Syfy divulga fotos promocionais de ‘Defiance’, uma mistura de série e jogo online

Data/Hora 14/02/2013, 16:13. Autor
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Defiance, série que estreia em abril no canal Syfy, promete agradar apaixonados por TV e viciados em jogos. Tudo porque a atração televisa terá sua história estendida a um jogo online, que os usuários poderão acessar e ajudar a montar o enredo.

Na história, terráqueos e extraterrestres precisam aprender a co-existir em um planeta Terra transformado pela guerra que tumultuou o mundo durante anos – desde que sete raças diferentes de alienígenas chegaram aqui, pois seus planetas originais foram destruídos. Agora que a batalha finalmente acabou, os sobreviventes precisam aprender a viver juntos, no vilarejo de Defiance – ou as ruínas da cidade de St. Louis, no estado de Missouri. “Nesse lugar imprevisível e desconhecido, a nova civilização rica em diversidade – formada por humanos e ET’s – precisa aprender a conviver pacificamente”, diz a sinopse divulgada do programa.

O novo seriado será estrelado por Grant Bowler (Uggly Betty), que vive um homem da lei, e ainda tem no elenco Julie Benz (Buffy The Vampire Slayer), interpretando a prefeita de Defiance, e Stephanie Leonidas (MirrorMask), que vive uma guerreira que ajuda o papel de Bowler. Kevin Murphy (Desperate Housewives, Caprica) e Michael Taylor (Battlestar Galactica) são os produtores.

Defiance estreia no dia 15 de abril na TV americana – mesmo dia que o jogo fica disponível para os usuários no site da atração.

Veja as fotos promocionais da série:

Com informações do SpoilerTV.

Confira novo pôster promocional de ‘Hannibal’

Data/Hora 14/02/2013, 15:17. Autor
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Ao que tudo indica, esse será o ano do seriais killers. E um dos mais famosos assassinos em série da literatura aparecerá nas telinhas em breve. Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen) estará de volta em Hannibal, série da NBC que conta a história do assassino e sua relação com seu mentor e agente do FBI Will Graham (Hugh Dancy).

NOTÍCIA | Mais de 30 fotos de cenas e bastidores de ‘Hannibal’ caem na Internet

Abaixo, você confere o novo pôster macabro que traz o protagonista da série em uma espécie de banquete com direito à ossadas humanas e de animais:

Bryan Fuller (Pushing Daisies) escreve e produz a série em parceria com Martha De Laurentiis (Red Dragon e as versões cinematográficas de Hannibal), Sara Colleton (Dexter), Jesse Alexander (Lost) e Kate O’Connell. A direção fica por conta de David Slade (A Saga Crepúsculo: Eclipse). O elenco conta com Hugh Dancy (The Big C), Gina Torres (Firefly), Gillian Anderson (X-Files) e Carolina Dhavernas (Wonderfall).

A NBC ainda não definiu a data de estreia da série, mas ao que tudo indica, em breve teremos a presença do carismático Hannibal Lecter na grade de programação da emissora.

Com informações do Spoiler TV

Como contar uma boa história de Dia dos Namorados

Data/Hora 14/02/2013, 12:18. Autor
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Quando fui incumbida de fazer um texto sobre os episódios de Valentine’s Day nos seriados americanos, achei uma grande ironia do destino. Eu, que me orgulho de sair espalhando por aí que sou anti-romântica assumida, deveria analisar os romantismos das séries de TV. De início, achei divertido, mas fiquei preocupada. Afinal, tenho uma imagem de “durona” a manter.

Para quem não sabe, o Valentine’s Day, algo como o Dia dos Namorados, no Brasil, é comemorado no dia 14 de fevereiro em vários países do mundo, incluindo os Estados Unidos. A data marca o aniversário de morte de São Valentim, um bispo que viveu na Itália no século III. Na época, o Império Romano estava em guerra e o imperador Claudius II tinha dificuldade em recrutar soldados para os conflitos. Ele concluiu que as famílias impediam os cidadãos de Roma de partirem para guerra, pois os homens não queriam deixar esposa e filhos para trás. Ele, então, proibiu que casamentos fossem oficializados, mas, como São Valentim continuou a realizar as cerimônias, contrariando sua ordem, o bispo foi decapitado.

Depois de fazer uma pequena maratona de episódios em comemoração à data mais sentimental do ano, constatei: não existe “coração de pedra” que resista à uma boa história de Valentine’s Day! É como se o coração derretesse, de verdade, com tantas demonstrações de afeto. Mas, para ser uma boa história, o roteiro precisa, é claro, apresentar alguns clichês. Porque de muitos clichês vive um coração apaixonado.

E se 13 é considerado número do azar, 14, ao que parece, é o número do amor e 10 são os episódios de Dia dos Namorados recheados de acontecimentos idealizados.  Para ler esse texto, coloque a música Happy Ending, do cantor Mika, para entrar no clima.

1) One Tree Hill – Valentine’s Day Is Over (s8e15)

O episódio já começou com a música Rhythm of Love, da banda Plain White T’s, que é a coisa mais clichê do mundo. “Ritmo do amor” no Dia dos Namorados? Really?! Como não pensei nisso antes? Ah é. Eu não tenho uma série de TV. Mas tudo bem que a música é linda e contagia. Continuemos. Em uma das primeiras cenas, Brooke (Sophia Bush) está lavando louça e, de repente, a imagem da torneira jorrando água se transforma na água do chuveiro em que Quinn James (Shantel VanSanten) e Clayton (Robert Buckley) tomavam banho juntos. Quaaanta poesia e, além disso, todo aquele velho romantismo de dividir o boxe apertado do banheiro. Mas Quinn não se sentia muito confortável em ficar despida em frente ao amado – a antiga desculpa de “luzes apagadas, por favor”.

A grande emoção da história, no entanto, ficou por conta de Brooke e Julian (Austin Nichols), que resolveram colocar todas fantasias sexuais em prática no dia de São Valentim – que deve ter se revirado no túmulo, porque foram muitas. Teve bombeiro, empregada falando francês, babá das crianças versus pai solteiro com filhos (e o contrário também; mãe de família versus moço da faculdade) e até entregador de pizza, que deu errado, porque o Julian chamou o entregador de verdade e a Brooke atendeu a porta de lingerie, achando que era o marido. Um verdadeiro show de clichês no quesito fantasias sexuais. E uma diversão à parte!

Já Haley (Bethany Joy Lenz) e Nathan (James Lafferty) estavam fadados a cair na mesmice de um casamento com filhos – que, convenhamos, é um clichê que se aplica a muitos casos reais. Por isso, quando Nathan disse que não tinha comprado nada para a esposa, Haley saiu à procura do presente pela casa, porque todo mundo prefere se apegar ao clichê “Ele quer me fazer um supresa, que fofo!”. Na verdade, ela até encontrou o presente, uma joia – quando ainda é “namoro”, a pessoa quer fazer algo criativo, mas depois que casa, apenas joias são aceitas. Mas o “mimo” caro não era dela. Nathan estava guardando o presente que Clayton daria à Quinn.

O Clayton, aliás, preparou uma super surpresa para a namorada. Ele levou a moça ao bar Tric, que estava fechado só para os dois. O lugar tinha decoração vermelha, balões em formato de coração pendurados no teto e muitas “luzinhas”, como toda decoração de casal deve ser. Fora isso, a banda preferida da personagem, City and Colours, tocou só para ela. Fácil assim, é? Minha banda favorita é o Hanson, deixo a dica. Mas eu dispenso as luzes, dói a vista.

Quase todo mundo sabe que o Valentine’s Day, nos Estados Unidos, não é uma data que envolve apenas namorado e namorada. É um dia para todo mundo demonstrar o afeto que sente por pessoas especiais, não importa qual seja sua relação com elas. E One Tree Hill explorou a data nesse aspecto. O pequeno Chuck, que passou o dia com o barmanager Chase (Stephen Colletti), estava um pouco enojado com os casais melosos por causa da comemoração – como toda criança fica. Mas ele próprio fez um cartão para a mãe – porque, quando se é criança, você faz cartões, depois que cresce, compra feito, afinal, time is money, meus caros. A coisa mais fofa do universo. Sem falar na amizade para lá de especial que ele desenvolveu com Chase. Ai, ai…

2) Gossip Girl – Grazy, Cupid, Love (s5e15)

No universo glamouroso de Manhattan, até o “homem simples do Brooklyn”, Rufus (Matthew Settle), aderiu ao clichê das joias na hora de escolher o presente da Lily (Kelly Rutherford). Já o vilãozinho Chuck (Ed Westwick), assim como o xará de One Tree Hill, estava mal humorado com a proximidade do Dia dos Namorados. Mas ele estava bravo de verdade! Logo nos primeiros minutos, em um telefonema para (a solteira e de coração partido) Serena (Blake Lively), Chuck disparou “Não aguento ver todas essas pessoas felizes, sorrindo, de mãos dadas e se beijando”, e a amiga tentou consolá-lo. “A boa notícia é que a demonstração de afeto acaba amanhã”. Não resolveu, já que ao desligar o celular, Chuck fechou a cara, virou rapidamente e trombou em um cara, que lhe disse “Tenha um bom dia”, e recebeu um mal educado “Duvido” como resposta. No Dia dos Namorados, o mundo parece conspirar contra os solteiros. Típico!

A Blair (Leighton Meester) – que tinha um casamento forçado com um príncipe de verdade conto de fadas – resolveu encarnar a Queen of Hearts (um trocadilho, como é típico em Gossip Girl, com a Rainha de Copas; coração; nas cartas) e resolveu juntar o ex-casal Serena e Dan (Penn Badgley). Para isso, teve até o velho truque de combinar um encontro falso com ambos os envolvidos no mesmo restaurante. Isso deve realmente funcionar, porque a quantidade de personagens que já usou essa tática…. Quer dizer, vamos ser realistas, não funciona. Nem mesmo dentro da tela. Já que, nesse episódio, Dan agarrou a Blair, tascou um beijão nela e a Serena assistiu tudo. Pegar a melhor amiga beijando o amado? Primeiro item no manual das bitches, com certeza! Serena não foi a primeira e nem será a última. Preciso dizer mais?

Enquanto isso, o Nate (Chace Crawford) estava levando fora até no Dias dos Namorados. Algo bem característico do personagem mais aleatório do Upper East Side. Mas não vejo muito clichê nisso, o Chace é gatinho, não é a ordem natural do mundo. Eis que o Chuck – o mal humorado de plantão – ficou de coração partido ao notar que a garçonete não queria nada com o amigo e resolveu ajudá-lo. Porque, todo mundo sabe… O amor contagia, envolve todos os corações partidos em uma única ciranda do amor… Só que não.

Mas, agora, vem minha parte preferida do episódio. Lembram do Dan, que beijou a Blair? Pois é. A Blair deixou bem claro que não ficaria com ele, pois, além de estar casada com o príncipe, jamais magoaria a amiga, que morre de amores por ele. Dan, então, segue para a casa cabisbaixo, entrepassando por muitos casais apaixonados nas ruas. Aí que, de repente, ouve-se um “ploc”. Dan pisou em um desses pirulitos em formato de coração, que aparece despedaçado na cena. Ah, que linda metáfora com a condição real do coração do personagem. Essa poesia de São Valentim…

 3) New Girl – Valentine’s Day (s1e13)

A mal amada da vez é Jess (Zooey Deschanel), que chega na sala do apartamento, vê Nick (Jake Johnson) com a namorada e diz, enjoada “Oh, casais! Vaias, chacotas!”, com aquele sotaque fanho peculiar. Para colocar mais lenha na fogueira, Schimdt (Max Greenfield) completa, “Sempre que você faz sexo com a mesma pessoa, você morre.” No episódio, Jess teria seu primeiro Dia dos Namorados solteira em 6 anos e quer passar a noitada no bar, onde vai encontrar alguém para fazer sexo casual – o primeiro sintoma de qualquer pessoa com dor de cotovelo. Mas, segundo Schimdt, Jess não pode se apegar emocionalmente à vítima. Ex: ela encontra um cara de Oregon e fica empolgada com ele, pois ela também é de lá. Nem pensar. Partido descartado. Depois de muitas conversas furadas, ela finalmente encontra o homem perfeito e aparece com uma caixa inteira de camisinhas (exagero comum à toda pessoa que não faz sexo casual há muito tempo) – e deixa Schimdt, no mínimo, boquiaberto.

4) That 70’s Show – First Date (s1e16)

Como o título sugere, o episódio se tratava do primeiro encontro entre Eric (Topher Grace) e Donna (Laura Prepon). Algo clichê, se a gente parar para pensar que o episódio foi ao ar em 1998, na ingenuidade típica dos anos 90. Os pais dos personagens, aliás, estavam na maior empolgação com o novo romance e até fizeram um jantar – fondue (ahá!) – para comemorar. As matriarcas tiraram muitas fotos de suas “crias” antes de partirem para o encontro, no restaurante. Recordação é tudo, né, gente? Ainda mais nos anos 90. O pai de Eric deu alguns conselhos ao rapaz, como o clássico “puxe a cadeira do restaurante para ela se sentar”. E, assim como em Gossip Girl, o melhor amigo dele, Hyde (Danny Masterson), estava apaixonado pela moça. Mas digamos que Eric se deu melhor que Dan e Serena…

5) Dawson’s Creek – Valentine’s Day Massacre (s3e14)

O primeiro encontro também foi personagem principal em Dowson’s Creek. Na história, Jennifer (Michelle Williams) e Henry (Michael Pitt) também iriam a um restaurante juntos pela primeira vez. Enquanto Jen se aprontava para o encontro, em seu quarto, a avó Evelyn se mostrava empolgada com a novidade (como os pais de Eric, na série acima) e dizia que São Valentim deu a vida aos romanos para unir os casais cristãos. A menina, no entanto, queria se fazer de durona e argumentou que o Valentine’s Day é apenas uma data comercial, para “lucrar sobre as nossas emoções”. Já Henry, que queria levar a moça em um restaurante chique e ainda presenteá-la com algo especial, doou (quer dizer, vendeu) sangue mais que o aconselhável e foi ao encontro parecendo um vampiro anêmico. Porque, todo amor que se preze, passa por loucuras e sacrifícios. Nenhuma garota deve ceder aos encantos antes disso. Já os outros personagens da série entraram de penetra em uma festa de Valentine’s Day perto da floresta. Na ocasião, Dawson (James Van der Beek) queria deixar de ser tão certinho e planejava beijar Kate (Alexandra Breckenridge), que estava tentando superar a dor de cotovelo depois que o namorado a deixou por descobrir-se gay. Contaram quantos clichês foram ditos só nessa última frase?

Depois disso tudo, Pacey (Joshua Jackson) acabou admitindo para si mesmo que gostava da Joey (Katie Holmes), o que fazia dele o segunda na lista, já que Dawson, seu amigo, tinha uma história com ela. Dois amigos dividindo uma paixão, de novo. Tentando entender os mistérios do amor, Pacey foi conversar com o irmão Doug (Dylan Neal). “Ela tem aquele tipo de beleza que dá frio no estômago”, confidenciou ele ao irmão. Isso mesmo, até o engraçadinho da história diz coisas românticas sobre uma menina. O irmão mais velho, experiente, respondeu “A gente nunca perde o frio”. Ou seja, em todas as histórias que tentam ganhar a gente pelo sentimentalismo, por mostrar como é a vida de verdade,  o personagem experiente termina dizendo que o jovem tem, sim, razão. Pena que isso não se aplica ao mundo real e às mães de plantão.

6) Glee – Silly Love Songs (s2e12)

Na fila do café, Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) discutem se o Dia dos Namorados é ou não comercial – aparentemente, essa é a desculpa em que todo encalhado quer se apegar nesse dia de São Valentim. Em seguida, Blaine confidencia ao amigo: está apaixonado e planeja se declarar em breve. Kurt fica todo feliz, achando que ele próprio era a paixão secreta, e comete o maior crime, digo clichê, de todos: escreve seu nome junto ao de Blaine em um coração desenhado no caderno. Acontece que Blaine não estava apaixonado por Kurt, mas, sim, pelo gerente de uma loja no shopping. Decepção é uma coisa comum às histórias de amor – dentro e fora da tela.

Depois, o professor Will (Matthew Morrison) pede para que cada aluno do coral apresente uma música que expresse o amor para cada um deles. Que original! Ninguém esperava um tema desses [/ironia].  Enquanto isso, o bonitão Finn (Corey Monteith) monta uma barraca do beijo (sim, ainda fazem isso) para arrecadar fundos para o grupo musical. Depois de, a muito custo, conseguir beijar Quinn (Dianna Agron), fogos de artifício explodem na tela. Por que toda série relaciona beijo com foguete? Qual a relação disso? Sinceramente, qualquer pessoa com amor à vida, nesses casos, interromperia o beijo e iria se refugiar em um lugar coberto, por precaução. Ao final, Rachel (Lea Michell), que estava com o coração partido devido ao romance de seu amado Finn com Quinn – os dois combinam tanto que até rimam -, termina o episódio cantando justamente Firework (fogos de artificio, na tradução) da Katy Perry. Ou seja, basicamente o episódio disse que o amor, o beijo apaixonado, se resume a explosivos em forma de arco-íris. E ponto final.

7) Sabrina, a aprendiz de feiticeira – First Kiss (s1e17)

A carência dos solteiros também apareceu nessa série, mas de um jeito peculiar. O gato, Salém, estava suprindo a solidão no bate-papo da Internet. Já Sabrina (Melissa Joan Hart) tinha que lidar com os medos em torno do primeiro beijo, que planejava dar em Harvey (Nate Richert). O problema era que se a jovem feiticeira beijasse um mortal, ele viraria um sapo (o contrario do conto de fadas clássico; não é o beijo que transforma o sapo em príncipe;  só por isso vou considerá-lo mais ou menos clichê).

Com Harvey transformado em anfíbio, Sabrina deve provar ~o amor verdadeiro~ por ele, para que o rapaz volte à forma humana. Para isso, ela faz um teste pra descobrir se o sentimento era real (muito adolescente, tipo quiz de revista teen) durante um programa de perguntas e respostas com apresentador chato. A primeira prova consiste em descobrir quem é o Harvey de verdade, em três opções colocadas à menina, sem que ela possa ver (igual aos programas de cupido do SBT nos anos 90, que saudade!). O teste tem três fases – e perguntas bobas, do tipo “Se eu fosse uma princesa presa em uma torre, como você me salvaria?” – e, em cada uma delas, a menina devia passar por uma porta diferente, como se fosse um portal. Clássico da TV também, dos programas da Xuxa.

O teste 1 tem como tema “o amor verdadeiro não pode existir sem uma grande amizade”. A segunda fase é um teste da fidelidade “Como posso comer enquanto Harvey está com problemas?”. Já a terceira parte envolve fé. Sabrina tem que passar por uma ponte destruída para chegar ao amado. Nesse meio tempo, tia Hilda reencontrou um namorado antigo no lugar e também foi fazer o teste – o reencontro, o amor na idade avançada, lá do passado, super clichê. Tia Hilda reprova, mas Sabrina obtém sucesso e o namorado de volta. Moral da história? A tia da Sabrina explica. “Aos 16 anos, sempre é amor verdadeiro”. (Isso porque a série foi gravada mais de dez anos atrás, né, querida?) Depois, com Harvey de volta à forma humana, os dois puderam se beijar sem preocupação. E… De novo! Teve fogos de artifícios. Por que, mundo??! Por quê??

8) Buffy the Vampire Slayer – Bewitched, Bothered and Bewildered (s2e16)

Buffy (Sarah Michelle Gellar) também acredita que São Valentim não passa de uma farsa só para conseguir o dinheirinho suado dos apaixonados de plantão. Nas palavras da personagem, “um truque para vender cartões e chocolates”. Xander (Nicholas Brendon) faz parte do time dos encantados e compra algo especial para Cordélia (Charisma Carpenter), que rompe com ele em pleno Dia dos Namorados – como já deu para perceber, nas séries de TV, nenhum encontro é perfeito ou tem final feliz; lidem com isso. O rapaz, então, decide chantagear a bruxa Willow (Alysson Hannigan) para que ela faça um feitiço e Cordélia se apaixone por ele. O ritual tem todos os adereços que a situação pede: círculo desenhado com giz no chão, muitas velas e…. Um feitiço que dá errado. Ao invés de Cardélia, todas as meninas se apaixonam por Xander, menos seu alvo principal. Em uma das cenas, Buffy aparece sensual em uma lingerie e vai abrindo os botões de sua roupa, quando ela dispara ao amigo “NÃO VAI ABRIR SEU PRESENTE?” Morri de rir com isso. Mais ilustrativo, impossível. Não sei se foi clichê, mas com certeza foi bastante brega… Nesse mesmo episódio, aliás, Willow, que também estava encantada por Xander, transforma Buffy em rato (pelo menos, não foi sapo).

9) Arrested Development – Marta Complex (s1e12)

O episódio começa com uma festa de Valentine’s Day preparada por Michael Bluth (Jason Bateman), mas que, na verdade, era uma comemoração surpresa para as bodas de casamento da irmã dele, Lindsay (Portia De Rossi). O personagem disse, argumentando: “só quero fazer minha família feliz, não estou preocupado comigo”. Comovente e piegas. Nesse dia, Michael decidiu superar o amor não correspondido por Marta (Patricia Velasquez) e se importar mais com as outras pessoas, ignorar os próprios sentimentos – pelo menos, ele não estava reclamando que o Dia dos Namorados é uma data comercial… Acontece que GOB (Will Arnett) está crente de que a moça, a Marta, quem ele namorava, estava lhe traindo com um tal de “Hermano”, pois ele ouviu uma conversa da mulher, de origem hispânica, com a mãe no telefone. Michael começa a perseguir a personagem, para descobrir quem é esse misterioso “Hermano”. Como meio de locomoção, ele utiliza uma bicicleta (porque, se fosse em Gossip Girl, estaria em uma limousine). Ao final, ele descobre que “Hermano” é apenas a palavra espanhola para “irmão” e percebe que Marta, na verdade, estava apaixonada por ele. Uma confusão bem engraçada. Os americanos sempre se orgulham por saber dizer, no máximo, 4 palavras em espanhol (o que eles consideram inteligentíssimo da parte deles). E sempre achei que “Hermano” fosse uma delas – ao lado de “amigo”, “arriba” e “hola”.

10) Modern Family – My Funky Valentine  (s1e15)

O episódio já começa com Phil (Ty Burrel) e Claire (Julie Bowen) trocando cartões sentimentais. Quando a filha deles é surpreendida com um quadro do namorado, que os “pintou” bem juntinhos na cama, o casal veterano fica perplexo. Como o próprio Phil constata, cartão é coisa de velho, namorados jovens se presenteiam com quadros provocativos. Clássico! – quem não se lembra do escândalo da família real inglesa, quando Kate Middleton presenteou o príncipe William com um quadro, digamos, inapropriado para menores? Eu lembro!

Por falar em Phil e Claire, os dois querem dar uma agitada no casamento e, para isso, combinam de se encontrar em um hotel e encarnar personagens diferentes (será que eles assistiram One Tree Hill?). O problema é que, no meio da interpretação, eles começam a jogar umas “verdades” um na cara do outro e a noite quase termina mal. Vai falar que você nunca presenciou um casal tendo uma DR inesperada na sua frente? Típico! Depois, Claire ainda termina quase nua na escada rolante, já que ela não estava vestindo nada por baixo do casaco e o cinto do sobretudo ficou preso na escadaria. Bom, essa parte, espero que esse não seja um clichê… Muito menos da vida real. Foi tenso!

Já o pequeno Manny (Rico Rodiguez) está apaixonado e frustrado, pois um menino da escola roubou o poema que ele entregaria à amada e conseguiu sair com ela. Mesmo com a ajuda de um adulto, Cameron (Eric Stonestreet), ele não consegue reverter a situação e termina o episódio amargurado e frustrado. Como toda criança num Dia dos Namorados. Mas, aí, vem a moral da história: ela é apenas uma criança, vai sofrer por muitos amores ainda, até encontrar a mulher de verdade. Uhum. Pobre ser humano iludido.

Anexo do amor

Uma coisa que apareceu em várias séries foi uma espécie de balinha em forma de coração, com mensagens de motivação do tipo “me abrace”, “seja minha”, “me liga” e assim por diante. Essas guloseimas se chamam Sweetheart ou Conversation Heart e são fabricados pela empresa de doces britânicos Necco, sendo uma verdadeira sensação desde 1847, quando foram inventadas. Mais do que clichês, os Sweethearts são uma tradição!

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E você? Tem algum episódio de série que lembra um romance da sua vida? Ou alguma história da TV que você gostaria de experimentar na vida real? Conte seus clichês preferidos! E Happy Valentine’s Day aos usuários do site, que são especiais para toda a equipe TeleSéries! We s2 you!

Destaques na TV – Quinta, 14/2

Data/Hora 14/02/2013, 10:10. Autor
Categorias TV Brasil

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Confira os destaques da quinta-feira nos canais de TV por assinatura.

Na Fox (só no canal SD), às 10h20, estreia a terceira (e última) temporada da série latina Kdabra. É bizarro né? Pro show estar indo pro terceiro ano ele deve ser muito importante pra Fox nos demais países da América Latina. Aqui no Brasil, a série fica escondida na grade, sem nenhuma divulgação. Clique aqui para continuar a leitura »

Mike Vogel é o protagonista de ‘Under The Dome’, série de Steven Spielberg

Data/Hora 14/02/2013, 08:22. Autor
Categorias Notícias

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Under the Dome, anunciada série da CBS dirigida por Steven Spielberg e baseada no livro homônimo do gênio do terror Stephen King, tem das premissas mais inusitadas: uma cidade inteira está envolvida e coberta por uma cúpula transparente que isola o vilarejo do resto do mundo – ninguém entra, ninguém sai do lugar.

E, agora, mais um ator acaba de ser, digamos, preso à história. Mike Vogel, conhecido pelo trabalho em Pan Am, foi confirmado como grande protagonista do novo seriado. Na história, ele interpreta um soldado do Exército em missão misteriosa. Mais detalhes sobre o personagem não foram revelados.

Vogel se junta a outros atores anunciados anteriormente no projeto, como Colin Ford (Supernatural)Natalie Martinez (CSI: NY) e Alex Koch (Underemplyed).

O ator, que já esteve em séries como Miami Medical e Grounded for Life, está em outra atração bastante aguarda na TV americana: no dia 18 de março, ele aparece na tela do canal A&E como frequentador dos corredores do Bates Motel; série protagonizada por Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate) e Vera Farmiga (A Órfã) e que serve de prelúdio para o filme Psicose.

Under The Dome terá treze episódios e previsão de estreia para 24 de junho desse ano. Um primeiro vídeo promocional foi divulgado. Gostou da escolha de Mike Vogel?

Com informações do TV Line.

Rupert Grint, o Ron Weasley de ‘Harry Potter’, vai estrelar piloto da CBS

Data/Hora 14/02/2013, 07:58. Autor
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Por mais de dez anos, muita gente acompanhou o ator como o Ron Weasley de Harry Potter. Mas, no que depender da CBS, o veremos como um vendedor de fast food pelas próximas temporadas. É que Rupert Grint, famoso por interpretar o melhor amigo do Harry Potter na franquia de filmes, vai estrelar o piloto de Super Clyde, que pode virar série.

O projeto, como dito anteriormente, gira em torno de um rapaz pacífico que trabalha em uma lanchonete, até que, um dia, ele decide virar super herói. A nova série é do criador de Raising Hope, Greg Garcia – que, na mesma emissora, tenta emplacar outro projeto, ainda sem nome, sobre um homem divorciado que volta a morar com os pais.

NOTÍCIAS | CBS dá ordem para mais quatro pilotos; dois deles são do produtor de ‘Raising Hope’

Rupert Grint tem 24 anos e ganhou fama mundial ainda na infância, quando estrelou, ao lado de Emma Watson e Daniel Radcliffe, Harry Potter e a Pedra Filosofal, de 2001. Ao todo, oito filmes foram gravados, tendo o último sido lançado em 2011. Desde então, Grint têm se dedicado a outros projetos no cinema – ele tem seis filmes em pós e pré produção – além de ter dublado um episódio da série de animação American Dad!.

Com informações do TV Line.

Claire Holt é a nova adição no elenco de ‘The Originals’, spin-off de ‘The Vampire Diaries’

Data/Hora 13/02/2013, 23:18. Autor
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The Originals ganhou mais uma atriz: Claire Holt foi confirmada no spin-off e vai reprisar seu papel na série original, The Vampire Diaries.

Holt interpreta Rebekah, a irmã de Klaus (Joseph Morgan) e Elijah (Daniel Gillies) na série da CW. Sua presença no spin-off foi muito duvidada, já que a lobisomem (personagem de Phoebe Tonkin) foi escalada para o elenco e, ao que parece, vai ter grande importância na série. Apesar das especulações dizendo que Tonkin ocuparia o espaço da vampira Rebekah no spin-off, foi confirmado que a presença dos três irmãos originais será imprescindível.

Se você ainda não sabe, The Originals é um spin-off da série vampiresca The Vampire Diaries e não muito foi dito sobre o roteiro do projeto, mas o que é certo é que o foco será no vampiro Klaus, que retorna ao mundo sobrenatural, mais especificamente para Nova Orleans, cidade que ajudou a construir. Lá, ele encontrará Marcel, seu ex-aprendiz, que é um tanto maléfico demais.

NOTÍCIAS | Sadie Calvano participará do piloto de ‘Mom’, da CBS

NOTÍCIAS | ‘Venice’ promove reencontro entre atriz e criadora de ‘The L Word’

Além de Claire Holt, Phoebe Tonkin, Joseph Morgan e Daniel Gillies, Daniella Pineda (Homeland) e Danielle Campbell (Prison Break) vão interpretar bruxas, e o papel do ex-pupílo de Klaus, Marcel, fica por conta de Charles Michael Davis, da série The Game.

Da mesma criadora de The Vampire Diaries e The Secret Circle, The Originals vai ao pela primeira vez dentro de um episódio de The Vampire Diaries, no dia 25 de abril. No Brasil, você assiste a série original pela Warner Channel, de segunda à sexta-feira, às 13h.

Com informações do Deadline.

Cara Buono, de ‘Mad Men’, ressurge do passado de um personagem em ‘Castle’

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Sempre que ouvimos que uma mulher surgirá em Castle do passado de algum personagem, logo surge em mente o nome do escritor de best-sellers. Contudo, Cara Buono vem do túnel do tempo de outro integrante do drama da ABC. Essa notícia contém spoilers.

Buono, que viveu a Faye Miller em Mad Men, interpretará Siobhan O’Doul, uma proprietária de um bar que encontra-se profundamente envolvida com a máfia irlandesa. O episódio em questão está previsto para março desse ano.

NOTÍCIAS | James Brolin fará participação especial em ‘Castle’.

Quando um assassinato que envolve essa mesma máfia leva Beckett (Stana Katic) e sua equipe à Siobhan, eles descobrirão que a bonita mulher tem um passado misterioso com o detetive Ryan! Isso mesmo. Ryan (Seamus Dever), que agora está engajado a ter um filho com sua esposa Jenny (Juliana Dever) , terá que tratar dessa situação sem que afete seu trabalho e muito menos seu casamento.

Desde sua participação em Mad Men, Cara Buono, atriz e roteirista, também já participou de séries como Hawaii Five-0, A Gifted Man e em Drew Peterson: Untouchable, interpretando a primeira mulher de Drew Peterson.

Castle vai ao ar todas as segundas-feiras, às 22 horas, na ABC. Aqui no Brasil, a série pode ser acompanhada pela Rede Globo, às quintas-feiras.

Com informações do TV Line.

 

CBS amplia acordo para transmissão de séries com a Amazon.com

Data/Hora 13/02/2013, 21:20. Autor
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Na última segunda-feira, dia 11, a CBS fechou um acordo com a rede varejista online Amazon.com para a transmissão, quatro dias após a estréia na rede de TV, da nova série Under the Dome. Mas o acordo não parou por aí e mais séries foram introduzidas no pacote.

Além da nova produção Under the Dome, que contará com o renomado Steven Spielberg, a CBS expandiu seu acordo para a transmissão de vários programas antigos – próprios da CBS e também da rede Showtime – para os clientes do serviço Prime Instant Video, da Amazon. Dentre eles estão America’s Next Top Model, Everybody Loves Raymond, Jericho, The L Word, Undercover Boss e United States of Tara.

VÍDEOS | Veja o vídeo promocional de ‘Under the Dome’ exibido no comercial do Super Bowl.

O acordo pretende também conceder a franquia de Star Trek e a exibição das já conhecidas The Tudors, Medium e I Love Lucy. E com esse ritmo, tudo nos leva a crer que pode vir muito mais por aí.

“CBS era um dos nossos parceiros mais antigos de conteúdo para o Prime Instant Video e nossos clientes Prime têm constantemente nos dito o quanto eles adoram ter acesso aos programas da CBS e da Showtime”, diz Brad Beale, diretor de aquisição de conteúdo de vídeo digital para a Amazon.com, sobre esse acordo que renderá bons frutos, não só para os telespectadores, assim como para as empresas envolvidas.

Com informações do Deadline.

Elementary – A Giant Gun, Filled with Drugs

Data/Hora 13/02/2013, 19:12. Autor
Categorias Reviews

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Uma sucessão de (boas) surpresas. Assim pode ser definido o episódio da semana passada de Elementary, intitulado A Giant Gun, Filled with Drugs. “Uma arma gigante”, nome apropriadíssimo para a história, já que foram os pequenos detalhes, sempre inesperados, como se uma arma estivesse lhes atirando direto da tela, que renderam muitas risadas e até coração acelerado no último capítulo da série.

O episódio começou com um homem batendo à porta de uma menina, que morava sozinha, pedindo para usar o telefone dela, pois o carro da empresa tinha quebrado e ele precisava falar com o chefe. A menina pergunta o número do telefone, pois ela mesma discaria, e o rapaz dá incontáveis desculpas, insistindo para entrar na casa. A garota nega e ele fica alterado, mas vai embora. Quando, de repente, alguém, que estava dentro do apartamento, agarra a jovem e a “apaga” com éter. Tudo parecia muito óbvio, afinal, depois de toda aquela insistência do homem com o carro quebrado, ele só podia ter pulado uma janela aberta e atacado a menina… Surpreeesa! Na cena seguinte, o mesmo rapaz aparece usando um telefone de um cara da rua, na maior boa intenção. Ou seja, a menina foi sequestrada por outra pessoa.

Em seguida, Holmes (Jonny Lee Miller) aparece contando os bastidores da resolução de um caso e a gente acredita que ele está no Departamento de Polícia de Nova Iorque, ajudando a solucionar algum crime. Quando o enquadramento da câmera abre em um plano maior, podemos ver que o detetive está, na verdade, em um sessão de grupo de apoio aos ex-viciados e que todos estão entediados ouvindo sua história. Bem engraçado!

Na cena seguinte, Watson (Lucy Liu) e Holmes estão chegando em casa, quando a moça percebe que mais alguém está no apartamento. Ela, então, se depara com Rhys (participação especial de John Hannah, do filme A Múmia e da série Spartacus), que logo se apresenta como amigo de Holmes. 3 surpresas em 3 minutos.

Nesse meio tempo, Sherlock chega e faz as devidas apresentações e Rhys conta que a filha foi sequestrada e que precisa da ajuda do amigo. Watson interrompe a conversa, educadamente, e solicita: podemos continuar a conversa quando Rhys estiver usando roupa? Então, mais uma vez, a câmera “abre” e revela ao espectador que o personagem estava nu. Rolei de rir. 4 surpresas em 4 minutos de história. É, esse episódio realmente estava prometendo!

Como se não bastasse, na conversa seguinte, Sherlock decide esclarecer uma coisinha para sua companhia de sobriedade, Watson: Rhys não é um amigo… É seu ex-fornecedor de drogas, um ex-traficante. 5 surpresas e olha nem que tínhamos chegado no quinto minuto de episódio ainda. De tirar o fôlego.

Por falar em contagem de minutos, isso tinha tudo a ver com o episódio, já que, dessa vez, Sherlock Holmes tinha tempo cronometrado para resolver o caso: o sequestrador exigia ter 2.2 milhões de dólares depositados em sua conta em 44 horas. “Um luxo”, segundo Holmes, justificando que era o dobro do que ele precisava para desvendar a situação. Apesar da ironia e autoconfiança serem dois dos aspectos mais deliciosos do detetive, dessa vez, no entanto, a intuição dele iria falhar…

Pior inimigo

No episódio anterior de Elementary, exibido depois do Super Bowl, a CBS anunciou que, naquela ocasião, Sherlock Holmes enfrentaria seu pior inimigo. Não concordo. Para mim, Rhys foi, até agora, a pior ameaça que Holmes já teve que lidar, disparado. E não estou falando apenas da presença dele na história, que fazia com que o detetive se lembrasse da vida de drogas em Londres. Acho que Holmes é muito mais forte do qualquer lembrança. Rhys estava decidido a fazer com que Sherlock voltasse a usar drogas e até ofereceu cocaína ao detetive, que ficou furioso e escondeu o pacote com o pó no bolso, já que Watson estava prestes a entrar na sala.

Uma coisa é você lidar com a vontade de usar drogas diariamente, outra é vir alguém e esfregar o pó debaixo do seu nariz!  E ainda suplicar: por favor, faça isso pela minha filha! É que Rhys acreditava que Holmes já não era mais o mesmo, não tinha toda a criatividade necessária para resolver um mistério rapidamente, como o “velho” Sherlock que conheceu em Londres. Segundo ele, a cocaína incitava esse lado “artístico” do personagem. O detetive fica um pouco irritado com a insinuação e furioso quando Rhys lhe oferece drogas, saindo de casa e passando a madrugada fora. E o tempo seguia correndo…

Quando retorna ao sobrado, Sherlock diz que eles irão pagar o resgate de 2.2 milhões de dólares exigido pelo sequestrados. Eis que uma nova surpresa é apresentada: ele ligou para o pai e pediu dinheiro emprestado. Nesse momento, fica muito claro que o pai do detetive é realmente muito, muito rico e poderoso, algo que ainda não tínhamos noção da proporção na série. Depois, um Sherlock obscuro, perturbado, como nunca antes mostrado, grita com Rhys e diz que ele tomou essa decisão para tê-lo fora de sua vida. Até hoje, os roteiristas de Elementary não exploraram a fundo o problemas de drogas do Sherlock, tendo nos introduzindo a poucos aspectos, de forma mais superficial. Mas quando o fizerem, com certeza nos depararemos com uma história pesada, que vai ficar nas nossas cabeças por semanas. Justamente por ser mais humans, esse Sherlcok Holmes da CBS tem tudo para ir aos extremos – do bom ao mau – de uma forma totalmente desequilibrada, deixando a clássica frieza descrita nos livros de Conan Doyle para trás. O personagem da versão americana é, definitivamente, intenso.

Mulher de fibra

A Watson, é claro, estava super incomodada com a presença de Rhys na história, com razão. Além dela se preocupar com a recuperação de seu amigo Sherlock, ela ainda está trabalhando de graça como companhia de sobriedade. Todo o esforço e dedicação não pode ser em vão! A personagem, aliás, já provou que é uma “mulher de fibra”, como dizem por aí, diversas vezes. E, nesse episódio, ela não teve medo de ameaçar um ex-traficante e ladrão caso ele atrapalhasse a vida de Holmes. Na casa do Holmes, é a mulher quem manda! 😉

Você vai menstruar em 4, 3, 2… 

Lembra aquela cena de Todo Mundo em Pânico em que um dos personagens diz à mocinha “Você vai menstruar em 4, 3, 2…”? Pois é, isso se aplica ao cotidiano de Elementary. Se Watson é uma mulher de fibra, o Sherlock, por sua vez, achou que a amiga estava mais tensa que o normal e estranhou, pois ainda faltavam dez dias para ela entrar em seu ciclo menstrual, então, não podia ser TPM o motivo de tanto estresse. Sim, S. H. sabe O CICLO MENSTRUAL da Watson por dedução. Se toda mulher fica irritada quando o namorado pergunta se ela está de TPM, imagina quando alguém afirma isso com certeza! Quando existe alguém contando, cronometrando o seu ciclo. Meu Deus… Cuidado, Holmes, a Watson é brava!

Investigação no… Twitter!

Enquanto tentava descobrir o paradeiro da filha de Rhys, Sherlock analisou o Twitter da menina, para ver com quem ela andava conversando na Internet. Aí, foi um show de adjetivos difíceis que mostravam o quanto Holmes abominava a mídia social, que ele definiu como “excruciante”. (Segundo o dicionário “adj. Que excrucia; doloroso, pungente, lancinante.”; “‘Excruciar = v.t. Afligir muito; pungir; atormentar; martirizar.”) Enfim, é algo ruim.

Depois, ele ainda concluiu o que era uma #hashtag. “Aparentemente é uma documentação de experiências sociais desconfortáveis”. Por fim, Holmes criticou a forma abreviada com que as mensagens são postadas no Twitter – sim, disse o homem viciado em mensagens abreviadas por SMS, que, certa vez, Watson disse que estava cada vez mais difícil de entender, de tanta abreviação usada. Ok, Holmes. Talvez você possa relatar sua bipolaridade através de uma hashtag nas redes sociais.

Final feliz

No final de tudo, depois que enviaram até o dedo na menina em uma caixa – clichê de qualquer sequestrador -, Rhys, em uma reviravolta do enredo com tiros, vilões inesperados e emboscada para Holmes, ainda saiu como bonzinho, salvou a vida da Watson, que, em troca, salvou a dele com os primeiros socorros, pois ele tinha levado um tiro, e recuperou a filha.

Holmes, que já estava mais calmo em relação ao personagem, voltou para casa e começou a colar Angus, sua estátua estimada e que foi usada durante uma cena de luta entre Rhys, Watson e o sequestrador. Watson, no entanto, o interrompe e avisa sobre a reunião no grupo dos ex-viciados. Holmes vai sem reclamar e tem uma missão em mente: contar a todos como superou a tentação das drogas nos últimas dias, ele quer servir de inspiração. Surpreendentemente fofo!

Ao final, a estátua Angus aparece em cena, mais ou menos colada. Holmes ainda não reconstruiu o lado direito do cérebro – justamente o lado da criatividade.Poético, não?

Aparentemente, o episódio exibido depois do Super Bowl foi um recheio estragado entre os melhores episódios da série – que começou com M., passou por The Red Team e terminou com A Giant Gun, Filled with Drugs.

“Fazer ‘Sherlock’ foi um risco”, revela executivo da BBC

Data/Hora 13/02/2013, 19:07. Autor
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O drama policial britânico estrelado por Benedict Cumberbatch é um grande sucesso atualmente, mas Ben Stephenson, responsável pelo departamento que cuida da produções do gênero na BBC, revelou que o canal assumiu grandes riscos ao resolver produzir a série inspirada no famoso detetive.

“Em minha opinião, se você assume riscos, você atrai um público maior. Por exemplo, ‘Sherlock’ é um programa tipicamente britânico e que em tese faria sucesso apenas neste país [Inglaterra]. O risco que assumimos é que o levou a se tornar um sucesso internacional. E ele é um grande sucesso lá fora, em centenas de países, é um hit nos EUA e transformou Benedict [Cumberbatch] em uma estrela. O que resultou desta abordagem e desta atitude vai para outras áreas de nosso trabalho. Ser do gosto popular é basicamente a alma do que representa a  BBC.  A partir do minuto em que nos transformarmos em algo voltado para um nicho ou para uma audiência em particular estaremos mortos. Cada membro deste público que paga por este serviço através dos impostos e que gosta de drama deve encontrar programas o suficiente durante o ano para assistir e poder ser capaz de dizer, ‘Este foi um dinheiro bem gasto.’ “

Você concorda com ele? Vale lembrar que a rede americana CBS também possui sua própria versão “arriscada” do detetive (chamada Elementary e protagonizada por Jonny Lee Miller), que mora em Nova Iorque e tem a companhia de uma mulher, “a” Watson, interpretada por Lucy Liu (As Panteras).

Com informações de SpoilerTV

Dylan McDermott, de ‘American Horror Story’, está confirmado em piloto da CBS

Data/Hora 13/02/2013, 17:55. Autor
Categorias Notícias

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A nova produção Hostages conta a história de uma família que se vê no meio de uma grande conspiração política que mudará suas vidas para sempre. No enredo, Dylan McDermott (American Horror Story), que dividirá a cena com Toni Collette (The United States of Tara), interpretará o agente do FBI Duncan, que está bem no meio desta trama que envolve o Presidente a República, “mas cujo papel trará consigo uma surpresa”.

O ator estrelou a primeira temporada de American Horror Story e apareceu na segunda, mas nada foi dito sobre sua participação na terceira. Caso o piloto de Hostages seja aprovado e a série venha a ser produzida, a escolha dele para o papel torna seu retorno à série de horror do FX menos provável, uma vez que ele teria que obter permissão da CBS para participar de outras produções.

A série será escrita e dirigida por Jeffrey Nachmanoff (Homeland) e produzida por Jerry Bruckheimer, Jonathan Littman, Jeffrey Nachmanoff, Omri Givon, Rotem Shamir e Chayim Sharir.

Com informações de Entertainment Weekly.

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