Andy Richter entra para o elenco de ‘Happy Endings’

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A comédia da ABC acaba de recrutar o ator  Andy Richter para o papel do pai de Penny (Casey Wilson).

O ajudante de longa data do comediante Conan O’Brien vai aparecer em um episódio que abordará diferença de idade entre os personagens.  Já que Richer é apenas 14 anos mais velho que Wilson. De acordo com o TVLine, Roy e Dana (Megan Mullally) tiveram a Penny quando eles eram muito, muito, mas muito jovens. Talvez isso explique porque a personagem de Wilson tem tantos problemas com os homens.

Roy reaparece na vida da filha porque as coisas estão ficando muito sérias entre ela e o namorado Pete (Nick Zano).

Happy Endings volta dia 29, às 21h, pelo canal ABC. Aqui no Brasil, a série passa na Sony, sempre às 19h30, às segundas.

Com informações do TVLine.

Bones – The Diamond in the Rough e The Archaeologist in the Coocon

Data/Hora 20/01/2013, 16:47. Autor
Categorias Reviews

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Há essas alturas você já deve ter ouvido que a volta de Bones foi um sucesso. Boa audiência, hashtag nos TTs mundial, duas boas histórias, um performance de novata no meio das veteranas.

Nesse meio tempo em que tivemos distantes, a série ganhou uma nona temporada (mais um ano para sofrer) e estão falando até em um décimo ano, episódio 200, acho que há motivos para comemorar, não?

Não se sinta bobo ou boba se você estiver sorrindo, felicidade não deveria incomodar a ninguém. Até porque há uma série de motivos para você ficar feliz, o maior deles é o que vou tentar descrever nesta resenha.

Mas também não se sinta mal se a sua expectativa não corresponde a tantos fogos de artifícios, provavelmente seu descontentamento tem fundamentos, antigos até, e só são perceptíveis por que você liga – ou ligou em algum momento – para os rumos da história. Acalme-se, há uma luz muito generosa no fim do túnel.

Altos

O famoso episódio da dança poderia ter sido um pastelão total. Graças ao bom senso, foi um episódio apenas engraçado. A promoção deste não fez jus ao segundo episódio da noite. Esse sim, um típico bom episódio de Bones. O que tenho chamado ultimamente de episódio de desenvolvimento de caráter. Já que tentam ensinar a Brennan alguma lição.

Há sempre pouca fé que ela vá conseguir se socializar direito, ser mais humilde, ou coisas desse tipo. Nesse episódio, ela não só mostrou para todos que eles estavam errados sobre ela, como, de maneira coerente, se mostrou a personagem mais humana na série.

Acredito que é isso o que ela é, as pessoas só estão ocupadas demais tentando julgá-las.

Esse foi o ponto alto dos dois episódios.

Outra coisa boa foi ver um pouco mais de Bones e Angela juntas. Foi bacana ver a Brennan tentando ajudar a amiga e a Angie reconhecendo isso.

Ah! Buck e Wanda, por favor!

Temos que fazer alguma coisa grandiosa quando acabar?

Não.

Por que não?

Porque nunca vai acabar, Bones. Tudo será sempre assim, apenas assim.

Mas também não posso deixar de citar que o tal segundo episódio, que quase ninguém deve saber o nome, trouxe a mensagem central da série: apesar da feiura do mundo, o amor sempre vence.  Nesse sentido, uma história complementou a outra, já que o momento ultra romântico da semana ficou mesmo no baile entre B&B.

Ah, o amor. Sabe aquele sentimento que te faz sorrir com os olhos, ter o sentido alterado pela empatia do outro, aquele descompasso no coração, a flexibilidade das ideias. Isso que B&B sentem um pelo o outro, e que  Emily e o David fazem questão de deixar bem claro que é isso mesmo.

Á isso, eu celebro. Ao momento em que, ainda atrapalhados, os movimentos não eram compatíveis, uma hora ele liderava, outra hora, a vontade de antropóloga se fazia prevalecer. Até o dia que os passos ficaram mais harmoniosos. O momento que já não importava mais quem estava no comando. Era só deixar fluir.

Baixos

Por que não fazem logo de Bones uma série menos episódica e mais contínua. Isso me incomoda bastante. Em um episódio, Angela estava morrendo porque queria deixar o laboratório e retornar para o mundo artístico, no outro, nenhuma palavra sobre o assunto. Certo que ela estava mais ajudando ao Clark, e que foi peça chave para que desvendassem o cenário que os ossos antigos se encontravam, mas mesmo assim.

Acho que esse é um ponto baixo para a série.

Os casos

Sustento que o segundo episódio foi bem superior ao primeiro. O caso do arqueólogo é um bom fundamento para isso. O jeito que o caso foi disposto em The Archaeologist in the Coocon ao fazer vários paralelos entre a vítima, a descoberta científica e a vida dos personagens. É uma coisa que sinto falta em Bones, e neste episódio foi feito muito bem.

A história me lembrou A Night at the Bones Museum e o The Shallow in the Deep ao tocar em alguns pontos: a genialidade da Brennan em sua profissão, a alta competitividade, e coragem de tocar em certos assuntos com tanta delicadeza, como a história do ancestral da Camile no episódio do navio negreiro. The Man in the Fall Out Shelter acho que resume bem esse sentimento. Episódio memorável em todos os sentidos.

Família entre espécies. Um tabu que parece coisa de homens das cavernas, não? Parece que não. Apesar do motivo do crime ter sido – como quase sempre – o egoísmo e inveja, a investigação tocou em um ponto bonito e penoso: como em pleno século 21, “raça” ainda importa.

O paralelo entre Angela e Hodings foi bem sútil, com a artista tendo a sensibilidade para “descobrir” que se tratava de uma família atípica. Uma coisa “nova”, imprescindível, como o Clark disse.

Cheguei a pensar, que por causa disso, o assassino era o irmão da xexena. Mas a humanidade avançou, e os motivos para um assassinato permaneceram os mesmo. O arqueólogo foi morto pelo ciúmes. Uma família foi destruída porque ainda somos incapazes de aceitar o diferente, ou um derrota.

Esse sim foi um bom caso.

Já a dançarina morta por causa da competição. Bom, esse foi quase uma repetição do que vimos no último episódio da sexta temporada. Além do que, não senti empatia alguma pela vítima. Foi quase como se ela não existisse. Notável somente pelo fato dela ser um esqueleto com brilhantes! o esqueleto mais bonito da série inteira! (se é que isso pode ser chamado de um feito memorável).

Foi muito óbvio quem era o culpado e as cúmplices. Além do que o caso motivou pouco desenvolvimento para os personagens.

B&B

Paratudo! Brennan e Booth se beijaram? Foi isso mesmo! Achei que casais casados na Fox não fizessem isso.

Ok, parei.

Apesar de ter achado lindamente brega a cena da valsa, eles são tão lindos! E quando a Christine aparece, me rendo por completo. Gostei da autocrítica da Brennan ao final de The Archaeologist… mas muito mais da cobrança que ela fez ao Booth para que o parceiro reconheça suas próprias faltas. Está na hora do agente perceber que ele não é tão perfeito assim. A Brennan tem mudado ao longo dos anos, desenvolvido, mesmo sendo ela do jeito que ela é, ainda assim de mostra mais maleável do que Booth. Sei que ele é o “cavaleiro de armadura brilhante”, mas, né?

The Diamond in the Rough e The Archaeologist in the Coocon

Nenhum dos dois episódios vão entrar em uma possível lista dos “dez melhores”. Alguns vão lembrar da cena final do The Diamond… e eventualmente vão achar bonito a reconstituição do assassinado da homo sapiens e do neandertal. Mas não houve nada de extraordinário neles.

Talvez uma coisa, uma coisa memorável. Difícil até. Recuperar a credibilidade. Uma vez alguém me disse que reputação é impossível de se reconquistar, é um trabalho duro, insistente, com 99% de chances de você falha tentando.

Com esses dois episódios, Bones mostrou estar mais do que pronta para terminar a temporada em grande estilo. Agradando os apaixonados e os descontentes. Elevando cada vez mais a credibilidade. E como em um longo casamento, fazendo dos pequenos gestos uma razão eterna para celebrar.

Eu disse que você teria motivos para ficar feliz com a série? É bem assim que eu me sinto, como se eu estivesse dançando uma valsa sem fim.

Até amanhã!

Fringe – Liberty e An Enemy of Fate

Data/Hora 20/01/2013, 15:41. Autor
Categorias Reviews

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Sexta-feira, 18 de janeiro de 2013. O dia que será lembrado pelos fãs de seriado – sim, não apenas os aficcionados por Fringe – como o dia da despedida de uma das melhores – e mais bem encerradas – séries de ficção científica já feitas.

O encerramento foi perfeito? Não. Poderia ter sido muito melhor. Mas muita coisa na vida poderia, e se considerarmos que Fringe viveu por pelo menos 3 anos andando no limite tênue entre renovação e cancelamento, o desfecho foi mais do que satisfatório. Para mim, foi mágico.

Porque além de atar quase todas as pontas soltas, Liberty e An Enemy of Fate foram uma verdadeira homenagem à Fringe, à sua jornada, e aos fãs. Muita coisa foi explicada, ainda que muito rapidamente. Os episódios foram bastante corridos. Mas essa correria foi necessária. Aliás, a quinta temporada foi um tanto quanto acelerada, e não havia como ser diferente. Já disse muitas vezes, e repito, que a trama de 7 temporadas foi reduzida para caber em 4 temporadas “e meia”. E, dessa forma, impossível que certas coisas não fossem condensadas e aceleradas. O importante é que podemos gritar aos quatro ventos, com um sorriso e o orgulho estampados no rosto que Fringe teve final, e um final digno.

Então, vamos à última review. Devagarinho, para esse último “momento Fringe” perdurar um tantinho mais.

Eu gostei bastante dos dois episódios finais, e achei bastante interessante o fato dos deles terem tido uma narrativa diferente. Enquanto que Liberty foi mais planejamento e estratégia – embora com momentos de muita ação -, An Enemy of Fate foi adrenalina e emoção puras.

O primeiro acerto, na minha opinião, foi terem trazido Olivia de volta ao centro da ação. E me agradou bastante vê-la badass como nos velhos tempos, cruzando universos, correndo, atirando, salvando pessoas e matando os caras malvados. Fringe também era sobre isso, e nessa quinta temporada, em virtude do número reduzido de episódios, vimos menos da agente Dunhan do que gostaríamos. Se não compensaram completamente a falta, os episódios foram uma espécie de bálsamo no coração. Olivia Dunhan, mais uma vez, salvou o dia – sei que não sozinha, mas teve participação bem destacada. E, vamos combinar, ver Liv de cosplay da Jean Grey – ou Fênix, para os íntimos – foi BEM interessante. O amor de Olivia pela filha, somadas as doses de cortexiphan ministradas pelo Walter (quase deu para sentir a dor de Olivia enquanto Walter injetava a substância nela), possibilitaram o retorno dos poderes da loira, e com força total.

Outro acerto: introduzir o universo vermelho no plano de salvar o mundo. E fazer isso de forma que a trama dos episódios não fosse comprometida.

Foi uma visita rápida, mas que respondeu muitas perguntas que nos inquietaram nos últimos meses. Descobrimos que os Observadores invadiram apenas o universo azul. No vermelho, a vida continuou de onde “parou” em Worlds Apart (4×20). Bolivia e Lee se casaram e formaram uma linda, e feliz, família. Impossível não sorrir ao perceber a harmonia entre os dois, e ao notar que eles ainda continuam salvando o mundo, mesmo que 21 anos depois do fechamento da ponte. Walternate, que não apareceu no episódio, se afastou do cargo de Ministro da Defesa e agora é um noventão que dá palestras em Harvard. E de quebra, ainda descobrimos que os Observadores tinham acesso ao outro universo, portanto não o invadiram por pura opção, mesmo (aqui, faço uma ressalva. Não sei se eles sabiam da existência da realidade alternativa, ou apenas tomaram conhecimento dela ao ver Olivia cruzando).

Ainda na leva dos acertos, os episódios finais ainda trouxeram de volta Broyles, que também participou pouco da temporada. O único contato infiltrado da Divisão Fringe foi vital para que o plano de salvamento do mundo acabasse se concretizando. Sem seu auxílio, Michael nunca seria localizado a tempo. Aliás, achei interessante que o plano teve que sofrer alterações e adaptações de última hora. Seria muito pouco crível que tudo desse certo. Então, por mais que a opção dos roteiristas de deixar as coisas um pouco mais complicadas tenha tornado o ritmo dos acontecimentos muito acelerado, eu acho que ficou melhor assim. E a participação de Broyles foi ainda mais impactante no episódio final. Cá entre nós, foi a cara da Fringe Division achar um tempinho para salvar Broyles antes de salvar o mundo. Havendo possibilidade de cumprir a tempo todas as tarefas, eles nunca deixariam um integrante do time para trás.

Outro ponto que me agradou bastante foi descobrirmos o motivo da conduta diferenciada dos 12 Observadores com nomes de mês. December apareceu no episódio, e inclusive morreu na tentativa de ajudar September, indo para o futuro buscar um dispositivo capaz de possibilitar a abertura da passagem que salvaria o mundo. Descobrimos que os 12 estavam mais familiarizados com as emoções humanas, e eram inclusive possuidores de algumas delas, ainda que de forma menos intensa. Eles eram uma espécie de “grupo de pesquisadores” dos Observadores, cuja ação era feita por baixo dos panos. Essa história tinha muito potencial para ser melhor desenvolvida. Espero que no universo alternativo, no qual Fringe tem ótima audiência e terá vida longa, os telespectadores recebem mais respostas do que nós.

Os momentos de drama/emoção dos episódios finais foram inúmeros. E nem poderia ser diferente, já que a Fringe que aprendemos a amar era recheada de momentos desse tipo. Nem preciso dizer pra vocês que chorei, e não foi uma vez só. Os momentos entre Peter e Olivia foram ótimos. Ver que eles acabaram achando um jeito de encontrar um no outro o apoio que precisavam, depois de uma longa jornada repleta de diferenças e desencontros, é muito bacana. E saber que eles tiveram seu final feliz é reconfortante. Eles mereciam a chance de ter uma vida feliz, ver sua garotinha crescer. E isso tudo acontecerá, ainda que não tenhamos a oportunidade de acompanhar esse futuro.

O diálogo entre Peter e Walter foi extremamente emocionante. Ver o desespero de Peter, sabendo que Walter se sacrificaria para que ele pudesse ter seu final feliz, foi de cortar o coração (e esse diálogo explicou a carta que Peter receberia no final do episódio. De quebra, ainda explicou onde estava a Tulipa perdida, referida por September e Walter em The Boy Must Live). Como ficou ainda mais evidente depois do diálogo de September e Walter, igualmente tocante, Fringe é um seriado sobre amor. Sobre sacrifício. E sobre fazer o impossível pela proteção dos filhos. Afinal de contas, não foi tudo em virtude disso? Dois pais que desejavam salvar seus rebentos? Um casal que fez o impossível para ter sua filha de volta? Durante muito tempo, torcemos para que a explicação de Fringe não fosse o amor. Mas, agora, não consigo vislumbrar uma resposta mais apropriada que esta.

E o que dizer do momento entre Walter e Astrid, com Gene presa no âmbar? Foi emocionante ao extremo, porque me fez relembrar dos inúmeros momentos entre Walter e Astrid, que rechearam esses cinco deliciosos anos. Uma amizade linda, que manteve Walter são por muito tempo. E o diálogo final, entre os dois, com Walter dizendo “é um belo nome” (…) “Astrid”, me fez chorar de verdade.

Quanto ao desfecho da história, foi especialmente cruel que tenhamos nos “acostumado” à ideia de perder Walter para depois ficarmos meio aliviados ao saber que September iria acompanhar Michael em sua viagem ao futuro, e tudo isso para nos momentos finais do episódio ver September morrer e Walter partir rumo ao futuro, para lá viver (há controvérsias, e falarei disso na sequência). Ver Walter partindo, em paz e resignado, e ver o desespero contido nos olhos de Peter dar lugar à aceitação (I love you, dad), foi devastador. Embora tenha ficado evidente que aquilo era necessário – Walter faria qualquer coisa pela sua “coisa favorita” -, nem por isso doeu menos.

Preciso dizer, também, embora essa review já esteja com cara de livro, que os episódios finais foram uma lindíssima homenagem aos fãs de Fringe. Meu coração sorria a cada pequena coisinha que me fazia relembrar das temporadas passadas. E ver aquele dirigível pelos céus me fez viajar para a terceira temporada da série, minha favorita, época na qual usávamos o grande “balão” para diferenciar a realidade que estávamos observando. E por falar em nostalgia, abri o maior sorriso ao perceber que eles utilizariam a “janela” para conferir se o outro universo ainda existia. Na hora, lembrei de Peter, o 1° episódio em flashback de Fringe, e que nos apresentou toda a trama do “sequestro” de Peter, ocorrido em 1985. Foi naquela janela entre universos que Walter assistiu September atrapalhar Walternate, que deixou de perceber que havia descoberto a cura para a doença de Peter. Foi essa janela que possibilitou que a guerra entre os dois universos, que ditou o tom de boa parte da série, fosse instaurada.

E o que dizer do caos causado por Peter e Olivia, que utilizaram eventos Fringe contra os observadores? Vimos as borboletas de The Dreamscape (1×09), o bichinho simpático de Snakehead (2×09), o fringe event de Os (3×16), que fez Observadores mortos flutuarem (Peter, Walter disse que seria legal), os Observadores com os orifícios se fechando, como ocorreu em Ability (1×14), entre tantos outros. Peter e Olivia, passando entre um corredor, enquanto a história inteira de Fringe passava pelos nossos olhos.

Ao mesmo tempo que encerraram a série de forma digna e mais que satisfatória, os roteiristas ainda fizeram uma homenagem aos fãs que fizeram Fringe ter a possibilidade de ter esse encerramento. Foi lindo.

Ah, antes que eu me esqueça, preciso dizer que a relação de Fringe com a música foi linda, todo esse tempo. E em especial nessa última temporada. Digo isso porque ficou bem evidente que música tem a ver com emoções. Tem a ver com humanidade. Os Observadores não compreendem a música, e o que ela significa para os humanos “normais”. Mas quanto mais envolvidos com a humanidade eles ficavam, mais eram afetados pela música. E Michael, o Observador especial, compreendia música. Mais, acabou utilizando ela como forma de expressão, ao tocar a caixinha de música que September lhe deu ao ver seu pai cair morto. Foi sua forma de demonstrar pesar. E com certeza todos carregaremos na memória as inúmeras cenas de Walter e de sua vitrola e das viagens musicais de nosso amado cientista. Atrevo-me a dizer que Fringe modificou minha relação com a música, e agradeço à serie, eternamente, por isso.

Mas nem tudo foram flores na épica conclusão de Fringe e algumas questões não ficaram muito claras pra mim. A primeira delas foi a fuga de Michael. Agradeço pelo plot da fuga dele ter dado motivo para que víssemos o universo alternativo uma única vez. Mas fiquei com a sensação de que perdi algo grande, ou que uma boa explicação não nos foi dada. September chega a mencionar que alguma razão para a fuga deve ter havido, mas acabamos o episódio sem descobri-la. Na minha cabeça, o garoto sabia o futuro, e estava confiante de que seria resgatado caso fosse capturado. Assim, fugiu para que Walter, Liv e Peter não fossem capturados. Mas isso será, eternamente, apenas a minha versão dos fatos.

Outra coisa que não entendi foi o pedido duplo de silêncio de Michael para Olivia. Sobre esse, nem teorizei, me faltaram elementos. Mas com certeza teve um significado, que eu, vergonhosamente, perdi. Muito provavelmente, as lágrimas e o pesar atrapalharam meu julgamento.

Aliás, falando de Michael, ficou um tantinho mal explicado o porquê dele ter nos Observadores o mesmo efeito destes nos humanos. É como se os Observadores, especialmente Windmark, tivesse que proteger sua mente o tempo todo na presença do menino. Não sei, exatamente, o porquê dessa proteção. Há a possibilidade da inteligência acançada de Michael e, principalmente, de seu lado emocional desenvolvidos, causarem danos às mentes emocionalmente rasas dos Observadores. Mas isso é apenas uma hipótese.

E outra questão, grande. Walter enfatizou para Peter que o líquido contido na ampola era vital para que ele conseguisse viajar para o futuro, junto de Michael. Quando September avisa Walter que irá com o filho, o líquido sumiu, porque foi utilizado por September. Como Walter conseguiu realizar a viagem sem o líquido? Isso significa que ele morreu na tentativa e Michael seguiu sozinho o seu caminho? Acho que nunca teremos certeza, no final das contas. O destino de Walter Bishop, depois de tamanho sacrifício, permanecerá uma incógnita.

Como bem salientado pela Nathália, nos comentários, e por várias outras pessoas que conversaram comigo, aquela dose era uma “reserva”, Walter já havia tomado a sua em 2015. Então, estou me retratando. No calor do momento, acabei deixando esse “pequeno” detalhe passar. 😉

Quanto ao final, o retorno a 2015, com Peter, Etta e Olivia no parque, vi muita gente falando que foi uma situação muito forçada. Discordo. Porque eu compro a ideia de que em The Day We Died (3×22), ao entrar na máquina do tempo, por ação do grupo dos 12 Observadores pró-humanos, Peter foi jogado em uma linha do tempo na qual o filho de Walter, do Universo A, morreu. Ou seja, não houve interferência dos Observadores na linha do tempo. Assim, o reboot temporal para a cena do parque era plenamente possível, já que foi a 1ª oportunidade na qual os Observadores interfeririam naquele universo (houve algumas aparições de September na 4ª temporada, mas ele não chegou, até onde me lembro, a alterar o curso dos acontecimentos).

E assim Fringe acabou, deixando um agridoce gostinho de quero mais. Quem seria o cientista norueguês que criou os Observadores? Como seria a vida de Michael e Walter – se é que ele sobreviveu – no futuro? E em 2015, o que pensam Peter e Olivia sobre a ausência de Walter? Aliás, Peter – pela expressão de Olivia no parque, há uma corrente teórica forte que julga que ela lembra do que aconteceu ou sabe que há algo faltando – lembraria de algo? São muitos os questionamentos, nem consigo recordar todos para listar aqui.

O fato é que tudo poderia ter sido explorado muito melhor. Antigos personagens – saudades, Rachel e Ella – poderiam aparecer, tramas secundárias ganhariam um desenvolvimento melhor. O que nos resta, nesse momento, é criarmos um Universo de Bolso particular, no qual cada possibilidade poderá ser explorada da forma que mais nos agradar. Estou tentando criar o meu. Quem vem?

P.S.1: quem mais achou super fofo o número da porta do apartamento do December ser 513? E ficou emocionado ao ver uma marca sangrenta de uma mão de 6 dedos na parede?

P.S.2: os códigos dos últimos episódios de Fringe foram LOVED – amado – e CLOSE – de fechar. Não precisam de explicação, né?

CBS dá ordem para mais quatro pilotos; dois deles são do produtor de ‘Raising Hope’

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O produtor executivo de Raising Hope, Greg Garcia, pode entrar o ano com outra produção na TV. Se depender da CBS, as chances são altas.

A emissora encomendou mais quatro pilotos para esse ano, sendo dois deles de Garcia. O primeiro projeto é Super Clyde, uma comédia sobre um pacífico e modesto funcionário de lanchonete que decide se tornar um super herói. Já o segundo projeto, conta a história de um homem recém divorciado que é surpreendido por seus pais, já que estes decidem morar com ele. Ambas produções são da CBS Studios.

Em relação as outras séries encomendadas, The McCarthys é um projeto de Brian Gallivan (Are You There, Chelsea?) com a Olive Bridge Entertainment em parceria com a Sony TV. A série foi inspirada na própria vida de seu criador e esta é baseada na história de uma família irlandesa que é apaixonada por esportes e vive em Boston. Mas não para por aí. O filho gay é considerado como a ovelha negra da família e ele deseja se afastar de todos seus parentes.

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Outra aposta do canal, em parceira com a Shuman Co, é a série The Ordained. O drama da jornalista e escritora Lisa Takeuchi Cullen é desenvolvido em meio a história de um jovem, que tem ligação com o meio político devido a sua família, e larga o sacerdócio para seguir a carreira como advogado. O objetivo do rapaz não é apenas de se tornar um “homem da lei”, mas, na realidade, é de evitar que sua irmã estadista seja assassinada.

Com informações do TV Line.

Destaques na TV – Domingo, 20/1

Data/Hora 20/01/2013, 12:44. Autor
Categorias TV Brasil

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Domingo movimentado! Veja a seguir as atrações do dia nos canais de TV Por assinatura.

No FX, 23h, vai ao ar o episódio final da segunda temporada de Homeland. A série que ganhou três Globos de Ouro no domingo passado se despede com o episódio The Choice – nele Carrie (Claire Danes) terá que decidir entre retomar a carreira na CIA ou ficar com Brody (Damian Lewis).

Enquanto uma vencedora do Globo de Ouro parte, outras duas chegam. Na HBO, às 22h, estreia a segunda temporada da premiada Girls – o primeiro episódio mostra o que aconteceu algumas semanas após o casamento de Jessa e do acidente de Adam. Donald Glover e Rita Wilson participam. Pra saber o que rola no episódio, leia a nossa review. Às 22h30, estreia no canal a segunda temporada de House of Lies – série que garantiu um prêmio ao Don Cheadle.

Na Fox, estreou na semana passada a série The New Normal e a oitava temporada de How I Met Your Mother. How I Met Your Mother vai ao ar ao meio-dia, com a exibição em sequência dos episódios 8×03 e 8×04. The New Normal vai ao ar às 13h, com a exibição dos episódios 1×03 e 1×04.

Na Sony, 11h, reprisa Switched at Birth (1×10). Às 19h, o episódio 8×10 de Top Chef.

No Globosat HD, 22h, tem Underbelly: Razor.

Às 21h, no Investigação Discovery, reprisa Hawaii Five-0 (episódio 3×03).

E até segunda-feira.

Trailer releva novos Rangers em ‘Power Rangers Megaforce’

Data/Hora 20/01/2013, 10:54. Autor
Categorias Notícias

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É quase tão certo quanto dois mais dois é igual a quatro que você, em alguma época da vida, já tenha se distraído com os Rangers. Na marca do 20º aniversário da franquia Power Rangers, uma nova produção da série está chegando.

Em Power Rangers Megaforce, o telespectador verá os Rangers em uma batalha contra os alienígenas Warstar. Gosei, um guardião sobrenatural que tem protegido a Terra durante séculos com seu robô assistente Tensou, recruta cinco adolescentes para formar a equipe e se tornarem os novos Power RangersEssa equipe terá a função de defender o planeta contra as forças malignas de Warstar.

Os novos Rangers terão o comando do ar, da terra e do mar para combater as forças do mal. Ciara Hanna interpreta a Ranger Amarela, Christina Masterson a Ranger Rosa, Andrew Gray dá vida ao Ranger Vermelho e John Mark Loudermilk é o Ranger Azul. Lembrando que, como habitual, Power Rangers Megaforce terá um Ranger misterioso, Robo Knight, cuja identidade ainda será revelada.

Power Rangers Megaforce estreia na Nickelodeon, no sábado, dia 2 de fevereiro, às 13 horas, no horário americano.

Com informações do HuffpostTV.

Primeiras impressões – House of Cards

Data/Hora 19/01/2013, 23:52. Autor
Categorias Preview

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No dia primeiro 1° de fevereiro, quando Kevin Spacey falar com você, não ouse ignorá-lo. Você será convidado a fazer parte de uma das séries mais aguardadas dos últimos meses. House of Cards, baseada na minissérie de mesmo nome da BBC que foi exibida nos anos de 1990, é um drama político envolvente e que já se tornou preferido, mesmo antes de estrear.

O TeleSéries compareceu na sessão de exibição exclusiva, promovida pelo Netflix no último dia 16, e conferiu os dois primeiros episódios da trama. E o que podemos dizer? Eles são nota dez.

House of Cards não é bem um suspense. Ficam claras desde o início as intenções de cada um dos personagens do drama. House of Cards é um jogo, que se passa em Washington D.C., capital dos Estados Unidos. A série descreve os movimentos de congressista Frank Underwood (Kevin Spacey) e sua corrida estratégica para derrubar o presidente eleito Garrett Walker (Michael Gill).

O que está por trás dessa tentativa é possível descobrir logo no piloto da série. A verdade é que Underwood recebeu uma promessa: ser promovido Secretário de Estado dos Estados Unidos. Quando Walker ganha a presidência e resolve mantê-lo no Congresso, ele planeja uma vingança política contra seus traidores. Um por um, eles devem sucumbir.

Mas Underwood não é um patife, um vilão mexicano cheio de más intensões. Ele é um jogador. Por trás do seu jogo há regras, há leis, mas antes de tudo, há ambição. Talvez por isso, ou pela maestria com a qual Kevin Spacey interpreta seu personagem, dá vontade de torcer realmente para que todos caiam e que Frank consiga o que ele quer.

Logo no começo, o personagem busca fortalecer seu time de aliados. Liderado pela a esposa, Claire Underwood (Robin Wright), ele ainda conta com o congressista desajustado Peter Russo (Corey Stoll) e a jornalista Zoe Barnes (Kate Mara). Juntos, e cada um com seus motivos, eles serão peças-chaves nesta reviravolta política de encher os olhos.

Os dois primeiros episódios apresentam a série e deixam o telespectador curioso. A introdução dos personagens é tão bem feita que há uma sensação de que os acompanhamos há anos. Com essa intimidade, é fácil prever os movimentos de alguns deles. É o caso de Russo, o político festeiro e sem limites. Além de trair a esposa e ter um caso com a secretária, ele é conhecido entre os colegas por seus excessos. Para cair na rede de Underwood foi preciso apenas um passo em falso. Resta saber até onde irá a lealdade de Russo, que se vê obrigado a obedecer Frank para não ser exposto.

Já a jornalista Zoe Barnes, além de talento, tem uma vontade enorme de mostrar que é boa em sua profissão. Geralmente, pessoas assim são descuidadas e facilmente atraídas pelo poder. Ela é o coringa de Underwood, e se fosse uma peça de xadrez, seria tanto um Cavalo com um Peão, aqueles que dão passos largos e são capazes de ficar na linha de frente. Zoe acredita ter feito um bom acordo com o político, mas a relação não é simbiótica, já que Frank é quem dá as cartas. Aliás, na Casa Branca, quem dá as cartas nem sempre são os mais poderosos, e sim os mais espertos.

NOTÍCIAS | Netflix libera trailer de sua primeira produção original: ‘House of Cards’

Claire Underwood é a única capaz de mandar em Frank. Ela faz jus ao ditado de que todo homem de poder tem por trás uma mulher poderosa. Ela também é precisa, calculista e um pouco impiedosa. Sem dúvida, ao mesmo tempo o ponto mais fraco e mais forte do político.

Como todos eles conseguem o que querem? Essa sim é a beleza da série. Frank fica transtornado após receber a notícia de que o presidente eleito havia mudado de ideia quanto a sua nomeação. A notícia logo corre entre os políticos, mas o homem se recusa baixar a cabeça. Finge que aceitou graciosamente a decisão do presidente e monta uma rede de intrigas para difamar o novo Secretário de Estado e nomear a senadora Catherine Durant (Jayne Atkison) para o cargo. E esse é só início de tudo.

Para conseguir o feito, ele regasta russo de uma de suas bebedeiras e impede um escândalo. Em troca, ele pede para que o representante político ceda às suas vontades. Nesse meio tempo, ele se encontra com Zoe Barnes, uma repórter do jornal Washington Herald, que batalha para ganhar destaque na cobertura política de seu país. Ela escolhe Frank como seu informante interno do Congresso, ao menos é o que ela acha, pois é ele que vê nela a oportunidade de manipular a opinião pública.

A técnica usada por David Fincher, Kevin Spacey e Beau Willimon para contar a história é outro ponto positivo. O personagem de Spacey interage com o telespectador, técnica usada na recente House of Lies e na comédia Malcon in the Middle. Só que dessa vez, a narrativa se eleva a cada diálogo com a câmara. Não é uma simples questão de estilo, é uma escolha consciente de que assim flui melhor. Afinal, o que seria de um jogo se não houvesse uma plateia?

A série tem também uma bela fotografia. Um cuidado com a produção que se assemelha com as série da TV a cabo americana. O que nos saber agora é como ficarão as categorias de seriados nos mais importantes prêmios desta categoria. Deixar House of Cards fora do páreo por não ser exibida em um canal convencional será no mínimo um sacrilégio.

A temporada estará disponível no Netflix a partir do dia 1° de fevereiro. O conteúdo é exclusivo para os assinantes do serviço.

Confira a promo da volta de ‘The Borgias’

Data/Hora 19/01/2013, 23:36. Autor
Categorias Notícias

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The Borgias  retorna para a terceira temporada no dia 14 de abril, mas o canal americano Showtime já está promovendo a série. Em um vídeo, é possível acompanhar algumas cenas do que estar por vir.

A série mostra a busca do ex-Papa Rodrigo Borgia pelo poder na Europa renascentista do século 15. A série foi filmada na Hungria e traz no elenco Jeremy Irons como Rodrigo Bórgia/Papa Alexandre VI, Holliday Grainger como Lucrécia Bórgia, Joanne Whalley como Vannozza dei Cattanei, Lotte Verbeek como Giulia Farnese, entre outros.

The Borgias é exibida no Brasil pelo canal TNT.

Grey’s Anatomy – The End is the Beginning is the End

Data/Hora 19/01/2013, 18:01. Autor
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E cá estou eu, mais uma vez, pronta para elogiar um episódio de Grey’s Anatomy. Controvérsias a parte, tiro o chapéu para Shonda Rhimes. Ela está conduzindo muito bem o seriado, nessas duas últimas temporadas. E estou gostando muito do rumo que as histórias estão tomando.

Pra mim esse episódio foi sobre superar. Deixar as coisas ruins no passado, mesmo que seja difícil. Enxergar que, apesar de tudo, há coisas boas acontecendo, e que elas merecem ser comemoradas. Foi quase que um pedido aos fãs, uma explicação: sim, coisas horríveis aconteceram. Sabemos que é difícil seguir adiante, mas pedimos que vocês tentem. Tem coisas maravilhosas por aí, não deixem de apreciá-las.

E gostei muito de, juntamente com nossos sobreviventes, superar, ainda que lentamente, as perdas. O discurso da Callie, no jantar, foi bem significativo. Por mais estranho que tenha sido um jantar “comemorativo”, acho que ele foi necessário. É claro que Mark e Lexie sempre serão lembrados. Inevitável ser de outra forma. Mas quem restou precisa achar uma forma de coabitar com a ausência. É fácil? Não, e nunca será. Mas a vida continua, apesar da perda. Mãos voltam a ter funcionalidade, pessoas engravidam, dão uma segunda chance para relacionamentos e… FAZEM SEXO (ou pelo menos tentam). Viram? A vida continua, e aprende a conviver com a ausência.

E o caso médico de Avery também ilustrou bem essa necessidade. O paciente foi tratado por 16 anos pelo Sloan. E Jackson enfrentou muita resistência de Robbins e Derek para trocar o tratamento do adolescente. Tudo porque havia um planejamento feito por Mark. Mas ele já não estava ali para avaliar a evolução clínica do tratamento, o que justificaria a alteração. É necessário que os médicos, também enquanto profissionais, sigam em frente.

A necessidade de seguir em frente também bateu à porta de Richard. E no caso dele, há um forte sentimento de culpa rondando a área. Tanto em razão de ter trabalhado muito, e se dedicado “pouco” à esposa, como em razão de não ter estado com ela nos seus meses finais. E isso se refletiu na vontade de jogar fora todos os seus “souvenir” médicos, e na forma nada elegante que tratou mama Avery. Mas a conversa, ainda que rápida, com Mer serviu como estímulo para ele seguir adiante. E acabou servindo como estímulo para ela, também. Adorei ver um dando suporte ao outro, acho linda a relação deles. O que me lembra que senti falta, nesse episódio, de alguma cena entre o Chief e a Bailey.

E por falar em relação, me surpreendi bastante com o rumo dado à Jo e Alex. Os dois viraram melhores amigos, saem para beber juntos, atravessam a ressaca juntos e, PASMEM, não transam. Uma relação fofa e saudável. Contudo, ainda após que apesar do discurso dos dois ser totalmente no sentido de “NÃO, nunca dormiremos juntos”, isso acabará acontecendo. E quando acontecer, será uma relação madura e bem pensada, o que pode indicar que será ela a eleita para fazer Alex sossegar de vez e superar Izzie. To torcendo para que tudo dê certo entre os dois.

Jackson e Steph também me surpreenderam. Achei que os dois se pegariam uma vez e pronto, final da história. Mas não, eles estão quase que em um relacionamento. E meio sério, pelo que pude compreender. Se Avery não sentisse nada pela moça, ou pelo menos não gostasse de passar algum tempo – de qualidade – com ela, não teria contado para April sobre o lance. Pobre April, a situação conseguiu me deixar com pena dela. Mas quem muito enrola, acaba sem nada, e todas as mancadas dela acabaram se refletindo na sua situação atual: apaixonada por Avery, e sem poder contar com ele. Não sei no que apostar, em relação a essa história. Mas estou inclinada a pensar que Kepner acabará entrando em um relacionamento com o moreno sensual. Vamos ver.

Previsível é, pra mim, a história da falência do hospital. É óbvio que os médicos não deixarão o Seattle Grace Mercy West fechar as portas em razão do pagamento de suas indenizações. Provavelmente eles acabarão abrindo mão de receber boa parte do valor em prol da continuidade do funcionamento do hospital. Mas antes disso, é claro, algumas divergências internas deverão surgir entre eles. E a história de Owen e Yang pode se complicar.

Eu nunca fui uma Crowen. Mas confesso que achei bem bacana a reaproximação dos dois. Porque teve tudo aquilo que o casamento deles não tinha: leveza. Essa fase “estamos nos pegando” está fazendo bem aos dois, e não sei se um embate entre o hospital – e Owen, consequentemente – e os litigantes vai ajudar a leveza a perdurar. Só assistindo aos próximos episódios para saber pra onde vai essa história.

Enfim, gostei bastante do episódio dessa semana. E espero ansiosa pra saber o que acontecerá na semana que vem. Até lá!

P.S.: quão fofa é a amizade de Yang e Mer? Achei fofura pura Cristina dizendo pra Derek que é óbvio que sabia da gravidez da amiga, em razão do tamanho dos peitos e do apetite. E o olhar de Yang, de felicidade pura, ao receber a confirmação de Mer? Chorei.

Os 10 melhores episódios da história de ‘Fringe’

Data/Hora 19/01/2013, 17:52. Autor
Categorias Especiais

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Na sexta-feira, 19 de janeiro de 2013, chegou ao fim a jornada de Fringe. Por cinco anos acompanhamos a Fringe Division, nos quais aprendemos muito sobre ciência de ponta e nos apaixonamos por um elenco maravilhoso. E agora chegou o momento da despedida. Não definitiva, certamente, já que os episódios ainda serão vistos e revistos pelos fãs, muitas e muitas vezes. Mas não haverá mais aventuras inéditas para assistir e teorizar.

Então, antes de deixar Fringe ir, nada melhor do que relembrar os melhores episódios desses cinco anos de show, organzados em ordem cronológica. Quem já viu os capítulos finais da história poderá estranhar sua ausência nessa lista. Mas o fato é que ela foi pensada anteriormente, e apesar de terem fechado a série com uma grande chave de ouro, se considerados individualmente, eles ainda perdem para os listados abaixo, em nossa opinião.

Fringe - Bad Dreams
Bad Dreams (s01e17). Exibido em 21/4/2009.
Escrito e dirigido por Akiva Goldsman.

A minha opinião sobre Fringe é a seguinte: Alex Kurtzman e Roberto Orci tiveram uma ideia bacaninha pra uma série de sci-fi. Levaram pro J. J. Abrams, que emprestou seu nome (que a esta altura já era uma grife) e os três tocaram a série, sem saber muito bem aonde aquela história ia dar. Fringe não iria muito longe se não tivesse aparecido em determinado momento como consultor da série o Akiva Goldsman. Eis que, no 17º episódio da série, o vencedor do Oscar de melhor roteiro por Uma Mente Brilhante não só comanda a sala de roteiristas, como vai para o set dirigir a série. Fringe dá um salto: descobrimos que Olivia foi uma das cobaias de Walter nos testes do Cortexiphan (e que Walter ferrou com a vida de muita gente). Fringe ganha uma mitologia, os personagens ganham tridimensionalidade e aí o elenco começa a deslanchar. Bad Dreams é o ponto de partida para Fringe se tornar uma série de culto. (Paulo Serpa Antunes)

Fringe - There's More Than One of Everything
There’s More Than One of Everything (s01e20). Exibido em 12/5/2009.
História de Akiva Goldsman e Bryan Burk. Roteiro de Jeff Pinkner e J. H. Wyman. Dirigido por Brad Anderson.

Veja bem, foi legal ver ao longo de um ano homens atravessando paredes, pessoas morrendo asfixiadas, freaks controlando aparelhos eletrônicos… Mas faltava a Fringe algo maior – uma real ameaça ou um grande evento que passasse a costurar a história. There’s More Than One of Everything nos dá isto, apresentando o universo alternativo que irá costurar os próximos dois anos brilhantes da série. A season finale ainda satisfaz por apresentar respostas a grande maioria das questões apontadas ao longo da temporada (em tempo hábil, porque muitos telespectadores estavam impacientes) e ainda lançar este incrível cliffhanger que fideliza o telespectador. A cereja no bolo é a primeira aparição de Leonard Nimoy, uma lenda entre os fãs de ficção científica, como William Bell. (Paulo Serpa Antunes)

Fringe - Jacksonville
Jacksonville (s02e15). Exibido em 4/02/2010.
Escrito por Ashley Edward Miller e Zack Stentz. Dirigido por Charles Beesone.

Jacksonville, como bem sabido pelos fãs de Fringe, foi o local dos testes com Cortexiphan comandados por Bell e Walter. Logo, era o lar da pequena, problemática e sofrida Oliviazinha. E no episódio de mesmo nome Olivia foi obrigada à retornar ao seu passado e revisitar lembranças da infância. Tudo para compreender como suas habilidades funcionavam. Mas, de quebra, Olivia descobriu algo grande: a origem de Peter, o que acarretou uma série de problemas na sequência da temporada. Então, pela relevância da trama, pela grandiosidade de interpretações do elenco, e em virtude da quantidade de respostas obtidas em Jacksonville, ele tem presença obrigatória em qualquer Top 10 da série. (Mariela Assmann)

Fringe - Peter
Peter (s02e17). Exibido em 1/4/2010.
Escrito por Josh Singer, Akiva Goldsman, Jeff Pinkner, J. H. Wyman. Dirigido por David Straiton.

Com Peter, Fringe retornava de um hiato de quase dois meses esclarecendo o ponto chave de toda a mitologia da série: as circunstâncias que levaram Walter a cruzar para outro universo para tentar salvar a vida de Peter, que estava doente. O primeiro episódio flashback da história de Fringe é um episódio sensível e emocionante, que sedimenta a segunda temporada da série como um dos maiores shows da TV americana da temporada 2009-2010. E tem o bônus: aqui o episódio ganha uma nova abertura, com visual retrô inspirado na estética dos computadores dos anos 80. O recurso de mudar a abertura em episódios ambientados em outras épocas ou dimensões se tornaria um dos charmes do show nas temporadas seguintes. (Paulo Serpa Antunes)

Fringe - White Tulip
White Tulip (s02e18). Exibido em 15/4/2010.
Escrito por J. H. Wyman e Jeff Vlaming. Dirigido por Tom Yatsko.

Um símbolo de perdão. Essa é a mensagem que os fãs da série sempre irão lembrar quando toparem com uma tulipa branca por aí. Essa flor é o principal elemento do episódio, que conta uma das histórias mais emocionantes de Fringe. Quem não lembra do trem, lá na segunda temporada? É agonizante ver que nada muda Alistair, um cientista que volta no tempo para impedir a morte da esposa. Até que o inevitável acontece. Um evento fringe acontece. E tudo muda para sempre. Apesar do caso da semana ter tido uma parcela grande de culpa para tornar esse episódio inesquecível, o que ainda faz muita gente chorar é o fato de que por causa de seu amor por Peter, Walter precisa enfrentar uma situação difícil: ele precisa contar ao filho que o roubou do Universo Alternativo. Ele precisa contar, porque o ama. E ele precisa dizer que fez o que fez porque não podia superar a dor de perdê-lo. No final das contas, Alistair decide que a melhor maneira de acabar com a sua dor é morrer junto ao seu grande amor, e Walter se acovarda, volta atrás e não fala nada. A culpa era grande demais para ele se perdoar, ou para arriscar que o filho jamais o perdoasse. Então Walter recebe uma carta, um sinal de esperança, uma tulipa branca. (Maria Clara Lima)

Fringe - Over There
Over There – Partes 1 e 2 (s02e22 e s02e23). Exibido em 13 e 20/5/2010
Escrito por Jeff Pinkner, J. H. Wyman e Akiva Goldsman. Roteiro de Akiva Goldsman.

Mais uma season finale, mais uma virada radical e original na série. Em Over There somos finalmente apresentados ao outros lado e conhecemos personagens chaves na história da série: “Walternativo”, “Bolívia”, Lincoln Lee e Elizabeth Bishop e ainda temos a volta de William Bell e matamos a saudade de Charlie Francis (com o Charlie Francis do outro universo). Literalmente um novo universo se abre para a série quando acompanhamos Olivia, Walter e Bell tentando trazer Peter de volta para o nosso mundo. Ao final do episódio, uma troca de identidades abre o caminho pra terceira temporada da série – que parecia impossível, mas conseguiu superar este fantástico segundo ano. (Paulo Serpa Antunes)

Fringe - Entrada
Entrada (s03e08). Exibido em 02/12/2012.
Escrito por Jeff Pinkner e J.H. Wyman. Dirigido por Brad Anderson.

O 8° episódio da 3ª temporada de Fringe não poderia ficar de fora do Top 10 da série. Em Entrada (o meu episódio favorito), pela primeira vez vimos os acontecimentos de ambos os universos, o Azul e o Vermelho, em um mesmo episódio. E que acontecimentos. Em sequências de tirar o fôlego, Peter tapado desmascarou Bolivia, que acabou fugindo para o lado vermelho; enquanto que Olívia, com aquela ajudinha amiga de Broyles, conseguiu retornar para casa. Tenho certeza que Entrada ocupa um lugarzinho bem especial no coração dos fãs. Curiosidade: foi esse o episódio que Anna Torv e John Noble escolheram para submeter ao 63° Emmy, mas o final dessa história – INJUSTISSÍMA, diga-se de passagem, todo mundo já conhece. (Mariela Assmann)

Fringe - Marionette
Marionette (s03e09). Exibido em 9/12/2010
Escrito por Monica Breen e Alison Schapker. Dirigido por Joe Chappelle.

Marionette é o primeiro episódio após o fim do arco da troca das duas Olívias. Na época lamentei que encerraram esta história muito cedo – porque aquilo era bom demais! Mas Olivia está de volta ao trabalho e o fringe event da semana é provocado por uma espécie de doutor Frankenstein, que tenta trazer de volta a vida uma bailarina suicida com pedaços de corpos de outras pessoas. Mas existem coisas, como a morte, que não podem ser consertadas – e aparantemente a relação de Olivia e Peter é outra delas. “Como você não pôde ver isso? Agora ela está em qualquer lugar. Ela está na minha casa, meu trabalho, minha cama, e eu não quero vestir mais minhas roupas e não quero mais morar em meu apartamento, e não quero estar com você”. O desabafo de Olivia ao final do episódio parte o coração do telespectador. Fringe ultrapassa a barreira da sci fi. Agora Fringe é um drama, e dos mais comoventes. (Paulo Serpa Antunes)

Fringe - Subject 13
Subject 13 (s03e15). Exibido em 25/02/2011.
Escrito por Jeff Pinkner, J.H. Wyman e Akiva Goldsman e dirigido por Frederick E. O. Toye.

Cá entre nós, existe episódio mais fofo que Subject 13? Os roteiristas de Fringe, contentes com a repercussão positiva após a exibição de Peter, resolveram retornar para o ano de 1985 e nos mostrar as tentativas de Walter e Elizabeth de “devolver” o garotinho Peter para o lado vermelho. E a chave para o plano dar certo eram as habilidades de um certo Sujeito 13, a fofíssima Olivia Dunhan. Os plots centrais do episódio foram a tentativa de Peter de se adaptar à nova realidade, bem como a luta da pequena Olivia contra o padastro abusivo e para controlar os poderes obtidos através do tratamento com Cortexiphan. E, juntas, as crianças aprendem, em um campo de tulipas brancas, a lidar com seus problemas, ainda que temporariamente. Uma deliciosa viagem a 1985, em um dos melhores episódios de Fringe. (Mariela Assmann)

Fringe - Letters of Transit
Letters of Transit (s04e19). Exibido em 20/04/2012.
Escrito por Jeff Pinkner, J.H. Wyman e Akiva Goldsman. Dirigido por Joe Chappelle.

O 19° episódio da 4ª temporada de Fringe não poderia ficar de fora dessa lista. Isso porque foi nesse episódio que os roteiristas nos apresentaram a realidade da fabulosa quinta temporada. Uma grande brincadeira, que se revelou vital para a compreensão da temporada de encerramento da série e do destino dos nossos queridos personagens. Mais que isso, o episódio foi grandioso por mostrar, mais uma vez, a capacidade de Fringe de se reinventar, dar reviravoltas e, ainda assim, atar praticamente todas as pontas soltas. Enfim, uma deliciosa viagem à 2036, e a um universo completamente remodelado que desejo, sinceramente, não ter que encarar no futuro. (Mariela Assmann)

Ficou algum episódio marcante de fora? Qual destes é o teu favorito? Deixe sua opinião na área de comentários.

Quinze anos de ‘Dawson’s Creek’ e seus dramas e sonhos

Data/Hora 19/01/2013, 16:41. Autor
Categorias Memória

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Quem nunca brincou de cineasta? Sério, quem nunca quis inserir no dia-a-dia recursos cinematográficos? Câmera lenta. Passagem de tempo. Flashback. Às vezes, nem precisa de efeitos especiais, só o controle da trama já basta.

Há quinze anos, fomos apresentados a um jovem que apaixonado por cinema queria roteirizar a vida. Qual de nós nunca quis o mesmo, principalmente com quinze anos de idade? Digamos que ele percebeu que as coisas não são bem assim. Nem tudo saiu tão marcadinho, mas ele cresceu. Muitos de nós crescemos com ele. Estou falando de Dawson Leery, o protagonista de uma série que nos fez refletir, sonhar e amadurecer, Dawson’s Creek.

Era uma vez…

Dawson Lerry (James Van Der Beek) é sonhador e romântico, mora na pequena Capeside e deseja ser um cineasta como seu ídolo Steven Spielberg.

A amiga de toda a vida de Dawson é Josephine Potter, mais conhecida como Joey (Katie Holmes). A garota perdeu a mãe cedo, com o pai preso ela mora com a irmã mais velha. Cresceu brincando com Dawson, assistindo filmes com ele, entrando no quarto do amigo a qualquer momento, pela janela! e dormindo na mesma cama. Até que se apaixonou por ele.

Outro melhor amigo de Dawson é Pacey Witter (Joshua Jackson). Pacey é desencanado e está sempre metido em alguma confusão. Ele e Joey vivem implicando um com o outro.

Jen Lindley (Michelle Williams) acaba de chegar a Capeside, ela é de Nova Iorque onde levava uma vida desregrada até ir morar com a avó, a vizinha de Dawson, a religiosa Evelyn Ryan (Mary Beth Peil) ou Grams como Jen a chama.

Quando Dawson conhece Jen, se encanta por ela, e os dois começam um romance para desespero de Joey.
Entre as filmagens do curta de Dawson e as aulas, Jen tenta se adequar ao jeito da avó e vice-versa. Já Pacey se envolve com a professora de inglês causando escândalo. O casamento dos pais de Dawson, Mitch (John Wesley Shipp) e Gail (Mary-Margaret Humes) entra em crise quando ele descobre a traição da mulher.

Quando Dawson, Jen, Pacey e Joey têm que cumprir horas de detenção na biblioteca da escola com a encrenqueira Abby Morgan (Monica Keena) e jogam Verdade ou Desafio, Joey e Dawson se beijam pela primeira vez e ela quase confessa seus sentimentos por ele.

Algum tempo depois Jen termina com Dawson e ele finalmente descobre que Joey é apaixonada por ele. E quando Joey planeja uma viagem para a França, Dawson a surpreende com um beijo. Tem inicio um namoro cheio de idas e vindas.

O avô de Jen morre e Abby passa a ser uma má influência para a garota.

Pacey começa a ter aulas com a estudiosa Andie McPheep (Meredith Monroe). No inicio Andie e Pacey só discutem, depois vem a amizade e então eles começam a namorar. Andie tem problemas para cuidar da mãe e Pacey a ajuda, tornando-se um cara melhor ao lado dela.

Joey começa um namoro com Jack (Kerr Smith), irmão de Andie. Que todos descobrem, inclusive o próprio Jack, ser gay. Dawson decide fazer um filme baseado na vida dele e dos amigos deixando Joey irritada. E a morte de Abby deixa a todos chocados, principalmente Jen que culpa Deus e enfurece a avó que a expulsa de casa. Andie está cada vez mais depressiva por causa da morte do irmão mais velho e o pai dela decide leva-la para se tratar em outra cidade. Jen faz as pazes com a avó, volta pra casa e leva Jack para morar com elas.

Dawson e Joey voltam a namorar. Mas a felicidade do casal dura pouco. O pai dela retorna e Dawson descobre que ele está envolvido com drogas e convence Joey a denunciá-lo, ela termina tudo e diz que não irá perdoá-lo por isso.

Nas férias Dawson se envolve com uma garota que ele descobre depois ser meia-irmã de Jen. E quando Joey tenta reatar e se oferece para a primeira vez com Dawson, ele a rejeita.

Quando o tratamento de Andie acaba e ela retorna para Capeside e conta que traiu Pacey, ele a perdoa, mas termina o namoro.

Magoados Joey e Pacey se aproximam, a amizade cresce, se torna cumplicidade e logo ele se apaixona pela garota. Apesar de relutarem contra o que sentem por um tempo, eles se rendem a paixão e quando Dawson descobre rompe a amizade com Pacey e intima Joey a decidir entre os dois. Confusa ela se afasta de Pacey.

 

Dawson tenta reconquistar Joey e Andie à Pacey. Gail e Mitch reatam e decidem se casarem novamente. Pacey resolve deixar Capeside de barco depois do casamento e Joey se declara e parte com ele. Jen, Jack e Andie confortam Dawson.

Quando Pacey e Joey retornam de sua viagem Dawson ainda não parece pronto para tê-los como amigos de novo. Pacey e Jen estão em um passeio de barco quando uma tempestade os atinge e achando que vão morrer confessam seu arrependimentos, Jen lamenta por não ter tido um amor de verdade e Pacey por ter perdido a amizade de Dawson. Andie lidera uma busca para resgatar os amigos, enquanto Dawson e Joey arriscam as próprias vidas para salvar Pacey e Jen.

Gail fica grávida. Andie quase morre de overdose e decide ir passar uma temporada na Europa. Dawson vive um romance com Gretchen (Sasha Alexander), irmã mais velha de Pacey. E Joey e Pacey dormem juntos pela primeira vez. Enquanto todos começam a pensar no futuro que terão depois de terminarem o ensino médio, o namoro de Pacey e Joey chega ao fim.

Nasce a irmãzinha de Dawson e ele vai estudar cinema em LA. Joey, Jen, Jack e Grams vão para Boston. Joey conhece sua colega de dormitório, a extrovertida Audrey Liddell (Busy Philipps).

Dawson decide se mudar para Boston. Mitch morre e todos voltam para Capeside para consolar Dawson.

 

Jen e Dawson voltam a namorar. Pacey começa a ter sucesso no emprego. Jack quer mais é aproveitar as festas e se complica na faculdade. Audrey e Pacey engatam um namoro. Dawson começa a dirigir um filme e sua careira começa a deslanchar. Jen e Dawson decidem voltar a serem só amigos.

Algum tempo depois é a vez de Joey e Dawson se darem uma segunda… ops, terceira, ah, outra chance! E finalmente têm a primeira noite juntos. Audrey vira cantora de uma banda e o relacionamento dela e de Pacey chega ao fim quando ela o traí. Dawson e Joey não dão certo outra vez. Pacey se torna um executivo de sucesso. Jen ajuda Grams a passar por um câncer. Pacey perde dinheiro de Dawson na bolsa e a amizade deles é testada mais uma vez.

Cinco anos mais tarde, todos se encontram em Capeside para o casamento de Gail. Pacey agora é dono de um restaurante na cidade e Jack é professor da escola local, ele e Doug (Dylan Neal), o irmão mais velho de Pacey, são agora um casal. Grams está curada. Jen tem uma filhinha ainda bebê. Andie é médica em residência. Joey é editora de livros em Nova Iorque. Dawson é um produtor de sucesso em LA com uma série baseada na vida deles. O reencontro traz lembranças e sentimentos adormecidos despertam.

A turma recebe um baque quando Jen desmaia no casamento e todos descobrem que ela está morrendo. Em seus últimos momentos de vida, Jen pede para que Jack adote sua filha e Dawson ajuda Jen a gravar um vídeo para a criança. Jen ainda pede que Joey decida de uma vez por todas entre Pacey e Dawson. E então ela se despede da avó e morre.

Tempos depois vemos que Joey escolheu Pacey e que Dawson, Joey e Pacey são e serão eternos amigos.

… e então…

Essa história teve início quinze anos atrás, no dia 20 de janeiro de 1998, quando o seriado estreou na TV norte-americana. Depois de seis anos no ar Dawson’s Creek chegou ao final em 2003.

Algo que adoro nessa série é a trilha sonora, e acredito que mais pessoas também, assim a série de Kevin Wiliamson (baseada na própria vida) ganhou dois CDs e teve todas suas temporadas disponibilizada em DVDs.

As primeiras temporadas são cativantes. Da linha tênue que separa amizade de amor, das incertezas e descobertas de todo adolescente para abordagens mais densas sobre preconceito, alcoolismo, limites e consequências. Assim, como na vida real, na fase adulta da série as coisas tendem a ficar sem graça, mas os dramas que caracterizam o seriado se mantém firmes e fortes até o final. Em tudo a certeza de que a força de amizades verdadeiras a tudo supera.

Quinze anos é mesmo um bocado de tempo. Tempo suficiente para transformar adolescentes em adultos. Está aí a mensagem de Dawson’s Creek, você pode amadurecer, você vai crescer ainda que não queira, mas você pode manter viva sua imaginação por quanto quiser. Só lembre-se que quando abrir os olhos as coisas podem não se repetir exatamente como você ensaiou. O que jamais te impedirá de sonhar…

de novo.

‘Castle’: Sneak Peeks do décimo segundo episódio

Data/Hora 19/01/2013, 16:26. Autor
Categorias Notícias

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Parece que outro episódio levará Castle (Nathan Fillion) e Beckett (Stana Katic) para o mundo do entretenimento adulto. Com um enredo na mesma linha de The Mistress Always Spanks Twice, décimo sexto da segunda temporada, que falava sobre dominação sexual, esse capítulo direciona a detetive e o escritor para o lado “sério” do trabalho sexual.

Em Death Gone Crazy, episódio da próxima segunda feira, dia 21, um produtor de pornografia é encontrado morto e a investigação levará a dupla do drama das ABC a locais, digamos assim, peculiares.

NOTÍCIAS | Dylan Walsh, de ‘Nip/Tuck’, participará de episódio duplo em ‘Castle’.

Quando Beau Randolf, fundador do vídeo adulto que virou hit, College Girls Gone Crazy, é assassinado, Castle e Beckett encontrarão uma longa lista com pessoas que possuem motivos, dentre eles maridos, pais e ex-estudantes da faculdade. Para isso, eles precisam mergulhar na vida íntima da vítima, o que trará surpresas em cada parada.

Também no episódio, Alexis (Molly Quinn) inicia um vídeo blog mas Castle não está feliz com detalhes íntimos e pessoais sobre sua vida se tornando público. Que ironia, não?

Logo abaixo, você pode conferir os quatro sneak peeks do próximo episódio. Lembrando que Castle vai ao ar todas às segundas-feiras, na ABC, nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a série passa às quintas-feiras, na Globo, após o Jornal da Globo.

Com informações do TVOvermind.

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