ou para um computador heurístico para armazenamento. O originador e o receptor não necessitam compartilhar de uma capacidade idêntica. O ato de “portabilidade” refina e adapta a informação transferida para a capacidade do destino de aceitar e reter a informação. Portabilidade não altera a informação, permitindo que o originador recupere a informação prestada no mesmo estado em que foi entregue.

Transplante de clone

Clonagem genética com intenção de extrair órgãos, tecidos, fluidos, etc. para transplante médico no organismo do doador original. Sua utilização é controversa, já que se “cria” uma nova versão de si mesmo com a intenção de colher para o seu próprio uso. Defensores preveem que a vida humana poderia ser estendida além de dois séculos se um indivíduo extraísse material genético de si mesmo em pelo menos três oportunidades.

Esses são apenas alguns dos termos que povoaram nossas telas e mentes durante esses cinco anos. Fringe acaba hoje, mas com certeza o conhecimento adquirido por nós enquanto acompanhávamos a jornada da Fringe Division continuará nos acompanhando até a eternidade.

‘Beauty and The Beast’: Cat vai conhecer ex-noiva de Vincent no próximo episódio

Data/Hora 18/01/2013, 14:17. Autor
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Logo agora que o clima de romance entre Cat (Kristin Kreuk) e Vincent (Jay Ryan) começou esquentar, surge Alex (Bridget Regan),ex-noiva de Vincent, diretamente do passado da fera , e dessa vez, está longe de ser um flashback.

No próximo episódio de Beauty and The Beast, que irá ao ar na TV americana CW dia 24 de janeiro, Catherine estará se recuperando do acidente de carro, que a levou para o hospital no final da midseason finale, após sair sozinha da festa do casamento de seu pai. Quando Vincent consegue dar uma escapada para visitar Cat, é surpreendido por Alex, que trabalha no hospital – e que achava que Vincent estava morto!

Veja a foto do encontro das duas mocinhas que dividem o coração da Fera:

NOTÍCIAS| Presidente da CW diz que renovação de ‘Bauty And The Beast’ é bem provável

Bom, parece que Vincent vai ter muito o que explicar para essas duas. “Esse é um grande obstáculo no caminho de Vincent e Cat”, diz a produtora executiva da série, Sherri Cooper.

Será que Alex vai manter Vincent em segredo e o seu antigo amor vai reacender? Ou  a relação tão esperada de Vincent e Cat vai continuar progredindo depois disso?

NOTÍCIAS| Em nova foto de ‘Beauty And the Beast’, Vincent aparece em clima de romance

Enquanto o tão esperado beijo entre a Bela e a Fera parece estar mais distante do que pensávamos, vamos torcer pra que a aparição de Alex não deixe o coração de Vincent balançado e não seja um obstáculo que comprometa o relacionamento de Cat e Vincent.

Beauty And The Beast é exibida no Brasil, às segundas-feiras, 22h, pelo canal Universal Channel.

Com informações do site TV Guide.

É hora de despedida: o elenco de Fringe deixará saudade

Data/Hora 18/01/2013, 10:08. Autor
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O que faz uma série de televisão ser memorável? Muitos são os fatores que conduzem um seriado ao sucesso. Uma boa equipe de produtores é um deles, afinal, é preciso vestir a camiseta da série e brigar pela sua permanência no ar. Uma boa equipe de diretores e roteiristas, que saibam conectar todos os pontos da história e mostrar isso para o telespectador de forma única, para manter o interesse dos mesmos, é outro ponto importante. Uma emissora disposta a investir no seriado, e a segurar as pontas. Mas de nada adiantaria todos esses elementos se não houvesse, do outro lado da câmera, atores talentosos.

Digo com a maior convicção do mundo: não há fã de Fringe que não tenha se apaixonado, perdidamente, pelos atores que fizeram com que acompanhássemos tão dedicadamente as tramas do seriado, torcendo pelo sucesso – ou insucesso, em certos casos – dos personagens que quase passaram a fazer parte das nossas famílias.

E se é pra falar dos atores que deram vida à Fringe, nada melhor do que começar por ele, a alma do seriado. John Noble, o ator mais injustiçado da história recente da televisão, que vai acabar sua magnífica jornada na série sem NENHUMA indicação aos principais prêmios. O ator australiano, nascido em 20 de agosto de 1948, já era conhecido pelos cinéfilos e fãs de seriado, já que fez parte de algumas produções de sucesso, como o filme O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei e o seriado All Saints. Mas foi quando Noble passou a interpretar o cientista atormentado Walter Bishop que ele passou a ser mais conhecido e, consequentemente, admirado.

Desde a estreia de Fringe, nunca houve consenso sobre o trio de protagonistas. Muitos criticam a atuação de Anna Torv na primeira temporada, taxando-a de blasé, sem sal, ou de dona de uma expressão única. Foi apenas a partir da 3ª temporada que a maioria dos fãs reconheceu em Torv atuações fascinantes. Já Joshua Jackson nunca comprometeu, mas também passou um longo tempo sem ser tão exigido, em termos técnicos. Foi na quinta temporada que o ator tomou as rédeas da situação e teve atuações magníficas, especialmente na fase Peter Observador.

Mas o que falar de Noble? Desde o 1° episódio o ator é unanimidade. Perdi as contas de quantas vezes chorei nas cenas de Walter, e de contas vezes gargalhei assistindo as peripécias do cientista. E John transita entre drama e comédia com uma sutileza que poucos possuem, e com uma naturalidade ainda menos comum.

Certamente, sentiremos muita, MUITA saudade de assistir o simpático velhote de olhos acalentadores todas as semanas na telinha.

Planos para o futuro? Ainda é cedo para dizer quando veremos novamente John em outro seriado. Nas telonas, o ator poderá ser visto em Guardians of Luna, ainda em fase de produção e, portanto, sem data de estréia definida. Por enquanto, a única certeza é que o ator aproveitará bastante o sol australiano, já que John publicou em seu perfil no Twitter (@johnnob58004412) que fez as malas e voltou para a Austália.

Outra australiana que aprendemos a amar é Anna Torv. A musa de Fringe, nascida em 15 de junho de 1974, já deu as caras na Borracharia TeleSéries, e faz muito marmanjo – e menininha – por aí suspirar. Mas nem só de um rostinho bonito é feito Anna Torv. E são muitas outras as razões para se apaixonar pela interprete de Olivia Dunhan, em suas duas versões.

Como dito anteriormente, a atuação de Anna foi bastante criticada quando Fringe estreiou. Mas aqueles que achavam que Torv não tinha condições de ser a protagonista que o seriado precisava e merecia viram suas fichas irem embora, definitivamente, quando a 3ª temporada estreiou e Anna se dividiu entre Olívia e Fauxlivia – ou Bolivia, como eu costumo chamar. Uma atriz + duas personagens totalmente diferentes = a capacidade de nos fazer sorrir e, especialmente, chorar. Creio que não há sequer um fã de Fringe que nunca tenha se solidarizado com a dor de Olivia, tão evidenciada pelo olhar profundo e entristecido de Torv. E, no final das contas, acabamos percebendo que sim, Torv melhorou MUITO da primeira temporada até agora. Mas que sua expressão “de dor” não era falha técnica. Era o reflexo do pesar carregado por Olivia. Um pranto constante, que nem mesmo a felicidade era capaz de afastar. E foi quando nos deparamos com a expressão mais serena, zombeteira e alegre de Bolivia, que tivemos certeza que Anna e suas personagens têm algo em comum: são badass ao extremo.

Eu sei, dói o coração de saber que seus cabelos loiros e seu sorriso meio torto não marcarão mais ponto, semanalmente, nas nossas vidas. E me entristece anunciar que não tenho boas notícias. Anna já anunciou que pretende ficar um tempo afastada das telas, para descansar o físico e a imagem. Então, só nos resta esperar, torcendo para que logo ela volte a protagonizar outras histórias por aí.

Quando Fringe estreiou, com certeza o mais conhecido entre os atores do trio de protagonistas, era o canadense Joshua Jackson. O ator, nascido em 11 de junho de 1978, desde 1991 pode ser visto em vários filmes e seriados, e ganhou projeção mundial em 1998, quando passou a interpretar Pacey Witter em Dawson’s Creek. Naquela época, o ator agradou tanto ao público que conseguiu a façanha de acabar o seriado com a mocinha, deixando o “protagonista” que nominava o show chupando o dedo. E depois de praticamente 5 anos longe das telinhas, Joshua embarcou na aventura Fringe, e nos fez novamente cair de amores, dessa vez por Peter.

A atuação de Jackson nunca ficou tanto em evidência. A culpa disso, certamente, é de Noble – um verdadeiro ladrão de luzes de holofotes – e de Torv, que se revezavam em interpretações brilhantes. Talvez Joshua não tenha tido TANTO destaque em razão de ser o único ator do elenco principal de Fringe que interpretou apenas um personagem. Então, a qualidade na interpretação era menos escancarada. Por isso tantos aplausos na 5ª temporada. O dispositivo autoimplantado por Peter nos deu a chance de comprovar o que havíamos vislumbrado em vários episódios do seriado. Jackson é um grande ator, pois somente um interprete de muita qualidade conseguiria dar vida a Peter na fase da mudança de comportamento, atitude, olhar e expressões faciais. Li por aí uma frase que dizia que Fringe é de John Noble, mas que a 3ª temporada é de Anna Torv e a 5ª de Joshua Jackson. E concordo com ela. Mas isso não significa que Josh tenha sido um mal ator, pelo restante do tempo. Muito pelo contrário. Ele fez de Peter um personagem para se amar.

Joshua, assim como Anna, não tem planos para voltar à televisão em breve. Também não há nenhum filme do qual ele tenha participado em produção. Tudo indica que, por enquanto, Josh ficará apenas aproveitando as férias na companhia da esposa, a bela – e igualmente talentosa – Diane Kruger.

Mas nem só do trio principal foi feita Fringe. Os atores escalados para o elenco recorrente do seriado também caíram nas graças do público. A cada partida – e foram tantas, nesses cinco anos – nossos corações se apertavam mais e mais, e menos caras conhecidas povoavam a telinha do computador.

Kirk Acevedo é um exemplo de quem partiu deixando saudades. O intérprete dos Charlies saiu de Fringe em 2011, sendo que seus personagens foram apenas referidos posteriormente. Mas tenho certeza absoluta que a maioria da audiência desejava ver mais do amigo-irmão da agente Dunhan, seja na versão azul, ou na divertida versão vermelha. Acevedo participou de Collision Earth, Prime Suspect e The Mentalist depois de Fringe, então os fãs mais dedicados puderam continuar acompanhando-o. E em breve devemos ver mais dele por aí.

Mas saudade mesmo sentimos – acho que boa parte dos fãs está comigo nessa – de Seth Gabel. Porque é impossível não admirar o interprete dos Lees. O Hot Lee, vermelhinho, e o menos hot, azulado. Depois que Hot Lee passou dessa para uma melhor, acabando com um shipper bem promissor com Bolivia, foi um alívio vermos Lee aparecendo no lado azul. Porque era muito cedo para nos separarmos de Gabel e de sua beleza e fofura. Foi geral a tristeza quando a porta entre os universos se fechou e Seth parou de bater cartão em nossas residências. Sorte do dia: em breve veremos o moço em Arrow. E torço para que não pare por aí, e o currículo já recheado de participações em seriados de Seth aumente ainda mais. Quem sabe o garoto não ganha uma série para chamar de sua? Bom, uma garota pode sonhar.

Outra dor, essa mais recente: nos separamos de Bonnie Blair Brown, a intérprete de Nina Sharp. O trabalho de Brown foi notável, especialmente porque sua qualidade interpretativa ressaltou o caráter dúbio de Nina, presente em todas as suas versões. Nunca sabíamos se podíamos confiar em Sharp, e amamos e odiamos a ruiva grisalha na mesma medida. Quando deu tchau, definitivamente, à Fringe, foi em uma cena emocionante, que deixou todos os fãs com aquele gostinho de “queria ver mais dela” na boca. Mas aos amantes de Bonnie, um conselho. Não se desesperem, porque a americana é dona de um currículo enorme, já que desde a década de 70 marca presença nas telonas e nas telinhas. Isso sem falar da broadway – a senhorinha até ganhou um Tony Award. Então, em breve Brown deve reaparecer em algum universo, por aí. Podem ficar tranquilos.

De Lance Reddick ainda não nos separamos, mais isso não significa que não sintamos saudade de ver o imponente ator – que ainda é um ótimo musicista, como pudemos conferir em Brown Betty – com mais frequência nos episódios de Fringe. Assim como Bonnie, Lance interpretou os Broyles com maestria, nos fazendo duvidar de seu caráter e suas motivações várias vezes. Mais: nos passou com exatidão a luta que Broyles – especialmente o do lado vermelho – empreendia entre fazer o que deveria fazer contra fazer o que precisava fazer. Amanhã, nos despediremos de Broyles – eu espero ver o Capitão uma última vez -, mas a despedida de Reddick será breve. Ainda esse ano, poderemos vê-lo em St. Sebastian e White House Down. E com certeza, novos filmes e seriados virão, e nosso eterno Capitão poderá ser acompanhado, de pertinho.

Eu falei, no início do texto, que amamos os atores que nos fizeram amar os personagens de Fringe. Mas alguns atores nós amamos por nos fazerem odiar seus personagens. E Jared Francis Harris é um deles. Quem não sentia um ódio absurdo e do tamanho do mundo pelo maquiavélico e asqueroso David Robert Jones? A interpretação de Harris foi de tirar o chapéu, e ele tem lugar cativo na galeria dos interpretes dos grandes vilões, daqui até a eternidade. E Jared é tão bom ator que se sentiremos “saudade” de Jones, dele não devemos sentir. Os mais saudosos podem correr para o cinema mais próximo e assistir Lincoln. E logo deveremos ter a oportunidade de ver mais de Harris em The Mortal Instruments: City of Bones (que estreia em agosto deste ano), Paganini: The Devil’s Violinist e The Quiet Ones. Ou seja, veremos muito ele, e em tamanho grande.

Na mesma categoria de Jared, uma presença especialíssima. Leonard Simon Nimoy, o eterno Spok (Star Trek), costuma emprestar sua voz para várias produções. Mas mostrar a cara e bater cartão, Nimoy não costuma. Então, foi uma grata surpresa ver tanto dele em Fringe – foram 11 deliciosos episódios. O simpático e adorável ator de 81 anos de idade nos fez ter ódio mortal de William Bell, muito embora também nos tenha feito amar o cientista que acabou se revelando um dos maiores vilões do seriado. E, com certeza, sentiremos imensa saudade de seu tom de voz inconfundível. Mas, em se tratando de Nimoy, não há o que lamentar. Devemos é agradecer por ele ter aberto tamanha exceção à Fringe, e tenha contribuído para o engrandecimento de nossa amada série.

E o que falar de um ator que conseguiu transformar um personagem que deveria ser odiado em um dos mais amados do seriado? Michael Cerveris, o polivalente interprete de September – ele canta e toca guitarra, também -, era conhecido no universo da Broadway, já que participou de várias produções com destaque, o que acabou lhe levando à vitória no Tony Award. Mas na televisão, September foi o primeiro trabalho de relevância de Cerveris. E que trabalho! Vamos combinar que interpretar um Observador não deve ser tarefa fácil. E interpretar O Observador, aquele diferenciado, menos ainda. Boa parte do amor que sentimos por September se deve ao trabalho de Michael, que passava com o olhar as emoções que, teoricamente, September nem estava sentindo. E em UM episódio como Donald – The Boy Must Live -, Cerveris deu show e deixou todo mundo na mão ao tornar muito concreta a dor esperançosa do personagem. Por tudo isso, e muito mais, torço para que o “carequinha” apareça novamente muito em breve.

E se comecei falando da alma da série, encerrarei falando do xodó, Jasika Nicole. A americana de 32 anos não era muito conhecida antes de Fringe. Mas depois de dar vida à Astrid e suas 373460324632 versões (para quem já cansou de ler, e não entendeu a piada, explico: esse número deve ser até pequeno para o número de nomes que Walter inventou) em 92 episódios de Fringe, impossível que algum fã não tenha se apaixonado pela morena de olhar gentil e sorriso fácil. O amor e o carinho por Jasika são proporcionais aos mesmos sentimentos que nutrimos por Astrid. Ou seja, são enormes. E deve se frisar que nem só de fofura vive Nicole. A atriz fez um ótimo trabalho interpretando Astrid, especialmente se levarmos em consideração a diferença de personalidade entre a Agente Farnsworth original e a alternativa. E sentiremos muita saudade, sem dúvida, da química gigantesca entre Noble e Nicole. Porém, nada de planos para ela, em breve. A certeza é que, se depender dos fãs de Fringe, a moça ainda fará muito sucesso. Torço por isso.

Menção honrosa para Michael Kopsa (Windmark) e Georgina Haig (Etta), que também deixarão saudade. E para as lindas vaquinhas – SIM, foram 3. Duvida? Confira aqui – que tiveram a difícil tarefa de pastar no momento certo, “interpretando” Gene. Sentiremos MUITA saudade de você, Genezinha.

Fringe, um seriado com um GRANDE elenco. Caras lindas, de gente talentosa, que farão muita falta. Aiai.

Destaques na TV – Sexta, 18/1

Data/Hora 18/01/2013, 09:58. Autor
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No Space, 21h, depois de sete temporada de grande audiência e de um merecido Emmy e um Golden Globe para Kyra Sedgwick, chegou a hora de The Closer se despedir. O canal Space exibe, às 21h, o episódio final do drama policial. Em The Last Word, Brenda (Kyra Sedgwick) investiga um caso que acredite que a levará a finalmente prender o vilão Phillip Stroh (Billy Burke).

Na Sony, às 10h e às 17h, vai ao ar o episódio 3×08 de Cougar Town. E às 10h30 e 17h30 vai ao ar o episódio 6×08 de 30 Rock..

Já no A&E, 22h, reprisa The Glades (3×04).

Na TNT, 23h55, episódio 2×04 de Boss leia a review.

E nos vemos no fim de semana!

Terceira temporada de ‘Body of Proof’ traz mais adrenalina aos fãs da série

Data/Hora 18/01/2013, 08:42. Autor
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Body of Proof pode não aparentar ser a mesma nessa terceira temporada que tem estreia marcada para fevereiro. Parece que a doutora Megan Hunt (Dana Delany) vai voltar com toda força para suas investigações, mas em um tom muito mais enigmático e revelador.

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“Às vezes, pareço uma boba no salto alto, eu tenho que admitir. Eu bem que poderia estar vestindo um macacão ou algo do tipo”, afirmou a atriz Dana Delany sobre o enredo. “Mas, eu até mesmo tive uma arma em minhas mãos, em alguns momentos, coisa que médicos normalmente não tem acesso”, complementou a atriz ao comentar sobre os episódios passados da série. Para ela, a terceira temporada trará grandes revelações já que, “há muito mais ação nessa temporada, bem como muito mais diversão”.

Hunt também concordou que mais cenas de ação na terceira temporada de Body of Proof fazem parte de um plano para dar mais forças à série da ABC, uma vez que a queda de sua audiência pode ser percebida após os últimos três episódios da segunda temporada. “Nós decidimos continuar com a ideia de produzir mais histórias emocionantes”, revelou o produtor-executivo da série, Matthew Gross. O produtor de Body of Proof também pontuou o fato de que, nessa nova fase, Megan e seu time vão não só solucionar assassinatos, mas também vão tentar parar algo de ruim que possa estar acontecendo nos episódios da série. Segundo Gross,”nós queremos injetar mais adrenalina no show”.

Confira abaixo o vídeo da terceira temporada de Body of Proof:

 

Uma das outras maneiras encontradas para adicionar mais emoção ao show foi a contração do produtor-executido Evan Katz (24 horas). “Nós abrimos a temporada com a produção de histórias com maior suspense e eu acredito que todos estão muito orgulhosos por isso”, diz Katz.

Em termos de novas contratações, além de Katz e de muitos novos diretores e editores, Mark Valley (Human Target) é uma das novas adições à série, que teve a saída de alguns atores que compunham papéis regularescomo Nicholas Bishop (Peter Dunlop), John Carroll Lynch (Bud Morris) e Sonja Sohn (Samantha Baker).  

A temporada também inclui outros grandes nomes da televisão e do cinema, como Richard Burgi (Desperate Housewives) que interpretará Dan Russell, um promotor público com aspirações políticas, e Lorraine Toussaint (Saving Grace) que interpretará Angela Martin, uma chefe de polícia.

Nos Estados Unidos Body of Proof retorna com sua terceira temporada dia 5 de fevereiro, na ABC. Na Globo, você pode acompanhar a série às sextas-feiras.

Com informações do TV Guide.

NBC disponibiliza websérie de ‘Grimm’ a partir de amanhã

Data/Hora 17/01/2013, 18:37. Autor
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O drama sobrenatural da NBC, Grimm, retorna à TV americana só no dia 8 de março, depois de um hiato de quatro meses. Soa como tortura para os apaixonados fãs da série. Mas, para amenizar essa espera quase infinita, a emissora decidiu inovar: a partir de amanhã, 18 de janeiro, os chamados “websodes“, ou episódios online, inspirados na série de sucesso, serão disponibilizados no site do canal.

Se você espera assistir às aventuras do detetive Nick Burkhardt (David Giuntoli) e sua incessante caça aos wesen maus, nem se anime tanto. Ou se anime, sim. Quem protagoniza os capítulos na Internet, na verdade, é o blutbad Monroe (Silas Weir Mitchell), um dos mais populares entre os fãs da atração. A história vai se passar na lojinha de especiarias de Rosalee (Bree Turner) e, ao que indica, terá uma atmosfera mais leve que a da série principal.

Os episódios serão escritos e dirigidos por Nicholes Peet, jovem que atua como roteirista assistente na produção de Grimm. A medida é apenas uma parte dos planos da NBC de explorar as plataformas digitais e se aproximar ainda mais do público de suas atrações – além de dar oportunidade aos jovens escritores de alavancar suas carreiras.

“Os roteiristas juniores, realmente, são nossos alvo”, revelou o diretor de conteúdos digitais da emissora, Rob Hayes. Segundo ele, a partir do momento em que a NBC começa a trabalhar com materiais desenvolvidos especialmente para a plataforma online, eles dão chance de os mais novos mostrarem seu trabalho e ainda poupam roteiristas e diretores veteranos, que não precisam se preocupar com material extra para a Internet ao produzirem as séries principais.

Outras séries devem ganhar conteúdo especial

A medida, adotada com empolgação nessa temporada, vai abranger mais programas. “Grimm tem uma base de fãs muito forte e nós sentimos que, enquanto a série estivesse em hiato, nós deveríamos disponibilizar conteúdo na web para manter esse público engajado”, explicou Hayes.

Além de Grimm, a NBC pretende criar uma webseries de Go On, chamada Ask Lauren – focada na terapeuta do grupo que o personagem de Matthew Perry frequenta -, também a ser desenvolvida por um roteirista junior, além de algo especial para o drama apocalíptico Revolution.

A NBC já tem outras experiências com conteúdos desenvolvidos especialmente para a plataforma digital, como os episódios para web de The Office e Heroes, em que usou a Internet para explorar e estender as mitologias disseminadas na série. “Nessa temporada, temos roteiristas para conteúdo digital e especialistas em estratégias em quase todos os nossos programas”, contou Hayes. “O objetivo é ter uma quantidade substancial de pequenos vídeos para os fãs em uma variedade de plataformas”.

NOTÍCIAS | ‘Grimm’ ganha data de estreia na Rede Record; quinta temporada de ‘CSI: NY’ também

O primeiro webepisódio de Grimm vai se chamar Hair Raising. Ao todo, serão quatro episódios, dirigidos e escritos por Peet. Um primeiro trailer foi divulgado – e está disponível aqui -, mas pode ser visto apenas por usuários nos Estados Unidos. Os capítulos feitos para a web serão postados no site da emissora.

No hemisfério norte, a série principal retorna com sua segunda temporada no dia 8 de março, pela NBC. Aqui no Brasil, a Rede Record exibe o primeiro ano do programa a partir de 4 de fevereiro –  enquanto o canal pago Universal Channel exibe o segundo ano nas noites de segunda-feira.

Com informações da Variety aqui e aqui.

“Dá calafrios”: Kevin Bacon discute os potenciais de sua série ‘The Following’

Data/Hora 17/01/2013, 16:46. Autor
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Quando Kevin Bacon anunciou que iria fazer uma série de TV, muita gente se assustou. Nem todos sabem, mas o ator é um nome importante e respeitado no cinema americano e a decisão soou como um pouco inusitada. Foi dessas boas surpresas. The Following, série estrelada por ele ao lado do talentoso James Purefoy, é uma das mais aguardadas da temporada.

E quem pensa que Bacon tem feito a estrela de cinema inacessível, está enganado. Durante essa semana, o ator concedeu inúmeras entrevistas à imprensa americana para promover o show, que estreia na próxima segunda-feira, 21, no hemisfério norte.

Vale lembrar que, há alguns dias, em uma dessas conversas com os jornalistas durante o Television Critics Association, Bacon até tascou um beijo em seu companheiro de cena, depois que um repórter disse que os dois tinham muita química e que, em certo ponto, os espectadores possivelmente iriam torcer para que eles se beijassem. A tensão que prevaleceu durante o painel era tanta – The Following vem recebendo críticas negativas, antes de estrear, por ser chamada de a série mais violenta da TV – que Bacon não se intimidou e deu essa, digamos, demonstração público de afeto a Purefoy, para descontrair.

O site americano Vulture conversou com o ator essa semana e quis saber: qual dos dois atores tomou a iniciativa do beijo? “Fui eu, eu cheguei primeiro”, assegurou Bacon. “Quer dizer, o repórter ficou dizendo ‘Vamos ver vocês dois se beijarem’. E eu amo o James [Purefoy]!”, entregou.

O ator revelou que as pessoas sempre dizem que ele têm muita química com seu companheiro de cena, mas acredita que a palavra, “química”, tenha um sentido um pouco pejorativo. “É como se não fosse possível atuar como se você gostasse de alguém. Para mim, é apenas uma questão de dois atores conversando e ouvindo um ao outro, além de um bom material”, ensinou o ator experiente.

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Essa experiência, aliás, fez com que Bacon – que já estava há alguns anos interessado em fazer televisão – demorasse a encontrar um roteiro de TV que lhe parecesse adequado. “Li muitos pilotos e pensei ‘Nossa, esse aqui é tão bem escrito e o personagem é tão interessante”, contou ele sobre as tentativas anteriores, sempre desencorajadas por seus agentes. “[Eles diziam] Ah, é. Se você estivesse fazendo um filme. Mas até onde um show desses poderia ir?”. Segundo o ator, quando ele assinou para fazer The Following, não sabia exatamente qual era o potencial da atração, mas disse que é quase uma questão de “fé”.

Bacon contou que depois que ele e Kevin Williamson (o criador de The Following) se conheceram, Williamson ficou bem mais confortável para compartilhar ideias acerca do show e já acrescentou algumas mudanças em relação ao personagem de Bacon – um ex-agento do FBI, que após anos de aposentadoria forçada, de chegar “ao fundo do poço”, é convidado a retomar o trabalho. O personagem sofria com problemas alcoólicos e usa um marcapasso. “Ele nem tinha problema de coração no roteiro original, o Kevin adicionou depois”, explicou.

Outras mudanças em relação ao roteiro inicial podem acontecer. Incluindo mortes inesperadas. “O Kevin me disse recentemente, ‘Essa é a grande sacada do nosso show. Qualquer pessoa pode morrer a qualquer momento’, e eu respondi ‘Verdade? Incluindo eu?’, e eu estava falando sério”, contou o ator. “Honestamente? Isso é uma escolha deles”, assegurou Bacon, quando indagado se ele fez questão de garantir que seu personagem não iria morrer, antes de assinar qualquer contrato.

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Violência em demasia

The Following conta a história de Ryan Hardy (Bacon), um ex-agente do FBI afastado do cargo, que, dez anos atrás, colocou um serial killer mitológico na cadeia. Agora, o assassino está solto novamente e Hardy foi incumbido de capturar o criminoso, interpretado por James Purefoy, da série da HBO, Rome. Joe Carroll é descrito como um serial killer excepcional, que foge às regras por ser extremamente carismático e recrutar seguidores.

“Eu tenho repulsa desse serial killer, mas há algo em relação a ele que é irresistível para mim, enquanto personagem”, contou Bacon ao TV Guide Magazine. “Ele [Carroll] é o tipo de cara com quem eu gostaria de sair para beber, com quem eu gostaria de me parecer. Meu personagem é um homem estranho, profundamente triste. Joe Carroll é fantástico com as pessoas. Um personagem sedutor. Tem muitas qualidades que eu gostaria de ter”, detalhou Bacon, personificando seu agente do FBI.

O seriado, no entanto, vem enfrentando críticas fortes da imprensa especializada, que acha que o programa exagera na dose de violência para ser exibido na televisão. “É bem assustador. E não fica mais leve depois do piloto. Existem muitos jeitos de se sentir medo e acho que a gente enfoca mais em causar calafrios. As pessoas têm calafrios ao saber que alguém se esconde no armário, algumas pessoas ficam assustadas com a ideia de um serial killer intelectual [ele é professor universitário]. Cada episódio explora esses diferentes tipos de medo que as pessoas possuem.”

Sobre as críticas ao roteiro, Kevin tentou amenizar. “Não acho que seja assustador para todo mundo.Eu faço filmes muito diferentes. Estive na primeira versão de Sexta-feira 13, fiz filmes bobos, filmes românticos, filmes históricos. Meu objetivo é interpretar com a maior honestidade e integridade que eu puder”, falou. “Quando vou para a casa, tento ensinar meu filhos a tomar conta do mundo e a cuidar das outras pessoas. Mas essa é minha vida particular, não meu trabalho. No meu trabalho, meu dever é vestir os sapatos de outra pessoa”, se defendeu.

Perguntado quais os programas que gosta de assistir na TV, ele se declarou fã de Homeland, The Killing, Breaking Bad e Girls.

The Following, tem tudo para entrar na sua lista de preferidos? Certeza mesmo, a gente só vai ter na próxima segunda-feira, 21, quando a série estreia na TV americana, pela Fox. E, literalmente, a gente vai poder seguir essa anunciada história. Veja o trailer abaixo:

Com informações do TV Guide e Vulture.

‘Murder In The First’: TNT encomenda piloto sobre assassinatos misteriosos

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O canal TNT deu sinal verde para o drama Murder In The First, de Steven Bochco, co-criador de NYPD Blue. A série, desenvolvida por Bochco e Eric Lodal, é um mistério de assassinato contemporâneo que se passa em San Francisco.

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A atração é centrada em dois inspetores de homicídios do SFPD (Departamento de Policia de San Francisco) e como eles investigam os assassinatos, um prodígio do Vale do Silício, que também é CEO (Chefe Executivo Organizacional) de uma empresa de tecnologia de ponta e principal suspeito, e ainda um advogado de defesa e os promotores envolvidos no caso de alto perfil de assassinato.

Com o desenrolar da série, as investigações e os processos judiciais subsequentes fornecerão aos telespectadores uma janela para a alma da justiça moderna em um mundo cada vez mais complexo.

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O projeto foi anunciado pela primeira vez como parte do calendário em desenvolvimento da TNT em maio de 2012. Ele marca o retorno de Bochco para a TNT, onde ele co-criou e produziu o drama Raising The Bar. Bochco também será produtor-executivo de Murder In The First, ao lado de Lodal como co-produtor executivo.

Com informações do site Deadline.

Destaques na TV – Quinta, 17/1

Data/Hora 17/01/2013, 10:05. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira a seguir os destaques desta quinta-feira nos canais de TV Paga.

Off-topic: o canal VH1 exibe esta noite, às 21h, o especial Vh1Divas. Gravado em dezembro nos EUA, o programa tem participações de Miley Cyrus, Demi Lovato, Kelly Rowland, Jordin Sparks e Ciara cantando canções de Whitney Houston e Donna Summer.

Na Warner, 21h30, voltam os episódios inéditos de Go On. No episódio Videogame, Set, Match (1×08), Ryan (Matthew Perry) decide passar mais tempo com Owen (Tyler Williams) e Yolanda (Suzy Nakamura) decide que chegou a hora de sair do grupo. O jogador de basquete Chris Bosh participa e no programa conheceremos ainda a mãe do Owen (Vanessa Bell Calloway).

No +Globosat, 22h, quinto episódio de Doctor’s Diary (Männer sind die beste Medizin).

Na Sony, 10h e 17h, reprisa o episódio 4×08 de Drop Dead Diva. Reprisa também no primetime Once Upon a Time (21h, episódio 2×03).

No Universal, às 22h, reprisa o episódio 1×03 de Elementary. No AXN, 21h, reprisa CSI:NY.

Até amanhã!

Nashville – Be Careful of the Stones You Throw

Data/Hora 17/01/2013, 09:35. Autor
Categorias Reviews

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Pessoal, temos boas notícias. Depois de alguns contratempos a review de Nashville retorna ao TeleSéries. Agora sou eu quem estará aqui toda semana, comentando os episódios com vocês.

A verdade é que nos oito primeiros episódios pudemos nos apaixonar por alguns personagens, odiar outros e rever nossos conceitos sobre outros. Devo dizer que pra mim Nashville é sobre Rayna James. Admiro a força da personagem e a maneira como ela conduz sua vida. Acho Rayna uma mulher íntegra e adoro a forma como ela enfrenta o pai. Uma pena que continue casada com o Teddy e acabe sendo conivente com algumas coisas, mas tudo se justifica quando ela explica que faz tudo para proteger a família. Já Juliette entra na cota do ‘rever nossos conceitos’. Eu achava a loirinha mimada, arrogante e petulante. Não que eu não ache mais, ainda acho, mas a verdade é que o passado dela explica (não justifica) algumas dessas coisas e também que ela melhorou muito depois que passou a se relacionar com o Sean. Já na cota dos odiados, na minha opinião, entram Avery e o pai da Rayna.

E Nashville retorna do hiatus após deixar um cliffhanger dos mais intrigantes para os telespectadores. Não havia ninguém que não estivesse em dúvida: Sean iria aceitar o pedido de casamento de Juliette?

Be Careful of the Stones You Throw me pareceu ser um episódio sobre seguir em frente. Começamos logo percebendo que mais do que aceitar o pedido de casamento de Juliette, Sean e ela haviam casado escondidos, contrariando toda aquela teoria da família do moço. Juliette se saiu muito bem nessa, mostrando que a mala da sogra não iria interferir no desejo dos dois.

Além disso, grande parte dos personagens, de uma maneira ou outra, seguiram em frente. Deacon está em turnê com uma grande banda de rock e embora aparentemente infeliz, seguiu em frente e esqueceu Rayna; Juliette e Rayna deixaram as picuinhas para trás e seguiram juntas em turnê; Scarlett finalmente deixou Avery para trás de uma vez por todas; e Rayna finalmente teve coragem de dizer a Teddy que o casamento dos dois não dava mais certo. Aliás, aproveitando o gancho preciso dizer que a coisa que mais me incomoda em Nashville é o fato da Rayna se preocupar tanto em manter as aparências por causa das filhas. Ninguém merece manter um casamento fracassado por causa de duas filhas, até porque, convenhamos, elas já estão bem grandinhas para aceitar uma possível separação. Para ficar perfeito só faltava Rayna seguir totalmente em frente. Para isso, curiosamente, ela teria que voltar ao passado e dar uma chance a Deacon.

Não sei se eu perdi alguma coisa, mas tenho a impressão de que foi a primeira vez que foi mencionado que Maddie não é filha de Teddy. É isso mesmo ou já haviam falado sobre isso antes? Lembro algo sobre uma insinuação sobre o fato, em uma briga com o pai. Mas não havia ficado muito concreto, para mim. Imagino que ela seja filha do Deacon e que ele não saiba disso. Provavelmente deve ter ocorrido na época em que ele precisou ser internado na reabilitação.

Um dos grandes momentos do episódio foi a mãe da Juliette falando para ela nada mais do que a verdade. Infelizmente sabemos que tudo que ela disse é verdade. Até por conta da história de vida que tem, a garota se sente muito vazia e acaba tentando preencher esse vazio de qualquer maneira. Para minha surpresa ela levou em conta o que a mãe disse e fugiu do próprio casamento. Deve seguir em turnê com a Rayna, mostrando que pelo menos nisso as duas se parecem: correm o mundo para fugir dos problemas de casa.

Agora é aguardar pelas cenas dos próximos episódios. Estou com duas impressões fortes: Deacon está louco para abandonar a turnê com a banda de rock e ir tocar na turnê das duas e que esta turnê irá nos proporcionar ótimos momentos.

PS: A destacar o excelente nível musical de Nashville. Até pra quem não gosta de música country é um prato cheio. Gosto especialmente dos números da dupla Gunnar e Scarlett.

Criador da série ‘Cult’ fala sobre enredo complexo e expectativas de público

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Será Cult confusa demais para o público? Essa é uma das questões que o criador da série, Rockne S. O’Bannon (Farscape, Seaquest DSV), espera que seja respondida com um breve e claro “Não”.

A série policial, que foi engavetada há aproximadamente seis anos antes do nascimento da CW, conta a história de um seriado de TV. Sim, um pouco confuso, mas é isso mesmo: Cult é uma série dentro de outra. 

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Na série, Matt Davis (Vampire Diaries) vive um jornalista investigativo, Jeff Shefton, cujo irmão desaparece misteriosamente. Antes de sumir, Nate andava obcecado com um drama policial chamado Cult e dizia que estava sendo perseguido pela atração televisiva. O jornalista que sempre encarou a história como apenas uma besteira, acaba sendo surpreendido, já que com o desaparecimento de seu irmão, o jornalista passa a receber diversas chamadas suspeitas.

O programa Cult é apresentado por Billy Grimm (Robert Knepper, de Shameless) e, com o sucesso diante do público jovem, Grimm acaba fazendo seguidores no mundo real. Fãs obsessivos passam a praticar rituais de morte mostrados no show e para resolver o mistério, o jornalista conta com a ajuda de uma das assistentes da produção de Cult, Skye  (Jessica Lucas, de Melrose Place).

Apesar de ser um tanto complexa, O’Bannon tenta decifrar a série. “Nós estamos conscientes de que nós temos um complexo e multifacetado seriado que está tentando se manter o mais claro possível”, disse. “Eu tenho um ótimo acordo de fé e confiança na audiência que vai querer entender o que está acontecendo na série”, complementa o produtor.

O sucesso da série, que vai estrear em fevereiro, pode ser visto, uma vez que as mídias sociais têm auxiliado o crescimento dos comentários por parte das pessoas interessadas em Cult. De acordo com o TVLine, é possível perceber que a CW não se limita, mas sim, expande seus horizontes colocando uma “segunda tela”, que conta com a participação de fãs de todo o mundo. E isso se confirma na fala do criador da série, de que “o que é mais interessante é que não é apenas o marketing do canal que promove o show, mas que o show também fala sobre o poder do marketing e da sua influência nas pessoas pela conectividade”.

Cult terá sua estreia dia 19 de fevereiro nos Estados Unidos pela CW.

Com informações do TV Line.

Hawaii Five-0 – Kapu (Forbidden)

Data/Hora 17/01/2013, 09:29. Autor
Categorias Reviews

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Hawaii Five-0 retorna do hiatus de fim de ano com uma super novidade. O episódio exibido na noite desta segunda feira, 14 de janeiro de 2013 contou com a participação dos telespectadores, que decidiram o final do caso desta semana. Foi uma forma de interatividade da série com os fãs, que se sentiram roteiristas da série que tanto amamos.

Entretanto, o episódio… não foi lá estas coisas. Para falar a verdade, achei um monte de história jogadas, com a intenção de confundir o telespectador – ou encher linguiça, e que não deram em nada. Basicamente, a equipe investigava um assassinato em um campus de uma faculdade, e existiam três principais suspeitos. A audiência, através do site, deveria escolher um dos três, e incriminá-lo pelo assassinato de um renomado professor.

Eu cheguei a participar da votação, e escolhi o resultado vencedor – o assassino era o chefe do professor. Mas, acabou ficando tão clichê, e tão sem graça, que acho que qualquer escolha ali tornaria o episódio assim. Infelizmente, os produtores não foram muito felizes nesta dinâmica, e transformaram o episódio num verdadeiro liquidificador, onde tudo foi misturado… Incluindo as cenas inicias, com os calouros da faculdade levando trote, que achei completamente desnecessárias, assim como a história da Kono que ficou tomando conta de Sang Min, que voltava a ilha para um tribunal, que diminuiria sua cena (história que poderia ser melhor explorada em outro episódio…).

Ressalvo algumas cenas, que foram engraçadas, como quando a equipe descobre, através de um sobrinho de Danno (que sabe-se lá de onde ele surgiu…) enviou uma foto por e-mail de quando o policial posou para um calendário policial. Isso sim, foi bem hilário… Mas tirando isso, de nada prestou este episódio para mim… Talvez também porque  a temporada estava em um altíssimo nível de episódio, e este veio com uma abordagem mais fraca. Uma pena!

Mesmo assim, a audiência do episódio não deixou a peteca cair, e manteve a série com uma boa demo da noite no horário – 2.4.

Nesta próxima semana teremos dois episódios de Hawaii Five-0. Um no domingo (3×13), em uma exibição especial, e um na segunda feira (3×14). Portanto, review dupla na próxima semana. Nos encontramos. Aloha!

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