Holly Hunter e William Hurt são confirmados no elenco da minissérie ‘Bonnie & Clyde’

Data/Hora 07/02/2013, 21:47. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Os canais Lifetime e History ainda estão ajustando os detalhes da minissérie Bonnie & Clyde, mas já têm dois atores de peso para o elenco. Os vencedores do Oscar Holly Hunter (O Piano) e William Hurt (Na Natureza Selvagem) foram escolhidos para co-estrelarem o projeto dirigido por Bruce Beresford e produzido pela Sony Pictures TV e Craig Zadan and Meron’s Storyline Entertainment.

A atração marca o reencontro dos atores que, em 1987, estrelaram o filme escrito e dirigido por James L. Brooks Nos Bastidores da Notícia (Broadcast News). Tanto Hunter como Hurt receberam quatro indicações ao Oscar, mas ganharam somente uma vez – ela pelo filme O Piano e ele pelo filme O Beijo da Mulher-Aranha.

Escrita por John Rice e Joe Batteer, a minissérie é baseada na história real do casal ladrão de bancos Bonnie Parker e Clyde Barrow. Os atores escolhidos para interpretar os protagonistas ainda não foram definidos. Em contrapartida, os personagens de Holly Hunter e Willian Hurt já foram acertados. A atriz interpretará a mãe de Bonnie, Emma Parker que, depois que o marido morreu, mudou-se para Dallas com seus três filhos para procurar um emprego como costureira. Já o ator será  Frank Hamer, o guarda texano que obteve os créditos do rastreio e morte do casal criminoso.

A minissérie será transmitida simultaneamente nos canais History e Lifetime – o primeiro focará no personagem masculino e o segundo no personagem feminino. A data da transmissão da atração ainda é incerta, mas a maior dúvida para os fãs é: quem serão os escolhidos para interpretar o casal protagonista?

Com informações do Deadline

Diretor de cinema pretende lançar série inspirada no jogo ‘FarmVille’

thumb image

Não, você não leu errado o título dessa notícia. O mundo é cheio de pessoas com ideias diferentes e essa veio do diretor de cinema Brett Ratner (X-Men – O confronto final), na tarde de hoje. Ele se juntou à empresa Six Eleven Media para produzir uma versão para a televisão do jogo online FarmVille, bastante famoso no Facebook e no MSN Jogos.

“FarmVille é uma das marcas mais interessantes na Internet hoje e sua multi-plataforma de oportunidades são infinitas. Estou emocionado de estar expandindo a marca, com os fãs existentes e também envolver uma nova audiência “, revelou Ratner.

O diretor vai produzir uma animação de meia hora cada episódio, explorando a agricultura que é mostrada no jogo de simulação. Nenhuma emissora de televisão recebeu ainda a proposta sobre o seriado, que terá Ratner como produtor-executivo com a ajuda de Kirk Schenck, Bishop Charles e Nina Gelb, membros da  Six Eleven Media

FarmVille foi lançado em 2009 pela fabricante de jogos Zynga e tornou-se um dos jogos mais populares na Internet. A segunda edição do game foi lançada ano passado.

O que acham da ideia?

Com informações do DeadLine.

Série sobre bombeiros, ‘Chicago Fire’ ganha mais um episódio extra

Data/Hora 07/02/2013, 19:17. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Chicago Fire garantiu a temporada completa na NBC já faz bastante tempo. O drama de bombeiros, estrelado por Jesse Spencer (House) e Taylor Kinney (The Vampire Diaries), começou com índices tímidos de audiência, melhorou, caiu e, de novo, se recuperou.

O episódio exibido ontem, na TV americana, no entanto, demostrou uma pequena queda comparado à semana anterior e marcou  6.52 milhões de visualizações gerais e 1.7 na demo (14% a menos que o episódio anterior, quando marcou 2.1).

REVIEWS | Chicago Fire – Warm and Dead

Mesmo assim, a NBC resolveu dar um voto de confiança à série e encomendou mais um episódio para o programa – que, em janeiro, já havia ganhado um capítulo extra. Assim, dos habituais 22 episódios comuns à maioria dos seriados, Chicago Fire será contada em 24 partes.

A série, além de narrar o cotiano arriscado e comovente dos bombeiros da cidade de Chicago, explora, também, a vida e os dramas pessoais de cada personagem.

Chicago Fire vai ao ar todas as quartas, nos Estados Unidos, pela NBC. Aqui no Brasil, o Universal Channel exibe a atração nas noites de terça, às 22h.

Com informações do TV Line.

Atriz Emma Roberts, sobrinha de Julia Roberts, retorna à TV em piloto da Fox

Data/Hora 07/02/2013, 18:17. Autor
Categorias Notícias

thumb image

O sobrenome famoso, provavelmente, não é fator determinante para que Emma Roberts seja um dos nomes mais promissores em Hollywood. Mas a genética (talentosa) faz com que a sobrinha de Julia Roberts (O Sorriso de Mona Lisa) e filha de Eric Roberts (Os Mercenários) seja uma jovem aposta certeira entre os diretores americanos.

A atriz, de 21 anos, fez sua estreia nas artes cênicas ao lado de ninguém menos que Johnny Depp, no filme Profissão de Risco, aos 9 anos. Em seguida, ela estrelou a série Unfabulous, do canal Nickelodeon (2004 e 2007) e, desde então, não voltou mais para a TV. Até agora.

Roberts foi confirmada como a estrela de um piloto da Fox, chamado Delirium. A história se passa em um mundo onde o amor é considerado uma doença e deve ser tratado. A personagem de Emma, a adolescente rebelde Lena Holoway, se apaixona 95 dias antes de passar pelo tratamento em proteção ao “mal”. O grande dilema da história está iniciado.

Delirium, baseada no livro homônimo da escritora Lauren Oliver, tem produção-executiva de Karyn Usher (Prison Break), em parceria com a dupla Peter Chernin e Katherine Pope, de Terra Nova, e Paula Mazur (Além da Imaginação).

Nos últimos anos, Emma Roberts se dedicou ao cinema, sobretudo a filmes independentes, tendo trabalhado com diretores renomados. Em Twelve, ela contracenou com Chace Crawford (Gossip Girl) sob a direção de Joel Schumacher (Batman Eternamente). Recentemente, ela esteve em Pânico 4, de Wes Craven (famoso por ter criado A Hora do Pesadelo). Emma namora o ator Evan Peters, da série de terror American Horror Story.

Com informações do Deadline e TV Line.

Em texto emocionado, criador de ‘Being Human UK’ anuncia o fim da série

Data/Hora 07/02/2013, 17:04. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Being Human não deveria ter acontecido. Uma ideia absurda, um processo de desenvolvimento épico e tortuoso, um orçamento modesto – não, nós realmente não deveríamos ter durado. Mas Being Human foi o pequeno show que poderia ser, e aquela ideia ridícula conseguiu durar por 37 episódios, gerar uma versão americana, três romances, um spin-off online e conquistar uma prateleira de prêmios.” Foi assim que o criador da série britânica, Toby Whithouse, começou o texto em que diria que a quinta – e atual – temporada da série sobre um vampiro, um lobisomen e uma fantasma dividindo a mesma casa seria, também, a última.

No post, publicado no blog da BBC Three – que você pode ler na íntegra, em inglês, aqui – Toby deu a entender que o maior motivo de a série chegar ao fim é o fato de muitos dos atores originais terem deixado a atração. “Devemos lembrar  que a missão da BBC Three é incentivar e apoiar novos talentos, dar-lhes oportunidades de fazer televisão, para testar novas idéias e formatos. Nesse sentido, Being Human é, talvez, uma vítima de seu próprio sucesso”, refletiu. “Nós não podemos chamar o nosso programa de ‘nova série’ mais.”

NOTÍCIAS | Novo elenco de ‘Being Human UK’ aparece em primeira entrevista

Durante as três primeiras temporadas, Being Human foi estrelada por Russell Tovey (o lobisomen George), Lenora Crichlow (a fantasma Annie) e Aidan Turner (o vampiro Mitchell). No quarto ano da série, no entanto, Turner anunciou que deixaria o show para integrar o elenco do filme O Hobbit, mas os outros dois colegas continuaram sem ele. Já no quinto ano, nenhum dos inciais protagonistas retornaram e o seriado  ganhou novos personagens e um enredo diferente – embora bastante parecido com a premissa original, como se alguém tivesse apertado o “botão reset” no programa. Os jovens Damien Molony, Michael Socha e Kate Bracken (na foto abaixo) substituíram os veteranos. Mas, nas palavras do próprio criador, Being Human já não era mais “uma série nova”.

NOTÍCIAS | Sinopse da quinta temporada de ‘Being Human UK’ revela novos protagonistas

Sobre o episódio final da quinta temporada, ele prometeu. “Nós criamos o que eu espero que todos concordem ser um final épico, emocionante e chocante, que vai deixar os fãs se perguntando e fazendo especulações por anos”, previu.

Durante todo o texto, Whithouse se mostrou bastante emocionado com o anúncio e deixou claro que a decisão de terminar a história não era exatamente dele, que garantiu que ainda poderia escrever bons enredos, apesar dos desfalques. Na despedida, ele também fez questão de enfatizar que desejava agradecer a fidelidade dos fãs da série antes de qualquer coisa. “Uma vez que os créditos finais do episódio 6 rolarem na tela, o futuro de todos esses personagens vão existir apenas na imaginação do público, para fazer o que bem entenderem”, escreveu.

Depois, para fechar a redação cheia de poesia, ele usou um trecho da terceira temporada do programa. “Lembro-me da cena do episódio 8 da terceira temporada, com Mitchell e Herrick sentados no carro, olhando para o pôr do sol. Herrick pergunta se Mitchell acha incrível que, em breve, o mundo será deles [vampiros]. E Mitchell diz que “sempre foi'”, disse ele comparando a história com o mundo real. “Sim, então Mitchell enfia uma estaca no peito dele. Mas eu ignoro isso”, brincou.

Apesar disso, a notícia do cancelamento de uma série sempre pode ser sentida, pelos fãs, como uma estaca entrando no peito mesmo… Seria esse o caso?

A quinta temporada de Being Human estreou no último dia 3 de fevereiro, no Reino Unido, onde vai ao ar nas noites de domingo e terá 6 episódios. No Brasil, ainda não há previsão de estreia para o novo ano.

Castle – Recoil

Data/Hora 07/02/2013, 16:20. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Oi, pessoas. Como prometido, eis a review de Recoil, o episódio dessa semana. E assim fico em dia com Castle, finalmente.

No final da minha review anterior, eu pontuei o problema da quinta temporada da série: a ausência de um NOVO plot para chamar de seu. Vou tentar explicar melhor o meu ponto de vista.

Pra mim, essa quinta temporada está dividida em 3 ‘fases’. After the Storm, a 1ª delas, colocou um final – bem temporário, descobrimos agora – no plot que moveu Castle por 4 anos. Cloudy with a Chance of Murder inaugurou uma nova fase. Aparentemente, o plot principal de váááários episódios a partir daí foi o relacionamento entre Castle e Beckett. Essa fase foi marcada por bons episódios (como Murder, He Wrote e Probable Cause), por episódios medianos (como Secret Santa) e por episódios bem ruinzinhos (a.k.a. Swan Song e After Hours). Depois do delicioso Significant Others, que tratou do relacionamento entre nosso casal queridinho, dois episódios perdidos no mundo. Absolutamente sem plot. Não trataram do plot anterior – o assassinato de Johanna -; não falaram do plot atual – o relacionamento casckett – e não introduziram um plot novo. Dois fillers beeeeem medianos.

E eis que depois desses episódios meia-boca, a equipe de roteiristas de Castle nos entrega Recoil, um ótimo episódio. O que me incomoda é que, mais uma vez, os roteiristas buscaram a excelência no assassinato de Johanna. Depois de After Storm, eu disse que esperava que o Senador e sua disputa com Becks demorassem a voltar à telinha. Mas não foi isso que aconteceu, e apenas 12 episódios depois, cá estamos nós, novamente. Sinto que é hora de ousar, e seguir adiante. Nenhum seriado se sustenta muito tempo no ar tratando do mesmo assunto.

Contudo, minha crítica não me cega. Reconheço que, mais uma vez, a trama morte de Johanna rendeu um episódio empolgante, bem trabalhado, com boa condução e atuações. E dessa vez, com uma inovação: Becks precisou proteger o responsável pela morte da mãe. Muita coisa pra lidar.

Stana mais uma vez esteve muito bem na atuação. Ela costuma sempre encontrar o tom exigido por esses episódios tensos e dramáticos, e é legal ver como o olhar dela é expressivo o suficiente para que uma única olhada de Beckett passe exatamente o que a detetive está sentindo. Nesse episódio, esses olhares foram vários, e de muitos tipos. Teve o momento raiva, o momento desespero, o momento tristeza. Bacana de verdade. O resto do elenco acompanha Stana, mas é sempre menos exigido que ela, dramaticamente falando, já que o grande trauma é sempre relacionado a detetive.

Gostei de ver Gates novamente, fazia alguns episódios que Iron Gates estava sumida. À propósito, bem que ela poderia participar mais do dia-a-dia da delegacia, né? Ela só aparece quando há um grande caso, para fazer piadas sobre a sogra ou fazer média com o prefeito. Ia ser legal acompanhar ela no cotidiano dos detetives.

Gostei também do tom de incerteza quanto às reações de Beckett. Ela é muito correta, e sua conduta exemplar já ficou evidente muitas vezes. Mas dessa vez era diferente, afinal o culpado pela morte da mãe dela precisava de sua proteção. E vamos combinar, quem conseguiria cumprir o dever sem nem ao menos hesitar? Cheguei a pensar que Beckett tinha queimado, de fato, a carta. E depois deu uma angustia no peito ao ver ela deixou o suspeito escapar, conscientemente. Só que a retidão de caráter falou mais alto, e Becks acabou dominando a situação. Mais, seguiu seus instintos e acabou sendo a única a perceber o verdadeiro plano para matar o Senador. No final das contas, creio que todo mundo ficou feliz por vê-la salvando a vida dele, pois ela seguiu o caminho da escolha com a qual ela podia lidar. Certamente Beckett deixaria de ser ela mesma se escolhesse seguir o outro caminho.

Agora, seu arqui-inimigo lhe deve uma, e isso deve representar algo grande. Ficou bem evidente que há uma briga entre tubarões, e é sempre bom ter uma carta na manga para usar antes de ser devorada. Agora, só nos resta esperar os caminhos de Bracken e Kate cruzarem novamente, e torcer para que dessa vez eles esteja, novamente, em lados opostos. Becks certamente esperará ansiosa por isso.

Gostei também de observar as reações de Kate e Rick ao caso, como casal. Castle encarou o Senador várias vezes, e deixou bem claro para ele que se a decisão final fosse sua, não teria sido tão piedoso. Gostei também de ver Beckett compartilhando com Castle sua insegurança. Geralmente ela esconde dele seus medos e traumas, e dessa vez ela se abriu para ele, deixou ele próximo e ciente de tudo. E, como sempre, encontrou do outro lado confiança e apoio. Rick, mais uma vez, acreditou em Becks e seguiu os seus instintos. Fofos, apenas.

Espo e Ryan foram os irmãos que eles costumam ser. Dessa vez a participação deles nem foi tããão grande, mas ela é sempre decisiva e no sentido de ilustrar lealdade e apoio irrestrito. E foi bom ver que o ‘racha’ de Always ficou, definitivamente, para trás.

Enfim, um ótimo episódio, que me fez lembrar do quão gostoso é assistir Castle, quando há uma boa história para ser contada.

Na semana que vem é o Valentine’s Day, nos Estados Unidos. E isso significa que no próximo episódio deveremos ver o primeiro Dia dos Namorados comemorado por Casckett. Momentos fofos no horizonte, pessoal. E torço para que o acompanhamento do prato principal seja um caso gostosinho. Até lá!

Frances Conroy também está na terceira temporada de ‘American Horror Story’

Data/Hora 07/02/2013, 15:57. Autor
Categorias Notícias

thumb image

O Twitter de Ryan Murphy, criador de American Horror Story, não para! Depois de Taissa Farmiga ser anunciada como retorno à série de terror – ela esteve no primeiro ano, mas se ausentou no segundo – outra atriz foi confirmada na próxima temporada do programa: Frances Conroy.

Na primeira temporada da série, a atriz viveu uma espécie de governanta-fantasma, chamada Moira (personagem que dividia com a bela Alexandra Breckenridge). Já no hospício, ela interpretou o Anjo da Morte. Ainda é cedo para fazer especulações sobre seu papel no terceiro ano, já que o elenco para as novas histórias ainda está sendo recrutado.

Além de Conroy e Taissa Farmiga, os atores Evan Peters, Sarah Paulson, Lily Rabe e a veterana Jessica Lange já foram anunciados como retornos na próxima temporada de American Horror Story. As gravações começam no verão, nos Estados Unidos, e a estreia acontece na fall season, no segundo semestre de 2013.

Com informações do TV Line.

Arrow – Vertigo

Data/Hora 07/02/2013, 15:55. Autor
Categorias Reviews

thumb image

Finalmente um empurrão para que a série volte ao que era antes.

A implicância com Arrow começou quando os shirtless começaram a ser sempre a mesma coisa, deixando claro que os roteiristas não tem criativade para criar novos cenários, mas foi também por causa da falta de um arco que faça com que a série consiga se segurar por mais tempo, um arco bem maior do que a listinha de Revenge.

Ollie é uma pessoa muito desenvolvida e madura. Não havia dúvidas de que ele tentaria de tudo para salvar Thea, e o começo do episódio mostrou bem isso. Perceba que durante todo o episódio Ollie estava fazendo sua parte nas duas esferas de sua vida: como Arqueiro, indo atrás do fabricante da droga, e como Oliver Queen, usando suas conexões com Laurel para conseguir sua irmã. Ou seja, se alguém quiser se meter com a família Queen, saiba que Ollie estará preparado para lutar com você no melhor estilo duplicidade.

O caso de Thea foi só uma introdução para o que viria de melhor (bem menos em teoria) no episódio: O novo vilão, o Conde (por possuir a ‘arminha’ de Vertigo que tem duas agulhas, como um vampiro – um ótimo nome, falando nisso) interpretado pelo Seth Gabriel, da querida Fringe. Logo de cara o Conde parecia ser o vilão mais pirado do mundo, mas os roteiristas não deram muito espaço para ele brilhar. Quem é o Conde? Qual é seu plano? Além das origens de seu nome, aprendemos praticamente nada sobre ele. A conclusão óbvia a ser tirada a partir do final do episódio é que ele estará de volta. E como é de praxe, todos os vilões tiram umas férias no hospício, e são ‘tratadas’. Esse tratamento, é claro, nunca dá certo. E mesmo que tenha ficado óbvio que ele iria injetar Vertigo em Oliver, mas era mais óbvio ainda que não daria em nada.

E, infelizmente, a solução do problema de Thea vem com a maior facilidade: Um simples favor do pai de Laurel, sendo que nem gostar da família Queen ele gosta. É como se nada adiantasse mostrar as consequências de certo ato, porque no final, o nome de sua família falará mais alto.

Porém, Arrow finalmente começou a dar seus personagens coadjuvantes algo interessante para fazer. Demorou um bom tempo, mas Thea finalmente se reconciliou com a mãe, aumentando o fator simpatia, dando um motivo à menos para que eu não queira jogá-la escada abaixo por ser tão petulante. O melhor, porém, está por vir: Finalmente relembraram o apelido de Thea, Speedy, que é o nome do ajudante do Arqueiro Verde nos quadrinhos. Espero que agora trabalhando com Laurel seja o começo de um amadurecimento na personagem, para que ela consiga se juntar ao irmão na próxima temporada.

Como não comentar do dedinho mágico, que faz a pessoa voltar à vida em instantes? Os flashbacks não foram tão necessários, sendo que estava na cara desde o início o que iria acontecer e que Japa Hood na verdade estava metendo a surra em Ollie para salvá-lo depois. É um bom truque, mas com certeza seria mais interessante de Oliver realmente tivesse matado o cara, na máfia russa. Se ele tivesse feito isso, não só colocariam o relacionamento com Diggle em uma posição complicada como também mostraria finalmente uma degradação moral que até agora a série só está insinuando que existe.

No final, Arrow ainda continua sua busca pelo equilíbrio. Às vezes os escritores querem levar certas coisas para um nível aceitável, mas acabam fazendo o mínimo, entregando algo mais raso e menos complexo. Porém, o episódio com certeza foi um passo na direção certa para que consigam encontrar esse equilíbrio, entregando um episódio um nível acima do que os anteriores.

P.S: Por causa de Felicity, Ollie agora está desconfiado da própria mãe. A porra ficou séria. 

Taissa Farmiga é confirmada na terceira temporada de ‘American Horror Story’

Data/Hora 07/02/2013, 15:33. Autor
Categorias Notícias

thumb image

Na primeira temporada de American Horror Story, Taissa Farmiga viveu a problemática Violet, que, em meio às assombrações da série, teve um romance com Tate (Evan Peters). A atriz, no entanto, não retornou para o segundo ano da atração, subintitulado Asylum, mas vai voltar para o terceiro.

NOTÍCIAS | História de amor? Terceira temporada de ‘American Horror Story’ terá clima de ‘Romeu e Julieta’ 

A jovem está confirmada na terceira temporada da série, cujas filmagens começam no próximo verão americano e, mais uma vez, deve viver uma história de amor no seriado. “Uma das coisas que senti falta nessa segunda temporada foi que eu realmente amava ter esse clima meio Romeu e Julieta entre Violet e Tate [na primeira temporada]. Estaremos fazendo algo assim no terceiro ano”, garantiu o criador da série, Ryan Murphy. “Não havia exatamente um papel para ela… Bem, então, eu pensei ‘Quero que a Taissa tenha uma das personagens principais no próximo ano”, explicou.

NOTÍCIAS | Jessica Lange mandou: Evan Peters e Sarah Paulson estão no terceiro ano de ‘American Horror Story’

Farmiga se junta a outras estrelas já confirmadas no terceiro ano da atração: Lily Rabe, Evan Peters, Sarah Paulson e, claro, a veterana Jessica Lange – que, segundo Murphy, tem trabalhado como uma espécie de produtora nessa próxima temporada e tem ajudado na escolha dos atores que retornarão.

Um dos motivos de Taissa Farmiga não ter retornado para as histórias no hospício, em 2012, foi que ela engrenou papéis em dois filmes: The Bling Ring, de Sofia Coppola, e Mindscape, do diretor Jorge Dorado (True Blood). Ela é irmã da também atriz Vera Farmiga, 21 anos mais velha, e que vai estrelar a próxima série de horror do canal A&E, Bates Motel. Ou seja, assunto em comum não vai faltar para as irmãs.

Onde a nova história de American Horror Story irá se passar é segredo, mas Murphy já revelou que os novos enredos serão mais históricos. A segunda temporada da série terminou há algumas semanas, nos Estados Unidos, enquanto, no Brasil, American Horror Story: Asylum é exibida pela Fox  às terças, 23h.

A estreia do terceiro ano deve acontecer na fall season americana, já no segundo semestre de 2013.

Com informações do TV Line e Deadline.

Person of Interest – Dead Reckoning

Data/Hora 07/02/2013, 10:19. Autor
Categorias Reviews

thumb image

O episódio começou diretamente do final do passado, e teve o número de Donnelly sendo apontado pela máquina. Só que, como vimo, nada acabou bem. Kara, a ex-parceira de Reese, jogou nada menos que um caminhão em cima do carro, em seguida matou Donnelly e sequestrou Reese. Enfim a storyline de Donnelly foi finalizada, de maneira rápida e precisa, mesmo assim sinto que algo tenha faltado, mas como Person of Interest está longe de seu fim, acredito que o jeito que acabou foi o melhor, pelo menos por enquanto. Interessante foi ver que o FBI acredita mesmo que o Homem de Terno está morto, e que Donnelly estava desacreditado pelo FBI por conta de sua obsessão. Mas, como disse, a storyline ficou meio incompleta, digo, havia várias maneiras de detectar que Carter estava no acidente, muito mais que o brinco que Fusco recuperou, este que praticamente virou o anjo da guarda de Carter, mas ela continua ilesa e despercebida, mesmo estando envolvida até o pescoço.

Esse episódio serviu para responder muitas perguntas em relação à Kara e tudo foi muito minucioso, tivemos até flashbacks de episódios antigos pra lembrar os acontecimentos entre John e Kara, para não ter ninguém perdido na história. Stanton acabou sendo salva por aqueles que ela já fora contra. Também conhecemos suas razões, ela aparentemente trabalhava para o grupo chinês unicamente em troca do nome do mandante da missão que destruiu sua vida, pessoa esta que é ninguém mais ninguém menos que Harold Finch, não sei vocês, mas não fui pega de surpresa pela revelação, já esperava isso desde o Foe (1×08), bem, eu pelo menos imaginava que o laptop estava relacionado à Machine, mas ainda acho difícil acreditar que Finch mandaria matar Reese e Stanton. Estou curiosa sobre qual será a reação de Reese quando esta informação chegar aos seus ouvidos, não é nem questão de “se” e sim de quando, acredito que logo os escritores usarão esse plot como um teste de confiança pro relacionamento entre Reese e John. Sabemos que Reese foi incapaz de matar Kara, mesmo que suas ordens fossem outras, talvez esse tenha sido o motivo pelo qual John fora recrutado por Harold, sua lealdade.

E cada vez mais Person of Interest é Team Machine against The World, conhecemos, também, nesse episódio uma organização chinesa, em que o líder não é chinês, que era para quem Kara estava trabalhando, havia especulado em reviews anteriores sobre os empregadores de Kara, se eles seriam alguém que nós já conhecíamos ou outro “vilão”, que não sabemos as motivações, sabemos que está tudo relacionado à Machine, mas por que? O realmente era aquele upload feito? Seria um meio de tomar o controle da Machine? Se for isso, pra uma máquina secreta, tem muita gente sabendo dela já.

Lembro que uma vez cheguei a comprar Person of Interest com Minority Report, e sinto que a cada episódio que passa, a série segue mais esse caminho, os casos da semana raramente são fillers, ou seja, estão sempre contribuindo para o desenvolvimento do plot da temporada. Não sei se vocês chegaram a reparar, mas não houve a menção de um novo número, além do de Donnelly, que já havia aparecido no final do episódio anterior. Dead Reckoning foi inteiramente focado em Reese e as conspirações de PoI, e não deixou quase nada a desejar. Person of Interest está em constante desenvolvimento, e sempre ficando melhor.

Menção honrosa à Mark Snow que fez o que eu definitivamente não esperava, a cena de Reese e Finch no telhado foi tão envolvente que quase me esqueço que Snow estava no episódio e vestido de maneira bombástica (ba tum tss). Mark fez Kara provar do próprio veneno, parece que a megera foi mesmo dessa vez.

Ps1: Bear e Reese esbanjando fofura.

Ps2: Fusco tem potencial maior que só que o toque de humor na série, mas ele reclamando de subir 21 andares foi engraçado.

Ps3: Tudo bem que foi pra manter a storyline linear, mas estamos em 2013, PoI.

Ps4: A preocupação de Carter com Reese impressiona, mas ainda sou shipper de John e Zoe.

Destaques na TV – Quinta, 7/2

Data/Hora 07/02/2013, 09:29. Autor
Categorias TV Brasil

thumb image

Confira os destaques da quinta-feira nos canais de TV por assinatura.

No GNT, 14h, o The Ellen DeGeneres Show tem como convidada especial a atriz Kristen Bell. A co-estrela da comédia House of Lies fala sobre sua gravidez.

No Universal, às 22h, Elementary volta com novos episódios. A série retorna com You Do It To Yourself (1×09), onde Sherlock (Jonny Lee Miller), apesar de doente, investiga a morte de um professor, assassinado com dois tiros nos olhos.

Na Warner, às 21h30, vai ao ar o episódio 1×11 de Go On.

No +Globosat, 22h, oitavo episódio de Doctor’s Diary (Männer sind die beste Medizin).

Na Sony, 10h e 17h, episódio 4×11 de Drop Dead Diva. No horário nobre, reprisa Once Upon a Time (21h, episódio 2×06).

No AXN, CSI:NY segue com reprises de temporadas antigas, às 21h e às 22h.

E até sexta-feira. É Carnaval… será que vamos ter séries pra assistir?

Fox e ABC anunciam atores escalados para novos pilotos de comédia

thumb image

Em um novo piloto de comédia da Fox, Melissa Fumero (Gossip Girl, The Mentalist) interpretará o papel principal feminino, oposto ao de Andy Samberg (Saturday Night Live).

Ainda sem titulo, o projeto em câmera única, que será dirigido por Phil Lord e Chris Miller, envolve um grupo diversificado de detetives de uma patrulha nos limites de Nova Iorque. Fumero interpretará Amy, uma detetive esperta e atraente que cresceu nos subúrbios da famosa cidade.

NOTÍCIAS| Drama militar e policial são as novas apostas do canal Fox

Amy tem um segredo: antes de se tornar policial era professora de Middle School – equivalente ao segundo segmento do Ensino Fundamental no Brasil – e acredite, comparado ao “terror” da sexta série, os criminosos da vida real são como um pedaço de bolo de chocolate. Falando de namoro, ela não costuma ter encontros com policiais, mas o que não faltam são oportunidades! No piloto, Fumero também estará ao lado da co-estrela Terry Crews (Everybody Hates Chris).

Já nos estúdios da ABC, o jovem ator Darien Provost (Tooth Fairy) foi escalado para o piloto de comédia câmera única da rede de TV americana intitulado How the Hell Am I Normal, escrito por Adam F. Goldberg (Como Perder um Homem em dez Dias) e dirigido por Seth Gordon (Quero Matar meu Chefe).

O projeto é inspirado na experiência de Goldberg, crescendo na década de 1980 com sua família insana. A comédia familiar estabelecida nos anos 1980 gira em torno de uma mãe agressiva e um pai temperamental que amam muito seus três filhos nada normais e não conseguem suportar seu crescimento.

NOTÍCIAS| ABC compra reality show de mistério do criador de ‘CSI’

Provost interpretará Adam, uma versão jovem de Goldberg, que será o narrador da série. Adam é o “normal” da família, um nerd adorável que leva sua câmera aonde quer que vá.

Com informações do Deadline.

« Textos mais antigos | Topo da Página | Textos mais novos »