Nova série da ABC, ‘Killer Women’, reúne atores da extinta ‘Battlestar Galactica’

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Não é apenas Ron Moore, o showrunner de Battlestar Galactica, antiga série da Syfy, que tem novos projetos à vista. Dois atores da atração de ficção-científica vão aparecer em breve na TV americana – e no mesmo seriado! É isso mesmo, uma reunião de Battlestar Galactica está próxima de acontecer na tela da ABC.

É que Michael Trucco – que interpretou o personagem Samuel Anders na série da Syfy – foi escalado para integrar o elenco de Killer Women, no canal ABC – projeto que a atriz Tricia Helfer, sua companheira de cena no passado, estrela.

NOTÍCIAS | ‘Killer Women’: novo drama da ABC tem Tricia Helfer no papel principal

Killer Women é inspirada na novela argentina Mujeres Asesinas e gira em torno de Molly, a única policial feminina em meio aos guardas florestais do Texas, nos Estados Unidos. A personagem central é descrita como uma mulher durona com grande talento para arrancar a verdade das pessoas, custe o que custar.

Na história, Trucco será o irmão de Molly, Billy, que é casado com a melhor amiga da protagonista, chamada Nessa (Martha Milans).

NOTÍCIAS | Sofia Vergara produz série sobre “mulheres assassinas” na ABC

Sofia Vergara, famosa pelo papel em Modern Family, está entre as produtoras, em parceria com Luis Balaguer (Las chicas de oro), Ben Silverman (The Office) e do diretor Martin Campbell (Last Resort). Hannah Shakespeare, de Ghost Whisperer, escreve o roteiro. O projeto ainda está em fase de aprovação do piloto.

Com informações do TV Line.

Atriz britânica é escalada para ‘The Selection’, na CW

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Depois da confirmação de Anthony Head como o Rei Clarkson, o elenco de The Selection, da CW, ganhou mais um nome: Sarah Winter.

The Selection é inspirada no livro homônimo de Kiera Cass e se passa 300 anos no futuro.A história é relacionada com a série The Hunger Games, de Suzanne Collins, pela tal competição e pela forma de escolha das participantes. No enredo, 25 jovens, incluindo America Singer, interpretada por Yael Grobglas, serão sorteadas para um jogo onde se enfrentarão pelo príncipe Maxon, vivido por Michael Malarkey. A vencedora se casará com ele e será a nova rainha. Sarah interpretará Ashley Brovillette, uma jovem ingênua que morre de medo de ser uma das selecionadas.

Elizabeth Craft (666 Park Avenue) e Sarah Fain (Dollhouse) fioram roteiristas do piloto e vão continuar como produtoras executivas da série.

Sarah Winter é britânica e poderá vista em uma participação na série inglesa Dr. Who em breve.

Com informações da TV Line

‘Helix’: Syfy aprova novo suspense do showrunner de ‘Battlestar Galactica’

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A série Helix, que marca o retorno de Ron Moore à emissora, não precisou passar pela fase de aprovação de piloto e já garantiu 13 episódios iniciais.

Helix seguirá uma equipe de cientistas que investiga um possível surto epidêmico numa instalação de pesquisa do Ártico e os esforços do grupo em proteger o mundo da aniquilação.

Steven Maeda (Lost, CSI: Miami) será o produtor principal. Cameron Porsandeh escreverá os episódios e também vai co-produzir a série ao lado de Moore e Lynda Obst (Hot In Cleveland). A Sony Pictures TV está por trás do projeto.

As filmagens do programa devem começar nos próximos meses para um lançamento no final de 2013.

Com informações do InsideTV.

CW e Fox confirmam nomes para seus novos pilotos ‘Reign’ e ‘Gang Related’

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Anna Popplewell, conhecida por seu trabalho como protagonista na série de filmes As Crônicas de Nárnia como Suzana/Susan, foi escalada para viver Lola no piloto da CW, Reign. Lola será uma das amigas e  damas de companhia da personagem de Adelaide Kane, Mary Queen of Scots (Rainha da Escócia), quando ela chegar à França, com 15 anos, noiva do Príncipe Francis, interpretado por Toby Regbo. Anna trabalhou recentemente na web série Halo 4: Forward Unto Dawn. Reign é produzida pela CBS TV Studios.

NOTÍCIAS | Atriz australiana vai viver a Rainha da Escócia em piloto da CW

Já na Fox, o confirmado foi Cliff Curtis, de Missing. Em Gang Related, ele vai interpretar Javier Acosta, líder da “La Familia Sud”, uma das mais poderosas e perigosas gangues latinas em São Francisco. O piloto, produzido por 20 th TV e Imagine TV,  escrito por Chris Morgan (Velozes e Furiosos) e dirigido por Allen Hughes (Do Inferno), tem Brian Grazer (24 Horas) como produtor executivo e conta a história de Ryan Lopez, interpretado por Ramon Rodriguez, um membro da máfia que se infiltra no departamento de polícia de São Francisco.

Os dois pilotos ainda não tem previsão de estreia.

Com informações da Deadline.

‘Hannibal’: novos teasers da série trazem cenas macabras

Data/Hora 08/03/2013, 12:04. Autor
Categorias Notícias

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Um dos vídeos diz, “Antes do mundo conhecer seu nome, ele teve um começo”; confira:

Inspirada nos livros de Thomas Harris, Hannibal vai acompanhar o psiquiatra do título, vivido por Mads Mikkelsen, antes da prisão, ajudando o agente do FBI, Will Graham (Hugh Dancy), a solucionar crimes.

Laurence Fishburne e Gillian Anderson também estão no elenco, respectivamente como o chefe de Will e a terapeuta de Hannibal. Lance Henriksen (Millennium) fará uma participação especial.

O piloto da atração foi escrito por Bryan Fuller (criador de Pushing Daisies e Dead Like Me), que ainda produzirá a atração ao lado de Martha De Laurentiis, esposa do falecido produtor da franquia cinematográfica de Hannibal. A direção ficou a cargo do cineasta David Slade (A Saga Crepúsculo: Eclipse).

Já foram encomendados 13 episódios para a primeira temporada, que estreia em 4 de abril na TV americana. No Brasil, a série será transmitida pelo canal pago AXN, em data a ser definida.

Com informações do SpoilerTV.

O TeleSéries veste a camisa pelas causas das mulheres

Data/Hora 08/03/2013, 11:00. Autor
Categorias Especiais

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Era 8 de março de 1857 quando funcionárias de uma fábrica têxtil, em Nova York, ocuparam o local e entraram em greve contra as péssimas condições de trabalho a que eram submetidas. A manifestação foi reprimida com violência e acabou com aproximadamente 130 mulheres mortas em um incêndio. Então, em 1910, em uma Conferência na Dinamarca, estipulou-se que na data seria comemorado o Dia Internacional da Mulher, em homenagem a elas. E desde 1975, quando a ONU oficializou a data, ela é celebrada ao redor do mundo.

Infelizmente, este não é um dia apenas para ser celebrado. O machismo – em suas mais variadas vertentes –, apesar dos inúmeros avanços obtidos nesses mais de cento e cinquenta anos, ainda assola o mundo e nos faz lembrar a todo instante que 8 de março não é dia de flores. É dia de luta.

E ainda há um longo caminho para trilhar. E encontramos nos seriados muitos exemplos de que, apesar dos problemas, a luta há de ser constante.

Quem não lembra da coragem de Peyton, de One Tree Hill, que no episódio Don’t Take Me for Granted orgulhosamente exibiu uma camiseta com os dizeres “sapatão” em frente a toda a escola? É o exemplo clássico de que é preciso vestir a camiseta de uma causa, ainda que ela não seja nossa. Que o problema do mundo está em não vestir a camiseta das causas dos outros. E é por isso que hoje o TeleSéries aproveita a data não apenas para homenagear as mulheres, mas para se juntar à luta por uma sociedade mais igualitária e justa.

“Descubra-se feminista”

O feminismo, ao contrário do que superficialmente se imagina, não busca a supremacia da mulher sobre o homem. O movimento tem como meta direitos iguais e uma convivência livre da opressão baseada em normas de gênero. Falando em feminismo, impossível não lembrar da Carrie Bradshaw, de Sex and The City. Ou vão dizer que nunca imaginaram a estilosa personagem defendendo o direito de acesso a métodos contraceptivos, a igualdade salarial entre os gêneros e o direito da mulher de decidir sobre o próprio corpo?

Sex and the City mostrou que as mulheres não são objetos que possuem funções, mas, assim como os homens, são humanos que possuem personalidade. Sem precisar pegar em cartazes ou organizar passeatas, Carrie deixa claro que é feminista cada vez que preza pela sua autonomia profissional, existencial e sexual, sem deixar de compartilhar suas dúvidas e angústias sobre relacionamentos e sobre a vida em geral. E sim, ser feminista é, também, defender que as mulheres tem o direito de fazer o que quiserem, inclusive torrar o dinheiro em sapatos Manolo Blahnik e correr atrás de homens.

“Isso não é sobre sexo, é sobre violência”

A violência contra as mulheres é plot recorrente em vários seriados. E, infelizmente, o plot é recorrente no “mundo real”, também. Segundo o Mapa da Violência 2012, do Ministério da Justiça, a cada três minutos uma mulher é agredida no Brasil. Os dados baseiam-se nos atendimentos por violência do SUS, que no período pesquisado foram de 107.572 atendimentos, sendo que destes, 70.285 (65,4%) foram contra mulheres. Mas os dados são ainda mais alarmantes, se levarmos em consideração que muitas mulheres são agredidas diariamente e por diversos fatores não procuram ajuda e acabam não entrando nas estatísticas.

Foi isso que vimos acontecer, recentemente, com a treinadora Beiste, de Glee. Ela demorou para abrir o jogo sobre o que estava acontecendo e pedir ajuda e, com problemas de auto-estima, acabava se sujeitando a violência por achar que, caso perdesse o marido, não conseguiria encontrar outra pessoa capaz de amá-la. Glee reproduziu muito bem o problema enfrentado por boa parte das mulheres que sofre violência doméstica, já que o marido prometia que iria parar, enquanto ela mentia para as pessoas que tinha saído de casa.

Na série, foi só com o apoio dos alunos e dos outros professores que ela conseguiu se separar. É assim também na vida real. Infelizmente muitas vezes a realidade é bem diferente e o final não é feliz. Entre os anos de 1980 e 2010, 92.100 mulheres foram assassinadas no país. O mais alarmante é que houve um crescimento, no período, de 230% no número de mortes. Na ficção, a violência contra a mulher também mata: na série Being Human, Annie é um fantasma que vaga pela sua antiga casa sem saber o motivo. É quando descobrimos que a sua morte foi provocada por uma agressão do noivo, numa crise de ciúmes.

“Ensine o homem a respeitar, não a mulher a temer. Meu vestido não é um convite para o seu estupro”

E se violência doméstica é plot recorrente nos seriados, o que falar sobre a violência sexual?

Há não muito tempo, a Charlotte, de Private Practice, foi estuprada em pleno local de trabalho. No Brasil, segundo dados do mesmo relatório citado anteriormente, em 2011 foram atendidas 13 mil mulheres vítimas de violência sexual. E ao contrário da série, a violência costuma acontecer nos lares das vítimas.

Mas muitas coisas retratadas em Private Practice refletem o cotidiano das mulheres sexualmente ofendidas. Charlotte sofreu com a vergonha de ter sido estuprada, e por isso não denunciou o agressor e tentou manter o estupro em segredo. Mas o apoio dos amigos e de Cooper, o marido fofo, foram decisivos e ela acabou superando o episódio e reconhecendo o estuprador.

Outro seriado que tratou muito sobre a temática foi Veronica Mars. E mostrou uma outra vertente, que é a da violência sexual no âmbito das universidades. A própria série inicia com a busca da protagonista por identificar quem a estuprou. Veronica consegue identificar, ao contrário de tantas mulheres, o agressor, e nesse ponto o seriado aborda outra questão. O criminoso havia sido vítima de violência sexual na infância, e acaba se suicidando. Uma prova dos graves danos que a violência sexual traz às vítimas, que muitas vezes não conseguem superar o ocorrido. Ou dedicam todas suas vidas à superá-lo.

Prova disso é a Detetive Olivia Benson, da Unidade de Vítimas Especiais da Polícia de Nova Iorque. Law & Order: Special Victims Unit aborda semanalmente esta temática, mas o caso mais icônico é o da própria deterive. Olivia é “filha de um estupro”. E por causa disso, durante muito ela acreditou que não era amada pela mãe, em razão das dificuldades que ela tinha em lidar com a violência. E foi esse padrão psicológico que acabou por definir a vida de Olivia e prejudicar todo e qualquer relacionamento amoroso que ela tenha tentado nestas 13 temporadas. Mas foi também em razão disso que ela resolve, em uma espécie de “vingança”, se dedicar a solucionar crimes envolvendo violência sexual. Um belo exemplo de superação e de perseverança.

Ah, e não podíamos falar de agressão sexual sem lembrar de Barrados no Baile (Beverly Hills, 90210), em que duas de suas protagonistas foram atormentadas pelo problema. Valeria Malone era estuprada em casa pelo próprio pai. Depois de um longo tempo sofrendo ela ameaça expor ele, que comete suicídio. E, como se não bastasse, a personagem volta a sofrer violência sexual na oitava temporada. Kelly Taylor também sofreu duas vezes violência, uma delas em sua primeira relação sexual e a outra na nona temporada, quando já era uma mulher independente. Ela passa a ter medo de andar sozinha na rua, de ficar sozinha em sua loja… E ao se reencontrar com o agressor acaba o matando. Mais um exemplo de que, infelizmente, muitas vezes a ficção imita a vida.

“O silêncio é cúmplice da violência. Denuncie”

Denunciar é importante. É vital. Há poucas semanas, em um episódio exibido nos EYa, Bones deu exemplo. Além de tratar sobre um assunto muito importante, que é o fato de as mulheres muitas vezes sentirem-se culpadas pela violência que sofrem – reflexo da nossa sociedade machista e patriarcal – a Fox ainda produziu chamadas com Emily Deschanel, a estrela do seriado, ressaltando a importância de denunciar estes casos.

Muitas mulheres tem medo de sofrer ainda mais violência ao denunciar. Mas é através das denúncias que os culpados punidos, e a violência acabará diminuindo, ainda que a longo prazo.

Por isso, se você, assim como as inúmeras personagens aqui citadas, sofre violência de qualquer tipo, procure a Delegacia da Mulher de sua cidade, ou, caso ela não exista, vá até a DP da Polícia Civil ou ligue para a Central de Atendimento a Mulher, que funciona 24 horas através do número 180. Seja a protagonista da sua vida!

“Somos tod@s vadi@s”

O TeleSéries vestiu, assim como Peyton, literalmente, a camisa da causa. Confira na nossa página no Facebook a galeria de fotos dos colaboradores do TeleSéries prestando sua homenagem e seu apoio a todas as mulheres.

Destaques na TV – Sexta, 8/3

Data/Hora 08/03/2013, 10:30. Autor
Categorias TV Brasil

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Veja a seguir os destaques da sexta-feira nos canais de TV paga.

Mais uma série do horário vespertino da Sony está encerrando a temporada. Às 10h e às 17h, o canal exibe o episódio que encerra o terceiro ano de Cougar Town. E às 10h30 e 17h30 vai ao ar o episódio 6×15 de 30 Rock. No horário nobre, às 21h, a Sony exibe o American Idol.

No A&E, 20h, tem Necessary Roughness (episódio 2×04).

E tem estreia nesta sexta-feira. No +Globosat, às 22h, chega a minissérie inglesa Top Boy. Com quatro episódios, a série aborda o problema das gangues e do tráfico de drogas em Londres.

E nos vemos no fim de semana!

Reecontro ’24 Horas’: veja fotos de Annie Wersching em ‘Touch’, com Kiefer Sutherland

Data/Hora 08/03/2013, 09:09. Autor
Categorias Notícias

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No início de novembro, os fãs de 24 horas – que aguardam ansiosos por um filme inspirado na antiga série – ficaram sabendo: o longa metragem não tem data marcada, mas uma reunião entre atores veteranos da atração estava muito próxima.

É que a atriz Annie Wersching – que interpretava a agente do FBI Renee Walker em 24 Horas -, vai aparecer em breve em Touch, série do canal Fox protagonizada justamente por Kiefer Sutherland, o ex-Jack Bauer. Na história, ela será a Dra. Kate Gordon, uma terapeuta esperta e carinhosa, especialista em lidar com traumas na infância e assuntos relacionados ao comportamento infantil.

Notícia boa mesmo é que as primeiras fotos da atriz em Touch foram divulgadas! O episódio, intitulado Clockwork, vai ao ar no dia 29 de março na TV americana. Veja as imagens abaixo:

Com informações do Inside TV.

Canal pago IFC compra séries cômicas de Ben Stiller e Will Ferrell

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O canal a cabo americano IFC encomendou duas novas comédias que vão estrear em sua grade de programação em breve.

The Spoils of Babylon é estrelada e produzida por Will Ferrell (Quase Irmãos, Os Outros Caras). A série é uma adaptação do livro best-selling escrito pelo famoso escritor fictício Eric Jonrosh (que será interpretado por Ferrell). Na história, ele narra a saga de gerações de uma família que conseguiu fazer fortuna no mercado do petróleo. Andrew Steele (Saturday Night Live) fica a cargo do roteiro do projeto em parceria com Matt Piedmont (Casa de mi Padre), que também dirige. Os dois ainda serão produtores-executivos.

Na hora de comentar a nova empreitada, Ferrell não esqueceu o humor. “Essa é a decisão mais maluca e até mais estúpida de todas. Ou a IFC é muito corajosa ou é muito estúpida, o que a torna a parceira ideal para a gente”, disse o ator sobre a decisão do canal de encomendar seis episódios da série.

O outro projeto que recebeu sinal verde da emissora também tem um nome famoso por trás das câmeras: o de Ben Stiller, ator conhecido por Entrando Numa Fria.

O novo seriado, que recebeu a ordem de dez episódios, vai se chamar The Birthday Boys e apresenta um grupo de comediantes da cidade de Los Angeles que dá nome ao programa. A série, que será feita com roteiro e esquetes (cenas ou peças dramáticas de curta duração), promete se utilizar de momentos da vida real e elementos culturais para causar risada no público. Para isso, os produtores irão usar dois ingredientes básicos: o “absurdo” e o “inteligente”.

Stiller é produtor-executivo da série ao lado de Bob Odenkirk. “Os (integrantes do) The Birthday Boys são muito bons para fazerem apenas vídeos virais na Internet. Eles são engraçados o suficiente para preencher o tempo entre um episódio de Portlandia e outro”, assegurou Stiller, comparando seu projeto à outra série cômica do canal IFC.

Veja um vídeo do grupo de comediantes abaixo:

 

O canal IFC é a sigla de Independent Film Channel e pertence à emissora AMC.

Com informações do Deadline.

Ator de ‘House’ está em série sobre mortos-vivos da ABC

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Pelos corredores do hospital em que a equipe do Dr. House trabalhava, o Dr. Eric Foreman não era amado por todos. E, se depender da sinopse da próxima série da ABC, o ator Omar Epps, o veterano de House, vai continuar a ter dias difíceis – mas, dessa vez, ao invés de lutar para salvar a vida de alguém, ele terá que lidar é com gente morta. É isso mesmo!

É que o piloto de The Returned, ao invés de uma sinopse, joga uma questão ao espectador: o que aconteceria se a pessoa que você chorou a morte e enterrou, um dia, batesse à sua porta como se nada tivesse acontecido? A vida dos moradores de Arcadia, onde a história se passa, muda por completo desde que parentes já falecidos ressurgem na vida dos cidadãos do município.

Epps vai interpretar o agente de imigração Martin Bellamy, que vai até a cidade em questão para identificar um menino que alega ser seu filho – falecido muitos anos atrás.

Os atores Frances Fisher (Titanic), Devin Kelley (Covert Affairs), Samaire Armstrong (The Mentalist), Nicholas Gonzalez (Off the Map, Melrose Place), Kurtwood Smith (That ’70s Show), Landon Gimenez, Sam Hazeldine e Mark Hildreth também estão no elenco do projeto, ainda em fase de aprovação do piloto.

The Returned é uma série de drama inspirada no livro de mesmo nome do escrito Jason Mott e tem roteiro de Aaron Zelman (The Killing). JoAnn Alfano (30 Rock), Jon Liebman (Ringer), Dede Gardner e Jeremy Kleiner serão produtores-executivos.

Com informações do TV Line.

Esposa de John Travolta, Kelly Preston, está em nova série cômica americana

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No que depender do canal ABC, a atriz Kelly Preston vai deixar de ser “a mulher de John Travolta” para se tornar “a estrela de TV”. É que Preston, casada com o ator famoso por filmes como Grease e Os Embalos de Sábado à Noite, foi contratada para o papel central de uma nova comédia da emissora, que vai se chamar Keep Kalm and Karey On (um trocadilho com o ditado “Keep calm and carry on”, ou na tradução, “mantenha a calma e siga em frente”).

Na história, Karey (Preston) é descrita como a “ovelha negra” da família. Mas isso é algo bom, já que seus parentes são todos pequenos ladrões, viciados em drogas e narcisistas, sendo a moça, a única pessoa honesta do grupo. Quando o irmão dela é mandado para prisão, ela decide criar seus filhos longe todos e adota uma criança negra.

As atrizes Majandra Delfino (Arquivo Roswell) e Jane Seymour (Modern Men) também estão na produção. Andrea Abbate (Rude Awakening) é a produtora-executiva.

A última grande participação de Preston na TV foi em 2008, quando esteve em 4 episódios da série Medium, da NBC. Em 2009, ela perdeu o filho adolescente, que tinha necessidades especiais, durante uma viagem de família e se afastou das artes cênicas por um tempo. No ano seguinte, em 2010, ela deu à luz um menino.

Estava com saudade dela?

Com informações do Deadline.

Modern Family – Best Man

Data/Hora 07/03/2013, 20:56. Autor
Categorias Reviews

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Esse episódio de Modern Family foi regular, pra não dizer fraco. Os plots tinham tudo para se desenvolver de um modo bacana, mas infelizmente não o fizeram. Mas ainda assim esteve presente o humor que só a série sabe proporcionar.

O que era pra ser o plot de maior destaque do episódio foi o mais sem graça, na minha opinião. Tivemos a volta de Sal (Elizabeth Banks), a amiga maluca de Cam e Mitchell, com a novidade do casamento e o convite para que os dois fossem os padrinhos dessa união que os pegou de surpresa. Como era esperado o comportamento da moça não mudou em praticamente nada e a descrição super boring da vida de casado de Cam e Mitchell quase a fez desistir de se casar.

Apostando na mudança de comportamento da amiga, o casal aceitou a proposta e Cam parecia mais empolgado que a própria noiva para o casamento. O que eles não esperavam é que ela fosse sair agarrando o barman na noite do casamento, o que poderia arruinar tudo. Inclusive a empolgação de Cam. No fim deu tudo certo e o casamento aconteceu apesar das traições (o noivo também a havia traído) e todo mundo foi feliz.

Achei meio forçada a relação Haley e Claire nesse episódio. Okay, a menina está amadurecendo, mas foi maturidade demais pra um episódio só. Mesmo assim não deixa de ser interessante ver as duas em ação, principalmente quando Alex também está junto. E foi justamente a irmã mais nova quem roubou a cena do plot que era pra ser da mãe frustrada com a filha adolescente.  Haley sentiu na pele a sensação que sua mãe sentia quando ela se desculpava para os amigos por causa das atitudes da mãe.

Phil e Luke quando estão juntos é garantia de risadas. Simplesmente me acabei de rir com a passagem do pai perguntando pro filho o que ele estava escondendo no computador: “Eu sabia! O que você está escondendo?”“Pornô”,“NÃO MINTA PARA MIM”. Foi sensacional!  Luke está virando homenzinho e Phil o ajuda a marcar encontro com uma garota que ele gosta. O que Phil não sabia era que, assim como ele, quem escrevia as mensagens sobre o encontro não era a menina e sim a mãe dela.

A mãe da garota encontra Phil no restaurante onde eles marcaram o “encontro” para as crianças e a situação fica constrangedora. Mas o mais legal disso é ver que Phil não perde a oportunidade de dizer que ama Claire, mesmo quando está sendo assediado por outra mulher.

Manny sempre foi o personagem que eu menos gosto na série mas não dá pra negar que foi bem legal a paixonite pela empregada da casa. Principalmente por conta do ridículo vivido pelo garoto e Gloria inconformada em não ser a musa inspiradora dele.  A princípio Gloria e Jay achavam que  a mulher fosse o ‘nu feminino’ que inspirava o rapaz mas ainda bem que não era Gloria a fonte de toda a inspiração para pinturas e esculturas de seios.

O desfecho do episódio merece destaque mais uma vez por conta de Lily. Dessa vez o seu diálogo com Sal foi pra morrer de rir. Essa menina tem um veneno único!

Esperemos que Modern Family volte aos episódio excelentes em breve e que esse episódio não seja um sinal de que a série anda perdendo forças.

Observações:

1 – a participação de Elizabeth Banks poderia ter sido melhor aproveitada e, pra quem não sabe, a atriz apareceu na série no episódio Great Expectations, o oitavo da primeira temporada.

2 – a cara do carteiro inventando assinaturas só pra ver os peitos de Gloria foi impagável.

3 – a família Dunphy mostrou que tem um time talentoso em casa: Luke canta muito bem, Alex toca violoncelo e também canta e Haley, bem, ela é só um rostinho bonito.

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